A Sol ficou uns dias estranha, fugia de qualquer conversa mais profunda, não me contava nada da mãe dela, do pai dela. Também não estávamos transando e isso já tava começando a me desesperar de verdade. Uma noite a gente tava deitado bem cedo e começou a conversar. Fui eu quem quebrou o gelo. Sabe com quem eu passei um tempão hoje? Com quem? Com o Gustavo Ah – ela diz
Eu percebi a frieza dela e quis saber o que tava rolando. O que foi, Sol? Faz dias que você tá assim, toda estranha. Não tô sentindo nada" – ela diz, mas desvia o olhar de mim. Sol, tô te contando essa parada do Gustavo pra te lembrar que a gente tem a confiança pra falar sobre qualquer coisa. É que… Fala, me conta. Você ficou com teu primo de novo? Não Com o Gustavo? Nãããoooo Então?
Naquele momento, me aproximei e abracei ela por trás, falando no ouvido dela. Sabe que a gente tem confiança pra você me contar o que quiser.
Sol se virou bruscamente, se soltando do meu abraço, e me olhou com uma seriedade que eu raramente tinha visto nela. Dessa vez eu fui pro caralho.
Agora ela me abraçou forte. Me conta, meu amor, não vou te julgar – eu disse
Por dentro, eu tava com uma sensação muito estranha. Uma mistura de ciúme subindo com um tesão total pelo que a Sol pudesse me contar. É que… Foda-se, não vou te julgar. O que acontece é que uma coisa é o que a gente fantasia, mas outra coisa é o que eu fiz. Sol, meu amor… para de rodeios — falei, beijando ela na boca.
Era a hora de deixar ela à vontade, então me apertei contra ela e fiz sentir a ereção que eu tava.
Ela suavizou o tom e começou a me contar. Por onde eu começo? Pelo começo Bom, lembra que umas semanas atrás eu fui com meu pai pra Mendoza? Sim, não me contou nada de como foi pra você. Bom, em Mendoza eu fiz uma parada bem pesada Com quem? Com o meu pai – Sol se abraçou forte
A ereção que ele tinha ficou maior e meu pau pulsou na buceta dela. Ela deve ter percebido, porque isso a animou a continuar Me conta, não vou te julgar – implorei A gente tava na piscina do hotel e… E daí? – minha ansiedade estava tremenda Na piscina, eu masturbei meu pai. Ughhh – eu falei pra ela Não te parece que eu sou uma doente? Se você é uma doente, somos dois doentes porque me excita o que você tá me contando – falei na hora. Nesse momento, com uma mão, puxei a cueca pra baixo e comecei a bater uma enquanto ouvia ela. É estranho te contar isso e ver você batendo uma – ela me disse
Isso fez com que eu não me encolhesse e, em vez de me aproximar dela, me afastei, me despi completamente e olhei nos olhos dela enquanto batia uma lentamente. Me conta tudo Na piscina do spa do hotel, à noite, meu pai começou a fazer umas massagens nas minhas costas – Sol virou o pescoço e se acariciou enquanto me olhava. Me deixa com muito tesão – confessei pra ela Eu também lembro disso – disse ela Segui – ordenei pra ela
A cena na nossa cama era surrealista, a gente nunca tinha feito isso. Eu me afastei e me deitei com a cabeça no travesseiro pra ficar olhando ela, e ela me encarava enquanto eu batia uma pra ela. Vai bater uma enquanto eu conto? – a pergunta era retórica. Já tô fazendo e quero que você também faça.
Era óbvio que a Sol tava num tesão extremo, porque de outro jeito ela nunca ia se exibir assim pra mim, mas ela era assim, quando ficava com tesão, topava tudo.
