aqui vai mais um capítulo dessa história, espero que vocês curtam pra caralho
Bom, o que ia acontecer... Quando contei que tinha engravidado, ele me deu um perdido na oficina, ninguém sabia quem podia ser o pai. No fim das contas, eles tinham razão, por isso nunca mais os vi. E quando te contei, você ficou tão feliz, não me custou nada te fazer acreditar que tinha sido você. Mas não sei como o obstetra descobriu, e pra calar a boca dele, eu comi ele várias vezes. Mas fica tranquilo que quando o Oscarcito nasceu, tudo isso acabou. Esqueci das aventuras por um longo, longo tempo. Durante anos fui muito fiel pra você, só que às vezes era bem difícil. Mas enfim, a melhor forma de ter uma travessura foi quando comecei a ir na academia. Tinha que perder de uma vez aquele peso extra que ficou da gravidez, e bom, quando o Oscarcito começou a pré-escola, aproveitei. Na academia, percebi que somos mais mulheres que traímos do que as supostamente fiéis. Se eu te contasse as coisas que ficava sabendo... Lembra da Adriana? Nunca conheci uma gostosa mais puta do que ela, e olha que eu tava rodeada de vadias na academia. Mas enfim, eu sei que você também comeu ela, quem não comia aquela gata?
Oscar, eu não comi nenhuma das suas amigas da academia, amor.
Claro que você comeu ela, ela mesma me contou, mas tudo bem, quer que eu te conte que na academia eu tive meu primeiro negão? Todas morriam de vontade de transar com ele, mas ele só vinha na academia duas vezes por semana, dava a aula dele e ia embora, era difícil falar com ele e como eu consegui, a Adriana me odeia tanto.
Oscar tava competindo pra ver quem comia um macho primeiro?
Claro, bobinho, e eu mereci isso. Ele foi meu amante por muitos anos, por isso que eu não procurava mais ninguém. Se o seu pau é grande, o dele é maior ainda. Por isso, quando você me comia de quatro, eu quase nem ligava. Claro que, pra isso, tive que me tornar amiga da namorada dele, o que foi muito fácil. Mas tudo complicou quando o Oscarcito começou o ensino médio. Ele estudava de manhã e, à tarde, ficava em casa, me controlando pra caralho. Lá pelos dezesseis ou dezessete anos, comecei a notar que o Oscarcito me olhava estranho, e quando eu andava solta de roupa pela casa, do jeito que eu gosto, o volume dele crescia. Tomar mate com ele já não era mais a mesma coisa, e, aos poucos, as carícias dele ficaram mais frequentes. Meu filho tava afim de mim, com tanta garota por aí? Bom, não seria a única a passar por isso. A Adriana já tinha comido um par de enteados, e um deles estuprou ela na cozinha, embora eu não acredite que tenha sido estupro. Ela provocou, se ofereceu, e tenho certeza de que se deixou levar. Mas isso é outra história. Melhor eu continuar te contando o que rolou com seu filho.
Oscar, não me diga que você me fez de corno até com meu próprio filho.
Bom, love, se você quiser, a gente para por aqui.
Oscar, não para, por favor, olha como eu tô.
