Minha estreia como femboy - Parte 4

Depois de cortar toda comunicação com a Nati, voltei a frequentar a solidão de me satisfazer vendo pornô, mas não queria cair de novo na rotina, já que tinha experimentado ter uma certa conexão com uma mulher. De certo modo, estava contente porque minha grande dúvida era se, depois de uma longa temporada me obsessando com transsexuais, eu não gostaria mais de mulheres, mas não foi assim. Ainda gostava delas e elas continuavam me excitando, o que fez eu considerar minha relação com a Nati um sucesso total, mesmo não tendo terminado da melhor maneira.

Nessa busca de continuar criando laços com mulheres, recaí em sites como o Omegle ou similares. Todo bendito sábado e domingo em que ficava sozinho, eu me conectava e passava LITERALMENTE horas e horas pulando pessoas até conseguir encontrar uma garota. Quem já esteve nesse tipo de site sabe perfeitamente que as probabilidades são de 1 mulher a cada 200 paus que você encontra, e essa mulher precisava justamente gostar de você e estar disposta a conversar (e não vender nenhum tipo de conteúdo), para ter alguma esperança de conseguir algo.

Algumas vezes troquei punhetas com alguma garota, mas dá para contar nos dedos de uma mão. O que realmente me preocupava é que, nesse scroll eterno de pessoas somado à minha tesão extrema, comecei a ver com carinho certos caras que apareciam. Tinha rolas que começavam a me agradar, bundas que despertavam minha curiosidade e corpos que realmente me excitavam. Comecei a ficar bravo comigo mesmo porque, se não bastasse gostar de transsexuais, agora também gostava de homens? Desculpa se ofendo alguém (não é minha intenção), mas para mim imaginar-me bissexual ou homossexual era má palavra. Me negava totalmente a estar sentindo isso e não queria que acontecesse comigo. As primeiras vezes, olhava um pouco e pulava a pessoa, mas sabia que era por reprimir e não porque realmente não ficasse com tesão.

Comecei a tentar entender a situação e encontrei padrões claros de que era o que eu gostava. Até aqui está claro que eu adorava mulheres e transexuais, mas agora nos homens eu via um denominador comum. Todos que me chamavam a atenção eram caras magrinhos, com traços mais delicados ou femininos, pele extremamente branca, sem pelos (requisito fundamental pra mim era não ter um pingo de barba ou pelo corporal) e bem novinhos (entre 18 e 25 anos). Ou seja, hoje com mais experiência, a categoria era twink. E sim, tinha muita coisa que eu gostava em outro cara que também batia com minhas próprias características físicas e de personalidade.

Uma vez que peguei coragem e falei pra mim mesmo “mano, chega, assume o que você é e o que você gosta”, não teve jeito: era experimentar.

Comecei primeiro trocando uma ideia com caras que cumpriam esse requisito, com alguns foram só papos triviais e com outros foram trocas mais provocantes e diretas.

Aliás, abro um parêntese e quero destacar como é fácil conversar com outro homem, como somos diretos no que buscamos e como pouco julgamos quem está do outro lado, o que facilita absolutamente tudo.

Bom, como eu estava dizendo, nessas “trocas” conheci caras que estavam na mesma que eu, ou “héteros” que só queriam “descarregar” e que pediam pra você mostrar um pouco a bunda pra eles gozarem. Isso último eu sempre recusei porque naquela época ainda me considerava ativo.

Pra não ficar enchendo o saco com toda essa introdução eterna, quero destacar o Sebastião, um magrinho que conheci no Omegle e que simplesmente me deixou maluco. Imaginem que passaram mais de 10 anos e ainda lembro de cada momento do chat com essa pessoa. Não quero cair na transcrição de um diálogo como fiz com a Nati, mas acho que vale a pena.

