Meu amigo tinha comido minha mulher (a prima dele). O tesão que eu sentia era enorme. Pra piorar, eles pareciam aproveitar tanto quanto eu na hora de me humilhar.
Uma nova faceta estava se abrindo em mim? O corno, a infiel e o comedor. Os três jogando cada vez mais pesado.
Nessa de jogar pesado, foi a Sol quem me disse pra chegar perto dela. Ela se deitou em cima do Martín, mas de barriga pra cima, enquanto com a mão fazia de tampão pra não escorrer o sêmen do meu amigo.
- Vem, olha como escorre gozo
Agora minha mulher sentou na pica dura do Martin sem enfiar e deixou cair todo o gozo na pica dele.
- Vem mais perto – ela ordenou
Agora ela ficou tipo num 69, oferecendo a buceta pro Martin limpar enquanto chupava a pica dele.
Eu cheguei perto dela e fiquei a centímetros da cara dela e da pica do meu amigo. Acho que, naquele momento, eu topava qualquer coisa. Olha bem de perto como eu chupo a piroca cheia de porra do meu primo. Uffff, adoro te ver assim – eu dizia pra ela E você não tem ideia de como ela tá chupando a minha buceta! Sim? Sim, e com certeza ela tá engolindo parte da própria porra. Gosto que ele seja tão safado quanto eu. Dá pra ver que cresceram juntos—ela dizia, e voltava a chupar o pau dele. Mmmmm que head master boa que você é – eu a incentivava
Agora ela tirou a pica da boca e me beijou. Não vou mentir que nunca tinha sentido o gosto de porra, já que a Sol muitas vezes me beijava depois de me chupar a pica, mas dessa vez eu gostei mais do que nunca. Você gosta de chupar minha boca suja de porra Adoro – eu dizia, já nessa altura chupando a língua dela Tô gozando de novo" – ela dizia De novo? Ela tá chupando bem a sua buceta? Aghhhhhh siiiim, muito bem, chupa minha buceta, meu primo! Se eu soubesse, pedia pra ele te comer antes!" – eu dizia.
Agora a Sol começou a alternar uma chupada de pau, um beijo de língua, outra chupada de pau, mais um beijo. E foi se ajeitando pra que o Martín visse a cena perfeitamente. Vou gozar de volta – anunciou Martin Eu também – falei eu Então venham – disse Sol e se ajoelhou
Éramos amigos de vida inteira, víamos pornô juntos. Sabíamos perfeitamente o que minha mulher queria.
Nós nos colocamos um do lado do outro. Nos olhamos e sorrimos como os amigos que somos. Sua mulher é a mais gostosa – ele me disse Sua prima também, hahaha – rimos os dois.
Agora a Sol chupava uma rola e outra. Ficamos prontos em segundos. Vou gozar – anunciei
Agora minha mulher soltou a pica do meu amigo e se dedicou de corpo e alma na minha. Ela me chupava com a mesma paixão de sempre, e até mais.
Comecei a gozar na boca dela bem na hora que meu amigo também avisou que ia gozar. Claramente, a visão da minha gozada excitou ele, já que ele tava se masturbando e olhando como Sol me chupava e engolia meu leite.
O que Sol fazia já não me surpreendia mais. Agora ela abriu a boca cheia de porra e, segurando a pica do Martín, apontou pra dentro da boca dela pra ele acabar lá dentro.
Ver como ela enchia a boca de porra e aquela misturava com meu sêmen me encheu de tesão e eu me ajoelhei pra beijar ela, bem no momento em que ela tirava a pica do meu amigo da boca.
Martín, pra minha surpresa, fez o mesmo e se ajoelhou pra beijar ela com a mesma paixão que eu.
Depois veio um beijo de três cheio de porra. Minha e do Martín. Tudo era paixão, sexo, loucura.
Passaram uns minutos e voltamos à realidade. O tesão tinha baixado e a gente se viu os três pelados jogados na cama.
Martín quebrou o gelo.
– Acho que vou cair fora… Por mim, você pode ficar mais um tempinho – convidou Sol Claro, Tincho, sei que é um momento estranho agora, mas fica pra dormir aqui se quiser. A cama é grande… - convidou sua prima Não queria ser eu quem propusesse – ele se desculpou. Vou pegar alguma coisa pra beber" – ela disse.
Sol, totalmente à vontade, se levantou pra buscar algo completamente pelada, mas quando voltou com a garrafa de cerveja, tava com a camisa do Martín vestida.
Olhei pra ela surpreso, ela me encarou de volta e disse: Agora roubei a camisa dele, não pode ir embora Sol estava com a camisa desabotoada e dava pra ver aquela moita ruiva de pelos pubianos que sempre me deixaram com tanto tesão. Ela se meteu no meio da gente e começou a passar a garrafa de cerveja, que a gente foi bebendo devagar. A gente começou a falar do aniversário da mãe de Sol e, sem perceber, eu dormi. Nos sonhos, eu ouvia Sol gemendo Ughhh sim sim, faz a Booty em mim Você gosta que eu meta no seu cu? – era a voz do Martín.
