Micaela e os Sobrinhos 3

Leitura: 10 min. Anteriormente:Micaela e os Sobrinhos 3Micaela prende com os lábios a cabeça do pau do sobrinho e, com a língua, leva todo o líquido pré-gozo, que é bem abundante.vadiaA mão esquerda dela, apoiada na coxa do Marcos, aperta e arranha, como se tentasse expulsar toda a tensão de tesão e excitação que tá sentindo. A mão direita já brincando com os ovão do Agustín começa a subir, e os dedos delicados dela descobrem que o tronco que o sobrinho mais novo esconde é bem largo e quente. Ela tenta envolver ele com a mão pequena e delicada, e a mente dela dispara os sentidos, tentando calcular o quanto é grosso, já que tá difícil de segurar. A mão direita continua subindo devagar pelo pau do Agustín, e ela se surpreende que ainda não chegou no final — não é só largo, parece que é comprido também. Tudo isso de joelhos, com a mão por dentro da cueca do Agustín, enfiando a mão delicada que roça a virilha e se perde lá dentro. Ninguém consegue ver o que a mão dela tá fazendo, só sentem — Micaela e Agustín. O movimento dela pra cima puxa a cueca de lado, liberando por baixo as bolas enormes do Agustín, que caem fazendo a apresentação pra vista da tia dela. A mão continua esticando a cueca pra cima porque ela quer chegar até a cabeça daquele tronco enorme. Esse movimento pra cima faz com que, inconscientemente ou não, a boca dela engula um pouco mais do que a glande do Marcos. A boca bem aberta pra conseguir cobrir a grossura agora se ajusta pra enfiar mais centímetros pra dentro.maduraA boca dela, e por consequência o rosto, se levantam e empurram a cueca do Marcos, tentando engolir um pouco mais de carne. Ela só cobriu um terço do pau do sobrinho mais velho e já parece que não cabe mais na boca dela. Mas como a Micaela tem lembranças da juventude, sabe como continuar: vai subindo e engolindo mais carne, e dessa posição coloca o pescoço na vertical, alinhado com o enorme falo do sobrinho. A glande jovem e enorme do Marcos quer passar até a garganta, e a Micaela sente com detalhes os cheiros da rola e das bolas do sobrinho novo.milfA mão direita dela finalmente chega na cabeça da pica do Agustín e descobre que tá cheia de líquido pré-gozo, aquele ungüento dá uma eletricidade que chega até o hímem dela, fazendo ela tremer. Ela percebe que os cheiros que sente do Marcos também ativam a lubrificação na buceta dela e a mente começa a mandar sinais pro corpo inteiro. A pele dela se arrepia, os mamilos ficam duros, ela tenta se ajeitar enquanto continua de joelhos e, enquanto lubrifica a cabeça do pau do Agustín com o próprio pré-gozo, sente de novo aquela eletricidade no corpo todo que se concentra na vulva e, com a boca cheia da pica do Marcos, explode de prazer, tremendo as pernas e perdendo as forças enquanto os sucos vaginais escorrem pela calcinha de renda delicada, mostrando que ela teve um orgasmo. Mas esse orgasmo continua e ela tenta se segurar arranhando a perna do Marcos e apertando a pica do Agustín, enquanto com a boca os dentes mordem um pouco o pau do sobrinho. O esforço não adianta, porque as pernas dela fraquejam e ela acaba caindo no chão. A boca dela tá cheia de saliva que escorre pelo lado do rosto, o corpo todo brilhando de suor, por causa do calor do momento.incesto

tia e sobrinhoTá deitada no chão, toda agitada, o peito dela sobe e desce, tentando respirar, e ela olha pros sobrinhos do chão, mas precisa de uns segundos pra se recuperar. Os sobrinhos não sabem o que fazer, veem ela largada ali e se entreolham como se tivessem cometido um crime. A Micaela tá deitada no chão debaixo deles, que tão em pé, as pernas dela tão molhadas, mas a calcinha fio-dental tá encharcada. A Micaela tenta se levantar, erguendo a cabeça, e quando levanta o olhar, vê as bolas do Agustín balançando e a pica do Marcos saindo por baixo da cueca, tentando escapar daquele pano. Nisso, uma gota, mistura de líquido pré-ejaculatório e saliva da Micaela, cai da ponta da cabeçona grossa da pica do Marcos. Cai nos lábios da