Enquanto eu continuava comendo minha namorada, ela gemia e gritava que queria mais pica, de repente começou a dizer que queria uma pica grande igual a do meu amigo, isso me excitou pra caralho e comecei a falar que sim, que meu amigo tinha visto a bunda dela quando foi na loja. Entre gemidos ela responde “siimm, meu amor, mmm ele ficou olhando pra minha raba” até que foi demais e gozei jorrando dentro dela. Ficamos largados na cama e, embora na hora não tocamos mais no assunto, eu tinha certeza que nós dois tínhamos curtido pra caralho, mesmo ela deixando claro que era só fantasia do momento. Minha mente pervertida já começava a imaginar cenas onde meu amigo assediava ela ou comia ela por um tempão, me masturbando pensando nisso. Passou um tempo, a gente transava e sempre usava essa fantasia, ela adorava cada vez mais e eu também; fui comprando mais e mais roupinhas provocantes de tudo, saias, vestidos, biquínis, tudo com a intenção de exibir ela na rua, pra verem aquele rabão gostoso dela. Um dia chegou um pedido de roupa que a gente tinha feito e enquanto ela experimentava tudo, a verdade é que ficamos muito tarados. Ela propôs sair na rua e me fez escolher um conjunto dos que tinham acabado de chegar: uma minissaia rosa e uma blusinha combinando, que a pedido meu ela vestiu sem calcinha nem sutiã. Custei a convencer ela, porque ela dizia que era demais, que quase dava pra ver a bunda, mas eu obviamente falei que tava lindo, a verdade é que ela parecia uma puta, uma puta de rabão. Saímos então pra comprar uma garrafa pra tomar uns drinks e, ao passar na rua do meu amigo, vimos que ele estava bebendo lá embaixo na escada. Olhei pra minha namorada e fiquei excitado na hora, pensando que ele podia ver ela assim; mesmo tentando disfarçar, dava pra ver que ela também ficava muito excitada com a ideia de ser vista daquele jeito. Parei pra cumprimentar, ele se aproximou da janela do carro e disse que era aniversário dele, perguntando se eu podia dar uma carona pra comprar mais cerveja. Virei pra ver minha namorada e ela me fez um sinal de aprovação, então eu disse que sim. Fomos até uma loja comprar bebidas e durante o caminho, tudo tranquilo, só conversando normal, brincando, mas por dentro o tesão estava me matando. Eu olhava pra minha namorada e notava os bicos dos peitos dela e as pernas com a saia curta que parecia de puta. Chegamos na loja e descemos pra comprar cerveja e uma garrafa. Eu e meu amigo fomos no banheiro e fumamos um pouco de meta, o que nos deixou ainda mais excitados. Voltamos e no caminho ela começou a perguntar pra onde a gente ia, que tínhamos que beber a garrafa. No fim, ela nos convenceu a ir pra minha casa e beber lá pra não ficar na rua, o que pareceu uma boa ideia pra mim e pra minha namorada. Então voltamos, chegamos em casa e quando chegou, ela foi se trocar pra ficar mais confortável, ela disse. Vestiu um shortinho pequeno que transparentava e uma blusinha de alcinha sem sutiã, era uma pijama. Mesmo assim, continuava parecendo bem putona porque transparentava tudo e ainda dava pra ver bem os bicos dos peitos. Eu percebia como meu amigo olhava pra ela com certo descaramento, até se ajeitava a ereção que tava. Ela só tomou uns dois goles com a gente e disse que ia deitar. Às vezes, ela e eu fazíamos uma cama no chão no quarto pra dormir, então quando entrei e vi ela deitada no chão de bruços, não achei estranho, mas percebi que se eu deixasse a porta aberta cada vez que a gente fosse no banheiro, as bundonas dela ficariam à mostra. Então, com o tesão que eu tava, não pensei duas vezes e saí do quarto deixando a porta aberta. Continuei bebendo com meu amigo e conversando sobre qualquer coisa, claro, a gente ia direto no banheiro pra mijar e também pra fumar meta. Eu tava muito excitado e de propósito demorava mais no banheiro, imaginando que meu amigo tava lá fora com minha namorada exposta, olhando ou tocando ela. Cheguei a ouvir como se ela tivesse chupando ele, mas eu fazia que não percebia enquanto batia uma punheta forte no banheiro. Assim passou um tempo entre idas ao banheiro, ao quintal, bebendo e conversando, até que ele foi embora. Subindo o álcool, comecei a me sentir cada vez mais tonto. Num desses momentos, meu amigo entrou no banheiro, fui pro quarto, puxei o short da minha mina pra um lado e comecei a chupar a bunda dela e a bucetinha dela, que já tava toda molhada e quente. Sentia ela pulsando, ela se deixava levar e só gemia. Foi rápido porque ouvi meu amigo saindo do banheiro, então parei e saí, deixando ela do jeito que tava com o short levantado. Quando saí, vi meu amigo sem disfarçar, olhando pro quarto e se esfregando a pika, sem se importar que eu tava ali, o que me deixou muito excitado.
