Jovem, professor de educação física, atlético, bom de papo, gato e simpático, tudo isso me define, além de ser um pouco narcisista, claro. Mas quem são vocês pra me julgar? Afinal, todo mundo tem seus defeitos, por isso estamos todos nessa página. Consegui fazer alguns estágios em várias escolas, algumas particulares e outras públicas. Faltavam poucas matérias, então eram meus últimos 6 meses como estudante e estagiário. Eu usava todas as armas que tinha ao meu alcance pra fechar algum tipo de acordo que me garantisse a contratação assim que me formasse. Até que um dia acertei em cheio: conheci a diretora de uma escola particular onde eu fazia estágio. 37 anos, boa forma, embora não fosse de malhar a vida toda, imaginei que se cuidava bastante e que tinha alguns problemas com academia ou alguma ginástica rítmica. Era perfeita pra quem tem algum fetiche e até pra quem não tem. Usava saltos altos geralmente com saias lápis, camisas e cabelo preso, às vezes um rabo de cavalo, outras vezes com alguma trança embutida. Não era uma pessoa muito simpática no primeiro contato, até que consegui entrar no jeito dela e fazer com que se tornasse. Às vezes a gente ria, e não sei se flertando um pouco, ela me pedia pra passar alguns exercícios pra fazer em casa, pra pernas, abdômen e, claro, a bunda. Passou um tempo até que ela me confirmou que tinha pedido pra me contratar e recebeu sinal verde, mas eu teria que assumir as duas últimas turmas, que eram as mais bagunceiras. Já sabe, fase adolescente que quer se governar com as próprias regras. Não me importava, eu queria o emprego e, além disso, me dava muito bem com os meninos e meninas dessas turmas. As aulas voltaram depois do verão, e os que estavam no penúltimo ano se surpreenderam ao me ver e ficaram felizes. Sou bem de boa com eles e também não ia mudar meu jeito de trabalhar só por ser efetivo. Mas tinha um problema, como em todo lugar: os adolescentes e seus hormônios, especialmente duas jovens. Mica, morena de 71 Anos com uma bunda tremenda, muito bem definida, durinha mas com pouco peito, e outra loira, Ivana de 61 que em 2 ou 3 meses completava 71, e essa não faltava nada em lugar nenhum, parecia esculpida por deuses gregos, um rosto angelical, um cabelo lindo, peitos bons e uma bunda digna de ficar horas beijando, acariciando ou bem, o que vocês imaginarem, o que deve render umas boas tangas, pensava. Eram as mais sacanas e sempre faziam piadas comigo, com elas também, mas no geral com a turma toda. Muitas vezes não faziam atividade física, a verdade é que eu não reclamava com quem queria fazer ou não, porque me faziam chimarrão, a gente conversava e tal. Elas em particular, era raro fazerem, e com a intimidade, às vezes rolavam umas piadas de duplo sentido, eu tentava manter distância porque claramente sou o professor e elas são menores, mas o sangue fala, né, às vezes tocavam meus braços ou soltavam algum comentário meio picante quando estávamos nós três.
Um dia, enquanto todos estavam fazendo atividade física, eu gritei pedindo dois voluntários, obviamente as duas vieram correndo. A gente tinha que buscar umas coisas num mini salão, que tinha todo tipo de material da minha matéria, eu precisava pegar algo de uma prateleira alta, então subi. Ivana, que tinha feito aniversário e eu não fazia ideia, disse: "Fico na altura certa", fazendo referência ao meu pênis. A outra riu e falou: "Aproveita que foi seu aniversário e sopra a vela". Fiquei nervoso demais, não esperava um comentário desses, de nenhuma das duas, na verdade. "Não sabia que era seu aniversário, feliz aniversário", falei e continuei o que estava fazendo. I: "Deixa ou não?" Eu: "O quê?" I: "Soprar a vela, que agora parece um velão." Elas me deixaram excitado e eu nem percebi, meu pau começou a crescer dentro da calça. Eu: "Vocês são muito novas, além disso não pode, sou seu professor." M: "Mas é só um pouquinho, deixa. Além disso, eu também quero, nem lembro quando foi meu aniversário." Agora a outra tinha entrado na onda. Desci as escadas. Eu: "Vocês não cansam de falar besteira, hein? Além disso, já conheço garotas como vocês, só enganam e não entregam nada." I: "Tem certeza que somos só enganadoras?" M: "Experimenta e vê se somos isso." Eu: "Beleza, mas aqui não dá. Vamos demorar muito e vão desconfiar." I: "Quinta depois da aula, minha casa vai estar vazia, vai lá e confere."
