Pachi acordou no dia seguinte no seu apartamento, com o corpo dolorido como se tivesse sido espancada. O sol entrava pela janela com a persiana quebrada, iluminando os hematomas nos seus seios firmes, o sêmen seco grudado na sua pele branca e as tatuagens salpicadas de marcas vermelhas. Sua buceta raspada ardia, sua bunda também, e sua garganta estava rouca de tanto gritar e chupar à força. Olhou-se no espelho: olhos escuros inchados, lábios carnudos rachados, cabelo castanho claro despenteado como nunca. "Filhos da puta", murmurou, mas por baixo da raiva, aquele fogo sombrio ardia. Não, não ia admitir. Era feminista, porra. Ia denunciar.
Tomou um banho rápido, tentando apagar o cheiro de fumaça, cocaína e sêmen, mas as memórias continuavam ali. Vestiu uma camiseta larga que mesmo assim marcava seus mamilos eretos —sempre duros, como se seu corpo a traísse— e uma calça folgada que não escondia sua bunda redonda. Pegou o metrô até a delegacia mais próxima, repetindo na mente o relato: o churrasco, os cinco babacas, o estupro coletivo. "Vão acreditar em mim", disse a si mesma. "Sou uma mulher, caralho. O sistema tem que funcionar para a gente".
Chegou à delegacia no meio da manhã. O lugar cheirava a café velho e papelada. Atrás do balcão, um oficial gordo e bigodudo olhou-a de cima a baixo, parando na tatuagem que aparecia no mínimo decote da sua camiseta. —Bom dia, moça. Em que posso ajudá-la? —perguntou com um sorriso falso. Pachi engoliu em seco, sua voz trêmula mas firme. —Vim denunciar um estupro. Ontem à noite num churrasco, cinco homens me atacaram. Me drogaram, me forçaram... O oficial levantou uma sobrancelha, escrevendo devagar. —Aham. Nomes? Endereço do churrasco? Ela deu os detalhes que lembrava, mas quando mencionou a maconha, a cocaína e o álcool, o cara parou de escrever. —Espera aí. Você tava usando drogas? Álcool? —Sim, mas isso não importa. Eles me estupraram, filho da puta. O oficial riu baixinho e chamou mais dois: um sargento alto e magro, com cara de rato, e outro mais jovem, musculoso, com olhos famintos. Os três ficaram olhando para ela, de braços cruzados. —Olha só, gostosa —disse o sargento, se aproximando—. Com tatuagens dessas, cabelo desgrenhado e cheirando a festa... tem certeza que não foi consensual? Feministas como você às vezes confundem as coisas depois de uma noite louca. Pachi enfureceu-se, seus olhos escuros brilhando. —Que porra é essa? Não foi consensual! Me seguraram, me penetraram por todos os lados! Vou processar vocês também se não me levarem a sério! O policial gordo trocou olhares com os outros. —Vamos te "interrogar" na sala dos fundos. Para verificar detalhes. Agarraram-na pelos braços, arrastando-a para um quarto pequeno e sujo, com uma mesa de metal e cadeiras. Trancaram a porta. Pachi tentou lutar, mas o jovem a empurrou contra a parede. —Me soltem, seus porcos! Isso é abuso policial! O sargento riu, desapertando o cinto. —Abuso? Você veio aqui contando histórias de uma vadia drogada. Ninguém vai acreditar em você, Pachi. Ou prefere que a chamemos de puta feminista? Arrancaram sua blusa de uma vez, expondo seus peitos grandes e firmes. A tatuagem em aquarela no esquerdo parecia um convite. Seus mamilos, sempre eretos, endureceram ainda mais com o ar frio. —Olha esses peitos, caralho —disse o gordo, agarrando-os com mãos ásperas, beliscando os mamilos escuros até fazê-la gemer de dor—. Durinhos como se estivessem pedindo por pica. Tem certeza que não veio aqui para nos provocar? Pachi cuspiu. —Vão se foder! Vou denunciar vocês ao ministério! O jovem, rindo, puxou suas calças e a calcinha de uma vez, revelando sua buceta peladinha, já inchada da noite anterior. —Buceta peladinha... pronta pra foder. Viu? As putas como você sempre vêm preparadas. Jogaram-na sobre a mesa de bruços, o sargento prendendo seus pulsos com algemas frias. O gordo se posicionou atrás, cuspindo em sua pica grossa e enfiando-a em seu cu sem Aviso. Pachi gritou, arqueando as costas. — Aaaahhh! Nããão, por favor, aí não! Tá doendo, seu porra! — Tá doendo? — rosnou o gordo, investindo com força, suas bolas batendo contra sua bunda redonda —. É porque você é uma puta apertada. Toma, feminista, toma autoridade policial na bunda. Enquanto isso, o sargento enfiou o pau na boca dela, agarrando seu cabelo ondulado e puxando com força. — Chupa, raposa. Chupa como a puta que você é. Tava falando em denúncia... agora engole minha denúncia até as bolas. Pachi tentou morder, mas o jovem deu um tapa no rosto dela, fazendo seus lábios carnudos sangrarem um pouco. — Não morde, usa a palavra: buceta. Ou eu quebro essa sua carinha de inocente — disse ele, e então se ajoelhou para chupar sua boceta, mordendo o clitóris com dentes afiados. Ela gemeu abafada, lágrimas escorrendo: metade dor, metade aquele prazer traiçoeiro que seu corpo não podia negar.
