Acampamento I: Suruba inesperada

O que vou contar aconteceu quando eu tava no ensino médio, pouco depois que a pandemia de covid 19 acabou. Na época, eu tava no terceiro ano. Sou um cara de 1,75, nada de mais no meu físico, tenho o cabelo tão escuro que parece preto, mantenho ele curto mas não muito, meu corpo é magro e meio atlético, e meu pau também não é nada demais, 15 centímetros. Nem preciso dizer que obviamente mudei os nomes das pessoas que aparecem na história. Naquele ano, a viagem de estudos que a gente fez foi pra Oaxaca, e na real era mais um passeio de uma semana. Mas, como vocês sabem, nessa idade os hormônios tão a mil, e comigo não foi diferente. Na minha cabeça, pensei: "provavelmente não vai rolar nada, mas é melhor estar preparado". Então, com muita vergonha, fui comprar minha primeira caixa de camisinha na farmácia, e fiquei surpreso com o quão caras são, e ainda me depilei o pau e a região pubiana o melhor que pude. Acho que no México a idade média pra perder a virgindade é nessa faixa, e eu sentia que tava ficando pra trás, meio idiota agora que penso, mas como todo mundo, queria experimentar o sexo. Foi assim que começou a viagem pra Oaxaca. Começou a longa viagem de ônibus com as duas salas juntas, e eu sem saber o que esperar. A viagem foi tranquila, no geral todos os dias foram interessantes e cansativos, nos fizeram andar de um lado pro outro debaixo do sol, no meio da galera das zonas arqueológicas e do centro da cidade, mas junto com todos meus amigos ficou bem divertido. A gente ficou num hotel perto do cerro del fortín, e por azar os quartos eram de 3 pessoas, obviamente não mistos, meninos e meninas separados. Eu tinha um amigo muito próximo na época, e decidimos ficar juntos, mas não achávamos um terceiro pra se juntar a gente, todo mundo já tinha seus trios escolhidos. Então sobrou pra gente o que ninguém queria. Um cara alto, fortão, com cara de cu e bunda que, na real, dava Medo, ou pelo menos eu tinha medo. Ele se chamava Esteban, e era tipo um vaqueiro do norte. Tinha amigos, mas a galera andava com ele mais por medo do que por amizade. O negócio é que a gente caiu na mesma turma que ele, e naquela época Esteban tinha uma namorada. A Valéria hoje é uma das minhas melhores amigas, mas naquele tempo a gente nem se falava. Nós dois éramos do B, mas muito diferentes. Ela é loirinha, cabelo comprido e liso, castanho. Lábios fininhos e rosados. Olhos afiados, quase de modelo. O corpo dela é magro e delicado, peitão grande e umas pernas e uma bunda firmes. Uma patricinha completa. O relacionamento dela com o Esteban era o mais tóxico que já vi, mas não esperava nada do que iam fazer numa daquelas noites no nosso quarto. Uma noite, depois de chegar no hotel após caminhar o dia inteiro, alguém bateu na porta do quarto. O Esteban tava tomando banho e meu amigo tinha apagado na cama que a gente dividia, porque deixamos a outra pro Esteban. Ele já tava quase roncando e eu vendo TV. Aí tive que abrir a porta. E lá estava ela, numa pijama que deixava pouco pra imaginação, mas que de algum jeito também era elegante e formal. Tava de shorts curtinhos que se enfiavam entre as coxas e a virilha, e um top decotado. Como podem imaginar, fiquei surpreso, mas não deixei transparecer. Em vez disso, cumprimentei ela e perguntei como tava, ela respondeu que tava bem e que vinha ver o Esteban. Falei que tava de boa e deixei ela entrar. Enquanto esperava ele sair do banho, ela sentou na cama vazia numa posição que até hoje acho que era de provocação. Mas me fiz de sonso e continuei vendo TV. A gente conversou um pouco sobre como o