Voltamos pra aula, eu mais nervoso do que imaginava, e ver elas correndo fazia meu pau não parar duro. No fim da aula, não conseguia me levantar porque meu amigo ainda tava marcando na calça. Todo mundo se despediu e, antes de ir, Ivana falou: "Depois te mando o endereço no WhatsApp." "Beleza, não vacila" — não sei por que respondi isso, o tesão me fez falar sem pensar. Elas riram e foram embora.
Quinta, 13h, cheguei. Ivana me atendeu, e quando entrei, a Mica também tava lá. Fiquei surpreso porque pensei que ia estar só com a dona da casa. As duas tinham tomado banho, o cabelo meio molhado, mas ainda estavam de uniforme. Comentei que notei, e a resposta da Mica foi rápida: "Tomamos banho pra ficar limpinhas, mas não deu tempo de vestir algo mais bonito, você chegou rápido." "Não se preocupem, assim vocês tão ótimas" — verdade, era um puta tesão ter duas novinhas de uniforme de colégio.
Me ofereceram algo pra comer. Tava com fome mesmo, então aceitei, mas pensei que era outra coisa. Elas se entreolharam, sorriram, se levantaram e vieram sentar em cima de mim, uma em cada perna. Tavam decididas a cumprir o que prometeram. Perguntaram se a "comida" tava boa, só concordei com a cabeça e coloquei uma mão em cada bunda. Aquela pele e aquelas nádegas duras eram o paraíso. Me beijaram, alternando entre uma e outra, a respiração delas ficou ofegante e meu coração quase saía pela boca. Mica se levantou e sentou de novo na minha perna, de frente pra mim, mas com uma perna de cada lado. Quando se apoiou, senti que a calcinha dela tava encharcada. Ivana se levantou, ficou atrás, abriu um pouco a blusa da Mica e deixou os peitos dela aparecerem. "Aqui tem algo pra você comer" — ela disse. e não pensei duas vezes, enterrei minha cara naquele decote. M: Vai Ivi, sopra a vela do seu aniversário. Ela se ajoelhou na minha frente e tirou minha cock pela lateral do short, tava explodindo, senti o calor da boca e da língua dela, joguei a cabeça pra trás curtindo, mas a Mica me pegou pela nuca e falou “não se distrai, continua chupando” e me levou de volta pro decote dela, sentia o calor e a umidade da buceta dela, não aguentava mais e queria provar, coloquei ela em cima da mesa, puxei a calcinha dela e me aproximei, tava depiladinha, o cheirinho que tinha era maravilhoso, comecei a beijar a parte interna das coxas dela, acariciando as coxas, a bunda e a barriga, fiz ela ficar com vontade e me pedir por favor pra chupar ela, a respiração dela tava cada vez mais ofegante e ela puxava meu cabelo pra forçar minha cara contra a buceta dela, parei de fazer ela esperar e fiz, enquanto isso a aniversariante se divertia com a vela. A Mica segurou os joelhos, levantou as pernas e se abriu ainda mais “Chupa minha bunda” ela falou, que puta gostosa. A aniversariante mudou de posição, agora ia sentar na minha cock, mas antes me ajudou a tirar a roupa. Ela sentou e se mexia enquanto gemia, a posição que a gente tava era meio desconfortável pra ser sincero, mas continuei assim por mais um tempo. Olhei pra um sofá grande que tinha, fui sentar lá e fiz a Ivana ficar de pé em cima do sofá de costas pra mim e sentar na minha cara, queria chupar toda aquela bunda rosadinha, uma delícia, a Mica se ajoelhou e chupou um pouco minha cock só pra lubrificar e poder sentar, não sei o que aconteceu mas num momento, enquanto eu chupava o cu da Ivana e a Mica sentava na minha cock, notei que a Ivi tinha afrouxado as pernas um pouco e com uma mão se apoiou na minha cabeça, quando olhei direito a situação, enquanto a Mica cavalgava em mim, ela tinha começado a chupar a pussy da amiga dela de forma desesperada, igual tava se movendo na minha poronga. Coloquei as duas de quatro, elas levantaram a bunda de um jeito impressionante, parecia que escondiam as Cabeças dentro do sofá, as duas mexiam como se estivessem convidando, mas decidi dar o luxo pra aniversariante. Foi bem forte, pra ser sincero, mas a loira, contra todas as expectativas, aguentava as investidas sem mudar de posição. Geralmente algumas escondem um pouco a bunda pra não doer tanto, mas não era o caso aqui. Não queria deixar a Mica esfriar, então comecei a dedilhar ela. Ela adorava, mas me surpreendeu.
