A empresa onde ele trabalhou vende máquinas e, pra isso, sempre manda vendedores pra diferentes cidades pra visitar fábricas e comércios locais. Dessa vez, fiz a viagem com o Jorge, um cara grandalhão, de costas largas e corpo forte, mesmo não sendo tão alto. Pele clara, daqueles que parecem sólidos. Muito bom vendedor, daqueles que conseguem vender até o impossível. Chegamos e, depois de nos instalarmos na pousada onde cada um teria um quarto, na primeira semana conseguimos uma boa venda. Então, na sexta, fomos a um bar que tem baile à noite e ficamos comendo e bebendo pra caramba pra comemorar e, ao mesmo tempo, vendo se pegávamos alguma gatinha. A noite foi passando, e a gente continuava bebendo e papeando com uma mina e outra. Eu não tive muita sorte, mas o Jorge parecia que sim. Lá pelas quatro da manhã, vi ele se pegando com uma, enquanto os dois se apalpavam o quanto podiam. Parecia que iam transar ali mesmo, mas de repente ele vomitou, vomitou nela e nele mesmo. A gatinha xingou ele pelo nojo que sentiu, e os seguranças expulsaram ele. Eu saí atrás e vi que ele mal se aguentava em pé. Decidi levar ele pra pousada, que ficava a duas quadras. Na caminhada, foi um sacrifício carregar ele por causa do tamanho. Ele vomitou mais umas duas vezes. A mistura de bebida tinha detonado ele. Quando chegamos, abri a porta e ele pediu, entre gaguejos, que queria tomar um banho. Então, tentando evitar que ele caísse, levei ele pro banheiro. Enquanto sentava ele no vaso, abri o chuveiro e, quando me virei, ele já estava se despindo ali mesmo. Tirou a camisa vomitada enquanto tirava a calça. Levantei ele pra colocar debaixo do chuveiro de cueca, mas se eu soltasse, ele caía. E mesmo assim, ele tirou a cueca, ficando pelado enquanto eu segurava ele, molhando nós dois. Aí notei que ele tinha uma rola que, mesmo não estando dura, também não estava mole. A apalpação com a gatinha do bar tinha despertado ela, e era uma rola tremenda, além de grossa. Também percebi o quanto ele era peludo. Ele tava xampu e sabonete como dava. Eu de vez em quando soltava ele pra também tirar minha roupa porque tava me encharcando. Num momento ele queria lavar a cabeça da pica mas não conseguia pelar ela, eu tentando pensar em outra coisa, peguei a mão dele pra ajudar mas de novo entre gaguejos ele me pediu Jorge:
- Pela ela... Que não.. não consigo eu. Por favor... Eu não terminei de negar mas como tava segurando a mão dele na pica dele. Com um movimento brusco me pegou pela mão e fechou ela na pica que tava mais dura do que quando começou a se lavar. Eu xingando pra dentro mas impressionado com a grossura da pica, peleei ela e pra minha surpresa ele soltou minha mão e começou a mijar. Então fiquei ali segurando a pica meio dura dele. Enquanto ele se ensaboava as mãos e a cabeça como se nada. Termina de mijar e desce com as mãos todas ensaboadas, pega minha mão e ensaboa ela toda e coloca de novo na pica dele, esfregar minha mão na pica já dura e nas bolas peludas. Eu xingando porque sendo muito mais forte não conseguia evitar, mesmo assim me soltei. E pra cortar aquilo enquanto ajudava ele a terminar de se enxaguar falei. Eu:
- Vamo que te levo pra cama... Enrolei ele na toalha enquanto secava como dava. Levei ele até a cama e me segurando pela cintura ele se jogou na cama ficando praticamente em cima de mim. Eu forcejando pra sair enquanto xingava ele pela brusquidão. Ele me diz Jorge:
- Fica um pouco... Que não aguento mais... Com tom gaguejante e cortado pelo pum que ele tinha
Eu:
- Não que tu tá pelado. Enquanto forcejava pra sair
Tava na cama, embora ele estivesse quase em cima de mim, tinha me envolvendo na altura do peito o braço direito dele segurando meus dois braços. E o braço esquerdo dele me envolvendo pela cintura, desce a mão e ao colocar na minha cueca nota e eu caio que também tava de pau duro. E comenta com tom mais desperto Jorge:
- Eu?! Que que houve aqui? Tá acordado? Gostou de algo no banho? Vamos descarregar? Enquanto fala tudo Isso na hora tira minha pica pra fora e começa a me masturbar. Eu não sabia o que fazer, tava uma mistura de excitação e estranheza. Era a primeira vez que eu tinha uma experiência assim. Mesmo assim, me mexia como tentando evitar a masturbação, mas só fez ele bater punheta ainda mais rápido e forte. Além disso, com a mão grande que ele tem, praticamente abraçava toda a minha pica. Depois de uns minutos, não aguentei mais e gozei forte, enchendo a mão dele de porra. E o Jorge comenta:
- Isso aí!!! Assim... Agora cê tá mais relaxadinho?! Hehe
Eu só suspiro de resposta. A verdade é que tinha gostado. Mas antes que eu relaxe, ele sobe a mão e enfia os dedos melados de porra na minha boca, enquanto comenta com um tom mais excitado e controlador.
