Le rompí el culo a mi profesora de inglés

A sala de aula estava vazia, exceto por mim, que tinha ficado depois do horário para ajudar minha professora de inglês, Lucy. Todo dia, durante as aulas, eu não conseguia tirar os olhos dela. Miss Lucy era uma mulher na casa dos trinta, magra e baixinha, com cabelo castanho comprido sempre preso num coque apertado que realçava o pescoço elegante dela. Mas o que me deixava louco, e muitos dos meus colegas, era a bunda dela: grande, redonda e firme, sempre enfiada em saias justas que grudavam nas curvas dela como uma segunda pele. Cada vez que ela se mexia entre as carteiras ou escrevia no quadro, aquela raba balançava hipnotizante, e eu passava as aulas fantasiando com ela. Em casa, eu batia uma punheta furiosamente imaginando como seria enterrar meu pau naquele cuzão perfeito, foder ela até cansar enquanto ela gemia meu nome. Naquele dia, Miss Lucy me chamou no final da aula. 'Alex, pode ficar um pouco? Preciso de ajuda com uns papéis extras', disse com a voz suave e profissional. Aceitei na hora, o coração batendo forte com a chance de ficar a sós com ela. Assim que os últimos alunos saíram e a porta se fechou, o silêncio tomou conta da sala. Ajudei Miss Lucy com os pendentes dela, enquanto por dentro eu me consumia de tesão por estar sozinho com ela. O auge foi quando ela se abaixou pra pegar uma caneta que tinha caído no chão, e a saia dela esticou sobre a bunda, delineando cada curva redonda. Sentado na minha carteira, senti um calor imediato subir pelo corpo. Aquela raba empinada na minha frente era demais: grande, suculenta, convidativa. Meu pau endureceu na hora dentro da calça, pressionando o tecido. Miss Lucy se endireitou devagar, mas não sem antes notar o volume evidente na minha calça. Os olhos dela pousaram ali por um segundo, e um sorriso sutil curvou os lábios dela. 'Parece que você está se sentindo... confortável aqui', murmurou, o tom mudando de profissional pra brincalhão. Ela se aproximou de mim, Balançando os quadris de um jeito que a saia dela se mexia a cada passo, acentuando o balanço da bunda dela. 'Sabe, Alex?' ela disse, a voz agora mais rouca, mais íntima 'Sempre notei como você me olha. Como seus olhos se fixam no meu corpo quando você acha que eu não tô prestando atenção'. Engoli seco, sentindo meu coração batendo forte no peito. 'Não… não é minha intenção, Srta. Lucy' menti, embora soubesse que era inútil. Ela sabia. Tinha sabido o tempo todo. 'Claro que é' respondeu, finalmente se virando pra me encarar. Os lábios dela estavam levemente entreabertos, e eu pude ver o brilho da língua molhando eles 'E não me incomoda. Na verdade' ela fez uma pausa, dando mais um passo na minha direção, 'Me lisonjeia. Você é um garoto muito gostoso, Alex'. Os olhos dela desceram pra minha virilha, onde minha ereção era evidente, e eu não soube o que responder. Minha mente estava nublada pelo desejo, pela imagem da bunda dela na minha frente, pelo fato de que ela sabia o que eu sentia e, em vez de ficar brava, parecia… excitada. 'Srta. Lucy, eu…' comecei. 'Não fala nada' ela sussurrou, se aproximando até eu sentir o calor do corpo dela. 'Só… deixa eu te mostrar uma coisa'. Antes que eu pudesse reagir, as mãos dela estavam no meu peito, me empurrando suavemente pra trás até minha bunda bater na borda da mesa dela. Então, com um movimento rápido, ela se ajoelhou na minha frente. Meus olhos se arregalaram quando senti os dedos dela desabotoando a calça jeans. 'Srta. Lucy, o que a senhora…?' 'Shhh' ela me calou, abaixando devagar o zíper. 'Só relaxa'. Quando minha calça e minha cueca caíram até meus tornozelos, meu pau pulou pra fora, já durasso e pulsando. A Srta. Lucy olhou pra ele com um sorriso de satisfação, os lábios dela se curvando numa expressão que era ao mesmo tempo inocente e perversa. 'Meu Deus' ela murmurou, envolvendo a mão em volta do meu membro. 