Ceia de Ano Novo

Oi, meu nome é Ângela, tenho 24 anos e, até quatro dias atrás, tinha namorado. Agora só tenho um monte de mensagens de texto chorosas das minhas amigas e um vazio estranho na barriga que não sei se é tristeza ou pura raiva. Lucas, o gênio, decidiu que a véspera de Natal era o momento perfeito para soltar o clássico "preciso me encontrar". Que original. Por sorte, o timing veio quase bem, porque era a hora do jantar de Ano Novo com a família, e minha mãe me mataria se eu chegasse com cara de enterro. Então, eu disse pra mim mesma: "Angie, bora lá. É hora de ficar com a família, de rir, de comer até explodir. E pronto.Ceia de Ano NovoNaquela manhã, a do dia 31 de dezembro, acordei com aquele primeiro raio de sol que promete calor mais tarde. Foi um parto pra sair da cama, sério. Mas me levantei, passei as mãos no rosto pra me espreguiçar e, como em qualquer outro dia nessa casa, nem me dei ao trabalho de procurar um roupão. Pra quê? No fim das contas, todo mundo anda igual.

Desci as escadas meio dormindo, só de calcinha e uma blusa preta. O piso de madeira estava fresco sob meus pés. Fui direto pra cozinha atrás da minha salvação matinal: o café.vadiaAo chegar no limiar, a cena era a de sempre, mas naquela manhã, com a luz do sol entrando aos borbotões pela janela, eu a vi com outros olhos. Lá estava minha mãe, Marisa, parada em frente à cafeteira, com seu corpo de curvas suaves e reais, num conjunto de lingerie de renda cor vinho. O fio dental se marcava perfeitamente sob o tecido. E meu pai, Roberto, sentado à mesa do café da manhã lendo o jornal em sua roupa de baixo de sempre, uma cueca preta de algodão que deixava bem claro que, com seus quase 50, o homem seguia em forma.

Nem se imutaram ao me ver. Minha mãe só virou a cabeça e sorriu.
— Bom dia, minha vida. Café?
— Sim, por favor, mãe — murmurei, indo direto para a xícara que já me esperava.
Meu pai levantou a vista um segundo, piscou para mim e voltou ao jornal.
— Hoje chegam os tios de Guadalajara — disse minha mãe, servindo-se outra xícara —. E o pequeno Leo, que já não deve ser tão pequeno, dizem que está um homem feito.
— Que legal — disse eu, sem muito entusiasmo, apoiando-me na bancada.

Olhei meus pais, tão à vontade em sua pele, em sua casa, em sua... liberdade. Na minha casa sempre foi assim. Zero complexos. Descer de cueca, tomar banho com a porta aberta se estiver calor, comentários picantes na hora do jantar. Quando criança, eu ficava com vergonha quando vinham amigos, mas depois cresci e entendi que era nossa normalidade. Confiança total. Afinal de contas, o corpo é algo natural, né?

Embora, se for completamente sincera, essa "naturalidade" às vezes me levou por caminhos estranhos. Desde os quinze anos, mais ou menos, comecei a... notá-los de outra maneira. Minha mãe, com suas formas que nunca se escondem. Meu pai, com essa segurança tão masculina. Uma vez, nessa idade, acordei no meio da noite com uns barulhos. Eram eles, no quarto deles, do outro lado do corredor. Os gemidos baixinhos da minha mãe, o arfar do meu pai. Fiquei parada na minha cama, ouvindo, e uma coisa levou à outra... e descobri que aquele som, saber o que O que eles estavam fazendo, me deixava excitada. Muito. Foi a primeira vez que me toquei pensando neles. Em como seria, na paixão que deviam ter. Não era algo que me envergonhasse, na verdade. Era mais como um segredo quente e pervertido que só eu conhecia. Uma prova de que, nessa casa de aparência tão descontraída, pulsava algo mais intenso, mais sombrio.

Meus pensamentos, justo quando começavam a me deixar um pouco excitada, foram cortados de repente pela campainha da porta principal. Ding-dong. Soou alto e alegre, como anunciando que a paz da manhã tinha acabado.

— Devem ser eles! — disse minha mãe, enxugando as mãos em um pano. Meu pai se levantou, se espreguiçando como um gato grande, sem pressa.

Eu, ainda de calcinha e sutiã, encolhi os ombros. Afinal, aqui não era nada fora do comum. Fui eu que abri a porta.

Lá estavam eles. Meus tios, Laura e Tomás, com sorrisos largos e malas. E ao lado deles… nossa. Lá estava o Leo. Mas não o menino magricela e desengonçado que eu lembrava de anos atrás. Esse Leo era… diferente. Alto, quase da altura do pai, com ombros largos que preenchiam a camiseta e uma postura um pouco desajeitada, como se não soubesse bem o que fazer com seu corpo novo. Tinha o cabelo escuro um pouco desarrumado e uns olhos verdes que se cravaram em mim com uma intensidade que quase me fez dar um passo para trás.

— Angela, minha menina! — exclamou minha tia Laura, largando a mala para me abraçar com força —. Que linda você está!

— Oi, tia, que bom ver vocês — disse, retribuindo o abraço. Cumprimentei meu tio Tomás com um beijo na bochecha e um abraço caloroso.

