Tudo começou como um jogo, como uma simples fantasia, quando a gente transava, seja eu ou ele, a gente contava nossas aventuras sexuais passadas, era algo que nos excitava muito, mas a gente tinha certeza de que não passaria daquilo, e até aquele momento a gente se contentava, nem eu nem ele estávamos dispostos a nos dividir com outras pessoas. Até que uma manhã, no café da manhã, depois de deixar as crianças na escola, ele me perguntou se eu teria coragem de ficar com outro cara enquanto ele observava. Eu disse que não conseguiria, é gostoso brincar com a imaginação, mas levar pra realidade envolvia muito, arriscar nosso relacionamento. A verdade é que, apesar de alguns problemas, nosso casamento era bom, depois de dez anos juntos ainda existia amor e desejo mútuo. A ideia de um ménage ou do meu marido me olhando me excitava, mas eu tinha medo de colocar tudo a perder por uma aventura. A gente conversou várias vezes sobre isso. Pra meu marido, era óbvio que já não era só um desejo simples, ele estava disposto a fazer. Mas eu não sabia como começar. Disse que, se aparecesse a pessoa certa e o momento certo, eu faria, mas só uma vez, pra ver se a gente gostava, com a condição de que, se eu não gostasse ou ele não gostasse da experiência, a gente esqueceria. A gente começou a contatar pessoas, mas meu marido não se convencia com ninguém, então começamos a descartar a ideia. Mas aconteceu algo inesperado. Como todo fim de ano, chegava a festa de Natal da empresa onde eu trabalhava. Meu marido adorava me comprar vestidos pra ocasião, ele sempre ia comigo e, de alguma forma, gostava de me exibir. Depois de duas gestações, meu corpo estava muito bom, minha figura melhorou. Antes eu era muito magra, quase sem curvas, mas graças às gestações, meus quadris cresceram, meus peitos aumentaram um pouco, minhas pernas ficaram torneadas e, com academia, eu estava muito gostosa. Uma tarde, antes da festa, fomos ao shopping, meu marido me comprou um lindo vestido vermelho justo, na altura do meio da perna, uns Saltos altos pretos, cheguei na festa arrasando, todo mundo olhando pra gente, me senti muito bem. No meio de tanta gente, nem percebo quem é quem, conheço a maioria dos meus colegas, mas não os convidados deles. Falei pro meu marido que ia no banheiro, ele disse que ia me esperar na mesa. Quando saí do toalete, ouvi um "Oi, Natália", aquela voz era muito familiar. Me virei e era o Francisco, um ex-namorado da faculdade. Fiquei surpresa. "Você está maravilhosa", agradeci o elogio e perguntei o que ele fazia ali. Ele disse que tava acompanhando a namorada. A gente ficou conversando um pouco, trocamos nossos números, embora depois eu tenha me arrependido, mas já era. A festa continuou, eu dançava com meu marido, mas várias vezes peguei o Francisco me olhando.Depois da festa, chegamos em casa, eu e meu marido já meio bêbados, mas ainda no pique. As crianças não estavam, tinham ido pra casa da minha mãe passar a noite. Sentei na sala e meu marido do meu lado, coloquei meus pés nas pernas dele, enquanto ele tirava meus sapatos e me dava uma massagem gostosa. Ele levantou um instante e foi pegar duas taças e uma garrafa de vinho, me propôs continuar bebendo, achei uma boa ideia. Depois da segunda taça de vinho, contei sobre o Francisco. A gente tem muita confiança, não dava pra esconder isso. Falei um pouco sobre ele, um pouco do meu passado com o Francisco. A conversa ficou mais ousada, ele me perguntou se eu podia contar alguma vez que transei com ele. Pra ser sincera, foram muitas vezes. Na época, eu e o Francisco tivemos vários encontros sexuais. Foi um relacionamento assim, de um ano, mas no fim era só desejo. Terminamos mal, embora algum tempo depois a gente tenha se reencontrado e resolvido tudo, pedimos desculpas e seguimos nossas vidas. Depois conheci meu marido, que considero o amor da minha vida.
Contei uma vez que a gente fez no carro dele. Falei que nessa vez a gente tinha ido no aniversário de um amigo dele, nesse lugar a gente... Começando, depois de algumas cervejas, a gente procurava um lugar discreto pra ter um pouco de ação. Fizemos no banheiro da casa do amigo dele, mas a vontade não passou. Quando a gente tava voltando no carro dele pra casa dos meus pais, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, mandou eu tirar a calcinha. Eu tirei e abri as pernas. Francisco foi me tocando a bucetinha, me masturbando, e eu fazia o mesmo com o pau dele, que já tava durasso de novo. Ele mandou eu fazer um boquete, me ajeitei e fiz enquanto ele dirigia. A gente não aguentou e ele parou num lugar discreto. Ele tirou minha roupa, eu tava completamente pelada, e fomos pro banco de trás do carro. Subi em cima dele, sentindo o pau dele duro de novo me deixando louca. Acho que o álcool me deixa uma safada, já não tava nem aí se alguém fosse nos descobrir. Tava cavalgando no Francisco de um jeito delicioso. Ele disse que ia gozar, desci dele e recebi na minha boca. Voltamos pro banco da frente, mas eu ainda tava muito excitada. Decidi não vestir minha roupa ainda. Enquanto a gente ia pra casa dos meus pais, eu queria me exibir, queria que outros motoristas me olhassem, e eles olharam mesmo. Depois disso tudo, meu marido tava a mil e a gente acabou indo pro quarto transar a noite toda... Queria saber a opinião de vocês sobre meus relatos e se gostariam de ler a continuação 🙂😋😍
6 comentários - Los primeros cuernos de mi marido (parte 1)