Sogra gostosa

Eu sou o Rubén, tô namorando há uns meses com a Anahí, uma mina gostosa pra caralho, muito gente boa, carinhosa e com um corpão lindo. A gente se ama pra cacete, tava até pensando em ir morar com ela, era uma ideia que eu precisava analisar direito, porque era o nosso futuro. Eu não conseguia um apartamento, o aluguel tava nas alturas e ela morava com o pai, numa casa muito bonita, só os dois, já que ele ficou viúvo há muito tempo.

Tinha uma relação foda com o Sérgio, meu sogrão. Ele nunca deu problema, me aceitou de cara como namorado da filha dele, me chamava pra fazer um churrasco, a gente tomava uns drinks, de vez em quando fazia uma resenha, éramos quase amigos. Ele me ligava sempre que precisava de algo ou queria contar alguma coisa, e não tinha problema nenhum comigo ficar com a filha dele. Mais ainda, não ligava se a gente tivesse transando no quarto, desde que não fizesse barulho e não acordasse ele. De boa, era realmente muito maneiro.

Quando a gente contou a situação e o que a gente tava planejando, ele logo propôs a gente morar com ele. A casa era gigante, super confortável e com espaço de sobra pra nós três. Ele não tinha problema nenhum comigo morar lá com eles e, de quebra, não queria que a gente gastasse dinheiro à toa com aluguel. "Aqui vocês podem ficar de boa e economizar. Já são adultos, se acham que esse relacionamento vai durar, essa casa vai ficar pra vocês. Não precisa alugar nada, melhor gastar essa grana com viagens e poupar pro futuro agora que são jovens."

A gente tirou um tempo pra pensar. Embora eu e a Anahí fôssemos um casal há um tempão e os dois estivessem comprometidos com a relação, morar com ela e o pai dela não era uma decisão pra se tomar de cabeça quente. Então a gente passou umas semanas conversando e pensando nos detalhes, nos prós e contras, como isso ia afetar a gente e o nosso relacionamento, e o que a gente ia fazer daí pra frente.

Mas a real é que morar Juntos era algo que nós dois queríamos compartilhar mais no dia a dia, dormir mais tempo juntos, nos ver com mais frequência. Por mais que a gente se visse quase todo dia, não era a mesma coisa. Queríamos conviver mais e aprender a lidar com situações mais repetitivas. Então decidimos aceitar a proposta e nos mudamos. Foi uma puta bagunça, mas conseguimos. Me instalei, no começo foi meio estranho até eu me acostumar que aquele lugar agora era minha casa, e olha, tava feliz pra caralho que fosse assim.

A convivência com a Natalia e com o Sergio melhorou pra cacete. Fiquei ainda mais próximo dos dois, principalmente do Sergio, com quem comecei a compartilhar mais coisas. Entre essas, tivemos uma conversa muito profunda, onde ele me contou várias intimidades e como se sentia meio perdido agora, já tendo passado dos 50, sem esposa, com poucos amigos. Se não fosse por mim, ele se sentia muito sozinho. Entre umas cervejas e umas risadas, ele falou que se continuasse assim, ia se apaixonar por mim, e a gente caiu na risada. Porque era uma piada, né? Uma simples piada entre dois caras tentando falar dos sentimentos, claro. Mas pode ser que não tenha sido tão piada assim.

Um dia, ele nos surpreendeu. Tinha sumido, o dia inteiro. Ficamos preocupados, ligamos pra todo mundo, não sabíamos o que tinha acontecido. Ele ficou 3 dias desaparecido. Já estávamos quase fazendo um boletim de ocorrência na polícia, o desespero era total. Até que ele chega, mas mudado.

Uma mulher entra pela porta com toda calma e serenidade, depois de abrir a fechadura com a chave dela, como se fosse a casa dela. E era a casa dela mesmo. Tinha sumido e se transformado em MULHER. Ficamos chocados. Acontece que ela tinha ido fazer um tratamento, não avisou a gente porque foi inesperado até pra ela. Bateu a crise da meia-idade e do nada ela voltou como mulher. A verdade é que não soubemos como reagir, mas não falamos nada pra não magoar, porque a gente notava que ela tava triste ultimamente. Então só apoiamos.

