Não esqueçam de seguir no Instagram hiphop911ok. Importante, importante! Chegou o capítulo 20. Já tá disponível o livro completo, com os extras e a narração melhorada. Também chegou a quarta parte de Minha Prima, Mara! E a edição especial 2.6 que é uma explosão! Capítulo 1.https://m.poringa.net/posts/relatos/5614874/Alina.htmlCapítulo 20 Me olho no espelho e tento imaginar como vai ficar no final essa volta ao sol na minha cabeça. Hoje não é um dia qualquer. Sinto que não. Hoje vou ver a Alina, de novo fazendo das dela. Vou me jogar… E mesmo tentando me convencer de que não deveria ser tão especial, que é só mais um encontro, um trabalho, algo dentro de mim se recusa a aceitar. Escolho a camiseta com mais cuidado do que o normal. Não é que eu me importe tanto com roupa, mas quero que ela perceba que pensei nisso, que não foi por acaso. Que escolho ficar confortável, solto. Será melhor a azul ou a branca? A branca é mais macia, embora a azul caia melhor em mim. Sorrio, porque isso é ridículo. Mas o que não é quando se trata da Alina e do que a gente faz?
Enquanto abotoo o colarinho, deixo minha mente vagar pelas versões possíveis do que pode rolar. Talvez ela sorria assim que me veja, com aquela meia-lua que se forma na boca dela quando algo a diverte. Quem sabe me olhe com curiosidade, esperando que eu dê o primeiro passo, como se tudo dependesse da minha coragem. Ou, vai saber, talvez ela também esteja nervosa, embora com ela nunca dê pra perceber. Alina é daquelas pessoas que parecem flutuar sobre as coisas, como se sempre soubesse o que fazer e o que dizer. E eu… Bom, eu não.
Pego o relógio na mesa de cabeceira e coloco. Pra quê? – me pergunto. Não é necessário… Não deveria pensar tanto. É só uma tarde de fotos, nada mais. Mas e se não for só isso? E se hoje for o dia em que tudo muda? Tem dias que marcam um antes e um depois, e a vibração no meu peito me diz que esse pode ser um deles. Sento na beira da cama e respiro fundo. Não quero encher isso de expectativas, mas também não quero que passe sem que eu perceba. Hoje quero estar presente em cada segundo. Quero ouvir a voz dela, ver como ela mexe as mãos quando explica o que pretende. Quero encontrar o momento certo pra capturá-la, uma e outra vez, e tirar a melhor versão dela em cada clique. Haha… Acho que não. que seja algo difícil isso… Calço os sapatos e me olho uma última vez no espelho. Tô pronto. Ou tão pronto quanto se pode estar pra uma parada dessas. Sorrio, porque não importa o que aconteça, já é um dia especial. É um dia com a Alina e toda a confiança que ela tem em mim. Ela tava certa… Era melhor eu ter vestido uma roupa mais solta. Assim me sinto mais à vontade, sem me importar muito com o que provavelmente vai rolar daqui a pouco. Mas que diferença faz? Já faz parte das nossas sessões. Na real, já tô começando a sentir que isso age como uma espécie de combustível na hora de imortalizar aqueles momentos. Sorrio de novo… Melhor eu descer logo. A Alina deve estar me esperando com as minhas ideias taradas. Câmera na mão e já tava pronto. Não parava de repetir na minha cabeça a felicidade e a disposição tão genuínas que a Alina tinha. Será que ela realmente se divertia tanto fazendo isso comigo? Ha… Tomara que sim. Desci as escadas, pensando que a primeira foto podia ser lá no fundo, perto da piscina. Era um lugar bom pra começar. Quando cheguei lá, a Alina não tava. Cadê ela? pensei. EU: Ali! – falei, tentando não gritar muito. “Tô lá em cima” ouvi de longe. Ah, tá. Ela nunca desceu, hein. Ok… Quer começar no quarto dela, talvez. Com certeza já tava vestida pra ocasião e tudo, pensei. Voltei pelo mesmo caminho e andei aquele corredor curto até a porta do quarto dela, que tava aberta pela metade. EU: Posso entrar? ALI: Pode, pode… EU: Licença… E vi ela… Porra, como ela se preparou… Tava apoiada na ponta da cama, vestindo uma lingerie branca do caralho. Meu coração acelerou quando vi ela toda produzida assim. Até penteou o cabelo. Aquilo era salto? Uff… Quando ela se virou pra mim… Do jeito que os peitos dela balançaram de lado, quase me deu um treco.
