AVISO LEGAL E DE CONTEÚDO:
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temáticas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Bruno era um cara que me dava nojo.
Tinha quase um metro e noventa, era puro músculo e tinha aquela voz de comando que usava pra pisar em qualquer um.
A filosofia dele era básica:
"Só homem alto e forte manda, o resto é lixo que tem que obedecer".
O cara se achava um deus entre os mortais.
Mas graças a mim, essa filosofia virou pó.
Bruno agora é Bruna.
Tem só 1,60m de altura, o que obriga ela a ver o mundo de baixo, bem na altura da minha braguilha.
Os ombros largos dela encolheram numa costa fina e delicada.
A voz potente agora é aguda e submissa.
Ela tem curvas atléticas mas fibrosas, peitos macios que balançam a cada passo e uma bunda redonda, rosada e sensível, feita sob medida pra levar minhas palmadas.
Passou de adestrador de cães pra uma puta domada.
Fui no parque com meu cachorro, um filhote que ainda tava aprendendo.
Lá estava ele, rodeado de gente, dando uma aula.
Assim que me viu, com meus 1,70m, me mediu de cima a baixo com um sorriso arrogante.
— Que porra é essa que você tá carregando, anão? Isso é um cachorro ou um bicho de pelúcia? — gritou Bruno, fazendo todo mundo rir.
Pegou meu cachorro pelo colar com violência, sacudindo ele.
— Olha e aprende, mano. Cachorro é igual gente fraca, precisa de um macho pra dominar. Se você não consegue dominar um bicho, não é homem. — falou com arrogância.
Engoli a raiva.
Três dias depois, chamei ele na minha casa com a desculpa de um "treinamento particular" bem pago.
Ele entrou na minha sala como se fosse o dono.
— Sabia que você ia ligar, anão. Você é do tipo que precisa que um homem de verdade mande em você. — disse, empurrando meu ombro ao passar.
Servi um drinque curto pra ele, carregado com uma dose especial.
A dose não ia só transformar ele numa mulher, mas ia fazer ele sentir a necessidade de ser dominada.
Transformar o corpo que ele tanto se orgulhava num corpo bem menor.
Tão pequeno que ia fazer ele se sentir impotente e vulnerável.
— Toma, Bruno. Um brinde ao melhor. — falei com um sorriso falso.
— Pelo menos você tem bom gosto, mano. — disse enquanto virou o copo de uma vez.
Cinco minutos depois, o gigante começou a cambalear.
O corpo dele começou a estalar.
Os ombros largos encolheram, a altura despencou daqueles 1,90m pra uns míseros 1,60m.
Os músculos viraram curvas suaves e fibrosas.
Brotaram uns peitos firmes e a calça caiu no chão porque não tinha mais cintura pra segurar.
— O que... o que você fez comigo? — a voz dele, antes forte como um trovão, agora era um gemido agudo e doce.
— Falei que você veio pra ser treinado, Bruna. Bem-vinda à sua nova vida como mascote. — falei com arrogância.
— Vamos fazer um trato, Bruna. — falei com arrogância.
— Que tipo de trato? — ela perguntou com medo e completamente. nua.
— Se fizer tudo o que eu mandar, deixo você ir, ok?. Falei com um sorriso.
— Ok... o que você quer que eu faça?. Ela disse.
— Primeiro, me chama de dono. Ordenei.
— E segundo, veste isso. Falei enquanto joguei uma sacola com um conjunto de lingerie minúsculo que mal ia cobrir ela.
Ela vestiu o conjunto ali mesmo. Eu via ela colocando o que dei. As tetas dela balançando e aquela bunda que ela tinha tremendo.
— De joelhos, puta. Falei.
Ela se ajoelhou.
Fiquei atrás dela e coloquei uma coleira que antes usava pra passear com meu cachorro. Mas agora seria pra passear e dominar minha nova mascote.
— De quatro, puta. Ordenei enquanto empurrei ela pra ficar de quatro.
— Vamos passear, putinha. Falei com arrogância.
— S-sim, amo. Ela respondeu.
— Vamos ver se agora você continua me olhando de cima. Falei, dando um tapa na bunda dela que a fez pular.
Enquanto a fazia andar de quatro como a puta que ela é agora.
Eu andava ereto, puxando a coleira, e ela me seguia, do meu lado, como a puta que agora é.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o anão agora? Gritei enquanto meu pau ficava duro só de vê-la engatinhar.
Ver ela lá embaixo, com aquele olhar de humilhação total na altura dos meus joelhos, deixava meu pau de pedra.
Enquanto ela andava do meu lado, eu a olhei de relance e a expressão dela vendo tudo de baixo me excitava.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o homem agora? Quem é que precisa de um dono? Falei com arrogância.
— S-sim... Amo... o senhor é o homem agora... E... eu sou só sua putinha. Ela gaguejou do chão.
Fiquei do lado dela.
— Chupa minhas bolas, puta. Ordenei.
— Por favor, não me obriga a fazer isso... não sou gay. Ela disse implorando.
— Gay? Não é gay porque eu sou homem e você é mulher. Falei rindo e com arrogância.
— Qual era sua filosofia antes... "Só homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que deve obedecer". Falei com arrogância.
— Será que você não quer voltar a ser homem? Falei enquanto começava a me despir.
— Quero sim... por favor. Ela disse implorando.
