Estamos numa tarde com dois dos meus amigos, Juan e Santiago, no apartamento do Santiago. Santiago — Eu, o Ángel, me convidou pro aniversário dele hoje à noite, vai ser num restaurante chamado Ribs al Río, em Palermo Soho. A festa vai bombar, vai estar cheio de famosas muito gostosas. Juan — Pra mim também mandou o convite, eu vou curtir pra caralho, aquele restaurante hoje vai estar lotado. Franco — Tô com inveja de vocês, amigos, não tenho essa vida social com famosos, só conheço vocês mesmo (risada). Santiago — Você vai com a gente e vai bater uma punheta quando sair dessa festa de ver tanta famosa vestida de puta. Juan e Santiago começaram a rir. Franco — Então vamos, só de olhar pra essas vadias... Nós três começamos a rir. Chegou a hora de ir pro aniversário do Ángel. Santiago passou me buscar no carro dele no meu apartamento, onde já morava sozinho há 2 anos, e seguimos viagem pra festa naquele restaurante em Palermo. Era com lista de entrada, um lugar bem chique e luxuoso, com segurança e tudo.
Franco - que merda, Santy. Você disse que iam me deixar passar, enquanto eu via os famosos conhecidos da TV e daquela vida social de luxo entrando no restaurante.
Santiago - deixa comigo, eu falo com o Ángel, ele é meu amigo. Ele foi até a entrada.
Franco ficou parado atrás, vendo as famosas todas gostosas e algumas com seus maridos. Santiago fez um sinal com a mão e a gente passou pras mesas. Um ambiente bem tranquilo, cada um no seu lugar comendo de boa, até que encontramos o Juan no banheiro.
Juan - Eu só cheguei e, quando esse cara entrou falando do meu Franco, Santiago - Não, eu falei que era meu primo que veio de férias pra ficar comigo no meu apê e deixaram ele passar. Aí começamos a cheirar umas carreiras de cocaína e voltamos pros nossos lugares.
Franco - Isso aqui é um saco, tô rindo. Santiago - Para, já vai descontar tudo, já vai ver. Viu aquela puta da Luciana como tá vestida? Não fode, aquela vagabunda. Juan - A gostosa mesmo é a Cinthia, mas se juntou com um otário. O bom é que ela não veio hoje, tá sozinha caçando pica e a gente começou a rir. Na mesa na nossa frente estavam a Lourdes com o marido dela, Pablo, os dois discutindo. Eu já tava desconfiando disso, e na hora eu senti que ela tava me seguindo com o olhar. E você, Frank, qual de todas você pegava? Falaram entre os dois. Franco - Todas, tão uma delícia, enquanto eu olhava e observava a Lourdes discutindo com o corno do marido dela.
As mulheres começaram a parar pra dançar pro Ángel e aproveitar pra tirar fotos com a câmera que tava de plantão naquela noite. Todas passavam, dançavam com drinks na mão. Juan e Santiago também entraram no grupinho, e eu fui pro banheiro pra cheirar uma carreira e mijar também. Cruzei um corredor e vi Lourdes discutindo com Pablo, mas não escutei nada porque entrei no banheiro masculino. Quando saí, eles já tinham sumido. Fui em direção à mesa, enquanto o Santiago fazia sinal pra eu ir com eles. Nisso, vi o Pablo conversando com o Marcelo na porta do restaurante. Não dei bola, fui até o Santiago e o Juan, que estavam com um grupinho — não sabia quem era, não dava pra distinguir com as luzes. Já eram umas 2 da manhã e, no meio da bagunça do povo dançando na pista, vejo a Lourdes rebolando a raba igual uma puta que adora ser comida. Tava com a Cinthia, se acabando de rir, as duas dançando muito sexy — ou putas, digamos.
Assim que vi bem aquelas vadias, a pica ficou duríssima. Eu tava de legging preta e uma camisa branca colada no corpo, elas estavam com umas roupas bem curtinhas, o que não ajudava em nada pra eu disfarçar. Naquela hora, quis sair do meio da pista onde a gente tava dançando e olhando, pra ir no banheiro mijar de novo, pra ver se assim a pica baixava um pouco, porque tava aparecendo na legging. E quando tô saindo do meio,
Tô com ela no colo e sem querer encosto a pica toda dura na bunda dela, segurando ela pela cintura pra não derrubar no chão depois do tranco que dei na Lourdes. Nessa hora, ela vira, tira minhas mãos da cintura dela e fica me encarando (e eu pensando: "vai vir o tapa na cara e o segurança vai me expulsar na porrada"), mas não, a Lourdes fica me olhando, ainda segurando minhas mãos, e fala: "ME DESCULPA, não te vi.
