A vida inteira fui aquele gay enrustido típico, na minha época condenavam os homossexuais, na escola lembro que pegaram um na porrada por dizer que achava um cara bonito, era uma caça a nós, então nunca tive coragem de dar em cima de ninguém. Tinha vários caras que eu curtia, de um quase me apaixonei, inclusive vários gays deram em cima de mim, mas nunca tive coragem suficiente pra dar o primeiro passo.
Ao invés disso, casei com uma mulher, maravilhosa, pra ser sincero, não tenho nenhuma reclamação dela. Ela sempre desconfiou do meu outro lado, mas não ligava, embora às vezes me sinta mal por não ter conseguido amá-la por completo. Eu gostava pra caralho dela, ela foi a pessoa mais importante da minha vida, mas nunca consegui me apaixonar de verdade, sempre faltava alguma coisa que não me convencia.
Mas quando ela morreu, senti que o mundo desabou. Eu tinha casado e formado uma família, era o senhor Néstor Catán, um marido e pai maravilhoso de um filho, mas no fundo era outra coisa.
Quando ela morreu, entrei numa depressão profunda, não conseguia aceitar, não tinha vontade de nada, até que meu filho me disse pra sair, ir com meus amigos me divertir um pouco e parar de ficar remoendo aquilo, que já tinha passado, não tinha mais o que fazer. Eu obedeci e foi aí que reviveu o que eu achava que tinha enterrado. Por mais que tivesse casado e tivesse uma família, eu não era aquilo. Meu lado reprimido voltou e entendi que talvez não fosse hora de esconder mais, já que nem lembrava que no meio do meu grupo de amigos estava o meu grande amor, a pessoa por quem quase me apaixonei.
Foi aí que decidi que era hora de mudar minha vida. Um amigo muito próximo me contou sobre uma droga nova que tinham criado, estava no mercado negro, conhecida como Gender Bender pill, uma pílula feita pros viadinhos, ele disse entre risadas. Eu fiquei na dúvida, eram muuuuuito caras, não sabia o que fazer. De noite fiquei pensando, até que lembrei das palavras da minha falecida esposa: "Quando eu morrer, quero que você... Vive sua vida como sempre quis, essas palavras tinham um significado por trás, eram mais profundas do que eu imaginava, decidi comprá-las, mas não foi só isso, meus amigos me ajudaram, fizeram uma vaquinha e me deram de presente, todo mundo sabia que eu era viado, mas ninguém ligou, afinal de contas éramos amigos.
Naquela noite fiquei pensando, com a pílula na mão, tinha a oportunidade da minha vida, mas não tinha certeza. Tomo ou não? Fiquei na dúvida, o que era melhor pra mim? Naquela noite não consegui dormir, virei pra todo lado, até que me decidi e tomei. Fechei os olhos, coloquei o comprimido na boca e deixei tudo pra trás. A partir dali, começava minha nova vida.
A pílula me caiu mal, senti meu estômago revirar, minha cabeça doía, tava tonto, a pele queimando, meus músculos inchados e um calorão. Fui sentindo os efeitos muito rápido, parecia que os ossos iam se contraindo aos poucos, meu quadril alargando, o peito inchando, do mesmo jeito que sentia a bunda. Meu rosto tava mudando, a barba e os pelos do corpo começaram a cair, enquanto o cabelo ia crescendo devagar.
Em poucas horas já tinha perdido uns 10 cm de altura, a pele ainda queimava, não tinha mais barba nem pelo no corpo, os traços estavam muito mais femininos e já tinha uns peitões no peito e uma bunda redondinha e bem feita. O cabelo já tava batendo nos ombros, a pele bem brilhante e macia, e bom, nessa altura já tinha um micropênis entre as pernas.
Depois de mais um tempinho, a transformação já tinha se completado. Eu media no máximo 1,60, tinha uns peitões bonitos e uma bunda linda, um corpo de mulher espetacular. Não conseguia acreditar, tinha virado uma mulher. Essas pílulas funcionaram.
A interação com meu filho depois da mudança foi estranha. Ele já era adulto, liguei pra ele dizendo que tinha algo pra contar. Ele ouviu minha voz mais fina, mais feminina, e perguntou se tava tudo bem. Quando ele chegou, se assustou.
Filho: Quem é você? O que tá fazendo na minha casa?
Eu: Calma, eu te falei que tinha algo pra contar. Então, era isso. Agora sou uma mulher.
