Valentina ChávezEla é a protagonista dessa história. Tem 19 anos e uma beleza de tirar o fôlego: cabelo preto comprido, liso e sedoso que quase chega na cintura, pele morena clara impecável, olhos castanho escuro profundos e expressivos, sobrancelhas definidas, cílios longos e lábios carnudos que parecem sempre prontos pra um sorriso safado. O corpo dela é de curvas perfeitas e bem marcadas: peito cheio e firme, cintura fina que realça ainda mais o quadril largo e a bunda redonda, empinada e tonificada.
Mora emLeão, Guanajuatoem uma casa confortável, mas sem ostentação, junto com o irmão mais velhoIván Chávez, de 22 anos. O Ivan é o típico irmão mais velho protetor, intenso e leal até o talo. Fisicamente é uma máquina: tem cerca de 1,82 m, ombros largos como porta, braços veiudos e grossos, peitoral marcado, abdômen tanquinho e pernas que parecem colunas de mármore.
O Ivan é apaixonado por esporte físico: treina pesado com pesos 5 a 6 dias por semana, joga futebol americano (foi linebacker na época da faculdade) e é fã incondicional doClubeLeãoTem o escudo tatuado no peito, vai em quase todos os jogos no Estádio León e a playlist de academia dele é cheia de hinos do time. Quando não está na academia ou vendo futebol, tá correndo, fazendo sparring ou motivando os amigos nas redes. Já a Valentina, por outro lado, estudaMarketing Digital e Design de Modana Universidade de Guanajuato (campus León). Sonha em lançar sua própria marca de lingerie para mulheres com curvas reais: peças que abraçam o corpo, fazem se sentir gostosa e poderosa sem sacrificar o conforto. Seus ideais giram em torno da independência financeira, amor próprio, família, saúde mental e viver sem pedir permissão para brilhar. Quer viajar pelo mundo (Itália e Dubai estão no topo da lista), dominar inglês e francês, e um dia ter seu próprio estúdio de fotos e conteúdo.Por que a Valentina ainda não tem um namorado?Tá numa fase de foco total nela mesma. "Não preciso de ninguém pra me completar, já tô completa. Quero alguém ambicioso, que respeite meu espaço, que não se sinta ameaçado por uma mulher que sabe o que quer e que some na minha vida em vez de diminuir. Meu irmão Iván espanta metade só com o olhar, mas a real é que prefiro ficar sozinha do que mal acompanhada. Tô curtindo minha juventude, meu corpo e minhas metas.O momento que mudou tudo…Uma tarde, a Valentina precisava dar uma olhada rápida na internet e o notebook do Iván tava aberto na sala (ele tinha ido pra academia). Sem pensar muito, ela pegou. Quando mexeu no mouse, abriu uma pasta de fotos na área de trabalho. Entre selfies de treino e memes do Leão, apareceuessafoto: Ivan na frente do espelho, de cueca mínima, mão na barriga, pernas abertas mostrando cada fibra muscular… e aquele volume evidente, grosso e marcado debaixo do tecido preto e amarelo.
Valentina sentiu um calor subir pelo pescoço até as bochechas. O coração dela disparou, como se tivesse corrido 5 km. Nunca tinha sentido algo assim pelo próprio irmão: uma mistura de admiração pelo físico bruto dele, curiosidade proibida e um formigamento intenso, quase elétrico, na parte de baixo da barriga. Ficou olhando pra tela mais tempo do que devia. Notou como as veias dos braços dele se destacavam, como os quadríceps pareciam esculpidos em pedra, e principalmente aquele volume na entreperna que o tecido mal segurava. Algo despertou nela: desejo cru, confuso, culpado… mas impossível de ignorar.
Sem perceber, clicou com o botão direito e mandou a foto pro e-mail dela. Fechou o notebook rápido, com as mãos tremendo um pouco, e foi pro quarto. Aquela noite não conseguiu dormir pensando naquilo. Ficava repetindo pra si mesma que era normal admirar um corpo daquele, que era o irmão dela e pronto… mas o calor não passava. Desde então, toda vez que vê ele saindo do banho de toalha ou treinando no quintal, a mente dela volta pra aquela imagem.
Na sexta à tarde, a campainha tocou às 6:30. Valentina tinha acabado de limpar o quarto dela até deixar impecável pros tios. A mãe dela, dona Carmen, abriu a porta com um sorriso de orelha a orelha.
— Juan Luis! Martha! Que bom ver vocês! Entrem, entrem.
O tio Juan Luis, de 48 anos, alto, bigode grosso e olhar sempre um pouco intenso demais, entrou carregando duas malas. Quando viu Valentina descendo as escadas com um short jeans curto e uma blusa branca justa, ficou paralisado por um segundo. Os olhos dele percorreram sem vergonha o corpo da sobrinha: os quadris largos, a cintura marcada, os peitos que balançavam suavemente a cada passo. “Porra… como essa gostosa cresceu”, pensou.
Valentina se aproximou pra cumprimentar. O tio abriu os braços.
— Vem cá, minha Rainha. Quanto tempo!
Ele abraçou ela forte, forte demais. A mão direita dele pousou bem na curva da lombar dela, quase roçando o começo da bunda dela. Com a outra mão, apertou ela contra o peito dele, sentindo claramente os peitos dela se amassarem contra ele. Valentina sentiu o calor daquele corpo masculino, o cheiro de colônia forte e algo mais… algo que deixou ela desconfortável. O tio baixou o rosto e deu um beijo “de cumprimento”… mas os lábios dele roçaram o canto da boca dela, bem perto, quase na boca. Valentina ficou tensa, mas não disse nada. Estava confusa, paralisada. “Foi sem querer?”, ela se perguntou. O tio se afastou sorrindo, com um olhar sombrio que ninguém mais notou.
— Você está linda, Valentina. Já é toda uma mulher — ele disse, e a mão dele deu um último aperto na cintura dela antes de soltar.
Ela só sorriu forçado e murmurou um “obrigada, tio”.
Depois do jantar e de todo mundo se acomodar, dona Carmen pegou Valentina pelo braço na cozinha.
— Filha, você já sabe… seus tios vão ficar no seu quarto. É o maior e mais confortável. Você pode dormir no do Ivan. A cama dele é king size, cabe vocês dois sem problema.
— Mãe, não… pelo amor. Já dividi quarto com Ivan quando éramos crianças, mas agora…
— Agora nada — cortou a mãe, baixando a voz mas firme —. Não vamos mandar seu tio Juan Luis e sua tia pra um hotel. Seria uma falta de educação. Se não quiser dormir com seu irmão, já sabe onde fica a porta.
Valentina discutiu por quase dez minutos. A mãe não cedeu nem um milímetro. O pai dela, Manuel, estava na sala conversando sobre futebol com o tio e nem levantou o olhar quando ela olhou suplicante pra ele. Ele adorava o Juan Luis. Não ia se meter.
Resignada, com o coração batendo forte, Valentina subiu pra trocar os lençóis da cama dela pros tios e depois foi pro novo “quarto” temporário dela.
Naquela noite, depois de tomar banho, ela vestiu uma calcinha preta de algodão bem pequena e uma blusa leve branca de alças. Por cima, colocou o robe de cetim rosa curto, amarrando bem pra não abrir. Não transpareceu nada. Ela se olhou no espelho. Tava nervosa. Muito nervosa.
“A cama dele é grande… mas mesmo assim vamos ficar perto. Perto demais.”
Ela entrou no quarto do Iván. Ele ainda não tinha subido. Ela se enfiou debaixo dos lençóis, do lado direito, e se deitou de lado, de costas pra metade da cama. O coração batia tão forte que ela ouvia nos ouvidos.
Minutos depois, a porta se abriu. Iván entrou sorrindo, recém-banhado, só de cueca box preta justa e uma toalha no pescoço. Exatamente igual à foto que ela tinha guardado. O volume marcava claramente debaixo do tecido. As pernas grossas, cheias de veias, puro músculo. Valentina sentiu um calor instantâneo entre as pernas.
