Relato cornudo : Dalila vestida de novia 03

Dalila entrou no apartamento com o coração ainda disparado, o corpo voluptuoso tremendo sob a blusa decotada que deixava ver o suor perolando os peitos pesados e cremosos dela. Bateu a porta com força, se apoiando nela como se as pernas grossas e carnudas não aguentassem mais. Liborio, sentado no sofá com o joelho elevado, fingiu surpresa ao vê-la assim, mas por dentro o pau já endurecia imaginando os detalhes safados: aquele mendigo apalpando a bunda gorda da esposa dele, o Tronco salvando ela com as mãos descendo pra aquelas nádegas redondas, apertando a carne macia como se já fosse dele. "Amor, que que houve? Cê tá pálida!", exclamou ele, mancando até ela pra abraçá-la, sentindo os peitos dela se esmagarem contra o peito dele, os bicos duros de adrenalina roçando a camisa. Dalila, com a voz embargada, contou tudo: o beco escuro, o mendigo seboso com as mãos sujas roçando os peitos avantajados dela, descendo pra bunda pra apertar aquelas nádegas gordas como se fossem dele, o bafo fedorento na cara dela enquanto encurralava. "Ele me tocou, Liborio... me assustou tanto", soluçou ela, mas nos olhos brilhava um tesão perverso, um calor que ela mesma não entendia. Depois, o resgate: o Tronco aparecendo como um macho alfa, apesar da altura baixa, empurrando o porco e abraçando ela, as mãos dele pousando bem no começo da bunda dela, sentindo a curva carnuda onde o rabo começava a protuberar. "Ele me salvou, amor... aquele baixinho insolente me salvou". Liborio sentiu um jato de porra pré gozar na cueca ao ouvir isso; imaginava o pau monstruoso do Tronco pressionando contra as coxas de Dalila naquele abraço. "Filho da puta... vou chamar a polícia, amor. Amanhã mesmo denuncio aquele seboso", mentiu ele, com a voz fingindo raiva, mas os olhos brilhavam de excitação safada. Depois, com um sorriso torto, completou: "E o baixinho... vou comprar uma garrafa de uísque pra dar de presente pela coragem dele. Merece, né? Salvou minha putona". Dalila olhou pra ele Confusa, os lábios carnudos entreabertos. "Uísque? Cê tá louco? Aquele cara é um tarado, mas... bom, ele me salvou mesmo". A descarga de adrenalina deixava ela queimando por dentro, um calor úmido entre as coxas grossas que fazia ela apertar as pernas. Confusa e com o corpo em chamas – aquele medo misturado com desejo proibido, o roçar das mãos do Tronco na bunda dela ainda queimando na pele –, Dalila se desculpou pra ir tomar banho. "Preciso lavar essa sujeira", murmurou, mas na real, a buceta dela pulsava, ensopada de sucos traiçoeiros que molhavam a calcinha fio dental. Entrou na cozinha primeiro, abrindo a geladeira com mãos trêmulas, e tirou um pepino grosso, verde e comprido, quase tão largo quanto o pulso dela, com veias irregulares que faziam ele parecer uma piroca mutante. Olhou pra ele por um segundo, mordendo o lábio, imaginando sem querer o pau de algum macho desconhecido esticando ela. Depois, remexeu na gaveta do Libório e achou uma camisinha, que ele usava nas fantasias solitárias dele. Enrolou ela no pepino, o látex esticando tenso sobre o vegetal grosso, lubrificado pela água fria da geladeira. No banheiro, se despiu devagar, admirando o corpo no espelho embaçado: peitões enormes, pesados como melões maduros, com bicos escuros eriçados de tesão; barriga macia com aqueles quilinhos extras pós-gravidez que deixavam ela tão putona; coxas grossas se roçando, e aquela bunda redonda, carnuda, protuberante como um convite pra ser comida. Entrou no chuveiro, a água quente caindo na pele morena dela, escorrendo pelas curvas voluptuosas. Se apoiou na parede, os peitos esmagados contra os azulejos frios, e pegou o pepino enrolado. "Meu Deus, que vadia que eu sou", murmurou, mas a onda de tesão dominava ela. Abriu as pernas, sentindo o ar fresco na buceta depilada, os lábios grossos inchados e molhados. Empurrou o pepino devagar no começo, a camisinha lubrificada facilitando a entrada, esticando a buceta quente dela como se fosse um pau de verdade. "Ahhh... isso, assim", gemeu, sentindo como a verdura grossa a preenchia, roçando suas paredes internas, batendo naquele ponto sensível que a fazia tremer. Acelerou o ritmo, se fodendo forte com uma mão, a outra beliscando seus mamilos duros, puxando eles como se um macho estivesse mordendo. Imaginava o mendigo, mas não: era o Tronco, aquele baixinho arrogante com as mãos na bunda dela, salvando ela e depois fodendo ela contra a parede do beco. "Me fode, baixinho pervertido!", gemeu