Micaela. Ela quer se levantar, mas os músculos tremeram demais, dá risada de não ter força pra nada, nunca tinha se sentido assim. O Marcos e o Agustín se olham de novo, e parece que mudou alguma coisa no rosto deles, a tia roubou a inocência deles. Ao mesmo tempo, tiram as cuecas e deixam cair no chão. Ali, a Micaela, que ainda tenta encontrar oxigênio, vê tudo borrado, mas vê aqueles paus enormes, dá pra ver que são bem maiores que os do marido dela, e mais grossos. Devem ter uns 20 centímetros de comprimento e uns 6 ou 7 de largura, não é à toa que só de tocar e provar, ela teve aquele orgasmo. Ela quer se levantar, mas ainda não consegue. O Marcos fala: "Tia, não se mexe, senão você vai desmaiar." A Micaela obedece, mas os sobrinhos considerados dela, na verdade, querem ver ela assim, no chão, toda molhada, gostosa, descabelada. E começam a se mastigar com tudo. Os dois sobrinhos se masturbam olhando pra ela, o barulho da punheta ecoa pela casa toda, e a Micaela só olha, olha aqueles paus enormes sendo estimulados pelas próprias mãos dos sobrinhos dela.Micaela e os Sobrinhos 3Na real, ainda não consegue se mexer direito e fica piscando sem parar pra tentar enxergar melhor, não sabe quanto tempo passou, mas quando finalmente foca, vê as bolas enormes dos sobrinhos se contraindo. E cada um dos pauzões deles começa a tremer, tudo ao mesmo tempo. Fizeram uma coordenação tão foda que gozam juntos. Explodem igual uma plataforma de petróleo, cuspindo jatos de porra que espirram no corpo todo e na cara da tia.vadiaMicaela sente cada impacto espalhado pelo corpo, é muito leite pra uma novinha. Acerte a barriga dela, o rosto, os peitos, até a calcinha fio-dental, as pernas, joelhos, braços e pés. Eles se encarregam de banhar a tia toda. Ela se sente homenageada e, quando vai agradecer, uma última gotona do Marcos é expelida e cai direto na boca de Micaela. O cérebro dela volta a mandar sinais elétricos pro corpo todo lambuzado de porra, e ao sentir o calorzinho e se ver toda leitada, ela se arrepia de novo e espasmos mais fortes tomam conta do corpo, da buceta dela. Ela treme com mais força e grita de prazer. Teve um segundo orgasmo e ainda não aconteceu nada de verdade. O celular toca sem parar. Micaela olha pro lado e vê tudo embaçado, passa as mãos nos olhos tentando limpar o excesso de lágrimas ou o que for pra conseguir enxergar direito. Ela tá na cama dela, coberta com o lençol branco. Não entende o que tá rolando.maduraO telefone continua tocando, é o marido dela. Ela atende tentando entender o que aconteceu ou o que está rolando. Eles falam umas besteiras, ela diz que acabou de acordar e parece surpreender o parceiro. "Os sobrinhos te deixaram exausta, já é meio-dia", ele fala. Ela abre as cortinas e o sol de verão entra no quarto, fazendo ela fechar os olhos. Se olha no espelho e vê que está de calcinha e sutiã. Tá toda despenteada. Chega mais perto e repara que tem manchas brilhantes na pele, no corpo inteiro, no rosto, e passa a mão nos cílios, todos grudados.milfEm cada lugar que tem brilho, ela passa o dedo e cai como escamas. Claro que não sonhou, o que aconteceu, aconteceu. Será que agora rolou algo a mais que ela não lembra? Termina de falar com o marido de novo sem ter ouvido uma palavra do que ele disse. Dessa vez, veste um roupão mais decente e sai pra sala.incestoNão tem ninguém, nem na cozinha. Ela dá uma espiada no jardim e na piscina, também não tem ninguém. Olha o celular e não tem mensagem dos sobrinhos, simplesmente foram embora. Decepcionada, ela anda pela casa toda e vai tomar um banho. Dá até vontade de chorar, se sente desprezada. Sai com o cabelo molhado enquanto se enxuga no caminho pro quarto, abre a gaveta da roupa íntima e dessa vez não escolhe nada sexy, mas sim uma calcinha mais larga cor creme e um sutiã que cobre todos os peitos. Veste um vestido florido e vai tomar café da manhã, sozinha.tia e sobrinhoEnquanto toma seu café com torradas e cream cheese, ela olha para a piscina que deu origem a tudo que aconteceu