Já… Foi o primeiro lugar onde olhei. Os peitos dela… Dava vontade de mergulhar de cara direto ali, naquela dobrinha linda. Além disso, a pose era tão sugestiva… Sim, igualzinho o rostinho safado dela. Aquele que eu já tava me acostumando a ver direto… ALI: E aí? Jeje… – Falou e sorriu, com um brilho de vergonha. Eu fiquei de boca aberta… O que mais eu podia fazer? EU: Haha… Fatal… ALI: É? – Ela se olhou, se mordendo. EU: Sim, você tá divina… Deixa eu ver… Fica assim… O brilho no olhar era tudo. Sério. Conseguia me passar toda aquela confiança que ela depositava em mim. “Clique”, foi a primeira. ALI: Ai, como saiu? EU: Perfeita. ALI: Se você nem viu, mentiroso… EU: Eu tirei… Deixa eu ver… Pousa… Fui me ajeitando, me movendo em curva. Ela observava. Agora sim parecia um backstage de verdade… ALI: Que vergonha haha… EU: Relaxa… ALI: Tô bem? EU: Sim haha… Sê você mesma… Ela deu um sorriso de lado, tão tímido que me fez tremer as pernas. Uff… Vermelha que nem um tomate, começou a posar. Engoli um baita cuspe ao ver ela mesma procurando o melhor ângulo. “Clique”, “clique”, “clique”… Tirei umas quantas. Todas lindas. Que nem ela. ALI: Depois quero ver isso, hein… EU: Claro… ALI: O que eu faço? Me dá ideias haha EU: Fica de bruços… Mostrando… – Eu ri. Mas ela também riu. Já me entendia perfeitamente. Bastava só um gesto ou um olhar, pra ela saber o que tinha que fazer. ALI: Assim, né? – Perguntou, animada e apoiando os peitos na cama. Meu Deus… Indescritível. EU: Perfeito… Joga um pouco o cabelo pra lá… Com a mão dela e um sorriso, levou os cabelos pro outro lado. EU: Aí… Isso… Capturei ela. Ah não… Foto foda saiu ali. Muito profissional, hein. Ela separava os lábios que nem uma expert, olhando pra frente. Eu não conseguia tirar os olhos daquela dobrinha linda dos peitos dela…
De outro mundo… Passei um tempão capturando a Alina com minha câmera, procurando cada ângulo perfeito, cada feixe de luz que destacasse a silhueta dela. O brilho que entrava pela janela a envolvia com um calor dourado, desenhando sombras suaves na pele dela. Ela se movia com naturalidade, mudando de pose com uma graça inata, como se soubesse exatamente como brincar com a iluminação e meu olhar. Parei nos detalhes: a curva das costas dela quando se inclinava sobre a escrivaninha. O jeito que os dedos dela roçavam a borda da janela. O leve reflexo do sorriso dela no espelho… Era um espetáculo íntimo, quase hipnótico, e eu tinha o privilégio de capturar aquilo. ALI: Quantas você já tirou? Hehe YO: Sei lá… Mais de dez, com certeza… ALI: Nem percebi haha Ela caminhou de novo até a cama com aqueles saltos terríveis. Parecia que estava desfilando pra mim. Bem, na verdade, estava. O jeito que eles realçavam a bunda dela era selvagem, quase torturante. De vez em quando, eu parava pra suspirar uns segundos. YO: Tão ficando muito boas… E nem vi elas em detalhe… Ela puxou o lençol e tinha mais roupa íntima de lingerie ali. Lembrei que ela disse que tinha preparado… ALI: Se você quiser, vou trocar pra algo preto agora… YO: Pode ser… Claro… – Respondi já completamente imerso no clima. Ela sorriu com aquele sorrisinho marcante de novo. Claro que me virei pra ela trocar de roupa sossegada. ALI: Tenho que admitir que isso me dá muito tesão… Haha… YO: Tô percebendo… Você tá demais pra modelar… ALI: Tá falando sério? Eu ouvia ela tirar o sutiã, e ele caía no chão. Deus… YO: Sim, com certeza… ALI: Você fala isso porque me ama haha YO: Falo porque você é linda… E tem um corpo privilegiado… – Respondi bem rápido, como se saísse de dentro de mim. Ela riu. Senti que tirou a calcinha, pelo jeito que pisou forte no chão. ALI: Tão sincero assim? Hehe… YO: Haha ALI: Mmmm… Me veio uma ideia… YO: Já posso olhar? ALI: Tô só de tarlipes… – Exclamou com graça. YO: Ah, então… – Quase me virei. ALI: Lembra da foto que você Tirou a foto ajoelhada do lado da cama? EU: Haha sim… ALI: Por que a risada? Haha EU: Nada não… O que tem? ALI: Dá pra fazer uma parecida, né? EU: Tipo aquela? ALI: É, sei lá… Alguma parecida… Gostei muito, verdade haha Engoli seco. EU: Mmm, tá bom… ALI: Não te incomoda? EU: Não, por quê? ALI: Porque você teria que ver minha bunda haha Uggmm… Acho que ela ouviu minha respiração acelerar, ha. De novo? Ha… Por que não? EU: Ok… ALI: Sério? – Perguntou surpresa. EU: Sim, bora… Mas dessa vez, em cima da cama… Ouvi ela sorrir. ALI: Oki… Como? EU: Mmm… Eu faria de bruços… Com as pernas levantadas e os braços ao lado… Pegaria por trás… E você pode colocar o lençol juntinho por ali… ALI: Que gênio… É incrível… EU: Haha… ALI: Vê só… Ouvi ela subir na cama. Me perguntei se deu pra ver tudo quando ela se mexeu com aquela liberdade… Com certeza… ALI: Tô arrumando o lençol, he… Ótima ideia… EU: Bora… Ela não ligava que eu ficasse de olho na “bunda” dela. Aquilo era foda. Minha cabeça voava de tesão. Meu Deus… Não, melhor não falar nela. Quem sabe ela aparece, he… ALI: Assim? Olha… De novo aquele frio na barriga. Que nunca fosse embora… Amava sentir aquilo. EU: Tô olhando… ALI: Oki… Quando virei, quase desmaiei. Ela tava com a bunda pra cima, bem levantada pelas pernas e quase completamente nua. Pra piorar, ela me olhava. Como um vulcão em erupção, minha pele ficou vermelha num segundo. ALI: Tô bem assim? Será que ela sabia que tava mostrando toda a rabeta? Sabia mesmo? Salivei igual um cachorro louco. Só faltava espuma na boca. E ainda ela esperava minha resposta. EU: Sim, sim… ALI: Haha essas caras… Amo elas… EU: Não me provoca… Lá vou eu… Por que ela gostava tanto de me deixar nervoso? Não conseguia me concentrar… Minha mão tremia e não conseguia fixar o ponto. Além disso, tava de olho na rabeta dela há um tempão. Era linda… Grande, sem defeitos… E o melhor de tudo, ela sabia que eu tava vendo e que eu adorava… Sem hesitar, eu capturei. “clic” O resultado era mais que óbvio…
Mesmo estando a uma distância segura, não parava de me impressionar. Fiquei agitado, na real… Tudo era erótico demais… ALI: Tirou? Kkk EU: Sim, sim… Saiu… ALI: Me avisa, mano! – Ela riu. EU: Desculpa… Ela se virou e me olhou. EU: Saiu bem… ALI: Idiota… Tá roxo kkk EU: Kkk E o que cê esperava? ALI: É… Foda… – Ela exclamou, tentada. EU: Hã? Ela apontou pra minha virilha com os olhos, em vez de cobrir a bunda dela. Quando me toquei, queria morrer. Tava com uma barraca saindo uns 30 centímetros do meu corpo. Que animal… O tesão que me deu. Pra piorar, ela via e achava graça. EU: Kkk… Viu por que não queria roupa leve? Ela me olhou de novo, mas dessa vez eu me cobri com uma mão, porque o volume era grande demais. ALI: Mas, mano… Depois ia se machucar todo… Kkk… Só dela mencionar… Claro… Ela já sabia ou, pelo menos, tinha uma ideia do tamanho do meu instrumento. Então, sabia que com roupa muito justa, eu ia sofrer… EU: Kkk ALI: Tá doendo? Desculpa… Se não for incômodo falar… – Ela disse, me encarando. EU: Não kkk… Tudo bem… Vamos continuar? ALI: Cê