— Vai ter que merecer então. Falei enquanto colocava minhas bolas na cara dela.
— Você vai me pagar. Ela disse enquanto começava a passar a língua nas minhas bolas.
— Sim, sim, fala o que quiser. Respondi.
Bruna fechou os olhos e, com um nojo que se transformava em necessidade, começou a passar a língua, me saboreando enquanto eu acariciava a cabeça dela como um dono acaricia seu bichinho de estimação.
— Boa putinha. Falei pra ela.
— Parece que você gosta disso. Falei enquanto acariciava a cabeça dela.
— Vamos direto ao ponto então. Falei enquanto me colocava na frente dela.
— Me beija e chupa minha pica agora. Falei enquanto ria de como, menos de uma hora atrás, ela se achava um deus e agora era só uma putinha.
— Por favor... não... isso seria muito gay. Ela disse implorando.
Peguei ela pela coleira e puxei pra perto de mim.
— Não era uma pergunta, putinha, era uma ordem. Falei.
Ela começou a beijar minha pica com vontade.
O olhar dela passou de ódio pra prazer. A dose que eu tinha dado tava fazendo efeito a cada segundo.
Tenho que admitir, ver o Bruno, o cara que se achava o mais macho do parque, agora virado uma putinha submissa e obediente, desesperada pela minha pica e porra, tava me excitando pra caralho.
Umas 10 minutos se passaram.
— Sabia que você ia acabar gostando, vagabunda. — falei com arrogância.
— N-não gosto. — ela disse, tirando meu pau da boca dela.
Enquanto um fio de porra e baba escorria da boca dela.
— Tá, tá, fala o que quiser. — respondi.
— Vamos, vagabunda. — falei, agarrando ela e fazendo ela voltar a ficar de quatro.
Sentei na minha poltrona e ela, por puro instinto, se meteu entre minhas pernas.
Ela baixou o olhar.
Segurei firme a coleira dela, forçando ela a levantar a cara.
— Volta a chupar, vagabunda. — falei com arrogância.
— Já chega... já é humilhação demais. — ela disse, implorando.
— Por favor, me transforma de volta no que eu era antes, prometo ser boazinha. — ela disse, suplicando.
— Por favor, A.... — Não deixei ela terminar a frase.
Enquanto ela implorava, agarrei a coleira e, assim que tive chance, enfiei meu pau de novo no fundo da garganta dela.
— Vai, continua chupando, vagabunda. — falei, empurrando meu quadril e a coleira pra fazer ela engolir cada centímetro do meu pau.
Ela começou a enrolar meu pau com desespero.
Enfiei o pau na garganta dela enquanto puxava a coleira pra frente, fazendo ela engolir cada centímetro.
Os sons dela engasgando eram a melhor parte.
Tirei ele da minha buceta.
Saiu um som molhado e sujo.
— Parece que você não queria soltar minha boca, sua puta. Falei com arrogância.
Peguei ela pela coleira e coloquei de quatro no chão.
— O que você vai fazer? Ela perguntou.
— Não é óbvio... Vou te comer. Falei enquanto me posicionava atrás dela.
— Não, por favor! Qualquer coisa menos isso! Ela disse implorando, tentando manter um pouco da dignidade e da hombridade.
— Deixa eu continuar chupando, mas não me fode! Ela disse suplicando.
— É tarde pra negociar, vadiazinha. Falei.
Comecei a colocar meu pau na entrada da nova buceta dela.
— Amo, por favor! Você tem ele muito grande e grosso! Por favor, vai me rasgar! Minha buceta é nova e com certeza é uma buceta virgem! Ela dizia entre súplicas.
— Então respira fundo, porque vai doer. Falei rindo enquanto começava a enfiar meu pau centímetro por centímetro na buceta dela.
— AIHHH! DÓI! TIRA, AMO, POR FAVOR! Ela gritava arqueando as costas, as unhas arranhando o chão.
Eu comia ela sem piedade no chão.
— Por favor... vou mudar, mas não continua me fodendo! Ahhh! Ela implorava.
Os gritos dela de "Vou mudar, eu prometo!" se perdiam entre minhas estocadas.
A buceta dela estava tão apertada e molhada pelo Gender Bender que senti ela me chupando.
— AIHHH! TÁ DOENDO! TÁ ME RACHANDO, AMO! Ela uivou.
— Grita mais alto! Deixa todo mundo saber que o grande Bruno agora é a puta de alguém! Falei enquanto dava estocadas tão fundas que sentia o útero novo dela batendo no meu pau.
— Grita o quanto quiser! Você é minha puta! Falei enquanto comia ela num ritmo animal, segurando ela pela coleira.
— Tá muito apertado! Você é uma puta de primeira, Bruna.
— Sente como eu te encho, sente como meu pau de "anão" te destrói por dentro.
— Ele é muito grande e gigante! Vai me partir! Ela gritava, mas a cada estocada, os gemidos dela viravam gemidos de prazer.
Enquanto puxava ela pela coleira, ela abaixava a cabeça. E não parava de gemer. uma combinação de dor e prazer.
O corpo feminino dela estava aceitando seu dono.
Dei uma última estocada brutal que fez ela desabar no chão.
— AIHHH! — ela gritou.
— Gostou, putinha? — falei, me levantando.
Ela caiu de cara no chão, mas com a bunda pra cima. As pernas tremendo e ela babando.