Jorge:
- Chupa e limpa bem... Enquanto enfiava e tirava, e continua. Isso, baba gostoso. Enquanto enfiava a ponto de me dar ânsia, e continuou falando... Assim, bem gostoso. Chupa bem. Depois de uns minutos que eu tentava não me afogar, mas obedecendo.
Jorge:
- Que lindo, que bem que cê faz! Ele tira a mão e, sem parar de me abraçar, leva ela pro meu cu, enfiando a mão pela cueca e procurando o ânus direto, fazendo pressão com o dedo médio, querendo meter como se nada fosse, mesmo eu tendo o cu virgem.
Comecei a gritar entre negações pela dor. Mas em poucos segundos já tava com o dedo entrando e saindo do cu. E ele começou a mandar.
Jorge:
- Não reclama que cê tá adorando e me pede pra continuar. Enquanto começava a meter dois dedos de uma vez. A dor era tremenda no começo, mas aos poucos foi diminuindo conforme os dedos entravam e saíam com mais dilatação. E ele comenta com um tom excitado.
Jorge:
- Fala "assim, papai" que eu tiro a mão. Mas com vontade.
Eu:
- Assim, papai, respondi quase sem pensar, mas com um tom seco e morto, engolindo a dor.
Jorge:
- Não, não, não... Com vontade, curtindo. Enquanto enfiava a mão com mais energia e continua falando. Olha que eu posso continuar a noite inteira.
Tentando melhorar o tom, respondi:
Eu: Assim, papai... Continua assim... Ela tira a mão do meu cu, que não parava de pulsar, e por um momento senti alívio, até que sinto ela rasgar a cueca de um puxão só e a cabeça da pica encosta no meu ânus. Me colocando de lado e levantando minha perna, ela começa a meter a cabeça da pica com muita pressão. E o Jorge comenta:
– É assim que você gosta, né... Tava morrendo de vontade.
Quando ele termina de enfiar tudo, entre minhas reclamações e gritos, ele pega de novo na minha pica, que pra minha surpresa já tá dura de novo, e enquanto me bombeia, solta meus braços e ordena com um tom excitado e cúmplice:
– Jorge: Bate uma enquanto eu arrebento esse cu apertado de puta que você tem.
Segurando minha cintura com uma mão e a outra ainda me envolvendo, mas na altura dos ombros, enquanto eu me punheto, ele bombava minha bunda com estocadas cada vez mais fortes. De vez em quando ele mandava eu falar "assim, pai, continua", e eu tentava obedecer, aguentando a dor de cada estocada. Até que depois de um bom tempo, sinto aquela pica grossa e cheia de veias ficar ainda mais tensa e enche meu cu de porra. Ele deixa lá um tempo até descarregar tudo e tira. Levanta e vai se lavar. Eu mal conseguia me mexer. Minhas pernas tremiam e meu cu pulsava enquanto a porra escorria. Poucos minutos depois ele volta e encosta a pica na minha boca, enfiando até onde dá, e comenta:
– Jorge: Agora que já despertei, vai um segundo round?
Continua...