passeio tava sendo e, quando finalmente o Esteban saiu do banho, eles ficaram conversando e eu decidi ligar pros meus avós pra dizer que tava em Oaxaca. Então fui pra sacada e tentei ligar pra eles. Eles moram em Oaxaca e naquele mesmo dia a gente tinha passado na frente da entrada. da cidade dela a meia hora da cidade, então queria contar isso pra vocês. Enquanto tentava ligar, vi que as luzes do quarto apagaram e pensei que a Valeria já tinha ido embora e que o Esteban ia dormir. Como depois de várias tentativas a chamada não completou, decidi voltar pro quarto. Mas não tava com sono, então sentei numa daquelas cadeiras que os quartos de hotel têm e fiquei vendo Instagram. Coloquei um fone pra não atrapalhar o sono de ninguém, mas deixei um ouvido descoberto pra ficar ligado no que tava rolando ao redor, é algo que sempre faço. Depois de um tempinho vendo Instagram, ouvi um gemidinho baixo, mas por causa do fone não percebi direito e além disso foi muito rápido. Então só levantei o olhar por curiosidade. Não ouvi nada. Só silêncio. Além disso, o brilho do celular me ofuscava e eu só via preto total. Continuei vendo Instagram, mas abaixei o volume e depois de um momento ouvi de novo. Mas agora tava claro o que era, um gemido. Bem perto, não era de outro quarto, tava a uns metros de mim. Meu amigo tava dormindo e o Esteban eu não conseguia ver, e então caiu a ficha de que a Valeria não tinha ido embora. Tavam transando na minha frente no escuro. Com certeza o coração deles tava batendo forte pela emoção de estarem sendo observados no escuro, mas mesmo assim se escondiam e achavam que eu não tinha percebido. Disfarçadamente tirei o fone e fiquei escutando. A cama começou a chiar com os movimentos rítmicos deles e os gemidos da Valeria eram suaves e abafados. Eu continuava com o olhar no celular, mas já nem tava prestando atenção no que tinha na tela, só sentia meu pau aos poucos começando a endurecer. Nunca imaginaria que ouviria uma gostosa como a Valeria gemer daquele jeito. Devo dizer que não sabia o que fazer naquele momento. Queria ver mais, mas como todo mundo, o Esteban me dava medo, então depois de pensar, desliguei meu telefone, pigarreei enquanto me levantava e fui pro banheiro. Queria Me masturbar, mas não queria demorar pra sair, então escovei os dentes, e enquanto fazia isso, ouvi uns murmúrios no quarto. Quando saí, andei fazendo um pouco de barulho e me sentei na cama. Meu amigo estava roncando levemente e era a única coisa que se ouvia. "E os gemidos?" Pensei enquanto desamarrava os cadarços dos tênis. Então a voz do Esteban soou no quarto. Pra mim, pareceu que ele falava alto, mas com certeza estava murmurando. Ele estava me chamando pelo nome. Hesitei em responder, mas finalmente falei "o que foi, tá acordado?" Ele disse que sim, e me pediu pra chegar mais perto. Quando cheguei, ele se sentou um pouco e falou "cara, a verdade é que a Vale não foi embora do quarto, ela tá aqui debaixo dos lençóis e tá me chupando" Eu só ri, meio incrédulo, e quando vi isso, o Esteban levantou os lençóis e, na escuridão, consegui ver a figura da Valeria ajoelhada na frente do pau dele, chupando. Dava pra ouvir a saliva e como ela sugava a cabeça. O pau dele era comprido e um pouco fino, mas comprido. Então ele falou "sei que isso é do nada, mas a Vale e eu conversamos e queríamos te perguntar se você quer entrar". Aí a Valeria parou de chupar e virou pra me olhar. Quando nossos olhares se encontraram, fiquei muito excitado. Nunca tinha visto ela assim, ofegante, despenteada e suada, com saliva escorrendo pelos cantos dos lábios finos dela. Uma