No dia que aconteceu aquilo do meu último relato com a minha irmã (cada dia mais perto de comer a minha irmã mais velha parte 2), não soube se ela chegou ou não em casa, porque quando dormi ela ainda não tinha chegado. No dia seguinte de manhã acordei, fui no quarto dela e, ao abrir a porta, não tinha ninguém, algo estranho já que era o dia de folga dela. A única coisa que pensei, e tenho certeza que é o mais provável, é que ela tá me evitando, coisa que confirmei quando ela chegou naquela noite. Já era bem tarde, umas 1h da manhã, como tinha dormido a tarde inteira ainda tava acordado, então consegui ouvir uns barulhos pela casa. Só soube que era a minha irmã quando ouvi a porta do quarto dela abrir e depois fechar. Esperei uns minutos e aí levantei da cama, abri a porta do meu quarto com cuidado pra não fazer muito barulho e saí. Tava só de cueca boxer porque durmo assim. Cheguei no quarto dela e abri a porta de uma vez. Ela tava usando um conjunto de lingerie preta com renda, que era composto pelo sutiã, umas meias e uma linda tanga, tudo na mesma cor.
Irmã: O que foi?, o que eu te falei sobre abrir sem bater?
Eu: Desculpa, irmã, mas como ontem eu não soube se você chegou ou não em casa, achei que tinham invadido pra roubar
Irmã: Por que você diz que eu não cheguei?
Eu: Porque não te vi desde ontem de manhã, cê tá me evitando?
Irmã: Não, por que eu teria que fazer isso? — ela disse com uma voz trêmula, bem diferente do tom normal dela
Eu: Sei lá, pra não cair em tentação igual minha prima, talvez?
Irmã: Haha, você sonha com isso acontecendo — agora sim falou num tom mais parecido com o de sempre
Eu: Quem sonha é você, por isso ontem sua bucetinha tava bem molhada quando acordou
Irmã: Isso não tem nada a ver com você — o tom trêmulo voltou
Eu: Então?, quem é o sortudo que te faz acordar assim?
Irmã: Isso não é da sua conta, agora sai do meu quarto que eu quero dormir
Eu me aproximei dela e fiquei bem perto, mas sem encostar
Eu: Irmã, o que você sente é normal, é a rejeição ao proibido, ao tabu, mas também o que te deixa molhada é normal, é o desejo e o tesão de quebrar esse tabu. Mas se você ainda não tá pronta pra dar esse passo, eu respeito e não vou tentar nada até você estar
Ela me abraçou e começou a me dar um beijo tão safado e apaixonado que deixou meu pau duro. Eu respondi o beijo segurando ela pela cintura, ela levou minha mão até a bunda dela e eu entendi aquele sinal claro, então comecei a apalpar. Apertava primeiro com uma mão, depois desci a outra e segurei com as duas, apertava as nádegas dela, separava e de vez em quando dava uns tapinhas leves. Ficamos assim nem sei quanto tempo, porque com o tesão do momento perdi a noção do tempo. A única coisa é que depois de um tempo parei de beijar ela e coloquei minha mão numa das tetonas dela
Eu: Posso, irmã?
Ela, com uma cara de excitação total, disse que sim balançando a cabeça. Eu liberei uma das tetas lindas dela e comecei a chupar devagar, dava beijos, chupões
com meus dedos, eu brincava com os mamilos dela pra poder beijar ela de novo. depois, tirei a outra teta e fiz a mesma coisa, mas depois de um tempo comecei a chupar ela com um pouco mais de sacanagem, mas sem tanta intensidade pra não estragar o momento. eu dava umas chupadas do mesmo jeito, mas agora dava leves mordidas e puxões nos mamilos dela, e também apertava devagar a teta que eu não tava chupando.
Isso deixou ela louca, começou a brincar com meu pau por cima da minha cueca, depois enfiou a mão e tirou meu pau pra fora. A gente tava os dois de pé no quarto dela, enquanto eu chupava aqueles peitões enormes, ela me batia uma punheta.
Depois de um tempo assim, ela me puxou pra cama segurando meu pau, fui com ela e chegamos na cama, continuamos nos beijos e apalpadas, até que ela falou:
Irmã: tira minha calcinha, irmãozinho
Desci beijando o corpo todo dela, beijei a boca dela, os peitos, a barriga, puxei a calcinha dela pra baixo e continuei beijando as pernas, até chegar nos pés, tirei a calcinha dela e voltei do mesmo jeito, beijando os pés e as pernas até chegar na bucetinha dela, que tava bem molhada, comecei a chupar ela devagar.
Depois aumentei o ritmo, enfiando meus dedos enquanto continuamos chupando a pussy dela, o que a fazia se contorcer de prazer e gemer mais alto.