— Ei, beleza? — ele falou natural, jogando a toalha numa cadeira — Já se ajeitou? Mamãe me disse que você vai ficar aqui o fim de semana. Sem problema, a cama é gigante.
Valentina sorriu nervosa, sem virar direito.
— É… não tinha outro jeito. Os tios ficaram com meu quarto.
Iván riu baixinho enquanto se enfiava debaixo dos lençóis.
— Fica tranquila, não vou te morder. Mas você tá estranha desde que cheguei. Tudo bem?
— Tudo bem — ela mentiu, com a voz meio trêmula.
Iván apagou a luz do teto. Só ficou a pequena luminária de cabeceira acesa.
— Boa noite, Val.
— Boa noite, Iván…
Valentina ficou dura, de costas pra ele. O silêncio era total. Só se ouvia a respiração dos dois.
Na cabeça dela, não paravam as imagens e pensamentos:
“Ele tá dormindo quase pelado… igual na foto. Aquele volume… Deus, é tão grosso. Se ele chegar nem que seja um pouquinho perto… se virar e encostar em mim… com aquela piroca tão comprida e grossa… facilmente arrebenta meu cu. Mete até o fundo e me destrói. E se meter na minha buceta… me desvirga num segundo. Me engravida. É um touro. Um garanhão. Meu próprio irmão… e tem uma piroca de animal.”
Cada pensamento deixava ela mais excitada e mais nervosa ao mesmo tempo. Ela sentia a virilha molhada, quente. Apertava as coxas sem perceber. conta. O coração batia tão forte que ela tinha medo de ele ouvir.
Não conseguia fechar os olhos. Cada vez que respirava fundo, imaginava que o corpo de Iván se mexia e que, a qualquer momento, aquele volume quente e pesado roçaria a bunda dela. E o pior… uma parte dela, bem pequena mas impossível de calar, quase desejava que acontecesse.
Valentina ficou assim, acordada, tensa, excitada e aterrorizada, por mais de uma hora. A noite mal tinha começado.
Depois de meia hora de tensão absoluta, Valentina começou a relaxar um pouco a guarda. O silêncio no quarto era tão profundo que ela quase ouvia o próprio pulso desacelerando. “Já passou o pior… ele só tá dormindo. Amanhã é outro dia”, disse pra si mesma, tentando se convencer. Fechou os olhos finalmente, respirou fundo e pensou que talvez conseguisse dormir.
Mas então Iván mudou de posição.
Foi sutil no começo: um movimento lento, como se estivesse sonhando. Ele virou-se para ela e, sem abrir os olhos, se acomodou bem atrás, colando o peito nas costas de Valentina. O calor do corpo dele a envolveu na hora, como um cobertor pesado e vivo. Ela abriu os olhos de repente. O sono evaporou num segundo.
Não ousou se mexer. Sentiu a respiração quente de Iván na nuca, o roçar acidental da coxa dele na dela. A mente dela gritava: “Se ele mexer a mão… se descer um pouco mais… vai pegar na minha buceta, nas minhas pernas…”. Se preparou mentalmente pra qualquer toque invasor, mas nada aconteceu. Ainda assim, o medo (e algo mais obscuro) mantinha os músculos dela tensos.
“O que eu faço? Levanto e vou pros meus pais? Não… impossível. Vão me xingar, vão perguntar, vão desconfiar…”. Então ficou parada, tentando se distrair. Começou a soletrar na cabeça a letra daquela música que tava bombando no TikTok: “B-e-i-j-o-s d-e m-e-l, s-e-u c-o-r-p-o é m-e-u r-e-f-ú-g-i-o…” Repetia as palavras uma e outra vez, como um mantra, pra não pensar no calor que emanava do corpo do irmão nem no quão perto tava aquela… coisa que ela tinha visto. a foto.
De repente, um barulho quebrou o silêncio.
Não era forte no começo, só um rangido ritmado, quase discreto. Mas vinha do quarto ao lado. DoAqui está a tradução para o português brasileiro:
suquarto.
As molas do colchão começaram a chiar:cri… cri… cri…Lento, pausado. Depois um baque seco. E outro. E outro mais forte.
Valentina ficou paralisada.
Era inconfundível. O tio Juan Luis e a tia Martha estavam transando. Na cama dela. Na cama que ela mesma tinha arrumado com lençóis limpos naquela mesma tarde.
O ritmo foi ganhando velocidade. Primeiro lento, quase carinhoso. Depois mais intenso. As molas começaram a ranger com força.CRIC-CRIC-CRIC-CRICCada investida fazia tremer a estrutura de madeira. E aí vieram as palmadas na bunda.PLAF!Um som seco, carnudo, seguido de um gemido abafado da tia.PLAF! PLAF!—Assim… assim, filho da puta… mais forte… —ouviu a voz rouca da tia, entre gemidos.
Valentina sentiu uma onda de indignação. “Na minha cama! Vão deixar o lençol cheio de porra!”. Quis se levantar, bater na parede, gritar pra eles pararem… mas não conseguia. Tava presa. Então ficou ouvindo, furiosa e… curiosamente, começando a esquentar.
As imagens invadiram a cabeça dela sem permissão: o tio Juan Luis em cima da esposa, suado, com o bigode molhado, dando tapas na bunda enquanto ela uivava igual uma cadela no cio. A tia de pernas abertas, os peitos balançando, pedindo mais. Valentina fechou os olhos com força, envergonhada de si mesma. “Que porra é essa? Por que tô imaginando isso?”.
E então percebeu algo pior.
Ivan já não roncava.
Antes ele tava respirando fundo, com aquele ronco leve de homem grande e cansado. Agora… silêncio total. Tava acordado.
“Ele tá acordado… e ouvindo tudo”, pensou ela, com o coração na garganta.
Naquele exato momento, sentiu Ivan se encostar mais. Não foi um movimento de sono. Foi de propósito. Centímetro por centímetro, o corpo dele se aproximou até que o volume duro e quente da virilha dele ficou pressionado bem na curva da bunda dela.
Valentina parou de respirar.
Então, sem dizer uma palavra, Ivan deslizou um braço pela cintura dela. Puxou ela pra trás com força possessiva, como se fosse dele. A bunda de Valentina bateu direto naquela pica grossa, comprida e completamente dura. O tecido da cueca de Ivan era tão fino que ela sentia cada veia, cada centímetro de grossura, a cabeça inchada roçando bem entre as nádegas dela.
Quase escapou um gemido.
Era enorme. Muito maior do que tinha imaginado quando viu a foto. A ponta chegava quase até a parte de baixo das costas dela. Valentina sentiu um choque de prazer tão forte que as coxas se apertaram sozinhas. Tava quase gozando só com o contato.
Ivan começou a mexer o quadril. Devagar no começo. Se esfregando. contra ela. Carne contra carne através do tecido fininho. Cada roçada fazia a cock deslizar pra cima e pra baixo, apertando bem no lugar mais sensível dela.
Os gemidos do quarto ao lado ficaram mais altos, mais obscenos. A tia gritava sem controle. O tio grunhia. As molas chiando que nem loucas.
Valentina tava perdida. Quis gritar, empurrar ele, fazer um escândalo… mas o corpo não obedecia. Ela ficou imóvel, tremendo, com a pussy toda molhada e o cu ardendo de tanto roçar.
Não soube quanto tempo passou. Minutos. Talvez mais.
De repente os sons do lado pararam. Um último gemido longo da tia. Silêncio.
E aí Ivan acelerou.
Com movimentos rápidos e desesperados, enfiou a mão por baixo do roupão e da calcinha da Valentina, abaixando só o suficiente pra deixar o cu dela de fora. Carne contra carne. A cock quente e pulsante deslizou entre as nádegas dela, se esfregando feito louca.
