Meu início como femboy/trap - Parte III

Agora sim, como eu disse no post anterior, a universidade foi um ponto de virada fundamental na minha história.

O primeiro ano de estudo foi turbulento, eu viajava muito da minha cidade para uma das principais cidades da Argentina pra cursar as matérias, e isso me desgastava pra caralho. Porque, mesmo não sendo tantas horas de viagem, meu corpo tava sofrendo todo o estresse das mudanças de vida: poucas horas de sono, pressão pra ir bem nas provas e ter que ficar indo e voltando de casa o tempo todo.

A situação ficou um caos e, pro meu segundo ano de curso, tive a sorte de uma família muito amiga me oferecer um lugar pra ficar durante a semana na casa deles, pra eu não precisar viajar e poder aliviar toda essa bagunça que isso significava. Foi assim que me mudei: de segunda a sexta eu morava na cidade, e nos fins de semana voltava pra minha casa. Aguentei isso o quanto pude, mas não durou muito, porque sábado e domingo eu precisava de sossego pra preparar provas e trabalhos. Isso acabou fazendo com que eu praticamente não voltasse mais pra minha casa e vivesse quase sempre na cidade. A família que me abrigava tinha uma particularidade: os filhos já não moravam mais lá, e eles, aos sábados e domingos, trabalhavam algumas horas. Então eu ficava sozinho um bom tempo, que eu aproveitava pra "estudar". Coloco entre aspas porque claramente isso não durou nada, e aquelas horas de solidão passaram de momento de estudo pra um momento de intimidade total.

Então, o que eu fazia durante essas horas sozinho? Bom, por um tempo, eu repetia em loop as punhetas dos relatos anteriores, mas de novo apareceu aquela sensação de tédio e vazio. Dessa vez, eu queria ter um contato real com pessoas, porque as modelos dos sites que eu frequentava claramente não tinham nenhum tipo de troca comigo, a menos que eu pagasse por um show (coisa totalmente impossível, porque eu era um estudante que não trabalhava). Foi assim que entrei no Poringa e comecei a comentar em posts na esperança de que alguma mulher me respondesse um oi e assim engatar sei lá o quê. Não tive sucesso.

Então, num ato desesperado, comecei a postar fotos minhas, tipo... do meu pau, com o objetivo de perder o medo de mostrar minhas partes nobres e também chamar a atenção de alguém. Pra minha surpresa, sempre recebi elogios bem legais nos posts e mensagens que me subiam a autoestima. Realmente percebi que a página estava cheia de punheteiros e punheteiras como eu, mas que comentavam sempre na boa e me escreviam pra me elogiar.

Entre essas mensagens que recebi, estava a da Natalia, uma cordobesa de 38 anos que, segundo ela, estava louca pelo meu pau e corpo. Um detalhe é que, entre tantas mensagens, ela me confessou ser ainda virgem.

Com toda sinceridade, a Nati não tinha nada que me agradasse, não era especialmente bonita, não tinha um corpo que me excitava nem uma bunda que valesse muito a pena. Mas tinha a grande vantagem de compensar tudo isso com uma atitude espetacular, que me fazia esquecer de querer ficar com garotas transexuais. Por um tempo, voltei a ser o típico macho hétero que estava de olho numa dama. Com o tempo, engatei uma relação fluida com ela e tudo acabou num acordo pra um sábado a gente se ver por cam e concretizar de uma vez por todas.

Levem em conta que eu ainda não tinha tido minha primeira relação sexual, minhas trocas com mulheres eram praticamente nulas e só tinha dado uns beijos numa balada que acabaram sendo uma experiência pouco gratificante que nem vale a pena detalhar. Ou seja, tava totalmente assustado porque ia me masturbar ao vivo e a cores pela primeira vez com uma mulher. Bom, a questão é que chegou o bendito sábado, trocamos mensagens pra combinar o horário e nos conectamos pelo que na época se chamava Hangouts. Passo a narrar o momento:

- Oi, Valen, como você tá? Que legal te conhecer – a Nati abriu assim que apareci na tela, esboçando um sorrisinho que mal se já que ambos estávamos focando a câmera do nariz pra baixo.
- Oi, Nati! Finalmente a gente pode se ver, tava morrendo de vontade de te conhecer também – falei com a voz claramente nervosa e trêmula.
- Ah, que sorte, não sabia se ia ficar só nas mensagens ou se você tava me enrolando. Era difícil acreditar que um cara como você sentisse algo por mim.
- Como assim, um cara como eu? E jamais ia te fazer perder tempo, não é meu estilo.
- Sei lá, não. Você é bem mais novo que eu, tá em boa forma e eu não tenho nada a ver com isso.