no dia e na noite anterior. Os olhos se enchem de lágrimas, mas ela não sabe bem por quê. Um pouco se sente culpada porque fez algo proibido, teve situações sexuais extraconjugais, e não só com um, mas com dois homens ao mesmo tempo. Mas a culpa se espalha ao considerar que não são homens qualquer, mas seus sobrinhos, seus jovens sobrinhos, filhos da sua odiada cunhada, que tinham vindo só para se livrar do calor do verão de Buenos Aires na piscina dela. Eles estariam tendo suas primeiras experiências com as namoradas ou ficantes, e Micaela se aproveitou disso para satisfazer uma tesão momentânea. Umas lágrimas mais grossas escorrem pelas bochechas dela e ela começa a chorar de verdade, mas dessa vez não é mais por culpa, e sim por raiva. Ela se sente rejeitada. Ela não teve sua noite de sexo sem limites como queria, mas depois de receber o esperma dos sobrinhos, desmaiou de prazer e eles só a levantaram e deitaram na cama dela. Testemunha disso são as roupas que ficaram no lugar, ela sabe bem que não houve mais nada, não teve bebedeira, nem amnésia. Simplesmente serviu como objeto de punheta dos sobrinhos e, quando gozaram, a descartaram. Ela se recompõe, limpa o rosto e caminha até a porta de vidro corrediça que dá para a piscina e o jardim. Abre e sai, o chão está quente, então ela anda pela sombra, o sol do meio-dia está ardendo e imediatamente sente o calor na pele. Confere a previsão do tempo e vê que já está 36 graus e é só meio-dia. O aplicativo avisa que vai passar dos 40 graus nesse dia. Volta para dentro de casa, para a proteção do ar-condicionado, vai para o quarto, abre as gavetas e escolhe o biquíni mais pequeno que tem. Um conjunto não tão minúsculo, mas pelo menos é de duas peças.Micaela e os Sobrinhos 3Ao se olhar no espelho, queria que fosse menor do que é, na mente já planeja comprar roupas mais ousadas. Vai até a piscina e, depois de um mergulho, sai pra passar protetor solar. Na espreguiçadeira, sente o sol abraçando ela e dedica uns minutos pra esvaziar a mente. De olhos fechados, consegue se desligar de tudo e até sorri por aquele momento de paz. Abre os olhos de repente, um flash veio na cabeça dela, a lembrança da última gota de porra do Marcos caindo na boca dela enquanto ela ainda tremia com os espasmos do orgasmo. Tenta afastar esse pensamento e quer voltar a esvaziar a mente, mas já é tarde, de novo sentimentos de culpa, raiva e suposições voltam. Começa a olhar o celular, as redes sociais. Vê como as famosas e até as amigas postam stories na praia ou na piscina de biquíni, mostrando os corpos pra receber elogios de vários homens e mulheres. Micaela não era de postar muitos stories desse tipo, mas ficou tentada ao ler os comentários e as reações nas publicações das amigas e das famosas. Ensaiou selfies e fotos pra postar e não se convenceu. O biquíni turquesa dela, que era o menor e mais moderno, parecia de avó comparado com os que via nas redes. Decidiu então fazer algo. Volta pro quarto e pega a fio-dental vermelha que usou na noite anterior. Aquela fio-dental pequena e transparente. Ainda tem restos secos das gozadas dos sobrinhos dela, mas não liga. Troca de roupa e vai pra espreguiçadeira. Lá, tira fotos mostrando a bunda branca e generosa que tem, com o pano vermelho enfiado entre as nádegas e só umas tirinhas segurando na cintura.vadiaEla fica mais ousada e tira a parte de cima, não teria nada de errado, tá tomando sol e não quer as marcas do sutiã. De algum jeito consegue tirar uma foto dela cobrindo os biquinhos, sem ser vulgar, deitada naquela espreguiçadeira mostrando a raba inocente e a piscina ao fundo.maduraDuda pra caralho pra postar, e quando posta, usa a opção de melhores amigos, só pra alguns sortudos. Todas as amigas dela tão incluídas, também colegas de faculdade e do trampo, exclui parentes próximos, exceto dois: os sobrinhos dela, Marcos e Agustín. Chovem notificações e reações, de amigas que tão dando parabéns, falando que ela é uma gostosa, que é linda, essas porras. Também dos colegas