O gordo saiu de sua bunda e enfiou na sua buceta, fodendo violento, tapa nas nádegas que deixavam marcas vermelhas. — Que buceta gostosa, já molhada. Você fica molhada por ser estuprada por policiais, Pachi? Fala que sim, puta. Ela balançou a cabeça negando, mas o sargento tirou o pau de sua boca por um segundo. — Fala — ordenou, dando outro tapa nela. —...sim... eu fico molhada... mais forte... — sussurrou quebrada, se odiando. Os três riram. Trocaram de posições: o jovem agora na sua buceta, investindo como um animal, agarrando seus peitos e mordendo os mamilos até sangrar. — Peitos perfeitos, duros como os de uma novinha. Morde isso, sargento — disse, e o sargento apertou o outro mamilo enquanto fodia sua boca de novo. — Garganta profunda, puta. Engole tudo — rosnou o sargento, empurrando até ela engasgar. O gordo entrou em sua bunda de novo, dupla penetração: buceta e cu cheios, esticando ela ao limite. — Tão me partindo ao meio! Para, pelo amor de Deus! — suplicou Pachi, mas seus quadris se moviam involuntários. — Partindo? Isso é justiça, raposa — disse o Moleque, acelerando —. Ninguém acredita em putas drogadas. Toma mais, feminista.
Rodaram ela por turnos: boca, buceta, cu. Às vezes dois paus na buceta à força, esticando ela dolorosamente. Mãos no pescoço, asfixiando até ela ficar azul, depois soltando pra ela gritar. — Fala que retira a queixa — ordenou o sargento enquanto enchia a boca dela de porra. Pachi tossiu, cuspindo. —...retiro... por favor...
Mas não pararam. O jovem gozou nos peitos dela, esfregando a porra nas tatuagens. O gordo no cu, deixando ela escorrendo. — Boa menina — disse o sargento, gozando na cara inocente dela —. Agora amadurece, e não volta com histórias. Ou a gente repete.
Soltaram ela, tremendo sobre a mesa, coberta de porra policial. Pachi se vestiu como pôde, saindo mancando. Seu feminismo quebrado, mas aquele desejo obscuro mais vivo que nunca. O que vinha depois? Talvez vingança... ou mais.
Tomou um banho rápido, tentando apagar o cheiro de fumaça, cocaína e sêmen, mas as memórias continuavam ali. Vestiu uma camiseta larga que mesmo assim marcava seus mamilos eretos —sempre duros, como se seu corpo a traísse— e uma calça folgada que não escondia sua bunda redonda. Pegou o metrô até a delegacia mais próxima, repetindo na mente o relato: o churrasco, os cinco babacas, o estupro coletivo. "Vão acreditar em mim", disse a si mesma. "Sou uma mulher, caralho. O sistema tem que funcionar para a gente".
Chegou à delegacia no meio da manhã. O lugar cheirava a café velho e papelada. Atrás do balcão, um oficial gordo e bigodudo olhou-a de cima a baixo, parando na tatuagem que aparecia no mínimo decote da sua camiseta. —Bom dia, moça. Em que posso ajudá-la? —perguntou com um sorriso falso. Pachi engoliu em seco, sua voz trêmula mas firme. —Vim denunciar um estupro. Ontem à noite num churrasco, cinco homens me atacaram. Me drogaram, me forçaram... O oficial levantou uma sobrancelha, escrevendo devagar. —Aham. Nomes? Endereço do churrasco? Ela deu os detalhes que lembrava, mas quando mencionou a maconha, a cocaína e o álcool, o cara parou de escrever. —Espera aí. Você tava usando drogas? Álcool? —Sim, mas isso não importa. Eles me estupraram, filho da puta. O oficial riu baixinho e chamou mais dois: um sargento alto e magro, com cara de rato, e outro mais jovem, musculoso, com olhos famintos. Os três ficaram olhando para ela, de braços cruzados. —Olha só, gostosa —disse o sargento, se aproximando—. Com tatuagens dessas, cabelo desgrenhado e cheirando a festa... tem certeza que não foi consensual? Feministas como você às vezes confundem as coisas depois de uma noite louca. Pachi enfureceu-se, seus olhos escuros brilhando. —Que porra é essa? Não foi consensual! Me seguraram, me penetraram por todos os lados! Vou processar vocês também se não me levarem a sério! O policial gordo trocou olhares com os outros. —Vamos te "interrogar" na sala dos fundos. Para verificar detalhes. Agarraram-na pelos braços, arrastando-a para um quarto pequeno e sujo, com uma mesa de metal e cadeiras. Trancaram a