Olhando fixo pra mim, ela tirou a camiseta que tava vestindo e ficou só de peitos de fora e aquela calcinha preta transparente que me deixa louco, deixando ver os pelinhos pubianos alaranjados dela. Sentia o pau dele duro nas minhas costas, então levei a mão pra trás e acariciei ele, juro que senti que precisava aliviar ele, relaxar ele, não sei como explicar… Tá bom, e ela tava bem dura? Muito dura – ela continuou – quando o casalzinho que tava se beijando na piscina foi embora, senti que era minha chance e obriguei ele a baixar a calça. Aghhhh – eu dizia Me virei e fiquei de frente pra ele, olhei pra pica dele, gostei. Depois comecei a bater uma pra ele devagar e ele gozou na água, adorei ver a porra saindo na água. Ughhh que tesão que eu tô – confessei pra ele Espera que tem mais – ela me disse com cara de safada Ah, é mesmo? Sim, muito mais – ela me disse
Tive que soltar a rola pra não gozar naquele momento. Uma gota de líquido começou a brotar da minha rola e eu falei pra Sol Olha como tá escorrendo de tesão No dia seguinte, acordei toda tesuda e meu pai, que dormia do meu lado… Ah, dormiram juntos? Você não tinha me contado – eu a interrompi Sim, no dia seguinte, eu tava muito tesuda, não tinha gozado e precisava terminar, então comecei a me tocar. Como? – a animei
Agora a Sol tirou toda a roupa e se deitou de lado ao meu lado, mas invertida, tipo um 69, só que separados por alguns centímetros pra gente se olhar. Ela começou a se esfregar a buceta enquanto olhava pro meu pau. Eu fazia o mesmo, me tocava enquanto olhava pra ela. Bom, a parada é que eu fechei os olhos e, quando abri, meu pai tava me olhando. Aí vi que a barraca dele tava enorme e comecei a bater uma pra ele, mas dessa vez com a cara mais perto da rola. Ahhh O negócio é que eu não me segurei tendo ela tão perto e chupei ela.
Eu só ficava olhando e não me tocava pra não gozar. Agora a Sol se tocava sem parar e continuou narrando.
— Bom, a gente ficou por aqui até a noite em que minha mãe tomou os comprimidos… O que rolou aí? Ahí sim foi o melhor – ela soltou pra mim
Eu voltei a bater uma lentamente e olhei nos olhos dela, suplicando:
– Me conta, vocês transaram? Aghhhh me lembro e gozo
Eu tava quase gozando, mas queria que ela me falasse Ele meteu a pica em você? Vocês transaram? – eu não aguentava mais de tesão.
A gente já tava no ponto, ela já tinha gozado, mas sabia que ainda tava muito quente e queria continuar.
Aí, ela se ajoelhou na cama e me disse: Vou te comer do mesmo jeito que comi meu pai. Vem, senta aqui
Ela sentou no meu pau e se deixou cair. Fechou os olhos, com certeza relembrando aquele momento, e soltou:
— Goza dentro de mim igual o meu velho fez…
Não aguentei mais e me esvaziei dentro dela. Achei que ia desmaiar de tanto prazer que tava sentindo. Ela gozou e se jogou por cima de mim. Aghhhh que tesão - ela soltou Sol Gostosa pra caralho – falei pra ela Sou um monstro, mas que gostoso que é transar com alguém da família – ela soltou
Meu pau se moveu dentro da buceta dela ao ouvir esse comentário. Ela me beijou com um beijo longo e sussurrou no meu ouvido.
– É uma perversão essa parada de incesto, eu sei, mas tu não faz ideia do tesão que dá fazer algo tão proibido. Eu sei, deve ser foda. Me excita saber disso, ouvir você falar, mas não consigo nem imaginar transar com alguém da minha família. Acho… Que bom que outro dia você se imaginou com sua irmã…
Involuntariamente, meu pau se moveu de novo dentro da buceta da Sol. Com quem?" – falei me fazendo de besta. Com a Lucía, ou você tá dizendo que a Martina já deu? A Martina tá namorando faz uns meses, não acho Embora ela já seja maior de idade e tenha esses peitos lindos – Sol me diz, me provocando.
