Passaram-se alguns dias e chegou uma reunião social em que estávamos com minhas duas irmãs. Lúcia, a mais velha, que está namorando o Marcos, e Martina, a mais nova, que começou a namorar faz pouco tempo com o Mati, um cara que foi colega de escola dela.
Não vou dizer que foi a primeira vez que as via como mulheres, mas a sacanagem do que a gente tinha fantasiado com a Sol tava me deixando com uma tesão do caralho toda vez que eu via uma das minhas irmãs.
O negócio é que, num dos olhares pra Lúcia, a Sol me viu e falou no meu ouvido: “Qual é? Tá percebendo como a Lúcia, sua irmãzinha, tá gostosa?”
Esse comentário da Sol me desmontou por completo, porque, apesar de a gente ter uma cumplicidade total, ela falar isso no meio da festa era algo que ela não costumava fazer.
O comportamento da Sol me surpreendeu, mas mais ainda quando vi ela rindo junto com minha irmã Lúcia.
Eu fui pro jardim e cruzei com o namorado da minha irmã, fiquei batendo um papo com ele e ele me contou que na semana seguinte ia pro Brasil a trabalho e precisava ficar lá pelo menos 15 dias.
Tava nessa quando vejo a Sol sair pro jardim junto com minha irmã Lúcia, as duas rindo.
A festa acabou e fiquei com a curiosidade do que a Sol e minha irmã estavam conversando. Não vai me contar do que vocês estavam falando com a minha irmã? Coisas de mulher Dale – falei pra ela Sério, coisa de mulher. Eu via elas bem sorridentes Pode ser, com certeza durante a semana a gente sai pra tomar alguma coisa à tarde… Ah, olha só, seria a primeira vez que vocês duas saem sozinhas? É, não sei porquê, mas sempre gostei pra caralho da sua irmã. Não ia querer misturar… Pode ser
Chegou o dia e vi a Sol indo se encontrar com minha irmã. A verdade é que passaram pelo menos 3 horas até minha mulher voltar. Como você se divertiu? – perguntei pra Sol quando a vi entrar.
Olhei pra ela com calma e reparei como tava gostosa. Dava pra ver que tava meio alta por causa dos drinks que com certeza tomou com minha irmã, e isso deixava ela ainda mais gostosa. A verdade é que me diverti pra caralho Sim? Sim, tua irmã é uma foda, ri pra caralho e me diverti pra cacete com ela. Sim, a verdade é que a Lucía é muito divertida – eu admiti Não só divertida… O que mais? Tenho novidades! – ela me disse, toda sorridente. Que tipo de novidades? A princípio, só posso te contar que sua irmãzinha não é nenhuma santa, nem freira, nem nada que se pareça. Por que você tá dizendo isso? Bom, vou te contar – dizia enquanto começava a se despir para trocar de roupa. Já tô gostando – falei e fui pra cima dela. Espera aí que eu te conto – dizia Sol, mas não parava de me beijar e corresponder aos meus carinhos.
Eu já tava com o pau duro de tanto imaginar coisas da minha irmã. Não importava o que fosse, mas saber que ela não era tão santinha me deixava com muito tesão. Só posso te contar umas poucas coisas, porque prometi pra sua irmã que não ia falar nada, e não vou quebrar essa promessa. Nããão, me conta tudinho, por favor Olha, Gonza, se você quer que eu ganhe a confiança dela, isso é parte do que eu tenho que fazer.
Minha decepção foi tão grande que ela percebeu e continuou:
— Só posso te dizer que ela não é nenhuma santa, adora sexo e é fogosa igual ao irmãozinho. E aí, não pode me dar mais detalhes? Não.
Fiquei com tesão e acabamos transando com a Sol. Ela, enquanto me comia, dizia que com certeza minha irmã transava igual, igual ela, gostosa e bem puta. Gozei que nem um porco.
No fim de semana, a gente ia ter um churrasco e piscina à tarde na casa dos meus pais. Fomos pra lá e, depois do almoço, o show começou.
Minha irmã tava usando um biquíni violeta, com a parte de cima de dois triângulos e a parte de baixo uma fio-dental fininha, toda enfiada na bunda. Ela também tava com uma regatinha curta por cima, então a raba ficava totalmente à mostra.
A Sol chega por trás e fala pra mim: Disfarça um pouco e para de ficar olhando tanto pra bunda da sua irmã Lucía. O que eu faço? Fico olhando pra Martina um pouco? – falei com um sorriso.
Sol me beija e sussurra no meu ouvido: Se você tá muito na piranha, vamos pro seu quarto. Vamos, bora.