Depois chegou a vez do Leo. Me aproximei com um sorriso. Ele parecia um pouco hipnotizado. Seus olhos não iam para o meu rosto. Percorreram, rápido mas claro, meu corpo: as alças do sutiã, a curva dos meus peitos, minha cintura, minhas pernas nuas. Um rubor intenso subiu pelo seu pescoço até as orelhas.

— Oi, Leo — disse, brincalhona, colocando uma mão no seu braço —. Nossa, já cresceu! É todo um homenzinho agora! — A frase Ficou meio brega, mas era a verdade —. Parece que foi ontem que a gente brincava de esconde-esconde e você chorava porque eu sempre te achava.

Leo engoliu seco e finalmente conseguiu me olhar nos olhos, mesmo que só por um segundo.
— S... sim, eu lembro — murmurou, com uma voz mais grave do que eu esperava, mas trêmula de nervosismo —. Oi, prima.

O desconforto dele era tão óbvio e tão fofo que senti uma pontada de diversão. Era claro que ele não estava nem um pouco preparado para o nível de "liberdade doméstica" da nossa casa.

— Entrem, entrem, não fiquem aí na porta — falei, me afastando para deixar passagem.

Todos entraram. Os cumprimentos na cozinha viraram uma bagunça de beijos, abraços e exclamações. Meus tios não pareceram surpresos ao ver meus pais quase pelados; acho que depois de anos já estão mais ou menos acostumados. Mas o Leo... coitado do Leo. Ele tentava olhar pro chão, pra parede, pra qualquer lugar que não fosse minha mãe de fio dental ou eu quase igual. Parecia um veado assustado no meio de um safári nudista.

Quando todo mundo já estava sentado em volta da mesa da cozinha, com café pros recém-chegados, minha mãe falou com toda a naturalidade, enquanto passava manteiga numa torrada.

— Angela, querida, como você sabe, o quarto de hóspedes só tem uma cama de solteiro. E o sofá-cama da sala tá muito velho... — ela fez uma pausa dramática e me olhou com aqueles olhos que sabem que eu não vou dizer não —. Você se importaria muito de dividir seu quarto com o Leo hoje? Você tem uma cama king, tem espaço de sobra. É só por hoje, até amanhã a gente resolver alguma coisa.

Todo mundo olhou pra mim. Meus tios com cara de "desculpa o incômodo". Meus pais com a certeza de que eu ia dizer sim. E o Leo... o Leo parecia que ia desmaiar ou sair correndo.

Sorri, doce como açúcar. Era a oportunidade perfeita embrulhada num problema de logística.
— Claro, sem problema, mãe — falei, dando de ombros como se fosse a coisa mais normal do mundo dividir minha cama com meu primo adolescente que acababa de devorarme com o olhar —. Por mim, perfeito.

Todos soltaram um suspiro de alívio, menos um. Leo gaguejou, encarando sua xícara de café como se ela contivesse as respostas do universo.
— T-tá bom… O-obrigado, Angela — ele conseguiu dizer.

— Fantástico! — rugiu meu pai, batendo a mão na mesa —. Problema resolvido. Mais café para alguém?

Continuamos tomando café da manhã, a conversa se encheu dos típicos assuntos de família: a viagem, o trabalho dos meus tios, como tudo está caro. Leo quase não falava, só assentia ou soltava um "sim" ou "não" seco. Mas eu não conseguia evitar notar como, toda vez que eu me mexia para pegar o açúcar ou levantava para servir mais café, os olhos dele me seguiam. Era como ter um cachorrinho grande e meio perdido me olhando.

Ao terminar, minha mãe, que é uma general organizando essas coisas, começou a distribuir tarefas para a ceia de Ano Novo.
— Roberto, você fica com o peru e a música. Tomás, ajuda ele com a churrasqueira para os acompanhamentos. Laura, comigo nas saladas e na decoração…
Depois olhou para mim e para o Leo.
— Angela, você faz a sobremesa. Seu pudim napolitano é uma maravilha. Leo, você ajuda ela. Precisa aprender a fazer algo além de esquentar pizza congelada.
Leo assentiu, ainda um pouco corado, mas com uma centelha de interesse nos olhos.
— Claro, tia.

Pomos mãos à obra com o pudim. Eu explicava os passos para o Leo, mas a atenção dele estava em outro lugar. Cada movimento meu era vigiado. E ele, desajeitado mas determinado, começou a buscar contato.

O primeiro toque foi ao passar perto dele para pegar a baunilha. Seu antebraço, quente e firme, deslizou contra o meu. Foi breve, mas deliberado. Ele não se desculpou.

— O açúcar — eu disse, e ao me virar para pegá-lo, meu quadril roçou a coxa dele. Ele não se afastou. Senti a tensão no corpo dele através do tecido da calça.

O verdadeiro jogo começou quando me inclinei para acender o forno. Seus dedos, supostamente procurando apoio na bancada, roçaram a parte a parte de trás da minha coxa, bem debaixo do tecido da minha calcinha. Um toque elétrico, fugaz, que me fez prender a respiração.rabao—Desculpa — ele murmurou, mas a voz saiu rouca, sem arrependimento.

—Não se preocupe — respondi, sem olhar pra ele, sabendo que meu sorriso o deixaria maluco.

O momento mais claro foi quando virei com a lata de leite condensado. Minha bunda, quase à mostra, esbarrou de cheio na virilha dele. Ali não havia dúvida. Através do jeans, senti a evidência firme e grossa da excitação dele. Ele ficou parado, colado em mim por um instante que pareceu eterno, antes de se afastar com um leve movimento de quadril.