Ai, meu corno, você tá muito gostoso, amor. Também me excita lembrar daquela tarde. Não me lembro direito porque eu tava muito no fogo, você já não me comia há um tempão, era aquela época em que você tava cheio de problemas no trabalho, os clientes te deixavam louco. O negócio é que, pelo visto, o Oscarcito percebeu e o filho da puta aproveitou bem aquela tarde. Como eu já não aguentava mais o tesão, fui me deitar na nossa cama. Mal me cobri com um lençol e sabe o que me acordou? Sim, bebê, uma pica na minha buceta. Não sabia quem tava me comendo, mas amei porque ele metia com muita força. Quando vi a carinha dele, não consegui me segurar: em vez de rejeitar, beijei ele e pedi pra me comer mais forte. Quando vi que ele ia gozar, tirei o pau da minha buceta e comecei a chupar até ele dar todo o leite dele. Aí continuei chupando e, quando ele ficou duro de novo, falei que ia ensinar como se faz um cuzinho numa mulher. Passei o próprio gozo dele no meu ânus, abri minhas nádegas e mandei ele meter devagar. Ele não me obedeceu muito, meteu até o fundo e começou a cavalgar meu cu, apesar das minhas reclamações. Só sei que naquela tarde o Oscarcito passou o tempo todo me comendo e, desde aquele momento, virei a putinha particular dele. Naquele mesmo dia, depois de horas me comendo, ele disse que de agora em diante eu tinha que fazer tudo o que ele quisesse comigo, senão ele contaria tudo pra você. Não sabe o pânico que me deu. Na hora, não pensei, aceitei ser a putinha particular dele e deixar ele me comer quando e onde quisesse. Foi assim que descobri que o Oscarcito adorava te fazer de corno. Naquela semana, ele passou todas as tardes me comendo. Continuo te contando, amorzinho? Ou é melhor a gente tirar um cochilo?
Oscar tava com a pica explodindo, já fazia um tempão que ele tava batendo uma devagar. O corno queria que eu continuasse contando, então nem esperei resposta e fui narrando como o próprio filho dele transformava o cara no maior cuck e fazia a esposa dele virar uma putinha completa.
Bom, então vou continuar. A parada foi que naquele sábado à tarde, o Oscarcito apareceu lá em casa com dois dos melhores amigos dele. Foi naquele sábado, e parecia que ele tinha tudo muito bem planejado, porque você naquele sábado ia pra Rosário por causa de um cliente novo que precisava de não sei o quê no estabelecimento dele, e como tinha que ficar pronto até aquela segunda-feira, você foi embora cedo. A questão é que, como sempre, eu tava de roupão pela casa, aquele roupão vermelho que só se amarra com um cinto na cintura. Claro que por baixo eu só tava de fio dental. Lembro que tava fazendo não sei o quê quando os três chegaram: Fer, Maty e o Oscarcito. Logo quando vi o jeito que eles me olharam, percebi que já era, que eu tinha perdido. Sabia que, por mais que tentasse, não ia conseguir evitar que aqueles três caras passassem o fim de semana inteiro usando meu corpo. E, pra ser sincera, não era uma ideia tão ruim assim. Eles me cumprimentaram e já sentaram na mesa. Levei algo pra beber por educação, e quando tava servindo, senti a mão do Oscar descaradamente na minha bunda. Ele tinha levantado meu roupão por trás e deixado minha raba toda exposta. Reclamei do que ele tava fazendo, e sabe o que ele me disse? Que tava com muita vontade de chupar a rola dele. Falou isso na frente dos dois amigos, e já tirou o pau pra fora da calça. Claro que não é igual ao seu, mas não é nada desprezível. Sabia que tinha que obedecer o cara. Ele me dominava totalmente por causa da chantagem dele. Foi assim que me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar. O Fer e o Maty também tiraram as picas, porque o Oscar disse que depois era a vez deles. Então terminei ajoelhada na frente dos três, chupando as rolas deles até que cada um foi gozando na minha boca. Todos estavam loucos com aquilo, e assim me levaram pra cama, onde meu roupão já não era problema, assim como meu fio dental. Um por um foram me comendo, elogiando como eu era gostosa, o que me deixava louca, assim como as picas deles. Naquele