Vale deixar claro que, embora eu tenha dito na primeira parte que era super magro, aos meus 19 anos eu tava em boa forma física, treinava 4 vezes por semana, tinha os abdominais marcados e os peitorais levemente definidos. E, a meu favor, sempre tive as veias dos braços, antebraços, da pica, das pernas, etc., bem aparentes. Algo que até hoje mantenho e que acho que me dá uma certa estética fit.
- Mas, Nati, você acha que tudo que a gente conversou eu inventei? Tava mesmo afim de te ver e, bom... já sabe que a gente também vai matar a vontade – num ato heroico, tentei acelerar e tomar as rédeas.
- Então não vamos enrolar mais, porque eu também tô morrendo de vontade – nesse momento ela se inclinou na câmera pra me dizer isso e eu pude ver como a camiseta dela deixava o peito à mostra, dando pra observar a lingerie que ela tava usando. Não era nada especial, pra minha decepção; na hora senti que ela tava em casa, à vontade, e não tinha se esmerado muito.
- Exato, não vamos perder tempo que os dois tão na correria.

Nati supostamente morava com os pais e vivia procurando um cantinho pra fazer as coisas dela, mas sempre na pressa, e eu mais ou menos igual, tinha que tentar fazer tudo em algumas horas, inclusive estudar se possível pra matar a culpa.
- Você tá sozinho?
- Não, tô com você. E quero saber uma coisa...
- Ah, que charmoso. Fala, o que você quer saber?
- Você gosta de branco?
- Hã? Sim, sei lá, por quê?
- Você Perguntei por que você tava com camiseta branca e sutiã branco, e fiquei na dúvida se a calcinha também era da mesma cor
- Não sabia que você era tão olheiro, vai, me diz você se é branca ou não…

Naquele momento, pela primeira vez, eu tava vendo uma mulher se despir pra mim. Repito, essa mina não tinha nada que fisicamente me agradasse. Quando vi ela nua, confirmei que tava um pouco acima do peso e duvidei da veracidade da virgindade dela, porque notei uma cicatriz que, na minha opinião, era de cesárea, mas eu não era ninguém pra julgar o corpo dela e muito menos pra falar algo. Se tem uma coisa que me ensinaram em casa é respeitar as mulheres e, no geral, nunca falar nada que ofenda outra pessoa.

Mesmo assim, consegui sentir que tava ficando excitado pra caralho e, sem me tocar nem nada, senti aquela pontada que indicava que meu corpo tava reagindo de repente a um estímulo.

Nati tirou a roupa e ficou de lingerie. Tava usando um sutiã normal e uma calcinha branca, nada que insinuasse muito.
- Uf, que lindo que fica em você, e melhor ainda é como seus peitos se marcam, e nem fala dessa buceta como tá comendo o pano.
- Tá gostando, moleque? O que você quer fazer? Chupar meus peitos? Passar a mão na minha buceta?
- Nessa ordem, e depois você já sabe, te dar pica
- É? Mostra a pica então, tira a cueca que quero ver a pica que vem me esquentando há dias

Eu tirei a cueca como pude (tava numa situação desconfortável, sentado com as pernas abertas, desviando de um notebook que usava como webcam e teclado, e um monitor velho de tubo que servia de tela pra ver minha parceira) e minha pica ficou totalmente dura na frente da câmera. Senti uma vergonha por causa das inseguranças que já comentei e também uma excitação.
- Ai, cara, que pica gostosa você tem, que vontade de estar aí e passar a língua toda ao longo do tronco
- Quero que você chupe ela toda, que não deixe um centímetro de pica descoberto e passe a língua toda pela cabeça da pica assim tu prova o quanto ela tá molhada – nesse instante minha pica já cuspia litros de líquido pré-gozo, ajudada pelo fato de que desde o minuto zero eu me punhetava sem parar.
- Uf Valen, tu me deixa muito puta – aí minha colega se soltou e começou a passar a mão nos peitos e usa a palavra: buceta
- Nati, não me faz querer mais, quero te ver pelada e que você se toque bem nos peitos e esfregue o clitóris igual uma louca, e escuta isso: quero que você geme muito, foda-se se seus pais te ouvirem. Quero que eles saibam que a filha deles tá sendo comida por um cara que tem metade da idade dela
- Ahhh filha da puta, você é um cuzão, vai me fazer passar por uma puta
- Você não é puta, tá prestes a descobrir que é uma puta danada, disposta a mostrar pra um desconhecido como você se masturba

