Ele deve ter passado uns 10 minutos me penetrando com o dedo indicador, tirava, colocava, fazia movimentos circulares, passava mais lubrificante, até que num certo momento eu senti total conforto com o dedo lá dentro, que não é a mesma coisa que prazer, era só conforto mesmo.
A glande do meu namorado deve ter a grossura de dois dedos e meio, e a base do pau dele, no mínimo, três dedos. Sim, é grossa. Se ele não fosse meu namorado amado, eu nem deixaria ele chegar perto com aquilo no meu cuzinho virgem, mas por ele, pelo amor e pelo nível máximo de intimidade que a gente tava alcançando, eu ia fazer. Iam arrebentar meu cu, e depois disso eu dei a bunda pra vários, mas naquele momento não teria deixado mais ninguém. — Quer tentar com dois dedos? — Bom, a gente pode tentar, até agora tô me sentindo bem, quase sem desconforto. Isso ia ser a prova de fogo: se dois dedos não entrassem, não dava pra continuar com mais nada, era fisicamente impossível. Ele começou a lubrificar os dois dedos, bem generosamente. O lençol tava um desastre, o que me dava muita graça, mas ao mesmo tempo me preocupava porque eu não sabia se a gente tinha lençol reserva pro dia seguinte. Tava difícil me concentrar no aqui e agora. Sinto uma pressão forte no meu ânus, que é vencida pelos dedos indicador e médio do meu namorado, depois de ele tentar penetrar por vários segundos. O desconforto é enorme e tem dor. Minha bunda não tá preparada pra sentir o pau do meu namorado penetrando, eu percebo e não tem o que fazer. Mas ainda não quero desistir. O desconforto é imenso, mas a dor nem tanto, é só o músculo se esticando — se movendo de um jeito que não tá acostumado. Penso na minha amiga Lucy, que me disse que teve orgasmos anais incríveis, que me ensinou tudo que eu precisava fazer pra ter sexo anal. Ela falou pra eu me concentrar nas sensações, não negar a dor, mas aprender a diferenciar uma dor por falta de uso da região anal de uma dor que poderia me machucar. Era impossível pra mim diferenciar que tipo de dor ela tava falando. Penso na Luz. Ela estreou um ano antes de mim, e já tinha experimentado sexo anal quando eu nem tinha chupado um pau. Era uma garota precoce. Ela dizia que o anal era super prazeroso e que, depois que você encontrar o jeito é outra coisa. Dá pra transar sem camisinha e com paus maiores e gostosos. Enquanto pensava nas minhas amigas e nos conselhos delas, não sentia mais dor, mas o desconforto continuava ali. A dor tinha sumido completamente, sem dúvidas, mas agora eu sentia o cu muito cheio de lubrificante e invadido por um corpo estranho. “Quando você faz cocô não sente dor, se você fizer os movimentos como se fosse evacuar, por mais que pareça contraintuitivo, você vai notar que o pau entra melhor e até pode sentir prazer” – A Lucy tinha me falado. Essas palavras estavam rondando minha cabeça, quando meu namorado me diz: – Você tá bem, amor? – Sim sim, me sinto meio estranha, mas não tá doendo, fica tranquilo, continua. A gente já tava há uns 15 minutos desde que começamos, não sentia dor, o que era muito bom, mas bastante desconforto. Parecia mais uma consulta médica do que um momento íntimo entre dois amantes. Já tava começando a ficar nervosa e com vontade de parar, então, como último teste, lembrei das palavras da Lucy “Faz os movimentos como se fosse evacuar”. Com os dois dedos enfiados no meu cu, se movendo devagar tentando preparar minha área anal pra receber o prato principal, uma piroca grossa, resolvi seguir o conselho da Lucy. Fiz os movimentos como se fosse evacuar, mas não muito forte. Foi como um milagre. Minha área anal relaxou, recebeu melhor os dois dedos na minha bunda e, acredite se quiser, senti muito prazer. Senti um choque elétrico de prazer percorrendo meu corpo inteiro, a Lucy tava certa, vai saber por que razão, ao fazer os movimentos de defecar, de alguma forma meu corpo curtiu a penetração que tava recebendo, parei de apertar minha barriga e minhas nádegas, me soltei e liberei a