A convivência ficou meio estranha pra gente. No começo, mas no fundo ele continuava sendo ele, agia um pouco como ele, só que agora tinha outra voz e, bem, um visual diferente. Já não era mais Sergio, agora era Soledad, mas na relação continuava sendo Sergio. Mas, bom, isso não importava tanto, estávamos felizes que ele tinha voltado, não importa de que forma fosse.Sogra gostosaNaquela noite, a angústia e a preocupação foram embora e conseguimos relaxar, depois de 3 dias muito estressantes sem saber do paradeiro do Sergio, agora ele estava conosco. Mais relaxados, retomamos nossas atividades mais normais, entre elas o sexo. Depois de comemorar o retorno do meu sogro, tomamos uns drinks e fomos para a cama meter. Naquela noite, comi a Anahí como nunca. De quatro, meti por todos os lados, com muita força, enquanto puxava o cabelo dela e estourava aquela buceta linda e apertada, ela gemia como uma puta. Nós já tínhamos perdido a vergonha de transar com meu sogro em casa, ele tinha dito que não se importava, que era normal entre casais, só pra não fazer muito barulho. Mas naquela noite, Anahí não parava de gemer, estava meio bêbada e eu nem percebi. A Soledad acordou e nos viu transando, mas foi estranho: em vez de ir embora ou mandar a gente baixar o volume, ela ficou olhando. A gente não notou, mas ela estava lá longe, se tocando com tesão, vendo como eu estourava a buceta da filhinha dela.

Naquela noite, a gente transou muito, em várias posições e bem pesado. Deixei ela cheia de porra por todos os lados e fomos dormir. No dia seguinte, acordamos e seguimos nossa rotina normal. Anahí foi trabalhar primeiro, ela entrava de manhã, e eu só à tarde, então fiquei conversando com a agora minha sogra Soledad. Ela foi bem direta, me encarou e disse que nos ouviu na noite anterior, que por favor, da próxima vez fizéssemos menos barulho, porque íamos deixar ela com vontade. Entre risadas, nós dois rimos. Era um comentário típico que ele soltava, embora sempre falasse na brincadeira, mas dessa vez não sei o quão brincadeira soou. Claro que rimos e pedi desculpas, mas é que estávamos uns dias preocupados e não tínhamos tido intimidade. Ela minimizou enquanto me oferecia um café e não parava de olhar pro meu volume. Era estranho, disfarçava o olhar, mas eu sentia como se ela estivesse cravando os olhos no meu pacote, como se estivesse insinuava, vestida com um vestido soltinho, meio transparente, que deixava ver aquelas tetonas enormes que ela tinha agora.
Foi estranho, não saberia explicar direito. Será que minha sogra queria isso comigo? Não consegui tirar essa dúvida da cabeça.

O resto da semana foi parecido, toda vez que ficávamos sozinhos, tinha umas chegadas, uns roçados ou um flerte sutil da Soledad, como se ela quisesse satisfazer as necessidades sexuais dela comigo. Era estranho, mas meu corpo começava a ficar excitado. O corpo dela como mulher, puta que pariu, era uma gostosa. Tetas bem grandes e pesadas, uma bunda carnuda e grande, bem caderuda e um rosto lindo sem rugas. Era uma milf do caralho. Se ela andava pela casa só de lingerie transparente, eu ficava meio doidão e com um pouco de vontade. Não sabia bem o que era aquilo, mas tava me dando um tesão danado. De noite eu ficava muito tarado, então pegava minha namorada pra transar.vadiaNaquela noite, fiz a Anahí chupar minha pica, a verdade é que ela não gostava muito, mas fazia pra me agradar, embora claro, sempre que fazia isso, soltava o lado bem puta dela e me chupava enquanto passava a mão no caminho e me olhava nos olhos buscando minha aprovação, ela era muito boa nisso, não sei por que não gostava, mas dava uns boquetes infernais, mamava muito bem quando queria.vadiaEla chupou tão gostoso que não demorei muito pra gozar. Ela não curtia muito me mamar, ter o pau na boca era algo que não agradava ela, não queria parecer uma head master, mas adorava a porra. Tinha desenvolvido um tesão do caralho por engolir o leite, sempre que me mamava, fazia só pra eu gozar na boca dela e ela poder engolir todo o sêmen possível. Assim, ela ficou me punhetando enquanto eu gozava, abrindo bem a boca na ponta pra eu soltar o leite direto na garganta, e depois passava a língua na cabecinha toda pra não desperdiçar porra nenhuma. Sempre que fazia isso, parecia uma puta, e isso me deixava louco de tesão.namoradosNaquela noite, pra Soledad não nos ouvir, porque me dava um pouco de pena ela ver a gente transando, tapei a boca da Anahí, porque ela geme muito e muito alto, e comecei a meter bem forte, comi ela com tudo de novo, enfiando o cock bem até o fundo e bem rápido, cada estocada batia no útero dela, enquanto ela tava de quatro recebendo cock, gemendo e apertando os lençóis com força, se segurando um pouco porque não podia gritar tão alto. Anahí era bem gritona, ainda mais quando eu furava a pussy dela assim, soava como uma slut, e isso me deixava mais tesudo, então eu metia mais forte pra repetir um ciclo sem fim, onde ela acabava pedindo entre gemidos pra eu ir mais devagar porque não aguentava a vontade de gritar.

