Tanto a Mara quanto a Estefany tinham engravidado, as duas, quase ao mesmo tempo, na mesma sintonia, e olha que o estranho teria sido se não tivessem engravidado. Se a Estefany ainda tinha espaço e a Mara não era estéril, era o normal. O padrasto comeu as duas em cada foda que podia, nos dias mais férteis delas, naqueles em que não podiam engravidar, enquanto sangravam, não teve uma única exceção e gozou dentro sem nenhum remorso. Com duas semanas de diferença, mãe e filha iam ser dupla mamãe do padrasto, embora fosse estranho, porque agora o pai de um dos bebês ia ser ao mesmo tempo o avô, enquanto a Mara ia ser mãe de um e ainda teria outra irmã que criaria como filha, e as bebês iam ser irmãs e tia/sobrinha, respectivamente. Era uma bagunça estranha, mas o padrasto tava feliz, antigamente as coisas eram assim, entre família, além disso ia fazer bem pra Mara, ele dizia que ela precisava começar a se responsabilizar por uma criança pra amadurecer como mulher.
Os meses de gravidez passaram e nem assim Mara e Estefany escapavam de fazer todo o trabalho doméstico e de receber pica, afinal já não iam engravidar de novo.
Enquanto a Estefany tava cozinhando, o padrasto chegou por trás, arrancou a fio dental e o shortinho dela e começou a meter, no meio da cozinha, sem se importar com a comida, enquanto a Estefany gritava pra Mara.
Estefany: Ahhh, ahhh Maraaaaa ahh olha a minha comida, ahhhh.
Enquanto o padrasto continuava comendo ela, a barriga pesava, os peitos inchados balançavam, ela empinava a bunda e deixava ele meter, enquanto gemia e largava a tarefa que tava fazendo pra Mara, embora às vezes fosse o contrário e quem levava era a Mara, e quem tinha que sair pra cobrir ela era a Estefany.
A nova vida que elas tinham que se acostumar era essa, as duas eram praticamente propriedade do padrasto. Ele cuidava de sustentar as duas, mas em troca elas tinham que obedecer ele e deixar tudo em ordem. Enquanto estavam fazendo a limpeza, o padrasto chegava por trás, elas tinham que estar sempre prontas pra serem tomadas, não importava o que estivessem fazendo, qualquer tarefa doméstica que fosse. Quando o macho queria, elas abriam as pernas e deixavam ele comer. Por exemplo, a Estefany estava colocando a roupa pra lavar quando ele chegou por trás, arrancou a fio dental e o top e começou a comer ela. Na hora ela parou o que tava fazendo, jogou a bunda pra trás e deixou ele meter até gozar dentro.
Assim os dias voaram e não demorou muito pra que as duas dessem à luz quase ao mesmo tempo. A Estefany teve outra filha linda, mas a Mara teve um meninão, os dois filhos do padrasto, que conseguiu o casalzinho de primeira, literalmente porque foram os dois ao mesmo tempo e quase na mesma sentada, só duas semanas de diferença entre a transa que engravidou a Mara e a que engravidou a Estefany.
A partir de agora a vida das duas ia mudar. A Mara ia experimentar o que era ser mãe pela primeira vez: o cansaço, dormir pouco, choro toda hora, cuidar e dar atenção ao filho, enquanto não podia descuidar da casa nem do padrasto, que queria ação direto. A mesma coisa pra Estefany, que embora não fosse passar por isso pela primeira vez, já tava velha pra passar por isso de novo, mas dessa vez foi mais fácil pra elas.
Enquanto uma amamentava os dois bebês e os fazia dormir, a outra levava uma fodida selvagem, amamentando o outro, enquanto metia forte e tirava leite dos peitos dela, já que eram três chupando aquelas tetas: os bebês e o padrasto. Fazia uma gemer enquanto chupava os peitos dela como se fosse mais um bebê, porque naquela casa todo mundo tomava leite antes de dormir — os bebês e o padrasto mamavam no peito da Mara e/ou da Estafany, e mãe e filha tomavam o leite do padrasto.
