Olá comunidade, entendo que por aqui o que menos importa é a vida pessoal fora deste site, então guardo isso para ir direto ao que lhes agrada. Nessas últimas semanas, tenho tido conversas com minha esposa, algumas dessas conversas chegando a ser quase contos eróticos por experiências vividas. Vou tentar relatar da forma mais fiel possível, já que como foi conversa falada, não deu muito espaço para anotar o que ela dizia.
Tudo começou quando, relaxados, deitados na cama assistindo uma série, eu soltei a pergunta
- Lembra da nossa segunda vez? (Falando da segunda vez que transamos) Não tinha relação com o que estávamos assistindo, mas me veio à cabeça e falei... Ela soltou uma risada debochada, virou pra mim perguntando - Por quê? - Não, nada de especial, só tô perguntando porque é muito fácil lembrar da primeira vez em qualquer coisa, seja por nervosismo, adrenalina, etc. - Bom... nunca tinha pensado por esse lado, mas não me vem nada na memória haha. Pra não fazer ela se sentir mal (porque ela é daquelas pessoas que costuma esquecer a maioria das coisas e acha que eu faço de propósito) - Eu também não lembro direito, amor. Mas tô perguntando porque nossa primeira vez foi totalmente vergonhosa haha - Ah, qual é, amor haha, não pensa nessas coisas - É sério, quando eu paro pra lembrar, fico com muita vergonha e queria que tivesse sido diferente... Colocando em contexto, nosso primeiro encontro aconteceu semanas depois de começarmos a sair. Eu não esperava que fosse acontecer tão rápido, nem duas semanas tinham passado. Tudo foi planejado por ela (confessando anos depois). Foi um conluio entre ela e um amigo dela; eu recebi uma ligação do amigo dela e ele me disse se eu podia passar na casa dele pra ajudar com algo técnico no laptop dele. Eu disse que sim e cheguei bem largado, e ao subir pro quarto dele, vejo que ela estava lá. Fiquei surpreso porque ela não me avisou nada, supostamente ela ia sair mais tarde com amigos, por isso não nos veríamos, mas enfim, não associei a outra coisa. Enquanto eu mexia no que tinha ido fazer, de vez em quando tinha umas piadas de duplo sentido que o amigo dela soltava e eu só ria, ignorando. Nós três estávamos sentados na cama dele. Chegou uma hora que ele disse que ia tomar banho ou fazer um recado e nos deixou sozinhos, comentando que na gaveta do lado tinha camisinhas caso a gente precisasse.
Eu todo nervoso e inocente não tava pegando as indiretas. Mal ela saiu do banheiro, não passaram nem cinco segundos e ela já veio me beijar, metendo a mão dentro da minha calça.
Inseguro do que estava acontecendo, eu só pedia pra gente não fazer muito barulho. Ela foi direto ao ponto, tirou a roupa e ficou só de calcinha, usando um conjunto vermelho de renda
Ele me diz que agora é minha vez; rapidinho tiro tudo, e começamos a putaria e preliminares. Eu deslizo pra fazer um oral nele, puxando a calcinha dela pro lado.
(Devo ressaltar que, nesse ponto, meu coração estava batendo a mil. Eu estava prestes a transar com a garota inalcançável, a valentona que se tornou um amor platônico. Então, tinha um milhão de coisas na cabeça) Ela me diz para usar os dedos enquanto lambo sua boceta rosada. Depois de alguns minutos, ela me levanta e pede para eu colocar a camisinha. Mas é aí que ela percebe que eu não estou totalmente ereto, então ela começa a pensar que não é o suficiente para mim (atingindo meu ego) e eu, com mil coisas na mente. Mesmo assim, coloquei a camisinha e subi em cima dela. Eu sabia que não estava duro, mas ainda assim queria estar dentro dela. Sendo sincero, naquela época, eu ouvia piadas de caras que tinham estado com muitas garotas, que as bocetas que já montaram em paus enormes, a gente entrava como água
Naquele dia, eu senti aquela experiência, poderia ter sido por outras coisas, mas eu só senti que nem esforço fiz e deslizei como se nada fosse. Isso me deu ainda mais no que pensar e, mesmo ficando alguns minutos, meu pau simplesmente não endureceu e ela cansou. Todo constrangido, nos vestimos de novo, descemos, nos despedimos do amigo dela e cada um seguiu seu rumo. Eu poderia dar uma explicação para os fatos, mas me senti um fracasso como homem e, além disso, que deixei uma má impressão. Não falamos até o dia seguinte, mas aquela foi a primeira vez, e eu gostaria de apagá-la, mas já passou e sem isso talvez não estaríamos aqui.
