


Me chamo Yustina e vou contar a história de quando eu era adolescente na casa dos meus tios em Córdoba. Naquela época, eu era bem magrinha, pernas longas, cabelo castanho liso, peitos pequenos e com pouca experiência sexual. Fui desvirgada pelo meu primeiro namorado aos 16 anos, e desde então eu ficava muito tarada. Dos primos, no caso das mulheres, eu sou a mais velha, mas tenho primos homens, dois mais velhos que eu, com idades entre 21 e 23 anos; os nomes deles eram Matias e Exequiel. Os dois eram muito bonitos e másculos, mas tinham fama de quebra-corações. Só ficavam com as garotas até conseguirem transar com elas, e depois as largavam.



Isso aconteceu nas festas de ano novo. Nossos pais tinham nos deixado com meu irmão mais novo na casa de um tio em Córdoba, éramos seis primos. Lá pelas 10 da noite, Matias e Exequiel, que eram os primos mais velhos, mandaram os outros dois primos menores e meu irmão mais novo irem dormir. Então fiquei com eles na sala, estávamos vendo um filme proibido para menores, por isso que o Exequiel mandou meu irmão e meus dois primos irem dormir.












Isso não foi por acaso, eles tinham tudo planejado pra me seduzir naquela noite. Eu nunca tinha pensado em transar com meus primos, embora já tivesse tido uns sonhos molhados com eles naquela época. Naquele dia, eu tava vestindo um shortinho rosa, uma blusa de manga longa cinza bem justa, sem sutiã, porque tava um calorão. Minha calcinha fio dental era azul e não chamava atenção. Eu tava sentada no meio dos primos, e eles começaram a acariciar meus braços enquanto apertavam minhas pernas. Faziam perguntas de cunho sexual, tipo:




Matias - "E aí, já fez isso com seu namorado?" -, Exequiel - "Já chupou o pau do seu namorado?" - De certa forma, eu sentia as perguntas bem pesadas, mas não me escandalizava com elas. Matias foi o primeiro a tentar pegar nos meus peitos por cima da camiseta. "Ei, o que é isso?!" falei na primeira vez. Matias parou de me tocar por um momento, mas depois voltou com tudo. Ficar entre esses dois homens gostosos e tarados me deixou rapidamente excitada. Depois, Matias me apalpava os peitos e eu já não falava nada. Exequiel, por sua vez, me acariciava as pernas por cima da calça. Eles também encheram meus ouvidos de mel, falando coisas gostosas, tipo





Matias – "nossa, como você tá gostosa, priminha!!" Exequiel – "priminha, como você cresceu, já é toda uma mulher!!" e coisas do tipo. Matias foi o primeiro que tentou me dar um beijo na boca, eu hesitei um momento, mas também queria experimentar algo. Então a gente se deu um beijinho bem suave na boca, com um pouquinho de língua. Assim que me soltei da boca dele, fui recebida também pelo Exequiel pra dar um nele. A atmosfera sexual que tinha foi nos envolvendo aos poucos. Enquanto beijava o Exequiel, agora com um beijo mais molhado, o Matias foi colocando a mão por baixo da minha camiseta pra apalpar meus peitos, com a ponta dos dedos ele acariciou meus mamilos, senti uns arrepios, tipo um formigamento nos meus peitos. Depois, o Matias levantou minha camiseta, deixando meus peitos ao ar livre, senti a boca dele apertar meus peitos e os lábios chuparem meus mamilos. Apesar do meu namorado chupar meus peitos com frequência, senti a língua do meu primo mais gostosa, talvez porque era meu primo e eu tava com dois caras ao mesmo tempo. As brincadeiras sexuais continuaram e meus primos se revezavam pra me beijar enquanto o outro me acariciava e chupava meus peitos, logo a gente foi esquentando, o Matias, que era o primo que tomava a iniciativa, tirou minha camiseta por completo, por um momento eu tive cada primo em cada um dos meus peitinhos, o contato das línguas deles nos meus mamilos me deixava mais excitada, sentia uma corrente elétrica na minha espinha, como nunca tinha sentido antes.