Filho: Pai?
Eu: Sim...
A conversa morreu ali. Ele ficou sem palavras, surpreso, confuso. Só me olhou, não disse mais nada. Tentei explicar, mas ele se recusou a ouvir a explicação. Não conseguia aceitar. acreditar, ele ficou calado mas dava pra ver que tava chocado. Ficou distante o resto dos dias, como se tivesse tentando me evitar, não sei direito o que deu nele, mas fazer o que, esse ia ser eu de agora em diante e ele ia ter que aceitar, porque não tinha como mudar.
O amigo que eu gostava me ligou, parecia que tinha gostado do meu novo eu, tava meio bêbado, fora de si, naquela noite veio na minha casa, era óbvio que tinha uma intenção, tentou me seduzir e eu, sinceramente, me deixei levar, tinha sido uma espécie de amor impossível, não quis perder aquela oportunidade.
Ele se aproximou de mim, me segurou pela cintura e começou a me beijar, eu correspondi ao beijo, foi emocionante, intenso, maravilhoso, nunca tinha sentido algo assim, aquele beijo arrepiou minha pele, era algo sensacional, meu corpo começou a esquentar, sentia o peito quente e minha buceta pulsando, enquanto ele me apertava mais forte e me pressionava contra o corpo dele, meu corpo gritava de tesão, me sentia fraca, eu era a vulnerável, era algo inexplicável que eu nunca ia entender sendo homem.
Depois de um beijo apaixonado, nos separamos, ofegantes, tínhamos aquele fio de saliva ligando as duas bocas, ele me dá outro beijo e depois desse me fala pra irmos pro quarto, era óbvio o que vinha, fomos andando enquanto continuávamos nos beijando e no meio do caminho íamos tirando a roupa.
Ele se deitou na cama, já pelado com o pau bem duro. Eu me deito atrás dele, quase ao mesmo tempo, com meu corpo todo quente, e me jogo direto no pau dele. Como se eu já soubesse o que fazer, comecei a chupar, devagarzinho, engolindo o pau dele aos poucos. Era estranho, mas eu adorava sentir ele batendo no meu céu da boca e deslizando pela garganta — era o que eu sempre estive destinada a fazer.
Ele, por outro lado, se surpreendeu. Não esperava que fosse sair tão natural. No começo, ele ficou meio atordoado de surpresa, todo exaltado com o resultado. Quando passou, começou a apalpar minha buceta, enquanto eu continuava fazendo um oral. Ele dedou toda a minha xota, uma xota que já estava molhada e quente, mas os toques dele fizeram ela se lubrificar ainda mais, se dilatar, ficar sensível e pedir por pau aos berros.
Ele me disse pra eu subir em cima dele, me guiou com as mãos, eu obedeci, me levantei e dobrei os joelhos em cima da pica dele, devagar ele me enfiou, enquanto chupava meus peitos, começou a segurar minhas pernas e me mexer lentamente, me mostrando o movimento que eu tinha que fazer, eu sem muita experiência comecei a me mexer, meu corpo era bem flexível, conseguia fazer movimentos de quadril que nunca tinham passado pela minha cabeça, de vez em quando a pica dele entrava bem fundo na minha buceta e saía, devagar mas fundo, bagunçando todas as minhas paredes vaginais, batendo de leve no meu útero mas me dando muito prazer, era suave mas delicioso.
No meio do ato, ouço um barulho, claro que eu tava comendo, entre a pica dele entrando e saindo e os lábios dele chupando meus peitos com força, era tanto prazer que me dava, me transbordava, não sabia bem como expressar, então fiz gritando, mas nisso chegou meu filho, que me viu em cima do meu amigo, gemendo igual uma puta, ele ficou puto, eu saí de cima dele surpresa, me cobri como pude e falei
Eu: Filho, já voltou tão cedo?
Ele nem liga pra mim, vai direto pra cima do meu velho amigo, que pega as coisas dele e sai correndo enquanto meu filho perseguia ele com claras intenções de bater, tira ele de casa e aos gritos fala pra ele não voltar enquanto joga o primeiro que encontra.
Eu assustada atrás dele, pedindo pra ele se acalmar, que não tava me fazendo nada, que era normal, eu agora era uma mulher, quando fosse transar obviamente iam me comer e não o contrário.
Filho: É assim que você quer sexo?