—É que... o espaço é meio apertado — ele gaguejou, o rubor subindo até as orelhas.

—Sim, tá um pouco apertado aqui — falei, com um tom inocente que não combinava com o olhar lento que lhe lancei, percorrendo seu corpo de cima a baixo.

A tensão na cozinha era mais densa que a mistura do pudim. Cada esbarrão acidental era uma carícia deliberada. Cada desculpa, uma confissão. E pra mim, longe de me incomodar, isso me excitava. Depois da pancada no meu ego, essa admiração crua e física do Leo, esse desejo que ele não conseguia esconder, era exatamente o que eu precisava. Era poder puro, doce e proibido, e com cada atrito eu sentia esse poder se firmando mais nas minhas mãos.

Decidi que era o momento perfeito para aumentar a aposta. Depois daqueles atritos na cozinha, a tensão era uma corda bamba e eu queria dançar nela.

—Ei, Leo — falei, pegando minha xícara de café vazia —, por que você não sobe suas coisas e eu te mostro o quarto? Assim você já se acomoda e a gente não fica correndo depois.

Ele assentiu, engolindo seco. —Sim, tá bom.

Subimos juntos. Meu quarto era amplo, iluminado, e no centro reinava minha cama king size, com seu edredom cinza e um monte de almofadas. Apontei pra ela.

—Ali é onde a gente vai ganhar a batalha contra o cansaço — disse, com um tom casual que contrastava com o quão sugestivas eram minhas palavras —. É enorme, cabemos os dois sem nem se roçar... se é isso que você quer. — Lancei um olhar de soslaio pra ele. Ele ficou corado de novo —. Pode deixar suas coisas naquela cômoda, ali está vazio.

Enquanto ele começava a tirar roupas da mochila, eu fingi normalidade. Peguei minha toalha mais macia e um camisolim limpo.

— Vou tomar um banho rápido, todo esse açúcar do pudim me deixou grudenta — anunciei, e entrei no banheiro que era conectado ao meu quarto, fechando a porta, mas não totalmente. Deixei uma fresta de uns dois centímetros. Suficiente.

A água quente caiu sobre mim, relaxando meus músculos, mas não minha mente. Eu estava calculando. E então, como por mágica, lembrei que tinha deixado meu condicionador sem perfume no meu toucador. Perfeito.

Desliguei a água, me enrolei na toalha ao redor do corpo, deixando meus ombros e pernas à mostra, e saí do banheiro com passos silenciosos, o cabelo pingando.

E aí eu o vi.

Leo estava de costas para mim, plantado bem na frente da minha cômoda. Mas ele não estava guardando suas roupas. Tinha aberto minha gaveta de calcinhas. Tangas, calcinhas de renda, cores escuras e claras, todas meio espalhadas. E na mão dele, apertada contra o rosto, estava uma das minhas tangas pretas.

O shorts e a cueca dele estavam abaixados até os tornozelos. E entre as pernas dele, completamente exposto, pulsava o pau dele. Não era só grande para um adolescente; era enorme. Fácilmente uns 17 centímetros, mas era a grossura que me deixou de boca aberta. Largo, latejando, com as veias marcadas, e um fio de líquido pré-gozo brilhando na ponta. Ele estava se masturbando com movimentos firmes e urgentes, cheirando minha calcinha como se fosse o elixir mais preciado, completamente perdido no seu próprio mundo proibido.

Uma onda de calor úmido e instantâneo me inundou entre as pernas. Fiquei molhada ali mesmo, vendo aquilo. Era a imagem mais perversa e excitante que eu já tinha visto na vida. Não senti raiva, nem vergonha. Senti poder absoluto. E soube que tinha que brincar com aquilo.

Me deslizei de volta para o banheiro, sem fazer barulho. Dessa vez, deixei a porta claramente entreaberta, uns bons cinco centímetros. Entrei debaixo do jato d'água de novo, o coração batendo forte no meu peito. Então, com um sorriso que ele não podia ver, deixei meu frasco de shampoo cair no chão do box.

PLAF!

O som foi perfeito, alto e seco, impossível de ignorar.

Contei mentalmente. Um… dois… três…

E lá estava ele. Através do véu de água quente e do vapor, vi a sombra na fresta da porta. Ele tinha se aproximado. Estava olhando.

Aja imediatamente. Com um movimento exagerado, me virei, dando as costas para a porta. Sabia que minha silhueta se destacaria contra a luz do banheiro. Comecei a me ensaboar lentamente, teatralmente. Passei uma boa quantidade de espuma nas mãos e comecei a massagear minhas nádegas com movimentos circulares, lentos, sensuais. Me inclinei um pouco, arqueando as costas para oferecer a ele a vista completa, separando um pouco as pernas. Esfreguei a espuma no vinco entre minhas nádegas, descendo até roçar, só de passagem, o lugar que agora pulsava de necessidade. Balancei meus quadris num leve vai e vem, um rebolado lento e provocante, sabendo que cada movimento estava deixando ele louco.incestoFingi estar absorta no meu banho, cantarolando baixinho, como se fosse a pessoa mais inocente do mundo. Mas toda a minha atenção estava naquela fresta da porta, em saber que seus olhos verdes estavam grudados em mim, que seu pau enorme e duro devia estar latejando na mão dele, e que ele estava prestes a cruzar um ponto sem volta… e que eu ia ser quem o levaria pela mão.