M: A Booty, por favor, a Booty
Eu: O que você quer?
M: Enfia um dedo, brinca com minha Booty.
Não hesitei, fui direto com os sucos que já tinha da buceta dela e a chupada que tinha dado antes, era o suficiente pra entrar sem problema. Ela ficou louca, que babe slut, pensei. Agarrou a cara da loira e começou a beijar ela de boca aberta, as duas amigas se beijando enquanto eu comia elas, a situação era foda. A Ivana gozou, muito forte, e se jogou no sofá. Agora ia ver o quanto a outra mina era guerreira. Apoiei a cabeça dela na bunda, e ela não se mexeu nem falou, era óbvio que queria. Então, sem mais delongas, comecei a comer o cu dela. Ela adorava, gemia, mordia o sofá e abria a Booty sozinha, sem contar que até dava uns tapas na própria bunda de vez em quando. Aguentou bem mais do que eu pensava, e se tocando no clitóris, fez o mesmo que a amiga e gozou toda na minha pica.
M: Deixa, burra, você não vai se arrepender
I: Não, não sei, tenho medo
M: Me obedece, se anima
Eu: O que foi?
M: A Ivi tem a Booty virgem, ou não? Você vai fazer devagar?
Fiquei louco. Comer duas novinhas vestidas de colegial, ou pelo menos o que restava das roupas delas, e ainda desvirginar o cu de uma era um prêmio que eu não esperava levar. Nem pensava em comer um cu naquele dia, imagina dois. A Ivana pensou por uns segundos e se colocou de quatro de novo. Com voz de bebê e cara de puta, me olhou e perguntou.
I: Você vai mesmo fazer devagar na Booty? Não vai doer?
Eu: Devagar, mas vai doer um pouco, tá bem fechadinha. Nas próximas vezes você vai aproveitar mais. M: Viu, boluda? Foi o que eu te falei.
I: Tá bom, me desvirga, essa bunda minúscula é toda tua. Preciso explicar o que eu tava sentindo? Vocês, tarados, já devem estar vendo na cabeça de vocês. Chupei ele um pouco pra ele amolecer, e depois, a mesma coisa com a outra. Apoiei a cabeça e, com mais cuidado, fui entrando. Levei um tempão, não queria que doesse muito, queria poder aproveitar de novo outro dia. Se eu fizesse doer demais, não ia rolar. Ela se relaxou sozinha e, depois de algumas caras de dor e gritinhos, se soltou, apoiou a bochecha no sofá e deu um sorrisinho de olhos fechados, mordendo os lábios. Tava arrombando ela, mas com tanta delicadeza que ela tava adorando. Fiquei um bom tempo até perguntar:
Eu: Quem quer a porra?
M: A aniversariante que escolhe.
I: Nem pense em tirar, enche essa bunda de porra.
M: Que egoísta que você é, sua filha da puta, hein? Hahaha.