Claramente era um sonho erótico com os dois, mas as imagens não eram das mesmas pessoas. O que estava acontecendo comigo? O que eu estava sonhando?
Quando acordei, percebi que os sons eram reais e, na ponta da cama, Sol estava deitada com os joelhos no carpete e o corpo jogado na cama, de barriga pra baixo.
Atrás dela, Martín estava metendo no cu dela. O mais incrível é que já era dia e eu conseguia ver tudo claramente.
– Bom dia, Aghhhhhh - ela disse pra mim, me olhando com uma careta de prazer que eu raramente tinha visto nela. Bom dia – eu disse, tentando entender Bom dia – disse Martin, que me olhou e desviou o olhar pra buceta da minha mulher, que tava engolindo toda a rola dele.
Fui pra olhar bem e, como suspeitava, ele tava enchendo o cu dela de rola, dessa vez com camisinha.
Eu, completamente pelado como tava e com a rola agora toda dura, me deitei na frente dela pra ela me chupar. Mmmmm, deixa eu ver essa rola tão gostosa – dizia minha mulher enquanto começava a chupar. Ela tá te dando a bunda?" – perguntei pra ele. Sim, e eu adoro sentir o pau dele - ela me dizia sem nenhum pudor a essa altura
Isso, longe de me ofender, me deixava ainda mais excitado Que putinha que tu é!" – falei pra ver a reação dela. Siiii, sou a mais piranha, cê não gosta? – ela me respondia Adoro! Quer ver o quão piranha eu sou? – ela me desafia agora Se a gente quiser ver – agora eu incluí o Martin Vem, me comam entre os dois, pela buceta e pelo cu ao mesmo tempo.
Lembro do olhar do Martín, como se dissesse: "não acredito que minha prima é tão puta."
Sol se ajeitou, tirou a rola do Martín do cu e gozou em cima de mim. Depois começou a cavalgar, enfiando minha rola na buceta dela e oferecendo o cu de novo pro meu amigo, o primo dela.
Ela me beijava agora como se a vida dependesse disso. Gemendo na minha boca, e eu adorava. Você gosta de me exibir assim? Sim, minha gostosa – eu dizia pra ela Vocês vão me comer assim muitas vezes?" – ela me fazia prometer. Claro, teria que perguntar pro Martin se ele quer Claro que vou vir te comer sempre que quiserem. Sempre me quis, né? – dizia Sol entre gemidos. Sempre Você deve ter se masturbado pensando em mim" – dizia Sol, cada vez mais excitada e também cada vez mais ousada. Muitas vezes – admitia Martín – o que eu nunca imaginei O quê? – ela quis saber É que eu ia ter meu pau enfiado no teu cu como agora Aghhhhhh Siiii, me fode como sempre desejou! Aproveita e curte então – eu incentivo meu amigo E aí, meu amor? Cê curte me entregar assim pro teu amigo? Adoro! Adoro muito te comer com ele. Ughhh Aghhhhhh vou gozar com duas rolas dentro! – gritava agora a Sol. Eu também, vou encher sua buceta de porra – eu dizia pra ela — E eu a bunda — dizia Martín. Aghhhhhh – os gritos dos três ao mesmo tempo foi algo tremendo. Espetacular.
Gozamos os três de um jeito incrível. Não sabia que dava pra curtir tanto. A gente tinha acabado de abrir com a Sol uma porta que não ia se fechar fácil, eu sabia disso muito bem.
O Martín foi embora e ficamos só nós com a Sol. Lembro que a gente se olhou e sorriu. Com um pouco de culpa, ou sei lá que sentimento exatamente, começamos a falar sobre o que a gente tinha acabado de viver. Foi muito bom, né? – comecei eu Sim, mas… Mas o quê? Temos que ter muito cuidado – ela disse Em quê? Isso fica só entre nós e o Martín. Teu primo é de confiança – falei pra ela Às vezes me dá medo que ele seja meio boceta aberta – ela me disse, meio preocupada. Eu falo com ele. Bom, e mais uma coisa… — ela me disse séria Não sei se a gente devia repetir a parada nós três, pra não virar bagunça, tinha que ficar como algo que a gente fez uma vez e pronto. Não curto a ideia de nunca mais transar com outra pessoa… — confessei pra ela — Com o Martín, já foi — disse ela. Naquele momento, uma ideia fugaz e perversa passou pela minha cabeça. E aí, e o teu irmão? – soltei pra ela E a sua irmã? – ela soltou pra mim Ah, você não tem filtro mesmo – falei pra ela entre risadas. Você vai me dizer que nunca olhou pra sua irmã com outros olhos… Alguma vez… Viu só!
