A questão é a seguinte: quando eu era moleque, tinha um amigo cuja mãe, a Alicia, era muito parecida com a Marcela Morelos, muito parecida mesmo, e isso era bem chamativo. A gente vivia junto, eu passava mais tempo na casa dele do que na minha. Enfim, era sempre a mesma coisa: jogando futebol, indo pra escola e, nos fins de semana, saindo pra dançar. Só que num sábado, decidi não ir dançar e ficar na casa dele. Aí ele respondeu: "Beleza, vou com as minas". Eu inventei uma desculpa de que não tava me sentindo bem e fiquei. Ele falou: "Olha, minha velha deve chegar daqui a umas horas". Eu, por dentro, pensei: "Melhor ainda, haha". Falei: "Tranquilo, ela chega e eu vou tar dormindo". Eles foram embora, eu entrei na casa. Era uma casa pequena, tipo uma casinha de madeira, como a gente chama aqui na Argentina. Tinha uma cozinha, um banheiro pequeno e, quando você abria a porta da casa, já via a cama do meu amigo, que ficava numa espécie de sala e quarto juntos, e a porta da cozinha. Enfim, deitei. Importante: naquela época, eu tinha um corpo esbelto, bem definido, e gostava de dormir só de cueca boxer. Umas horas depois, ela chegou, entrou e me viu dormindo. Eu tava acordado, só fingindo. Ela acendeu a luz e viu que era eu na cama. Ela: "Ah, desculpa, não sabia que era você, neném. O que cê tá fazendo aqui? E meu filho?" Eu: "Ah, desculpa". Aí me tapei com o lençol. Ela disse: "Ah, não precisa ter vergonha, te conheço há muito tempo. Não tem problema. Aliás, faz tempo que não te vejo sem camisa, e você tá muito bem. O corpo todo tá bom", ela falou. Eu, suando, respondi gaguejando: "Va-valeu", haha. Ela perguntou: "O que houve? Por que você ficou hoje?" Respondi: "É que não tava me sentindo muito bem e precisava descansar". Na época, eu treinava artes marciais e me preparava pra ser professor de crianças. Ela: "Ah, então descansa. Vou dormir. Qualquer coisa, me chama, ok?" Falei: "Ok". Ela foi saindo, eu olhei pra bunda dela, e ela se virou e perguntou: "Tá gostando?" Eu respondi: "Do quê?" Ela: "Da minha bunda". Eu: "Sim, desculpa, é que daqui deitado, nessa distância, parece muito gostosa". Ela respondeu: "Só hoje". E eu: "Não, sempre". todos os dias, ok? então você fica me encarando, né? cê é doido, eu sou mais velha pra você me olhar assim, menino. eu: "desculpa, não vou fazer de novo." sorri e fui pro meu quarto. passaram uns minutos e ela sai de novo, mas de lingerie, e me pergunta: "e aí, cê tá gostando do que vê?" e eu, sem conseguir falar nada, vendo ela quase nua, com um conjunto preto de renda transparente, dava pra ver os bicos dos peitos, redondos, perfeitos, e por baixo da calcinha fio dental, um círculo de pelos bem definido, perfeito. um centímetro mais pra baixo, os lábios da buceta, uma imagem pra nunca esquecer. "e aí, o que cê acha?" ela pergunta enquanto se aproxima, e eu não conseguia soltar palavra. era a primeira vez que via uma mulher tão gostosa de lingerie. ela sentou do meu lado na cama e falou: "deixa, não fala nada. seu amiguinho aí dentro da cueca já disse tudo." ____________________bom, nos próximos dias continuo com o que vem, pra não deixar muito longo. comenta e deixa pontos pra continuar.
4 comentários - A mãe do meu amigo me deu meu primeiro boquete