— Vamos pro meu quarto — falei, puxando ela pela coleira pra levantar.
Tirei ela do chão. Bruna tentou se levantar, mas as pernas dela tremiam.
— Amo... não consigo andar... minha buceta tá doendo — ela disse.
— Anda, putinha — falei, dando um tapa bem forte na bunda dela.
Puxei ela pela coleira. Ela se levantou nas duas pernas, mas de cabeça baixa, andando atrás de mim até o quarto.
Ela andava com dificuldade, gemendo a cada passo, sentindo o roçar da própria pele hipersensível.
Ela andava com as mãos pra trás, apertando a própria bunda numa tentativa inútil de aliviar a dor da buceta recém-arrombada.
— Por favor... vai mais devagar... não sinto minhas pernas — ela implorou.
Não liguei e continuei andando.
Ela vinha atrás de mim de cabeça baixa, totalmente rendida e dominada por mim.
Chegamos no quarto.
Sentei na beira da cama.
Ela caiu de joelhos na minha frente, exausta.
Mas alguma coisa tinha mudado.
Ela, já com o efeito do Gender Bender em 100%, se ajoelhou entre minhas pernas sem eu pedir.
— Não sei por quê, mas quero ter seu pau na minha boca de novo, amo. — Disse ela enquanto se aproximava do meu pau.
Ela olhava pro meu pau com admiração e desejo.
— E o que você tá esperando, então, sua putinha? — Falei, vendo ela se aproximar devagar do meu pau.
— Amo... não consigo evitar... minha boca precisa dele. — Disse.
Ela se jogou no meu pau, envolvendo ele com a boca, chupando com uma fúria descontrolada.
— É tão grande... é tão gostoso e saboroso... me preenche inteira... não quero mais ser homem, só quero satisfazer ele. — Dizia enquanto chupava meu pau selvagemente.
— É tão grande! Amo, é o primeiro e único pau mais gostoso que quero provar na minha vida!
— Olha como eu faço... sou uma putinha boa? Por favor, me diz que sou sua putinha favorita. — Perguntava a safada enquanto aumentava a velocidade.
A agarrei ela e joguei de barriga pra cima na cama.
Abri as pernas dela bem abertas; uma perna em cima do meu ombro e a outra apoiada no colchão, expondo a buceta rosada e pulsante dela.
— Olha como você tá molhada. — falei.
— Sim, senhor, me usa de novo. — ela disse quase implorando.
— Isso, me fode mais... mais forte, senhor. — ela gritava, perdendo a sanidade.
Ela não parava de gritar e gemer.
Decidi colocar a coleira na boca dela, mas nem assim deu jeito de ela não fazer barulho.
Ela continuava e continuava gemendo e gozando cada vez mais.
Virei ela e coloquei de quatro.
Segurei os pulsos dela e coloquei as mãos dela sobre a própria bunda, obrigando ela mesma a se abrir.
— Abre pra mim, putinha. Ordenei.
Ela hesitou por um segundo, mas os dedos obedeceram, separando os lábios dela pra me mostrar o interior.
— Olha como sua buceta engole cada centímetro da minha pica, putinha. Falei com arrogância.
Enfiei um dedo na entrada do cu dela enquanto metia na buceta.
— Amo... adoro como sua pica se sente na minha buceta... é tão apertada... sinto que vou gozar a cada estocada! Ela dizia entre gemidos.
— Me preenche por completo... sinto que minha buceta nova vai explodir. Ela falava.
— Vou arrebentar teu cu, Bruna. Vou tirar o último que te resta de homem. Falei enquanto enfiava meu dedo no cu dela, surpreendentemente apertado.
— QUE?! NÃO, AMO! ISSO NÃO! Ela gritou, tentando fechar as pernas.
— PELO AMOR DE DEUS, O CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DA MINHA VIDA ANTIGA! PELO AMOR DE DEUS, TE SUPLICO, CONTINUA METENDO NA MINHA BUcETA OU DEIXA EU CHUPAR ELA! Ela disse entre gritos de prazer e dor.
— TEM PIEDADE! O CU NÃO! ISSO VAI ME DESTRUIR! DEIXA EU CHUPAR ELA DE NOVO! Ela implorava.
— Não, por favor! Isso não! Qualquer coisa menos meu cu! Ela suplicava.
— Te imploro! Me come onde quiser, mas meu cu é sagrado! Ela disse com o último resquício de dignidade que restava.
Mas os pedidos dela só faziam eu querer ainda mais arrebentar o cu dela.
— MMMMGH! NÃO, SENHOR! ISSO NÃO! — Cuspiu a mordaça que tinha na boca pra gritar.
— PELO CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DO BRUNO! MINHA DIGNIDADE TÁ ALI! — Disse implorando.
— PELO AMOR DE DEUS! VAI ME DESTRUIR! DÓI PRA CARALHO! — Disse implorando.
— OLHA PRA MIM! TÔ CHORANDO! TEM PENA! — Disse implorando.
— PARA! EU FAÇO QUALQUER COISA! NÃO ME RASGA O CU! — Disse implorando.
— Cala a boca, puta! Homens como eu não pedem permissão, dão ordens.
Não ouvi as súplicas dela. Cuspi na entrada e enfiei de uma só estocada seca no cu estreito e virgem dela.