A gente continuou bebendo por mais um tempo, e comecei a sentir um sono do caralho, meio tonto. Num desses, quando ele entrou no banheiro, eu fui pro quarto e deitei do lado da minha mina, entre o sono e a vigília. Ela tava de bruços, eu do lado, e vi na porta a silhueta do meu amigo acordado, olhando pra ela e segurando a pika dele. Ficou um tempão assim, como se esperasse pra ver se eu tava acordado, e mesmo querendo me mexer, não conseguia. Me sentia muito bebado, mas também muito excitado. Ele continuou se aproximando, abaixando o zíper e liberando uma pika enorme. Ele se masturbava sem vergonha na minha frente, olhando pra bunda da minha mina, até chegar do lado dela e começar a apalpar as nádegas dela. Senti a respiração dele acelerar e ele soltava gemidos baixinhos enquanto ela levantava e mexia a bunda pra encaixar nas mãos dele. Ele continuou com a pika de fora e já tava dedando a bucetinha apertada da minha mina. Ela gemia mais alto e começou a puxar a pika do meu amigo, que puxou ela pelo cabelo e começou a xingar: "Sua puta, olha como você tá molhada, e o boy do teu namorado aí dormindo. Era isso que você queria, né, puta? Rabuda, você gosta de ser minha puta escondida do teu namorado?" "Ahhh sim, sim", ela gemia, "sou sua puta. Me come na frente do boy do teu amigo. Mmmm, adoro essa pika enorme que você tem." "Você gosta mais do que a do teu namorado?" "Ummm, sim, é muito maior, papai. Quero ela toda no meu cu. Me dá dessa pika grande", ela implorava entre gemidos. Eles ficaram umas três horas transando, cheio de xingamentos. Cuspiu, colocou ela de quatro, apoiada em mim. Eu dormi e acordei, eles continuavam trepando do meu lado. Até que, já amanhecendo, acordei de vez e ela entrou correndo no quarto e se deitou do meu lado como se nada tivesse acontecido. Tava tão tarada que a primeira coisa que fiz foi começar a chupar a bucetinha dela e o cu que tava escorrendo. Senti ela bem aberta e molhada, tinha um gosto bom, tasty. E ela começou a falar: "É isso que você queria, filho da puta? Que seu amigo me comesse? Olha como ele deixou meu cu, seu otário. Vai, me limpa toda, engole tudo, seu cuck desgraçado. É isso que você é, o cuck do seu amigo. Engole o gozo dele. Ele é meu macho e me dá pica sempre que vem. Sou a puta dele por sua culpa." Naquela hora, gozei sem me tocar, e ela riu: "Viu? Por isso eu gosto mais da piroca do seu amigo do que da sua.
A gente continuou bebendo por mais um tempo, e comecei a sentir um sono do caralho, meio tonto. Num desses, quando ele entrou no banheiro, eu fui pro quarto e deitei do lado da minha mina, entre o sono e a vigília. Ela tava de bruços, eu do lado, e vi na porta a silhueta do meu amigo acordado, olhando pra ela e segurando a pika dele. Ficou um tempão assim, como se esperasse pra ver se eu tava acordado, e mesmo querendo me mexer, não conseguia. Me sentia muito bebado, mas também muito excitado. Ele continuou se aproximando, abaixando o zíper e liberando uma pika enorme. Ele se masturbava sem vergonha na minha frente, olhando pra bunda da minha mina, até chegar do lado dela e começar a apalpar as nádegas dela. Senti a respiração dele acelerar e ele soltava gemidos baixinhos enquanto ela levantava e mexia a bunda pra encaixar nas mãos dele. Ele continuou com a pika de fora e já tava dedando a bucetinha apertada da minha mina. Ela gemia mais alto e começou a puxar a pika do meu amigo, que puxou ela pelo cabelo e começou a xingar: "Sua puta, olha como você tá molhada, e o boy do teu namorado aí dormindo. Era isso que você queria, né, puta? Rabuda, você gosta de ser minha puta escondida do teu namorado?" "Ahhh sim, sim", ela gemia, "sou sua puta. Me come na frente do boy do teu amigo. Mmmm, adoro essa pika enorme que você tem." "Você gosta mais do que a do teu namorado?" "Ummm, sim, é muito maior, papai. Quero ela toda no meu cu. Me dá dessa pika grande", ela implorava entre gemidos. Eles ficaram umas três horas transando, cheio de xingamentos. Cuspiu, colocou ela de quatro, apoiada em mim. Eu dormi e acordei, eles continuavam trepando do meu lado. Até que, já amanhecendo, acordei de vez e ela entrou correndo no quarto e se deitou do meu lado como se nada tivesse acontecido. Tava tão tarada que a primeira coisa que fiz foi começar a chupar a bucetinha dela e o cu que tava escorrendo. Senti ela bem aberta e molhada, tinha um gosto bom, tasty. E ela começou a falar: "É isso que você queria, filho da puta? Que seu amigo me comesse? Olha como ele deixou meu cu, seu otário. Vai, me limpa toda, engole tudo, seu cuck desgraçado. É isso que você é, o cuck do seu amigo. Engole o gozo dele. Ele é meu macho e me dá pica sempre que vem. Sou a puta dele por sua culpa." Naquela hora, gozei sem me tocar, e ela riu: "Viu? Por isso eu gosto mais da piroca do seu amigo do que da sua.
1 comentários - Meu amigo Dick come minha novinha de rabão
nuevo grupo poringero de telegram Rio Cuarto, hagamos que cresca
/riocuartoo