Contos inéditos, realizei o sonho. Fotos reais

Contos inéditos, realizei o sonho. Fotos reaisEra noite, uma daquelas noites comuns, cansado do trampo e da rotina com as crianças. Lá fora, o vento tava soprando, eram dias de vento na ilha, dava pra ouvir o mar ao longe e também o barulho de algum vizinho do prédio que tava cozinhando altas horas da noite. Eu tava vendo uma série, mas com a esperança, como toda noite, de que a Maria viesse transar, que fosse ela quem tomasse a iniciativa. Mas depois de 14 anos de relacionamento e 3 filhos, isso não acontecia há muito, muito tempo. Mas eu sou otimista, e esperança é a última que morre, como dizem os avós.

A série que eu tava vendo era ruim, muito ruim, como quase todas as séries que tão saindo ultimamente. Não sei se é só comigo ou se acontece com todo mundo, mas eu começo uma série, fico entediado e acabo vendo pornô. Normalmente, sexo amador, acho mais interessante do que qualquer série. Vejo vídeos de jovens só pra invejar eles e lembrar da minha juventude. Como eu invejo eles, sinceramente. Como sinto falta daquela época com a Maria, quando éramos só nós dois e livres pra fazer o que quiséssemos, onde quiséssemos, quantas vezes quiséssemos. Não me entenda mal, amo meus 3 filhos, mas como sinto falta daquelas tardes sem preocupação com o futuro.

Outras vezes, me interessa ver vídeos de cuckold ou ménage, obviamente, como um bom marido, imagino a Maria nessas situações: dupla penetração, se entregando pra um negão ou só vendo ela dar pra outro. Já fiz algumas insinuações pra Maria sobre fazer um ménage ou um swing, mas nunca chegamos a lugar nenhum, acho que por medo meu de estragar o relacionamento. E se tudo der merda? E se ela virar uma ninfomaníaca? Ou simplesmente perceber que o problema sou eu e que ela tem vontade e iniciativa de transar, mas não comigo? Sim, eu sei, que egoísmo meu pensar assim, mas é o que tem.Desculpe nao posso ajudar comMe preparo pra dormir, fecho o navegador anônimo, desligo o computador e me deito no sofá, durmo ali profundamente. Depois de não sei quantas horas ou minutos — porque dormindo a gente não consegue precisar o tempo — sinto o peso de alguém no colchão se acomodando do meu lado. Ela se deita sobre meu peito e apoia a cabeça no meu ombro. Sinto o cheiro dela, é a Maria. Que milagre pra mim. Abraço ela com vontade de pegar na bunda e nos peitos dela, mas não faço, me seguro. Finjo indiferença e fico parado olhando pro teto, não quero estragar tudo. Acaricio a cabeça dela com a mão e, pra minha surpresa, sinto a mão dela na minha barriga. A esperança cresce 1000% e meu pau também cresce, infelizmente longe dos 100%. Espero quieto, resisto à tentação de tocar ela, quero que ela tome a iniciativa. E acontece o que eu tava esperando: a mão dela começa a descer, acariciando minha barriga, e termina pousando no meu pau, que já tava duro igual pedra. Ela começa a me tocar e esfregar por cima da cueca. Eu deixo ela fazer. Ela cola o corpo mais no meu, eu só curto e espero. Ela enfia a mão devagar por baixo da minha cueca e começa a me masturbar devagar e constante. Ficamos assim por um tempo — ninguém nunca vai saber quanto tempo, mas espero que tenham sido muitos minutos. Ela começa a deslizar pra baixo, passando o corpo todo no meu, esfregando esses peitos perfeitos em cada parte de mim, e termina entre minhas pernas, com o rosto a centímetros do meu pau. Isso é algo que por iniciativa própria ela não fazia há anos. Definitivamente, era meu dia de sorte. Ela abre a boca e, sem usar as mãos, enfia meu pau inteiro na boca aos poucos. Passa a língua de cima pra baixo e acaricia minhas bolas. Adoro quando ela faz isso. De vez em quando, para de chupar pra ficar passando a língua na cabeça. Nesse ponto, já tenho que usar respirações profundas pra controlar o prazer — não quero gozar agora. Diria que nunca quero. Porra, quero comer ela por horas.Aqui esta a traducao para o pDepois de um tempo chupando minha buceta, Maria fala: "Agora é minha vez." Eu respondo: "Claro que sim." A gente não fala muito durante o sexo, ela se sente desconfortável. Ela se levanta e eu vou me sentar, quando ela coloca a mão no meu peito e pede pra eu ficar deitado. Ela começa a subir e se ajoelha com as duas pernas na altura da minha cabeça. Isso é novidade, nunca tinha feito comigo antes. Ela se ajusta e deixa toda aquela buceta e aquele rabo lindo, que nunca deixa chupar, a centímetros do meu rosto. É só levantar a cabeça que eu já tô no manjar mais gostoso desse planeta. Começo a lamber o clitóris dela devagar, roçando sem quase tocar. Escapa um gemido, ela adora demais quando chupo a buceta dela, mas é envergonhada, muito envergonhada. Continuo com o que tô fazendo, aproveitando pra agarrar as nádegas dela com as mãos e passar a língua por toda a buceta. Aos poucos, vou acariciando os lábios externos com os dedos, devagar no começo, tentando lamber a vulva inteira de uma vez, e vou me aproximando do buraquinho da vagina. Começo com um dedo que entra muito fácil, já tava toda molhada. Masturbo ela um pouco, com o objetivo de enfiar a mão inteira, algo que nunca aconteceu, mas ultimamente ela tá gostando mais que eu meta todos os dedos. Continuo enfiando e tirando, agora dois dedos, enquanto chupo o clitóris. Mais um dedo entra, já são três. O quarto dedo entra quase sem dificuldade, o segredo é colocar a mão na vertical. Eu continuo só masturbando ela, e ela começa a se mexer pra ajudar a enfiar mais fundo. Como me excita quando ela faz esses movimentos, empurra com a bacia pra enfiar mais pra dentro, e eu aproveito a melhor vista que poderia ter. Enfio o polegar, o único dedo que faltava. Escuto um gemido e espero até todos os dedos se acomodarem. Aos poucos, vou empurrando pra frente e pra trás, quando sinto de novo o movimento que busca enterrar minha mão mais fundo. Não tô conseguindo, tenho uma mão bem grande e não entra, mas continuo assim metendo e tirando os 5 dedos da buceta dela, entre os gemidos dela, ela pergunta:
- Você gosta?
E eu respondo: Adoro te tocar assim.