— AIHHHHHHHHHH! TÔ MORRENDO! TÁ ME RASGANDO O CU! — O grito da Bruna foi tão forte que as lágrimas escorreram.
— DÓI! TIRA! TÁ ME DILACERANDO! AIHHH! MEU CU NÃO! — Ela dizia.
Comecei a meter num ritmo criminoso, sem piedade.
— PARA! EU JURO! VOU SER BOA! MAS TIRA! É GRANDE DEMAIS PRO MEU CU! — A puta implorava.
— TÁ ME RASGANDO! SOCORRO! DÓI... DÓI PRA CARALHO! — Dizia entre lágrimas.
— SINTO MEU CU SE PARTINDO NO MEIO! SEU PAU É IGUAL UMA FURODEIRA! — Disse.
— Ahhh! Já não sou mais homem! Nenhum homem aguenta isso! — Disse aceitando a nova vida como minha puta.
— Tô gostando da dor! Tô gostando de você me rasgar assim! — Disse.
— SIM, SENHOR! MAIS FORTE! DÓI MAS EU QUERO MAIS! — Disse implorando, mas agora não era pra parar, e sim pra continuar.
— Grita, puta! De quem é esse cu? — Perguntei só pra humilhar mais.
— SEU! É SEU! ME RASGA TODA! — Respondeu entre gemidos.
Bruna começou a correr pela terceira ou quinta vez.
Mas essa corrida foi totalmente diferente das primeiras.
Essa corrida dela foi a mais violenta e selvagem, enquanto eu estourava a bunda dela. O rosto dela caiu rendido contra o lençol, babando.
Mas eu continuava metendo, segurando ela pela coleira pra bunda dela não baixar.
— Amo... minha buceta... já não sinto mais... tá destruída! — Ela disse, balbuciando.
— Sinto seu pau nas minhas entranhas... é a maior coisa que já senti. — Ela disse.
— Ahhh! Não aguento mais! Continua, Amo, enche minha bunda de leite! — Ela implorou.
— Sou seu depósito de porra... sou sua puta... sua puta... não quero mais ser Bruno. — Ela disse com dificuldade.
— Minha buceta tá aberta e arrebentada pra sempre por sua culpa... mas eu adoro, Amo. — Ela disse, exausta.
— Faz comigo o que quiser... de manhã, de tarde e de noite. — Ela disse implorando, em total submissão.
Tirei ela da cama e coloquei de joelhos no chão frio.
— Abre bem a boca, puta. — ordenei enquanto me masturbava na frente dela.
Gozei com uma força brutal, banhando o rosto inteiro dela.
O esperma grosso cobriu os olhos, o nariz e os lábios dela.
Os peitos dela ficaram escorrendo meu leite. Ela disse:
— Amo! Tá quente! Me marcou toda! — falou.
— Olha pra mim, tô toda branca por sua causa... parece que tô usando uma máscara. — disse.
— Esse é o seu batismo como minha puta oficial. — falei, arrogante e exausto.
Bruna ficou paralisada, com o líquido branco escorrendo pelo corpo todo, esperando minha próxima ordem.
Ela não sabia que meu sêmen selava o efeito do Gender Bender para sempre.
Cada gota que ela engolisse apagaria um pouco mais a lembrança de Bruno.
— Não é tão ruim ser mulher... pelo menos para alguém, se eu sou sua, Amo. — Ela disse com um sorriso perdido.
— Agora, me limpa direitinho. Não quero ver nem uma gota fora da sua boca.
Bruna se aproximou e começou a limpar meu pau com a língua, engolindo ruidosamente cada gota.
— Tá tão limpinho, Amo... do jeito que o senhor gosta. — Ela disse.
— Eu adoro o gosto do seu sêmen... o gosto da minha nova buceta... e do meu cu e dos meus sucos... adoro ser sua putinha. — Ela falava enquanto passava a língua por todo o meu pau.
— Engoli tudo... não deixei nada pra fora. — Disse orgulhosa, a putinha.
— Você é minha putinha, Bruna. Pra sempre. — Falei, sabendo que Bruno já não existia, só minha putinha e nova mascote Bruna.
Ela terminou de me limpar com uma devoção religiosa, me olhando de baixo com os olhos vidrados e o rosto sujo, sorrindo com submissão absoluta.
O melhor adestrador de cães do mundo agora era, oficialmente, minha putinha domada.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
O arrogante do Bruno já era!
Agora é a Bruna, minha putinha pessoal, uma vadiazinha submissa de cu e buceta arrombados. Uma mente que só sabe obedecer.
O gigante que pisava em todo mundo agora só serve pra foder e receber meu gozo onde eu quiser.
Mas isso é só o começo...
Querem ver como eu faço o mundo testemunhar minha nova mascote?
Querem ver como eu como ela em público ou ao ar livre?
Querem ver como eu como ela sem ligar se alguém nos olha?
Mostrem que são viciados no meu conteúdo, que eu posto a segunda parte:
Alejandro e Bruna: A Exibição Da Minha Nova Mascote.
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Parte N°2:
Alejandro e Bruna: A Exibição Da Minha Nova Mascote:
(Em Breve)
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Relato Anterior:
Alejandro e Martina: A Última Noite Do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Relato:
Alejandro e Camila: De Zé Ninguém a Colegial Gostosa do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Mandamento:
Alejandro: Meu Mandamento 1:https://www.poringa.net/posts/gif/6242558/Alejandro-Mi-Mandamiento-1.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outros Contos Gender Bender:
● Alejandro e Gimena: Irmã Protetora:https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.html● Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html● Alejandro e Martina: A Última Noite do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html● Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html● Alejandro e Camila: De Excluído pra Putinha de Colegial Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temáticas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Bruno era um cara que me dava nojo.