consegue assim? Tô perguntando sério… Não é brincadeira… EU: Sim, Ali kkk ALI: Não quero que você trabalhe desconfortável… EU: Não, não… Tá suave… A roupa é folgada… Mas é… Vai aparecer assim… Se não te incomoda, de boa… ALI: Não, não me incomoda seu pauzão kkk. – Senti outra pontada na cabeça do pau. Ela e suas palavras. E ainda ria da maldade, como sempre. ALI: Vou vestir o conjunto preto agora… EU: Beleza. – Fiquei parado tentando recuperar o fôlego. Olhava pra ela, enquanto se cobria com o lençol branco. EU: Hehe… ALI: Vai se virar ou…? – Ela perguntou. EU: Ah, sim… Desculpa… Me virei, passando a língua nos lábios. Só ria… Não acreditava. De novo tinha visto a bunda dela. E ela? Como se nada… Bom, isso tava só começando. Ouvia os barulhos da cama, por causa dos movimentos da Alina pra se vestir. Negar o tesão das cenas seria muito idiota. Principalmente quando cada partícula de Meu ser se revolucionava por completo no ritmo da minha respiração. ALI: Pronto… EU: Ok… Olhei pra ela de novo. Já não encontro palavras certas pra descrever aqueles instantes em que meus olhos se fixavam nela, contemplando-a assim, vestida só de lingerie. Além disso, ela estava de cócoras, de costas pra cama, e aquela renda me fazia pensar no pior… Embora eu tivesse que admitir que cada peça que ela vestia se moldava no corpo dela como uma tela. ALI: Você gosta desta? Olhei ela de cima a baixo, andando ao redor dela. Ja… Não tinha respostas complicadas com a Alina. EU: Sim… Muito linda… Ela sorriu de lado. Sem dizer nada, levantei a câmera de novo. Era hora de continuar. E, como não podia ser diferente, ela voltou a fazer suas poses sem que eu precisasse dar instruções. Lá estava ela, deitada na cama. O corpo voluptuoso dela, descansando com uma serenidade quase irreal. A lingerie de renda preta abraçava a pele dela, com a delicadeza de um segredo compartilhado. A luz que entrava pela janela delineava as suaves ondulações da figura dela, destacando cada curva com um jogo de sombras e reflexos dourados. A respiração pausada dela subia e descia o peito num ritmo hipnótico, e a postura dela, relaxada mas cheia de uma sensualidade natural, me prendia numa contemplação silenciosa. Parecia impossível desviar o olhar, como se naquele instante o tempo tivesse parado só pra eu absorver cada detalhe da presença dela. Igual antes, tirei umas dez fotos. A gente se entregava à sessão com uma cumplicidade fluida, um entendimento tácito que nos envolvia num jogo de confiança mútua. Cada olhar, cada gesto, falava por si, como se nossas intenções e emoções se entrelaçassem no ar, transformando cada clique em algo mais que uma simples imagem. ALI: Como estamos? EU: Melhor do que nunca kkk ALI: É? EU: Quando você ver o resultado final hehe… ALI: Me mostra! EU: Kkk depois… ALI: Kkk oki… Eu olhou. Ela estava de bruços na cama, com a bunda apontando pro teto. Dava vontade de pular em cima dela e apertar ela toda… EU: Que? Kkk ALI: Você, bem? — Perguntou levantando uma sobrancelha. A verdade é que já fazia mais de meia hora que eu tava com o pau bem duro, a ponto de parecer que queria sair do meu corpo. Ela via ele o tempo todo e não falava nada, embora, de vez em quando, soltasse aquele sorrisinho safado. EU: Kkk sim… ALI: Quanto tempo você consegue ficar assim? EU: O que for preciso… ALI: Uau… Hehe… EU: Tudo ajuda pro clima, né? ALI: Demais! Kkk Nós dois rimos. ALI: Você colocou o relógio que te dei… — Exclamou olhando pro