AAHH ahhh aaaaaahhh siii siii si que gostoso aaahhh sim, era só isso que minha irmã falava, eu sabia que ela tava pronta pro próximo passo, ou pelo menos foi o que pensei, porque quando parei de chupar a buceta dela e me levantei pra meter, ouvi a voz dela me dizer:
Irmã: ainda não — ela falou tampando a buceta com a mão — ainda não me sinto pronta, irmão
Eu cheguei perto do rosto dela, dei um beijo carinhoso e falei:
Eu: tá bom, irmã, vai ser quando você mandar
Não sei se minha irmã queria que eu cagasse pra decisão dela ou que respeitasse, mas não quis arriscar estragar tudo só por um momento de tesão, então resolvi me acalmar e agir como o irmão bonzinho, o que funcionou, porque ela disse:
Irmã: obrigada, irmãozinho, por ser tão legal, vou te dar um prêmio
Ela se colocou na frente da minha piroca e começou a chupar devagar e de um jeito safado, enquanto acariciava minhas bolas
Foi um boquete espetacular, diferente do que ela tinha feito antes, e muito diferente de qualquer outro boquete que já me fizeram, posso dizer que é o melhor boquete que já ganhei até agora. Eu continuei no meu papel de irmão bonzinho, então deixei ela fazer tudo, ela não enfiou minha pica na garganta dela, não segurei na boca dela, nada, tudo ela que estava fazendo. O que eu fazia era enfiar meus dedos na pussy dela, que já estava bem ensopada, coisa que eu adoro pelo barulho que fazia quando eu enfiava meus dedos, misturado com o som do boquete que minha irmã tava me dando, que já começava a ficar mais intenso, ela já tava chupando de um jeito morbidão, fazendo garganta profunda no processo.
Chac chac chac chac e glog glog glog glog glog era tudo que se ouvia no quarto. Não sei depois de quanto tempo senti que meu gozo queria sair, então falei pra minha irmã.
Eu: ah, irmã, vou gozar
Irmã: aggg ahh, joga na minha boca, maninho — ela disse abrindo a boca.
Eu comecei a me punhetar até soltar vários jatos de porra, alguns caíram na boca dela, outros no rosto e outros nas tetonas enormes dela.
Irmã: hmm que delícia de porra - ela disse depois de engolir a que caiu na boca dela, depois com os dedos limpou a que caiu no rosto e também comeu, igual a que caiu nos peitos dela
Eu: bom, irmã, agora é minha vez de te fazer gozar
Irmã: não, assim tá bom, irmãozinho
Eu: tem certeza?
Irmã: sim, sim, já tô muito cansada, melhor a gente dormir
Eu: tudo bem, então vou indo, boa noite
Irmã: onde você vai?
Eu: ué, pro meu quarto
Irmã: não quer dormir comigo?
Nem respondi, deitei com ela e abracei, ficando de conchinha
Irmã: acho que isso é um sim, haha
Ficamos conversando um monte de besteira até pegar no sono, acordamos há algumas horas, eu ainda tô na cama dela enquanto ela prepara o café da manhã pra mim. Espero que vocês gostem desse relato, e também espero que me digam se eu fiz certo ou errado em respeitar minha irmã e não comer ela, como sempre faço com as outras. Vou ler os comentários de vocês, então não hesitem em deixar um me aconselhando ou me xingando, vou ler e levar em conta. Também deixem seus pontos pra eu continuar escrevendo mais relatos. Sem mais, obrigado por ler.
Irmã: O que foi?, o que eu te falei sobre abrir sem bater? Eu: Desculpa, irmã, mas como ontem eu não soube se você chegou ou não em casa, achei que tinham invadido pra roubar
Irmã: Por que você diz que eu não cheguei?
Eu: Porque não te vi desde ontem de manhã, cê tá me evitando?
Irmã: Não, por que eu teria que fazer isso? — ela disse com uma voz trêmula, bem diferente do tom normal dela
Eu: Sei lá, pra não cair em tentação igual minha prima, talvez?
Irmã: Haha, você sonha com isso acontecendo — agora sim falou num tom mais parecido com o de sempre
Eu: Quem sonha é você, por isso ontem sua bucetinha tava bem molhada quando acordou
Irmã: Isso não tem nada a ver com você — o tom trêmulo voltou
Eu: Então?, quem é o sortudo que te faz acordar assim?
Irmã: Isso não é da sua conta, agora sai do meu quarto que eu quero dormir
Eu me aproximei dela e fiquei bem perto, mas sem encostar
Eu: Irmã, o que você sente é normal, é a rejeição ao proibido, ao tabu, mas também o que te deixa molhada é normal, é o desejo e o tesão de quebrar esse tabu. Mas se você ainda não tá pronta pra dar esse passo, eu respeito e não vou tentar nada até você estar
Ela me abraçou e começou a me dar um beijo tão safado e apaixonado que deixou meu pau duro. Eu respondi o beijo segurando ela pela cintura, ela levou minha mão até a bunda dela e eu entendi aquele sinal claro, então comecei a apalpar. Apertava primeiro com uma mão, depois desci a outra e segurei com as duas, apertava as nádegas dela, separava e de vez em quando dava uns tapinhas leves. Ficamos assim nem sei quanto tempo, porque com o tesão do momento perdi a noção do tempo. A única coisa é que depois de um tempo parei de beijar ela e coloquei minha mão numa das tetonas dela
Eu: Posso, irmã?