Fomos tomar banho e no próprio chuveiro começamos a transar. Fizemos quase em silêncio, sem mencionar ninguém mais, já teria tempo pra isso.
Continua…
Podem deixar seus comentários em reybaco2005@gmail.com
Ou no telegram @reybaco2005
Uma nova faceta estava se abrindo em mim? O corno, a infiel e o comedor. Os três jogando cada vez mais pesado.
Nessa de jogar pesado, foi a Sol quem me disse pra chegar perto dela. Ela se deitou em cima do Martín, mas de barriga pra cima, enquanto com a mão fazia de tampão pra não escorrer o sêmen do meu amigo.
- Vem, olha como escorre gozo
Agora minha mulher sentou na pica dura do Martin sem enfiar e deixou cair todo o gozo na pica dele.
- Vem mais perto – ela ordenou
Agora ela ficou tipo num 69, oferecendo a buceta pro Martin limpar enquanto chupava a pica dele.
Eu cheguei perto dela e fiquei a centímetros da cara dela e da pica do meu amigo. Acho que, naquele momento, eu topava qualquer coisa. Olha bem de perto como eu chupo a piroca cheia de porra do meu primo. Uffff, adoro te ver assim – eu dizia pra ela E você não tem ideia de como ela tá chupando a minha buceta! Sim? Sim, e com certeza ela tá engolindo parte da própria porra. Gosto que ele seja tão safado quanto eu. Dá pra ver que cresceram juntos—ela dizia, e voltava a chupar o pau dele. Mmmmm que head master boa que você é – eu a incentivava
Agora ela tirou a pica da boca e me beijou. Não vou mentir que nunca tinha sentido o gosto de porra, já que a Sol muitas vezes me beijava depois de me chupar a pica, mas dessa vez eu gostei mais do que nunca. Você gosta de chupar minha boca suja de porra Adoro – eu dizia, já nessa altura chupando a língua dela Tô gozando de novo" – ela dizia De novo? Ela tá chupando bem a sua buceta? Aghhhhhh siiiim, muito bem, chupa minha buceta, meu primo! Se eu soubesse, pedia pra ele te comer antes!" – eu dizia.
Agora a Sol começou a alternar uma chupada de pau, um beijo de língua, outra chupada de pau, mais um beijo. E foi se ajeitando pra que o Martín visse a cena perfeitamente. Vou gozar de volta – anunciou Martin Eu também – falei eu Então venham – disse Sol e se ajoelhou
Éramos amigos de vida inteira, víamos pornô juntos. Sabíamos perfeitamente o que minha mulher queria.
Nós nos colocamos um do lado do outro. Nos olhamos e sorrimos como os amigos que somos. Sua mulher é a mais gostosa – ele me disse Sua prima também, hahaha – rimos os dois.
Agora a Sol chupava uma rola e outra. Ficamos prontos em segundos. Vou gozar – anunciei
Agora minha mulher soltou a pica do meu amigo e se dedicou de corpo e alma na minha. Ela me chupava com a mesma paixão de sempre, e até mais.
Comecei a gozar na boca dela bem na hora que meu amigo também avisou que ia gozar. Claramente, a visão da minha gozada excitou ele, já que ele tava se masturbando e olhando como Sol me chupava e engolia meu leite.
O que Sol fazia já não me surpreendia mais. Agora ela abriu a boca cheia de porra e, segurando a pica do Martín, apontou pra dentro da boca dela pra ele acabar lá dentro.
Ver como ela enchia a boca de porra e aquela misturava com meu sêmen me encheu de tesão e eu me ajoelhei pra beijar ela, bem no momento em que ela tirava a pica do meu amigo da boca.
Martín, pra minha surpresa, fez o mesmo e se ajoelhou pra beijar ela com a mesma paixão que eu.
Depois veio um beijo de três cheio de porra. Minha e do Martín. Tudo era paixão, sexo, loucura.
Passaram uns minutos e voltamos à realidade. O tesão tinha baixado e a gente se viu os três pelados jogados na cama.
Martín quebrou o gelo.
– Acho que vou cair fora… Por mim, você pode ficar mais um tempinho – convidou Sol Claro, Tincho, sei que é um momento estranho agora, mas fica pra dormir aqui se quiser. A cama é grande… - convidou sua prima Não queria ser eu quem propusesse – ele se desculpou. Vou pegar alguma coisa pra beber" – ela disse.
Sol, totalmente à vontade, se levantou pra buscar algo completamente pelada, mas quando voltou com a garrafa de cerveja, tava com a camisa do Martín vestida.
