Ciro tinha sido o típico homem virgem, que teve tão pouco contato feminino que chega a ser impressionante, a mãe dele devia ser a única mulher que já tinha beijado na vida. Era um lolzeiro raiz, sem vida social, que passava o tempo todo desperdiçando a própria vida, os pais já estavam de saco cheio dele, mas ele pouco se importava e continuava lá, jogando a vida fora.
Os pais deviam ter posto um fim nisso, e pra tirar ele da zona de conforto tentaram de tudo, tentaram botar ele pra fora de casa, arranjar uma namorada, até pagaram umas putas pra ver se o filho reagia, mas nada, então tomaram a medida mais drástica que podiam ter escolhido.
Meteram ele no novo programa de mudança de sexo, Gender Change male to female, pra ele começar uma vida nova e não ser um puto fracassado.
Ciro não mostrou nenhum sinal de reclamação, pra falar a verdade ele meio que tava nem aí pra isso, não via nada de especial no próprio sexo, na real era meio assexual, então terminou o programa e saiu novo, como uma mulher.
Mas o programa tinha um subcontrato como se fosse uma maldição, vinha com uma marca que ia perseguir ele pelo resto da vida, tava na pele, ele tinha na coxa direita a marca da atração masculina. Parece curioso, mas funciona bem diferente do que o nome sugere, na verdade quando o homem que fez a mudança se aproximou dela, ela logo se sentiu incomodada, desconfortável, tensa, e se afastou, exatamente um metro de distância, aí a sensação sumiu e começaram a conversar numa boa, já tava completo e tudo tinha saído espetacular.
Agora Ciro não era mais Ciro, a partir de agora ia ser Cristina e não ia mais poder ficar perto dos homens. Quis passar o tempo jogando lol como de costume, mas quando o pai entrou ela largou a partida e se afastou dele, surpreendentemente encontraram um jeito de tirar ela dos videogames, bastava a presença de um homem (o pai) pra ela se afastar.
A partir daí os pais começaram a meter ela Pressão. Toda vez que ela queria não fazer nada, ou desperdiçar a vida, agora como mulher, a mera presença do pai já a incomodava. Não conseguia manter uma conversa cara a cara com ele; toda vez que ele se aproximava, ela queria se livrar dele. Então chegaram a um acordo: ela ia começar a procurar emprego. Mas isso ia ser difícil, já que não tolerava a presença de homens. Por isso, teria que se virar para encontrar algo só para mulheres.
Se o trabalho fosse muito longe do que ela gostava, os videogames eram uma área quase exclusiva de homens, então o novo destino dela estava longe disso. Em vez disso, conseguiu um emprego como recepcionista numa academia só de mulheres. Gerenciar as contas, controlar a entrada e fazer tarefas administrativas era ideal para ela, num lugar onde homens não podiam entrar.
Assim que começou a viver a vida real, descobriu que não era assexual. Só que nunca tinha sentido atração por ninguém na vida. Nessa academia, conheceu uma jovem com quem ficaram muito amigas e, depois, foram mais que amigas.
Como ela não suportava homens, era óbvio o destino que a esperava. Naquele dia, a vida dela mudou. Não era mais só uma mulher, agora também tinha virado sapatão.
O que parecia uma marca do demônio, que ia acabar subjugando ela e arrastando para uma vida miserável, acabou não sendo. Pelo contrário, ela conheceu uma parceira que combinava com suas novas preferências, onde obviamente sua energia feminina ia transbordar. E até nas relações lésbicas, uma tem que ser a passiva.
Entraram no banho, mas as duas peladas era óbvio como ia terminar a parada. Por trás, agarrei a Cristina e, enquanto a masturbava, começaram a se beijar, suave, delicado era o toque que ela dava, como se estivesse massageando, mal roçando com os dedos, enquanto Cristina começava a ficar molhada, já tava quente e gemia baixinho entre um beijo e outro que trocavam.