O melhor de tudo é que meu quarto de solteiro ficava lá em cima e a janela dava pro jardim. Dava pra ver qualquer um que entrasse na casa.
Enquanto subíamos a escada, Sol não largava o celular. Ela vira e me fala: Faz tempo que não transamos nesse quarto. Siiii – eu ataco ela, beijando com desespero Tenho uma ideia… O quê? E se a gente for pro quarto da sua irmã? É que daqui não dá pra ver lá pra baixo – tento explicar pra ela. Mas seria uma situação gostosa se você me comesse no quarto delas
Claro, era o quarto atual da minha irmã Martina, que antes dividia com a Lucía. Sol pega na minha mão e me leva pro quarto delas.
Não demora pra se ajoelhar e começar a chupar minha pica. Tá diferente. Ela abaixa meu short completamente e começa a acariciar minhas bolas enquanto me chupa com uma arte que é um poema.
Eu me deixo levar e fecho os olhos.
- Que buceta linda que você tem" – ela me fala
Eu me surpreendo com o comentário, e não é porque ela não pense isso ou nunca tenha me dito, mas ela fala num tom animado e bem alto, dava pra ouvir.
Quando baixo a cabeça pra olhar pra ela, vejo que o olhar dela está na porta do quarto. Ali está a Lucía, minha irmã, vendo tudo. Desculpa, Lucía – falo me afastando Não… tá tudo bem – ela diz, mas não vai embora.
Meu pau perde um pouco da ereção e Sol volta a chupar ele. Eu me surpreendo e fico olhando pra Sol e pra minha irmã, alternando o olhar. Desculpa, Lu – fala a Sol Não, tá de boa, continuem – diz minha irmã É que a gente tava muito na pica — Continua que eu fico de olho pra ninguém chegar — fala minha irmã.
Agora a Lucía, minha irmã, fica de olho no corredor e volta o olhar pra chupada magistral de pau que minha mulher tá me dando.
Agora eu cruzo o olhar com minha irmã, que me sorri. Tô vendo que tua mulher é uma gostosa – ele me fala É a melhor – digo enquanto acaricio o cabelo ruivo da Sol.
A Sol tira meu pau da boca e fala pra minha irmã. É que a pica do teu irmão também é a melhor, olha – Agora a Sol me bate uma punheta olhando pra minha irmã.
Conheço minha irmã e sei que ela tá muito nervosa. Não sabe o que fazer nem o que dizer. As narinas dela se abrem de nervoso, a boca treme e ela não consegue articular palavra.
A Sol enfia minha pica de novo na boca. Aghhhh Mmmmm – tá escapando de mim Mmmmm – chupa, Sol Siiiii – minha irmã fala.
Não sei se ela tá falando isso por causa do comentário da Sol sobre minha rola, mas o fato é que ouvir minha irmã falar só Siiiii, me faz gozar igual um louco. Aghhhh Ahhhhhh aghhhhh – quase gritei. Aghhhh mmmmmm – Sol chupa e chupa, engolindo todo meu leite que é grosso como poucas vezes. Mmmmm siiiim – diz minha irmã Aghhhh Aghhhh Só agora ela olha pra minha irmã com meu pau na boca e eu a vejo realmente gostosa. Por sua vez, minha irmã me encara nos olhos mordendo o lábio inferior. Gostou do que viu?" – Sol diz pra ele. Muito… Quer que a gente te deixe sozinha no quarto? – diz a Sol Acho que vou precisar disso
Não consigo evitar de olhar pro triângulo roxo do biquíni da minha irmã e vejo uma mancha de umidade na parte de baixo. Sim, minha irmã ficou excitada e se molhou toda com meu pau. Vamos pro teu quarto – me fala a Sol – quero que você me faça gozar Sim, vamos – falo pra ela.
Sol me pega pela mão e eu sigo. Ela chega no meu quarto, se joga de barriga pra cima na cama e puxa a calcinha de lado, me oferecendo a buceta rosada dela.
Não hesito em chupar. Começo com uma lambida longa e vejo que ela tá tão molhada quanto eu imaginava. Um fio de lubrificação se estica na ponta da minha língua. Olho pra ela e ela sorri. Que gostosa você tá! – falo pra ela Com certeza como a Lu – ela diz de forma perversa.