Na hora, fiquei surpreso e fiquei todo vermelho. Segui em frente sem falar nada, entrei no banheiro pensando: "Que vacilo que dei naquela gata, ela é linda demais, pena que tá com o marido". Saindo do banheiro, fui pra fora porque não dava pra fumar lá dentro. Lá fora era tipo um pátio com sofás, e tinha um monte de gente conversando. Eu me apoiei na grade que dava pra fora do restaurante e acendi um cigarro. Enquanto fumava, vi que Pablo, o marido da Lourdes, entrou num carro. E nisso, fiquei pensando na sequência do que tinha rolado lá dentro com a Lourdes... Cinco minutos depois, vejo ela saindo no balcão — na verdade era mais um pátio — e percebo que ela vem na minha direção. Nesses microssegundos, fiquei pensando: "Que merda eu falo pra me sair bem depois desse vacilo que dei na pista?" A Lourdes se aproxima e me diz:
Lourdes - Você encostou o pau inteiro na minha bunda, seu idiota (em tom de brincadeira e rindo, já meio alta por causa dos drinks que tomou)
Franco - Uuh, desculpa, foi sem querer. Tava morrendo de vontade de ir no banheiro e acabei esbarrando em tudo, foi mal se te acertei. E então, por que você pediu desculpas pra mim??
Lourdes - Rindo, se apoia no corrimão do meu lado. Era pra você não ser expulso pelos seguranças, seu idiota. Se eu reclamasse, eles te jogavam na porrada pra fora.
Franco - Rindo, sem conseguir tirar os olhos dela. Uuh, beleza, então valeu. Tô te devendo um drink por não ter me tirado da festa.
Lourdes - então tá, vou tomar esse gole logo, tenho que aproveitar porque meu marido ficou puto porque eu tava dançando e bebendo. Não é minha culpa se ele não gosta, acho que já foi pra nossa casa, mas não sei como, porque eu tô com a chave do carro. E aí, vamos dançar? Ou você não sabe dançar, já que tá aí fora?
Franco - não, saí pra fumar um cigarro, já ia voltar pra dançar com meus amigos. E bom, vamos, já que você me convidou.
Aí entramos os dois e fomos direto pro balcão, pedimos uns drinks. E Lourdes, me pegando pela mão, fala: "vem, vamos pro meio dançar". Comecei a ver umas minas gostosas se acabando de tão boas que eram. Nisso, eu tava meio duro e um pouco alterado pelos drinks que tomei, e naquele momento comecei a me tocar do que tava rolando. Lourdes, toda bêbada, rebolando a bunda no meu pau, eu parado. E ainda por cima ela que tava me dançando, e eu paradão. Falei: "aqui é a minha vez".
Questão: Lourdes já tava meio bêbada. E entre conversa, apalpada e encostada, a gente começou a se beijar quente, os dois. Questão: eu começo a descer a mão e aperto as duas nádegas dela, e ela se afasta pra trás, se soltando. Aí ela ficou meio na defensiva. Eu, por dentro, queria me matar. Comecei a viajar na minha cabeça e pensei: "perdi, fiz merda, devia ter ido mais devagar".
Questão: continuamos dançando, e os drinks já tavam fazendo mais efeito nos dois. E nisso, Lourdes se joga em cima de mim e a gente começa a se beijar de novo, violentamente. Eu, na defensiva, com as mãos na cintura dela, pensando comigo mesmo: "como é que eu faço pra levar essa mina milf divina?" (eu tava com o apartamento sozinho onde tava hospedado).