De repente, bem no meio do meu show aquático, ouvi passos firmes subindo as escadas e a voz do meu pai perguntando: "Angela? Tudo bem aí em cima? Ouvi um barulho".

O feitiço se quebrou. Através da fresta, vi a sombra do Leo se afastando num pulo, seguida pelo som abafado mas rápido de seus pés no carpete, a porta do meu quarto abrindo e fechando suavemente. Ele tinha ido embora.

Uma mistura de frustração e excitação ainda mais intensa tomou conta de mim. Estava tão perto… tanto do meu próprio limite quanto do dele. Precisava de alívio, mas não queria chegar lá sozinha, não depois daquilo. Toquei-me rapidamente debaixo d'água, os dedos buscando o clímax que estava me escapando, mas minha mente estava acelerada demais, focada demais nele, e o orgasmo se recusou a vir. Amaldiçoei em silêncio.

Saí do chuveiro, me secando com movimentos bruscos. Não, isso não podia ficar assim. Se o Leo ia fugir, eu ia fazer a tentação segui-lo. Abri minha gaveta e escolhi a peça mais mínima e insinuante que tinha: uma calcinha fio-dental vermelha. Quando a coloquei, a tira finíssima de tecido desapareceu completamente entre minhas nádegas, deixando quase tudo à mostra. Coloquei um sutiã combinando, que mal cobria meus seios e realçava o decote. Era como usar quase nada, mas o quase era o que importava.primaSai do meu quarto com cautela. Lá embaixo, na sala, dava pra ouvir as risadas e a música dos meus pais e tios, já mais relaxados. Passei na ponta dos pés, colada na parede, e consegui chegar na cozinha sem ninguém me ver.

E lá estava ele. Sentado num banquinho da ilha, com a cabeça baixa, olhando fixamente pro celular como se fosse o objeto mais fascinante do mundo. Mas a postura dele estava tensa. Parecia um animal assustado.

— Ei — falei, me apoiando no batente da porta.

Ele levantou o olhar. Os olhos dele se arregalaram, percorrendo meu corpo de cima a baixo, parando no triângulo vermelho da calcinha fio-dental que mal escondia minha buceta, na curva dos meus peitos no sutiã. Parecia que tinham tirado o ar dele. Não conseguiu dizer nada. Só engoliu seco, com um som audível.

— Tive que descer assim — continuei, andando devagar até o fogão com uma calma que não sentia — porque do nada lembrei… não desliguei direito o fogo do pudim. Pode queimar.

Me agachei na frente do forno, deliberadamente virando minha bunda pra ele. Sabia exatamente o que ele via: as duas metades das minhas nádegas quase completamente nuas, separadas só por aquela linha vermelha infinitamente fina que mergulhava na minha intimidade. Tomei meu tempo, ajustando um botão que nem precisava ser ajustado. Depois, com um pano, abri a porta do forno e tirei a forma com o pudim perfeitamente dourado. O aroma de caramelo e baunilha encheu a cozinha.FamiliaColoquei sobre a mesa, bem na frente dele.
—Tá com um cheirinho bom, né? —disse, limpando as mãos de forma teatral na minha toalha—. Não tá com vontade de experimentar?

Ele continuou mudo, mas o olhar era uma confissão. Não estava olhando para o pudim.

Sorri, maliciosa.
—Nossa, Leo, você deve estar com muita fome —disse, e então baixei a voz para um sussurro carregado de malícia—. Tá até babando… é pelo pudim?

O rubor foi instantâneo. Me aproximei mais, até ficar ao lado do banco dele. Inclinei-me, meu peito roçando o braço dele, e aproximei meus lábios do seu ouvido. Minha respiração quente acariciou sua pele quando sussurrei, lenta e sedutoramente:

—Talvez… mais tarde… você possa experimentar.

Antes que ele pudesse reagir, dei um beijo rápido, mas firme, em sua bochecha. Meus lábios repousaram sobre sua pele quente, e senti um tremor percorrer todo o seu corpo.

Não aconteceu nada fora do comum pelo resto da tarde. O clima era de preparativos e antecipação festiva. Mais tarde, vesti a arma final: um vestido preto, curto e de um tecido tão fino que era quase transparente. Sem calcinha, claro. Cada curva, cada sombra do meu corpo se insinuava sob o tecido. Meus pais, ao me ver, apenas sorriram aprovando ("Essa é minha filha!") e foram se trocar também, seguidos pelos meus tios e por Leo, que quase tropeçou ao subir as escadas de tanto me olhar.gostosonaA ceia de Ano Novo foi exatamente o que eu esperava: barulhenta, cheia de comida, brindes bregas, risadas dos meus tios contando causos antigos e meus pais fazendo piadas de duplo sentido como sempre. Passada a meia-noite, com o Ano Novo já oficialmente inaugurado, as garrafas de licor e vinho circularam com mais liberdade. Às 3 da manhã, o clima estava relaxado e embaçado. Meus pais e meus tios, bem bebidos, riam às gargalhadas no sofá, despreocupados e felizes.

— Ângela, meu amor — disse minha mãe, com a voz pastosa e um sorriso de orelha a orelha —. Por que você não sobe pro seu quarto? Leva seu primo, que o coitado boceja a cada dois segundos.

Todos riram. Leo, que estava numa poltrona perto, ficou vermelho, mas não negou o cansaço. Seus olhos, vidrados pela bebida, encontraram os meus. O convite era perfeito.