risadinha saiu da boca dela e ela voltou pra posição na frente do pau do Esteban. Perguntei "tem certeza? É sua namorada e além disso, eu nunca fiz isso". Ele riu e falou "ué, o que houve? Metade da sala te acha gostoso e você tá me dizendo que é virgem?" E eu só ri nervosamente e concordei. Então ele se aproximou da cabeça da Valeria e sussurrou algo no ouvido dela. Ela se levantou e ficou na minha frente, completamente nua. Os peitos dela eram grandes pra idade que a gente tinha, brancos e com mamilos pequenos e empinados. A cintura dela era fina e o quadril largo. Observei Seu abdômen liso e, descendo o olhar, consegui ver que ela tinha pelos pubianos. Pra ser sincero, era bastante. Mas não tão compridos, dava pra ver que ela mantinha cuidado, tipo um jardim. Aí ela se aproximou devagar e começou a beijar meu pescoço, colocou uma mão atrás da minha cabeça e com a outra levou minha mão até a bunda dela. Era macia e grande. Apertei e ouvia ela gemer no meu ouvido. Minha ereção voltou e quando ela sentiu no abdômen dela, parou. Me olhou nos olhos e começou a descer lentamente. Tudo isso enquanto o Esteban se masturbava vendo tudo, o que me excitou ainda mais. A Valéria chegou na minha calça e desabotoou devagar, ao baixar esfregou o nariz contra minha cueca e cheirou fundo pra depois lamber por cima. Sentir a respiração dela úmida e quente me excitou muito mais e ela, percebendo, fez de novo. Finalmente ela baixou minha cueca e meu pau saiu pulando pra cima e pra baixo, com a cabeça escorrendo líquido pré-seminal. A Valéria olhou e sussurrou "tu tem ele grosso" antes de passar a língua desde minhas bolas até a ponta numa lambida só. O Esteban falou da cama "é verdade, não é tão comprido mas tu tem ele grosso pra caralho". Eu não respondi, tava concentrado vendo como a namorada dele, uma das minas mais gostosas da sala, se não da escola, tava me chupando pela primeira vez. O Esteban levantou da cama e acendeu a luz do criado-mudo, por reflexo tapei meu pau, mas vendo o quão idiota era isso, parei. Os três távamos pelados. Bom, eu não, então criei coragem e tirei a camiseta. A Valéria ficou me olhando com aqueles olhos provocantes e depois de observar meu corpo inteiro me levou pra cama. Lá ela me deitou e voltou a me beijar desde o pescoço até o abdômen, lambendo e chupando minha pele. Ela me chupou de novo mas agora com mais intensidade, sem parar de acariciar com os lábios a cabeça do meu pau. Aí o Esteban se colocou atrás dela e num movimento só abriu as pernas dela "abre, puta" ele falou e começou a chupar a buceta dela. Valéria gemeu mais alto e o boquete dela no meu pau ficou intermitente porque ela tava sem ar de tanto gemer. Aí o Esteban foi pegar um negócio na mochila dele, eram camisinhas. Ele jogou uma pra mim e falou pra Valéria, "coloca com a boca, putinha" e ela fez isso, com uma técnica que quase me fez gozar enquanto ela me olhava nos olhos. Valéria se levantou e quando eu pensei que ela ia meter, ela puxou minha cabeça e fez eu chupar ela. Ela esfregou a buceta peluda na minha boca e nariz, e eu chupei e suguei como dava. Era a primeira vez que eu fazia um oral, mas mesmo assim agarrei a bunda dela e esfreguei mais forte contra minha cara. Os pelos pubianos dela me excitavam mais, talvez porque eu sentia que assim fazia mais bagunça na minha boca e espalhava tudo pra todo lado. Em algum momento senti o gosto mais azedinho, mais quente, mais viscoso, e aí ela separou a buceta de mim, e antes que eu respirasse de novo, ela pulou no meu pau e meteu até o fundo, soltando um gemido abafado enquanto o corpo dela tremia. Ela começou a