Questão: ela já tava ficando super atrevida, a mina, e começa a passar a mão no meu pau, que tava apertado na calça jeans. Deixou ele mais duro ainda. E eu falei: "já era", e comecei a apalpar ela também, metendo a mão na buceta dela, apertando por cima da calça preta que ela tava usando, no meio da pista. Já era umas... 4:30 da manhã e eu encarei ela e falei. Franco - chego perto do ouvido dela e falo: vamos pra outro lugar? se você quiser, beijando o pescoço dela. Lourdes - pra onde você quer me levar? seu atrevido, rindo da bêbada que ela tava. Franco - pro meu apartamento, se você quiser, moro sozinho, enquanto passava a mão na bunda dela. Lourdes - qual é a sua? eu tenho o carro, mas não sei se consigo dirigir nesse estado. vamos, se você dirigir, e começamos a nos beijar de novo. Franco - uns amigos me trouxeram e, bom, eu sei dirigir assim, não faz merda, rindo, ela não parava de morder meu lábio enquanto apertava minha rola com a mãozinha dela e murmurando dizia que grande que esse cara tem. e assim nós dois já estávamos saindo do restaurante e na porta encontrei uns famosos que me caíram mal de cara, além de serem uns tarados do caralho, num nível extremo. Então peguei e, na frente deles, dei um tapa na bunda da Lourdes que deve ter ouvido a umas 5 quadras, ela me fala: idiota, espera a gente chegar no seu apartamento, pegando na minha mão e indo pro carro dela, e me dá a chave pra eu dirigir e fomos pro meu apartamento que era bem longe. Lourdes começou a desabotoar minha calça e minha rola saiu bem dura de tanto que ela me provocou na festa, e aí ela começou a me bater uma punheta, falava que delícia de pau que você tem, posso chupar até a gente chegar? por que não, falei, ela começou a chupar que nem uma louca, parei umas quadras antes de chegar, ela falou: já chegamos? não, meu amor, quero te comer, não aguento mais, rindo, Lourdes não para até a gente chegar, só aí, tirando sarro de mim.

Lourdes me fala pra gente comprar umas bebidas por aí, tô com uma sede danada, limpando a boca da porra que ela tirou de mim. Eu na minha mente xingava pra caralho, questão. Compramos um pack de Heineken em lata, e subimos no carro nós dois. No caminho, ela fala: "Como é que eu cortei teu barato?" e começa a rir. Eu também rio pra não esfriar o clima, e na minha mente eu pensava: (já vai ver quando a gente chegar, puta de merda, a foda que eu vou te dar).
Chegamos no apartamento, tivemos que subir 4 andares de elevador. Não deu nem tempo, já começamos a nos agarrar e nos beijar. Quando chegamos no andar e entramos no apê, fui direto pro sofá e ela se jogou em cima de mim igual uma louca, arrancando minha camisa enquanto eu tirava minha calça jeans. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar minha pica como uma desvairada, fazendo garganta profunda, a pica de 24 centímetros, bem grossa, entrava toda na boca dela até ela se engasgar. Eu batia com a pica na cara da Lourdes. Ficamos uns 5 minutos nessa, ela chupando minha pica sem parar. Tirei a blusa dela e abaixei a calça que ela tava usando, joguei ela no sofá de bruços e comecei a encher a bunda dela de tapas, deixei o rabo todo vermelho enquanto ela gritava igual uma puta. Abri as nádegas dela, comecei a chupar e esfregar o clitóris enquanto ela mordia a almofada do sofá. Comecei a enfiar uns dedos na buceta dela, ela gritava "não, por aí não, por favor, aaaah, Deus, aaaaaaah", dizia.
Levanto ela nos ombros como um saco de batata, sem problema nenhum. Levei ela pro quarto enquanto dava tapas na bunda dela, ela gritava que nem uma louca: "Cara, me larga, para de bater assim!" Eu só ria.

Chegamos no quarto, joguei ela na cama e falei: "Agora chupa bem minha pica, sua puta de merda", enquanto puxava ela pelo cabelo e dava um tapa na cara dela com tudo. Ela me olhou e começou a chupar minha pica, me encarando enquanto eu a fazia sufocar, tampando o nariz dela pra não respirar. Fiquei assim uns 5 minutos, mais ou menos, e minha pica já não aguentava mais de tão dura que tava a cabeça. Peguei ela pelo pescoço, fiz ela parar e joguei de novo na cama, colocando ela de quatro com a raba empinada. Comecei a esfregar a cabeça da minha pica no cu dela até penetrar analmente, e comecei a bombar com tudo. Fiquei uns 15 minutos assim, ela chorando com cada estocada que eu dava naquele cuzinho apertado dela.

Até que eu a coloco em cima de mim, enfiando na buceta dela, e a Lourdes começou a se mexer enquanto eu abria as nádegas dela. Umas 7 minutos mais ou menos, eu tiro da buceta dela, fazendo com que ela se ajoelhe no chão, e meto a pica na boca dela enquanto apertava a garganta dela com uma mão e com a outra dava tapas na cara dela. E assim fiz ela engolir todo o meu esperma, e saiu jorrando como nunca.