Essa era a vida que as duas levavam, muito felizes, parecia tudo bem, tudo normal. Já tinham se reconciliado e viviam em harmonia pelo bem da casa e pela força do padrasto, que as fez conviver à força, sem nenhum tipo de briga — ou pelo menos era o que se pensava.
Mas houve problemas: as brigas entre mãe e filha voltaram, dessa vez por ver quem era a melhor mãe. Entraram numa espécie de competição — quem limpa mais, quem cuida melhor dos filhos, quem troca a fralda direito. Se enroscaram de novo no que o padrasto supostamente tinha corrigido. O clima da casa virou uma luta constante entre uma mulher que estava se redescobrindo como mãe — depois de tanto tempo, tinha um bebê de novo, se reajustando à rotina — e uma mulher que estava descobrindo isso pela primeira vez. Uma batalha silenciosa de egos pra ver quem era a melhor mãe.
Não só isso, mas pra ver quem atendia melhor o agora marido/namorado das duas, o macho da casa. Entre umas chupadas bem fundas, engolindo a pica toda, tava a Mara, que já era uma expert em oral. A vontade dela por pica, o tesão desgraçado que tinha por ela e a capacidade pulmonar de aguentar um bom tempo se engasgando nela faziam dos boquetes dela os melhores. Estafany não podia fazer nada além de ver como a filhinha dela tava mamando e continuava mamando mesmo depois que ele encheu a cara dela de porra. Estafany tava com ciúme, mas ao mesmo tempo muito orgulhosa e surpresa com o quão puta a filha dela tava parecendo.
Mas depois de ver que isso não era suficiente, sendo tomada por ele, enquanto ele segurava seus braços e a forçava, bem selvagem, enquanto ela gemia bem alto, a putinha sendo submetida pelo padrasto, se vingando com toda força na buceta da Mara, que por ser mais nova tinha vantagem sobre a Estafany, que já era mais velha e mais desgastada, mas era demais para a jovem Mara, que até aguentava como uma campeã, mas seu físico fraquejava depois de um tempo de umas estocadas brutais e gemidos de putinha.
Mas é claro que a Estafany tava com ciúmes, então ela também queria um pouco de atenção, coisa que o padrasto tava disposto a dar. Se a buceta dela não era a mais apertada, a resistência dela era superior à da Mara, então ela aguentava as porradas brutais que ele dava, sem se quebrar. A Mara ficava tremendo depois das investidas terríveis que o padrasto metia nela, sem fôlego, sem força, precisava de uma hora pra se recuperar. Já a Estafany não, aguentava cada metida de pau até o fundo, apesar dos gritos, da respiração ofegante e do cansaço, ela continuava firme. Mais que isso, quando terminava, ainda aguentava mais, embora quem acabava murchando era o padrasto, por questões óbvias.
Mas a competição entre as duas tinha virado tóxica, a ponto de cada uma fazer as coisas duas vezes. Não importava se uma lavava, a outra lavava de novo, e assim mostrando que ela fazia melhor. Uma competição completamente sem sentido, que claro tirou o padrasto do sério. Quando ele percebeu isso, ia corrigir do único jeito que sabia.
Ele pegou a Estafany primeiro, a mais velha, experiente, com décadas nas costas mas que parecia uma novinha, colocou ela no colo e começou a dar palmadas na bunda dela, enquanto gritava.
Padrasto: O que vocês pensam que estão fazendo, você e sua filha? Tão competindo como se fossem duas criancinhas, perdendo tempo à toa e não colaboram.
Estafany só soltava uns gemidos enquanto cada palmada ecoava na bunda dela e cada vez ficava mais vermelha.
Padrasto: Eu vou ensinar vocês a cooperarem uma com a outra, pensei que já tinham aprendido mas parece que não.
Estafany aceitou o que tava acontecendo, ele tinha razão, era uma ideia idiota, competir com a filha por algo que nenhuma das duas ia ganhar, era uma besteira, então ficou calada recebendo cada palmada que levava.
Quando o padrasto se acalmou, e a bunda dela já tava bem vermelha, ele parou.