Valentina sentiu o primeiro jato quente bater na pele dela. Depois outro. E mais um. Parecia litros. Porra grossa, abundante, escorregadia, cobrindo as nádegas dela, escorrendo pela parte de baixo das costas, pingando entre as pernas. Ivan gozou em silêncio total, só com respirações ofegantes e uma última enfiada forte contra ela.
Quando terminou, ficou parado um segundo.
Depois, como se acordasse de um transe, virou rapidamente. Ficou de costas contra as costas dela. Não falou nada. Não se mexeu mais.
Valentina ficou imóvel, com o cu encharcado de porra quente do próprio irmão, o coração batendo na garganta e uma mistura de vergonha, culpa, medo… e um prazer tão intenso que as pernas tremiam.
A noite ainda não tinha acabado.
Só quando ouviu de novo o ronco profundo e ritmado do Ivan — aquele ronco grave de homem grande e exausto — que Valeria finalmente se atreveu a se mexer. Com todo cuidado, como se qualquer rangido pudesse entregar ela, deslizou pra fora dos lençóis. O Porra de leite do irmão dela, ainda morno e grosso, escorria pela parte de trás das coxas dela e se acumulava na curva da bunda dela. Cada passo que ela dava, sentia aquilo escorregando mais pra baixo, pegajoso, lembrando ela do que tinha acabado de rolar.
A casa tava em silêncio total. Só o zumbido distante da geladeira e, de repente, o barulho de um carro passando na rua a toda velocidade. Valéria parou na frente da porta do quarto dos pais. Tava entreaberta, só uma fresta de escuridão. Aquilo pareceu estranhíssimo pra ela: os pais dela sempre trancavam a porta, até colocavam o seguro. A curiosidade venceu o medo. Ela empurrou a porta com a ponta dos dedos.
Lá dentro, a luz da lua entrava pela janela entreaberta e desenhava sombras suaves na cama enorme. Os pais dela dormiam profundamente. A mãe dela de lado, com a boca entreaberta e a respiração pesada. O pai dela de barriga pra cima, com os braços abertos, que nem um urso enorme e fofo tirando uma soneca eterna. “Que gordinho e que lindo ele fica quando dorme”, pensou Valéria com uma onda de carinho que contrastava brutalmente com tudo que tinha rolado naquela noite.
Ela se aproximou devagar até o lado da mãe dela e tocou o ombro dela com suavidade.
— Mãe… — sussurrou.
Nada. Nem um movimento. “Com certeza tomou os remédios pra dormir de novo”, pensou. Depois, ela deu a volta na cama na ponta dos pés até chegar no lado do pai dela. Ia cobrir ele porque o peito dele tava descoberto e a corrente de ar fresco entrava pela janela. Ela pegou o lençol com dois dedos… e ao roçar os pelos grossos e ásperos do peito dele, sentiu uma sensação estranha: quente, engraçada, quase gostosa. Em vez de subir o lençol, ela baixou ele um pouco mais, só um pouquinho.
E aí ela viu.
O pai dela tava completamente pelado debaixo do lençol. O peitão largo, coberto de pelo preto grisalho, subia e descia com cada respiração. A barriga redonda, não que nem o abdômen definido do Ivan, mas máscula do jeito dela: forte, vivida, fofa pelo simples fato de ser o pai dela. Os olhos dela Valéria desceu devagar, percorrendo o corpo até chegar... naquilo.
Ali, entre coxas grossas e peludas, descansava um pau flácido, mas impressionante. Grosso como um antebraço, comprido mesmo em repouso, com uma cabeça enorme coberta pelo prepúcio fino e rosado. Parecia um cogumelo gigante e adormecido. Valéria não conseguiu evitar um sorriso no escuro. "Foi daí que o Ivan tirou aquela coisa tão grande... que cabeçuda... que formato engraçado, como se curva um pouquinho pra esquerda...".
Pensou em cobrir logo. Mas a curiosidade era mais forte.
"E se... só um pouquinho? Pra saber como é... só tocar um segundo..."
A ideia nasceu como um sussurro inocente na mente dela, mas cresceu rápido, alimentada por tudo que tinha vivido naquela noite: o gozo do irmão ainda escorrendo pelas pernas dela, os gemidos dos tios, o roçar proibido na cama. Ajoelhou-se devagar na altura da cintura do pai. Com a mão trêmula, afastou um pouco a coxa peluda pra enxergar melhor. Nenhuma reação. Olhou o rosto dormindo do pai: plácido, inocente, distante.
Esticou os dedos e roçou de leve a pele macia do tronco. Estava morno. Mais morno do que esperava. Macio como veludo sobre algo duro por dentro. O medo fez ela tirar a mão na hora, mas voltou. Dessa vez acariciou de cima pra baixo, bem devagar. Sentiu as veias grossas debaixo da pele, a textura levemente áspera do prepúcio. Era pesado, carnudo, vivo.
Aos poucos foi ganhando confiança. Fechou os dedos em volta do tronco. Não conseguia rodear ele por completo. "Meu Deus... que grosso...". Sentiu ele pulsar uma vez. Depois outra. E começou a crescer. Lenta, mas imparável. A cabeça apareceu do prepúcio, rosada, brilhante. Quando ficou semiereto, caiu pesado na barriga do pai com um baque suave.
— Que grande... — pensou Valéria, fascinada —. Que grosso também... muito grosso.
Pegou ele de novo. Dessa vez com mais decisão. Mediu com o olhar, com a mão. Não cabia. Pulsava como se tivesse coração próprio. Quente. Fervendo. Ela baixou o olhar e viu os testículos enormes, pendurados pesados entre as coxas. "E que ovos tão grandes...". Se ajeitou melhor, inclinando-se para frente. Estava a centímetros. A ponta quase roçava seus lábios. Ia abrir a boca... quando olhou de relance para a mãe. A culpa bateu como um chicote. "Será que eu fiquei maluca...?" Quase soltou ele e saiu correndo. Mas então lembrou das palavras da mãe naquela tarde: "Isso se você quiser, se não, já sabe onde fica a porta..." Uma raiva surda subiu pelo peito. "No fim das contas, foi você quem me empurrou pra isso. Se não tivesse me mandado dormir com o Ivan pra dar meu quarto pros tios... nada disso estaria acontecendo." Sem pensar mais, abriu a boca e enfiou a glande inteira de uma só vez. O pau cresceu na hora dentro da boca dela, enchendo tudo. O gosto era salgado, masculino, único: uma mistura de pele limpa, suor leve e algo mais profundo, animal. Valéria fechou os olhos e começou a mexer a língua. Inexperiente, desajeitada no começo, mas com muita vontade. Lamia todo o tronco de baixo pra cima, beijava a cabeça inchada, chupava o que conseguia enfiar. Abaixou a mão e pegou as bolas, massageou, apertou de leve entre os dedos, até mordeu com cuidado, sentindo como se contraíam. O pau ficou tão duro e grande que já não cabia confortável. Teve que recuar. Ao tirar da boca, fez um som molhado e barulhento, igual quando se chupa um pirulito gigante. Olhou pra ele: vermelho, brilhante de saliva, cheio de veias, imponente. Mas não desistiu. Partiu pra cima de novo, mais devagar dessa vez. Aprendeu rápido. Em uns dois minutos já chupava como se fizesse aquilo há anos: sugava a cabeça, lambia a parte de baixo onde era mais sensível, brincava com a língua na fenda, enfiava de novo o mais fundo que podia sem engasgar. O pai dela gemia baixinho no sono, afundado num prazer onírico do qual nunca acordaria. Valéria ficou obcecada. "Vou vir e vou chupar ele todas as às vezes que eu posso… que delícia que ela tem, que delícia que é…”
Exatamente quando sentia que podia continuar por horas, a mãe dela se mexeu na cama.
Valéria congelou. Rápido, cobriu o pai com o lençol, escondendo tudo, e recuou para as sombras ao pé da cama.
— Valéria…? — perguntou a mãe com voz pastosa, sonolenta, confusa. Os remédios ainda a deixavam grogue.
