Era noite fechada. Eu estava deitada na cama, bem acordada e com tesão. Estava completamente pelada, com minha jaulinha rosa bem firme no lugar. Meu corpo todo depiladinho. E, claro, estava com vontade de fazer xixi. Mas não tinha permissão para ir ao banheiro. Se fosse ao banheiro (que ficava no corredor), certamente mamãe ou papai me ouviriram se desse a descarga. E se não desse, encontrariam a evidência em algumas horas. Beber também não era uma opção, porque meu pintinho em castidade não permitia que a urina chegasse à minha boca. Tudo estava pensado. Então, ou fazia na cama (e levava uma punição por isso), ou segurava. E foi o que fiz. Por sorte ou por azar, já estava acostumada, então era um pouco mais fácil.
A noite era o único momento em que podia ficar "tranquila", pois ninguém me incomodava.
Na minha escrivaninha tinha meu notebook, onde só tinha acesso a um site pornô gay, que era onde mamãe e Isa postavam meus vídeos. Além disso, tinha pornô baixado. Também tinha brinquedos sexuais, como consolos de vários tamanhos e cores: transparente, preto, rosa, branco...
Ouvi um barulho vindo de fora. Assustada, achei que talvez tivessem entrado para roubar. Abri a porta do meu quarto devagar.
Lá embaixo, todas as portas estavam trancadas e as chaves ficavam com mamãe. Além disso, as janelas estavam fechadas, então não tinha como fugir. Mas enquanto mamãe tivesse a chave da minha jaulinha, ela sabia que eu não iria a lugar nenhum.
Ao sair, não vi ninguém, mas o barulho vinha do quarto de papai e mamãe. Com cuidado, me aproximei, engatinhando, para não fazer barulho. A porta estava entreaberta e pude ver, espiando pela fresta, a cena tão hot que estava rolando.
Os barulhos vinham de mamãe e papai, que estavam transando forte e fazendo a cama tremer. Mamãe, totalmente pelada, só com um colar que segurava a chave da minha castidade, com o cabelo bagunçado e suada, gemendo, enquanto seus peitos esmagavam o colchão. Papai, com seu pauzão enfiado na buceta de mamãe, socava nela uma e outra Uma vez, enquanto seus peitorais perfeitos faziam sua aparição e seus braços fortes a agarravam pela cintura. Uma e outra vez.
Mamãe, claro, me pegou. Ela piscou para mim e então, papai também me notou. Assustada, corri rapidamente para meu quarto e fechei a porta, mas um minuto depois, papai e mamãe entraram.
— Oi, bebê — cumprimentou mamãe, maliciosa. — Gostou do que estava vendo?
Eu sabia que não devia mentir. Era inútil. Já tinham me pegado, então eu balancei a cabeça, com o rosto corado. Mamãe e papai trocaram um olhar safado e então, mamãe pegou minha mãozinha e lentamente, voltamos para o quarto dela e do papai.
A cama de casal estava desfeita e a mão da mamãe ainda estava suada.
— Senta no chão, putinha — ordenou mamãe.
Eu obedeci. Uma vez sentada, vi papai com seu pau lindo se deitar na cama, todo esticado. Mamãe amarrou o cabelo em uma coleta e, piscando para mim, disse travessa:
— Aproveita, bebê.
Dito isso, ela começou a lamber o pau do papai. Ela estava à direita dele, para deixar minha visão livre. Assim, eu podia ver como ela fazia um boquete delicioso nele.
Mamãe começou lambendo as bolas do papai e foi com a língua percorrendo seu tronco até chegar na cabeça. Deu vários beijos doces. Aquela técnica que também tinham me ensinado e que tantas vezes tinha praticado com ele.
Então começou a fazer a espanhola. Chupou a cabeça primeiro. Depois, foi enfiando a boca até o final do tronco, até seus testículos. Para dentro, para fora. De baixo para cima e vice-versa. Uma e outra vez. Tudo enquanto papai gemia de prazer e eu assistia encantada. Na quietude da noite, tudo estava calmo e só se ouvia eles dois. E eu não conseguia desviar o olhar. Meus próprios pais transando na minha frente. Eu já tinha trepado com o papai muitas vezes. E uma parte de mim queria foder com ele de novo.
Depois do boquete, mamãe, de frente para papai, montou no pau dele, apoiou as mãos no peitoral dele e, depois de me ordenar que ficasse ao lado da cama (para vê-los de perfil), ela começou a cavalgar.
Seus peitos balançavam a cada investida. As bolas do papai batiam na buceta da mamãe, enquanto ela gemia com força.
— Ah, isso, Carlos!