Padrasto: De agora em diante vão cooperar? (Enquanto solta a última palmada)
Estafany: Mm, sim.
Com a bunda dolorida e obediente ela aceitou, mas aquilo não ia ficar por ali, já que faltava a Mara, o padrasto se levantou e disse que levou ela pelo braço até o quarto onde a Mara estava.
Colocou ela de frente pra cama e começou o mesmo castigo e discurso que teve com a Estafany, deu uma surra de lascar também. A Mara ficou na dúvida entre se cobrir ou não, mas ia ser pior, então só segurava o braço e aguentava firme, enquanto levava aquele sermão acompanhado de umas palmadas fortes que deixavam a bunda dela ardendo.
Assim que o sermão acabou, veio a disciplina, elas de quatro com a bunda pra cima e ele começou a meter, primeiro na Mara, que teve o cu arrombado enquanto ela gemia, embora não fosse igual pra todo mundo, e passou pra Estafany, assim foi pulando de uma pra outra, com estocadas selvagens em cada uma, somadas às botas vermelhas, deixou as duas de quatro, com a bunda pra cima, dolorida, vermelha e tremendo, tanto pelas palmadas quanto pelas metidas, enquanto olhava pras duas, ambas baixavam a cabeça e concordavam, parecia que o assunto já tava resolvido.
Depois disso, as duas começaram a viver como ele queria, sem problemas, como se fossem duas namoradas dele, se apoiando uma na outra, unidas mais do que por laço de sangue, tendo uma verdadeira relação de mulheres.
Pra consolidar a reconciliação, pegou as duas e mandou fazer um boquete duplo, enquanto os lábios delas se tocavam, uma de cada lado, enquanto passava a pica dele pela boca, e elas chupavam, era uma chupada e um beijo praticamente ao mesmo tempo, a partir de agora as duas iam melhorar a relação.
A reconciliação se consumou quando mãe e filha chuparam tão bem que fizeram ele gozar enquanto elas continuavam chupando.
Assim, mãe e filha aprenderam a conviver, digamos, felizmente com o padrasto, numa vida que era boa. Ambas, como mães e "parceiras" dele, se tinham uma à outra e aos seus filhos, num apoio mútuo, sem que o padrasto se importasse — mesmo sendo o macho da casa e tudo girar em torno dele, elas se tinham uma à outra, algo que antes não era assim, porque a relação dele com o filho quando era homem deixava muito a desejar. Agora, ao contrário, viviam como donas de casa de um macho provedor, embora machista, criando seus filhos. Fim.
Os meses de gravidez passaram e nem assim Mara e Estefany escapavam de fazer todo o trabalho doméstico e de receber pica, afinal já não iam engravidar de novo.
Enquanto a Estefany tava cozinhando, o padrasto chegou por trás, arrancou a fio dental e o shortinho dela e começou a meter, no meio da cozinha, sem se importar com a comida, enquanto a Estefany gritava pra Mara.Estefany: Ahhh, ahhh Maraaaaa ahh olha a minha comida, ahhhh.
Enquanto o padrasto continuava comendo ela, a barriga pesava, os peitos inchados balançavam, ela empinava a bunda e deixava ele meter, enquanto gemia e largava a tarefa que tava fazendo pra Mara, embora às vezes fosse o contrário e quem levava era a Mara, e quem tinha que sair pra cobrir ela era a Estefany.
A nova vida que elas tinham que se acostumar era essa, as duas eram praticamente propriedade do padrasto. Ele cuidava de sustentar as duas, mas em troca elas tinham que obedecer ele e deixar tudo em ordem. Enquanto estavam fazendo a limpeza, o padrasto chegava por trás, elas tinham que estar sempre prontas pra serem tomadas, não importava o que estivessem fazendo, qualquer tarefa doméstica que fosse. Quando o macho queria, elas abriam as pernas e deixavam ele comer. Por exemplo, a Estefany estava colocando a roupa pra lavar quando ele chegou por trás, arrancou a fio dental e o top e começou a comer ela. Na hora ela parou o que tava fazendo, jogou a bunda pra trás e deixou ele meter até gozar dentro.Assim os dias voaram e não demorou muito pra que as duas dessem à luz quase ao mesmo tempo. A Estefany teve outra filha linda, mas a Mara teve um meninão, os dois filhos do padrasto, que conseguiu o casalzinho de primeira, literalmente porque foram os dois ao mesmo tempo e quase na mesma sentada, só duas semanas de diferença entre a transa que engravidou a Mara e a que engravidou a Estefany.