Valéria pensou rápido, o coração a mil.
— Desculpa, mãe… não queria te acordar… é que o Ivan não me deixa dormir com os roncos dele — disse Valéria com voz trêmula, mas tentando soar o mais natural possível —. Tava pensando que… já que sua cama é tão grande… será que você me deixa dormir com vocês? Só por essa noite…
A mãe esfregou os olhos, ainda meio fora de si por causa dos remédios. Valéria não esperou resposta: deu um pulo ágil e se meteu no meio dos dois, bem entre os pais, cobrindo-se rapidamente com o lençol até o pescoço. Fez isso para bloquear qualquer chance de a mãe descobrir o pai e ver a ereção que ainda se marcava sob o tecido fino. O coração batia tão forte que ela temia que fosse ouvido.
— Vou pegar um copo d'água… — murmurou a mãe, bocejando. Levantou-se devagar, cambaleante, sem questionar mais nada. Antes de sair, olhou para o marido dormindo e pensou em acordá-lo para avisar, mas sabia que Manuel tinha chegado exausto do trabalho no dia anterior e tinha tomado o remédio para dormir. Não acordaria nem com um terremoto. Então saiu arrastando os pés, deixando a porta entreaberta.
Assim que ficou sozinha com o pai, Valéria virou a cabeça para ele. Continuava de barriga para cima, respirando fundo e devagar. A silhueta do pau dele, ainda meio duro, desenhava-se claramente sob o lençol como uma cobra grossa e adormecida. Um arrepio percorreu suas costas e desceu direto para a buceta. Estava encharcada de novo. “Como eu queria que a mãe não precisasse voltar…”, pensou, mordendo o lábio inferior.
Minutos depois, a mãe voltou com o copo na mão. Valéria já estava deitada, coberta até o queixo, fingindo sonolência.
—Boa noite, mãe… —sussurrou.
—Dorme logo, filha… —respondeu a mãe, apagando o abajur e se enfiando no lado dela da cama. Fechou os olhos e em menos de um minuto começou a roncar baixinho.
Valéria contou mentalmente. Dez minutos eternos até o ronco da mãe ficar constante e profundo. Todos estavam de barriga pra cima: a perna esquerda de Valéria roçava a pele macia e quente da mãe; a direita, a perna peluda, grossa e pesada do pai. O contraste a excitou mais do que queria admitir.
Não aguentou nem trinta segundos a mais. Lançou uma mão exploradora debaixo dos lençóis, tateando às cegas até os dedos encontrarem a pica do pai. Tinha voltado ao estado mole, mas ainda era enorme, pesada, quente. Acariciou a ponta com a polpa do dedo e sentiu um fio grosso de líquido pré-gozando escorrendo pelo tronco. Ficou com água na boca. Queria chupar de novo, mas era arriscado demais com a mãe do lado. Se contentou em masturbar devagar, envolvendo com a mão o melhor que podia.
—Ohhhh, minha vida… —sussurrou o pai sonhando, com voz rouca e satisfeita, convencido de que era a esposa quem tava tocando ele.
De repente ele se mexeu. Valéria soltou rápido. O pai virou pra ela, ficando de lado. Valéria virou também, ficando de costas pra ele pra disfarçar. Sentiu as mãos grandes e calejadas do pai pousarem na cintura dela. Ficou paralisada. Os dedos se enfiaram por baixo do robe de cetim e da blusa leve, subindo até os peitos. Agarrou os dois com as mãos, massageando devagar, se deliciando com a firmeza.
—Tinha esquecido que você tinha esses peitos espetaculares, querida… —murmurou ele, ainda mais dormindo que acordado.
Valéria tava em chamas. Fazia anos que o pai não sentia umas tetas tão grandes e duras; na mente confusa dele, duvidava se era sonho ou realidade, mas não conseguia parar. Os polegares roçavam os bicos endurecidos. enquanto ele se encostava mais nas costas dela.
Um gemidinho escapou da Valeria sem querer. Isso foi o suficiente. O pai dela desceu uma mão, procurou entre as pernas dela. Valeria já tinha feito as manobras necessárias debaixo dos lençóis: tinha baixado a calcinha até os tornozelos. Não precisou lubrificar: ela estava escorrendo. Com a experiência de um homem maduro e na primeira tentativa certeira, a rola curva abriu caminho e entrou até o fundo de uma só enfiada.
— AUAUUHHHHHHHHHHGHHHH… — Valeria mordeu o travesseiro para abafar o grito. A dor foi aguda, mas breve. Ela sentiu o hímen romper, sentiu ele preenchendo ela por completo pela primeira vez. O pai dela grunhiu baixinho, sem abrir os olhos.
— Se isso é um sonho… deve ser um sonho… um bendito sonho do qual nunca quero acordar… esses comprimidos realmente ajudam… — ele pensou em voz alta, quase inaudível, enquanto começava a bombear devagar.
No começo foi lento, quase carinhoso. Mas em poucos minutos a força aumentou. Cada estocada era profunda, brutal, controlada. Valeria sentia os colhões pesados batendo contra ela. O pai dela segurou os quadris dela com força bestial, cravando ela no lugar.
Os ovos estavam a ponto de estourar. Ele acelerou, grunhindo. Valeria pensou: “Se eu não me mexer, papai me engravida… me faz um filho… ou um irmãozinho…”. O pânico e a excitação se misturaram. Ela tentou se afastar um pouco, mas o pai dela segurou ela com mais força, se posicionando perfeito para descarregar. Em segundos começou a jorrar: jorros grossos, quentes, intermináveis. Litros de gozo inundando ela, apontando direto pro fundo com pontaria letal.
Valeria gozou sem conseguir evitar. Um orgasmo brutal percorreu ela dos pés à cabeça. Ela teve que morder o lábio até quase sangrar para não gritar. O pai dela soltou um último:
— OOOOOHHHHHHHHHH…
E se esvaziou por completo. A piroca se retirou devagar, já mole, e ele voltou a cair em sono profundo, sem abrir os olhos uma vez sequer. Não fazia ideia de que acabava de desvirgar a própria filha.
Valeria ficou parada vários minutos, Tremendo, processando. Tinha entrado virgem naquele quarto e sairia mulher. Tonta, sentou na cama. O ar fresco da noite roçou a pele suada dela. Catou a calcinha no pé da cama, vestiu e saiu em silêncio rumo ao quarto do Ivan. Enfiou debaixo dos lençóis, exausta, e dormiu quase na hora.
No dia seguinte foi a última a descer. Ouviu vozes do térreo: os pais dela discutindo. Entrou no chuveiro rápido, lavou bem os vestígios da noite — porra seca entre as pernas, sangue fraco na calcinha — e desceu tentando parecer normal.
Na cozinha estavam todos: o Ivan e os tios de bom humor, rindo. Os pais dela, por outro lado, tensos.
Quando a viram entrar, a mãe dela encarou ela.
— Valéria, você esteve no quarto ontem à noite, né?
Valéria hesitou um segundo. Olhou pra todo mundo: o pai dela desviava o olhar, o Ivan observava ela com uma mistura de medo e culpa (com certeza pensando naquilo do cu), os tios alheios a tudo.
— Não, mãe… — falou com voz firme —. O Ivan dormiu comigo. Pergunta pra ele se eu saí do quarto.
A mãe dela virou pra olhar o Ivan. Ele engoliu seco, pálido.
— Sim, mãe… A Valéria nunca saiu do quarto — mentiu, com a voz meio trêmula.
— Te falei — o pai rebateu pra mãe —. Foi tudo fruto do seu sonambulismo.
— Bom… — murmurou a mãe, duvidando mas já mais convencida —. Mas isso não te livra de ter que lavar o lençol. Olha só ter manchado de sangue… com certeza saiu do seu nariz enquanto dormia e, como você toma esses remédios, nem percebeu…
Valéria sentiu um calor subir pelo pescoço. Baixou o olhar pro prato, segurando um sorriso nervoso. Ninguém sabia de nada. Ninguém desconfiava. Mas ela… ela já não era mais a mesma. E algo dizia que aquela noite tinha sido só o começo.