pressão das minhas pernas e da minha bunda, e os dedos dele deslizaram melhor. – Aiiiiiiii, que delícia, que gostoso mmmm. Gemi de prazer enquanto meu namorado brincava na minha área anal com a mão dele. Resolvi tentar o movimento muscular de novo. quando de repente sinto que algo não está certo. Senti que ia cagar. Calculei mal a força e caguei um pouquinho nos dedos do meu namorado. Totalmente sem reação, saí correndo pro banheiro pra terminar de cagar e me limpar. Não consegui segurar o choro nem a vergonha. – Amor, por favor sai do banheiro, não tem problema. Meu namorado falava enquanto eu não parava de chorar de vergonha. Fiquei dez minutos chorando até que me dignei a sair, meu namorado entrou rápido pra limpar as mãos e voltou e me abraçou. – Não tem problema, não precisa fazer isso. Eu soluçava.. tava extremamente envergonhada. Tava morrendo de vergonha e me sentia completamente exposta, não queria saber mais nada com aquilo, mas ao mesmo tempo não esquecia aqueles 4 ou 5 segundos de prazer extremo que tinha sentido com os dois dedos na bunda. Ainda faltavam vários dias ali, tinha muita chance de tentar de novo. – Já foi, amor, não tem problema, não chora mais. – Desculpa, não quis te sujar. Se quiser, a gente pode tentar outro dia, hoje só quero dormir. A gente se abraçou pelados, eu com a bunda minúscula cheia de lubrificante e dormimos juntos, prontos pra tentar outro dia. No dia seguinte, fingi demência com o que tinha rolado na noite anterior. A gente tava num lugar lindo e eu não ia deixar um "escorregão" estragar a quase semana inteira que ainda tinha de férias. De tudo de ruim que tinha acontecido, tinha algo que dava pra salvar: não senti nenhuma dor, os dois dedos na bunda não me causaram nenhum machucado duradouro, o que significava uma coisa: tava no caminho certo. Foi um dia lindo, de manhã a gente passeou pelo lago, caminhamos muito, aproveitamos como um casal consolidado. Fomos almoçar num restaurante bem caro, cortesia do meu sogro, o que já tinha feito a gente esquecer o mau momento do dia anterior. O ânimo tinha mudado, a gente tava os dois de muito bom humor e sabia que nos próximos dias nosso relacionamento ia se consolidar ainda mais. Durante a tarde, a gente passeou pelo lugar lindo. enquanto jurávamos amor eterno um ao outro. Tudo estava pronto pra virar a página e recomeçar. No fim da tarde, voltamos pro nosso ninho decididos a transar de um jeito romântico. Nos despimos na cama de casal, nos abraçamos e começamos a nos beijar com paixão. Imediatamente, sinto a ereção do meu namorado roçando no meu corpo. – Com licença, vou fazer uma coisa – falei enquanto arrumava meu cabelo. Me posicionei na cama de cabeça pra baixo em relação ao meu namorado e comecei a fazer sexo oral nele, de um jeito que enquanto ele recebia o boquete, perto da boca dele estavam meus pés, pra ele poder admirar e brincar com eles se quisesse. Meu namorado é viciado nas minhas mamadas, na intimidade ele me chama de "minha chupeta de pica gostosa" e eu sentia que precisava compensar ele pelo que aconteceu ontem. Em nenhum momento ele me fez sentir mal por ter sujado ele no dia anterior, foi um verdadeiro cavalheiro. Depois de alguns segundos, percebi que mais do que compensar ele, eu tava fazendo aquilo por mim mesma, tinha um cheiro de pica divino por causa da caminhada que a gente tinha feito e ele tava adorando meus pés no rosto dele naquela posição estranha. Queria ficar ali pra sempre, assim pra sempre, sentia que esse era meu papel na vida. Já me imagino todo dia recebendo ele quando volta do trabalho com um boquete bem dado. Acho que podia ser muito feliz sendo uma dona de casa chupadora de pica. Fiquei chupando ele por vários minutos até ele avisar que ia gozar, fiz um movimento estranho pra colocar meus pés na cara dele, tentei enfiar a pica o mais fundo que dava na minha boca até a garganta e consegui fazer ele gozar sem usar minhas mãos. Senti 3 pulsadas que jorraram porra na minha boca.