Então ele puxa a pica pra fora, e por sinal não era nada mal, e me agarra à força, me ajoelhando e me obrigando a chupar, enquanto me empurra contra uma parede e segura minha cabeça enquanto fode minha boca com força, tentei tirar mas não consegui, ele era muito mais forte, afinal agora ele era o único homem da casa, me engasgou com a pica dele, eu sufocava, não conseguia engolir inteira e ele me forçou a fazer um boquete bem fundo, enfiou tudo na minha boca, enquanto eu tossia com a pica dele enfiada até a garganta e a saliva escorria.
Dá pra ver que isso excitou ele, porque ele tira o pau da minha boca e começa a gozar, jogando tudo na minha cara, embora eu já esperasse por isso, porque sentia ele pulsando na minha boca, sabia que ele ia gozar, pensei que ia gozar dentro da minha boca, mas não, ele quis jogar na minha cara, então fechei os olhos, mas ainda não sei por que depois abri a boca, talvez foi um impulso, uma mera reação, ou não.
Filho: Então era isso que você queria ser, uma puta? Se é isso que você quer, então eu vou fazer de você minha puta.
Depois de me dizer isso com toda a crueza e raiva, ele me pegou pelos cabelos e me jogou no chão, bem no meio da sala, fiquei de bunda pra cima, toda fraca, exposta, vulnerável. Então ele me virou de lado enquanto me segurava pela cintura e começou a me comer, bem forte, igual um animal, mas pelo cu. Meu pobre cu era virgem, nunca tinha usado pra nada. A primeira vez foi com meu filho, morrendo de ciúmes, me comendo sei lá por quê, enquanto eu estava ali à mercê dele, completamente submissa, à beira das lágrimas, pedindo pra ele parar porque meu cu tava doendo. Ele tava literalmente me partindo, ia me arrebentar.
Ele me deu tanto e tão forte que acabou gozando relativamente rápido, não aguentou a bestialidade das estocadas que tava me dando. Explodiu literalmente, embora a bomba tenha explodido dentro do meu cu, deixando ele escorrendo de porra. Ele me comeu tão forte naquela noite que não consegui sentar por quatro dias inteiros. Comi em pé e dormi de bruços, acabei chorando naquela noite de tanta dor que ele me causou. Quando terminou de me comer, ele disse:
Filho: Bom, é isso que acontece com as putas. Se você vai ser uma puta, então vai ser minha puta, e vou te comer o quanto eu quiser.
Eu pensei que eram só palavras jogadas ao vento, mas não, ele realmente falou sério. Naquele dia, não só eu tinha me transformado em mulher, mas meu filho, meu próprio filho homem, tinha me subjugado e sodomizado à vontade dele. A partir daí, me tornei a mulher da casa, embora já fosse fisicamente. Comecei a me dedicar aos afazeres domésticos e tratei meu filho como se fosse meu próprio marido, porque de certa forma ele cumpria o papel de um: trazia dinheiro e me comia.
Como se minha madrasta começasse a cuidar dele, no final era verdade que ele ia me comer, virou costume chupar ele, às vezes antes de ir trabalhar, pra aliviar o estresse dele, outras vezes depois quando ele tinha um dia pesado, ou só porque queria uma chupada e pronto, eu tava sempre disposta, sempre que meu filho quisesse eu tirava as tetas e começava a chupar com toda devoção até ele gozar em mim onde ele quisesse.
Com ele, eu soltei todas minhas habilidades, já tinha virado uma expert em rebolar e montar em picas, ele sabia disso melhor que ninguém, porque sempre que podia eu cavalgava o pau dele, hipnotizado pelos meus movimentos circulares enquanto ele não aguentava nada e gozava na hora, dentro, claro, com a minha idade já não precisava me preocupar com filhos.
Embora claramente aqui o cara que mandava era ele, e quem tomava o controle na maioria das vezes também, isso dava pra ver, ele era bruto, um animal comendo, não ligava pro meu prazer, só me comia bem forte, ainda mais se fosse pelo cu, como já tinha esticado e arrombado minha buceta tantas vezes, a única coisa que ele fazia era isso, meter sem parar um tempão bem forte e estourar a porra dentro, não ligava se eu tava tomando banho, se batia a vontade nele, me tirava do chuveiro, me apoiava em cima da pia do banheiro, levantava minhas pernas me deixando à mercê dele (como sempre) e me comia bem duro, enfiando com força e até o fundo, afinal meu cu já tinha se moldado ao pau dele segundo ele. Assim passamos o resto dos dias, comendo como selvagens, ainda mais porque somos só nós dois em casa, não sei quanto tempo meu cu vai aguentar. Fim.