'Você é maior do que eu imaginava'. Ela começou a me punhetar devagar e eu não consegui evitar gemer. Ao ver minha Reação, ela sorriu satisfeita. "Mmm, que pau tão grande e duro. Ficou pensando na minha bunda o dia inteiro, né?" Eu assenti, ofegante, enquanto ela envolvia os lábios ao redor da cabeça, chupando com força. A boca dela era quente e molhada, sugando meu pau de cima a baixo, lambendo o eixo com a língua esticada. "Porra, Miss Lucy…" eu gemi, minhas mãos instintivamente se enroscando no cabelo dela, que tinha escapado do coque habitual, caindo em ondas macias sobre os ombros. Ela não respondeu com palavras, mas o som que fez — um gemido abafado, vibrante — me disse tudo o que eu precisava saber. Ela gostava. Gostava de me chupar. E essa percepção me enlouqueceu. Miss Lucy começou a mover a cabeça para frente e para trás, engolindo cada vez mais do meu pau na boca a cada movimento. Os lábios dela deslizavam pela minha pele sensível, a língua pressionando contra a veia pulsante na parte de baixo do meu membro. Uma das mãos dela agarrou a base do meu pau, apertando de leve, enquanto a outra desceu, acariciando minhas bolas com uma pressão que me fez ver estrelas. Ela continuou chupando, fundo, até os lábios tocarem a base, engolindo saliva ao redor da minha grossura. Saliva escorria pelo queixo dela, e ela me olhou com olhos cheios de tesão enquanto chupava mais rápido, fazendo barulhos obscenos. Depois de alguns minutos que pareceram uma eternidade, Miss Lucy se levantou, limpando a boca com as costas da mão. Sorriu e se aproximou, pressionando o corpo contra o meu. "Sabe o que mais me excita em você, Alex?" ela sussurrou, os lábios roçando minha orelha. "Que você não consegue tirar os olhos de mim. Que fica sempre olhando pra minha bunda, fantasiando sobre o que faria se pudesse tocar." Antes que eu pudesse processar as palavras dela, ela se virou e se inclinou sobre a mesa, apoiando as mãos na superfície de madeira. A saia dela subiu automaticamente, deixando as nádegas à mostra, agora completamente expostas, cobertas apenas pela renda preta de A calcinha dela. "Me toca, Alex", ela ordenou, a voz trêmula de tesão. "Toca minha bunda. Ela é sua." Não precisei ouvir duas vezes. Minhas mãos voaram pra frente, agarrando as nádegas dela com um gemido de pura luxúria. Eram ainda mais macias do que eu imaginava, firmes mas com uma elasticidade que fazia meus dedos afundarem levemente na carne. Apertei, massageei, separei pra ver melhor a renda que se enfiava entre elas. "Não só com as mãos", disse Miss Lucy, a voz agora um sussurro ofegante. "Usa sua boca. Quero sentir sua língua em mim." Não precisei pensar duas vezes. Me ajoelhei atrás dela, minhas mãos ainda cravadas nas nádegas dela, e enfiei a cara entre elas. O cheiro da excitação dela me acertou como um soco, doce e almiscarado, e eu não resisti. Com um grunhido, puxei a renda da calcinha dela pro lado e passei a língua pela fenda da bunda dela, da base das costas até a beirada da buceta. "Ah! — ela gritou, os dedos cravando na madeira da mesa". "Isso, Alex, assim! Lambe minha bunda!" Não precisei de mais incentivo. Separei as nádegas dela com as mãos, expondo completamente o cuzinho rosado, e comecei a lamber com movimentos longos e lentos. O gosto dela era inebriante, uma mistura de doce e salgado que me enlouqueceu. Pressionei a língua contra a entrada, sentindo ela relaxar sob meu toque, e aí enfiei um pouco, testando a resistência. "Porra, isso! — gemeu ela, empurrando a bunda contra minha cara". "Mete a língua! Quero sentir ela dentro!" Fiz o que ela pedia, enfiando a língua mais fundo, fodendo ela com movimentos rápidos e profundos. Miss Lucy gemia sem controle, os quadris se movendo em círculos, esfregando a buceta na beirada da mesa enquanto eu continuava devorando o cu dela. Dava pra sentir como ela ficava mais molhada, como a excitação escorria pelas coxas dela, e isso só me deixava mais excitado. De repente, ela se afastou e subiu na mesa, se deitando. de costas e abrindo bem as pernas. A saia dela subiu até a cintura, revelando a calcinha preta encharcada. 'Tira ela e me fode, Alex. Quero sentir esse pau duro dentro da minha buceta'. Me levantei tremendo, arrancando a calcinha e expondo a buceta dela raspada, inchada e molhada. Enfiei meu pau dentro de uma só vez, gemendo ao sentir as paredes dela me apertando. 'Porra, que buceta apertada!', rosnei, começando a bombar. A Miss Lucy arqueou as costas, os peitos pulando por baixo da blusa enquanto eu metia forte, a mesa rangendo a cada estocada. 