Tinha quase um metro e noventa, era puro músculo e tinha aquela voz de comando que usava pra pisar em qualquer um.
A filosofia dele era básica:
"Só homem alto e forte manda, o resto é lixo que tem que obedecer".
O cara se achava um deus entre os mortais.
Mas graças a mim, essa filosofia virou pó.
Bruno agora é Bruna.
Tem só 1,60m de altura, o que obriga ela a ver o mundo de baixo, bem na altura da minha braguilha.
Os ombros largos dela encolheram numa costa fina e delicada.
A voz potente agora é aguda e submissa.
Ela tem curvas atléticas mas fibrosas, peitos macios que balançam a cada passo e uma bunda redonda, rosada e sensível, feita sob medida pra levar minhas palmadas.
Passou de adestrador de cães pra uma puta domada.
Fui no parque com meu cachorro, um filhote que ainda tava aprendendo. Lá estava ele, rodeado de gente, dando uma aula.
Assim que me viu, com meus 1,70m, me mediu de cima a baixo com um sorriso arrogante.
— Que porra é essa que você tá carregando, anão? Isso é um cachorro ou um bicho de pelúcia? — gritou Bruno, fazendo todo mundo rir.
Pegou meu cachorro pelo colar com violência, sacudindo ele.
— Olha e aprende, mano. Cachorro é igual gente fraca, precisa de um macho pra dominar. Se você não consegue dominar um bicho, não é homem. — falou com arrogância.
Engoli a raiva.
Três dias depois, chamei ele na minha casa com a desculpa de um "treinamento particular" bem pago.
Ele entrou na minha sala como se fosse o dono.
— Sabia que você ia ligar, anão. Você é do tipo que precisa que um homem de verdade mande em você. — disse, empurrando meu ombro ao passar.
Servi um drinque curto pra ele, carregado com uma dose especial.
A dose não ia só transformar ele numa mulher, mas ia fazer ele sentir a necessidade de ser dominada.
Transformar o corpo que ele tanto se orgulhava num corpo bem menor.
Tão pequeno que ia fazer ele se sentir impotente e vulnerável.
— Toma, Bruno. Um brinde ao melhor. — falei com um sorriso falso.
— Pelo menos você tem bom gosto, mano. — disse enquanto virou o copo de uma vez.
Cinco minutos depois, o gigante começou a cambalear.
O corpo dele começou a estalar.
Os ombros largos encolheram, a altura despencou daqueles 1,90m pra uns míseros 1,60m.
Os músculos viraram curvas suaves e fibrosas.
Brotaram uns peitos firmes e a calça caiu no chão porque não tinha mais cintura pra segurar.
— O que... o que você fez comigo? — a voz dele, antes forte como um trovão, agora era um gemido agudo e doce.
— Falei que você veio pra ser treinado, Bruna. Bem-vinda à sua nova vida como mascote. — falei com arrogância.
— Vamos fazer um trato, Bruna. — falei com arrogância.
— Que tipo de trato? — ela perguntou com medo e completamente. nua.
— Se fizer tudo o que eu mandar, deixo você ir, ok?. Falei com um sorriso.
— Ok... o que você quer que eu faça?. Ela disse.
— Primeiro, me chama de dono. Ordenei.
— E segundo, veste isso. Falei enquanto joguei uma sacola com um conjunto de lingerie minúsculo que mal ia cobrir ela.
Ela vestiu o conjunto ali mesmo. Eu via ela colocando o que dei. As tetas dela balançando e aquela bunda que ela tinha tremendo.
— De joelhos, puta. Falei.
Ela se ajoelhou.
Fiquei atrás dela e coloquei uma coleira que antes usava pra passear com meu cachorro. Mas agora seria pra passear e dominar minha nova mascote.
— De quatro, puta. Ordenei enquanto empurrei ela pra ficar de quatro.
— Vamos passear, putinha. Falei com arrogância. — S-sim, amo. Ela respondeu.
— Vamos ver se agora você continua me olhando de cima. Falei, dando um tapa na bunda dela que a fez pular.
Enquanto a fazia andar de quatro como a puta que ela é agora.
Eu andava ereto, puxando a coleira, e ela me seguia, do meu lado, como a puta que agora é.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o anão agora? Gritei enquanto meu pau ficava duro só de vê-la engatinhar.
Ver ela lá embaixo, com aquele olhar de humilhação total na altura dos meus joelhos, deixava meu pau de pedra.
Enquanto ela andava do meu lado, eu a olhei de relance e a expressão dela vendo tudo de baixo me excitava.
— Olha pra mim, Bruna! Quem é o homem agora? Quem é que precisa de um dono? Falei com arrogância.
— S-sim... Amo... o senhor é o homem agora... E... eu sou só sua putinha. Ela gaguejou do chão.
Fiquei do lado dela. — Chupa minhas bolas, puta. Ordenei.
— Por favor, não me obriga a fazer isso... não sou gay. Ela disse implorando.
— Gay? Não é gay porque eu sou homem e você é mulher. Falei rindo e com arrogância.