— Claro, mãe — disse, levantando-me com uma elegância um pouco cambaleante que não era totalmente atuada —. Vamos, Leo, parece que vão te carregar pelos sapatos.

Me aproximei dele e, sem dar opção, peguei sua mão. Seus dedos eram quentes e se fecharam em volta dos meus com uma pressão intensa. Guiei-o pelas escadas, sentindo seu olhar cravado nas minhas costas, na forma como o vestido colava na minha bunda a cada passo.

Uma vez dentro do meu quarto, fechei a porta. O barulho da festa virou um murmúrio distante. O quarto estava em penumbra, só iluminado pela luz da lua que entrava pela janela.

Soltei sua mão e me virei para ele.

— Ufa, que noite — suspirei, e sem mais delongas, levei as mãos às costas e abri o zíper do vestido. O tecido preto e leve deslizou pelo meu corpo como uma segunda pele e caiu num sussurro aos meus pés. Fiquei completamente pelada na frente dele, sem nenhum pudor, a pele brilhando pálida no escuro.prima putaLeo prendeu a respiração. Seus olhos, agora completamente despertos apesar do álcool, percorreram cada centímetro do meu corpo com uma fome que já não disfarçava.

— Desculpa — disse com um sorriso pequeno, fingindo um arrependimento que não sentia —. É que geralmente durmo assim, pelada. Espero que não te incomode.

Ele balançou a cabeça, tão rápido que parecia que ia se machucar no pescoço. A voz saiu rouca, arrastada pelo desejo e pela bebida.
— Claro que não, tudo bem — engoliu seco —. Na verdade… eu também durmo assim. Pelado.

E então, começou a se despir. Não com minha teatralidade, mas com uma urgência desajeitada e linda. Tirou a camisa, revelando um torso mais definido do que imaginava. Depois, as mãos desceram para o cinto, o desabotoaram, e a calça caiu junto com os sapatos.

E lá estava ela. Seu pau enorme, já completamente ereto e latejante, ficou livre, apontando para mim como um ímã. Na luz fraca, dava para ver cada detalhe: a grossura impressionante, as veias marcadas, a cabeça escura e úmida. Pulsava com um ritmo próprio.

Estávamos agora a apenas alguns centímetros de distância, completamente pelados um de frente para o outro. O ar no quarto era elétrico, carregado com o cheiro de álcool, da colônia barata dele e do meu próprio perfume. Eu conseguia sentir o calor que emanava da pele dele, e a umidade entre minhas pernas era agora um rio indomável. Minha buceta, encharcada e latejante, estava a um suspiro daquele membro que tinha obcecado minha mente o dia todo. Não havia mais barreiras. Só a promessa do toque, do calor, do tabu prestes a se consumar.

Nossa, primo — disse, minha voz um sussurro carregado de malícia e admiração, enquanto meus olhos desciam deliberadamente para a virilha dele —. Você tem um pau muito grande, Leo.

Ele corou de repente, como se tivessem ateado fogo nas bochechas. Engoliu seco, visivelmente atordoado.

— E você… você é muito gostosa também, prima — conseguiu balbuciar, o olhar fugindo para meus seios mal. cobrindo. —Lindas? —repeti, com uma risada baixa—. Aposto que minha bunda fica muito melhor assim, de perto, sem a cortina de vapor do banheiro… ou não? —Enfrentei ele diretamente, sem dar espaço para ficção. Seu olhar se encheu de pânico por um segundo. Ele engoliu de novo, a voz trêmula. —Per… perdão. Eu não sabia, prima. Foi um acidente mesmo, eu só… ouvi o barulho e pensei que… —ele começou a soltar uma enxurrada de desculpas nervosas, as mãos se mexendo sem rumo. Não deixei ele terminar. Dei um passo à frente, calando a boca dele com minha proximidade. Agora estávamos a apenas um centímetro de distância. E senti, duro e insistente, pressionando contra o tecido fino do meu fio vermelho e meu abdômen. A evidência física do desejo dele, apesar das palavras de desculpa, era inegável e deliciosamente grande. —Shhh —sibilei, aproximando meus lábios dos dele, meu hálito se misturando ao dele, que era rápido e quente—. Cala a boca. Não quero desculpas. Meus olhos se cravaram nos dele, verdes e cheios de confusão e uma luxúria que já não podia conter. —A única coisa que quero saber —continuei, baixando a voz até torná-la um roçar sensual, enquanto uma das minhas mãos deslizava pelo peito dele— é quão fundo essa sua rola chega… dentro de mim. Os olhos dele se arregalaram completamente, uma mistura de choque e desejo puro brilhando neles. Não houve mais palavras. Fechando a distância final, capturei os lábios dele com os meus. Não foi um beijo terno ou exploratório. Foi apaixonado, urgente, carregado de toda a tensão do dia, do voyeurismo do banheiro, dos toques na cozinha, da minha provocação. Abri minha boca, convidando, exigindo. No começo ele ficou rígido, paralisado pelo impacto, mas então algo se quebrou dentro dele. Um grunhido baixo saiu de sua garganta e ele respondeu ao beijo com a mesma intensidade. Suas mãos, desajeitadas mas fortes, encontraram meus quadris e me prenderam contra ele, apertando de um jeito que senti todo o comprimento da ereção dele. esfregando-se contra mim. Minha própria língua se enredou com a dele, saboreando o gosto de café e desejo proibido. Beijei como se fosse a última vez, com as unhas cravando levemente nas costas dele através da camiseta, puxando-o para mais perto, apagando qualquer última ilusão de inocência ou acidente.

