Os dias que se seguiram foram estranhos. Mariana continuava indo pra academia como se nada tivesse acontecido, mas já não era mais "nada". Toda vez que ela chegava em casa, eu sentia um nó no estômago e, ao mesmo tempo, uma ereção que eu não conseguia controlar. Não era só o corpo ainda quente do exercício. Era o jeito que ela me olhava um segundo antes de falar, como se estivesse medindo o quanto podia me contar sem me quebrar por completo. Uma noite, enquanto jantávamos na cozinha — eu tinha esquentado sobras de macarrão, ela tinha tomado banho rápido e vestido uma camiseta minha que ficava grande nela —, ela largou o garfo no prato e me encarou. — O Carlos me disse hoje que eu tenho uma buceta de campeonato — falou, quase como se estivesse comentando o tempo. Fiquei com a boca cheia. Engoli com dificuldade. Senti o sangue ferver. — Ele falou assim? — perguntei, tentando soar casual. — Sim — respondeu ela, e deixou escapar um sorrisinho, quase malvado —. Ele apalpou minha buceta hoje. Disse que precisava sentir o progresso. Apertou, levantou e até deu uns tapas. E eu… amei. O garfo caiu da minha mão. O barulho contra o prato soou mais alto do que era. Ela baixou o olhar, mas não se desculpou. — Dessa vez não me senti uma puta, me senti a puta dele — sussurrou —. Fiquei molhada. Fiquei tão molhada que tive que ir no banheiro me masturbar. Não falei nada. Só olhei pra ela. Ela levantou os olhos e viu minha cara. Viu a ereção que já marcava na calça. — Você gosta que eu te conte? — perguntou, com um tom debochado. Assenti. Não consegui falar. Ela se levantou da cadeira. Se aproximou devagar. Sentou na mesa, bem na minha frente. Abriu as pernas. A camiseta subiu um pouco. Ela não tava usando nada por baixo. Vi a buceta dela ainda molhada, depilada, rosada e brilhante. — Vem e me chupa — ordenou. Me aproximei. Fiquei de joelhos entre as pernas dela. Aproximei meu rosto, abri a boca, chupei ela com desespero, saboreando os sucos. Ela gemeu, agarrou meu cabelo e apertou minha cara contra a buceta dela. — Alfredo… — sussurrou —… hoje eu me masturbei pensando nele. Essa frase ecoou Na minha cabeça. Continuei lambendo, mais forte, enfiando a língua dentro do cu dela. Ela empurrava a bunda contra minha boca, ofegante. —Quando ele me deu palmada… adorei que ele fez isso. Fiquei molhada por ele. Me levantei. Beijei ela com força, com fome. Ela respondeu do mesmo jeito. Tiramos a roupa sem cuidado. Coloquei ela contra a pia, de costas pra mim. Abri as pernas dela. Entrei de uma vez. Tava quente, molhada, escorregadia. Meti forte, sem piedade. Ela gemeu alto. —Mais forte —implorou—. Me fode com força. Igual ele faria. Isso me deixou louco. Meti com mais força, agarrando a cintura dela, cravando os dedos na pele. O som de pele batendo enchia a cozinha. Ela empurrava pra trás, desesperada. —Me dá palmada —gemeu—. Quero que me bata. Que me castigue por ser tão gostosa. Que me foda com força e sem dó. Dei uma palmada forte nela. O som seco ecoou. Ela gritou de prazer. —Mais —implorou—. Igual o Carlos. Quero que o Carlos me dê palmada. Quero que ele me domine. Que me coma com força. Quero que ele me parta no meio. Dei outra palmada, mais forte. A bunda dela tremia, vermelha. Meti com raiva, sentindo a buceta dela apertar cada vez mais. Ela se contorcia, gemia alto. —Tô pensando nele… no pauzão dele maior… em como ele me rasgaria —gemeu. Ela gozou gritando e gemendo. Não aguentei mais. Tirei a pica e gozei no cu dela. Espirrando na bunda vermelha. Ficamos ofegantes. Ela tremia contra a pia, com as pernas ainda abertas, a pele brilhando de suor e de mim. Eu fiquei de pé atrás dela, com a pica ainda meio dura pingando os últimos restos, olhando como meu gozo escorria devagar pela bunda vermelha dela, pelos lugares onde tinha batido. Não pude evitar pensar que aquelas marcas não eram minhas de verdade. Que o Carlos tinha começado a colocá-las com as mãos dele na academia, e eu só tinha deixado elas mais visíveis. Mariana virou a cabeça só o suficiente pra me olhar por cima do ombro. Tinha os olhos vidrados, a boca entreaberta ainda ofegante. Não No disse nada no começo. Só ficou me olhando, como se estivesse decidindo se me contava mais alguma coisa ou guardava aquilo pra sempre. — Alfredo… — sussurrou por fim, com a voz rouca, quase quebrada —. Hoje, quando ele me tocou… senti que podia deixar ele fazer o que quisesse comigo. Que se ele tivesse pedido mais… eu teria dado. Meu estômago embrulhou. Não era só ciúme. Era algo pior. Era a certeza de que não era mais só fantasia. Era real. E o pior é que eu não queria que parasse. Cheguei mais perto. Abracei ela por trás, colando meu peito nas costas trêmulas dela. Senti o coração dela batendo forte, descontrolado. Ela apoiou a cabeça no meu ombro, mas não disse mais nada. Só respirou fundo, como se estivesse segurando algo que não sabia se devia soltar. E eu pensei: se ela continuar indo na academia, se continuar deixando ele tocar nela… ele vai comer ela. Mas também não sei se quero que pare.
3 comentários - El Entrenador... (parte 3/4)