meu pulso. EU: Sim Ela fez cara de suspeita. Hmm… Alguma coisa passou pela cabeça dela. EU: O que você tá pensando? Kkk ALI: Você topa…? Prestei toda a atenção nela. ALI: Colocar sua mão perto de mim… Engoli seco. Como? EU: Onde? ALI: Aqui… — Disse movendo a mão e se tocando perto da bunda. Arregalei os olhos. EU: Hã? Kkk ALI: Se quiser… Sem me tocar muito kkk Fiquei paralisado, olhando nos olhos dela. Sério? E ainda por cima, sem eu confirmar a decisão, ela ficou de quatro na cama. A cintura perfeita dela era um ímã pros meus sentimentos confusos… Contemplei aquelas curvas e salivação foi louca. EU: Quieta! ALI: Que? Kkk EU: Não vou tocar na sua bunda mas… Posso apoiar a mão na sua cintura… E o relógio aparece hehe… ALI: Como se fosse sua propriedade… Hmm… — Fez com olhinhos. Uff… Por que ela dizia isso? Deus… EU: Ok… Eu sabia que ela tava brincando, por causa da confiança absurda que a gente tinha um no outro, mas essas frases eram letais pro meu sistema nervoso. Consegui apoiar a mão na cintura dela, bem acima da lombar. Respirei fundo quando senti o calor profundo da pele dela. EU: Tá bom? ALI: Sim… Nem menciono que bem perto do rosto dela, eu tava com o pau mais duro que uma porta de aço… Levantei a câmera e fotografei ela sem pensar muito. Incrivelmente, eu tava tocando ela perto da bunda… “Clique”. Tirei a mão nem Bem, a foto apareceu na tela. Arregalei os olhos quando vi o que o aparelho tava mostrando. O que minha mão tava fazendo ali? ALI: Já? Fiquei olhando feito um otário. Um calor divino subiu da boca do estômago até a garganta. EU: Hum… Sim… ALI: Essa eu quero ver agora… Ela se virou rápido. Mentira se eu dissesse que quando ela virou a cabeça não encostou a testa na minha pica. Deus… Nem percebeu, ainda por cima… ALI: Deixa eu ver… Abaixei minha mão e mostrei pra ela.
ALI: Nossa! Minha bunda! - Ela riu, tapando a boca. EU: Pesado…
ALI: Adorei!
EU: Sério?
ALI: Sim, otário… É muito pretensiosa… Não tá vendo? Haha… Se era essa a ideia…
EU: É…
ALI: Parece um coração hehe
EU: É um coração… Invertido kkk
Ela mordeu o lábio, me dando um tapinha na cintura. Como era de se esperar, ela desviou o olhar pro meu volume, que tava a poucos centímetros do rosto dela. Não disse nada e se afastou um pouco. Parecia pensativa… Eu via aqueles peitões se mexendo e já tava alucinando ainda mais. Sem contar o rubor que tinha tomado conta das bochechas dela e que não ia embora nem com ordem de despejo…
Durante um bom tempo naquela tarde, me dediquei completamente a fotografar a Alina. Cada clique da câmera era uma tentativa de capturar a perfeição dos movimentos dela, a sutileza da pele se revelando sob o tecido delicado de renda que a envolvia. A luz fraca que entrava pela janela desenhava sombras suaves no corpo dela, acentuando cada curva com uma precisão quase artística. Era impossível não se deixar levar pela cena, pelo jeito que a pele dela parecia responder ao toque da luz, pela naturalidade com que ela se movia, como se aquela sessão não passasse de uma brincadeira entre nós.
Não foi o único conjunto que ela usou. A cada troca, o clima mudava, e a câmera continuava devorando imagens sem parar. A Alina entendia o poder da presença dela, sabia como inclinar a cabeça de leve, como cruzar as pernas num gesto casual que acabava sendo devastador. E eu, preso entre a vontade de eternizar cada momento e o medo de não conseguir fazer isso com a fidelidade que merecia, não parava de clicar.