Imagem descrita: Valéria exibe a bunda cheia de porra de dois caras na mesma noite.
Mora emLeão, Guanajuatoem uma casa confortável, mas sem ostentação, junto com o irmão mais velhoIván Chávez, de 22 anos. O Ivan é o típico irmão mais velho protetor, intenso e leal até o talo. Fisicamente é uma máquina: tem cerca de 1,82 m, ombros largos como porta, braços veiudos e grossos, peitoral marcado, abdômen tanquinho e pernas que parecem colunas de mármore.
O Ivan é apaixonado por esporte físico: treina pesado com pesos 5 a 6 dias por semana, joga futebol americano (foi linebacker na época da faculdade) e é fã incondicional doClubeLeãoTem o escudo tatuado no peito, vai em quase todos os jogos no Estádio León e a playlist de academia dele é cheia de hinos do time. Quando não está na academia ou vendo futebol, tá correndo, fazendo sparring ou motivando os amigos nas redes. Já a Valentina, por outro lado, estudaMarketing Digital e Design de Modana Universidade de Guanajuato (campus León). Sonha em lançar sua própria marca de lingerie para mulheres com curvas reais: peças que abraçam o corpo, fazem se sentir gostosa e poderosa sem sacrificar o conforto. Seus ideais giram em torno da independência financeira, amor próprio, família, saúde mental e viver sem pedir permissão para brilhar. Quer viajar pelo mundo (Itália e Dubai estão no topo da lista), dominar inglês e francês, e um dia ter seu próprio estúdio de fotos e conteúdo.Por que a Valentina ainda não tem um namorado?Tá numa fase de foco total nela mesma. "Não preciso de ninguém pra me completar, já tô completa. Quero alguém ambicioso, que respeite meu espaço, que não se sinta ameaçado por uma mulher que sabe o que quer e que some na minha vida em vez de diminuir. Meu irmão Iván espanta metade só com o olhar, mas a real é que prefiro ficar sozinha do que mal acompanhada. Tô curtindo minha juventude, meu corpo e minhas metas.O momento que mudou tudo…Uma tarde, a Valentina precisava dar uma olhada rápida na internet e o notebook do Iván tava aberto na sala (ele tinha ido pra academia). Sem pensar muito, ela pegou. Quando mexeu no mouse, abriu uma pasta de fotos na área de trabalho. Entre selfies de treino e memes do Leão, apareceuessafoto: Ivan na frente do espelho, de cueca mínima, mão na barriga, pernas abertas mostrando cada fibra muscular… e aquele volume evidente, grosso e marcado debaixo do tecido preto e amarelo.
Valentina sentiu um calor subir pelo pescoço até as bochechas. O coração dela disparou, como se tivesse corrido 5 km. Nunca tinha sentido algo assim pelo próprio irmão: uma mistura de admiração pelo físico bruto dele, curiosidade proibida e um formigamento intenso, quase elétrico, na parte de baixo da barriga. Ficou olhando pra tela mais tempo do que devia. Notou como as veias dos braços dele se destacavam, como os quadríceps pareciam esculpidos em pedra, e principalmente aquele volume na entreperna que o tecido mal segurava. Algo despertou nela: desejo cru, confuso, culpado… mas impossível de ignorar.
Sem perceber, clicou com o botão direito e mandou a foto pro e-mail dela. Fechou o notebook rápido, com as mãos tremendo um pouco, e foi pro quarto. Aquela noite não conseguiu dormir pensando naquilo. Ficava repetindo pra si mesma que era normal admirar um corpo daquele, que era o irmão dela e pronto… mas o calor não passava. Desde então, toda vez que vê ele saindo do banho de toalha ou treinando no quintal, a mente dela volta pra aquela imagem.
Na sexta à tarde, a campainha tocou às 6:30. Valentina tinha acabado de limpar o quarto dela até deixar impecável pros tios. A mãe dela, dona Carmen, abriu a porta com um sorriso de orelha a orelha.
— Juan Luis! Martha! Que bom ver vocês! Entrem, entrem.
O tio Juan Luis, de 48 anos, alto, bigode grosso e olhar sempre um pouco intenso demais, entrou carregando duas malas. Quando viu Valentina descendo as escadas com um short jeans curto e uma blusa branca justa, ficou paralisado por um segundo. Os olhos dele percorreram sem vergonha o corpo da sobrinha: os quadris largos, a cintura marcada, os peitos que balançavam suavemente a cada passo. “Porra… como essa gostosa cresceu”, pensou.
Valentina se aproximou pra cumprimentar. O tio abriu os braços.
— Vem cá, minha Rainha. Quanto tempo!
Ele abraçou ela forte, forte demais. A mão direita dele pousou bem na curva da lombar dela, quase roçando o começo da bunda dela. Com a outra mão, apertou ela contra o peito dele, sentindo claramente os peitos dela se amassarem contra ele. Valentina sentiu o calor daquele corpo masculino, o cheiro de colônia forte e algo mais… algo que deixou ela desconfortável. O tio baixou o rosto e deu um beijo “de cumprimento”… mas os lábios dele roçaram o canto da boca dela, bem perto, quase na boca. Valentina ficou tensa, mas não disse nada. Estava confusa, paralisada. “Foi sem querer?”, ela se perguntou. O tio se afastou sorrindo, com um olhar sombrio que ninguém mais notou.
— Você está linda, Valentina. Já é toda uma mulher — ele disse, e a mão dele deu um último aperto na cintura dela antes de soltar.
Ela só sorriu forçado e murmurou um “obrigada, tio”.
Depois do jantar e de todo mundo se acomodar, dona Carmen pegou Valentina pelo braço na cozinha.
— Filha, você já sabe… seus tios vão ficar no seu quarto. É o maior e mais confortável. Você pode dormir no do Ivan. A cama dele é king size, cabe vocês dois sem problema.
— Mãe, não… pelo amor. Já dividi quarto com Ivan quando éramos crianças, mas agora…
— Agora nada — cortou a mãe, baixando a voz mas firme —. Não vamos mandar seu tio Juan Luis e sua tia pra um hotel. Seria uma falta de educação. Se não quiser dormir com seu irmão, já sabe onde fica a porta.
Valentina discutiu por quase dez minutos. A mãe não cedeu nem um milímetro. O pai dela, Manuel, estava na sala conversando sobre futebol com o tio e nem levantou o olhar quando ela olhou suplicante pra ele. Ele adorava o Juan Luis. Não ia se meter.
Resignada, com o coração batendo forte, Valentina subiu pra trocar os lençóis da cama dela pros tios e depois foi pro novo “quarto” temporário dela.
Naquela noite, depois de tomar banho, ela vestiu uma calcinha preta de algodão bem pequena e uma blusa leve branca de alças. Por cima, colocou o robe de cetim rosa curto, amarrando bem pra não abrir. Não transpareceu nada. Ela se olhou no espelho. Tava nervosa. Muito nervosa.
“A cama dele é grande… mas mesmo assim vamos ficar perto. Perto demais.”
Ela entrou no quarto do Iván. Ele ainda não tinha subido. Ela se enfiou debaixo dos lençóis, do lado direito, e se deitou de lado, de costas pra metade da cama. O coração batia tão forte que ela ouvia nos ouvidos.
Minutos depois, a porta se abriu. Iván entrou sorrindo, recém-banhado, só de cueca box preta justa e uma toalha no pescoço. Exatamente igual à foto que ela tinha guardado. O volume marcava claramente debaixo do tecido. As pernas grossas, cheias de veias, puro músculo. Valentina sentiu um calor instantâneo entre as pernas.
— Ei, beleza? — ele falou natural, jogando a toalha numa cadeira — Já se ajeitou? Mamãe me disse que você vai ficar aqui o fim de semana. Sem problema, a cama é gigante.