Ela, com uma cara de excitação total, disse que sim balançando a cabeça. Eu liberei uma das tetas lindas dela e comecei a chupar devagar, dava beijos, chupões
com meus dedos, eu brincava com os mamilos dela pra poder beijar ela de novo. depois, tirei a outra teta e fiz a mesma coisa, mas depois de um tempo comecei a chupar ela com um pouco mais de sacanagem, mas sem tanta intensidade pra não estragar o momento. eu dava umas chupadas do mesmo jeito, mas agora dava leves mordidas e puxões nos mamilos dela, e também apertava devagar a teta que eu não tava chupando.
Isso deixou ela louca, começou a brincar com meu pau por cima da minha cueca, depois enfiou a mão e tirou meu pau pra fora. A gente tava os dois de pé no quarto dela, enquanto eu chupava aqueles peitões enormes, ela me batia uma punheta.
Depois de um tempo assim, ela me puxou pra cama segurando meu pau, fui com ela e chegamos na cama, continuamos nos beijos e apalpadas, até que ela falou:Irmã: tira minha calcinha, irmãozinho
Desci beijando o corpo todo dela, beijei a boca dela, os peitos, a barriga, puxei a calcinha dela pra baixo e continuei beijando as pernas, até chegar nos pés, tirei a calcinha dela e voltei do mesmo jeito, beijando os pés e as pernas até chegar na bucetinha dela, que tava bem molhada, comecei a chupar ela devagar.
Depois aumentei o ritmo, enfiando meus dedos enquanto continuamos chupando a pussy dela, o que a fazia se contorcer de prazer e gemer mais alto.
AAHH ahhh aaaaaahhh siii siii si que gostoso aaahhh sim, era só isso que minha irmã falava, eu sabia que ela tava pronta pro próximo passo, ou pelo menos foi o que pensei, porque quando parei de chupar a buceta dela e me levantei pra meter, ouvi a voz dela me dizer: Irmã: ainda não — ela falou tampando a buceta com a mão — ainda não me sinto pronta, irmão
Eu cheguei perto do rosto dela, dei um beijo carinhoso e falei:
Eu: tá bom, irmã, vai ser quando você mandar
Não sei se minha irmã queria que eu cagasse pra decisão dela ou que respeitasse, mas não quis arriscar estragar tudo só por um momento de tesão, então resolvi me acalmar e agir como o irmão bonzinho, o que funcionou, porque ela disse:
Irmã: obrigada, irmãozinho, por ser tão legal, vou te dar um prêmio
Ela se colocou na frente da minha piroca e começou a chupar devagar e de um jeito safado, enquanto acariciava minhas bolas
Foi um boquete espetacular, diferente do que ela tinha feito antes, e muito diferente de qualquer outro boquete que já me fizeram, posso dizer que é o melhor boquete que já ganhei até agora. Eu continuei no meu papel de irmão bonzinho, então deixei ela fazer tudo, ela não enfiou minha pica na garganta dela, não segurei na boca dela, nada, tudo ela que estava fazendo. O que eu fazia era enfiar meus dedos na pussy dela, que já estava bem ensopada, coisa que eu adoro pelo barulho que fazia quando eu enfiava meus dedos, misturado com o som do boquete que minha irmã tava me dando, que já começava a ficar mais intenso, ela já tava chupando de um jeito morbidão, fazendo garganta profunda no processo.
Chac chac chac chac e glog glog glog glog glog era tudo que se ouvia no quarto. Não sei depois de quanto tempo senti que meu gozo queria sair, então falei pra minha irmã. Eu: ah, irmã, vou gozar
Irmã: aggg ahh, joga na minha boca, maninho — ela disse abrindo a boca.
Eu comecei a me punhetar até soltar vários jatos de porra, alguns caíram na boca dela, outros no rosto e outros nas tetonas enormes dela.
Irmã: hmm que delícia de porra - ela disse depois de engolir a que caiu na boca dela, depois com os dedos limpou a que caiu no rosto e também comeu, igual a que caiu nos peitos dela Eu: bom, irmã, agora é minha vez de te fazer gozar
Irmã: não, assim tá bom, irmãozinho
Eu: tem certeza?
Irmã: sim, sim, já tô muito cansada, melhor a gente dormir
Eu: tudo bem, então vou indo, boa noite
Irmã: onde você vai?
Eu: ué, pro meu quarto
Irmã: não quer dormir comigo?
Nem respondi, deitei com ela e abracei, ficando de conchinha
Irmã: acho que isso é um sim, haha
Ficamos conversando um monte de besteira até pegar no sono, acordamos há algumas horas, eu ainda tô na cama dela enquanto ela prepara o café da manhã pra mim. Espero que vocês gostem desse relato, e também espero que me digam se eu fiz certo ou errado em respeitar minha irmã e não comer ela, como sempre faço com as outras. Vou ler os comentários de vocês, então não hesitem em deixar um me aconselhando ou me xingando, vou ler e levar em conta. Também deixem seus pontos pra eu continuar escrevendo mais relatos. Sem mais, obrigado por ler.
2 comentários - Cada dia mais perto de comer minha irmã mais velha parte 3