Ela gemeu. Eu teria me tocado, se não fosse pela gaiolinha. Nesse ponto, eu estava totalmente acordada e sabia que não dormiria o resto da noite.
Papai segurava a cintura da mamãe enquanto ela continuava cavalgando. No processo, os dois deram um beijo terno nos lábios. Vários, na verdade. Foi então que papai começou a foder a buceta dela. Ele a colocou de costas na cama, as duas pernas abertas, e começou a penetrar enquanto os dois estavam bem pertinho um do outro e se beijavam com amor. O pau do papai entrava e saía da vagina da mamãe em alta velocidade. Uma coisa que meu pintinho nunca poderia fazer. Aquele era meu lugar. Eu era uma neném sissy de pau pequeno.
Papai beijou o pescoço da mamãe e ela gemeu. Depois, ele a colocou de quatro, de forma que mamãe ficou me encarando e papai começou a investir nela igualzinho antes, quando os peguei transando. Os peitos da mamãe iam para frente e para trás e gotas de suor escorriam pela sua testa. Seus peitos estavam suados, seu cabelo também, e ela cheirava muito sexy. Os dois tinham passado perfume antes de transar e agora eu sentia o cheiro.
Mamãe subiu nos braços do papai, envolveu o pescoço dele com os braços, e sua buceta desceu no pau dele. Os dois começaram a se beijar com ternura enquanto mamãe gemía, seus peitos balançavam a cada impacto do pau do papai na sua buceta e, finalmente, chegou o momento do clímax. Mas papai não gozou dentro da mamãe. Em vez disso, os dois trocaram um olhar cúmplice enquanto ela descia do pau dele. Ela se ajoelhou no chão e papai ficou de pé. Depois, mamãe começou a fazer um boquete no papai enquanto alternava entre olhar nos olhos dele ou para mim com uma carinha safada. Ela continuou chupando o pau dele. Para dentro, para fora.
— Vem aqui, Maria — ordenou papai.
Submissa, eu obedeci. Me ajoelhei sob o pau dele e, por ordem dele, abri a boca. Mamãe terminou de... chupar e o papai começou a se masturbar. Alguns segundos depois, litros de porra caíram na minha boquinha e respingaram no meu rosto e cabelo, me encharcando toda com a leitada dele. A mamãe aplaudiu feliz e tirou várias fotos com o celular. Engoli o sêmen e com minha língua, limpei o pau do papai. Lambi as bolas dele, o tronco e terminei na cabeça, onde dei uma chupadinha. Depois de limpar, ficou brilhando.
— Hora de dormir — ordenou a mamãe.
Eu dormi entre os dois, ainda pelada. Meu rostinho colado nos peitorais do papai e minhas costas e cabeça nos peitos da mamãe. Os três envolvidos em um abraço sexy.
A noite era o único momento em que podia ficar "tranquila", pois ninguém me incomodava.
Na minha escrivaninha tinha meu notebook, onde só tinha acesso a um site pornô gay, que era onde mamãe e Isa postavam meus vídeos. Além disso, tinha pornô baixado. Também tinha brinquedos sexuais, como consolos de vários tamanhos e cores: transparente, preto, rosa, branco...
Ouvi um barulho vindo de fora. Assustada, achei que talvez tivessem entrado para roubar. Abri a porta do meu quarto devagar.
Lá embaixo, todas as portas estavam trancadas e as chaves ficavam com mamãe. Além disso, as janelas estavam fechadas, então não tinha como fugir. Mas enquanto mamãe tivesse a chave da minha jaulinha, ela sabia que eu não iria a lugar nenhum.
Ao sair, não vi ninguém, mas o barulho vinha do quarto de papai e mamãe. Com cuidado, me aproximei, engatinhando, para não fazer barulho. A porta estava entreaberta e pude ver, espiando pela fresta, a cena tão hot que estava rolando.
Os barulhos vinham de mamãe e papai, que estavam transando forte e fazendo a cama tremer. Mamãe, totalmente pelada, só com um colar que segurava a chave da minha castidade, com o cabelo bagunçado e suada, gemendo, enquanto seus peitos esmagavam o colchão. Papai, com seu pauzão enfiado na buceta de mamãe, socava nela uma e outra Uma vez, enquanto seus peitorais perfeitos faziam sua aparição e seus braços fortes a agarravam pela cintura. Uma e outra vez.
Mamãe, claro, me pegou. Ela piscou para mim e então, papai também me notou. Assustada, corri rapidamente para meu quarto e fechei a porta, mas um minuto depois, papai e mamãe entraram.
— Oi, bebê — cumprimentou mamãe, maliciosa. — Gostou do que estava vendo?