No banho, os dois tivemos um orgasmo do caralho, já não aguentávamos mais de tanto que a gente trepou. Peguei ela pela mão, levei pro banheiro e entramos no chuveiro. Quando saímos, a Lourdes foi pra cama e eu fui na cozinha, voltei com uma lata. Ela tava dormindo pelada na minha cama, deitei do lado dela e a gente dormiu junto.
Franco - que merda, Santy. Você disse que iam me deixar passar, enquanto eu via os famosos conhecidos da TV e daquela vida social de luxo entrando no restaurante. Santiago - deixa comigo, eu falo com o Ángel, ele é meu amigo. Ele foi até a entrada.
Franco ficou parado atrás, vendo as famosas todas gostosas e algumas com seus maridos. Santiago fez um sinal com a mão e a gente passou pras mesas. Um ambiente bem tranquilo, cada um no seu lugar comendo de boa, até que encontramos o Juan no banheiro.
Juan - Eu só cheguei e, quando esse cara entrou falando do meu Franco, Santiago - Não, eu falei que era meu primo que veio de férias pra ficar comigo no meu apê e deixaram ele passar. Aí começamos a cheirar umas carreiras de cocaína e voltamos pros nossos lugares.
Franco - Isso aqui é um saco, tô rindo. Santiago - Para, já vai descontar tudo, já vai ver. Viu aquela puta da Luciana como tá vestida? Não fode, aquela vagabunda. Juan - A gostosa mesmo é a Cinthia, mas se juntou com um otário. O bom é que ela não veio hoje, tá sozinha caçando pica e a gente começou a rir. Na mesa na nossa frente estavam a Lourdes com o marido dela, Pablo, os dois discutindo. Eu já tava desconfiando disso, e na hora eu senti que ela tava me seguindo com o olhar. E você, Frank, qual de todas você pegava? Falaram entre os dois. Franco - Todas, tão uma delícia, enquanto eu olhava e observava a Lourdes discutindo com o corno do marido dela.
As mulheres começaram a parar pra dançar pro Ángel e aproveitar pra tirar fotos com a câmera que tava de plantão naquela noite. Todas passavam, dançavam com drinks na mão. Juan e Santiago também entraram no grupinho, e eu fui pro banheiro pra cheirar uma carreira e mijar também. Cruzei um corredor e vi Lourdes discutindo com Pablo, mas não escutei nada porque entrei no banheiro masculino. Quando saí, eles já tinham sumido. Fui em direção à mesa, enquanto o Santiago fazia sinal pra eu ir com eles. Nisso, vi o Pablo conversando com o Marcelo na porta do restaurante. Não dei bola, fui até o Santiago e o Juan, que estavam com um grupinho — não sabia quem era, não dava pra distinguir com as luzes. Já eram umas 2 da manhã e, no meio da bagunça do povo dançando na pista, vejo a Lourdes rebolando a raba igual uma puta que adora ser comida. Tava com a Cinthia, se acabando de rir, as duas dançando muito sexy — ou putas, digamos.
Assim que vi bem aquelas vadias, a pica ficou duríssima. Eu tava de legging preta e uma camisa branca colada no corpo, elas estavam com umas roupas bem curtinhas, o que não ajudava em nada pra eu disfarçar. Naquela hora, quis sair do meio da pista onde a gente tava dançando e olhando, pra ir no banheiro mijar de novo, pra ver se assim a pica baixava um pouco, porque tava aparecendo na legging. E quando tô saindo do meio,
Tô com ela no colo e sem querer encosto a pica toda dura na bunda dela, segurando ela pela cintura pra não derrubar no chão depois do tranco que dei na Lourdes. Nessa hora, ela vira, tira minhas mãos da cintura dela e fica me encarando (e eu pensando: "vai vir o tapa na cara e o segurança vai me expulsar na porrada"), mas não, a Lourdes fica me olhando, ainda segurando minhas mãos, e fala: "ME DESCULPA, não te vi.