dia, descobri o tesão que é ser comida por duas rolas ao mesmo tempo. lindo amorzinho, embora quando finalmente fizeram aquilo, não paravam de fazer comentários obscenos e bem humilhantes. No começo não gostei nada, mas depois comecei a ficar ainda mais excitada ouvindo aquelas putarias. Sabia muito bem que a maioria das coisas que falavam era verdade. Todos os meus buracos foram desses três moleques a tarde inteira, até que num momento, enquanto dois me comiam, o outro trouxe cerveja e, depois de me dominar, me convidaram pra beber. Já era quase noite quando me deixaram largada na cama. Minha aparência era mais que humilhante, estava tão cansada que não tinha forças nem pra tomar banho. Fiquei um tempão deitada na cama. A verdade é que, apesar de tudo, eu estava adorando. Hoje não consigo acreditar como eu gostava tanto de ser humilhada, mas até aquele momento já tinha tido inúmeros orgasmos e, mesmo exausta, queria mais. Levantei da cama e tomei um banho demorado. Apesar da cerveja que tinha bebido, não saía da minha boca o gosto de pau e porra. Dessa vez peguei meu roupão rosa, sim, aquele que é semi transparente, e fui pra sala. Os caras já estavam comendo uma pizza e, claro, me convidaram. Obscenamente, me desafiaram a comer um pedaço que tinham banhado de porra. Tentei recusar, aquilo já era demais, mas insistiram tanto que acabei comendo. Depois disso, me levaram de volta pra cama pra continuar tirando a vontade de foder. Não sei a que horas finalmente dormi. No domingo acordei com muita dor no cu, mas principalmente com muita ressaca. A gente tinha bebido mais que demais. Quando os três acordaram, tomaram café da manhã e me deram o meu também. Me empanturraram de porra e não deixaram uma gota sequer dos três escapar. Já no fim da tarde, o Fer e o Maty foram embora. Só aí percebi que o doce Oscarzinho tinha me vendido. Ele tinha cobrado dos dois pelo que, pra ele, eram só meus serviços. Foi assim que ele começou a trazer quem dizia serem os amiguinhos dele. Por sorte, esse foi o único Último ano no ensino médio, não tinha mais volta. Agora eu era a putinha do Oscarcito pelas suas costas. Bem, acabei me convencendo de que tudo isso era culpa sua, já que naquela época você não me comia e mal conseguia levantar a pica. Agora é sua vez, corno.
OBRIGADO POR ME LER
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA HISTÓRIA
SE FOI ASSIM
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E OBRIGADO PELOS PONTOS QUE USAM PRA VALORIZAR ELA
Bom, o que ia acontecer... Quando contei que tinha engravidado, ele me deu um perdido na oficina, ninguém sabia quem podia ser o pai. No fim das contas, eles tinham razão, por isso nunca mais os vi. E quando te contei, você ficou tão feliz, não me custou nada te fazer acreditar que tinha sido você. Mas não sei como o obstetra descobriu, e pra calar a boca dele, eu comi ele várias vezes. Mas fica tranquilo que quando o Oscarcito nasceu, tudo isso acabou. Esqueci das aventuras por um longo, longo tempo. Durante anos fui muito fiel pra você, só que às vezes era bem difícil. Mas enfim, a melhor forma de ter uma travessura foi quando comecei a ir na academia. Tinha que perder de uma vez aquele peso extra que ficou da gravidez, e bom, quando o Oscarcito começou a pré-escola, aproveitei. Na academia, percebi que somos mais mulheres que traímos do que as supostamente fiéis. Se eu te contasse as coisas que ficava sabendo... Lembra da Adriana? Nunca conheci uma gostosa mais puta do que ela, e olha que eu tava rodeada de vadias na academia. Mas enfim, eu sei que você também comeu ela, quem não comia aquela gata?
Oscar, eu não comi nenhuma das suas amigas da academia, amor.
Claro que você comeu ela, ela mesma me contou, mas tudo bem, quer que eu te conte que na academia eu tive meu primeiro negão? Todas morriam de vontade de transar com ele, mas ele só vinha na academia duas vezes por semana, dava a aula dele e ia embora, era difícil falar com ele e como eu consegui, a Adriana me odeia tanto.
Oscar tava competindo pra ver quem comia um macho primeiro?