Isso que eu falei de alguma forma acendeu a libido dela ao máximo, porque ela começou a esfregar o clitóris como se não houvesse amanhã. Com a mão direita fazia movimentos circulares desenfreados, com a esquerda apertava e torcia os mamilos enquanto gritava muito e repetia meu nome uma e outra vez. Era tanta loucura que ela se descuidou e mostrou parte do rosto no momento em que chegou ao clímax.

- Ahh Valen, que cara de merda que você é, olha o que me faz fazer
- Cala a boca, cordobesa, que você adora, teus dedos tão escorrendo e minha pica tá chorando de tanto aperto que eu tô dando
- Você vai me comer?
- Você já sabe a resposta
- Mas olha que eu sou virgem, vai doer?
- Se eu disser que não, tô mentindo. Mas vou cuidar de você e se precisar parar, a gente para
- Que lindo você cuidar de mim assim… você vai gozar dentro também?
- Tudo, até a última gota vai ficar dentro da sua buceta
- Você vai me engravidar, idiota! Mas eu adoraria… mesmo assim, antes de você gozar, tem que me dar uma chupada foda
- Não me importo se te engravidar, sou seu homem e quero que na sua primeira vez fique minha marca dentro de você. E usa a palavra: buceta, não sabe a vontade que Tenho que passar a língua toda, sentir seu cheiro e gosto, mas vou te falar uma coisa… por que chupar antes e não depois?
- Como assim????
Aqui eu me joguei, se não podia mamar leite de uma transexual, queria provar o meu escorrendo de uma buceta. Óbvio que era tudo fictício, uma brincadeira, mas eu adorava imaginar isso.
- Cê acha que eu não teria coragem? Nada mais gostoso do que passar a língua depois de gozar dentro de você e te dar um beijo de língua, pra sentir nossos sabores juntos..
- Degenerado do caralho – e ela começou a esfregar o clitóris de novo, com o dobro da força
- Você adora, sua puta. Quero que você abra essa buceta e tente enfiar um dedo
- Sabe que não consigo…
- Consegue sim, só um pouquinho. Me dá esse prazer, não precisa ir fundo se não tiver segura ou confortável.

Nessa altura, meu pau pulsava, babava umidade pra todo lado e explodia de porra. Já fazia um bom tempo que eu fazia o movimento de bater uma ou de subir e descer sem apertar muito, porque tava a ponto de gozar e não podia passar vergonha. Sinceramente, depois de 3 minutos de começar, eu já tava pronto, mas tinha que segurar a onda pra minha parceira, que tava botando toda a atitude do mundo.
No momento em que pedi pra ela enfiar um dedo, ela abriu ainda mais as pernas e separou com raiva os lábios da buceta, como quem diz: é toda sua, olha como eu abro pra você vir e fazer o que quiser.

A Nati tinha uma buceta super pequenininha, dava até uma ternura, e ela tava bem depilada, o que somava pontos. Ela aproximou a câmera e mostrou o buraquinho. Ali parecia totalmente fechado, e minhas dúvidas sobre a veracidade da virgindade dela balançaram de novo.
Ela apoiou o dedo no buraco e avançou não mais que 2 centímetros, e começou a gemer igual uma louca.
- Abre bem esses lábios pra eu meter o pau em você, Nati. Vou te fazer mulher e você vai me sentir tão dentro de você que vai querer que eu nunca saia de lá
- Ah, me come, me dá bem forte e me enche de porra