'Isso, me fode mais forte. Tá gostando da minha buceta? Mas eu sei que o que você realmente quer é a minha raba, né? Aquela rabuda que você não consegue parar de olhar'. Não aguentei mais. Tirei o pau da buceta dela e virei ela, mas ela me parou. 'Não, senta na cadeira'. Obedeci, e a Miss Lucy montou em mim de frente, guiando meu pau de volta pra buceta dela. Começou a cavalgar com fúria, subindo e descendo, a bunda redonda quicando nas minhas coxas. Minhas mãos agarraram aquelas nádegas enormes, amassando, sentindo a maciez e a firmeza. 'Porra, tua raba é incrível! Tão grande, tão redonda... sonhei tanto com ela'. Dei um tapa forte nela, o som ecoando pela sala, e ela gemeu, cavalgando mais rápido. 'Isso, me bate! Adoro que minha bunda te enlouquece. Toca ela, aperta enquanto me fode'. Apalpei sem pena, separando as nádegas pra ver meu pau entrando e saindo da buceta dela, dando mais tapas que deixavam marcas vermelhas na pele pálida dela. Cada quicada daquela raba me deixava mais louco, o suor fazendo minhas mãos escorregarem nas curvas perfeitas. Mas a gente queria mais. A Miss Lucy desceu de mim e se inclinou sobre a mesa, empinando com as mãos apoiadas na madeira. A saia ainda levantada, a bunda dela exposta como uma oferenda. 'Agora me fode assim. Quero que me coma de quatro, que sinta toda a minha bunda contra você'. Me posicionei atrás, esfregando meu pau molhado na entrada dela. Penetrei ela de novo na buceta, metendo fundo. Meus quadris batiam naquelas nádegas redondas, fazendo elas ondularem a cada estocada. 'Sua bunda é a melhor do mundo! Perfeita pra caralho, grande e suculenta. Não acredito que tô tocando nela'. Minhas mãos devoravam: apertando, beliscando, separando as nádegas pra ver o cuzinho rosado piscando. Dei tapas uma atrás da outra, vendo a carne tremer. 'Me bate mais forte, Alex! Faz minha bunda arder enquanto me fode. Diz o quanto você ama ela'. 'Eu amo, Miss Lucy. É a bunda mais gostosa que já vi. Quero foder ela o dia inteiro', respondi, acelerando o ritmo, minhas bolas batendo no clitóris dela. De repente, senti o orgasmo chegando, meu pau inchando dentro dela. 'Vou gozar!', ofeguei. Miss Lucy me olhou por cima do ombro, os olhos brilhando de tesão. 'Ainda não, querido. Você não pode gozar ainda. Quer mesmo minha bunda? Fode meu cu, arrebenta ele com esse pau grosso'. A ideia me excitou tanto que quase gozei na hora. Tirei meu pau da buceta, escorrendo de sucos, e pressionei contra o cuzinho apertado dela. Ela cuspiu na mão e se lubrificou, me guiando pra dentro. 'Empurra devagar no começo... isso, assim. Porra, que grande você é!'. Entrei centímetro por centímetro, sentindo o cu me chupando, quente e apertado. Depois de dentro, comecei a foder, devagar no começo, depois mais rápido. 'Você gosta de foder meu cu, Alex? Gosta de sentir esse buraquinho apertado no seu pau?', ela perguntou, empurrando pra trás pra me tomar mais fundo. 'Sim, adoro! Seu cu é uma puta glória, tão redondo e apertado. Vou arrebentar ele'. Agarrei os quadris dela, metendo com força, minhas mãos voltando pra aquela bunda divina. Apalpei enquanto fodía, separando as nádegas pra ver meu pau sumindo no cu, dando tapas que faziam ela gritar de prazer. 'Arrebenta meu cu! Fode ele até eu não conseguir andar. Diz o quanto você é obcecado, me bate enquanto Seu cu é meu agora! Tão grande, tão perfeito... eu adoro, quero foder pra sempre', eu grunhi, dando um tapa em cada nádega, vendo como elas ficavam vermelhas. O suor escorria pelas minhas costas, e ela falava safadeza sem parar: 'É, mete tudo, faz meu cu ordenhar seu gozo. Você é um menino safado por foder o cu da sua professora, né? Goza dentro, me enche!'. Não aguentei mais. Com um rugido, empurrei fundo uma última vez e gozei, jatos quentes de porra inundando o cu dela. Ela apertou em volta de mim, ordenhando até a última gota, gemendo enquanto sentia o calor preenchê-la. Ficamos assim por um momento, ofegantes, meu pau ainda dentro daquele cu incrível que eu tanto sonhara. Finalmente, me retirei, vendo a porra escorrer do cu dilatado dela. A senhorita Lucy se virou, sorrindo maliciosamente. 'Menino bom. Isso fica entre nós'. E com um beijo na boca, encerrou nosso encontro proibido.

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