Valentina sorriu nervosa, sem virar direito.
— É… não tinha outro jeito. Os tios ficaram com meu quarto.
Iván riu baixinho enquanto se enfiava debaixo dos lençóis.
— Fica tranquila, não vou te morder. Mas você tá estranha desde que cheguei. Tudo bem?
— Tudo bem — ela mentiu, com a voz meio trêmula.
Iván apagou a luz do teto. Só ficou a pequena luminária de cabeceira acesa.
— Boa noite, Val.
— Boa noite, Iván…
Valentina ficou dura, de costas pra ele. O silêncio era total. Só se ouvia a respiração dos dois.
Na cabeça dela, não paravam as imagens e pensamentos:
“Ele tá dormindo quase pelado… igual na foto. Aquele volume… Deus, é tão grosso. Se ele chegar nem que seja um pouquinho perto… se virar e encostar em mim… com aquela piroca tão comprida e grossa… facilmente arrebenta meu cu. Mete até o fundo e me destrói. E se meter na minha buceta… me desvirga num segundo. Me engravida. É um touro. Um garanhão. Meu próprio irmão… e tem uma piroca de animal.”
Cada pensamento deixava ela mais excitada e mais nervosa ao mesmo tempo. Ela sentia a virilha molhada, quente. Apertava as coxas sem perceber. conta. O coração batia tão forte que ela tinha medo de ele ouvir.
Não conseguia fechar os olhos. Cada vez que respirava fundo, imaginava que o corpo de Iván se mexia e que, a qualquer momento, aquele volume quente e pesado roçaria a bunda dela. E o pior… uma parte dela, bem pequena mas impossível de calar, quase desejava que acontecesse.
Valentina ficou assim, acordada, tensa, excitada e aterrorizada, por mais de uma hora. A noite mal tinha começado.
Depois de meia hora de tensão absoluta, Valentina começou a relaxar um pouco a guarda. O silêncio no quarto era tão profundo que ela quase ouvia o próprio pulso desacelerando. “Já passou o pior… ele só tá dormindo. Amanhã é outro dia”, disse pra si mesma, tentando se convencer. Fechou os olhos finalmente, respirou fundo e pensou que talvez conseguisse dormir.
Mas então Iván mudou de posição.
Foi sutil no começo: um movimento lento, como se estivesse sonhando. Ele virou-se para ela e, sem abrir os olhos, se acomodou bem atrás, colando o peito nas costas de Valentina. O calor do corpo dele a envolveu na hora, como um cobertor pesado e vivo. Ela abriu os olhos de repente. O sono evaporou num segundo.
Não ousou se mexer. Sentiu a respiração quente de Iván na nuca, o roçar acidental da coxa dele na dela. A mente dela gritava: “Se ele mexer a mão… se descer um pouco mais… vai pegar na minha buceta, nas minhas pernas…”. Se preparou mentalmente pra qualquer toque invasor, mas nada aconteceu. Ainda assim, o medo (e algo mais obscuro) mantinha os músculos dela tensos.
“O que eu faço? Levanto e vou pros meus pais? Não… impossível. Vão me xingar, vão perguntar, vão desconfiar…”. Então ficou parada, tentando se distrair. Começou a soletrar na cabeça a letra daquela música que tava bombando no TikTok: “B-e-i-j-o-s d-e m-e-l, s-e-u c-o-r-p-o é m-e-u r-e-f-ú-g-i-o…” Repetia as palavras uma e outra vez, como um mantra, pra não pensar no calor que emanava do corpo do irmão nem no quão perto tava aquela… coisa que ela tinha visto. a foto.
De repente, um barulho quebrou o silêncio.
Não era forte no começo, só um rangido ritmado, quase discreto. Mas vinha do quarto ao lado. DoAqui está a tradução para o português brasileiro:
suquarto.
As molas do colchão começaram a chiar:cri… cri… cri…Lento, pausado. Depois um baque seco. E outro. E outro mais forte.
Valentina ficou paralisada.
Era inconfundível. O tio Juan Luis e a tia Martha estavam transando. Na cama dela. Na cama que ela mesma tinha arrumado com lençóis limpos naquela mesma tarde.
O ritmo foi ganhando velocidade. Primeiro lento, quase carinhoso. Depois mais intenso. As molas começaram a ranger com força.CRIC-CRIC-CRIC-CRICCada investida fazia tremer a estrutura de madeira. E aí vieram as palmadas na bunda.PLAF!Um som seco, carnudo, seguido de um gemido abafado da tia.PLAF! PLAF!—Assim… assim, filho da puta… mais forte… —ouviu a voz rouca da tia, entre gemidos.
Valentina sentiu uma onda de indignação. “Na minha cama! Vão deixar o lençol cheio de porra!”. Quis se levantar, bater na parede, gritar pra eles pararem… mas não conseguia. Tava presa. Então ficou ouvindo, furiosa e… curiosamente, começando a esquentar.
As imagens invadiram a cabeça dela sem permissão: o tio Juan Luis em cima da esposa, suado, com o bigode molhado, dando tapas na bunda enquanto ela uivava igual uma cadela no cio. A tia de pernas abertas, os peitos balançando, pedindo mais. Valentina fechou os olhos com força, envergonhada de si mesma. “Que porra é essa? Por que tô imaginando isso?”.
E então percebeu algo pior.
Ivan já não roncava.
Antes ele tava respirando fundo, com aquele ronco leve de homem grande e cansado. Agora… silêncio total. Tava acordado.
“Ele tá acordado… e ouvindo tudo”, pensou ela, com o coração na garganta.
Naquele exato momento, sentiu Ivan se encostar mais. Não foi um movimento de sono. Foi de propósito. Centímetro por centímetro, o corpo dele se aproximou até que o volume duro e quente da virilha dele ficou pressionado bem na curva da bunda dela.
Valentina parou de respirar.
Então, sem dizer uma palavra, Ivan deslizou um braço pela cintura dela. Puxou ela pra trás com força possessiva, como se fosse dele. A bunda de Valentina bateu direto naquela pica grossa, comprida e completamente dura. O tecido da cueca de Ivan era tão fino que ela sentia cada veia, cada centímetro de grossura, a cabeça inchada roçando bem entre as nádegas dela.
Quase escapou um gemido.
Era enorme. Muito maior do que tinha imaginado quando viu a foto. A ponta chegava quase até a parte de baixo das costas dela. Valentina sentiu um choque de prazer tão forte que as coxas se apertaram sozinhas. Tava quase gozando só com o contato.
Ivan começou a mexer o quadril. Devagar no começo. Se esfregando. contra ela. Carne contra carne através do tecido fininho. Cada roçada fazia a cock deslizar pra cima e pra baixo, apertando bem no lugar mais sensível dela.
Os gemidos do quarto ao lado ficaram mais altos, mais obscenos. A tia gritava sem controle. O tio grunhia. As molas chiando que nem loucas.
Valentina tava perdida. Quis gritar, empurrar ele, fazer um escândalo… mas o corpo não obedecia. Ela ficou imóvel, tremendo, com a pussy toda molhada e o cu ardendo de tanto roçar.
Não soube quanto tempo passou. Minutos. Talvez mais.
De repente os sons do lado pararam. Um último gemido longo da tia. Silêncio.
E aí Ivan acelerou.
Com movimentos rápidos e desesperados, enfiou a mão por baixo do roupão e da calcinha da Valentina, abaixando só o suficiente pra deixar o cu dela de fora. Carne contra carne. A cock quente e pulsante deslizou entre as nádegas dela, se esfregando feito louca.
Valentina sentiu o primeiro jato quente bater na pele dela. Depois outro. E mais um. Parecia litros. Porra grossa, abundante, escorregadia, cobrindo as nádegas dela, escorrendo pela parte de baixo das costas, pingando entre as pernas. Ivan gozou em silêncio total, só com respirações ofegantes e uma última enfiada forte contra ela.
Quando terminou, ficou parado um segundo.