Deixei meu namorado brincar mais um pouquinho com meus pés (tava com as unhas pintadas de preto) e fiz uma coisa que deixou ele louco: me levantei e cheguei perto dele. Sorri pra ele, abri a boca, coloquei a língua pra fora e mostrei como tava cheia de porra dele. Engoli tudo e depois abri a boca de novo pra ele ver minha língua limpinha, sem nenhum gozo.
Ele pirou completamente. A gente se abraçou, se beijou e ele pediu pra me compensar. Me fez um oral que me fez gozar em 5 minutos, mas ainda faltava mais. Comecei a brincar com o pau dele, que ainda tava mole, e coloquei na boca. Em pouco tempo ele ficou duro. – Quero que você me coma. Me inclinei na beira da cama pra ele me comer de costas, ele passou saliva no pau e meteu na minha buceta por trás. Adoro transar assim porque é um jeito dele meter forte, além disso sinto ele batendo na minha bunda e o barulho me excita. – ai sim sim sim sim sim sim Cada "sim" acompanhava as estocadas dele na minha buceta apertada, não foi algo que fiz de propósito, saiu natural de tanta excitação. Depois de um tempinho comecei a tremer e tive um orgasmo, molhando a cama com meus suquinhos. Desabei na cama e ele continuou me comendo até gozar dentro de mim, enchendo minha buceta com o leite dele, amo quando ele goza dentro e sinto o pau dele pulsando enquanto goza.
Ele tava por cima de mim, exausto depois do segundo gozo. Eu tava largada debaixo dele, sentindo o sêmen escorrendo pela minha buceta. Era uma delícia, muito excitante. Minha buceta inteira tava cheia de porra, e eu sentia tudo molhado e encharcado, misturado com meus próprios sucos vaginais e o sêmen do meu namorado.
Virei a cabeça e falei: – Amanhã você vai me fazer a Booty e vai gozar dentro de mim. Continua...
A glande do meu namorado deve ter a grossura de dois dedos e meio, e a base do pau dele, no mínimo, três dedos. Sim, é grossa. Se ele não fosse meu namorado amado, eu nem deixaria ele chegar perto com aquilo no meu cuzinho virgem, mas por ele, pelo amor e pelo nível máximo de intimidade que a gente tava alcançando, eu ia fazer. Iam arrebentar meu cu, e depois disso eu dei a bunda pra vários, mas naquele momento não teria deixado mais ninguém. — Quer tentar com dois dedos? — Bom, a gente pode tentar, até agora tô me sentindo bem, quase sem desconforto. Isso ia ser a prova de fogo: se dois dedos não entrassem, não dava pra continuar com mais nada, era fisicamente impossível. Ele começou a lubrificar os dois dedos, bem generosamente. O lençol tava um desastre, o que me dava muita graça, mas ao mesmo tempo me preocupava porque eu não sabia se a gente tinha lençol reserva pro dia seguinte. Tava difícil me concentrar no aqui e agora. Sinto uma pressão forte no meu ânus, que é vencida pelos dedos indicador e médio do meu namorado, depois de ele tentar penetrar por vários segundos. O desconforto é enorme e tem dor. Minha bunda não tá preparada pra sentir o pau do meu namorado penetrando, eu percebo e não tem o que fazer. Mas ainda não quero desistir. O desconforto é imenso, mas a dor nem tanto, é só o músculo se esticando — se movendo de um jeito que não tá acostumado. Penso na minha amiga Lucy, que me disse que teve orgasmos anais incríveis, que me ensinou tudo que eu precisava fazer pra ter sexo anal. Ela falou pra eu me concentrar nas sensações, não negar a dor, mas aprender a diferenciar uma dor por falta de uso da região anal de uma dor que poderia me machucar. Era impossível pra mim diferenciar que tipo de dor ela tava falando. Penso na Luz. Ela estreou um ano antes de mim, e já tinha experimentado sexo anal quando eu nem tinha chupado um pau. Era uma garota precoce. Ela dizia que o anal era super prazeroso e que, depois que você encontrar o jeito é outra