Fui criado pela minha mãe. Meu pai nos abandonou quando eu era bem pequeno, e tivemos que nos mudar pra cidade grande. Minha mãe me criou sozinha desde então, ela tinha 19 anos — me teve aos 16. Quando chegamos na cidade grande, ela trabalhou com um monte de coisas. De repente, conseguiu um emprego como modelo, ela é uma mulher muito gostosa. Quando criança, lembro de vê-la se trocando na minha frente, só de lingerie. Eu ajudava ela a gravar os TikToks. Sendo um moleque, eu achava aquilo normal. Até que, aos 14, fui morar com meus avós. Na adolescência, comecei a lembrar quando a via se trocando, vestindo a lingerie pras fotos. Pelas redes sociais dela, via as fotos e fazia dela a protagonista das minhas primeiras punhetas.
Quando voltei a vê-la na cidade, já ia começar minha faculdade. Minha mãe se conservava muito bem, o corpo dela igual, ainda solteira, com vários relacionamentos terminados. Nos primeiros dias morando com ela, era igualzinho como eu lembrava: vê-la passando de lingerie, seus roupões, seus pijaminhas que deixavam ver aquelas tetas lindas dela. Só que agora ela tinha um trabalho de escritório, não era mais modelo, mas uffff, os vestidos dela, as meias, os saltos altos... Eu roubava as meias-calças dela e me masturbava com elas.
Minha mãe, por ser uma mulher jovem que adorava tirar sonecas e curtir uns shows, um dia chegou com uns drinques na cabeça. Chegou toda carinhosa, levantou minha camisa, ficou olhando meu abdômen, passava a ponta do dedo nele. Até aquele momento, aquilo era um sonho pra mim. Eu só me masturbava pensando nela, nos gemidos que ouvia quando criança no meu quarto, quando ela transava com os namorados casuais. Num certo momento, ela se ajoelhou na minha frente.
No começo eu, com timidez, dizia que não, mas quem eu quero enganar? Desde moleque sonhava com esse momento. Minha mãe era uma expert, anos de sexo com os amantes dela a transformaram numa mulher fatal. Quando ela começou a chupar meu pau, era uma sensação que eu nunca tinha experimentado. Já tinha transado com umas minas da escola, mas nada se comparava com isso.
como ela chupava meu pau, mexia aquela língua igual um camaleão, óbvio que não aguentei muito e gozei na boca dela. Ela me olhava do chão dizendo: "quero seu leite, o leite do meu filho". Chupou tudo. Depois falou: "agora você vai ter que lamber essa buceta de onde você saiu, enquanto se recupera, porque eu quero seu pau dentro de mim.
Eu tava comendo aquela buceta molhada sem jeito, ela me ensinava como mexer a língua, falava assim, assim, bebê, com a língua rápido, meu bebê. Eu fazia o que dava e tava funcionando, dava pra ouvir os gemidos dela, os mesmos que desde criança eu ouvia e achava que mamãe tava doente, mas a doença dela é o sexo e hoje eu sou o médico dela.
Eu meti com força nela, finalmente realizei meu desejo. Vi aqueles momentos em que, na solidão do meu quarto com meu celular, eu via o Instagram dela e batia uma pra suas fotos. Hoje eu tava comendo gostoso aquela que me fazia perder o sono, as histórias dos bastidores dos vídeos dela quando aparecia de lingerie. Minha porra hoje não perdeu uma, uma ela engoliu e a outra logo estaria dentro dela.
Eu já tinha visto o rosto da minha mãe muitas vezes, mas nunca do jeito que ela me olhava agora. Os olhos dela, os lábios mudavam, ela os mordia e me encarava como se dissesse "me dá mais forte". Eu satisfazia ela, metia com tudo que tinha. Ela gemia e me olhava. De repente, o rosto dela mudou para um olhar de misericórdia naquele momento. Eu meti com tudo que tinha.
até o momento em que ela coloca a mão no meu peito pedindo pra eu parar, solta dos lábios dela um gemido forte.

quando terminei gozando dentro dela, descansei. Tive o melhor sexo da minha vida e agora tinha a melhor professora pra aprender uns truques. Em breve terão mais histórias.
Quando voltei a vê-la na cidade, já ia começar minha faculdade. Minha mãe se conservava muito bem, o corpo dela igual, ainda solteira, com vários relacionamentos terminados. Nos primeiros dias morando com ela, era igualzinho como eu lembrava: vê-la passando de lingerie, seus roupões, seus pijaminhas que deixavam ver aquelas tetas lindas dela. Só que agora ela tinha um trabalho de escritório, não era mais modelo, mas uffff, os vestidos dela, as meias, os saltos altos... Eu roubava as meias-calças dela e me masturbava com elas.Minha mãe, por ser uma mulher jovem que adorava tirar sonecas e curtir uns shows, um dia chegou com uns drinques na cabeça. Chegou toda carinhosa, levantou minha camisa, ficou olhando meu abdômen, passava a ponta do dedo nele. Até aquele momento, aquilo era um sonho pra mim. Eu só me masturbava pensando nela, nos gemidos que ouvia quando criança no meu quarto, quando ela transava com os namorados casuais. Num certo momento, ela se ajoelhou na minha frente.
No começo eu, com timidez, dizia que não, mas quem eu quero enganar? Desde moleque sonhava com esse momento. Minha mãe era uma expert, anos de sexo com os amantes dela a transformaram numa mulher fatal. Quando ela começou a chupar meu pau, era uma sensação que eu nunca tinha experimentado. Já tinha transado com umas minas da escola, mas nada se comparava com isso.
como ela chupava meu pau, mexia aquela língua igual um camaleão, óbvio que não aguentei muito e gozei na boca dela. Ela me olhava do chão dizendo: "quero seu leite, o leite do meu filho". Chupou tudo. Depois falou: "agora você vai ter que lamber essa buceta de onde você saiu, enquanto se recupera, porque eu quero seu pau dentro de mim.
Eu tava comendo aquela buceta molhada sem jeito, ela me ensinava como mexer a língua, falava assim, assim, bebê, com a língua rápido, meu bebê. Eu fazia o que dava e tava funcionando, dava pra ouvir os gemidos dela, os mesmos que desde criança eu ouvia e achava que mamãe tava doente, mas a doença dela é o sexo e hoje eu sou o médico dela.
Eu meti com força nela, finalmente realizei meu desejo. Vi aqueles momentos em que, na solidão do meu quarto com meu celular, eu via o Instagram dela e batia uma pra suas fotos. Hoje eu tava comendo gostoso aquela que me fazia perder o sono, as histórias dos bastidores dos vídeos dela quando aparecia de lingerie. Minha porra hoje não perdeu uma, uma ela engoliu e a outra logo estaria dentro dela.
Eu já tinha visto o rosto da minha mãe muitas vezes, mas nunca do jeito que ela me olhava agora. Os olhos dela, os lábios mudavam, ela os mordia e me encarava como se dissesse "me dá mais forte". Eu satisfazia ela, metia com tudo que tinha. Ela gemia e me olhava. De repente, o rosto dela mudou para um olhar de misericórdia naquele momento. Eu meti com tudo que tinha.
até o momento em que ela coloca a mão no meu peito pedindo pra eu parar, solta dos lábios dela um gemido forte.

quando terminei gozando dentro dela, descansei. Tive o melhor sexo da minha vida e agora tinha a melhor professora pra aprender uns truques. Em breve terão mais histórias.
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