Foi de novo o Matias quem começou a baixar minha calça devagar. Mandou eu sentar no colo dele, eu obedeci. Ele foi puxando minha calça, deixando à mostra minha calcinha azul. Ainda tentei impedir que ele tirasse a calça de vez, mas ele era mais forte que eu, e o Exequiel tava chupando meus peitos, um de cada vez. Eu já tava toda excitada, gemendo e fechando os olhos pra curtir aquela brincadeira. O Matias enfiou a mão por dentro da minha calça, por baixo da calcinha, e começou a acariciar minha buceta molhada. Depois, meteu a mão dentro da calcinha mesmo e tocou na minha xota, toda depilada e melada de tesão. Ele me puxou pra perto, virou minha cabeça e me deu um beijo de língua bem molhado. Me dominou assim. Ficou acariciando meus lábios da buceta enquanto me beijava, e o Exequiel se esbaldando nos meus bicos. Aí o Matias me mandou levantar e pediu pra eu tirar a calça. Eu tirei sem reclamar, tive que tirar o tênis também, então fiquei só de calcinha azul. Me sentaram de novo no meio dos dois, dessa vez abriram minhas pernas, cada uma apoiada na coxa de um primo. O Exequiel começou a me beijar com carinho, e os dois passaram a mão na minha virilha, até chegar na minha buceta coberta só pelo tecido fininho da calcinha. Tentei segurar as mãos deles, mas não deu. Um dos dois mexeu na minha calcinha e começaram a brincar com meus lábios da buceta.



Matias – "Uuuh, já tá molhadinha essa buceta!" ele disse, esfregando meu clitóris. E era verdade, eu já tinha derramado meus líquidos lubrificantes na minha rachinha. Os dedos dele brincaram com minha buceta e meu clitóris. Eu gemia com respirações profundas. Nisso, foi sempre o Matias quem tomou a iniciativa: ele deslizou para baixo no sofá e, com a língua, percorreu toda a minha intimidade. "Aiiii, que gostoso, Mati!" eu disse, toda excitada com a língua dele na minha buceta.



a ponta da língua dele alcançou todos os cantinhos da minha bucetinha, eu gemi, mas os lábios do Exequiel me calaram na hora. O Matias enfiou a cara toda entre minhas pernas e começou a comer minha xota como se fosse me devorar, nisso, o Exequiel se levantou, tirou a calça e a camisa, ficou só de regata, subiu no sofá e colocou o pau duro de 22 centímetros na minha cara, era óbvio que queria que eu chupasse, peguei com uma mão e levei à boca, o pau dele era muito grosso e comprido, chupei várias vezes tentando engolir tudo, mas não conseguia, isso fez ele gemer de tesão. depois tentei de novo engolir aquele pedaço de carne dentro da minha boca pra começar a chupar sem parar. enquanto isso, o Matias abria com os dedos meus lábios da buceta e lambia a entrada toda da minha xotinha e o botãozinho do meu clitóris, eu tive que parar de chupar o pau do Exequiel pra poder gemir porque não aguentava mais, tive um orgasmo gostoso em poucos minutos.



Exequiel — Vamo trocar, mano, eu também quero provar aquela buceta gostosa da priminha putinha do Yus!! Ele levantou do sofá e se enfiou entre minhas pernas abertas, a língua dele começou no meu clitóris, pegou ele entre os lábios e apertou de leve, me fez fechar os olhos de tanto prazer que ele me dava com a língua na minha buceta. Matias, por sua vez, se despiu e assumiu a posição que Exequiel tava antes, e colocou o pau dele — um pouco menor, mas com 18 centímetros, bem grosso e cabeçudo — na minha boca. Ele me segurou pela cabeça e começou a meter e tirar da minha boca, como se tivesse me penetrando. Nem percebi quando, mas Exequiel enfiou um dedo dentro da minha buceta, e depois começou a mexer como se tivesse me masturbando enquanto chupava meu clitóris. Não satisfeito, Exequiel enfiou um segundo dedo na minha buceta.



Exequiel — Sua priminha tá toda molhada, já tá pronta, sua putinha! — disse, como quem avisa que já era hora de me penetrar. Ele me pegou pelas coxas, se posicionou no meio e colocou o pau na minha frestinha, empurrando. Meus lábios vaginais cederam, depois a entrada da minha buceta cedeu diante da força e da dureza do pau grosso e comprido dele. Senti o pau dele abrindo minha frestinha apertada com aquela pica monstruosa e entrando cada vez mais fundo em mim. Eu gemia e quase gritava de prazer. Exequiel bombou várias vezes aquele pedaço de carne, metendo e tirando de dentro da minha buceta até o fundo. Depois, entrou num ritmo suave, entrando e saindo da minha buceta, tirando e colocando de novo, enquanto Matias continuava metendo o pau dele entre meus lábios. Foi a melhor foda que eu já tinha levado até então. Matias também queria meter em mim. Tirou o pau da minha boca, sentou do meu lado e me mandou sentar no pau dele.