alto, a água abafando seus sons, mas o bebê no quarto ao lado não acordava. Empurrava o pepino fundo, sentindo como a buceta dela escorria sucos, a camisinha escorregadia agora por causa da umidade. Gozou forte, as pernas tremendo, um jato de squirt se misturando com a água, gritando abafado enquanto a bunda dela se contraía, imaginando esperma quente enchendo ela. Ofegante, tirou o pepino, a camisinha coberta de seus sucos cremosos, e jogou fora, envergonhada mas satisfeita, o corpo ainda formigando.Relato cornudo : Dalila vestida de novia 03Dias depois, Liborio entregou a garrafa de uísque pra Dalila, enrolada num laço vermelho ridículo, como se fosse um presente romântico. "Leva pro baixinho, amor. Diz que é da minha parte, por salvar minha mulher gostosa". Dalila pegou a garrafa, as sobrancelhas arqueadas de desconfiança. "Por que tanta bondade com esse cara, Liborio? Você nunca é assim... o que tá tramando?". Ele deu de ombros, mancando de volta pro sofá, mas o pau dele já endurecia pensando no que viria. Dalila, intrigada e com um tesão crescente que não admitia, decidiu se arrumar pra ocasião. Vestiu uma saia curta e justa que abraçava a bunda gorda dela, deixando à mostra a curva das coxas grossas, e uma blusa decotada que fazia os peitos parecerem que iam pular pra fora. Se olhando no espelho, com o batom vermelho nos lábios carnudos, decidiu algo ousado: não usar nada por baixo. "Pra sentir a adrenalina", disse pra si mesma, sentindo o ar fresco roçando a buceta nua, os lábios grossos expostos debaixo da saia, um fio de excitação já molhando eles.vadiaDesceu pro bar do Tronco, a garrafa na mão, rebolando a bunda voluptuosa, os peitos balançando a cada passo. Ele viu ela entrar e os olhos se cravaram nela igual lobo: nos peitões pesados, na saia que insinuava a buceta sem calcinha. "Rainha! O que cê tá trazendo aí?", falou com aquela voz rouca, levantando do banco, o volume na calça Adidas já aparecendo. Dalila estendeu a garrafa. "É do meu marido... por me salvar". Ele sorriu, destampando na hora. "Vamos brindar, mamacita gostosa". Serviu em copos plásticos, o uísque queimando a garganta deles. Enquanto bebiam, ele enchia ela de elogios safados: "Cê é uma deusa, Dalila. Com esses peitões enormes, qualquer homem cai de joelhos. Com uma mulher como você, casava amanhã, vestia de branco só pra tirar depois". Ela riu, o calor do álcool subindo no rosto, mas também na buceta nua, sentindo um fio de umidade escorrendo, deslizando pelas coxas. Ele, enchendo ela de lábia, tirou uns chocolates baratos de uma gaveta. "Pra você, rainha. Doce que nem sua buceta deve ser". O uísque deixava ela quente, confusa. "Agora, um beijo pelo presente", pediu ele, ousado. Ela, com a onda, não recusou: se inclinou, os lábios carnudos tocando os dele, mas dessa vez foi longo, molhado, línguas se enrolando, o bigode dele roçando a pele dela. Sentiu a buceta pulsar, um jato de mel escorrendo, molhando as coxas sem calcinha pra segurar. "Meu Deus!", pensou, confusa e assustada com o tesão.cuckoldEle se retirou bruscamente. "Sou uma mulher casada, com um bebê… não posso". Ele, com olhos famintos, respondeu: "Não tô nem aí pra isso, rainha. Te quero com tudo e todos. Duvido que seu marido se importe… até ia gostar de ser meu corno, te vendo gozar com um macho de verdade". Dalila não entendeu direito a insinuação, mas o tesão bateu forte: corno? Saiu correndo, a buceta escorrendo, a saia grudando nas coxas molhadas. O Tronco, sozinho no bar, esfregou o volume enorme. "Tô cansado dessa merda de príncipe encantado… não sou assim, mas tá funcionando. Essa puta vai cair". No dia seguinte, Liborio e o Tronco conversaram por telefone, vozes de conspiração. "Plano novo, parceiro", disse Liborio, o pau duro só de falar. "Vou falar que vou no médico, mas desligo o disjuntor do meu apê. Ela vai pedir ajuda, e como eu 'não tô', vai descer até você. Eu finjo que vou, mas fico no carro, vendo as câmeras de segurança pelo celular". O Tronco riu. "Fechou. Vou comer essa gorda hoje". Liborio deu a desculpa da consulta, beijou Dalila – que tava nos dias férteis, a buceta inchada e sensível, queimando de hormônios – e "saiu", mas ficou no carro, celular na mão, conectado nas câmeras escondidas com bateria que tinha instalado no apê. O Tronco desligou o disjuntor, deixando o lugar no escuro. Dalila, sozinha com o bebê, xingou: "Porra, Liborio! E agora?". Vestindo um roupão de seda fina que abraçava as curvas voluptuosas – sem sutiã, os peitos pesados soltos, os