Noite a 3 com meu amigo

Aquela noite convidei um amigo pra casa pra tomar umas cervejas. Desde o começo minha esposa estava com uma atitude diferente, como se estivesse gostando que ele estivesse ali olhando. Entre risadas e conversa, ela foi sentando cada vez mais perto de mim, me tocando com naturalidade e dando olhares que deixavam claro que era de propósito. O clima foi esquentando aos poucos. Em certo momento ela colocou música e começou a dançar no ritmo, com um sorriso provocante. Depois voltou pro sofá comigo, se acomodou em cima de mim e começamos a nos beijar sem nos preocupar muito em disfarçar. A conversa morreu e a sala ficou cheia de tensão. Enquanto continuávamos nos deixando levar pelo momento, ela de vez em quando olhava pra onde meu amigo estava, como se saber que ele estava nos observando a excitasse ainda mais. A noite seguiu assim, com essa mistura de nervosismo, provocação e cumplicidade que nenhum dos três ia esquecer fácil. A noite foi avançando com essa tensão que ninguém mais tentava esconder. Minha esposa continuou sentada bem perto de mim no sofá. Às vezes a gente conversava com meu amigo como se tudo fosse normal, mas de vez em quando ela voltava a se encostar em mim, me beijava ou sussurrava algo no meu ouvido. Era óbvio que ela gostava que ele estivesse ali, olhando sem saber muito bem o que fazer. Em certo momento ela se levantou e pegou na mão dele. —Relaxa —ela disse com um sorriso—. Eu não mordo. Ela o puxou pro sofá com naturalidade, como se já tivesse decidido isso há tempos. Sentou entre nós dois, apoiando uma mão em cada um. A música continuava tocando baixinho no fundo, e o quarto estava cheio de uma mistura estranha de nervosismo e curiosidade. A gente se olhou os três por um instante. Ela quebrou o silêncio com uma risadinha, se aproximando primeiro de mim pra me beijar, e depois olhando pra ele com aquela mesma expressão provocante que ela teve a noite toda. —Acho que ninguém mais tá fingindo que isso é só uma cerveja entre amigos —ela falou. Ninguém respondeu, mas também não precisou. A distância entre os três, a distância foi desaparecendo aos poucos. Os olhares, as mãos que se encontravam por acaso e a confiança que já pairava no ar fizeram com que tudo fluísse naturalmente. Minha esposa estava cada vez mais concentrada no meu amigo. Eles conversavam baixinho, bem próximos um do outro, com aquela mistura de nervosismo e curiosidade que se transformara em confiança ao longo da noite. De vez em quando, ela me olhava, como para confirmar que eu ainda estava ali, tranquilo, observando tudo. E quando nossos olhares se cruzavam, ela sorria levemente antes de voltar a atenção para ele. Aos poucos, a distância entre eles desapareceu por completo. As palavras deixaram de ser necessárias, e o quarto ficou cheio daquele silêncio carregado que só acontece quando todos sabem exatamente o que está rolando. Eu continuei olhando, quase sem me mexer. Com o passar dos minutos, ficou evidente que entre os dois havia nascido uma conexão intensa, guiada pela mesma provocação que marcara a noite inteira. Os movimentos, os olhares e a forma como eles se buscavam diziam tudo sem precisar de explicação. E assim, do meu canto, acabei sendo testemunha de como os dois se deixaram levar pelo momento, entregues àquela intimidade compartilhada que começara como um jogo provocativo e terminou se tornando algo muito mais real diante dos meus olhos. Mas a noite não parou por aí. Em algum momento, minha esposa olhou para mim de novo, esticou a mão na minha direção e me chamou para me aproximar outra vez. O que começara entre eles acabou nos envolvendo aos três na mesma atmosfera de cumplicidade. Não havia mais espectadores nem protagonistas separados. Quando finalmente a música parou e a sala ficou em silêncio, nós três estávamos bem pertos, respirando calmamente e sorrindo como quem sabe que compartilhou algo que dificilmente se explica com palavras. E embora ninguém dissesse em voz alta, estava claro que aquela noite já não tinha sido só de olhares ou provocações. Nós três Nós havíamos cruzado aquela linha juntos. Querem ver como ficou a buceta depois de nós dois gozarmos?

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