Mas a namorada dele, a Sofia, a ativa da relação, que já tinha muita experiência com mulheres, empurra ela contra o chuveiro e começa a acelerar o ritmo. Já não era só uma apalpada suave, mas sim dois dedos lá dentro enquanto mexia e apressava o ritmo. Cristina, já toda molhada, pedia pra ela mexer mais rápido, enquanto tocava o corpo da Sofia como sinal de desejo e prazer. Tinha sensações confusas, era a primeira vez dela em tudo. Ela, como homem, nunca tinha se tocado, então essa era a primeira experiência dela e, pra piorar, já não era mais um homem, agora era uma mulher e estava prestes a sentir o maior prazer feminino.
A Sofia levou ela pra cama, onde ia continuar com a arte dela. Cristina deitou e se deixou levar pela experiente Sofia, que com uma mão a tocava e com a outra enfiava dois dedos. Tentou colocar três, mas era demais pra virgem Cristina.
Depois disso e de um bom tempo aliviando o estresse, chegou finalmente ao clímax. Ela pediu pra ele gozar, que tava se mijando, enquanto gemia baixinho, mas Sofia não parou. Falou pra ela relaxar, que aquilo não era mijo e que ia levar ela pra melhor sensação do mundo.
Finalmente Cristina gozou, com muita força, enquanto Sofia continuava mexendo, levando ela a um squirt ainda mais gostoso. Depois de um grito de puro alívio da Cristina, Sofia lambeu os dedos, saboreando o gosto da sua vitória.
Depois do primeiro orgasmo da Cristina, chegou a vez da Sofia gozar, que só se acabava quando transava de tesoura, então as duas abriram as pernas e começaram a se esfregar. Era incrível como a Sofia ficava excitada nessa posição, e a Cristina já estava superestimulada, então as duas começaram a gemer enquanto moviam as pélvis de forma brusca e batiam pussy com pussy.
Ficaram assim por um tempo até gozarem juntas, a Sofia e a Cristina se acabaram de novo. Depois disso, a Cristina caiu exausta, maravilhada com os prazeres femininos, enquanto as duas se beijavam na cama e diziam o quanto se amavam.
Aquela era a nova vida dela. Embora às vezes jogasse videogame, aquilo foi um vício que largou. Trabalhava na academia só com mulheres e tinha um relacionamento lindo com uma delas. Saiu da casa dos pais para morar com a parceira e começou a tolerar os homens — mesmo que no dia a dia não tivesse muito contato, era impossível evitar sempre que saía na rua. Ela se afastava o máximo que podia, mas já não era uma intolerância total como no começo.
Na verdade, agora até conseguia cumprimentar o pai. Toda vez que iam visitar, abraçava e cumprimentava a mãe e o pai, embora com o pai, claro, ficasse bem desconfortável, porque não conseguia se sentir à vontade perto de homens. Essa era a marca que carregaria pelo resto da vida. Mas nem ela, nem a família, e muito menos a Sofia, sua nova parceira, fascinada por estar com uma sapatão igual a ela, se importavam.
E dava pra perceber na quantidade que elas transavam, toda vez que podia, a Sofia tava apalpando ela, dedando ou dando prazer com a boca pra uma Cristina que teve que ser a passiva, embora não parecesse muito incomodada, ali de bunda pra cima recebendo prazer, enquanto a parceira dela chupava a buceta dela e a fazia gozar, orgasmos que, pra falar a verdade, ela tinha com muita facilidade e a Sofia se aproveitava disso e a fazia gozar sempre que podia.
Claro que isso não parava por aí, porque depois de cada gozada da Cristina, a Sofia não queria ficar pra trás, então começavam na tesourada pra ela também gozar, enquanto batiam as bucetas e mostravam seus rebolados no que era uma fodida brutal do casal de sapatão.
Embora isso quase sempre terminasse do mesmo jeito, Sofia gozando e deixando Cristina com vontade de mais, então ela tirava a melhor arma de Sofia de cena: o cinto. Com ele, começava a comer Cristina, mostrando quem mandava, e que, se não fosse pela marca que a fazia sentir nojo de homens por perto, Cristina seria a putinha de um deles. Essa era a maior prova: de lado, sendo dominada por Sofia, que puxava seu cabelo e a fazia gemer como uma vagabunda, metendo o pau de plástico.