Na hora, fiquei surpreso e fiquei todo vermelho. Segui em frente sem falar nada, entrei no banheiro pensando: "Que vacilo que dei naquela gata, ela é linda demais, pena que tá com o marido". Saindo do banheiro, fui pra fora porque não dava pra fumar lá dentro. Lá fora era tipo um pátio com sofás, e tinha um monte de gente conversando. Eu me apoiei na grade que dava pra fora do restaurante e acendi um cigarro. Enquanto fumava, vi que Pablo, o marido da Lourdes, entrou num carro. E nisso, fiquei pensando na sequência do que tinha rolado lá dentro com a Lourdes... Cinco minutos depois, vejo ela saindo no balcão — na verdade era mais um pátio — e percebo que ela vem na minha direção. Nesses microssegundos, fiquei pensando: "Que merda eu falo pra me sair bem depois desse vacilo que dei na pista?" A Lourdes se aproxima e me diz:
Lourdes - Você encostou o pau inteiro na minha bunda, seu idiota (em tom de brincadeira e rindo, já meio alta por causa dos drinks que tomou)Franco - Uuh, desculpa, foi sem querer. Tava morrendo de vontade de ir no banheiro e acabei esbarrando em tudo, foi mal se te acertei. E então, por que você pediu desculpas pra mim??
Lourdes - Rindo, se apoia no corrimão do meu lado. Era pra você não ser expulso pelos seguranças, seu idiota. Se eu reclamasse, eles te jogavam na porrada pra fora.
Franco - Rindo, sem conseguir tirar os olhos dela. Uuh, beleza, então valeu. Tô te devendo um drink por não ter me tirado da festa.
Lourdes - então tá, vou tomar esse gole logo, tenho que aproveitar porque meu marido ficou puto porque eu tava dançando e bebendo. Não é minha culpa se ele não gosta, acho que já foi pra nossa casa, mas não sei como, porque eu tô com a chave do carro. E aí, vamos dançar? Ou você não sabe dançar, já que tá aí fora? Franco - não, saí pra fumar um cigarro, já ia voltar pra dançar com meus amigos. E bom, vamos, já que você me convidou.
Aí entramos os dois e fomos direto pro balcão, pedimos uns drinks. E Lourdes, me pegando pela mão, fala: "vem, vamos pro meio dançar". Comecei a ver umas minas gostosas se acabando de tão boas que eram. Nisso, eu tava meio duro e um pouco alterado pelos drinks que tomei, e naquele momento comecei a me tocar do que tava rolando. Lourdes, toda bêbada, rebolando a bunda no meu pau, eu parado. E ainda por cima ela que tava me dançando, e eu paradão. Falei: "aqui é a minha vez".
Questão: Lourdes já tava meio bêbada. E entre conversa, apalpada e encostada, a gente começou a se beijar quente, os dois. Questão: eu começo a descer a mão e aperto as duas nádegas dela, e ela se afasta pra trás, se soltando. Aí ela ficou meio na defensiva. Eu, por dentro, queria me matar. Comecei a viajar na minha cabeça e pensei: "perdi, fiz merda, devia ter ido mais devagar".
Questão: continuamos dançando, e os drinks já tavam fazendo mais efeito nos dois. E nisso, Lourdes se joga em cima de mim e a gente começa a se beijar de novo, violentamente. Eu, na defensiva, com as mãos na cintura dela, pensando comigo mesmo: "como é que eu faço pra levar essa mina milf divina?" (eu tava com o apartamento sozinho onde tava hospedado).
Questão: ela já tava ficando super atrevida, a mina, e começa a passar a mão no meu pau, que tava apertado na calça jeans. Deixou ele mais duro ainda. E eu falei: "já era", e comecei a apalpar ela também, metendo a mão na buceta dela, apertando por cima da calça preta que ela tava usando, no meio da pista. Já era umas... 4:30 da manhã e eu encarei ela e falei. Franco - chego perto do ouvido dela e falo: vamos pra outro lugar? se você quiser, beijando o pescoço dela. Lourdes - pra onde você quer me levar? seu atrevido, rindo da bêbada que ela tava. Franco - pro meu apartamento, se você quiser, moro sozinho, enquanto passava a mão na bunda dela. Lourdes - qual é a sua? eu tenho o carro, mas não sei se consigo dirigir nesse estado. vamos, se você dirigir, e começamos a nos beijar de novo. Franco - uns amigos me trouxeram e, bom, eu sei dirigir assim, não faz merda, rindo, ela não parava de morder meu lábio enquanto apertava minha rola com a mãozinha dela e murmurando dizia que grande que esse cara tem. e assim nós dois já estávamos saindo do restaurante e na porta encontrei uns famosos que me caíram mal de cara, além de serem uns tarados do caralho, num nível extremo. Então peguei e, na frente deles, dei um tapa na bunda da Lourdes que deve ter ouvido a umas 5 quadras, ela me fala: idiota, espera a gente chegar no seu apartamento, pegando na minha mão e indo pro carro dela, e me dá a chave pra eu dirigir e fomos pro meu apartamento que era bem longe. Lourdes começou a desabotoar minha calça e minha rola saiu bem dura de tanto que ela me provocou na festa, e aí ela começou a me bater uma punheta, falava que delícia de pau que você tem, posso chupar até a gente chegar? por que não, falei, ela começou a chupar que nem uma louca, parei umas quadras antes de chegar, ela falou: já chegamos? não, meu amor, quero te comer, não aguento mais, rindo, Lourdes não para até a gente chegar, só aí, tirando sarro de mim.