Enfim… era fim de semana à tarde e eu tava dando next que nem louco no Omegle. Não achava nada e já tava puto. Até que encontro um cara…

- Oi! Tudo bem?
- Ehh oi, tudo sim suponho. E você?
- Tudo bem, tudo bem, por que "suponho"? – me disse Sebas com uma voz estranha e uma expressão de que a qualquer momento ia me pular
- Ah, é que estou aqui há um tempão e não consigo achar ninguém
- Haha sim, comigo também acontece. Bom, mas se quiser, a gente pode conversar sobre alguma coisa
- Sim, óbvio, mas vou ser sincero: não estou aqui pra conversar, costumo entrar pra fazer outras coisas, me divertir, você me entende. Desculpa se não é o que você procura, mas prefiro ser direto e não fazer você perder tempo

Meu lance sempre foi o sincericídio, mas eu via como algo positivo pra ser fiel ao que queria e também pra outra pessoa saber que não estava pra brincadeira.

- Que direto você é, mas não posso negar que estou aqui pelo mesmo motivo.
- Muito bom a gente combinar nisso. Posso saber seu nome?
- Sim, Sebastião. O seu?
- Valentim, prazer. Pela sua forma de falar, você é da Argentina, né…
- Sim, e você também?
- Sim, claro. Bom, Sebas, tá afim de a gente saciar as vontades?
- É a única coisa que quero. Mas me diz, você é gay, bi, curioso?
- Tenho dificuldade de me rotular, de primeira eu diria hétero, mas claramente seria mentira. Vamos deixar como bi… e você?
- Sou gay, gosto que você se defina assim e não fique dando desculpas
- Pode deixar, não tô afim de fingir coisas que não são. E me diz, você é ativo ou passivo? – essa pergunta pra mim sempre era a decisiva, porque determinava se o cara ia querer o tempo todo que eu mostrasse a bunda ou se podia me masturbar e gozar tranquilamente.
- Nenhum dos dois, sou versátil. E você?
- Ativo, mas curto um pau. Não tenho problema com isso – me surpreendi com a segurança que tive ao dizer tudo aquilo.
- Bom, a gente mostra? – disse Sebas de um jeito bem direto
- E sim, desde que começamos a conversar, ela tá bem dura hahaha
- Queria dizer o contrário, mas também tô no ponto

Dito isso, começamos a tirar o pouco que tínhamos. Primeiro comecei eu, que como sempre só estava de cueca. Estar pelado não era por acaso, mas uma forma de usar meu abdômen como isca para atrair as presas. Era a única coisa com que eu podia me gabar.

O Sebas, por sua vez, estava de short e camiseta azul. Roupas bem largas. Ele começou tirando a camiseta. O que vi me encantou. Um peito e abdômen super esguios, brancos e sem nenhum pelo. Mas o que veio depois foi o melhor de tudo. Ele tirou o short e por baixo não tinha cueca nem boxer, estava totalmente pelado. Enquanto puxava o short para baixo, vi uma pica, perdão… um PAUZÃO, super grosso e tão comprido que parecia que nunca ia parar de aparecer. Estava em estado semi flácido e calculei uns 18 centímetros aproximadamente. Isso não é mentira, era a pica maior e mais estética que já vi na minha vida. Em ereção total, aquela coisa media uns 25 x 4 (neste exato momento em que escrevo isso, tive que pegar uma régua e calcular com base na minha memória), perfeitamente reta sem nenhum tipo de inclinação, acompanhada por uns ovos super lisos que facilmente quadruplicavam o tamanho dos meus.

O Sebas terminou de ficar pelado e eu disse…

— Nossa, gato, por favor, que pica é essa que você tem. Nunca vi nada igual, até me deu água na boca — nem eu acreditava nas palavras que saíam da minha boca.

— Valeu, adoro quando me elogiam. A sua também não é nada mal e pelo que vejo você está meio travado. Isso me deixa doido.

— Agradeço por levantar minha autoestima dessa forma, porque depois de ver o seu pau, o meu parece de brinquedo.

— Ah, mas eu gosto, chuparia ele todinho.

— E eu o seu. Que vontade de a gente se esfregar e fazer um 69 bem feito. Mas eu em cima, porque com toda essa carne eu preciso controlar a subida e descida.

— Que delícia, nunca fiz um 69. Me excita como você está se masturbando sem parar, e ali, o que brilha é lubrificante ou é sua rola que está cuspindo pra caralho?

— Não, não, é minha pica que fica molhada na hora, não consigo controlar.

Nesse momento, nós dois estávamos nos masturbando e falando um monte de sacanagens. Eu não conseguia parar de ver como o Sebas, às vezes, era um homem e, em outros momentos, ficava no clima… feminino. Ele mudava seu jeito de falar, de provocar, de se postar e de pegar no pau. Eu amava essa dualidade e ela despertava no meu cérebro uma adrenalina que eu nunca tinha sentido.