— Qual era sua filosofia antes... "Só homens altos e fortes mandam, o resto é lixo que deve obedecer". Falei com arrogância.
— Será que você não quer voltar a ser homem? Falei enquanto começava a me despir.
— Quero sim... por favor. Ela disse implorando.
— Vai ter que merecer então. Falei enquanto colocava minhas bolas na cara dela.
— Você vai me pagar. Ela disse enquanto começava a passar a língua nas minhas bolas.
— Sim, sim, fala o que quiser. Respondi.
Bruna fechou os olhos e, com um nojo que se transformava em necessidade, começou a passar a língua, me saboreando enquanto eu acariciava a cabeça dela como um dono acaricia seu bichinho de estimação.
— Boa putinha. Falei pra ela. — Parece que você gosta disso. Falei enquanto acariciava a cabeça dela.
— Vamos direto ao ponto então. Falei enquanto me colocava na frente dela.
— Me beija e chupa minha pica agora. Falei enquanto ria de como, menos de uma hora atrás, ela se achava um deus e agora era só uma putinha.
— Por favor... não... isso seria muito gay. Ela disse implorando.
Peguei ela pela coleira e puxei pra perto de mim.
— Não era uma pergunta, putinha, era uma ordem. Falei.
Ela começou a beijar minha pica com vontade.
O olhar dela passou de ódio pra prazer. A dose que eu tinha dado tava fazendo efeito a cada segundo.
Tenho que admitir, ver o Bruno, o cara que se achava o mais macho do parque, agora virado uma putinha submissa e obediente, desesperada pela minha pica e porra, tava me excitando pra caralho.
Umas 10 minutos se passaram.— Sabia que você ia acabar gostando, vagabunda. — falei com arrogância.
— N-não gosto. — ela disse, tirando meu pau da boca dela.
Enquanto um fio de porra e baba escorria da boca dela.
— Tá, tá, fala o que quiser. — respondi.
— Vamos, vagabunda. — falei, agarrando ela e fazendo ela voltar a ficar de quatro.
Sentei na minha poltrona e ela, por puro instinto, se meteu entre minhas pernas.
Ela baixou o olhar.
Segurei firme a coleira dela, forçando ela a levantar a cara.
— Volta a chupar, vagabunda. — falei com arrogância.
— Já chega... já é humilhação demais. — ela disse, implorando.
— Por favor, me transforma de volta no que eu era antes, prometo ser boazinha. — ela disse, suplicando.
— Por favor, A.... — Não deixei ela terminar a frase.
Enquanto ela implorava, agarrei a coleira e, assim que tive chance, enfiei meu pau de novo no fundo da garganta dela.
— Vai, continua chupando, vagabunda. — falei, empurrando meu quadril e a coleira pra fazer ela engolir cada centímetro do meu pau.
Ela começou a enrolar meu pau com desespero.
Enfiei o pau na garganta dela enquanto puxava a coleira pra frente, fazendo ela engolir cada centímetro.
Os sons dela engasgando eram a melhor parte.
Tirei ele da minha buceta. Saiu um som molhado e sujo.
— Parece que você não queria soltar minha boca, sua puta. Falei com arrogância.
Peguei ela pela coleira e coloquei de quatro no chão.
— O que você vai fazer? Ela perguntou.
— Não é óbvio... Vou te comer. Falei enquanto me posicionava atrás dela.
— Não, por favor! Qualquer coisa menos isso! Ela disse implorando, tentando manter um pouco da dignidade e da hombridade.
— Deixa eu continuar chupando, mas não me fode! Ela disse suplicando.
— É tarde pra negociar, vadiazinha. Falei.
Comecei a colocar meu pau na entrada da nova buceta dela.
— Amo, por favor! Você tem ele muito grande e grosso! Por favor, vai me rasgar! Minha buceta é nova e com certeza é uma buceta virgem! Ela dizia entre súplicas.
— Então respira fundo, porque vai doer. Falei rindo enquanto começava a enfiar meu pau centímetro por centímetro na buceta dela.
— AIHHH! DÓI! TIRA, AMO, POR FAVOR! Ela gritava arqueando as costas, as unhas arranhando o chão.
Eu comia ela sem piedade no chão.
— Por favor... vou mudar, mas não continua me fodendo! Ahhh! Ela implorava.
Os gritos dela de "Vou mudar, eu prometo!" se perdiam entre minhas estocadas.
A buceta dela estava tão apertada e molhada pelo Gender Bender que senti ela me chupando.
— AIHHH! TÁ DOENDO! TÁ ME RACHANDO, AMO! Ela uivou.
— Grita mais alto! Deixa todo mundo saber que o grande Bruno agora é a puta de alguém! Falei enquanto dava estocadas tão fundas que sentia o útero novo dela batendo no meu pau.
— Grita o quanto quiser! Você é minha puta! Falei enquanto comia ela num ritmo animal, segurando ela pela coleira.
— Tá muito apertado! Você é uma puta de primeira, Bruna.
— Sente como eu te encho, sente como meu pau de "anão" te destrói por dentro.
— Ele é muito grande e gigante! Vai me partir! Ela gritava, mas a cada estocada, os gemidos dela viravam gemidos de prazer.
Enquanto puxava ela pela coleira, ela abaixava a cabeça. E não parava de gemer. uma combinação de dor e prazer.