Ao invés disso, casei com uma mulher, maravilhosa, pra ser sincero, não tenho nenhuma reclamação dela. Ela sempre desconfiou do meu outro lado, mas não ligava, embora às vezes me sinta mal por não ter conseguido amá-la por completo. Eu gostava pra caralho dela, ela foi a pessoa mais importante da minha vida, mas nunca consegui me apaixonar de verdade, sempre faltava alguma coisa que não me convencia.
Mas quando ela morreu, senti que o mundo desabou. Eu tinha casado e formado uma família, era o senhor Néstor Catán, um marido e pai maravilhoso de um filho, mas no fundo era outra coisa.
Quando ela morreu, entrei numa depressão profunda, não conseguia aceitar, não tinha vontade de nada, até que meu filho me disse pra sair, ir com meus amigos me divertir um pouco e parar de ficar remoendo aquilo, que já tinha passado, não tinha mais o que fazer. Eu obedeci e foi aí que reviveu o que eu achava que tinha enterrado. Por mais que tivesse casado e tivesse uma família, eu não era aquilo. Meu lado reprimido voltou e entendi que talvez não fosse hora de esconder mais, já que nem lembrava que no meio do meu grupo de amigos estava o meu grande amor, a pessoa por quem quase me apaixonei.
Foi aí que decidi que era hora de mudar minha vida. Um amigo muito próximo me contou sobre uma droga nova que tinham criado, estava no mercado negro, conhecida como Gender Bender pill, uma pílula feita pros viadinhos, ele disse entre risadas. Eu fiquei na dúvida, eram muuuuuito caras, não sabia o que fazer. De noite fiquei pensando, até que lembrei das palavras da minha falecida esposa: "Quando eu morrer, quero que você... Vive sua vida como sempre quis, essas palavras tinham um significado por trás, eram mais profundas do que eu imaginava, decidi comprá-las, mas não foi só isso, meus amigos me ajudaram, fizeram uma vaquinha e me deram de presente, todo mundo sabia que eu era viado, mas ninguém ligou, afinal de contas éramos amigos.
Naquela noite fiquei pensando, com a pílula na mão, tinha a oportunidade da minha vida, mas não tinha certeza. Tomo ou não? Fiquei na dúvida, o que era melhor pra mim? Naquela noite não consegui dormir, virei pra todo lado, até que me decidi e tomei. Fechei os olhos, coloquei o comprimido na boca e deixei tudo pra trás. A partir dali, começava minha nova vida.A pílula me caiu mal, senti meu estômago revirar, minha cabeça doía, tava tonto, a pele queimando, meus músculos inchados e um calorão. Fui sentindo os efeitos muito rápido, parecia que os ossos iam se contraindo aos poucos, meu quadril alargando, o peito inchando, do mesmo jeito que sentia a bunda. Meu rosto tava mudando, a barba e os pelos do corpo começaram a cair, enquanto o cabelo ia crescendo devagar.
Em poucas horas já tinha perdido uns 10 cm de altura, a pele ainda queimava, não tinha mais barba nem pelo no corpo, os traços estavam muito mais femininos e já tinha uns peitões no peito e uma bunda redondinha e bem feita. O cabelo já tava batendo nos ombros, a pele bem brilhante e macia, e bom, nessa altura já tinha um micropênis entre as pernas.
Depois de mais um tempinho, a transformação já tinha se completado. Eu media no máximo 1,60, tinha uns peitões bonitos e uma bunda linda, um corpo de mulher espetacular. Não conseguia acreditar, tinha virado uma mulher. Essas pílulas funcionaram.
A interação com meu filho depois da mudança foi estranha. Ele já era adulto, liguei pra ele dizendo que tinha algo pra contar. Ele ouviu minha voz mais fina, mais feminina, e perguntou se tava tudo bem. Quando ele chegou, se assustou.
Filho: Quem é você? O que tá fazendo na minha casa?
Eu: Calma, eu te falei que tinha algo pra contar. Então, era isso. Agora sou uma mulher.
Filho: Pai?
Eu: Sim...