Me ajeito um pouco e ela sai da posição, fica de quatro e levanta a raba deixando bem empinada, dava pra ver bem o cu dela e a buceta aberta depois de receber os 5 dedos, que vista mais espetacular, meu deus. Volto a meter os dedos na buceta dela e não paro de notar como ela levanta cada vez mais a raba mostrando o cu, algo que nunca faz. Não hesito, entendo o sinal, finalmente, e me jogo de boca pra chupar aquele cu, 14 anos atrasado pra conseguir, valeu a pena esperar.

Quando minha língua toca aquele cu, sinto aquele gosto amargo no começo que me excitou pra caralho, vou curtindo, não me apresso, rodeio com a língua e lambo como se fosse um sorvete, devagar e muito nervoso pra não assustar ela, vou tentando enfiar minha língua mais pra dentro, pensei que nesse ponto ela fosse se afastar e eu fosse ficar na vontade, mas pra minha sorte nada disso aconteceu. Ela continuou de quatro com a raba pra cima recebendo uma chupada de cu do marido dela, minha língua naquele momento parecia uma lança, é minha hora, pensei, aproximei minha mão acariciando uma nádega sem largar nem por um segundo de chupar aquele cu, e comecei a dedar primeiro um dedo e esperando, observando e sentindo a reação dela, esperava aquele movimento que me indicava que ela queria mais pra dentro e ele veio, quando ela começa a se mover pra frente e pra trás, aproveito e coloco outro dedo, ela não para, continua com o movimento e o segundo dedo começa a entrar devagar no ritmo dela, vai enfiando meus 2 dedos no cu, quando tem os 2 dedos até o fundo, coloco o terceiro e deixo na porta do cu tocando, pra ver se ela se anima com um terceiro e vai devagar entrando o terceiro, como ela gemia baixinho, nunca ouvi ela assim, acabei enfiando os 3 dedos até o fundo. Tava tão focado curtindo o que via que me tirou do transe a oferta dela: "Você quer meter?" ela me pergunta. Em menos de 1 segundo eu tava com a ponta da minha pica apontando pro cu dilatado da minha esposa, faço pressão um pouco e a vontade de gozar subiu pelo corpo todo, respiro fundo, não podia estragar o momento, respiro fundo, seguro a vontade e continuo, consigo meter a cabeça toda e ela solta um gemido, eu não aguentava mais de tesão, decido deixar ela se mexer, e ela começa de novo o movimento pra frente e pra trás, devagar no começo e foi aumentando com o tempo, no final entrou toda, entrava e saía completa daquele cu perfeito, era meu sonho finalmente, nunca tinha feito aquilo, nunca ia esquecer. Começo a talhar aquele cu lindo e gememos os dois, como batiam aquelas nádegas, com a outra mão começo a acariciar o clitóris dela que tava inchado, devo ter roçado umas 3 vezes quando ouço as palavras: "Vou gozar". Na hora sinto o cu dela se contrair em volta da minha pica várias vezes e o gemido mais forte que já ouvi dela, é minha hora, continuo metendo forte naquele cu no modo animal, começo a gozar bem fundo, tento meter mais e não consigo, mas continuo empurrando, gozo dentro, me esvazio dentro daquele cu e curto a vista. Que lindo é ver como escorria esperma de lá e caía pela buceta, ela continuava de quatro respirando e euanalolhando o espetáculo, quando de repente sinto um barulho no banheiro. Acordo, levanto a cabeça do travesseiro e vejo ela saindo de pijama rumo ao quarto, apoio a cabeça de novo no travesseiro pra voltar a dormir...

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