Fui infiel, mas só uma vez (ou foi?)

olá, sou a Rosmeri, 41 anos. Descobri esse fórum por acaso, tava procurando o Taringa e acabei caindo aqui, então decidi mandar minha história pro Vegetta pra ele publicar. Meus primeiros anos como contadora, conheci um profissional da saúde que tava começando uma clínica e precisava de uma contadora. Ele era 8 anos mais velho que eu, e na época eu tinha 23 anos. Ele me disse que tava se divorciando da mulher atual — eles tinham 2 anos de casados, mas já tinham terminado há um tempo porque ela tinha traído ele, e ele não tolerava essas coisas. Então, claro, realmente aconteceu e terminaram. Não demorou muito, e um dia, enquanto eu tava levando o relatório pra ele, ele me perguntou se eu queria almoçar com ele. Eu disse claro, e ele falou: "marca a hora que passo aí pra te pegar". Fomos, almoçamos, e depois ele perguntou se eu queria ir no apê dele. Entramos e acabei sendo a sobremesa. Dois anos depois, a gente casou. Ele é um homem muito culto, muito interessante. A clínica não foi tão bem, mas a gente se virava porque ele também trabalhava nos fins de semana num hospital público, fazendo uma grana extra pra viver e manter o que hoje já são 4 filhos.

Em 2015, tive uma crise de ansiedade, não sabia por quê — tinha tudo, mas os 3 pimpolhos na época, a rotina, tava me afogando. Às vezes, me afogava sozinha de noite, não conseguia dormir. Então comecei a ler uns romances que recomendavam no Facebook, comecei com "As Idades de Lulu" e depois fui subindo pra coisas mais pesadas, tipo "Cinquenta Tons de Cinza" e "Cumes Borrascosos". Quis tentar coisas novas com meu marido, mas ele tava muito ocupado, então ficava só na fantasia de experimentar algo novo. No ano seguinte, resolvi começar a trabalhar e um engenheiro me contratou pra cuidar das contas — era um trabalho híbrido, então raramente tava no escritório. Foi quando conheci meu tropeço: um moleque de uns 27 anos, forte, meio careca, mas com uns olhos azuis que compensavam qualquer coisa. Ele era sorridente, esperto, fazia crossfit e tava... Bem definido.
Eu não tava dando mole, mas ele começou a me trazer pra casa. Eu sabia que alguma história ia rolar, mas não tenho amigas nem ninguém pra contar, então às vezes eu ficava pensando nele. Na festa de Natal da empresa, depois da entrega dos presentes, meus filhos e meu marido se separaram: meu marido foi trabalhar e meus filhos foram pra casa dos avós.

Naquela noite aconteceu. A gente se pegou atrás de um banheiro e depois fomos pra casa dele. Ele me perguntou: "O que é permitido, linda?" Eu falei: "Me dá tudo, isso só dura até o fim da noite, nada mais. Só sexo."

E ele me comeu gostoso pra caralho, muito forte. Ele até tentou enfiar no anal, mas depois quis sexo oral. Nem muito bebada eu colocaria aquele pau na minha boca. Mas deixei ele fazer anal em todas as posições que ele quisesse. Ele me chamava de magrinha, dizia: "Onde você tava escondendo tanta vontade?" Se ele soubesse que meu marido não me dava bola... Ele falava: "Você é uma loira muito safada, quero casar com você." Eu não acreditava em nada, só queria sexo. Além disso, ele era muito novinho pra mim. Então falei: "Vai, acaba comigo." Ele me colocou de quatro e me comeu no cu até gozar.

Me senti fantástica, em outra vibe. Depois descobri que tava grávida, mas por sorte já tava com 14 semanas, então as datas não batiam. Era do meu marido. Então é isso, desculpa se é um relato ruim, mas foi a realidade. Minha noite louca. Com certeza, às vezes sua esposa fantasia também, porque sei que a gente, mulher, é assim. Meu marido não sabe e nunca vai saber o que rolou com o magrelo.

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