Lourdes me fala pra gente comprar umas bebidas por aí, tô com uma sede danada, limpando a boca da porra que ela tirou de mim. Eu na minha mente xingava pra caralho, questão. Compramos um pack de Heineken em lata, e subimos no carro nós dois. No caminho, ela fala: "Como é que eu cortei teu barato?" e começa a rir. Eu também rio pra não esfriar o clima, e na minha mente eu pensava: (já vai ver quando a gente chegar, puta de merda, a foda que eu vou te dar).
Chegamos no apartamento, tivemos que subir 4 andares de elevador. Não deu nem tempo, já começamos a nos agarrar e nos beijar. Quando chegamos no andar e entramos no apê, fui direto pro sofá e ela se jogou em cima de mim igual uma louca, arrancando minha camisa enquanto eu tirava minha calça jeans. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar minha pica como uma desvairada, fazendo garganta profunda, a pica de 24 centímetros, bem grossa, entrava toda na boca dela até ela se engasgar. Eu batia com a pica na cara da Lourdes. Ficamos uns 5 minutos nessa, ela chupando minha pica sem parar. Tirei a blusa dela e abaixei a calça que ela tava usando, joguei ela no sofá de bruços e comecei a encher a bunda dela de tapas, deixei o rabo todo vermelho enquanto ela gritava igual uma puta. Abri as nádegas dela, comecei a chupar e esfregar o clitóris enquanto ela mordia a almofada do sofá. Comecei a enfiar uns dedos na buceta dela, ela gritava "não, por aí não, por favor, aaaah, Deus, aaaaaaah", dizia.
Levanto ela nos ombros como um saco de batata, sem problema nenhum. Levei ela pro quarto enquanto dava tapas na bunda dela, ela gritava que nem uma louca: "Cara, me larga, para de bater assim!" Eu só ria.

Chegamos no quarto, joguei ela na cama e falei: "Agora chupa bem minha pica, sua puta de merda", enquanto puxava ela pelo cabelo e dava um tapa na cara dela com tudo. Ela me olhou e começou a chupar minha pica, me encarando enquanto eu a fazia sufocar, tampando o nariz dela pra não respirar. Fiquei assim uns 5 minutos, mais ou menos, e minha pica já não aguentava mais de tão dura que tava a cabeça. Peguei ela pelo pescoço, fiz ela parar e joguei de novo na cama, colocando ela de quatro com a raba empinada. Comecei a esfregar a cabeça da minha pica no cu dela até penetrar analmente, e comecei a bombar com tudo. Fiquei uns 15 minutos assim, ela chorando com cada estocada que eu dava naquele cuzinho apertado dela.

Até que eu a coloco em cima de mim, enfiando na buceta dela, e a Lourdes começou a se mexer enquanto eu abria as nádegas dela. Umas 7 minutos mais ou menos, eu tiro da buceta dela, fazendo com que ela se ajoelhe no chão, e meto a pica na boca dela enquanto apertava a garganta dela com uma mão e com a outra dava tapas na cara dela. E assim fiz ela engolir todo o meu esperma, e saiu jorrando como nunca.
No banho, os dois tivemos um orgasmo do caralho, já não aguentávamos mais de tanto que a gente trepou. Peguei ela pela mão, levei pro banheiro e entramos no chuveiro. Quando saímos, a Lourdes foi pra cama e eu fui na cozinha, voltei com uma lata. Ela tava dormindo pelada na minha cama, deitei do lado dela e a gente dormiu junto.
0 comentários - En un cumpleaños de un amigo de mi amigo