- Pela ela... Que não.. não consigo eu. Por favor... Eu não terminei de negar mas como tava segurando a mão dele na pica dele. Com um movimento brusco me pegou pela mão e fechou ela na pica que tava mais dura do que quando começou a se lavar. Eu xingando pra dentro mas impressionado com a grossura da pica, peleei ela e pra minha surpresa ele soltou minha mão e começou a mijar. Então fiquei ali segurando a pica meio dura dele. Enquanto ele se ensaboava as mãos e a cabeça como se nada. Termina de mijar e desce com as mãos todas ensaboadas, pega minha mão e ensaboa ela toda e coloca de novo na pica dele, esfregar minha mão na pica já dura e nas bolas peludas. Eu xingando porque sendo muito mais forte não conseguia evitar, mesmo assim me soltei. E pra cortar aquilo enquanto ajudava ele a terminar de se enxaguar falei. Eu:
- Vamo que te levo pra cama... Enrolei ele na toalha enquanto secava como dava. Levei ele até a cama e me segurando pela cintura ele se jogou na cama ficando praticamente em cima de mim. Eu forcejando pra sair enquanto xingava ele pela brusquidão. Ele me diz Jorge:
- Fica um pouco... Que não aguento mais... Com tom gaguejante e cortado pelo pum que ele tinha
Eu:
- Não que tu tá pelado. Enquanto forcejava pra sair
Tava na cama, embora ele estivesse quase em cima de mim, tinha me envolvendo na altura do peito o braço direito dele segurando meus dois braços. E o braço esquerdo dele me envolvendo pela cintura, desce a mão e ao colocar na minha cueca nota e eu caio que também tava de pau duro. E comenta com tom mais desperto Jorge:
- Eu?! Que que houve aqui? Tá acordado? Gostou de algo no banho? Vamos descarregar? Enquanto fala tudo Isso na hora tira minha pica pra fora e começa a me masturbar. Eu não sabia o que fazer, tava uma mistura de excitação e estranheza. Era a primeira vez que eu tinha uma experiência assim. Mesmo assim, me mexia como tentando evitar a masturbação, mas só fez ele bater punheta ainda mais rápido e forte. Além disso, com a mão grande que ele tem, praticamente abraçava toda a minha pica. Depois de uns minutos, não aguentei mais e gozei forte, enchendo a mão dele de porra. E o Jorge comenta:
- Isso aí!!! Assim... Agora cê tá mais relaxadinho?! Hehe
Eu só suspiro de resposta. A verdade é que tinha gostado. Mas antes que eu relaxe, ele sobe a mão e enfia os dedos melados de porra na minha boca, enquanto comenta com um tom mais excitado e controlador.
Jorge:
- Chupa e limpa bem... Enquanto enfiava e tirava, e continua. Isso, baba gostoso. Enquanto enfiava a ponto de me dar ânsia, e continuou falando... Assim, bem gostoso. Chupa bem. Depois de uns minutos que eu tentava não me afogar, mas obedecendo.
Jorge:
- Que lindo, que bem que cê faz! Ele tira a mão e, sem parar de me abraçar, leva ela pro meu cu, enfiando a mão pela cueca e procurando o ânus direto, fazendo pressão com o dedo médio, querendo meter como se nada fosse, mesmo eu tendo o cu virgem.
Comecei a gritar entre negações pela dor. Mas em poucos segundos já tava com o dedo entrando e saindo do cu. E ele começou a mandar.
Jorge:
- Não reclama que cê tá adorando e me pede pra continuar. Enquanto começava a meter dois dedos de uma vez. A dor era tremenda no começo, mas aos poucos foi diminuindo conforme os dedos entravam e saíam com mais dilatação. E ele comenta com um tom excitado.
Jorge:
- Fala "assim, papai" que eu tiro a mão. Mas com vontade.
Eu:
- Assim, papai, respondi quase sem pensar, mas com um tom seco e morto, engolindo a dor.
Jorge:
- Não, não, não... Com vontade, curtindo. Enquanto enfiava a mão com mais energia e continua falando. Olha que eu posso continuar a noite inteira.
Tentando melhorar o tom, respondi:
Eu: Assim, papai... Continua assim... Ela tira a mão do meu cu, que não parava de pulsar, e por um momento senti alívio, até que sinto ela rasgar a cueca de um puxão só e a cabeça da pica encosta no meu ânus. Me colocando de lado e levantando minha perna, ela começa a meter a cabeça da pica com muita pressão. E o Jorge comenta:
– É assim que você gosta, né... Tava morrendo de vontade.
Quando ele termina de enfiar tudo, entre minhas reclamações e gritos, ele pega de novo na minha pica, que pra minha surpresa já tá dura de novo, e enquanto me bombeia, solta meus braços e ordena com um tom excitado e cúmplice:
– Jorge: Bate uma enquanto eu arrebento esse cu apertado de puta que você tem.
Segurando minha cintura com uma mão e a outra ainda me envolvendo, mas na altura dos ombros, enquanto eu me punheto, ele bombava minha bunda com estocadas cada vez mais fortes. De vez em quando ele mandava eu falar "assim, pai, continua", e eu tentava obedecer, aguentando a dor de cada estocada. Até que depois de um bom tempo, sinto aquela pica grossa e cheia de veias ficar ainda mais tensa e enche meu cu de porra. Ele deixa lá um tempo até descarregar tudo e tira. Levanta e vai se lavar. Eu mal conseguia me mexer. Minhas pernas tremiam e meu cu pulsava enquanto a porra escorria. Poucos minutos depois ele volta e encosta a pica na minha boca, enfiando até onde dá, e comenta:
– Jorge: Agora que já despertei, vai um segundo round?
Continua...
2 comentários - Colegas de trabalho (conto gay) parte 1