Mas eu não queria apenas beijos. Quebrei o contato bruscamente, deixando-o ofegante. Seus lábios estavam inchados, seus olhos vidrados.

Sem dizer uma palavra, desci da minha posição em frente a ele. Ajoelhei-me no chão frio da cozinha, bem entre suas pernas, que ele abriu instintivamente. Minhas mãos encontraram o botão do jeans dele e, com movimentos rápidos e seguros, desabotoei e abaixei o zíper. Sua cueca, encharcada de pré-gozo, ofereceu pouca resistência. Afastei-a, e seu pau saltou na minha direção, imponente, pulsando no ar.

Era ainda mais impressionante de perto. Os 17 centímetros de comprimento eram uma coisa, mas a grossura era desafiadora. A cabeça, de uma cor roxa intensa, já brilhava úmida. Um fio de líquido transparente conectava a ponta ao púbis dele.

—Meu Deus — sussurrei, mais para mim do que para ele, antes de lamber lentamente aquela gota de líquido pré-seminal. Era salgado, masculino, excitante.

Então, sem mais delongas, envolvi os lábios em volta da ponta. Ele gemeu, um som gutural que saiu do mais profundo dele. Comecei a chupar, usando minha língua para massagear a cabeça sensível, minhas mãos acariciando a base e seus testículos. Seus gemidos ficaram mais fortes, seus dedos se enredaram com mais força no meu cabelo, não me guiando, mas agarrando-se como a um salva-vidas.Ano novo—Assim… assim, prima… porra… —ele ofegava.

Eu queria dar mais. Levei mais dele na minha boca, descendo pelo seu tronco, mas a grossura era um desafio. Minhas bochechas afundavam tentando acomodá-lo. Chegou um ponto em que, apesar do meu esforço, não conseguia levar mais sem me engasgar. A parte de trás da minha garganta roçava a ponta. Tentei descer um pouco mais, forçando, e desencadeei um reflexo involuntário.

Argh! Um engasgo seco e úmido me sacudiu. Saí tossindo por um instante, com os olhos marejados, um fio de saliva conectando meus lábios ao seu pau agora brilhante.

—Desculpa —consegui dizer, com a voz rouca.

Mas o Leo não parecia irritado. Pelo contrário. Sua expressão era de puro êxtase. —Não… não para… por favor —suplicou, ofegante.

Aquela súplica me deixou ainda mais excitada. Voltei à carga, com determinação. Dessa vez não tentei engolir tudo de uma vez. Em vez disso, usei minhas mãos. Enrolei um punho em volta da base que minha boca não conseguia cobrir, sincronizando os movimentos. Subia e descia minha cabeça, chupando com força a parte que cabia, enquanto meu punho subia e descia pelo resto, espalhando sua própria umidade. O som era obsceno, molhado, o dos meus esforços e dos seus gemidos incontroláveis. Cada vez que a ponta roçava minha garganta e provocava outro leve engasgo, ele rosnava mais alto, seus quadris começavam a empurrar suavemente, buscando mais profundidade.

Ele estava perdendo o controle, e eu estava ali, de joelhos na cozinha da minha casa, com minha família a poucos metros de distância, sendo a razão de cada um daqueles sons. Era o poder mais intoxicante que eu já tinha sentido. E eu mal estava começando.

Depois de encher o pau dele com minha saliva, saboreando seu tamanho e textura, me levantei. Não disse nada. Só peguei sua mão e o guiei até a cama. Com um olhar que não deixava margem para dúvidas, me coloquei de quatro, apoiando-me nos cotovelos. Arqueei as costas o máximo que pude, apresentando a ele minha bunda, me oferecendo. A fina tira da calcinha vermelha, encharcada agora, ele afundava como uma marca entre meus lábios, que estavam completamente abertos e palpitantes.

—Vem —sussurrei, movendo os quadris num círculo lento e obsceno—. Estou te esperando.Ceia de Ano NovoLeo, ainda com aquela mistura de nervosismo e luxúria transbordante, se aproximou. Ajoelhou-se atrás de mim. Senti o calor do corpo dele primeiro, depois a ponta do pau dele, enorme e encharcada, tateando à procura da entrada. Riscou meus lábios, deslizando para cima e para baixo, me molhando ainda mais com o pré-gozo dele e minha saliva, me torturando com a fricção bem onde eu mais precisava.

—Ai, Deus… — gemeu, enterrando o rosto nos lençóis —. Não me torture, Leo. Mete. Mete logo.

Essa foi a ordem que quebrou sua última reserva. Com um grunhido baixo, mais animal que humano, agarrou meus quadris com força e empurrou.

O pau dele, tão grosso que quase senti que me abria em dois, entrou de uma vez, me enchendo por completo até o fundo. Um grito abafado, gutural, escapou da minha garganta.

—Ah, porra! — gritei, sem conseguir conter —. Isso! Assim!

Ele ficou parado por um segundo, como tonto com a sensação, com o quão apertado e quente eu estava.

—Você… gostou? — perguntou, com a voz falhando pelo esforço.

—Adorei — ofeguei, empurrando meus quadris para trás contra ele —. Você está enorme… me enche todinha. Agora vai, primo. Me fode.