Claro, bobinho, e eu mereci isso. Ele foi meu amante por muitos anos, por isso que eu não procurava mais ninguém. Se o seu pau é grande, o dele é maior ainda. Por isso, quando você me comia de quatro, eu quase nem ligava. Claro que, pra isso, tive que me tornar amiga da namorada dele, o que foi muito fácil. Mas tudo complicou quando o Oscarcito começou o ensino médio. Ele estudava de manhã e, à tarde, ficava em casa, me controlando pra caralho. Lá pelos dezesseis ou dezessete anos, comecei a notar que o Oscarcito me olhava estranho, e quando eu andava solta de roupa pela casa, do jeito que eu gosto, o volume dele crescia. Tomar mate com ele já não era mais a mesma coisa, e, aos poucos, as carícias dele ficaram mais frequentes. Meu filho tava afim de mim, com tanta garota por aí? Bom, não seria a única a passar por isso. A Adriana já tinha comido um par de enteados, e um deles estuprou ela na cozinha, embora eu não acredite que tenha sido estupro. Ela provocou, se ofereceu, e tenho certeza de que se deixou levar. Mas isso é outra história. Melhor eu continuar te contando o que rolou com seu filho.
Oscar, não me diga que você me fez de corno até com meu próprio filho.
Bom, love, se você quiser, a gente para por aqui.
Oscar, não para, por favor, olha como eu tô.
Ai, meu corno, você tá muito gostoso, amor. Também me excita lembrar daquela tarde. Não me lembro direito porque eu tava muito no fogo, você já não me comia há um tempão, era aquela época em que você tava cheio de problemas no trabalho, os clientes te deixavam louco. O negócio é que, pelo visto, o Oscarcito percebeu e o filho da puta aproveitou bem aquela tarde. Como eu já não aguentava mais o tesão, fui me deitar na nossa cama. Mal me cobri com um lençol e sabe o que me acordou? Sim, bebê, uma pica na minha buceta. Não sabia quem tava me comendo, mas amei porque ele metia com muita força. Quando vi a carinha dele, não consegui me segurar: em vez de rejeitar, beijei ele e pedi pra me comer mais forte. Quando vi que ele ia gozar, tirei o pau da minha buceta e comecei a chupar até ele dar todo o leite dele. Aí continuei chupando e, quando ele ficou duro de novo, falei que ia ensinar como se faz um cuzinho numa mulher. Passei o próprio gozo dele no meu ânus, abri minhas nádegas e mandei ele meter devagar. Ele não me obedeceu muito, meteu até o fundo e começou a cavalgar meu cu, apesar das minhas reclamações. Só sei que naquela tarde o Oscarcito passou o tempo todo me comendo e, desde aquele momento, virei a putinha particular dele. Naquele mesmo dia, depois de horas me comendo, ele disse que de agora em diante eu tinha que fazer tudo o que ele quisesse comigo, senão ele contaria tudo pra você. Não sabe o pânico que me deu. Na hora, não pensei, aceitei ser a putinha particular dele e deixar ele me comer quando e onde quisesse. Foi assim que descobri que o Oscarcito adorava te fazer de corno. Naquela semana, ele passou todas as tardes me comendo. Continuo te contando, amorzinho? Ou é melhor a gente tirar um cochilo?
Oscar tava com a pica explodindo, já fazia um tempão que ele tava batendo uma devagar. O corno queria que eu continuasse contando, então nem esperei resposta e fui narrando como o próprio filho dele transformava o cara no maior cuck e fazia a esposa dele virar uma putinha completa.