O corpo feminino dela estava aceitando seu dono.
Dei uma última estocada brutal que fez ela desabar no chão. — AIHHH! — ela gritou.
— Gostou, putinha? — falei, me levantando.
Ela caiu de cara no chão, mas com a bunda pra cima. As pernas tremendo e ela babando.
— Vamos pro meu quarto — falei, puxando ela pela coleira pra levantar.
Tirei ela do chão. Bruna tentou se levantar, mas as pernas dela tremiam.
— Amo... não consigo andar... minha buceta tá doendo — ela disse.
— Anda, putinha — falei, dando um tapa bem forte na bunda dela.
Puxei ela pela coleira. Ela se levantou nas duas pernas, mas de cabeça baixa, andando atrás de mim até o quarto.
Ela andava com dificuldade, gemendo a cada passo, sentindo o roçar da própria pele hipersensível.
Ela andava com as mãos pra trás, apertando a própria bunda numa tentativa inútil de aliviar a dor da buceta recém-arrombada.
— Por favor... vai mais devagar... não sinto minhas pernas — ela implorou.
Não liguei e continuei andando.
Ela vinha atrás de mim de cabeça baixa, totalmente rendida e dominada por mim.
Chegamos no quarto. Sentei na beira da cama.
Ela caiu de joelhos na minha frente, exausta.
Mas alguma coisa tinha mudado.
Ela, já com o efeito do Gender Bender em 100%, se ajoelhou entre minhas pernas sem eu pedir.
— Não sei por quê, mas quero ter seu pau na minha boca de novo, amo. — Disse ela enquanto se aproximava do meu pau.
Ela olhava pro meu pau com admiração e desejo.
— E o que você tá esperando, então, sua putinha? — Falei, vendo ela se aproximar devagar do meu pau.
— Amo... não consigo evitar... minha boca precisa dele. — Disse.
Ela se jogou no meu pau, envolvendo ele com a boca, chupando com uma fúria descontrolada.
— É tão grande... é tão gostoso e saboroso... me preenche inteira... não quero mais ser homem, só quero satisfazer ele. — Dizia enquanto chupava meu pau selvagemente.
— É tão grande! Amo, é o primeiro e único pau mais gostoso que quero provar na minha vida!
— Olha como eu faço... sou uma putinha boa? Por favor, me diz que sou sua putinha favorita. — Perguntava a safada enquanto aumentava a velocidade.
A agarrei ela e joguei de barriga pra cima na cama. Abri as pernas dela bem abertas; uma perna em cima do meu ombro e a outra apoiada no colchão, expondo a buceta rosada e pulsante dela.
— Olha como você tá molhada. — falei.
— Sim, senhor, me usa de novo. — ela disse quase implorando.
— Isso, me fode mais... mais forte, senhor. — ela gritava, perdendo a sanidade.
Ela não parava de gritar e gemer.
Decidi colocar a coleira na boca dela, mas nem assim deu jeito de ela não fazer barulho.
Ela continuava e continuava gemendo e gozando cada vez mais.
Virei ela e coloquei de quatro. Segurei os pulsos dela e coloquei as mãos dela sobre a própria bunda, obrigando ela mesma a se abrir.
— Abre pra mim, putinha. Ordenei.
Ela hesitou por um segundo, mas os dedos obedeceram, separando os lábios dela pra me mostrar o interior.
— Olha como sua buceta engole cada centímetro da minha pica, putinha. Falei com arrogância.
Enfiei um dedo na entrada do cu dela enquanto metia na buceta.
— Amo... adoro como sua pica se sente na minha buceta... é tão apertada... sinto que vou gozar a cada estocada! Ela dizia entre gemidos.
— Me preenche por completo... sinto que minha buceta nova vai explodir. Ela falava.
— Vou arrebentar teu cu, Bruna. Vou tirar o último que te resta de homem. Falei enquanto enfiava meu dedo no cu dela, surpreendentemente apertado.
— QUE?! NÃO, AMO! ISSO NÃO! Ela gritou, tentando fechar as pernas.
— PELO AMOR DE DEUS, O CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DA MINHA VIDA ANTIGA! PELO AMOR DE DEUS, TE SUPLICO, CONTINUA METENDO NA MINHA BUcETA OU DEIXA EU CHUPAR ELA! Ela disse entre gritos de prazer e dor.
— TEM PIEDADE! O CU NÃO! ISSO VAI ME DESTRUIR! DEIXA EU CHUPAR ELA DE NOVO! Ela implorava.
— Não, por favor! Isso não! Qualquer coisa menos meu cu! Ela suplicava.
— Te imploro! Me come onde quiser, mas meu cu é sagrado! Ela disse com o último resquício de dignidade que restava.
Mas os pedidos dela só faziam eu querer ainda mais arrebentar o cu dela.
— MMMMGH! NÃO, SENHOR! ISSO NÃO! — Cuspiu a mordaça que tinha na boca pra gritar. — PELO CU NÃO! É A ÚNICA COISA QUE ME RESTA DO BRUNO! MINHA DIGNIDADE TÁ ALI! — Disse implorando.
— PELO AMOR DE DEUS! VAI ME DESTRUIR! DÓI PRA CARALHO! — Disse implorando.
— OLHA PRA MIM! TÔ CHORANDO! TEM PENA! — Disse implorando.
— PARA! EU FAÇO QUALQUER COISA! NÃO ME RASGA O CU! — Disse implorando.