coisa. Dá pra transar sem camisinha e com paus maiores e gostosos. Enquanto pensava nas minhas amigas e nos conselhos delas, não sentia mais dor, mas o desconforto continuava ali. A dor tinha sumido completamente, sem dúvidas, mas agora eu sentia o cu muito cheio de lubrificante e invadido por um corpo estranho. “Quando você faz cocô não sente dor, se você fizer os movimentos como se fosse evacuar, por mais que pareça contraintuitivo, você vai notar que o pau entra melhor e até pode sentir prazer” – A Lucy tinha me falado. Essas palavras estavam rondando minha cabeça, quando meu namorado me diz: – Você tá bem, amor? – Sim sim, me sinto meio estranha, mas não tá doendo, fica tranquilo, continua. A gente já tava há uns 15 minutos desde que começamos, não sentia dor, o que era muito bom, mas bastante desconforto. Parecia mais uma consulta médica do que um momento íntimo entre dois amantes. Já tava começando a ficar nervosa e com vontade de parar, então, como último teste, lembrei das palavras da Lucy “Faz os movimentos como se fosse evacuar”. Com os dois dedos enfiados no meu cu, se movendo devagar tentando preparar minha área anal pra receber o prato principal, uma piroca grossa, resolvi seguir o conselho da Lucy. Fiz os movimentos como se fosse evacuar, mas não muito forte. Foi como um milagre. Minha área anal relaxou, recebeu melhor os dois dedos na minha bunda e, acredite se quiser, senti muito prazer. Senti um choque elétrico de prazer percorrendo meu corpo inteiro, a Lucy tava certa, vai saber por que razão, ao fazer os movimentos de defecar, de alguma forma meu corpo curtiu a penetração que tava recebendo, parei de apertar minha barriga e minhas nádegas, me soltei e liberei a pressão das minhas pernas e da minha bunda, e os dedos dele deslizaram melhor. – Aiiiiiiii, que delícia, que gostoso mmmm. Gemi de prazer enquanto meu namorado brincava na minha área anal com a mão dele. Resolvi tentar o movimento muscular de novo. quando de repente sinto que algo não está certo. Senti que ia cagar. Calculei mal a força e caguei um pouquinho nos dedos do meu namorado. Totalmente sem reação, saí correndo pro banheiro pra terminar de cagar e me limpar. Não consegui segurar o choro nem a vergonha. – Amor, por favor sai do banheiro, não tem problema. Meu namorado falava enquanto eu não parava de chorar de vergonha. Fiquei dez minutos chorando até que me dignei a sair, meu namorado entrou rápido pra limpar as mãos e voltou e me abraçou. – Não tem problema, não precisa fazer isso. Eu soluçava.. tava extremamente envergonhada. Tava morrendo de vergonha e me sentia completamente exposta, não queria saber mais nada com aquilo, mas ao mesmo tempo não esquecia aqueles 4 ou 5 segundos de prazer extremo que tinha sentido com os dois dedos na bunda. Ainda faltavam vários dias ali, tinha muita chance de tentar de novo. – Já foi, amor, não tem problema, não chora mais. – Desculpa, não quis te sujar. Se quiser, a gente pode tentar outro dia, hoje só quero dormir. A gente se abraçou pelados, eu com a bunda minúscula cheia de lubrificante e dormimos juntos, prontos pra tentar outro dia. No dia seguinte, fingi demência com o que tinha rolado na noite anterior. A gente tava num lugar lindo e eu não ia deixar um "escorregão" estragar a quase semana inteira que ainda tinha de férias. De tudo de ruim que tinha acontecido, tinha algo que dava pra salvar: não senti nenhuma dor, os dois dedos na bunda não me causaram nenhum machucado duradouro, o que significava uma coisa: tava no caminho certo. Foi um dia lindo, de manhã a gente passeou pelo lago, caminhamos muito, aproveitamos como um casal consolidado. Fomos almoçar num restaurante bem caro, cortesia do meu sogro, o que já tinha feito a gente