Alejandro e Sabrina: Presente de Natal

Sabrina é minha prima. É aquela prima que a gente só vê de vez em quando ou em eventos de família: aniversários, formaturas, Natal, Ano Novo, essas coisas.
A última vez que vi a Sabrina.
Sabrina já não era mais a menina que eu lembrava do Ano Novo passado. O tempo tinha transformado ela numa mulher explosiva e provocadora.
A pele dela é branca, macia e radiante, destacando cada curva sob as luzes da casa.
Os peitos naturais dela cresceram, ficaram pesados, redondos e com uma firmeza que desafia qualquer decote. Mas o que mais me deixou louco foi a bunda dela: larga, bem carnuda e com um formato circular perfeito que rebola com um descarado total quando ela anda.
Tem o cabelo castanho, longo e sedoso, que usa pra emoldurar uma cara de anjo que esconde um olhar de puta sedenta por prazer.
Os lábios carnudos dela, sempre molhados, são o convite final pra entender que minha prima deixou de ser família pra se tornar a puta mais suja da minha coleção.Alejandro e Sabrina: Presente de NatalNatal na casa da minha velha é sempre a mesma coisa, meus tios bêbados e histórias repetidas.
Mas no ano passado, mais ou menos por essa época, eu tive o melhor presente de Natal de todos.
Enquanto esperava a família chegar, tava parado na sala conversando com meu primo (irmão da Sabrina) sobre o trampo.
Aí chegou a Sabrina. Ela tinha que passar entre a cadeira e eu. O espaço era mínimo, mas em vez de pedir pra eu sair, ela simplesmente se enfiou.
— Licença, Ale... — Sussurrou Sabrina com a voz angelical e um pouco safada.
Enquanto passava, Sabrina não se limitou só a passar.
Ela encostou a bunda redonda inteira na minha virilha, esfregando as nádegas no meu pau, que subiu na hora.
Senti a maciez da bunda dela no meu pau.
Eu empurrei o quadril pra frente, marcando bem o território, e ela, longe de se apressar, jogou a bunda mais pra trás, se esfregando com uma cara de pau que me deixou seco.
Ela me sorriu por cima do ombro e seguiu como se nada tivesse acontecido.
— Passa tranquila. — Falei com um sorriso de predador, enquanto meus olhos escaneavam o movimento dos quadris dela.ArgentinaAssim que todos os convidados chegaram, fomos pra fora comer.
Durante o jantar, a Sabrina sentou do meu lado.
Enquanto minha família colocava o papo em dia com os parentes que a gente só vê em ocasiões especiais — aniversários, formaturas, Ano Novo, Natal, essas coisas —
comecei a sentir algo no meu coxa que se movia em direção à minha virilha. Olhei por baixo da mesa e era a mão da Sabrina. Quase cuspi o que tava comendo.
A mão dela parou no meu pau e começou a acariciar.

— Bom, já tá na hora de abrir os presentes — falou um dos meus tios.
A Sabrina me olhou nos olhos com uma cara de puta e se levantou.
Enquanto via ela indo pra dentro de casa, fiquei hipnotizado na raba dela, no balanço do quadril. Ela virou a cabeça e me deu um sorriso.

Umas dez minutos depois.
Não conseguia acreditar no que tinha acontecido. Minha cabeça não processava o que a Sabrina tinha feito a centímetros dos nossos parentes.

— Ale, vai buscar a Sabrina — falou a mãe dela.
— Sim, tia, sem problema — respondi.

Comecei a procurar a Sabrina no térreo, no banheiro, na sala, e não achei.
Só pode estar no andar de cima, pensei.
Subi as escadas e fui procurando quarto por quarto.
Foi quando entrei no meu quarto antigo.

Lá estava ela.
Tinha tirado o vestido e vestido uma fantasia de Mamãe Noel sexy, daquele veludo vermelho que não escondia nada.
Uma lingerie vermelha que combinava perfeitamente com a fantasia que ela tava usando.Natal— O que foi, Sabrina? Sua mãe tá te procurando. Falei, trancando a porta com a chave.
— Cê gostou, Ale? É seu presente... Ela disse, se aproximando de um jeito bem gostosa.
Não aguentei mais. Peguei ela pela cintura e puxei pra perto de mim. A inocência foi pro caralho.
A gente começou a se beijar.
Sentei na beirada da cama e ela se ajoelhou no meio das minhas pernas.
Comecei a desabotoar a calça, deixando meu pau à mostra.
Ela não hesitou. Passou a língua por toda a cabeça do meu pau e depois chupou ele inteiro, descendo até a base.
Eu ouvia os barulhos dela engasgando enquanto me olhava de baixo com os olhos vidrados.primaEla tirou meu pau da boca dela. Da boca dela saía um fio de saliva que me deixava muito tesudo, e combinava perfeitamente com o olhar de puta que ela tinha naquele exato momento e com o corpo gostoso dela.
Ela subiu em cima de mim.
Sentou no meu pau e começou a cavalgar num ritmo furioso.
Da minha posição, eu via a cara de prazer dela e como os peitos dela balançavam selvagemente na minha frente.
O som da buceta molhada dela batendo nas minhas bolas era música para os meus ouvidos.NatalMe levantei e deixei ela deitada na beira da cama com as pernas abertas, apontando pro teto.
Segurei ela com uma mão na cintura e a outra numa perna, abrindo ela toda.
— Olha como entra em você, putinha. Você é toda minha. Falei.
Entrei nela com uma pancada seca.
A buceta dela apertava tanto que eu sentia que ia gozar ali mesmo.
O contraste da minha mão escura na pele branca dela e o vermelho da fantasia era visualmente pornográfico.Presente de NatalEu tava quase gozando, mas não podia ir embora sem antes provar aquela bunda.
Coloquei ela de quatro na minha cama.
Peguei meu pau e fui atrás do cu dela.
— Ahhh! Ale! — Ela soltou um grito.
— Tá doendo... mas não para. — Ela falou quase gritando.
Ela não parava de gemer e gritar.
Naquele momento, minha mente não parava de imaginar vários cenários, tipo alguém subindo pra nos procurar e nos ver, ou alguém ouvir ela e nos pegar.
Mas meu corpo só conseguia pensar numa coisa: continuar aproveitando o presente que a Sabrina me deu.
E só dessa vez, resolvi ouvir meu corpo.experienciaDepois de um tempo.
Coloquei ela de joelhos de novo. Minha pica tava prestes a explodir.
— Sim, Ale! Enche minha cara! — ela gritava desesperada, colocando a língua pra fora como uma louca.
Finalmente, comecei a gozar no rosto dela. Meu leite espirrou nas bochechas, nos lábios e nos peitos dela.
Ela ficou parada, com a língua de fora, saboreando o fim da festa.
— Feliz Natal, Ale, espero que tenha gostado do seu presente de Natal — sussurrou, lambendo os lábios sujos.
— Adorei, o melhor presente de Natal de todos — falei.
Depois desse momento incrível, ela começou a se despir e a vestir de volta a roupa que estava usando antes.
Terminamos de ficar "apresentáveis" e voltamos pra festa com nossos familiares.festa em familia●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Feliz Natal pra todos os meus seguidores!
Espero que vocês estejam se divertindo tanto quanto eu.
Não tô pedindo pontos nesse post, é meu presente pessoal pra vocês que apoiam meus contos, minhas experiências, minhas fantasias e o crescimento do meu harém.
Aproveitem a sacanagem, e continuem se comportando mal...
Porque o Amo tá de olho em vocês e sempre tem um castigo pronto pras que agem como putas!
Felicidades e tenham uma noite bem suja!
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