— Cala a boca, puta! Homens como eu não pedem permissão, dão ordens.
Não ouvi as súplicas dela. Cuspi na entrada e enfiei de uma só estocada seca no cu estreito e virgem dela.
— AIHHHHHHHHHH! TÔ MORRENDO! TÁ ME RASGANDO O CU! — O grito da Bruna foi tão forte que as lágrimas escorreram.
— DÓI! TIRA! TÁ ME DILACERANDO! AIHHH! MEU CU NÃO! — Ela dizia.
Comecei a meter num ritmo criminoso, sem piedade.
— PARA! EU JURO! VOU SER BOA! MAS TIRA! É GRANDE DEMAIS PRO MEU CU! — A puta implorava.
— TÁ ME RASGANDO! SOCORRO! DÓI... DÓI PRA CARALHO! — Dizia entre lágrimas.
— SINTO MEU CU SE PARTINDO NO MEIO! SEU PAU É IGUAL UMA FURODEIRA! — Disse.
— Ahhh! Já não sou mais homem! Nenhum homem aguenta isso! — Disse aceitando a nova vida como minha puta.
— Tô gostando da dor! Tô gostando de você me rasgar assim! — Disse.
— SIM, SENHOR! MAIS FORTE! DÓI MAS EU QUERO MAIS! — Disse implorando, mas agora não era pra parar, e sim pra continuar.
— Grita, puta! De quem é esse cu? — Perguntei só pra humilhar mais.
— SEU! É SEU! ME RASGA TODA! — Respondeu entre gemidos.
Bruna começou a correr pela terceira ou quinta vez. Mas essa corrida foi totalmente diferente das primeiras.
Essa corrida dela foi a mais violenta e selvagem, enquanto eu estourava a bunda dela. O rosto dela caiu rendido contra o lençol, babando.
Mas eu continuava metendo, segurando ela pela coleira pra bunda dela não baixar.
— Amo... minha buceta... já não sinto mais... tá destruída! — Ela disse, balbuciando.
— Sinto seu pau nas minhas entranhas... é a maior coisa que já senti. — Ela disse.
— Ahhh! Não aguento mais! Continua, Amo, enche minha bunda de leite! — Ela implorou.
— Sou seu depósito de porra... sou sua puta... sua puta... não quero mais ser Bruno. — Ela disse com dificuldade.
— Minha buceta tá aberta e arrebentada pra sempre por sua culpa... mas eu adoro, Amo. — Ela disse, exausta.
— Faz comigo o que quiser... de manhã, de tarde e de noite. — Ela disse implorando, em total submissão.
Tirei ela da cama e coloquei de joelhos no chão frio. — Abre bem a boca, puta. — ordenei enquanto me masturbava na frente dela.
Gozei com uma força brutal, banhando o rosto inteiro dela.
O esperma grosso cobriu os olhos, o nariz e os lábios dela.
Os peitos dela ficaram escorrendo meu leite. Ela disse:
— Amo! Tá quente! Me marcou toda! — falou.
— Olha pra mim, tô toda branca por sua causa... parece que tô usando uma máscara. — disse.
— Esse é o seu batismo como minha puta oficial. — falei, arrogante e exausto.
Bruna ficou paralisada, com o líquido branco escorrendo pelo corpo todo, esperando minha próxima ordem.
Ela não sabia que meu sêmen selava o efeito do Gender Bender para sempre. Cada gota que ela engolisse apagaria um pouco mais a lembrança de Bruno.
— Não é tão ruim ser mulher... pelo menos para alguém, se eu sou sua, Amo. — Ela disse com um sorriso perdido.
— Agora, me limpa direitinho. Não quero ver nem uma gota fora da sua boca.
Bruna se aproximou e começou a limpar meu pau com a língua, engolindo ruidosamente cada gota.
— Tá tão limpinho, Amo... do jeito que o senhor gosta. — Ela disse.
— Eu adoro o gosto do seu sêmen... o gosto da minha nova buceta... e do meu cu e dos meus sucos... adoro ser sua putinha. — Ela falava enquanto passava a língua por todo o meu pau.
— Engoli tudo... não deixei nada pra fora. — Disse orgulhosa, a putinha.
— Você é minha putinha, Bruna. Pra sempre. — Falei, sabendo que Bruno já não existia, só minha putinha e nova mascote Bruna.
Ela terminou de me limpar com uma devoção religiosa, me olhando de baixo com os olhos vidrados e o rosto sujo, sorrindo com submissão absoluta.
O melhor adestrador de cães do mundo agora era, oficialmente, minha putinha domada.
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Agora é a Bruna, minha putinha pessoal, uma vadiazinha submissa de cu e buceta arrombados. Uma mente que só sabe obedecer.
O gigante que pisava em todo mundo agora só serve pra foder e receber meu gozo onde eu quiser.
Mas isso é só o começo...
Querem ver como eu faço o mundo testemunhar minha nova mascote?
Querem ver como eu como ela em público ou ao ar livre?
Querem ver como eu como ela sem ligar se alguém nos olha?
Mostrem que são viciados no meu conteúdo, que eu posto a segunda parte:
Alejandro e Bruna: A Exibição Da Minha Nova Mascote.
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Parte N°2:
Alejandro e Bruna: A Exibição Da Minha Nova Mascote:
(Em Breve)
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