Por causa de toda essa situação, eu inconscientemente comecei a bater uma bem forte de novo (não sei como, se já não aguentava mais)
- Boludo, solta um pouco a pica, não dá pra ficar batendo punheta o tempo todo. Deixa eu olhar pra ela sem a sua mão atrapalhar.
Parei o movimento, levei as mãos pros lados e deixei minha pica toda dura pra minha parceira contemplar. Lembro que sentia ela pulsando e se mexendo com uns pequenos espasmos.
- Uau, olha essa pica, como tá dura e como se inclina pro lado. Certeza que quando você me comer, vou sentir sua cabeça roçando num dos lados da minha buceta
- O que você vai sentir é como o leite vai escorrer – já não sabia mais como apressar pra gozar porque não aguentava mais
- Vai me dar o leite, cara? Quero tomar tudo
- Me ajeito assim pra você ver toda a porra que eu tiro por você
Deitei na horizontal, pra que o leite que espirrasse no meu púbis não sujasse nada. Disfarçadamente peguei uns guardanapos e comecei a bater duro de novo
- Isso, lindo, bate bem rápido e forte assim pra soltar todo o leite pra mim
- Você se toca sua puta de buceta, e aperta bem os peitos que isso me adora
- Mal-educado que você é, cara
- Mas você adora, puta
- Sim... mas vou ter que te ensinar modos
- Já tô quase, é tudo pra você, Nati. Cada gota que eu gozar é por você e pra você
- Me dá, filho da puta, não me faz esperar mais
- Ahhhhh, toma tudo

Na hora, gozei quantidades inimagináveis. Nunca tinha acontecido de sair tanto e com tanta força. Uns bons jatos caíram no meu púbis, mas outros foram pro meu peito e queixo.
Rapidamente tentei me levantar, limpando o que dava, principalmente o que tinha escorrido perto da minha boca, que pra minha surpresa não gostei tanto.
Já sentado de novo, fiquei de frente pra câmera e percebi como minha pica tava murchando, o que me encheu de vergonha porque se dura é pequena, imagina mole. Num lampejo de timidez, coloquei a mão disfarçadamente tapando ela
- Que linda quantidade de porra que você gozou, moleque
- Nem eu consigo acreditar, nunca tinha gozado assim
- Me surpreendi como os jatos iam pra todo lado, me deixou com muito tesão
- Demais, eu também fiquei surpreso, mas não deveria me espantar já que você me deixou com um tesão danado
- Que lindo o que você tá me dizendo, nunca tinha ouvido isso!

Naquele instante, a Nati se inclina sobre a câmera como se fosse olhar mais de perto e me fala:
- Tira sua mão, por favor, quero ver sua piroca dormindo. Isso me dá muito tesão e nunca vi num homem como é o pau sem uma ereção
- Claro, tudo o que você quiser – de má vontade, tirei a mão e deixei meu pau exposto, já no estado flácido, mas não totalmente encolhido. Alguns fios e gotas de porra ainda escorriam e caíam numa das minhas coxas
- Que gostoso, por favor, é muito lindo poder conhecer como é um pau no estado normal
- Tenho certeza que se você estivesse aqui, ele não ficaria nesse estado por muito tempo e de quebra me ajudaria a terminar de limpar a porra que ainda tá saindo
- Claramente, eu te pouparia o gasto de lenços e usaria toda minha linguinha pra te deixar bem limpinho…

O que acontece depois desse diálogo são só generalidades, basicamente a gente tenta dar um fim no nosso encontro e ficou por isso. Não foi a única vez que a gente se “viu”, várias vezes a gente se encontrava por webcam e repetia toda a cena com um pouco mais de desenvoltura porque já nos conhecíamos.

Depois de um tempo conversando muito pelo telegram (quase todo dia) e webcam, as coisas foram esfriando até que a gente parou de se falar. Da minha parte, decidi não continuar porque a Nati tinha começado a ter umas atitudes ou comentários que não me agradavam, ou outras questões que não vêm ao caso mencionar porque não rola.

Assim, eu pus um fim numa fase em que tinha uma parceira fixa pra poder aliviar e de novo me encontrava à deriva.

Eu sei que antes falei pra vocês que minha época de faculdade foi um ponto de virada, vocês devem pensar que esses Os encontros com a Nati foram o que geraram uma mudança, mas não… ainda falta, isso é longo, muito longo, e não quero perder nenhum detalhe pra vocês conseguirem seguir toda a linha do tempo e os acontecimentos ao pé da letra.

E como sempre, termino esse post situando vocês no tempo e no espaço. O que narrei antes aconteceu desde o meio do meu segundo ano de faculdade até o começo do terceiro. Já estamos chegando mais perto dos momentos e situações que dão origem ao título dessa história.

1 comentários - Meu início como femboy/trap - Parte III

Linda experiencia tuviste quiero saber como continua tu historia