Isso me anima a chupar com mais desejo, se é que dava. Mergulho na buceta molhada dela e chupo, e mordo com os lábios, e chupo de novo, e vou pro clitóris, e volto a chupar. Fecho os olhos e os gemidos dela me envolvem. Aghhhh aghhh aghhhh – o som que precede o orgasmo Mmmmm – continuo chupando Aghhhh tô gozando…. – me avisa a Sol
Abro os olhos pra olhar pra ela. Ver minha mulher ruiva gozando deve ser um dos espetáculos mais gostosos que eu curto.
Mas a surpresa vem quando vejo que os olhos dela, em vez de estarem fechados ou procurando os meus, tão olhando pra porta do meu quarto.
Ali tá a Lucía, minha irmã, gemendo e gozando quase em silêncio.
Olho de novo pra Sol, que tem os peitos pra fora da malha, e me pergunto se ela tirou eles pra se tocar ou pra se exibir pra minha irmã. Vai, goza, Lu, que a gente quer ver você gozando – fala a Sol Aghhhh Mmmmm siiiiiii, agggggggghhhh Mmmmm – Lucía tira a mão molhada da calcinha e olha pros dedos brilhando. Você também tava muito na pica?" – pergunta Sol enquanto ajeita o biquíni dela. Siiim, muito Eu olho pros dedos brilhantes da minha irmã e meu pau já fica duro de novo, praticamente. Pra piorar, a Sol, que também tá olhando, sussurra no meu ouvido: O que deve ser chupar esses dedos agora… O que ela te disse?" — minha irmã me pergunta. Não tenho coragem de te falar – confesso pra ela Vai, não seja cagão Não, não.
Apesar de tudo que a gente viveu, não tenho coragem de falar isso pra minha irmã. Diz você – minha irmã fala pra minha mulher Não, é muito forte – diz Sol
Ouvimos um barulho e nos ajeitamos todos. Meu pau, por sorte, começou a murchar rapidamente.
Enquanto descemos as escadas, minha irmã reclama:
– Não quero que tenham segredos comigo, é falta de educação. Quer que eu te conte? – minha mulher desafia a cunhada. Claro
Quando a gente tá saindo pro jardim, eu escuto a Sol falando pra minha irmã: Eu falei pro seu irmão como deve ser gostoso chupar esses dedos com o gosto da sua buceta.
Olhei pra Sol sem acreditar no que acabava de ouvir e depois olhei pra minha irmã, que ficou toda vermelha e, sem dar resposta nenhuma, saiu correndo e se jogou na piscina.
Precisava se esfriar.
Continua…
Podem deixar seus comentários: reybaco2005@gmail.com
Ou no telegram @reybaco2005
Não vou dizer que foi a primeira vez que as via como mulheres, mas a sacanagem do que a gente tinha fantasiado com a Sol tava me deixando com uma tesão do caralho toda vez que eu via uma das minhas irmãs.
O negócio é que, num dos olhares pra Lúcia, a Sol me viu e falou no meu ouvido: “Qual é? Tá percebendo como a Lúcia, sua irmãzinha, tá gostosa?”
Esse comentário da Sol me desmontou por completo, porque, apesar de a gente ter uma cumplicidade total, ela falar isso no meio da festa era algo que ela não costumava fazer.
O comportamento da Sol me surpreendeu, mas mais ainda quando vi ela rindo junto com minha irmã Lúcia.
Eu fui pro jardim e cruzei com o namorado da minha irmã, fiquei batendo um papo com ele e ele me contou que na semana seguinte ia pro Brasil a trabalho e precisava ficar lá pelo menos 15 dias.
Tava nessa quando vejo a Sol sair pro jardim junto com minha irmã Lúcia, as duas rindo.
A festa acabou e fiquei com a curiosidade do que a Sol e minha irmã estavam conversando. Não vai me contar do que vocês estavam falando com a minha irmã? Coisas de mulher Dale – falei pra ela Sério, coisa de mulher. Eu via elas bem sorridentes Pode ser, com certeza durante a semana a gente sai pra tomar alguma coisa à tarde… Ah, olha só, seria a primeira vez que vocês duas saem sozinhas? É, não sei porquê, mas sempre gostei pra caralho da sua irmã. Não ia querer misturar… Pode ser
Chegou o dia e vi a Sol indo se encontrar com minha irmã. A verdade é que passaram pelo menos 3 horas até minha mulher voltar. Como você se divertiu? – perguntei pra Sol quando a vi entrar.