A conversa morreu ali. Ele ficou sem palavras, surpreso, confuso. Só me olhou, não disse mais nada. Tentei explicar, mas ele se recusou a ouvir a explicação. Não conseguia aceitar. acreditar, ele ficou calado mas dava pra ver que tava chocado. Ficou distante o resto dos dias, como se tivesse tentando me evitar, não sei direito o que deu nele, mas fazer o que, esse ia ser eu de agora em diante e ele ia ter que aceitar, porque não tinha como mudar.
O amigo que eu gostava me ligou, parecia que tinha gostado do meu novo eu, tava meio bêbado, fora de si, naquela noite veio na minha casa, era óbvio que tinha uma intenção, tentou me seduzir e eu, sinceramente, me deixei levar, tinha sido uma espécie de amor impossível, não quis perder aquela oportunidade.
Ele se aproximou de mim, me segurou pela cintura e começou a me beijar, eu correspondi ao beijo, foi emocionante, intenso, maravilhoso, nunca tinha sentido algo assim, aquele beijo arrepiou minha pele, era algo sensacional, meu corpo começou a esquentar, sentia o peito quente e minha buceta pulsando, enquanto ele me apertava mais forte e me pressionava contra o corpo dele, meu corpo gritava de tesão, me sentia fraca, eu era a vulnerável, era algo inexplicável que eu nunca ia entender sendo homem.Depois de um beijo apaixonado, nos separamos, ofegantes, tínhamos aquele fio de saliva ligando as duas bocas, ele me dá outro beijo e depois desse me fala pra irmos pro quarto, era óbvio o que vinha, fomos andando enquanto continuávamos nos beijando e no meio do caminho íamos tirando a roupa.
Ele se deitou na cama, já pelado com o pau bem duro. Eu me deito atrás dele, quase ao mesmo tempo, com meu corpo todo quente, e me jogo direto no pau dele. Como se eu já soubesse o que fazer, comecei a chupar, devagarzinho, engolindo o pau dele aos poucos. Era estranho, mas eu adorava sentir ele batendo no meu céu da boca e deslizando pela garganta — era o que eu sempre estive destinada a fazer.Ele, por outro lado, se surpreendeu. Não esperava que fosse sair tão natural. No começo, ele ficou meio atordoado de surpresa, todo exaltado com o resultado. Quando passou, começou a apalpar minha buceta, enquanto eu continuava fazendo um oral. Ele dedou toda a minha xota, uma xota que já estava molhada e quente, mas os toques dele fizeram ela se lubrificar ainda mais, se dilatar, ficar sensível e pedir por pau aos berros.
Ele me disse pra eu subir em cima dele, me guiou com as mãos, eu obedeci, me levantei e dobrei os joelhos em cima da pica dele, devagar ele me enfiou, enquanto chupava meus peitos, começou a segurar minhas pernas e me mexer lentamente, me mostrando o movimento que eu tinha que fazer, eu sem muita experiência comecei a me mexer, meu corpo era bem flexível, conseguia fazer movimentos de quadril que nunca tinham passado pela minha cabeça, de vez em quando a pica dele entrava bem fundo na minha buceta e saía, devagar mas fundo, bagunçando todas as minhas paredes vaginais, batendo de leve no meu útero mas me dando muito prazer, era suave mas delicioso.No meio do ato, ouço um barulho, claro que eu tava comendo, entre a pica dele entrando e saindo e os lábios dele chupando meus peitos com força, era tanto prazer que me dava, me transbordava, não sabia bem como expressar, então fiz gritando, mas nisso chegou meu filho, que me viu em cima do meu amigo, gemendo igual uma puta, ele ficou puto, eu saí de cima dele surpresa, me cobri como pude e falei
Eu: Filho, já voltou tão cedo?
Ele nem liga pra mim, vai direto pra cima do meu velho amigo, que pega as coisas dele e sai correndo enquanto meu filho perseguia ele com claras intenções de bater, tira ele de casa e aos gritos fala pra ele não voltar enquanto joga o primeiro que encontra.
Eu assustada atrás dele, pedindo pra ele se acalmar, que não tava me fazendo nada, que era normal, eu agora era uma mulher, quando fosse transar obviamente iam me comer e não o contrário.
Filho: É assim que você quer sexo?
Então ele puxa a pica pra fora, e por sinal não era nada mal, e me agarra à força, me ajoelhando e me obrigando a chupar, enquanto me empurra contra uma parede e segura minha cabeça enquanto fode minha boca com força, tentei tirar mas não consegui, ele era muito mais forte, afinal agora ele era o único homem da casa, me engasgou com a pica dele, eu sufocava, não conseguia engolir inteira e ele me forçou a fazer um boquete bem fundo, enfiou tudo na minha boca, enquanto eu tossia com a pica dele enfiada até a garganta e a saliva escorria.