Acho que ela quer me levar pro terreno do incesto pra aliviar um pouco o sentimento de culpa dela. Eu tô ficando com tesão na ideia de comer minha irmã.
Pra piorar, inacreditavelmente, meu pau parece que começa a ganhar vida dentro da buceta da Sol. Isso nunca tinha acontecido comigo. O que foi? Tá endurecendo? Pode ser – eu sorri Tá pensando nas tetas da sua irmãzinha? Ayyy Sol, não seja filha da puta… - eu avisei ela O que foi? Quer chupar os biquinhos dela?
Agora a Sol aproxima um mamilo da minha boca e eu pego ele, começando a chupar com gosto.
Minha mulher começa a cavalgar em mim enquanto deixa eu chupar os peitos dela. Ela se move num ritmo intenso com meu gozo na buceta dela. Conheço ela, tá solta. O que ela me diz em voz alta e clara confirma isso. Eu adoraria te comer junto com a sua irmã… Aghhhh Sol, não vai por aí não porque… aghhhh Chupar sua pica entre as duas… Aghhhh Sol, você vai me fazer gozar de novo Tão rápido?" – Sol se ajeitou pra sentir melhor a penetração e, como eu sabia, gozei de volta. Sim, tão rápido Tanta vontade você tem de a gente chupar sua pica com a Martina? Ou de ter suas duas irmãzinhas chupando ela juntas…? Aghhhhhh siiiim Lucía e Martina brigando pela sua pica… Aghhhh acabei aghhhh Aghhhhhh – gozei dentro dela
Acho que a quantidade de porra foi mínima, mas a verdade é que o orgasmo foi tão intenso quanto o anterior.
Sol, com um sorriso enorme de alívio, me beijou e disse:
– Somos dois degenerados Sim – eu confirmei Não sabia que tinha todo esse universo tarado dentro de mim" – ela me disse Isso não tem limites, me parece – falei pra ela Enquanto não machucarmos ninguém… — ela me disse, se justificando. Sim, claro – respondi pra ela Cê acha que a gente consegue fazer alguma coisa com alguma das suas irmãs? Você é louca? Olha, eu me dou bem e tenho muita intimidade com as duas. Não, Sol, não vamos fazer nada, é perigoso. Confia em mim… Continua…
Podem deixar seus comentários: reybaco2005@gmail.com
Ou no Telegram @reybaco2005
Naquele momento, me aproximei e abracei ela por trás, falando no ouvido dela. Sabe que a gente tem confiança pra você me contar o que quiser.
Sol se virou bruscamente, se soltando do meu abraço, e me olhou com uma seriedade que eu raramente tinha visto nela. Dessa vez eu fui pro caralho.
Agora ela me abraçou forte. Me conta, meu amor, não vou te julgar – eu disse
Por dentro, eu tava com uma sensação muito estranha. Uma mistura de ciúme subindo com um tesão total pelo que a Sol pudesse me contar. É que… Foda-se, não vou te julgar. O que acontece é que uma coisa é o que a gente fantasia, mas outra coisa é o que eu fiz. Sol, meu amor… para de rodeios — falei, beijando ela na boca.
Era a hora de deixar ela à vontade, então me apertei contra ela e fiz sentir a ereção que eu tava.