Eu sabia que não devia mentir. Era inútil. Já tinham me pegado, então eu balancei a cabeça, com o rosto corado. Mamãe e papai trocaram um olhar safado e então, mamãe pegou minha mãozinha e lentamente, voltamos para o quarto dela e do papai.
A cama de casal estava desfeita e a mão da mamãe ainda estava suada.
— Senta no chão, putinha — ordenou mamãe.
Eu obedeci. Uma vez sentada, vi papai com seu pau lindo se deitar na cama, todo esticado. Mamãe amarrou o cabelo em uma coleta e, piscando para mim, disse travessa:
— Aproveita, bebê.
Dito isso, ela começou a lamber o pau do papai. Ela estava à direita dele, para deixar minha visão livre. Assim, eu podia ver como ela fazia um boquete delicioso nele.
Mamãe começou lambendo as bolas do papai e foi com a língua percorrendo seu tronco até chegar na cabeça. Deu vários beijos doces. Aquela técnica que também tinham me ensinado e que tantas vezes tinha praticado com ele.
Então começou a fazer a espanhola. Chupou a cabeça primeiro. Depois, foi enfiando a boca até o final do tronco, até seus testículos. Para dentro, para fora. De baixo para cima e vice-versa. Uma e outra vez. Tudo enquanto papai gemia de prazer e eu assistia encantada. Na quietude da noite, tudo estava calmo e só se ouvia eles dois. E eu não conseguia desviar o olhar. Meus próprios pais transando na minha frente. Eu já tinha trepado com o papai muitas vezes. E uma parte de mim queria foder com ele de novo.
Depois do boquete, mamãe, de frente para papai, montou no pau dele, apoiou as mãos no peitoral dele e, depois de me ordenar que ficasse ao lado da cama (para vê-los de perfil), ela começou a cavalgar.
Seus peitos balançavam a cada investida. As bolas do papai batiam na buceta da mamãe, enquanto ela gemia com força.
— Ah, isso, Carlos!
Ela gemeu. Eu teria me tocado, se não fosse pela gaiolinha. Nesse ponto, eu estava totalmente acordada e sabia que não dormiria o resto da noite.
Papai segurava a cintura da mamãe enquanto ela continuava cavalgando. No processo, os dois deram um beijo terno nos lábios. Vários, na verdade. Foi então que papai começou a foder a buceta dela. Ele a colocou de costas na cama, as duas pernas abertas, e começou a penetrar enquanto os dois estavam bem pertinho um do outro e se beijavam com amor. O pau do papai entrava e saía da vagina da mamãe em alta velocidade. Uma coisa que meu pintinho nunca poderia fazer. Aquele era meu lugar. Eu era uma neném sissy de pau pequeno.
Papai beijou o pescoço da mamãe e ela gemeu. Depois, ele a colocou de quatro, de forma que mamãe ficou me encarando e papai começou a investir nela igualzinho antes, quando os peguei transando. Os peitos da mamãe iam para frente e para trás e gotas de suor escorriam pela sua testa. Seus peitos estavam suados, seu cabelo também, e ela cheirava muito sexy. Os dois tinham passado perfume antes de transar e agora eu sentia o cheiro.
Mamãe subiu nos braços do papai, envolveu o pescoço dele com os braços, e sua buceta desceu no pau dele. Os dois começaram a se beijar com ternura enquanto mamãe gemía, seus peitos balançavam a cada impacto do pau do papai na sua buceta e, finalmente, chegou o momento do clímax. Mas papai não gozou dentro da mamãe. Em vez disso, os dois trocaram um olhar cúmplice enquanto ela descia do pau dele. Ela se ajoelhou no chão e papai ficou de pé. Depois, mamãe começou a fazer um boquete no papai enquanto alternava entre olhar nos olhos dele ou para mim com uma carinha safada. Ela continuou chupando o pau dele. Para dentro, para fora.
— Vem aqui, Maria — ordenou papai.
Submissa, eu obedeci. Me ajoelhei sob o pau dele e, por ordem dele, abri a boca. Mamãe terminou de... chupar e o papai começou a se masturbar. Alguns segundos depois, litros de porra caíram na minha boquinha e respingaram no meu rosto e cabelo, me encharcando toda com a leitada dele. A mamãe aplaudiu feliz e tirou várias fotos com o celular. Engoli o sêmen e com minha língua, limpei o pau do papai. Lambi as bolas dele, o tronco e terminei na cabeça, onde dei uma chupadinha. Depois de limpar, ficou brilhando.
— Hora de dormir — ordenou a mamãe.
Eu dormi entre os dois, ainda pelada. Meu rostinho colado nos peitorais do papai e minhas costas e cabeça nos peitos da mamãe. Os três envolvidos em um abraço sexy.
0 comentários - Ley nude 9: Mami y papi saltan en la cama