- Sabe o que mais eu quero fazer além de experimentar esse pirocão? – falei, totalmente solto e bêbado de tesão.
- Me conta, baby, que eu faço o que você quiser.
- Quero comer seu cu, enfiar a língua e enquanto isso te punhetar.
- Uff, filho da puta, vem, come meu cu.

Sebas se virou e deixou à minha mercê uma bunda perfeitamente lisinha e redondinha. Ele se inclinou um pouco e abriu as nádegas, me deixando vislumbrar um cuzinho rosa pálido, novinho em folha. Esse cara era perfeito em tudo, eu não conseguia parar de admirar a beleza do corpo dele. Se naquele instante alguém me oferecesse a possibilidade de escolher o Sebas como meu companheiro pra vida toda, eu teria dito sim, sem me importar absolutamente com nada. Eu estava obcecado com tudo que ele representava e com a beleza desproporcional das suas partes íntimas.

- Ah não, cara. Você tem noção do cu que você tem? E ainda quando você se abaixa fica aquele pauzão balançando. Não tem quem resista a tanta tentação.
- Nunca me disseram coisas tão gostosas assim, sério que você quer comer minha bunda e me dar?
- Mal posso esperar pra sentir o gostinho do seu cu e pra você sentar no meu pau. Quero que você cavalgue e ver como seu pau balança de um lado pro outro.
- Ai sim, arromba meu cu e aperta bem meu pau enquanto me come, que isso eu adoro.
- Abre bem o cu pra eu encostar meu pau.

Sebas se aproximou da câmera e posou com aquele cuzinho rosa pra mim. Mostrei meu pau de perto pra ele ver como estava duro e como estava escorrendo litros.

Continuamos com esses joguinhos por um bom tempo até que ele me disse:
- Valen, tem uma coisa que eu gostaria de te pedir.
- Pode pedir, mano, o que você quiser, você esteve desde o início fazendo tudo que eu pedia.
- Bom, mas não me dá ghost, promete?
- Pode deixar, sem problemas.
- Bom, eu quero que você mostre sua bunda. Sei que você é ativo, mas quero me punhetar olhando pra você e imaginando como seria te penetrar.
- Uh...
- Não te... - Poxa, fica com raiva, por favor - Não, nem pensa. Posso te mostrar uma coisa, mas não passa disso. - Por favor, você não sabe como isso me deixa excitado. Queria estar aí e passar meu pau pela porta do seu cu e você sentir toda a cabeça dele bem quentinha Não vou negar que isso me deixou a mil e também não posso negar que, assim que ele pediu pra eu dar o bumbum, eu já tinha decidido que queria fazer isso. Me virei e mostrei minha bunda e quase instintivamente arquei a coluna e comecei a rebolando, adotando uma pose mais feminina. - Ai, filho da puta, olha o que você estava guardando, que bunda linda - É? Gostou? - Você não sabe as coisas que eu faria com você, mas prefiro não falar pra você não ficar bravo - Sebas, estou de costas mostrando a bunda enquanto me masturbo com a outra mão. Já estamos nesse nível, me fala o que quiser, não guarda nada - Queria enfiar meu pau até o fundo, sem te dar tempo de duvidar se dói ou não. E claro, sem camisinha, essa bunda que você tem tem que ser penetrada no pelo pra sentir tudo - Nossa, cara, você está me deixando muito excitado - Você não era ativo? Haha - Era, mas você está me fazendo duvidar do que sou e do que quero. - E o que você quer agora? – disse Sebas claramente me desafiando a cruzar meus próprios limites. - Quero sentar no seu pau e você me foder todinho Já não me importava com nada, estava totalmente solto e disposto a tudo. Cada vez que olhava para o pau enorme do meu companheiro, minha bunda pulsava me dizendo que estava pronta para receber carne. - Que promíscuo, adoro que você não guarda nada comigo. Vou te dar tanto leite que você não vai querer experimentar outro pau que não seja o meu - Ai, que delícia, você vai me dar? - Só se você também me der... Estávamos no meio da dança da ejaculação quando Sebas me interrompeu e pediu para eu me calar. - Para, Valen, que ouço barulhos na minha casa, pensei que ia ficar sozinho um bom tempo - Tá bom, vai tranquilo, não pula a única coisa – eu estava desesperado, mas estava completamente louco por esse cara Enquanto dizia isso, Sebas começou a se vestir de maneira... frenética e olhava para todos os lados. Fez alguns movimentos que acho que eram para me mutar e desligar o monitor. Todo o esforço que ela fez para colocar a roupa foi realmente inútil porque o pau dele marcava notoriamente por baixo do short e até aparecia um pouco por uma das pernas (essa cena ainda me deixa com tesão).