Tudo começou quando, relaxados, deitados na cama assistindo uma série, eu soltei a pergunta
- Lembra da nossa segunda vez? (Falando da segunda vez que transamos) Não tinha relação com o que estávamos assistindo, mas me veio à cabeça e falei... Ela soltou uma risada debochada, virou pra mim perguntando - Por quê? - Não, nada de especial, só tô perguntando porque é muito fácil lembrar da primeira vez em qualquer coisa, seja por nervosismo, adrenalina, etc. - Bom... nunca tinha pensado por esse lado, mas não me vem nada na memória haha. Pra não fazer ela se sentir mal (porque ela é daquelas pessoas que costuma esquecer a maioria das coisas e acha que eu faço de propósito) - Eu também não lembro direito, amor. Mas tô perguntando porque nossa primeira vez foi totalmente vergonhosa haha - Ah, qual é, amor haha, não pensa nessas coisas - É sério, quando eu paro pra lembrar, fico com muita vergonha e queria que tivesse sido diferente... Colocando em contexto, nosso primeiro encontro aconteceu semanas depois de começarmos a sair. Eu não esperava que fosse acontecer tão rápido, nem duas semanas tinham passado. Tudo foi planejado por ela (confessando anos depois). Foi um conluio entre ela e um amigo dela; eu recebi uma ligação do amigo dela e ele me disse se eu podia passar na casa dele pra ajudar com algo técnico no laptop dele. Eu disse que sim e cheguei bem largado, e ao subir pro quarto dele, vejo que ela estava lá. Fiquei surpreso porque ela não me avisou nada, supostamente ela ia sair mais tarde com amigos, por isso não nos veríamos, mas enfim, não associei a outra coisa. Enquanto eu mexia no que tinha ido fazer, de vez em quando tinha umas piadas de duplo sentido que o amigo dela soltava e eu só ria, ignorando. Nós três estávamos sentados na cama dele. Chegou uma hora que ele disse que ia tomar banho ou fazer um recado e nos deixou sozinhos, comentando que na gaveta do lado tinha camisinhas caso a gente precisasse.
Eu todo nervoso e inocente não tava pegando as indiretas. Mal ela saiu do banheiro, não passaram nem cinco segundos e ela já veio me beijar, metendo a mão dentro da minha calça.
Inseguro do que estava acontecendo, eu só pedia pra gente não fazer muito barulho. Ela foi direto ao ponto, tirou a roupa e ficou só de calcinha, usando um conjunto vermelho de renda
Ele me diz que agora é minha vez; rapidinho tiro tudo, e começamos a putaria e preliminares. Eu deslizo pra fazer um oral nele, puxando a calcinha dela pro lado.
(Devo ressaltar que, nesse ponto, meu coração estava batendo a mil. Eu estava prestes a transar com a garota inalcançável, a valentona que se tornou um amor platônico. Então, tinha um milhão de coisas na cabeça) Ela me diz para usar os dedos enquanto lambo sua boceta rosada. Depois de alguns minutos, ela me levanta e pede para eu colocar a camisinha. Mas é aí que ela percebe que eu não estou totalmente ereto, então ela começa a pensar que não é o suficiente para mim (atingindo meu ego) e eu, com mil coisas na mente. Mesmo assim, coloquei a camisinha e subi em cima dela. Eu sabia que não estava duro, mas ainda assim queria estar dentro dela. Sendo sincero, naquela época, eu ouvia piadas de caras que tinham estado com muitas garotas, que as bocetas que já montaram em paus enormes, a gente entrava como água
Naquele dia, eu senti aquela experiência, poderia ter sido por outras coisas, mas eu só senti que nem esforço fiz e deslizei como se nada fosse. Isso me deu ainda mais no que pensar e, mesmo ficando alguns minutos, meu pau simplesmente não endureceu e ela cansou. Todo constrangido, nos vestimos de novo, descemos, nos despedimos do amigo dela e cada um seguiu seu rumo. Eu poderia dar uma explicação para os fatos, mas me senti um fracasso como homem e, além disso, que deixei uma má impressão. Não falamos até o dia seguinte, mas aquela foi a primeira vez, e eu gostaria de apagá-la, mas já passou e sem isso talvez não estaríamos aqui.
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