Depois, como se acordasse de um transe, virou rapidamente. Ficou de costas contra as costas dela. Não falou nada. Não se mexeu mais.
Valentina ficou imóvel, com o cu encharcado de porra quente do próprio irmão, o coração batendo na garganta e uma mistura de vergonha, culpa, medo… e um prazer tão intenso que as pernas tremiam.
A noite ainda não tinha acabado.
Só quando ouviu de novo o ronco profundo e ritmado do Ivan — aquele ronco grave de homem grande e exausto — que Valeria finalmente se atreveu a se mexer. Com todo cuidado, como se qualquer rangido pudesse entregar ela, deslizou pra fora dos lençóis. O Porra de leite do irmão dela, ainda morno e grosso, escorria pela parte de trás das coxas dela e se acumulava na curva da bunda dela. Cada passo que ela dava, sentia aquilo escorregando mais pra baixo, pegajoso, lembrando ela do que tinha acabado de rolar.
A casa tava em silêncio total. Só o zumbido distante da geladeira e, de repente, o barulho de um carro passando na rua a toda velocidade. Valéria parou na frente da porta do quarto dos pais. Tava entreaberta, só uma fresta de escuridão. Aquilo pareceu estranhíssimo pra ela: os pais dela sempre trancavam a porta, até colocavam o seguro. A curiosidade venceu o medo. Ela empurrou a porta com a ponta dos dedos.
Lá dentro, a luz da lua entrava pela janela entreaberta e desenhava sombras suaves na cama enorme. Os pais dela dormiam profundamente. A mãe dela de lado, com a boca entreaberta e a respiração pesada. O pai dela de barriga pra cima, com os braços abertos, que nem um urso enorme e fofo tirando uma soneca eterna. “Que gordinho e que lindo ele fica quando dorme”, pensou Valéria com uma onda de carinho que contrastava brutalmente com tudo que tinha rolado naquela noite.
Ela se aproximou devagar até o lado da mãe dela e tocou o ombro dela com suavidade.
— Mãe… — sussurrou.
Nada. Nem um movimento. “Com certeza tomou os remédios pra dormir de novo”, pensou. Depois, ela deu a volta na cama na ponta dos pés até chegar no lado do pai dela. Ia cobrir ele porque o peito dele tava descoberto e a corrente de ar fresco entrava pela janela. Ela pegou o lençol com dois dedos… e ao roçar os pelos grossos e ásperos do peito dele, sentiu uma sensação estranha: quente, engraçada, quase gostosa. Em vez de subir o lençol, ela baixou ele um pouco mais, só um pouquinho.
E aí ela viu.
O pai dela tava completamente pelado debaixo do lençol. O peitão largo, coberto de pelo preto grisalho, subia e descia com cada respiração. A barriga redonda, não que nem o abdômen definido do Ivan, mas máscula do jeito dela: forte, vivida, fofa pelo simples fato de ser o pai dela. Os olhos dela Valéria desceu devagar, percorrendo o corpo até chegar... naquilo.
Ali, entre coxas grossas e peludas, descansava um pau flácido, mas impressionante. Grosso como um antebraço, comprido mesmo em repouso, com uma cabeça enorme coberta pelo prepúcio fino e rosado. Parecia um cogumelo gigante e adormecido. Valéria não conseguiu evitar um sorriso no escuro. "Foi daí que o Ivan tirou aquela coisa tão grande... que cabeçuda... que formato engraçado, como se curva um pouquinho pra esquerda...".
Pensou em cobrir logo. Mas a curiosidade era mais forte.
"E se... só um pouquinho? Pra saber como é... só tocar um segundo..."
A ideia nasceu como um sussurro inocente na mente dela, mas cresceu rápido, alimentada por tudo que tinha vivido naquela noite: o gozo do irmão ainda escorrendo pelas pernas dela, os gemidos dos tios, o roçar proibido na cama. Ajoelhou-se devagar na altura da cintura do pai. Com a mão trêmula, afastou um pouco a coxa peluda pra enxergar melhor. Nenhuma reação. Olhou o rosto dormindo do pai: plácido, inocente, distante.
Esticou os dedos e roçou de leve a pele macia do tronco. Estava morno. Mais morno do que esperava. Macio como veludo sobre algo duro por dentro. O medo fez ela tirar a mão na hora, mas voltou. Dessa vez acariciou de cima pra baixo, bem devagar. Sentiu as veias grossas debaixo da pele, a textura levemente áspera do prepúcio. Era pesado, carnudo, vivo.
Aos poucos foi ganhando confiança. Fechou os dedos em volta do tronco. Não conseguia rodear ele por completo. "Meu Deus... que grosso...". Sentiu ele pulsar uma vez. Depois outra. E começou a crescer. Lenta, mas imparável. A cabeça apareceu do prepúcio, rosada, brilhante. Quando ficou semiereto, caiu pesado na barriga do pai com um baque suave.
— Que grande... — pensou Valéria, fascinada —. Que grosso também... muito grosso.
Pegou ele de novo. Dessa vez com mais decisão. Mediu com o olhar, com a mão. Não cabia. Pulsava como se tivesse coração próprio. Quente. Fervendo. Ela baixou o olhar e viu os testículos enormes, pendurados pesados entre as coxas. "E que ovos tão grandes...". Se ajeitou melhor, inclinando-se para frente. Estava a centímetros. A ponta quase roçava seus lábios. Ia abrir a boca... quando olhou de relance para a mãe. A culpa bateu como um chicote. "Será que eu fiquei maluca...?" Quase soltou ele e saiu correndo. Mas então lembrou das palavras da mãe naquela tarde: "Isso se você quiser, se não, já sabe onde fica a porta..." Uma raiva surda subiu pelo peito. "No fim das contas, foi você quem me empurrou pra isso. Se não tivesse me mandado dormir com o Ivan pra dar meu quarto pros tios... nada disso estaria acontecendo." Sem pensar mais, abriu a boca e enfiou a glande inteira de uma só vez. O pau cresceu na hora dentro da boca dela, enchendo tudo. O gosto era salgado, masculino, único: uma mistura de pele limpa, suor leve e algo mais profundo, animal. Valéria fechou os olhos e começou a mexer a língua. Inexperiente, desajeitada no começo, mas com muita vontade. Lamia todo o tronco de baixo pra cima, beijava a cabeça inchada, chupava o que conseguia enfiar. Abaixou a mão e pegou as bolas, massageou, apertou de leve entre os dedos, até mordeu com cuidado, sentindo como se contraíam. O pau ficou tão duro e grande que já não cabia confortável. Teve que recuar. Ao tirar da boca, fez um som molhado e barulhento, igual quando se chupa um pirulito gigante. Olhou pra ele: vermelho, brilhante de saliva, cheio de veias, imponente. Mas não desistiu. Partiu pra cima de novo, mais devagar dessa vez. Aprendeu rápido. Em uns dois minutos já chupava como se fizesse aquilo há anos: sugava a cabeça, lambia a parte de baixo onde era mais sensível, brincava com a língua na fenda, enfiava de novo o mais fundo que podia sem engasgar. O pai dela gemia baixinho no sono, afundado num prazer onírico do qual nunca acordaria. Valéria ficou obcecada. "Vou vir e vou chupar ele todas as às vezes que eu posso… que delícia que ela tem, que delícia que é…”
Exatamente quando sentia que podia continuar por horas, a mãe dela se mexeu na cama.
Valéria congelou. Rápido, cobriu o pai com o lençol, escondendo tudo, e recuou para as sombras ao pé da cama.
— Valéria…? — perguntou a mãe com voz pastosa, sonolenta, confusa. Os remédios ainda a deixavam grogue.
Valéria pensou rápido, o coração a mil.