Ele obedeceu. Começou a bombear, primeiro com movimentos desajeitados e rápidos, mas que logo encontraram um ritmo profundo e devastador. Cada investida fazia meu corpo estremecer, meus peitos balançarem e um novo gemido sair dos meus lábios.vadia—Isso, aí! —gritei quando ele achou um ângulo que esfregou num ponto interno que me fez ver estrelas —. Não para!

—Ângela… —ele gemeu atrás de mim, as mãos apertando meus quadris com mais força —. Você está tão apertada… tão quente…

—E você gosta? —perguntei, virando a cabeça para olhá-lo entre ofegos —. Gosta de foder sua prima?

—Sim! —ele gritou, e o ritmo dele ficou mais frenético, mais possessivo —. Sim, eu adoro! Você é… você é incrível.

Os gemidos se misturaram com o som úmido dos nossos corpos batendo, com o rangido da cama. Não havia mais vergonha, só pura necessidade. Ele me fodia como se tivesse esperado a vida toda por esse momento, e eu o recebia como se ele fosse o único homem do mundo que podia saciar essa fome nova e feroz que eu tinha descoberto.

—Eu vou… vou gozar —ele avisou, com os dentes cerrados.

—Dentro —ordenei, sem pensar duas vezes —. Goza dentro, Léo. Me dá tudo.

Essa última frase foi a perdição dele. Com um gemido longo e trêmulo, ele afundou até o fundo e ficou rígido. Senti o jato quente da porra dele me enchendo, uma onda atrás da outra, enquanto os quadris dele tremiam contra os meus. A sensação me levou à beira também, e com mais algumas esfregadas do corpo dele contra o meu, eu explodi num orgasmo que me deixou tremendo e sem ar, desabando na cama com ele em cima de mim, ambos cobertos de suor e ofegando no escuro.

Léo não parou. Continuou metendo o pau dentro de mim com uma força que tirava o fôlego, cada enfiada mais funda, mais possessiva. As mãos dele agarravam meus quadris com tanta força que com certeza iam deixar hematomas, mas eu adorava. Sentia o choque dos ossos dele contra os meus, o som úmido e obsceno dos nossos corpos batendo, os gemidos roucos dele no meu ouvido. Era exatamente o que eu tinha querido, o que minha fantasia mais pervertida precisava: que me fodessem sem contemplações, que me usassem.

—Isso, assim, forte, mais forte! —eu ofegava para ele, cravando as unhas nas costas.

E então eu senti. Um tremor profundo que percorreu todo o corpo dele, o pau dele pulsou violentamente dentro de mim, e um jato de porra quente encheu minha buceta. Uma onda de prazer tão intensa que me fez gemer baixinho, arqueando-me contra ele.

—Meu Deus… que delícia —suspirei, quase sem fôlego, sentindo a porra quente dele começar a escorrer pelas minhas coxas.

Leo desabou sobre mim, todo o peso dele em cima, ofegante como se tivesse corrido uma maratão. Depois rolou para o lado, caindo de costas na cama, completamente exausto.

—Isso… isso foi incrível —murmurou, passando um braço pela testa suada. Depois, uma sombra de preocupação cruzou o rosto dele—. Espero que… que ninguém tenha nos ouvido.

Eu me deitei de lado junto a ele, apoiando a cabeça no peito dele, que subia e descia rapidamente.rabao—Não se preocupe —disse, traçando círculos na pele dele com um dedo—. Com o barulho da música e da festa, ninguém ouviu nada.

Dei-lhe um beijo lento e molhado nos lábios, saboreando nosso suor misturado. Depois me levantei, sentindo o sêmen dele escorrer pelas minhas pernas. Uma sensação deliciosamente suja.

—Vou me certificar de que está tudo bem —disse, pegando minha camisola do chão e envolvendo-me nela sem me preocupar em cobrir nada.

Saí do meu quarto e deslizei silenciosamente pelo corredor até o topo da escada. Dali, tinha uma vista clara da sala de estar, agora iluminada apenas pelas luzes da árvore de Natal e pela tela escura da televisão.

E o que vi congelou o sorriso nos meus lábios, não por surpresa, mas por uma confirmação perversa.

Ali, no grande sofá de couro, estava minha mãe. Montada em cima do meu tio Tomás, movendo-se com um ritmo lento e sensual, as costas arqueadas, os seios à mostra. Meu tio tinha as mãos agarrando suas nádegas, ajudando-a a cada movimento. E ao lado, sentado numa poltrona, estava meu pai, Roberto. Não dormindo. Não indiferente. Estava ali, completamente nu também, com uma expressão de intensa concentração no rosto, encarando fixamente como sua esposa dava para seu cunhado. E ajoelhada entre suas pernas, estava minha tia Laura, a mãe do Leo, com a cabeça movendo-se para cima e para baixo, chupando o pau ereto do meu pai com dedicação.

Uma risada silenciosa sacudiu-me por dentro. "Esses pervertidos", pensei, sem um pingo de julgamento, apenas com um reconhecimento cúmplice. O círculo estava completo. Minha aventura com o Leo não era uma anomalia. Era apenas a ponta mais jovem do iceberg. Era o verdadeiro espírito natalino desta família.

Sorri, genuinamente divertida, e me retirei sem fazer barulho.

Voltei ao meu quarto. Leo já estava sentado na cama, recostado na cabeceira, ainda nu. Seu pau, agora flácido, pendia entre suas pernas. mas mesmo em repouso, parecia grande, promissor.