de trampo e faculdade, e até do ensino médio, com comentários putos, sem respeitar que ela é uma mulher casada. Ela fica indignada quando vê que caras com namorada ou esposa e filhos comentam a foto. Ela adora causar tesão, isso levanta o astral dela. Mas com decepção, vê que os sobrinhos dela, ao ver a foto, não fazem porra nenhuma. Continua tomando sol e as notificações continuam caindo, e chegam mensagens no WhatsApp de caras que tão procurando desculpa pra ver se têm alguma chance. Uma coisa faz ela ficar puta: no meio das notificações, chega uma foto temporária que só abre se ela tocar. É de um ex-colega do ensino médio, e mesmo sabendo que não devia abrir, ela abre. Era o óbvio: uma foto da rola dele. O coitado achava que tinha um troço poderoso entre as pernas, mas só causa risada, nojo e graça pra Micaela. Um pau pequeno, feio, rosado, com um monte de pelo castanho, todo sem estética. Tirado no banheiro dele, dá pra ver um vaso, uma cueca manchada. Tudo menos erótico. Micaela se cansa e apaga a foto, também silencia o celular. Coloca fones e ouve a música favorita dela enquanto continua no sol, suando com os peitos dela à mostra e a minúscula calcinha fio-dental vermelha manchada. Mergulhada numa música, ela volta a lembrar das rolas dos sobrinhos dela, e não acredita na diferença de corpos e de aparelhos que eles tinham comparado com o sem-noção que mandou aquelas fotos sem graça. Lembra como a mão dela conferiu a grossura e o comprimento do pau do Agustín e do tamanho enorme das bolas dele balançando. Veio na mente dela o gosto e o calor da cabeçona do Marcos, e de como ela tentou chupar centímetros de carne até que ela teve aquele orgasmo. Seus dedos voltaram por instinto pra buceta dela, enfiando por baixo da calcinha fio dental. O suor, o calor e os próprios fluidos dela ativaram tudo. Facilitaram a entrada dos dois dedos, o médio e o anelar. Ela arqueia o corpo e ouve o barulho dos dedos na buceta dela, mesmo de fone.milfIsso a esquenta ainda mais e ela tenta enfiar os dedos mais fundo, como se quisesse ir mais longe, mas sabe que o comprimento deles é limitado. O tamanho dos membros dos sobrinhos dela seria mais que o dobro dos seus dedos delicados e femininos.incestoPerde a noção do tempo e do espaço. A outra mão dela toca os próprios mamilos, buscando mais estímulo. Ela geme e ofega alto, sem se importar. Tá em êxtase. Começa a tremer, tá chegando no clímax do orgasmo de novo. Grita e o movimento faz cair um dos fones de ouvido. Abre os olhos por instinto e, ao virar a cabeça, vê os sobrinhos Marcos e Agustín na entrada da casa dela, com a porta de correr aberta, assistindo ao show. Ela tenta tirar os dedos que tão bem fundo dentro dela e, nesse movimento acelerado, roça o clitóris inchado. "Nããão" grita gemendo enquanto tem um orgasmo igual ao da noite anterior. Treme e os fluidos escorrem pela lateral das coxas. Tá toda vermelha, suada, despenteada, de peitos de fora e vestindo só a pequena calcinha fio-dental vermelha transparente, molhada e brilhando com a porra dos sobrinhos. Os sobrinhos continuam parados na porta. Micaela se levanta como pode, anda trêmula até eles. Quando chega perto, rebola, não liga de estar de peitos de fora. Chega até os sobrinhos. Leva as mãos de volta pra vulva. Marcos e Agustín ficam divididos entre olhar os peitos de milf da tia e o que ela faz com as mãos. Ela pega os próprios fluidos e diz: "Abram a boca, guris". Marcos e Agustín obedecem. Micaela enfia os dedos cheios dos fluidos da masturbação dela, que foi causada pela lembrança do que eles fizeram. "Isso foi culpa de vocês, então vão comer", diz Micaela. A cena é erótica pra caralho. Micaela parada só de calcinha fio-dental vermelha molhada na frente dos sobrinhos, com os dedos dentro da boca deles. O calor do ambiente é nada perto do que Micaela e os sobrinhos tão sentindo naquele momento. E não parece que vai acabar ali. (Este relato pertence a hectornieto em Cuento Relatos)

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