Bombeei mais um pouco, nem tão forte nem tão devagar, ritmo constante e profundo. Enchi o cu dela inteiro de porra. Quando tirei a pica, dá pra imaginar que, de tão tesuda que tava, a porra transbordava de um jeito impressionante, e o cu dela pulsava pra caralho. Sentei exausto, passaram 2 minutos e a Mica me perguntou se não tinha sobrado um pouquinho pra ela.
Eu: Capaz que sim, vê aí.
Ela se ajoelhou e começou a engolir quase inteira, até que endureceu de novo na boca dela. Chupou e chupou, cuspiu e bateu uma, tava decidida a provar minha porra.
Eu: Que putinha que você é.
M: Adoro quando você fala assim comigo, continua.
Eu: Como você manda bem na siririca, puta head master que você é.
M: Quando você quiser e onde você quiser, vou te mamar. Mas só se você me der porra.
Eu: Tenho bastante pra você, não deixei tudo no cu da sua amiga.
M: Que gostoso, sua pica tem gosto do cu dela também, adoro.
Eu: Vai, puta, continua que lá vem.
Uma descarga igual à da amiga dela, mas na boca dela. Ela saboreou, engoliu e juntou as poucas gotas que sobraram por acidente no rosto dela pra engolir também.
M: Deliciosa, vou querer mais. Te... te garanto. Eu: Quando você quiser. Me despedi e fui embora, no caminho chegou uma foto que dizia “A gente tomou banho juntas, na próxima você tem que estar junto também”. Eu: Levei uma lembrança de uma de vocês, na próxima levo da outra.
Um dia, enquanto todos estavam fazendo atividade física, eu gritei pedindo dois voluntários, obviamente as duas vieram correndo. A gente tinha que buscar umas coisas num mini salão, que tinha todo tipo de material da minha matéria, eu precisava pegar algo de uma prateleira alta, então subi. Ivana, que tinha feito aniversário e eu não fazia ideia, disse: "Fico na altura certa", fazendo referência ao meu pênis. A outra riu e falou: "Aproveita que foi seu aniversário e sopra a vela". Fiquei nervoso demais, não esperava um comentário desses, de nenhuma das duas, na verdade. "Não sabia que era seu aniversário, feliz aniversário", falei e continuei o que estava fazendo. I: "Deixa ou não?" Eu: "O quê?" I: "Soprar a vela, que agora parece um velão." Elas me deixaram excitado e eu nem percebi, meu pau começou a crescer dentro da calça. Eu: "Vocês são muito novas, além disso não pode, sou seu professor." M: "Mas é só um pouquinho, deixa. Além disso, eu também quero, nem lembro quando foi meu aniversário." Agora a outra tinha entrado na onda. Desci as escadas. Eu: "Vocês não cansam de falar besteira, hein? Além disso, já conheço garotas como vocês, só enganam e não entregam nada." I: "Tem certeza que somos só enganadoras?" M: "Experimenta e vê se somos isso." Eu: "Beleza, mas aqui não dá. Vamos demorar muito e vão desconfiar." I: "Quinta depois da aula, minha casa vai estar vazia, vai lá e confere."
Voltamos pra aula, eu mais nervoso do que imaginava, e ver elas correndo fazia meu pau não parar duro. No fim da aula, não conseguia me levantar porque meu amigo ainda tava marcando na calça. Todo mundo se despediu e, antes de ir, Ivana falou: "Depois te mando o endereço no WhatsApp." "Beleza, não vacila" — não sei por que respondi isso, o tesão me fez falar sem pensar. Elas riram e foram embora.
Quinta, 13h, cheguei. Ivana me atendeu, e quando entrei, a Mica também tava lá. Fiquei surpreso porque pensei que ia estar só com a dona da casa. As duas tinham tomado banho, o cabelo meio molhado, mas ainda estavam de uniforme. Comentei que notei, e a resposta da Mica foi rápida: "Tomamos banho pra ficar limpinhas, mas não deu tempo de vestir algo mais bonito, você chegou rápido." "Não se preocupem, assim vocês tão ótimas" — verdade, era um puta tesão ter duas novinhas de uniforme de colégio.