Olhei pra ela com calma e reparei como tava gostosa. Dava pra ver que tava meio alta por causa dos drinks que com certeza tomou com minha irmã, e isso deixava ela ainda mais gostosa. A verdade é que me diverti pra caralho Sim? Sim, tua irmã é uma foda, ri pra caralho e me diverti pra cacete com ela. Sim, a verdade é que a Lucía é muito divertida – eu admiti Não só divertida… O que mais? Tenho novidades! – ela me disse, toda sorridente. Que tipo de novidades? A princípio, só posso te contar que sua irmãzinha não é nenhuma santa, nem freira, nem nada que se pareça. Por que você tá dizendo isso? Bom, vou te contar – dizia enquanto começava a se despir para trocar de roupa. Já tô gostando – falei e fui pra cima dela. Espera aí que eu te conto – dizia Sol, mas não parava de me beijar e corresponder aos meus carinhos.
Eu já tava com o pau duro de tanto imaginar coisas da minha irmã. Não importava o que fosse, mas saber que ela não era tão santinha me deixava com muito tesão. Só posso te contar umas poucas coisas, porque prometi pra sua irmã que não ia falar nada, e não vou quebrar essa promessa. Nããão, me conta tudinho, por favor Olha, Gonza, se você quer que eu ganhe a confiança dela, isso é parte do que eu tenho que fazer.
Minha decepção foi tão grande que ela percebeu e continuou:
— Só posso te dizer que ela não é nenhuma santa, adora sexo e é fogosa igual ao irmãozinho. E aí, não pode me dar mais detalhes? Não.
Fiquei com tesão e acabamos transando com a Sol. Ela, enquanto me comia, dizia que com certeza minha irmã transava igual, igual ela, gostosa e bem puta. Gozei que nem um porco.
No fim de semana, a gente ia ter um churrasco e piscina à tarde na casa dos meus pais. Fomos pra lá e, depois do almoço, o show começou.
Minha irmã tava usando um biquíni violeta, com a parte de cima de dois triângulos e a parte de baixo uma fio-dental fininha, toda enfiada na bunda. Ela também tava com uma regatinha curta por cima, então a raba ficava totalmente à mostra.
A Sol chega por trás e fala pra mim: Disfarça um pouco e para de ficar olhando tanto pra bunda da sua irmã Lucía. O que eu faço? Fico olhando pra Martina um pouco? – falei com um sorriso.
Sol me beija e sussurra no meu ouvido: Se você tá muito na piranha, vamos pro seu quarto. Vamos, bora.
O melhor de tudo é que meu quarto de solteiro ficava lá em cima e a janela dava pro jardim. Dava pra ver qualquer um que entrasse na casa.
Enquanto subíamos a escada, Sol não largava o celular. Ela vira e me fala: Faz tempo que não transamos nesse quarto. Siiii – eu ataco ela, beijando com desespero Tenho uma ideia… O quê? E se a gente for pro quarto da sua irmã? É que daqui não dá pra ver lá pra baixo – tento explicar pra ela. Mas seria uma situação gostosa se você me comesse no quarto delas
Claro, era o quarto atual da minha irmã Martina, que antes dividia com a Lucía. Sol pega na minha mão e me leva pro quarto delas.
Não demora pra se ajoelhar e começar a chupar minha pica. Tá diferente. Ela abaixa meu short completamente e começa a acariciar minhas bolas enquanto me chupa com uma arte que é um poema.
Eu me deixo levar e fecho os olhos.
- Que buceta linda que você tem" – ela me fala
Eu me surpreendo com o comentário, e não é porque ela não pense isso ou nunca tenha me dito, mas ela fala num tom animado e bem alto, dava pra ouvir.
Quando baixo a cabeça pra olhar pra ela, vejo que o olhar dela está na porta do quarto. Ali está a Lucía, minha irmã, vendo tudo. Desculpa, Lucía – falo me afastando Não… tá tudo bem – ela diz, mas não vai embora.
Meu pau perde um pouco da ereção e Sol volta a chupar ele. Eu me surpreendo e fico olhando pra Sol e pra minha irmã, alternando o olhar. Desculpa, Lu – fala a Sol Não, tá de boa, continuem – diz minha irmã É que a gente tava muito na pica — Continua que eu fico de olho pra ninguém chegar — fala minha irmã.
Agora a Lucía, minha irmã, fica de olho no corredor e volta o olhar pra chupada magistral de pau que minha mulher tá me dando.
Agora eu cruzo o olhar com minha irmã, que me sorri. Tô vendo que tua mulher é uma gostosa – ele me fala É a melhor – digo enquanto acaricio o cabelo ruivo da Sol.
A Sol tira meu pau da boca e fala pra minha irmã. É que a pica do teu irmão também é a melhor, olha – Agora a Sol me bate uma punheta olhando pra minha irmã.