A partir de agora a vida das duas ia mudar. A Mara ia experimentar o que era ser mãe pela primeira vez: o cansaço, dormir pouco, choro toda hora, cuidar e dar atenção ao filho, enquanto não podia descuidar da casa nem do padrasto, que queria ação direto. A mesma coisa pra Estefany, que embora não fosse passar por isso pela primeira vez, já tava velha pra passar por isso de novo, mas dessa vez foi mais fácil pra elas.
Enquanto uma amamentava os dois bebês e os fazia dormir, a outra levava uma fodida selvagem, amamentando o outro, enquanto metia forte e tirava leite dos peitos dela, já que eram três chupando aquelas tetas: os bebês e o padrasto. Fazia uma gemer enquanto chupava os peitos dela como se fosse mais um bebê, porque naquela casa todo mundo tomava leite antes de dormir — os bebês e o padrasto mamavam no peito da Mara e/ou da Estafany, e mãe e filha tomavam o leite do padrasto.Essa era a vida que as duas levavam, muito felizes, parecia tudo bem, tudo normal. Já tinham se reconciliado e viviam em harmonia pelo bem da casa e pela força do padrasto, que as fez conviver à força, sem nenhum tipo de briga — ou pelo menos era o que se pensava.
Mas houve problemas: as brigas entre mãe e filha voltaram, dessa vez por ver quem era a melhor mãe. Entraram numa espécie de competição — quem limpa mais, quem cuida melhor dos filhos, quem troca a fralda direito. Se enroscaram de novo no que o padrasto supostamente tinha corrigido. O clima da casa virou uma luta constante entre uma mulher que estava se redescobrindo como mãe — depois de tanto tempo, tinha um bebê de novo, se reajustando à rotina — e uma mulher que estava descobrindo isso pela primeira vez. Uma batalha silenciosa de egos pra ver quem era a melhor mãe.
Não só isso, mas pra ver quem atendia melhor o agora marido/namorado das duas, o macho da casa. Entre umas chupadas bem fundas, engolindo a pica toda, tava a Mara, que já era uma expert em oral. A vontade dela por pica, o tesão desgraçado que tinha por ela e a capacidade pulmonar de aguentar um bom tempo se engasgando nela faziam dos boquetes dela os melhores. Estafany não podia fazer nada além de ver como a filhinha dela tava mamando e continuava mamando mesmo depois que ele encheu a cara dela de porra. Estafany tava com ciúme, mas ao mesmo tempo muito orgulhosa e surpresa com o quão puta a filha dela tava parecendo.
Mas depois de ver que isso não era suficiente, sendo tomada por ele, enquanto ele segurava seus braços e a forçava, bem selvagem, enquanto ela gemia bem alto, a putinha sendo submetida pelo padrasto, se vingando com toda força na buceta da Mara, que por ser mais nova tinha vantagem sobre a Estafany, que já era mais velha e mais desgastada, mas era demais para a jovem Mara, que até aguentava como uma campeã, mas seu físico fraquejava depois de um tempo de umas estocadas brutais e gemidos de putinha.