— Tudo bem? — perguntou, com um traço de ansiedade ainda.

Me aproximei da cama com um sorriso lento e perigoso.

— Tá mais do que bem, primo — falei, minha voz um sussurro carregado de intenções —. Você não devia se preocupar se alguém nos ouviu… — Comecei a engatinhar pela cama até ele, mexendo os quadris de forma exagerada —. Devia se preocupar com outra coisa.

— Com o quê? — perguntou ele, seus olhos seguindo cada um dos meus movimentos.

Cheguei entre as pernas dele. Olhei direto nos seus olhos.

— Com me deixar satisfeita a noite toda — disse, e sem desviar o olhar, abaixei a cabeça.

Minha boca encontrou seu pau ainda sensível. Estava macio, quente, e ainda cheirava a sexo e a mim. Beijei suavemente, primeiro a ponta, depois ao longo do tronco. Senti ele começar a pulsar sob meus lábios. Abri a boca e lentamente, levei a cabeça entre meus lábios, chupando com suavidade, saboreando os restos do nosso encontro.

Um gemido profundo escapou da garganta do Leo. Suas mãos se enterraram no meu cabelo, não para me guiar, mas como se precisasse se agarrar a algo. Eu só sorri, com seu membro entre meus lábios, e continuei, decidida a acordar de novo a fera que tinha começado a domar. A noite era longa, e minha família… bem, minha família claramente não ia nos interromper.incestoO resto da noite, depois que todo mundo foi dormir, foi… uma loucura. Não foi só uma vez. Foi como se o Leo, depois de se soltar, não conseguisse parar. E eu, pra falar a verdade, também não queria.

Começou meio desajeitado, na minha cama, com aqueles beijos urgentes e desesperados. Mas eu ensinei. Falei o que eu gostava, como eu gostava. E ele aprendeu rápido, meu Deus, que rápido.

A primeira vez foi por cima dele, cavalgando. Eu queria ter o controle, ver o rosto dele enquanto ele entrava em mim. Ele estava tão grande e tão duro que me fez gemer baixinho quando ele enfiou tudo. Eu mexi devagar no começo, depois mais rápido, e quando senti o corpo dele todo se tensionar e começar a tremer, me inclinei e mordi o pescoço dele. "Goza dentro, primo", sussurrei no ouvido dele. E ele gozou. Um jato quente que me encheu por dentro e me fez gozar também, me contorcendo em cima dele.primaDepois, quando já havíamos descansado um pouco e estávamos excitados de novo, virei de costas. Fiquei de quatro e ofereci minha bunda pra ele. Ele não hesitou. Me agarrou pelos quadris e me esmagou contra a parede a cada enfiada. Essa foi a vez das minhas nádegas. "No cu, Leo, me pinta", ofeguei. E o porco gozou de novo, deixando minha pele branca cheia do sêmen quente dele.

Mas não bastava. Queria provar. Então empurrei ele pra deitar e, sem dizer nada, deslizei entre suas pernas. Aquele pau enorme e ainda molhado se erguia na minha frente. Levei ele inteiro pra boca, chupando como se fosse um sorvete. O gosto era salgado e a nós. Ele gemeu e enterrou os dedos no meu cabelo, empurrando sem querer. Ele adorou. E quando começou a gemer mais alto, apertei e acelerei. "Na boca", foi tudo que disse. E ele explodiu, enchendo minha garganta até eu engolir tudo.

Assim continuamos, trocando de posição, experimentando, rindo baixinho. No sofá do meu quarto, comigo sentada no colo dele. De lado na cama, com as pernas dele entrelaçadas nas minhas. Cada vez que ele gozava, onde quer que fosse, eu sentia que ganhava. Era meu troféu, minha prova de que isso estava acontecendo, de que eu tinha esse poder sobre ele.

Dormimos só Deus sabe a que horas, quando o céu começava a clarear. Estávamos uma bagunça, suados, grudados, totalmente pelados e com os lençóis revirados.

Ao acordar, a luz do dia já entrava forte pela janela. Meu corpo doía todo, mas de um jeito bom. Me mexi um pouco e senti o Leo respirando fundo ao meu lado. Depois, o atrito inconfundível: o pau dele, de novo duro como pedra, pressionando contra minha coxa. O garoto tinha uma energia inesgotável.

Abri um olho. Ele também estava acordado, me olhando com aqueles olhos verdes cheios de espanto e de um desejo que não tentava mais esconder.

Um sorriso lento se desenhou nos meus lábios, que ainda doíam um pouco.

— Bom… feliz ano novo. Primo" — falei, minha voz rouca pela noite e por tudo que havíamos feito.

E sem esperar resposta, deslizei sob os lençóis, descendo pelo corpo dele, e voltei a pegar com meus lábios esse pau que já parecia ser meu. Ele gemeu, e suas mãos se encontraram novamente no meu cabelo.

O primeiro dia do ano começava igual à noite havia terminado: com o gosto proibido do meu primo na minha boca.Familia


🎆✨ FELIZ ANO NOVO, FAMÍLIA DE LEITORES! ✨🎆


O próximo ano promete... e muito. Mais tensão, mais sedução, mais segredos de família revelados e mais dinâmicas que vão acelerar o coração. Temos um monte de ideias proibidas no forno!
Então não saiam daí, me sigam, deixem comentários e pontos


Nos vemos em 2026! 🖤

5 comentários - Ceia de Ano Novo