Aquela noite foi foda, mais uma, mas eu não conseguia parar de pensar, enquanto tava com ela de quatro comendo ela, vinha na minha cabeça a minha sogra. Fechava os olhos e ela sumia, continuava comendo a Anahí e voltava. Era estranho, será que eu queria comer minha sogra? Não, não podia ser isso, eu amo a Anahí, somos um casal bonito e tô muito feliz com ela, não tem chance disso, quero acreditar.

Mas um dia as provocações dela foram longe demais. Soledad deixou de ser insinuante e passou a ser cada vez mais provocadora, do nada começava a limpar a casa de quatro enquanto o vestido levantava e ficava à vista a bunda enorme que ela tem e a tanga. Outra vez saiu do banho pelada mesmo, enquanto dizia "aiii, que distraída, esqueci a toalha", e mais umas quantas assim. Até que um dia chegou o limite: ela tinha colocado lingerie e tava com um vestido sem sutiã e sem tanga, onde dava pra ver as meias de slut e a pussy transparente.

Naquele dia não aguentei mais, estávamos sozinhos em casa. Encarei ela, encurralei na sala e, contra a parede, falei:

Rubén: Tanto vai me provocar, quer cock?

Soledad...

Não deixei ela nem responder, arranquei o vestido dela, por baixo ela tava pelada, joguei ela no sofá e... Ela tirou a roupa.MadrastaJá tava com a pica bem dura, então só cuspiu nela, passou a mão na ponta pra espalhar a saliva e meteu de uma vez. Os olhos da Soledad arregalaram na hora, enquanto o pau do cunhado entrava de uma vez até o fundo. Depois, ele começou a foder bem forte, mas ela não reclamou, era óbvio que queria, desejava, precisava daquilo. Ela jogou a bunda pra trás e começou a gemer, virando-se pra pedir que metesse mais forte, que tratasse ela como uma puta, igual trata a filha dele, que fodesse ela com a mesma força. Sem hesitar, ele deu o que ela queria: o mesmo sexo bruto que dava pra filha, deu pra mãe. Começou a foder ela com muita brutalidade na sala, era uma e meia da tarde.

Depois disso, Rubén se sentiu mal, se sentiu sujo. Tinha traído a namorada, tava fodendo com a sogra. Sentiu nojo do que tinha feito, enquanto a culpa tomava conta dele. Naquela noite, no mesmo sofá, ele ia foder com a namorada.madrasta gostosaAlgo estranho, no sofá, de papai e mamãe, enquanto beijava ela e metia devagar mas fundo e falava coisas doces, era incomum, um sexo diferente, Rubén queria se limpar, então dessa vez não comeu a Anahí, fez amor com ela, com paixão e desejo, comeu ela como se fosse sua namorada, devagar, prazeroso, com carícias, beijos, muitos amassos e uma paixão típica de dois apaixonados, Anahí completamente aberta de pernas escancaradas, enquanto se masturbava, gemia, mas de um jeito delicado, dessa vez não era sexo bruto, era amoroso, ela adorava, estava chegando ao clímax, enquanto seu gemido era suave, com uma voz diferente, parecia diferente, era um casal fazendo amor, Anahí estava encantada, mas Rubén estava sujo, tentando se sentir melhor pelo que tinha feito naquela manhã, como se agora isso apagasse o que aconteceu.

Mas pra piorar, a coisa não acabou ali, Soledad viu eles e ficou com ciúmes do que tinha rolado, não só com ciúmes, mas também com desejo, com tesão, não dormiu a noite inteira, Anahí e Rubén transaram por um tempo e foram dormir, era só quinta-feira, no dia seguinte Anahí tinha que acordar cedo pra trabalhar, Rubén não, ele ficou deitado mais um pouco, descansando, ou pelo menos foi o que pensou até se levantar.troca de corpoQuando abriu os olhos, porque sentiu algo estranho, era a sogra dele, a Soledad tinha ido acordá-lo, mas levantou ele de um jeito incomum, tirou a cueca dele e começou a chupar, enfiava bem fundo na boca, o Rubén sentiu um formigamento, ficou duro, quis gozar, agarrou o pau como se fosse levantar, mas não conseguiu, o prazer que sentia era muito grande, ele sabia que aquilo era errado, mas mesmo assim não conseguia parar, ficou deitado na cama recebendo o boquete, até que gozou, mas com porra.mudanca de generoE mesmo ele estando sujo e no fundo não querendo, não conseguiu resistir. A sogra dele provocava uma ereção enorme, então ele teve que descer o cacete nela. Colocou ela de quatro na cama e meteu por trás com força, com brutalidade, bem pesado, até o fundo, como se estivesse descarregando toda a raiva, do mesmo jeito que sempre comia a Anahí, mas dessa vez era com a sogra, arrebentando a buceta da puta gostosa. Fim. Continua???

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