Mas é claro que a Estafany tava com ciúmes, então ela também queria um pouco de atenção, coisa que o padrasto tava disposto a dar. Se a buceta dela não era a mais apertada, a resistência dela era superior à da Mara, então ela aguentava as porradas brutais que ele dava, sem se quebrar. A Mara ficava tremendo depois das investidas terríveis que o padrasto metia nela, sem fôlego, sem força, precisava de uma hora pra se recuperar. Já a Estafany não, aguentava cada metida de pau até o fundo, apesar dos gritos, da respiração ofegante e do cansaço, ela continuava firme. Mais que isso, quando terminava, ainda aguentava mais, embora quem acabava murchando era o padrasto, por questões óbvias.Mas a competição entre as duas tinha virado tóxica, a ponto de cada uma fazer as coisas duas vezes. Não importava se uma lavava, a outra lavava de novo, e assim mostrando que ela fazia melhor. Uma competição completamente sem sentido, que claro tirou o padrasto do sério. Quando ele percebeu isso, ia corrigir do único jeito que sabia.
Ele pegou a Estafany primeiro, a mais velha, experiente, com décadas nas costas mas que parecia uma novinha, colocou ela no colo e começou a dar palmadas na bunda dela, enquanto gritava.Padrasto: O que vocês pensam que estão fazendo, você e sua filha? Tão competindo como se fossem duas criancinhas, perdendo tempo à toa e não colaboram.
Estafany só soltava uns gemidos enquanto cada palmada ecoava na bunda dela e cada vez ficava mais vermelha.
Padrasto: Eu vou ensinar vocês a cooperarem uma com a outra, pensei que já tinham aprendido mas parece que não.
Estafany aceitou o que tava acontecendo, ele tinha razão, era uma ideia idiota, competir com a filha por algo que nenhuma das duas ia ganhar, era uma besteira, então ficou calada recebendo cada palmada que levava.
Quando o padrasto se acalmou, e a bunda dela já tava bem vermelha, ele parou.
Padrasto: De agora em diante vão cooperar? (Enquanto solta a última palmada)
Estafany: Mm, sim.
Com a bunda dolorida e obediente ela aceitou, mas aquilo não ia ficar por ali, já que faltava a Mara, o padrasto se levantou e disse que levou ela pelo braço até o quarto onde a Mara estava.
Colocou ela de frente pra cama e começou o mesmo castigo e discurso que teve com a Estafany, deu uma surra de lascar também. A Mara ficou na dúvida entre se cobrir ou não, mas ia ser pior, então só segurava o braço e aguentava firme, enquanto levava aquele sermão acompanhado de umas palmadas fortes que deixavam a bunda dela ardendo.
Assim que o sermão acabou, veio a disciplina, elas de quatro com a bunda pra cima e ele começou a meter, primeiro na Mara, que teve o cu arrombado enquanto ela gemia, embora não fosse igual pra todo mundo, e passou pra Estafany, assim foi pulando de uma pra outra, com estocadas selvagens em cada uma, somadas às botas vermelhas, deixou as duas de quatro, com a bunda pra cima, dolorida, vermelha e tremendo, tanto pelas palmadas quanto pelas metidas, enquanto olhava pras duas, ambas baixavam a cabeça e concordavam, parecia que o assunto já tava resolvido.Depois disso, as duas começaram a viver como ele queria, sem problemas, como se fossem duas namoradas dele, se apoiando uma na outra, unidas mais do que por laço de sangue, tendo uma verdadeira relação de mulheres.
Pra consolidar a reconciliação, pegou as duas e mandou fazer um boquete duplo, enquanto os lábios delas se tocavam, uma de cada lado, enquanto passava a pica dele pela boca, e elas chupavam, era uma chupada e um beijo praticamente ao mesmo tempo, a partir de agora as duas iam melhorar a relação.
A reconciliação se consumou quando mãe e filha chuparam tão bem que fizeram ele gozar enquanto elas continuavam chupando.Assim, mãe e filha aprenderam a conviver, digamos, felizmente com o padrasto, numa vida que era boa. Ambas, como mães e "parceiras" dele, se tinham uma à outra e aos seus filhos, num apoio mútuo, sem que o padrasto se importasse — mesmo sendo o macho da casa e tudo girar em torno dele, elas se tinham uma à outra, algo que antes não era assim, porque a relação dele com o filho quando era homem deixava muito a desejar. Agora, ao contrário, viviam como donas de casa de um macho provedor, embora machista, criando seus filhos. Fim.
1 comentários - Padrastro Machista 4