cavalgar depois de uns segundos, e eu apertava os peitos dela enquanto eles balançavam na minha frente. Aí eu vi o Esteban colocando a camisinha e tirando outra garrafa da mochila dele. Ele derramou uma boa parte do líquido no pau dele e espalhou bem. Era lubrificante. Ele passou mais na mão e levou pro cu da Valéria. Ela pareceu tremer ao sentir o cu sendo estimulado e começou a se mexer mais rápido, até começou a fazer barulho de nossas peles batendo enquanto nossos fluidos escorriam pra todo lado. Esteban enfiou um dedo no cu dela, e ela ficou parada um segundo curtindo aquilo, enquanto eu sentia pelo meu pau dentro da buceta dela o dedo do Esteban entrando mais fundo. Ficamos assim uns minutos, até que ele tirou o dedo e cuspiu no cu da Valéria pra depois dar um tapa na bunda que não sei como não acordou meu amigo. Depois disso ele finalmente meteu, e na hora a buceta da Valéria apertou e eu senti como o Pensei que o Esteban tava se mexendo do outro lado. A Valéria parecia uma puta de verdade, gemendo e cavalgando duas rolas ao mesmo tempo. Depois de um tempo, o Esteban tirou ela e disse pra gente trocar de posição. Agora era a vez do anal. E quando me coloquei atrás da Valéria, vi o cu dela completamente aberto. Não sei por que, mas primeiro cuspi no meu pau e depois dentro do cu dela, antes de meter. Continuava sentindo o pau do Esteban do outro lado, ouvia os gemidos dela enquanto me sentia hipnotizado pelas tetas dela quicando quase na minha cara, quando a Valéria começou a se mover mais rápido, tanto que do nada senti o esperma se acumulando na ponta do meu pau. Aí a Valéria começou a tremer e o cu dela se contraiu, até que finalmente soltou um squirt no Esteban e na cama inteira, só pra depois relaxar o corpo todo e cair em cima de mim. O Esteban tirou o pau dele e, pra minha surpresa, a camisinha já tinha esperma. Ele se levantou e foi pro banheiro. Eu e a Valéria ficamos na cama sem falar nada. Ouvimos o chuveiro abrir e então ela me disse: "Gostei do seu pau, é melhor sentir que tão te abrindo do que chegar fundo". Eu só ri e falei obrigado: "Adorei suas tetas, as melhores que já vi". E ela respondeu: "Hahaha, você só fala isso porque são as primeiras que você vê". Eu disse que tava falando sério, elas eram lindas, o corpo inteiro dela era maravilhoso. Então ela olhou pro meu pau e disse: "Você não gozou???" E eu falei que não, ela sorriu e mordeu o lábio. "Não tô acostumada a continuar depois de um squirt, mas se você quiser, posso fazer um espanhol com as tetas que você disse que tanto gostou", ela falou, enquanto já se aproximava de mim e tirava a camisinha. Cuspiu nas próprias tetas e colocou meu pau entre elas. O contraste das tetas pálidas, brancas e quase rosadas, com meu pau meio moreno e a ponta rosa me excitava pra caralho, e ver ele sumir todo entre aquelas tetas enquanto ela me chupava devagar fez eu não durar muito. Quando falei que ia gozar, ela apertou mais forte e deixou todo o sêmen jorrar na cara dela e escorrer pelos peitos. Quando terminei, ela abriu a boca e me mostrou que tinha um monte de porra na língua, e engoliu. Depois me beijou e eu correspondi. Quando o Estaban saiu do banheiro, nos viu limpando tudo. E me disse, bem sério: "disso você não vai falar porra nenhuma, ouviu?" Eu só concordei com a cabeça e vi a Vale me olhando de canto com um sorrisinho. Valeu por ler meu relato, tava há um tempo com vontade de postar mas não tinha coragem. Durante aquele acampamento rolou mais uma parada com outra pessoa, talvez eu poste daqui um tempo. Até lá, falou.

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