Bom, então vou continuar. A parada foi que naquele sábado à tarde, o Oscarcito apareceu lá em casa com dois dos melhores amigos dele. Foi naquele sábado, e parecia que ele tinha tudo muito bem planejado, porque você naquele sábado ia pra Rosário por causa de um cliente novo que precisava de não sei o quê no estabelecimento dele, e como tinha que ficar pronto até aquela segunda-feira, você foi embora cedo. A questão é que, como sempre, eu tava de roupão pela casa, aquele roupão vermelho que só se amarra com um cinto na cintura. Claro que por baixo eu só tava de fio dental. Lembro que tava fazendo não sei o quê quando os três chegaram: Fer, Maty e o Oscarcito. Logo quando vi o jeito que eles me olharam, percebi que já era, que eu tinha perdido. Sabia que, por mais que tentasse, não ia conseguir evitar que aqueles três caras passassem o fim de semana inteiro usando meu corpo. E, pra ser sincera, não era uma ideia tão ruim assim. Eles me cumprimentaram e já sentaram na mesa. Levei algo pra beber por educação, e quando tava servindo, senti a mão do Oscar descaradamente na minha bunda. Ele tinha levantado meu roupão por trás e deixado minha raba toda exposta. Reclamei do que ele tava fazendo, e sabe o que ele me disse? Que tava com muita vontade de chupar a rola dele. Falou isso na frente dos dois amigos, e já tirou o pau pra fora da calça. Claro que não é igual ao seu, mas não é nada desprezível. Sabia que tinha que obedecer o cara. Ele me dominava totalmente por causa da chantagem dele. Foi assim que me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar. O Fer e o Maty também tiraram as picas, porque o Oscar disse que depois era a vez deles. Então terminei ajoelhada na frente dos três, chupando as rolas deles até que cada um foi gozando na minha boca. Todos estavam loucos com aquilo, e assim me levaram pra cama, onde meu roupão já não era problema, assim como meu fio dental. Um por um foram me comendo, elogiando como eu era gostosa, o que me deixava louca, assim como as picas deles. Naquele dia, descobri o tesão que é ser comida por duas rolas ao mesmo tempo. lindo amorzinho, embora quando finalmente fizeram aquilo, não paravam de fazer comentários obscenos e bem humilhantes. No começo não gostei nada, mas depois comecei a ficar ainda mais excitada ouvindo aquelas putarias. Sabia muito bem que a maioria das coisas que falavam era verdade. Todos os meus buracos foram desses três moleques a tarde inteira, até que num momento, enquanto dois me comiam, o outro trouxe cerveja e, depois de me dominar, me convidaram pra beber. Já era quase noite quando me deixaram largada na cama. Minha aparência era mais que humilhante, estava tão cansada que não tinha forças nem pra tomar banho. Fiquei um tempão deitada na cama. A verdade é que, apesar de tudo, eu estava adorando. Hoje não consigo acreditar como eu gostava tanto de ser humilhada, mas até aquele momento já tinha tido inúmeros orgasmos e, mesmo exausta, queria mais. Levantei da cama e tomei um banho demorado. Apesar da cerveja que tinha bebido, não saía da minha boca o gosto de pau e porra. Dessa vez peguei meu roupão rosa, sim, aquele que é semi transparente, e fui pra sala. Os caras já estavam comendo uma pizza e, claro, me convidaram. Obscenamente, me desafiaram a comer um pedaço que tinham banhado de porra. Tentei recusar, aquilo já era demais, mas insistiram tanto que acabei comendo. Depois disso, me levaram de volta pra cama pra continuar tirando a vontade de foder. Não sei a que horas finalmente dormi. No domingo acordei com muita dor no cu, mas principalmente com muita ressaca. A gente tinha bebido mais que demais. Quando os três acordaram, tomaram café da manhã e me deram o meu também. Me empanturraram de porra e não deixaram uma gota sequer dos três escapar. Já no fim da tarde, o Fer e o Maty foram embora. Só aí percebi que o doce Oscarzinho tinha me vendido. Ele tinha cobrado dos dois pelo que, pra ele, eram só meus serviços. Foi assim que ele começou a trazer quem dizia serem os amiguinhos dele. Por sorte, esse foi o único Último ano no ensino médio, não tinha mais volta. Agora eu era a putinha do Oscarcito pelas suas costas. Bem, acabei me convencendo de que tudo isso era culpa sua, já que naquela época você não me comia e mal conseguia levantar a pica. Agora é sua vez, corno.
OBRIGADO POR ME LER
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA HISTÓRIA
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3 comentários - mabel y oscar pareja de cornudos 6
gracias amigo