La masturbadora 2

Já me conhecem, sou eu de novo, Ludmila do colégio. Os maldizentes dizem que sou a que faz as melhores punhetas, mas também não acho que os meninos da escola tenham tanta experiência assim. A verdade é que não foi com todos, mas com um ou outro eu escondia uma gotinha de sêmen na minha mão sem eles perceberem, pra provar e tirar a dúvida do gosto. Umas mais grossas, outras mais ralas, umas salgadas, outras mais docinhas. Eu tinha virado uma espécie de degustadora: dependendo do menino, tentava adivinhar como era o gozo dele. Por exemplo, se eu via que ele era muito punheteiro, com certeza era ralo; se era um cara que se cuidava, mais atlético, podia ser docinho. Aparentemente, o que eles comem e tal influencia em alguma coisa. Pouco depois que a gente tinha entrado, de manhã cedo, o inspetor passou pra chamar a lista. Demos sorte com ele. Ele é muito gente boa, engraçado, mas também é uma pessoa que sabe ouvir a gente. Se temos algum problema, podemos conversar com ele. Mesmo que não possa ajudar, sempre tem uma palavra pra nós. O nome dele é Cristian, tem uns 40 anos, cabelo comprido com cachos até os ombros, magro e meio alto. Ele malhava um pouco, mas não exagerado, só pra se manter. Naquela manhã em especial, ele não estava muito brincalhão. A gente fazia umas piadas e ele só sorria, meio por obrigação. Meia hora depois, perto das 8 da manhã, ele bateu na porta da sala e pediu licença pra professora pra levar um aluno. Ela deixou, e da boca dele saiu meu nome: "Ludmila". Levantei e fomos até a sala dele em silêncio o caminho todo. Fica no segundo andar, no fundo do corredor, uma parte bem deserta do colégio. Com a nossa turma, a gente sempre dizia que escolheram aquele lugar pra poder farrear entre os professores, meio brincando, meio falando sério. Ele me convidou pra sentar e me ofereceu um café, que aceitei. Tava tudo meio estranho, sério demais. Não tava gostando nada, tinha um mau pressentimento, até que ele confirmou. C: Ludmila, a gente precisa conversar. L: Sim, o que foi? passa Cris?
C: Chegou aos meus ouvidos, e não importa quem me contou, que você tá fazendo coisas indevidas na escola.
L: Que coisas indevidas? Eu não fiz nada.
C: Você já sabe, não precisa eu falar.
L: Não, não sei. Eu não fiz nada.
C: Bom, dizem que você tá fazendo boquete nos seus colegas na escola, isso é indevido. Tenho que ligar pros seus pais pra esclarecer a situação. Tem certeza que não fez nada? É sua última chance.
L: Sim, eu fiz, mas por favor não liga pra minha mãe, e muito menos pro meu pai, ele me mata na hora.
C: Por que você fez isso?
L: É que eu não sou das mais gostosas da escola, e me desafiaram, eu aceitei. E depois não consegui mais parar, não sei o que deu em mim. Me ajuda, por favor, não vou fazer mais.
C: É que não sei o que fazer pra te ajudar. Entendo o que você tá dizendo, que são brincadeiras de adolescente, mas uma coisa é 1 ou 2, não tantos garotos, entendeu?
L: Sim, eu sei. Passei dos limites, me ajuda, por favor.
C: Olha, não sei o que fazer, deixa eu pensar um pouco. Posso inventar alguma coisa, não prometo que nunca venha à tona, mas pelo menos ganhar um tempo.
L: Tá bom, muito obrigada.
C: Mas queria tirar umas dúvidas. Pode ser?
L: O que você quiser.
C: Em que lugares da escola você bateu uma pros seus colegas?
L: Precisa mesmo?
C: Você me diz.
L: Tá bom, você tem razão, tô te devendo essa. Na sala de aula, no pátio, na sala dos professores, no depósito de bolas.
C: E no banheiro?
L: Sim, também, no dos meninos.
C: Dizem que você é a melhor, por quê? O que você faz de diferente?
L: Não sei, acho que os garotos gostam que eu converse, fale umas putarias, por assim dizer.
C: Olha só, onde você aprendeu isso?
L: Tudo se acha na internet.