Conheço minha irmã e sei que ela tá muito nervosa. Não sabe o que fazer nem o que dizer. As narinas dela se abrem de nervoso, a boca treme e ela não consegue articular palavra.
A Sol enfia minha pica de novo na boca. Aghhhh Mmmmm – tá escapando de mim Mmmmm – chupa, Sol Siiiii – minha irmã fala.
Não sei se ela tá falando isso por causa do comentário da Sol sobre minha rola, mas o fato é que ouvir minha irmã falar só Siiiii, me faz gozar igual um louco. Aghhhh Ahhhhhh aghhhhh – quase gritei. Aghhhh mmmmmm – Sol chupa e chupa, engolindo todo meu leite que é grosso como poucas vezes. Mmmmm siiiim – diz minha irmã Aghhhh Aghhhh Só agora ela olha pra minha irmã com meu pau na boca e eu a vejo realmente gostosa. Por sua vez, minha irmã me encara nos olhos mordendo o lábio inferior. Gostou do que viu?" – Sol diz pra ele. Muito… Quer que a gente te deixe sozinha no quarto? – diz a Sol Acho que vou precisar disso
Não consigo evitar de olhar pro triângulo roxo do biquíni da minha irmã e vejo uma mancha de umidade na parte de baixo. Sim, minha irmã ficou excitada e se molhou toda com meu pau. Vamos pro teu quarto – me fala a Sol – quero que você me faça gozar Sim, vamos – falo pra ela.
Sol me pega pela mão e eu sigo. Ela chega no meu quarto, se joga de barriga pra cima na cama e puxa a calcinha de lado, me oferecendo a buceta rosada dela.
Não hesito em chupar. Começo com uma lambida longa e vejo que ela tá tão molhada quanto eu imaginava. Um fio de lubrificação se estica na ponta da minha língua. Olho pra ela e ela sorri. Que gostosa você tá! – falo pra ela Com certeza como a Lu – ela diz de forma perversa.
Isso me anima a chupar com mais desejo, se é que dava. Mergulho na buceta molhada dela e chupo, e mordo com os lábios, e chupo de novo, e vou pro clitóris, e volto a chupar. Fecho os olhos e os gemidos dela me envolvem. Aghhhh aghhh aghhhh – o som que precede o orgasmo Mmmmm – continuo chupando Aghhhh tô gozando…. – me avisa a Sol
Abro os olhos pra olhar pra ela. Ver minha mulher ruiva gozando deve ser um dos espetáculos mais gostosos que eu curto.
Mas a surpresa vem quando vejo que os olhos dela, em vez de estarem fechados ou procurando os meus, tão olhando pra porta do meu quarto.
Ali tá a Lucía, minha irmã, gemendo e gozando quase em silêncio.
Olho de novo pra Sol, que tem os peitos pra fora da malha, e me pergunto se ela tirou eles pra se tocar ou pra se exibir pra minha irmã. Vai, goza, Lu, que a gente quer ver você gozando – fala a Sol Aghhhh Mmmmm siiiiiii, agggggggghhhh Mmmmm – Lucía tira a mão molhada da calcinha e olha pros dedos brilhando. Você também tava muito na pica?" – pergunta Sol enquanto ajeita o biquíni dela. Siiim, muito Eu olho pros dedos brilhantes da minha irmã e meu pau já fica duro de novo, praticamente. Pra piorar, a Sol, que também tá olhando, sussurra no meu ouvido: O que deve ser chupar esses dedos agora… O que ela te disse?" — minha irmã me pergunta. Não tenho coragem de te falar – confesso pra ela Vai, não seja cagão Não, não.
Apesar de tudo que a gente viveu, não tenho coragem de falar isso pra minha irmã. Diz você – minha irmã fala pra minha mulher Não, é muito forte – diz Sol
Ouvimos um barulho e nos ajeitamos todos. Meu pau, por sorte, começou a murchar rapidamente.
Enquanto descemos as escadas, minha irmã reclama:
– Não quero que tenham segredos comigo, é falta de educação. Quer que eu te conte? – minha mulher desafia a cunhada. Claro
Quando a gente tá saindo pro jardim, eu escuto a Sol falando pra minha irmã: Eu falei pro seu irmão como deve ser gostoso chupar esses dedos com o gosto da sua buceta.
Olhei pra Sol sem acreditar no que acabava de ouvir e depois olhei pra minha irmã, que ficou toda vermelha e, sem dar resposta nenhuma, saiu correndo e se jogou na piscina.
Precisava se esfriar.
Continua…
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