Ela suavizou o tom e começou a me contar. Por onde eu começo? Pelo começo Bom, lembra que umas semanas atrás eu fui com meu pai pra Mendoza? Sim, não me contou nada de como foi pra você. Bom, em Mendoza eu fiz uma parada bem pesada Com quem? Com o meu pai – Sol se abraçou forte
A ereção que ele tinha ficou maior e meu pau pulsou na buceta dela. Ela deve ter percebido, porque isso a animou a continuar Me conta, não vou te julgar – implorei A gente tava na piscina do hotel e… E daí? – minha ansiedade estava tremenda Na piscina, eu masturbei meu pai. Ughhh – eu falei pra ela Não te parece que eu sou uma doente? Se você é uma doente, somos dois doentes porque me excita o que você tá me contando – falei na hora. Nesse momento, com uma mão, puxei a cueca pra baixo e comecei a bater uma enquanto ouvia ela. É estranho te contar isso e ver você batendo uma – ela me disse
Isso fez com que eu não me encolhesse e, em vez de me aproximar dela, me afastei, me despi completamente e olhei nos olhos dela enquanto batia uma lentamente. Me conta tudo Na piscina do spa do hotel, à noite, meu pai começou a fazer umas massagens nas minhas costas – Sol virou o pescoço e se acariciou enquanto me olhava. Me deixa com muito tesão – confessei pra ela Eu também lembro disso – disse ela Segui – ordenei pra ela
A cena na nossa cama era surrealista, a gente nunca tinha feito isso. Eu me afastei e me deitei com a cabeça no travesseiro pra ficar olhando ela, e ela me encarava enquanto eu batia uma pra ela. Vai bater uma enquanto eu conto? – a pergunta era retórica. Já tô fazendo e quero que você também faça.
Era óbvio que a Sol tava num tesão extremo, porque de outro jeito ela nunca ia se exibir assim pra mim, mas ela era assim, quando ficava com tesão, topava tudo.
Olhando fixo pra mim, ela tirou a camiseta que tava vestindo e ficou só de peitos de fora e aquela calcinha preta transparente que me deixa louco, deixando ver os pelinhos pubianos alaranjados dela. Sentia o pau dele duro nas minhas costas, então levei a mão pra trás e acariciei ele, juro que senti que precisava aliviar ele, relaxar ele, não sei como explicar… Tá bom, e ela tava bem dura? Muito dura – ela continuou – quando o casalzinho que tava se beijando na piscina foi embora, senti que era minha chance e obriguei ele a baixar a calça. Aghhhh – eu dizia Me virei e fiquei de frente pra ele, olhei pra pica dele, gostei. Depois comecei a bater uma pra ele devagar e ele gozou na água, adorei ver a porra saindo na água. Ughhh que tesão que eu tô – confessei pra ele Espera que tem mais – ela me disse com cara de safada Ah, é mesmo? Sim, muito mais – ela me disse
Tive que soltar a rola pra não gozar naquele momento. Uma gota de líquido começou a brotar da minha rola e eu falei pra Sol Olha como tá escorrendo de tesão No dia seguinte, acordei toda tesuda e meu pai, que dormia do meu lado… Ah, dormiram juntos? Você não tinha me contado – eu a interrompi Sim, no dia seguinte, eu tava muito tesuda, não tinha gozado e precisava terminar, então comecei a me tocar. Como? – a animei
Agora a Sol tirou toda a roupa e se deitou de lado ao meu lado, mas invertida, tipo um 69, só que separados por alguns centímetros pra gente se olhar. Ela começou a se esfregar a buceta enquanto olhava pro meu pau. Eu fazia o mesmo, me tocava enquanto olhava pra ela. Bom, a parada é que eu fechei os olhos e, quando abri, meu pai tava me olhando. Aí vi que a barraca dele tava enorme e comecei a bater uma pra ele, mas dessa vez com a cara mais perto da rola. Ahhh O negócio é que eu não me segurei tendo ela tão perto e chupei ela.
Eu só ficava olhando e não me tocava pra não gozar. Agora a Sol se tocava sem parar e continuou narrando.
— Bom, a gente ficou por aqui até a noite em que minha mãe tomou os comprimidos… O que rolou aí? Ahí sim foi o melhor – ela soltou pra mim
Eu voltei a bater uma lentamente e olhei nos olhos dela, suplicando:
– Me conta, vocês transaram? Aghhhh me lembro e gozo
Eu tava quase gozando, mas queria que ela me falasse Ele meteu a pica em você? Vocês transaram? – eu não aguentava mais de tesão.