Exequiel tirou o pau dele de dentro da minha buceta e eu me levantei pra sentar de frente pro Matias. O pau dele entrou fácil na minha buceta já toda dilatada pelo pauzão do Exequiel, e essa já era a segunda penetração, já que minha buceta tava cheia dos meus fluidos vaginais. Ele meteu tudo de uma vez só, com os ovos dele batendo nas minhas nádegas, tava tudo pra dentro, senti aquele pau grosso me apertando por dentro. Aí ele me fez mexer pra cima e pra baixo, enquanto brincava com meus peitos. O Exequiel sentou do nosso lado e tava se masturbando com as próprias mãos. Cada sentada que eu dava arrancava gemidos de prazer, porque eu sentia a carne dura do Matias enfiando até o fundo da minha buceta. Exequiel – Sua puta! Agora é minha vez, sabia, Yus!



Disse Exequiel como se fosse uma troca de turnos. Levantei e tirei a pica do Matias da minha buceta, e agora me sentei do mesmo jeito em cima da pica do Exequiel. Senti de novo aquela pica grossa e comprida abrindo minhas paredes vaginais, enfiando até o fundo. Depois, de novo o vai e vem das fodas que meus primos estavam me dando. Em poucos minutos, tive outro orgasmo enorme, quase gritando com a foda que aqueles dois homens estavam me dando. Ali estava pulando na pica do Exequiel, virei a cabeça pra ver o Matias e não vi ele, talvez foi ao banheiro, pensei; não imaginava que o Matias tinha ido num quarto pegar um pouco de óleo de bebê. Começou a colocar no meu cu com um dedo, foi abrindo meu ânus, depois eram dois e três dedos dentro do meu cu, e aí começou a lubrificar a pica dele com o óleo e continuava enfiando os dedos no meu cu enquanto eu montava no Exequiel, que chupava minhas tetas sem perder tempo. — Yus, o que você vai fazer, Mati? Ninguém nunca fez isso comigo por ali!!






Falei meio séria e preocupada com o que ele tentava fazer comigo, uma dupla penetração com o irmão dele. Matias – Agora você vai se sentir mais mulher, priminha slut, ouviu?! Ele me deu uns tapas em cada nádega da minha bunda, se posicionou curvado sobre minha bundinha minúscula e o pauzão dele começou a forçar meu cu com a cabeça grossa do pau, que estava fechado por eu ser virgem ali e por não estar relaxada.

Matias - "Fica tranquila, priminha!! Relaxa que você vai gostar, sua putinha!!", ele me disse. Tentei fazer o que ele mandou e, quando teve a chance, Matias enfiou o pau grosso no meu cu, começando pela cabeça. Depois que a cabeça já estava dentro do meu cu apertado, ficou mais fácil pra ele me penetrar com aquele óleo que ele passou no pau dele e na minha bunda. Senti uma dor forte, mas continuei relaxando. A dor foi diminuindo, e o pau dele foi entrando mais fundo no meu cu apertado. Finalmente, como se fosse uma vitória, Matias soltou um grito de triunfo: o pau cabeçudo dele estava todo enfiado na minha bunda. Os dois foram se movendo devagar pra não me machucar. Eu estava sendo penetrada duplamente pelos paus enormes deles. Aos poucos, eles foram aumentando o ritmo nos meus dois buraquinhos. No começo, não sentia prazer, mas quando começaram a se mover de forma coordenada, quase vi estrelas. Era um prazer indescritível, imenso. Eu gemia e gritava como uma putinha. Achei que com os gritos que eu dava de prazer por ter dois paus enormes dentro de mim, podia acordar meus outros priminhos, então tive que me controlar.







Meus primos se revezavam pra dividir minha bunda e minha buceta, me viravam em várias posições pra continuar aproveitando meus buracos. O primeiro a gozar foi o Exequiel, e ele fez isso quando tava me comendo gostoso pelo cu, enchendo meu rabo de porra dentro do meu ânus já todo dilatado por aqueles paus enormes dos meus primos, e pela primeira vez senti a porra quente de um homem dentro da minha bunda. Depois vi que o Matias também tava quase lá e lembrei ele que a gente não tava usando camisinha, então quando ele ia gozar, tirou o pau e gozou na minha barriga. Eu tava exausta, mas muito satisfeita com aqueles paus enormes dos meus primos.









Quando consegui, corri pro banheiro pra lavar minha buceta e meu cuzinho arrombado por aqueles dois caralhos, que tava doendo até pra andar, me sentindo toda quebrada. Quando voltei pra sala, meus primos me parabenizaram por ser uma putinha muito gostosa e que dava uma sentada muito saborosa, o que foi um elogio pra minha pouca idade e experiência.




Esse trio a gente repetiu de novo durante as férias de meio de ano, dessa vez foi no quarto do Exequiel e de novo me meteram nos meus dois buracos famintos, uma vez atrás da outra, e se revezavam pra me fazer de booty. Era o que os dois mais gostavam: me comer pelo cu feito uns garanhões, me abrindo com aqueles paus enormes. Depois de muitos anos, lembro dessas duas vezes. As únicas na minha vida em que transei com dois caras ao mesmo tempo.






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