porta. Pachi tentou lutar, mas o jovem a empurrou contra a parede. —Me soltem, seus porcos! Isso é abuso policial! O sargento riu, desapertando o cinto. —Abuso? Você veio aqui contando histórias de uma vadia drogada. Ninguém vai acreditar em você, Pachi. Ou prefere que a chamemos de puta feminista? Arrancaram sua blusa de uma vez, expondo seus peitos grandes e firmes. A tatuagem em aquarela no esquerdo parecia um convite. Seus mamilos, sempre eretos, endureceram ainda mais com o ar frio. —Olha esses peitos, caralho —disse o gordo, agarrando-os com mãos ásperas, beliscando os mamilos escuros até fazê-la gemer de dor—. Durinhos como se estivessem pedindo por pica. Tem certeza que não veio aqui para nos provocar? Pachi cuspiu. —Vão se foder! Vou denunciar vocês ao ministério! O jovem, rindo, puxou suas calças e a calcinha de uma vez, revelando sua buceta peladinha, já inchada da noite anterior. —Buceta peladinha... pronta pra foder. Viu? As putas como você sempre vêm preparadas. Jogaram-na sobre a mesa de bruços, o sargento prendendo seus pulsos com algemas frias. O gordo se posicionou atrás, cuspindo em sua pica grossa e enfiando-a em seu cu sem Aviso. Pachi gritou, arqueando as costas. — Aaaahhh! Nããão, por favor, aí não! Tá doendo, seu porra! — Tá doendo? — rosnou o gordo, investindo com força, suas bolas batendo contra sua bunda redonda —. É porque você é uma puta apertada. Toma, feminista, toma autoridade policial na bunda. Enquanto isso, o sargento enfiou o pau na boca dela, agarrando seu cabelo ondulado e puxando com força. — Chupa, raposa. Chupa como a puta que você é. Tava falando em denúncia... agora engole minha denúncia até as bolas. Pachi tentou morder, mas o jovem deu um tapa no rosto dela, fazendo seus lábios carnudos sangrarem um pouco. — Não morde, usa a palavra: buceta. Ou eu quebro essa sua carinha de inocente — disse ele, e então se ajoelhou para chupar sua boceta, mordendo o clitóris com dentes afiados. Ela gemeu abafada, lágrimas escorrendo: metade dor, metade aquele prazer traiçoeiro que seu corpo não podia negar.
O gordo saiu de sua bunda e enfiou na sua buceta, fodendo violento, tapa nas nádegas que deixavam marcas vermelhas. — Que buceta gostosa, já molhada. Você fica molhada por ser estuprada por policiais, Pachi? Fala que sim, puta. Ela balançou a cabeça negando, mas o sargento tirou o pau de sua boca por um segundo. — Fala — ordenou, dando outro tapa nela. —...sim... eu fico molhada... mais forte... — sussurrou quebrada, se odiando. Os três riram. Trocaram de posições: o jovem agora na sua buceta, investindo como um animal, agarrando seus peitos e mordendo os mamilos até sangrar. — Peitos perfeitos, duros como os de uma novinha. Morde isso, sargento — disse, e o sargento apertou o outro mamilo enquanto fodia sua boca de novo. — Garganta profunda, puta. Engole tudo — rosnou o sargento, empurrando até ela engasgar. O gordo entrou em sua bunda de novo, dupla penetração: buceta e cu cheios, esticando ela ao limite. — Tão me partindo ao meio! Para, pelo amor de Deus! — suplicou Pachi, mas seus quadris se moviam involuntários. — Partindo? Isso é justiça, raposa — disse o Moleque, acelerando —. Ninguém acredita em putas drogadas. Toma mais, feminista.
Rodaram ela por turnos: boca, buceta, cu. Às vezes dois paus na buceta à força, esticando ela dolorosamente. Mãos no pescoço, asfixiando até ela ficar azul, depois soltando pra ela gritar. — Fala que retira a queixa — ordenou o sargento enquanto enchia a boca dela de porra. Pachi tossiu, cuspindo. —...retiro... por favor...
Mas não pararam. O jovem gozou nos peitos dela, esfregando a porra nas tatuagens. O gordo no cu, deixando ela escorrendo. — Boa menina — disse o sargento, gozando na cara inocente dela —. Agora amadurece, e não volta com histórias. Ou a gente repete.
Soltaram ela, tremendo sobre a mesa, coberta de porra policial. Pachi se vestiu como pôde, saindo mancando. Seu feminismo quebrado, mas aquele desejo obscuro mais vivo que nunca. O que vinha depois? Talvez vingança... ou mais.
0 comentários - Capítulo 2 de Pachi: A Denúncia que Deu Errado