Cristina seria só mais uma puta, fascinada por pica de verdade, como toda sissy, mas a marca dela, que indicava uma coisa, curiosamente significava o oposto, tornando-a a presa favorita das sapatões e uma vadia — mas uma sapatão, amante de consolos. Fim.
Os pais deviam ter posto um fim nisso, e pra tirar ele da zona de conforto tentaram de tudo, tentaram botar ele pra fora de casa, arranjar uma namorada, até pagaram umas putas pra ver se o filho reagia, mas nada, então tomaram a medida mais drástica que podiam ter escolhido.
Meteram ele no novo programa de mudança de sexo, Gender Change male to female, pra ele começar uma vida nova e não ser um puto fracassado.
Ciro não mostrou nenhum sinal de reclamação, pra falar a verdade ele meio que tava nem aí pra isso, não via nada de especial no próprio sexo, na real era meio assexual, então terminou o programa e saiu novo, como uma mulher.
Mas o programa tinha um subcontrato como se fosse uma maldição, vinha com uma marca que ia perseguir ele pelo resto da vida, tava na pele, ele tinha na coxa direita a marca da atração masculina. Parece curioso, mas funciona bem diferente do que o nome sugere, na verdade quando o homem que fez a mudança se aproximou dela, ela logo se sentiu incomodada, desconfortável, tensa, e se afastou, exatamente um metro de distância, aí a sensação sumiu e começaram a conversar numa boa, já tava completo e tudo tinha saído espetacular.
Agora Ciro não era mais Ciro, a partir de agora ia ser Cristina e não ia mais poder ficar perto dos homens. Quis passar o tempo jogando lol como de costume, mas quando o pai entrou ela largou a partida e se afastou dele, surpreendentemente encontraram um jeito de tirar ela dos videogames, bastava a presença de um homem (o pai) pra ela se afastar.
A partir daí os pais começaram a meter ela Pressão. Toda vez que ela queria não fazer nada, ou desperdiçar a vida, agora como mulher, a mera presença do pai já a incomodava. Não conseguia manter uma conversa cara a cara com ele; toda vez que ele se aproximava, ela queria se livrar dele. Então chegaram a um acordo: ela ia começar a procurar emprego. Mas isso ia ser difícil, já que não tolerava a presença de homens. Por isso, teria que se virar para encontrar algo só para mulheres.
Se o trabalho fosse muito longe do que ela gostava, os videogames eram uma área quase exclusiva de homens, então o novo destino dela estava longe disso. Em vez disso, conseguiu um emprego como recepcionista numa academia só de mulheres. Gerenciar as contas, controlar a entrada e fazer tarefas administrativas era ideal para ela, num lugar onde homens não podiam entrar.
Assim que começou a viver a vida real, descobriu que não era assexual. Só que nunca tinha sentido atração por ninguém na vida. Nessa academia, conheceu uma jovem com quem ficaram muito amigas e, depois, foram mais que amigas.
Como ela não suportava homens, era óbvio o destino que a esperava. Naquele dia, a vida dela mudou. Não era mais só uma mulher, agora também tinha virado sapatão.
O que parecia uma marca do demônio, que ia acabar subjugando ela e arrastando para uma vida miserável, acabou não sendo. Pelo contrário, ela conheceu uma parceira que combinava com suas novas preferências, onde obviamente sua energia feminina ia transbordar. E até nas relações lésbicas, uma tem que ser a passiva.
Entraram no banho, mas as duas peladas era óbvio como ia terminar a parada. Por trás, agarrei a Cristina e, enquanto a masturbava, começaram a se beijar, suave, delicado era o toque que ela dava, como se estivesse massageando, mal roçando com os dedos, enquanto Cristina começava a ficar molhada, já tava quente e gemia baixinho entre um beijo e outro que trocavam.