Os olhares cúmplices flutuavam no ar entre nós, carregados de uma tensão sutil, mas inegável. Às vezes, eu parava de olhar pelo visor pra contemplar ela diretamente, pra não perder nenhum detalhe que a câmera pudesse deixar passar. O sorriso dela, meio entre a diversão e o desafio, era um lembrete constante de que Tava ali, sabendo que aquela sessão era tanto minha quanto dela. Um espetáculo de pele e olhares que, mais do que uma série de fotos, virou um diálogo sem palavras, uma dança entre luzes, sombras e desejo latente. Mas de quê? Melhor não responder essa pergunta ainda. Um tempo depois, a gente fez uma pausa. Resolvemos comer alguma coisa pra continuar, já que tínhamos decidido aproveitar o dia ao máximo. Dá pra ouvir os talheres batendo nos pratos, enquanto estamos sentados à mesa, um de frente pro outro. Ela, ainda de lingerie, sorri de leve enquanto toma um gole d'água e brinca com um pedaço de pão entre os dedos. ALI: Cê percebeu que a cada vez a gente fica mais à vontade fazendo isso? Eu ri. EU: Sim… As primeiras fotos foram difíceis pra mim. Sentia que tava invadindo algo… Teu espaço, tua intimidade. Ela concorda, sorrindo. ALI: Mas agora não. Agora sinto que flui. Sei lá, gosto de como a gente consegue fazer isso não ser estranho. Me sinto confortável com você. — Falou com uma doçura divina. Eu fico olhando pra ela fixamente por um momento. EU: Eu também. E isso aparece nas fotos. Antes você tava mais tensa, agora é como se dançasse com a câmera, haha. ALI: Bom… Digamos que você também se soltou. — Ela me olha com malícia. ALI: Agora você não desvia mais tanto o olhar quando percebe que tá me encarando demais… — Eu sorri de lado, pigarreando. EU: É, bom… Aprendi a ser mais profissional… — Respondi, brincando. Ela riu. ALI: Claro, claro… Profissional… — Falou me encarando com intensidade. EU: Jeje. ALI: Mas teve uma coisa que me chamou a atenção… EU: O quê? Ela se inclinou um pouco sobre a mesa. ALI: Não sei se cê notou, mas… O tempo que a sua coisinha fica durinha quando você me pega na câmera… Bom… É bem considerável… — Eu tossi bruscamente, quase me engasgando com um gole d'água. EU: Alina! Ela ri, se divertindo. ALI: Quê? Falei alguma mentira? Levei a mão na nuca, visivelmente envergonhado. EU: Eu… Quer dizer… Não é algo que eu possa controlar. Como não reagir com o que vejo? Quer dizer, você é... Uma deusa... – Exclamei, corajoso e sincero. Talvez um pouco pilhado também... Ela me olhou com ternura. ALI: Obrigada. E gosto que você perceba isso. Me faz sentir... Desejada. Não só como modelo, mas como mulher... Também... – Soltou, me deixando atônito. Depois continuou, na sequência. ALI: Quer dizer... Sinto isso... Tipo, sou uma bomba, haha... Você me faz notar isso, kkk. – Confessou, mais vermelha do que nunca. Claro que era assim... Se ela soubesse que a vejo com uma admiração e desejos incomparáveis... EU: Você é, Alina. E muito mais do que isso... Faz-se um breve silêncio. Só se ouve o leve tilintar dos talheres e a respiração de ambos. No entanto, ela o quebra com um sorriso. ALI: Bom, acho que já descansamos o suficiente. Vamos continuar? EU: Haha... Sim... Embora não saiba se vou conseguir me concentrar depois do que aconteceu... Num gesto de cumplicidade única, ela piscou o olho para mim. ALI: Então vai ser uma sessão interessante... – Uff... Assim, levantamos da mesa, prontos para continuar. A tensão no ar é palpável, mas nenhum de nós parece querer dissipá-la de vez...
2 comentários - Alina. Capítulo 20