Da minha parte, me acomodei de novo e me coloquei em frente à câmera sem fazer nenhum barulho. Aí vejo uma mulher entrar no quarto e falar algo com meu companheiro. Claramente era a mãe dele e estava dizendo alguma coisa. Ele ficou de perfil com as mãos na frente, tentando esconder a barraca que tinha e não levantar suspeitas.

Passado esse momento, Sebas se aproximou e me disse baixinho:
- Perdão... estraguei tudo, vou ter que cortar aqui porque eles não vão mais embora.
- Cara, você não estragou nada, ainda estou com o pau a mil – disse, batendo na minha rola.
- Sim, mas não posso continuar, é muito arriscado.
- Te entendo, me dá 3 minutos e fode, goza. Me dá essa chance, estou muito excitado com você.
- Ai, Valen, eu adoro. Sim, vai, se masturba rápido e me enche de porra.

Me coloquei em posição para gozar e enquanto me masturbava vi como a rola do Valen ficava totalmente rígida por baixo do short. Ele até se animou a mostrar o pau de novo. Aqueles 25 cm me deixavam louco. Perfeitamente venoso e sem pelos, era um extintor de carne que me fazia perder a sanidade.
- Sebas, estou quase gozando.
- Espera que te mostro a bunda.
- Não, não, me dá o pau, filho da puta. Quero ver esse pau.
- Mmmm, me dá.

Agarrei violentamente meu pau até gozar. A ejaculação que tive com a Nati não se comparou em nada com essa. Vibrou até a última fibra do meu corpo, sentia até meu ânus se comprimindo e descomprimindo com cada jato de porra que soltava. Fiz uma bagunça, uma grande quantidade caiu sobre mim, outra parte no chão de parquê que ficou manchado, uma parte no teclado do meu laptop e na minha imaginação também decorei o pau do Sebas com minha linda ejaculação.

- Aggg Cara, você me deixou seco – falei baixinho
- Puta que pariu, adorei, que quantidade. Deve estar uma delícia e super quentinha
- Que vontade de você provar
- Eu também quero... Não fica bravo, mas preciso ir, tô me arriscando pra caralho e se alguém entrar vai me ver claramente excitado
- Tudo bem, Sebas, vai lá, adorei falar com você, espero te encontrar logo. Você me deixou louco, cara, sério.
- Você a mim também. Te mando um beijo, na próxima eu encho seu cuzinho de porra
- Sim, por favor… tchau, lindo
- Tchau tchau

Assim terminou o chat com o Sebas. O cara me encheu de dúvidas e certezas, e para minha decepção nunca mais o encontrei de novo.

Não vou negar que dediquei várias punhetas pra ele e até hoje, quando tô muito excitado, ainda relembro esses momentos porque disparam minha libido no máximo.
Desejo a todos que um dia tenham seu Sebas, um cara que me fez descobrir que eu não queria o pau só na boca, mas também dentro do cu e que, mesmo sendo um garoto, me fez perder totalmente a cabeça e desejar continuar tendo encontros assim.

3 comentários - Minha estreia como femboy - Parte 4

que tremendo relato lleno de leche y lujuria, en cada palabra se nota el morbo y las ganas de probar nuevas experiencias. Espero pronto la siguiente parte de tu historia
que tremendo relato lleno de leche y lujuria, en cada palabra se nota el morbo y las ganas de probar nuevas experiencias. Espero pronto la siguiente parte de tu historia
que tremendo relato lleno de leche y lujuria, en cada palabra se nota el morbo y las ganas de probar nuevas experiencias. Espero pronto la siguiente parte de tu historia