A gente já tava no ponto, ela já tinha gozado, mas sabia que ainda tava muito quente e queria continuar.
Aí, ela se ajoelhou na cama e me disse: Vou te comer do mesmo jeito que comi meu pai. Vem, senta aqui
Ela sentou no meu pau e se deixou cair. Fechou os olhos, com certeza relembrando aquele momento, e soltou:
— Goza dentro de mim igual o meu velho fez…
Não aguentei mais e me esvaziei dentro dela. Achei que ia desmaiar de tanto prazer que tava sentindo. Ela gozou e se jogou por cima de mim. Aghhhh que tesão - ela soltou Sol Gostosa pra caralho – falei pra ela Sou um monstro, mas que gostoso que é transar com alguém da família – ela soltou
Meu pau se moveu dentro da buceta dela ao ouvir esse comentário. Ela me beijou com um beijo longo e sussurrou no meu ouvido.
– É uma perversão essa parada de incesto, eu sei, mas tu não faz ideia do tesão que dá fazer algo tão proibido. Eu sei, deve ser foda. Me excita saber disso, ouvir você falar, mas não consigo nem imaginar transar com alguém da minha família. Acho… Que bom que outro dia você se imaginou com sua irmã…
Involuntariamente, meu pau se moveu de novo dentro da buceta da Sol. Com quem?" – falei me fazendo de besta. Com a Lucía, ou você tá dizendo que a Martina já deu? A Martina tá namorando faz uns meses, não acho Embora ela já seja maior de idade e tenha esses peitos lindos – Sol me diz, me provocando.
Acho que ela quer me levar pro terreno do incesto pra aliviar um pouco o sentimento de culpa dela. Eu tô ficando com tesão na ideia de comer minha irmã.
Pra piorar, inacreditavelmente, meu pau parece que começa a ganhar vida dentro da buceta da Sol. Isso nunca tinha acontecido comigo. O que foi? Tá endurecendo? Pode ser – eu sorri Tá pensando nas tetas da sua irmãzinha? Ayyy Sol, não seja filha da puta… - eu avisei ela O que foi? Quer chupar os biquinhos dela?
Agora a Sol aproxima um mamilo da minha boca e eu pego ele, começando a chupar com gosto.
Minha mulher começa a cavalgar em mim enquanto deixa eu chupar os peitos dela. Ela se move num ritmo intenso com meu gozo na buceta dela. Conheço ela, tá solta. O que ela me diz em voz alta e clara confirma isso. Eu adoraria te comer junto com a sua irmã… Aghhhh Sol, não vai por aí não porque… aghhhh Chupar sua pica entre as duas… Aghhhh Sol, você vai me fazer gozar de novo Tão rápido?" – Sol se ajeitou pra sentir melhor a penetração e, como eu sabia, gozei de volta. Sim, tão rápido Tanta vontade você tem de a gente chupar sua pica com a Martina? Ou de ter suas duas irmãzinhas chupando ela juntas…? Aghhhhhh siiiim Lucía e Martina brigando pela sua pica… Aghhhh acabei aghhhh Aghhhhhh – gozei dentro dela
Acho que a quantidade de porra foi mínima, mas a verdade é que o orgasmo foi tão intenso quanto o anterior.
Sol, com um sorriso enorme de alívio, me beijou e disse:
– Somos dois degenerados Sim – eu confirmei Não sabia que tinha todo esse universo tarado dentro de mim" – ela me disse Isso não tem limites, me parece – falei pra ela Enquanto não machucarmos ninguém… — ela me disse, se justificando. Sim, claro – respondi pra ela Cê acha que a gente consegue fazer alguma coisa com alguma das suas irmãs? Você é louca? Olha, eu me dou bem e tenho muita intimidade com as duas. Não, Sol, não vamos fazer nada, é perigoso. Confia em mim…
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