Me ofereceram algo pra comer. Tava com fome mesmo, então aceitei, mas pensei que era outra coisa. Elas se entreolharam, sorriram, se levantaram e vieram sentar em cima de mim, uma em cada perna. Tavam decididas a cumprir o que prometeram. Perguntaram se a "comida" tava boa, só concordei com a cabeça e coloquei uma mão em cada bunda. Aquela pele e aquelas nádegas duras eram o paraíso. Me beijaram, alternando entre uma e outra, a respiração delas ficou ofegante e meu coração quase saía pela boca. Mica se levantou e sentou de novo na minha perna, de frente pra mim, mas com uma perna de cada lado. Quando se apoiou, senti que a calcinha dela tava encharcada. Ivana se levantou, ficou atrás, abriu um pouco a blusa da Mica e deixou os peitos dela aparecerem. "Aqui tem algo pra você comer" — ela disse. e não pensei duas vezes, enterrei minha cara naquele decote. M: Vai Ivi, sopra a vela do seu aniversário. Ela se ajoelhou na minha frente e tirou minha cock pela lateral do short, tava explodindo, senti o calor da boca e da língua dela, joguei a cabeça pra trás curtindo, mas a Mica me pegou pela nuca e falou “não se distrai, continua chupando” e me levou de volta pro decote dela, sentia o calor e a umidade da buceta dela, não aguentava mais e queria provar, coloquei ela em cima da mesa, puxei a calcinha dela e me aproximei, tava depiladinha, o cheirinho que tinha era maravilhoso, comecei a beijar a parte interna das coxas dela, acariciando as coxas, a bunda e a barriga, fiz ela ficar com vontade e me pedir por favor pra chupar ela, a respiração dela tava cada vez mais ofegante e ela puxava meu cabelo pra forçar minha cara contra a buceta dela, parei de fazer ela esperar e fiz, enquanto isso a aniversariante se divertia com a vela. A Mica segurou os joelhos, levantou as pernas e se abriu ainda mais “Chupa minha bunda” ela falou, que puta gostosa. A aniversariante mudou de posição, agora ia sentar na minha cock, mas antes me ajudou a tirar a roupa. Ela sentou e se mexia enquanto gemia, a posição que a gente tava era meio desconfortável pra ser sincero, mas continuei assim por mais um tempo. Olhei pra um sofá grande que tinha, fui sentar lá e fiz a Ivana ficar de pé em cima do sofá de costas pra mim e sentar na minha cara, queria chupar toda aquela bunda rosadinha, uma delícia, a Mica se ajoelhou e chupou um pouco minha cock só pra lubrificar e poder sentar, não sei o que aconteceu mas num momento, enquanto eu chupava o cu da Ivana e a Mica sentava na minha cock, notei que a Ivi tinha afrouxado as pernas um pouco e com uma mão se apoiou na minha cabeça, quando olhei direito a situação, enquanto a Mica cavalgava em mim, ela tinha começado a chupar a pussy da amiga dela de forma desesperada, igual tava se movendo na minha poronga. Coloquei as duas de quatro, elas levantaram a bunda de um jeito impressionante, parecia que escondiam as Cabeças dentro do sofá, as duas mexiam como se estivessem convidando, mas decidi dar o luxo pra aniversariante. Foi bem forte, pra ser sincero, mas a loira, contra todas as expectativas, aguentava as investidas sem mudar de posição. Geralmente algumas escondem um pouco a bunda pra não doer tanto, mas não era o caso aqui. Não queria deixar a Mica esfriar, então comecei a dedilhar ela. Ela adorava, mas me surpreendeu.
M: A Booty, por favor, a Booty
Eu: O que você quer?
M: Enfia um dedo, brinca com minha Booty.
