Exposta I Parte II

Exposta I Parte II


Insultei ele, bati nele, tava com uma raiva... que tipo de homem mostra a própria mulher desse jeito? Que tipo de homem expõe a própria mulher? Dessa forma tão miserável... explodi! Expulsei ele de casa, falei um monte de verdades na cara dele, peguei todas as coisas dele e joguei fora, e ele foi embora! Fiquei com aquela dor e tristeza, com aquela traição enorme de alguém que eu achava que me amava, de alguém que eu achava que era o melhor homem que podia existir, que me queria, me respeitava... pra mim ele era o melhor, e eu tava destruída. Os dias foram passando, e ele tentava de todo jeito me explicar que me amava, que não conseguia viver sem mim, e que compartilhava aquelas coisas por tesão. Ele confessou que sempre quis me ver com outro homem e que nunca quis me machucar, que só vivia a fantasia dele daquele jeito porque nunca teve coragem de me contar. De certa forma, eu até entendia, mas a raiva! A ira que eu sentia dele era enorme! Ele queria voltar pra casa, pra família, e eu deixei ele voltar... mas as coisas não foram mais as mesmas. A raiva que eu sentia era muito grande, e comecei a fazer coisas pra machucar ele. Tratava ele mal... perdi todo o respeito por ele. Nas minhas redes sociais, comecei a postar fotos provocativas, com pouca roupa, de calcinha, dançando no TikTok, e comecei a adicionar cada idiota dos grupos onde ele mandava minhas fotos, comecei a adicionar colegas de trabalho dele... E ele começou a me perguntar coisas tipo: "por que você adicionou fulano? se você nem conhece ele..." E minhas respostas eram diretas e claras! "Pra ele ver minha buceta... não é isso que você gosta?" Sempre com raiva... com malícia, com vontade de humilhar!! de insultar!! E foi assim que, aos poucos, comecei a me divertir, a pegar um gosto especial por esse negócio... comecei a gostar. Gostava de humilhar ele, gostava que me olhassem, gostava de me sentir desejada, gostava de receber comentários obscenos, era muito intenso. Meu chat tava cheio de propostas, de vulgaridades! De paus! hahaha, de verdade, era algo que ficava cada vez mais forte, e cada vez eu postava coisas mais pesadas. Chicoteando até que um dia chegou uma saudação de alguém que eu jamais esperava ver na minha vida... aquele que chamamos de "Miguel", o filho da puta que me tratou como lixo quando eu tinha 19 anos, aquele que contou pra todo mundo como eu chupava ele e que sempre odiou meu parceiro por causa do que me fez... e ironicamente fez algo 1000 vezes pior... porque ele fez com fotos, com vídeos, sendo um idiota crescido que sabe o que é certo e o que é errado, não um moleque de 19 anos querendo se exibir pros amiguinhos. E a saudação dele foi épica! "Oi, como você tá, Daniela! Que rabo mais gostoso! Bom, como sempre" hahaha, verdade, foi algo que me fez rir e não pude evitar me sentir atraída. A gente conversou por uns dias e ele continuava tão tasty como sempre foi... era inevitável não ficar com tesão toda vez que eu falava com ele... além disso, só de saber que meu parceiro sabia que eu tava falando com ele já me deixava com um tesão nível extremo! Pra mim era um jogo divertido, tasty, até que um dia Miguel me diz que quer me ver, se a gente pode se encontrar. Eu tava sozinha... Felipe tava no trabalho e meu filho na escola. Não pensei duas vezes e mandei minha localização, e ele disse que em uma hora tava na minha casa. Fui tomar um banho rápido e me senti como uma verdadeira menina prestes a fazer uma travessura enorme. Comecei a ver o que vestir e vi um conjunto rosa pastel que vinha com um babado branco tipo vestidinho bem pequenininho, a calcinha fio dental rosa, ligas e um sutiã bem pequeno junto com um colar no pescoço e uma coleira... um dos preferidos do meu querido marido. Coloquei um roupão e sentei pra esperar o Miguel. Não demorou muito quando ele me manda uma mensagem e diz "tô aqui fora". Levantei rápido, ajeitando meu roupão, saí de casa e caminhei até o portão de entrada... eram 2 horas da tarde, tinha muita gente andando na rua... uns vizinhos lá fora e o melhor de tudo é que a velha mais fofoqueira da rua tava lá... e todo mundo ficou me olhando... Miguel não acreditou no que viu. O que você vê... é verdade... eu estava de roupão... dava pra ver minhas ligas e minha calcinha, minhas pernas, e todo mundo sabia o que ia rolar na minha casa, sem meu marido. Abro a porta e dou um beijo no Miguel como se ele fosse o amor da minha vida... como se fosse o homem que eu mais amo nesse mundo. Aí me afasto, pego na mão dele e levo ele pra dentro. Assim que passamos pela porta, me aproximo, ajoelho e começo a soltar o cinto dele. Pergunto se foi difícil chegar, e ele, com um sorriso, diz que com o GPS foi fácil, e fica me olhando todo confuso, com uma cara de "o que tá rolando?". Enquanto vou descendo a calça dele, pergunto como ele tem passado, tantos anos! E começo a passar a mão no pau dele por cima da cueca. Ele só fica me encarando com uma cara de safado.




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