Dá pra ver que isso excitou ele, porque ele tira o pau da minha boca e começa a gozar, jogando tudo na minha cara, embora eu já esperasse por isso, porque sentia ele pulsando na minha boca, sabia que ele ia gozar, pensei que ia gozar dentro da minha boca, mas não, ele quis jogar na minha cara, então fechei os olhos, mas ainda não sei por que depois abri a boca, talvez foi um impulso, uma mera reação, ou não.
Filho: Então era isso que você queria ser, uma puta? Se é isso que você quer, então eu vou fazer de você minha puta.Depois de me dizer isso com toda a crueza e raiva, ele me pegou pelos cabelos e me jogou no chão, bem no meio da sala, fiquei de bunda pra cima, toda fraca, exposta, vulnerável. Então ele me virou de lado enquanto me segurava pela cintura e começou a me comer, bem forte, igual um animal, mas pelo cu. Meu pobre cu era virgem, nunca tinha usado pra nada. A primeira vez foi com meu filho, morrendo de ciúmes, me comendo sei lá por quê, enquanto eu estava ali à mercê dele, completamente submissa, à beira das lágrimas, pedindo pra ele parar porque meu cu tava doendo. Ele tava literalmente me partindo, ia me arrebentar.
Ele me deu tanto e tão forte que acabou gozando relativamente rápido, não aguentou a bestialidade das estocadas que tava me dando. Explodiu literalmente, embora a bomba tenha explodido dentro do meu cu, deixando ele escorrendo de porra. Ele me comeu tão forte naquela noite que não consegui sentar por quatro dias inteiros. Comi em pé e dormi de bruços, acabei chorando naquela noite de tanta dor que ele me causou. Quando terminou de me comer, ele disse:
Filho: Bom, é isso que acontece com as putas. Se você vai ser uma puta, então vai ser minha puta, e vou te comer o quanto eu quiser.
Eu pensei que eram só palavras jogadas ao vento, mas não, ele realmente falou sério. Naquele dia, não só eu tinha me transformado em mulher, mas meu filho, meu próprio filho homem, tinha me subjugado e sodomizado à vontade dele. A partir daí, me tornei a mulher da casa, embora já fosse fisicamente. Comecei a me dedicar aos afazeres domésticos e tratei meu filho como se fosse meu próprio marido, porque de certa forma ele cumpria o papel de um: trazia dinheiro e me comia.
Como se minha madrasta começasse a cuidar dele, no final era verdade que ele ia me comer, virou costume chupar ele, às vezes antes de ir trabalhar, pra aliviar o estresse dele, outras vezes depois quando ele tinha um dia pesado, ou só porque queria uma chupada e pronto, eu tava sempre disposta, sempre que meu filho quisesse eu tirava as tetas e começava a chupar com toda devoção até ele gozar em mim onde ele quisesse.
Com ele, eu soltei todas minhas habilidades, já tinha virado uma expert em rebolar e montar em picas, ele sabia disso melhor que ninguém, porque sempre que podia eu cavalgava o pau dele, hipnotizado pelos meus movimentos circulares enquanto ele não aguentava nada e gozava na hora, dentro, claro, com a minha idade já não precisava me preocupar com filhos.
Embora claramente aqui o cara que mandava era ele, e quem tomava o controle na maioria das vezes também, isso dava pra ver, ele era bruto, um animal comendo, não ligava pro meu prazer, só me comia bem forte, ainda mais se fosse pelo cu, como já tinha esticado e arrombado minha buceta tantas vezes, a única coisa que ele fazia era isso, meter sem parar um tempão bem forte e estourar a porra dentro, não ligava se eu tava tomando banho, se batia a vontade nele, me tirava do chuveiro, me apoiava em cima da pia do banheiro, levantava minhas pernas me deixando à mercê dele (como sempre) e me comia bem duro, enfiando com força e até o fundo, afinal meu cu já tinha se moldado ao pau dele segundo ele. Assim passamos o resto dos dias, comendo como selvagens, ainda mais porque somos só nós dois em casa, não sei quanto tempo meu cu vai aguentar. Fim.
2 comentários - Filho domina o pai