Não hesitei, fui direto com os sucos que já tinha da buceta dela e a chupada que tinha dado antes, era o suficiente pra entrar sem problema. Ela ficou louca, que babe slut, pensei. Agarrou a cara da loira e começou a beijar ela de boca aberta, as duas amigas se beijando enquanto eu comia elas, a situação era foda. A Ivana gozou, muito forte, e se jogou no sofá. Agora ia ver o quanto a outra mina era guerreira. Apoiei a cabeça dela na bunda, e ela não se mexeu nem falou, era óbvio que queria. Então, sem mais delongas, comecei a comer o cu dela. Ela adorava, gemia, mordia o sofá e abria a Booty sozinha, sem contar que até dava uns tapas na própria bunda de vez em quando. Aguentou bem mais do que eu pensava, e se tocando no clitóris, fez o mesmo que a amiga e gozou toda na minha pica.
M: Deixa, burra, você não vai se arrepender
I: Não, não sei, tenho medo
M: Me obedece, se anima
Eu: O que foi?
M: A Ivi tem a Booty virgem, ou não? Você vai fazer devagar?
Fiquei louco. Comer duas novinhas vestidas de colegial, ou pelo menos o que restava das roupas delas, e ainda desvirginar o cu de uma era um prêmio que eu não esperava levar. Nem pensava em comer um cu naquele dia, imagina dois. A Ivana pensou por uns segundos e se colocou de quatro de novo. Com voz de bebê e cara de puta, me olhou e perguntou.
I: Você vai mesmo fazer devagar na Booty? Não vai doer?
Eu: Devagar, mas vai doer um pouco, tá bem fechadinha. Nas próximas vezes você vai aproveitar mais. M: Viu, boluda? Foi o que eu te falei.
I: Tá bom, me desvirga, essa bunda minúscula é toda tua. Preciso explicar o que eu tava sentindo? Vocês, tarados, já devem estar vendo na cabeça de vocês. Chupei ele um pouco pra ele amolecer, e depois, a mesma coisa com a outra. Apoiei a cabeça e, com mais cuidado, fui entrando. Levei um tempão, não queria que doesse muito, queria poder aproveitar de novo outro dia. Se eu fizesse doer demais, não ia rolar. Ela se relaxou sozinha e, depois de algumas caras de dor e gritinhos, se soltou, apoiou a bochecha no sofá e deu um sorrisinho de olhos fechados, mordendo os lábios. Tava arrombando ela, mas com tanta delicadeza que ela tava adorando. Fiquei um bom tempo até perguntar:
Eu: Quem quer a porra?
M: A aniversariante que escolhe.
I: Nem pense em tirar, enche essa bunda de porra.
M: Que egoísta que você é, sua filha da puta, hein? Hahaha.
Bombeei mais um pouco, nem tão forte nem tão devagar, ritmo constante e profundo. Enchi o cu dela inteiro de porra. Quando tirei a pica, dá pra imaginar que, de tão tesuda que tava, a porra transbordava de um jeito impressionante, e o cu dela pulsava pra caralho. Sentei exausto, passaram 2 minutos e a Mica me perguntou se não tinha sobrado um pouquinho pra ela.
Eu: Capaz que sim, vê aí.
Ela se ajoelhou e começou a engolir quase inteira, até que endureceu de novo na boca dela. Chupou e chupou, cuspiu e bateu uma, tava decidida a provar minha porra.
Eu: Que putinha que você é.
M: Adoro quando você fala assim comigo, continua.
Eu: Como você manda bem na siririca, puta head master que você é.
M: Quando você quiser e onde você quiser, vou te mamar. Mas só se você me der porra.
Eu: Tenho bastante pra você, não deixei tudo no cu da sua amiga.
M: Que gostoso, sua pica tem gosto do cu dela também, adoro.
Eu: Vai, puta, continua que lá vem.
Uma descarga igual à da amiga dela, mas na boca dela. Ela saboreou, engoliu e juntou as poucas gotas que sobraram por acidente no rosto dela pra engolir também.
M: Deliciosa, vou querer mais. Te... te garanto. Eu: Quando você quiser. Me despedi e fui embora, no caminho chegou uma foto que dizia “A gente tomou banho juntas, na próxima você tem que estar junto também”. Eu: Levei uma lembrança de uma de vocês, na próxima levo da outra.
5 comentários - O professor de Ed. Física e suas alunas 1