Me chamam de magrinha e meu estúdio não tem placa. Quem chega, chega porque sabe. Naquela tarde entraram dois homens. Pai e filho, o pai um velho experiente e o filho uns 20 anos, muito tímido mas muito gostoso também, ambos bem diferentes, mas com uma eletricidade parecida. O pai beirava os cinquenta: seguro, arrumado, olhar de quem já viveu. O outro, apesar de calado, inquieto, curioso, com aquela mistura de nervosismo e fome que dá pra sentir no ar. Expliquei sem rodeios: —Não dá tempo pra dois turnos. Ou vão embora… ou ficam os dois. Se olharam. Silêncio curto. Assentimento longo. O mais novo sentou primeiro. Marquei os limites, coloquei brinquedos nas mãos dele, ele pegou um vibrador comprido que faz papel de marido quando tô sozinha, guiei ele sem tocar muito. Gosto de ver como aprendem, como a respiração acelera quando entendem que nem tudo passa pelo corpo. Esses tímidos são uns pausudos mesmo, que cock!!! Enquanto isso, atendi o mais velho: devagar, falando perto, fazendo ele sentir que tava no controle… até que deixou de estar. Comecei beijando o pai na boca, o filho olhava pra gente como quem sentia uma certa traição contra a mãe… uau, que sensação pensei, pai e filho pelados comigo. Eu já tinha atendido eles de lingerie no começo, mas agora eram eles que tiravam a roupa. O pai experiente mas com uma barriguinha, chupei ele porque tava bonita, enquanto o filho olhava, hesitou e enfiou o pau inteiro na minha buceta, depois senti ele enfiando a língua no meu cu. O estúdio se encheu de sons suaves, movimentos contidos, olhares que se cruzavam sem permissão. O garoto explorava, obediente mas cada vez mais seguro. O homem mais velho seguia meu ritmo, concentrado, com aquela tensão gostosa de não saber o que vai rolar depois. De repente percebi que tinha caído de novo na armadilha dos meus próprios desejos… tava me deixando comer pelos dois. Quando juntei eles, não foi brusco. Foi Natural. Duas energias diferentes encontrando o mesmo pulso. Ninguém apressou nada. Ninguém perguntou demais. Ofereci uma dupla penetração, o mais novo escolheu o cu, mas o pai disse pra ele começar por uma boa buceta e me penetrou com aquela pica chupada que eu tinha moldado com a minha boca. O moleque me meteu na buceta e os dois começaram a me bombar num cu e buceta sincronizados, não era um entrando e outro saindo, era os dois ao mesmo tempo me apertando, sentia uma pressão no meu coração a cada estocada. Foram longos minutos de dupla penetrada. Até que pai e filho se juntaram na minha buceta, sentia os dois paus se tocando dentro, uma beleza artística, uma expressão, me seguravam os dois, um me pegava pelo cu e o outro pelo cabelo, até que explodiram dentro de mim. No final, ficaram parados, suados, em silêncio. Eu ajeitei o cabelo, sorri e falei o de sempre: — Aqui não se vem só pra transar. Aqui se vem pra descobrir coisas. E pelas caras deles… claramente tinham descoberto várias. Depois me contaram que vinham de uma reunião de família e começaram a falar de coisas da casa enquanto eu me lavava na frente deles, o pai comentava as vezes que passou pelo meu estúdio mas que não tinha coragem de entrar, mas queria que o filho estreasse com uma puta como eu…
10 comentários - Atendi pai e filho gostosos
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Quisiera saber donde esta tu estudio y que me enseñes todo