esquecer o mau momento do dia anterior. O ânimo tinha mudado, a gente tava os dois de muito bom humor e sabia que nos próximos dias nosso relacionamento ia se consolidar ainda mais. Durante a tarde, a gente passeou pelo lugar lindo. enquanto jurávamos amor eterno um ao outro. Tudo estava pronto pra virar a página e recomeçar. No fim da tarde, voltamos pro nosso ninho decididos a transar de um jeito romântico. Nos despimos na cama de casal, nos abraçamos e começamos a nos beijar com paixão. Imediatamente, sinto a ereção do meu namorado roçando no meu corpo. – Com licença, vou fazer uma coisa – falei enquanto arrumava meu cabelo. Me posicionei na cama de cabeça pra baixo em relação ao meu namorado e comecei a fazer sexo oral nele, de um jeito que enquanto ele recebia o boquete, perto da boca dele estavam meus pés, pra ele poder admirar e brincar com eles se quisesse. Meu namorado é viciado nas minhas mamadas, na intimidade ele me chama de "minha chupeta de pica gostosa" e eu sentia que precisava compensar ele pelo que aconteceu ontem. Em nenhum momento ele me fez sentir mal por ter sujado ele no dia anterior, foi um verdadeiro cavalheiro. Depois de alguns segundos, percebi que mais do que compensar ele, eu tava fazendo aquilo por mim mesma, tinha um cheiro de pica divino por causa da caminhada que a gente tinha feito e ele tava adorando meus pés no rosto dele naquela posição estranha. Queria ficar ali pra sempre, assim pra sempre, sentia que esse era meu papel na vida. Já me imagino todo dia recebendo ele quando volta do trabalho com um boquete bem dado. Acho que podia ser muito feliz sendo uma dona de casa chupadora de pica. Fiquei chupando ele por vários minutos até ele avisar que ia gozar, fiz um movimento estranho pra colocar meus pés na cara dele, tentei enfiar a pica o mais fundo que dava na minha boca até a garganta e consegui fazer ele gozar sem usar minhas mãos. Senti 3 pulsadas que jorraram porra na minha boca.
Deixei meu namorado brincar mais um pouquinho com meus pés (tava com as unhas pintadas de preto) e fiz uma coisa que deixou ele louco: me levantei e cheguei perto dele. Sorri pra ele, abri a boca, coloquei a língua pra fora e mostrei como tava cheia de porra dele. Engoli tudo e depois abri a boca de novo pra ele ver minha língua limpinha, sem nenhum gozo.
Ele pirou completamente. A gente se abraçou, se beijou e ele pediu pra me compensar. Me fez um oral que me fez gozar em 5 minutos, mas ainda faltava mais. Comecei a brincar com o pau dele, que ainda tava mole, e coloquei na boca. Em pouco tempo ele ficou duro. – Quero que você me coma. Me inclinei na beira da cama pra ele me comer de costas, ele passou saliva no pau e meteu na minha buceta por trás. Adoro transar assim porque é um jeito dele meter forte, além disso sinto ele batendo na minha bunda e o barulho me excita. – ai sim sim sim sim sim sim Cada "sim" acompanhava as estocadas dele na minha buceta apertada, não foi algo que fiz de propósito, saiu natural de tanta excitação. Depois de um tempinho comecei a tremer e tive um orgasmo, molhando a cama com meus suquinhos. Desabei na cama e ele continuou me comendo até gozar dentro de mim, enchendo minha buceta com o leite dele, amo quando ele goza dentro e sinto o pau dele pulsando enquanto goza.
Ele tava por cima de mim, exausto depois do segundo gozo. Eu tava largada debaixo dele, sentindo o sêmen escorrendo pela minha buceta. Era uma delícia, muito excitante. Minha buceta inteira tava cheia de porra, e eu sentia tudo molhado e encharcado, misturado com meus próprios sucos vaginais e o sêmen do meu namorado.
Virei a cabeça e falei: – Amanhã você vai me fazer a Booty e vai gozar dentro de mim. Continua...
1 comentários - Mi primera vez parte 3