C: Última pergunta, vem cá, chega mais perto. Ele estava do outro lado da mesa, numa daquelas cadeiras de escritório com rodinhas que vão pra todo lado. Dei a volta e a surpresa foi grande, abri a boca espantada e tampei com as duas mãos. Não sei quando ele tinha tirado o pau da calça, tava bem duro. segurando ele com a mão esquerda. C: Você faria uma pra mim? Sabe… pelo favor. Quero saber se a lenda é verdadeira. Impressionante como eu fiquei excitada, mas tentei não deixar transparecer, ele tinha braços finos mas fortes, dava pra ver as veias e o membro dele era igual, comprido, não tão grosso, mas bem venoso. Só consegui responder “Tá bom, vou te fazer uma masturbação, em troca do seu silêncio”. Sentei na frente dele numa cadeira, estendi meu braço até que a pica passou da mão dele pra minha, e ele apoiou os dois braços nas laterais da cadeira. Eu tocava de cima pra baixo sem chegar na cabeça, só no tronco, apertava e as veias pareciam que iam explodir até eu afrouxar a mão. Fiquei assim um tempão, aproveitando a primeira pica de um homem que eu tinha nas mãos, claro que a dos meus colegas ainda era de adolescente, não tinha comparação. C: Vai, gata, continua, brinca um pouco com a cabeça. L: Desculpa, senhor preceptor, mas quem é a profissional aqui, o senhor ou eu? Tentei inventar um roleplay ou algo assim, talvez ele gostasse, sei lá. C: Uff, gata, você é a profissional, deixo nas suas mãos. Eu coloquei ele de frente pra escrivaninha e sentei na beirada dos joelhos dele, apoiando minhas costas na mesa pra ter espaço pra tocar ele. L: Eu vou cuidar de tudo isso, sabia? Mudei a posição da minha mão, colocando os dedos pra baixo, e com o movimento da masturbação, a pica dele batia no meu pulso e numa parte do braço. L: Que linda que ela é, não imaginava que você tinha uma assim tão bonita, fico com água na boca, olha. Deixei cair uns fios de baba na pica e fiz um biquinho. C: Que putinha você é. L: E isso é só o começo. O senhor não tem vergonha de chantagear uma menina como eu? Agora eu massageava a cabeça dele com as duas mãos, só ali. L: O senhor sabe que se tivesse me pedido, eu podia ter feito o favorzinho? Não precisava de todo esse teatro. C: Não foi teatro, não para, gata. L: Foi sim, nós dois sabemos, senhor, isso é muito errado. mentir. A mão direita continuava na cabeça da pica, enquanto cuspi na esquerda e peguei nos ovos dele, bem bonitinhos, com o cabelo cortado mas dava pra ver uns fios brancos. Descia a mão direita e ao mesmo tempo a esquerda, esticava um pouco as bolas e quando voltava pro mesmo lugar, massageava. Até que num desses momentos em que desci a esquerda, rocei a bunda dele, fiquei curiosa, então molhei de novo pra continuar fazendo a mesma coisa, mas dessa vez com um motivo oculto: queria pelo menos chegar a roçar o cu dele. E foi o que fiz, ele suspirou mas quando percebeu o que tinha feito, apertou as nádegas. "Deixa, quem sabe sou eu", "Não Ludmila, isso não me agrada" respondeu. "Por favor, só quero acariciar, deixa" aos poucos foi afrouxando as pernas, mas não muito. "Não tenha medo, se não gostar, eu paro. Prometo." Acabou afrouxando e a cada duas ou três punhetas eu parava no cu dele, molhando e roçando com a ponta do meu dedo, cada vez mais e mais, até que introduzi metade da falange. C: Como você bate bem punheta, era verdade. L: Ainda falta um pouco, se deixe levar, aproveite. Continuei fazendo a mesma coisa até que consegui enfiar uma falange, ele gostou, me olhava nos olhos fixamente e depois pras maravilhosas acrobacias que eu fazia com a mão na pica dele. L: A professora de inglês não faz isso pra você, né? Era a mulher dele, os dois trabalhavam aqui, no mesmo colégio. C: A verdade é que não. L: Posso te ensinar um dia se você quiser. C: Adoraria, mas acho que ela não topa. L: Bom, conversa com sua mulher e a gente vê. Me ajoelhei e chupei a pica dele de uma vez, sem enrolação, apertava os ovos dele e voltava a meter a pica na boca, continuei com os ovos enquanto fazia uma punheta da porra com a porra toda molhada, ele puxou um pouco mais a bunda da cadeira, e eu aproveitei. Desviei a atenção dos ovos que tava na boca e fui direto pro cu dele, ele tentou me parar. Mas com voz firme eu falei "Deixa" e continuei batendo punheta nele a toda velocidade, apertando da base até a cabeça, enquanto minha língua brincava no cu dele. C: Isso também não te faz gozar, né? L: Não. O momento estava chegando, quase não conseguia falar, Cristian. L: Não bate uma, não te chupa, pelo menos engole seu leite? C: Quase nunca. L: Eu vou engolir tudo, você me dá? C: Sim, engole tudo, sua putinha. Ela estava incrivelmente concentrada em fazer ele gozar, até que senti uma pulsação forte na minha mão do pau dele, apertei pra não vazar nada de leite até minha boca chegar na cabeça dele. Quando chegou, continuei com meu trabalho, forte e preciso. Minha boca transbordou de tanto sêmen, não dava pra segurar, sentia que ia sair pelo nariz, me engasguei mas não recuei. Abri a boca mostrando meu prêmio e engoli, saboreando, um dos melhores leites que já tinha provado, amei. C: Isso fica entre nós, Ludmi. L: Tá bem, com uma condição. C: Qual? L: Que me deixe continuar praticando com esse pau de vez em quando. Já sei que a história dos meus pais era mentira. C: Fechado. Ele disse me dando a mão, sentado na cadeira de escritório enquanto continuava com a roupa desabotoada, mas via como eu mexia a bunda de saia de um lado pro outro, enquanto me afastava voltando pro salão.

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