Mas a namorada dele, a Sofia, a ativa da relação, que já tinha muita experiência com mulheres, empurra ela contra o chuveiro e começa a acelerar o ritmo. Já não era só uma apalpada suave, mas sim dois dedos lá dentro enquanto mexia e apressava o ritmo. Cristina, já toda molhada, pedia pra ela mexer mais rápido, enquanto tocava o corpo da Sofia como sinal de desejo e prazer. Tinha sensações confusas, era a primeira vez dela em tudo. Ela, como homem, nunca tinha se tocado, então essa era a primeira experiência dela e, pra piorar, já não era mais um homem, agora era uma mulher e estava prestes a sentir o maior prazer feminino.A Sofia levou ela pra cama, onde ia continuar com a arte dela. Cristina deitou e se deixou levar pela experiente Sofia, que com uma mão a tocava e com a outra enfiava dois dedos. Tentou colocar três, mas era demais pra virgem Cristina.
Depois disso e de um bom tempo aliviando o estresse, chegou finalmente ao clímax. Ela pediu pra ele gozar, que tava se mijando, enquanto gemia baixinho, mas Sofia não parou. Falou pra ela relaxar, que aquilo não era mijo e que ia levar ela pra melhor sensação do mundo. Finalmente Cristina gozou, com muita força, enquanto Sofia continuava mexendo, levando ela a um squirt ainda mais gostoso. Depois de um grito de puro alívio da Cristina, Sofia lambeu os dedos, saboreando o gosto da sua vitória.
Depois do primeiro orgasmo da Cristina, chegou a vez da Sofia gozar, que só se acabava quando transava de tesoura, então as duas abriram as pernas e começaram a se esfregar. Era incrível como a Sofia ficava excitada nessa posição, e a Cristina já estava superestimulada, então as duas começaram a gemer enquanto moviam as pélvis de forma brusca e batiam pussy com pussy.Ficaram assim por um tempo até gozarem juntas, a Sofia e a Cristina se acabaram de novo. Depois disso, a Cristina caiu exausta, maravilhada com os prazeres femininos, enquanto as duas se beijavam na cama e diziam o quanto se amavam.
Aquela era a nova vida dela. Embora às vezes jogasse videogame, aquilo foi um vício que largou. Trabalhava na academia só com mulheres e tinha um relacionamento lindo com uma delas. Saiu da casa dos pais para morar com a parceira e começou a tolerar os homens — mesmo que no dia a dia não tivesse muito contato, era impossível evitar sempre que saía na rua. Ela se afastava o máximo que podia, mas já não era uma intolerância total como no começo.
Na verdade, agora até conseguia cumprimentar o pai. Toda vez que iam visitar, abraçava e cumprimentava a mãe e o pai, embora com o pai, claro, ficasse bem desconfortável, porque não conseguia se sentir à vontade perto de homens. Essa era a marca que carregaria pelo resto da vida. Mas nem ela, nem a família, e muito menos a Sofia, sua nova parceira, fascinada por estar com uma sapatão igual a ela, se importavam.
E dava pra perceber na quantidade que elas transavam, toda vez que podia, a Sofia tava apalpando ela, dedando ou dando prazer com a boca pra uma Cristina que teve que ser a passiva, embora não parecesse muito incomodada, ali de bunda pra cima recebendo prazer, enquanto a parceira dela chupava a buceta dela e a fazia gozar, orgasmos que, pra falar a verdade, ela tinha com muita facilidade e a Sofia se aproveitava disso e a fazia gozar sempre que podia.
Claro que isso não parava por aí, porque depois de cada gozada da Cristina, a Sofia não queria ficar pra trás, então começavam na tesourada pra ela também gozar, enquanto batiam as bucetas e mostravam seus rebolados no que era uma fodida brutal do casal de sapatão.
Embora isso quase sempre terminasse do mesmo jeito, Sofia gozando e deixando Cristina com vontade de mais, então ela tirava a melhor arma de Sofia de cena: o cinto. Com ele, começava a comer Cristina, mostrando quem mandava, e que, se não fosse pela marca que a fazia sentir nojo de homens por perto, Cristina seria a putinha de um deles. Essa era a maior prova: de lado, sendo dominada por Sofia, que puxava seu cabelo e a fazia gemer como uma vagabunda, metendo o pau de plástico. Cristina seria só mais uma puta, fascinada por pica de verdade, como toda sissy, mas a marca dela, que indicava uma coisa, curiosamente significava o oposto, tornando-a a presa favorita das sapatões e uma vadia — mas uma sapatão, amante de consolos. Fim.
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