bicos marcando; só uma calcinha fio dental minúscula cobrindo a buceta fértil e molhada –, desceu pro bar. "Chaparro, me ajuda… a luz caiu e o Liborio não tá". Ele subiu com ela, as luzes apagadas criando um clima safado, o cheiro de macho invadindo o espaço.infidelidadeNo depa escuro, ele fingiu consertar o quadro elétrico, mas o olhar devorava Dalila: o roupão entreaberto mostrando o decote profundo, peitões enormes aparecendo. "Não aguento mais, rainha", ele rosnou de repente, se aproximando com confiança ousada. Abriu o roupão de uma vez, deixando tudo à mostra: peitões enormes, pesados como úberes cheios, mamilos escuros eretos; rabão enorme, carnudo, protuberante; buceta volumosa por baixo da calcinha fio-dental, lábios grossos inchados pela fertilidade. "Que deusa puta você é!", exclamou, beijando ela com força, línguas molhadas se enrolando, saliva se misturando enquanto as mãos apertavam aqueles peitões gordos, beliscando mamilos até fazê-la gemer. Dalila, toda molhada como uma puta no cio, não resistiu: "Isso, baixinho…!". Ele abaixou a calça Adidas, liberando o pauzão enorme, preto e cheio de veias, um tronco descomunal balançando pesado, grosso como o antebraço, bolas grandes carregadas de porra. Dalila ofegou, admirando: "Meu Deus, é monstruoso! Muito maior que o do Libório…". Tocou nele, masturbando devagar, sentindo as veias pulsarem.esposa putaEle empurrou ela no sofá, se ajoelhou – a altura baixa dele era perfeita pra isso – e arrancou a calcinha fio dental, comendo a buceta dela igual um animal: língua lambendo os lábios carnudos, chupando o clitóris inchado, mordendo de leve enquanto enfiava dedos grossos no buraco molhado dela, fodendo ela com eles. "Tem gosto de mel fértil, sua puta!", ele grunhiu, o bigode roçando a pele sensível dela. Dalila gemia alto, os peitos balançando, pernas abertas mostrando tudo. Ela, imponente e alta do lado da figura baixa dele, fazia ele parecer um anão fodendo uma giganta gostosa, um contraste safado que deixava ela ainda mais excitada.namorada vadiaDalila pegou um camisinha da mesa – uma do Liborio – e colocou naquela cock monstruosa, mas apertava pra caralho, o látex esticado no limite na grossura venosa. "Me come logo!", implorou ela. Ele empinou ela no sofá, a bunda enorme levantada, as nalgas gordas separadas mostrando a buceta escorrendo. O baixinho se posicionou atrás, parecendo ainda menor contra aquela bunda voluptuosa, tipo um chihuahua fodendo um pitbull. Empurrou, a cock esticando a buceta fértil dela, centímetro por centímetro, até o fundo, batendo no útero. "Ahhh, tá muito dentrrooo!", gritou ela, mas gozando, a buceta se contraindo em volta daquela cock preta. Ele fodia forte, selvagem, batendo naquela bunda gorda com palmadas que deixavam marcas vermelhas, as bolas dele batendo nas coxas dela. O contraste era pervertido: ele baixo e compacto, a cock desproporcional enterrada naquela buceta enorme, fodendo ela igual um bicho, enquanto ela gemia, os peitos balançando e pulando. De repente, o bebê chorou no berço no quarto dela, Dalila, em pânico mas com tesão, se levantou empinada, andando até o quarto com a cock do Tronco ainda dentro, fodendo ela por trás a cada passo. Ela embalou o bebê no berço com uma mão, cantarolando baixinho, enquanto atrás o Tronco empurrava fundo, a camisinha estourando sem eles perceberem, o látex rasgado deixando a cock dele nua naquela buceta fértil. "Continua, puta! Embalando seu docinho enquanto eu te engravido!", grunhiu ele, empurrando forte. Uma cena muito quente, Dalila de quatro com ele por trás, no quarto do bebê, decorado com ursos e azul. O baixinho tava enchendo o útero desprotegido dela, com aquele troncão enorme, tocando as paredes internas, igual uns dias atrás tocava o pepino, Dalila sentia jatos fortes saindo da buceta dela, sem saber tava se arriscando a uma gravidez daquele macho baixinho. O Tronco falou forte com ela – quero que você grite que me ama, que adora meu pauzão, grita que é minha, "eu vou levar essa bunda pro altar vestida de branco"... Ela gemeu bem forte. essas palavras taradas marcaram fundo, acenderam ela. Liborio, no carro, vendo tudo pelas câmeras – a pica monstruosa esticando a buceta da esposa dele, o porra escorrendo –, se masturbava feito um louco, gozando na calça com um gemido abafado. "Meu sonho de corno!", ofegou. Decidiu voltar, mancando até o apê pra pegar os dois no flagra, o pau endurecendo de novo pela humilhação safada.

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