— Desculpa, mãe… não queria te acordar… é que o Ivan não me deixa dormir com os roncos dele — disse Valéria com voz trêmula, mas tentando soar o mais natural possível —. Tava pensando que… já que sua cama é tão grande… será que você me deixa dormir com vocês? Só por essa noite…
A mãe esfregou os olhos, ainda meio fora de si por causa dos remédios. Valéria não esperou resposta: deu um pulo ágil e se meteu no meio dos dois, bem entre os pais, cobrindo-se rapidamente com o lençol até o pescoço. Fez isso para bloquear qualquer chance de a mãe descobrir o pai e ver a ereção que ainda se marcava sob o tecido fino. O coração batia tão forte que ela temia que fosse ouvido.
— Vou pegar um copo d'água… — murmurou a mãe, bocejando. Levantou-se devagar, cambaleante, sem questionar mais nada. Antes de sair, olhou para o marido dormindo e pensou em acordá-lo para avisar, mas sabia que Manuel tinha chegado exausto do trabalho no dia anterior e tinha tomado o remédio para dormir. Não acordaria nem com um terremoto. Então saiu arrastando os pés, deixando a porta entreaberta.
Assim que ficou sozinha com o pai, Valéria virou a cabeça para ele. Continuava de barriga para cima, respirando fundo e devagar. A silhueta do pau dele, ainda meio duro, desenhava-se claramente sob o lençol como uma cobra grossa e adormecida. Um arrepio percorreu suas costas e desceu direto para a buceta. Estava encharcada de novo. “Como eu queria que a mãe não precisasse voltar…”, pensou, mordendo o lábio inferior.
Minutos depois, a mãe voltou com o copo na mão. Valéria já estava deitada, coberta até o queixo, fingindo sonolência.
—Boa noite, mãe… —sussurrou.
—Dorme logo, filha… —respondeu a mãe, apagando o abajur e se enfiando no lado dela da cama. Fechou os olhos e em menos de um minuto começou a roncar baixinho.
Valéria contou mentalmente. Dez minutos eternos até o ronco da mãe ficar constante e profundo. Todos estavam de barriga pra cima: a perna esquerda de Valéria roçava a pele macia e quente da mãe; a direita, a perna peluda, grossa e pesada do pai. O contraste a excitou mais do que queria admitir.
Não aguentou nem trinta segundos a mais. Lançou uma mão exploradora debaixo dos lençóis, tateando às cegas até os dedos encontrarem a pica do pai. Tinha voltado ao estado mole, mas ainda era enorme, pesada, quente. Acariciou a ponta com a polpa do dedo e sentiu um fio grosso de líquido pré-gozando escorrendo pelo tronco. Ficou com água na boca. Queria chupar de novo, mas era arriscado demais com a mãe do lado. Se contentou em masturbar devagar, envolvendo com a mão o melhor que podia.
—Ohhhh, minha vida… —sussurrou o pai sonhando, com voz rouca e satisfeita, convencido de que era a esposa quem tava tocando ele.
De repente ele se mexeu. Valéria soltou rápido. O pai virou pra ela, ficando de lado. Valéria virou também, ficando de costas pra ele pra disfarçar. Sentiu as mãos grandes e calejadas do pai pousarem na cintura dela. Ficou paralisada. Os dedos se enfiaram por baixo do robe de cetim e da blusa leve, subindo até os peitos. Agarrou os dois com as mãos, massageando devagar, se deliciando com a firmeza.
—Tinha esquecido que você tinha esses peitos espetaculares, querida… —murmurou ele, ainda mais dormindo que acordado.
Valéria tava em chamas. Fazia anos que o pai não sentia umas tetas tão grandes e duras; na mente confusa dele, duvidava se era sonho ou realidade, mas não conseguia parar. Os polegares roçavam os bicos endurecidos. enquanto ele se encostava mais nas costas dela.
Um gemidinho escapou da Valeria sem querer. Isso foi o suficiente. O pai dela desceu uma mão, procurou entre as pernas dela. Valeria já tinha feito as manobras necessárias debaixo dos lençóis: tinha baixado a calcinha até os tornozelos. Não precisou lubrificar: ela estava escorrendo. Com a experiência de um homem maduro e na primeira tentativa certeira, a rola curva abriu caminho e entrou até o fundo de uma só enfiada.
— AUAUUHHHHHHHHHHGHHHH… — Valeria mordeu o travesseiro para abafar o grito. A dor foi aguda, mas breve. Ela sentiu o hímen romper, sentiu ele preenchendo ela por completo pela primeira vez. O pai dela grunhiu baixinho, sem abrir os olhos.
— Se isso é um sonho… deve ser um sonho… um bendito sonho do qual nunca quero acordar… esses comprimidos realmente ajudam… — ele pensou em voz alta, quase inaudível, enquanto começava a bombear devagar.
No começo foi lento, quase carinhoso. Mas em poucos minutos a força aumentou. Cada estocada era profunda, brutal, controlada. Valeria sentia os colhões pesados batendo contra ela. O pai dela segurou os quadris dela com força bestial, cravando ela no lugar.
Os ovos estavam a ponto de estourar. Ele acelerou, grunhindo. Valeria pensou: “Se eu não me mexer, papai me engravida… me faz um filho… ou um irmãozinho…”. O pânico e a excitação se misturaram. Ela tentou se afastar um pouco, mas o pai dela segurou ela com mais força, se posicionando perfeito para descarregar. Em segundos começou a jorrar: jorros grossos, quentes, intermináveis. Litros de gozo inundando ela, apontando direto pro fundo com pontaria letal.
Valeria gozou sem conseguir evitar. Um orgasmo brutal percorreu ela dos pés à cabeça. Ela teve que morder o lábio até quase sangrar para não gritar. O pai dela soltou um último:
— OOOOOHHHHHHHHHH…
E se esvaziou por completo. A piroca se retirou devagar, já mole, e ele voltou a cair em sono profundo, sem abrir os olhos uma vez sequer. Não fazia ideia de que acabava de desvirgar a própria filha.
Valeria ficou parada vários minutos, Tremendo, processando. Tinha entrado virgem naquele quarto e sairia mulher. Tonta, sentou na cama. O ar fresco da noite roçou a pele suada dela. Catou a calcinha no pé da cama, vestiu e saiu em silêncio rumo ao quarto do Ivan. Enfiou debaixo dos lençóis, exausta, e dormiu quase na hora.
No dia seguinte foi a última a descer. Ouviu vozes do térreo: os pais dela discutindo. Entrou no chuveiro rápido, lavou bem os vestígios da noite — porra seca entre as pernas, sangue fraco na calcinha — e desceu tentando parecer normal.
Na cozinha estavam todos: o Ivan e os tios de bom humor, rindo. Os pais dela, por outro lado, tensos.
Quando a viram entrar, a mãe dela encarou ela.
— Valéria, você esteve no quarto ontem à noite, né?
Valéria hesitou um segundo. Olhou pra todo mundo: o pai dela desviava o olhar, o Ivan observava ela com uma mistura de medo e culpa (com certeza pensando naquilo do cu), os tios alheios a tudo.
— Não, mãe… — falou com voz firme —. O Ivan dormiu comigo. Pergunta pra ele se eu saí do quarto.
A mãe dela virou pra olhar o Ivan. Ele engoliu seco, pálido.
— Sim, mãe… A Valéria nunca saiu do quarto — mentiu, com a voz meio trêmula.
— Te falei — o pai rebateu pra mãe —. Foi tudo fruto do seu sonambulismo.
— Bom… — murmurou a mãe, duvidando mas já mais convencida —. Mas isso não te livra de ter que lavar o lençol. Olha só ter manchado de sangue… com certeza saiu do seu nariz enquanto dormia e, como você toma esses remédios, nem percebeu…
Valéria sentiu um calor subir pelo pescoço. Baixou o olhar pro prato, segurando um sorriso nervoso. Ninguém sabia de nada. Ninguém desconfiava. Mas ela… ela já não era mais a mesma. E algo dizia que aquela noite tinha sido só o começo.
Imagem descrita: Valéria exibe a bunda cheia de porra de dois caras na mesma noite.
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