Olhei pra ela surpreso, ela me encarou de volta e disse: Agora roubei a camisa dele, não pode ir embora Sol estava com a camisa desabotoada e dava pra ver aquela moita ruiva de pelos pubianos que sempre me deixaram com tanto tesão. Ela se meteu no meio da gente e começou a passar a garrafa de cerveja, que a gente foi bebendo devagar. A gente começou a falar do aniversário da mãe de Sol e, sem perceber, eu dormi. Nos sonhos, eu ouvia Sol gemendo Ughhh sim sim, faz a Booty em mim Você gosta que eu meta no seu cu? – era a voz do Martín.
Claramente era um sonho erótico com os dois, mas as imagens não eram das mesmas pessoas. O que estava acontecendo comigo? O que eu estava sonhando?
Quando acordei, percebi que os sons eram reais e, na ponta da cama, Sol estava deitada com os joelhos no carpete e o corpo jogado na cama, de barriga pra baixo.
Atrás dela, Martín estava metendo no cu dela. O mais incrível é que já era dia e eu conseguia ver tudo claramente.
– Bom dia, Aghhhhhh - ela disse pra mim, me olhando com uma careta de prazer que eu raramente tinha visto nela. Bom dia – eu disse, tentando entender Bom dia – disse Martin, que me olhou e desviou o olhar pra buceta da minha mulher, que tava engolindo toda a rola dele.
Fui pra olhar bem e, como suspeitava, ele tava enchendo o cu dela de rola, dessa vez com camisinha.
Eu, completamente pelado como tava e com a rola agora toda dura, me deitei na frente dela pra ela me chupar. Mmmmm, deixa eu ver essa rola tão gostosa – dizia minha mulher enquanto começava a chupar. Ela tá te dando a bunda?" – perguntei pra ele. Sim, e eu adoro sentir o pau dele - ela me dizia sem nenhum pudor a essa altura
Isso, longe de me ofender, me deixava ainda mais excitado Que putinha que tu é!" – falei pra ver a reação dela. Siiii, sou a mais piranha, cê não gosta? – ela me respondia Adoro! Quer ver o quão piranha eu sou? – ela me desafia agora Se a gente quiser ver – agora eu incluí o Martin Vem, me comam entre os dois, pela buceta e pelo cu ao mesmo tempo.
Lembro do olhar do Martín, como se dissesse: "não acredito que minha prima é tão puta."
Sol se ajeitou, tirou a rola do Martín do cu e gozou em cima de mim. Depois começou a cavalgar, enfiando minha rola na buceta dela e oferecendo o cu de novo pro meu amigo, o primo dela.
Ela me beijava agora como se a vida dependesse disso. Gemendo na minha boca, e eu adorava. Você gosta de me exibir assim? Sim, minha gostosa – eu dizia pra ela Vocês vão me comer assim muitas vezes?" – ela me fazia prometer. Claro, teria que perguntar pro Martin se ele quer Claro que vou vir te comer sempre que quiserem. Sempre me quis, né? – dizia Sol entre gemidos. Sempre Você deve ter se masturbado pensando em mim" – dizia Sol, cada vez mais excitada e também cada vez mais ousada. Muitas vezes – admitia Martín – o que eu nunca imaginei O quê? – ela quis saber É que eu ia ter meu pau enfiado no teu cu como agora Aghhhhhh Siiii, me fode como sempre desejou! Aproveita e curte então – eu incentivo meu amigo E aí, meu amor? Cê curte me entregar assim pro teu amigo? Adoro! Adoro muito te comer com ele. Ughhh Aghhhhhh vou gozar com duas rolas dentro! – gritava agora a Sol. Eu também, vou encher sua buceta de porra – eu dizia pra ela — E eu a bunda — dizia Martín. Aghhhhhh – os gritos dos três ao mesmo tempo foi algo tremendo. Espetacular.
Gozamos os três de um jeito incrível. Não sabia que dava pra curtir tanto. A gente tinha acabado de abrir com a Sol uma porta que não ia se fechar fácil, eu sabia disso muito bem.
O Martín foi embora e ficamos só nós com a Sol. Lembro que a gente se olhou e sorriu. Com um pouco de culpa, ou sei lá que sentimento exatamente, começamos a falar sobre o que a gente tinha acabado de viver. Foi muito bom, né? – comecei eu Sim, mas… Mas o quê? Temos que ter muito cuidado – ela disse Em quê? Isso fica só entre nós e o Martín. Teu primo é de confiança – falei pra ela Às vezes me dá medo que ele seja meio boceta aberta – ela me disse, meio preocupada. Eu falo com ele. Bom, e mais uma coisa… — ela me disse séria Não sei se a gente devia repetir a parada nós três, pra não virar bagunça, tinha que ficar como algo que a gente fez uma vez e pronto. Não curto a ideia de nunca mais transar com outra pessoa… — confessei pra ela — Com o Martín, já foi — disse ela. Naquele momento, uma ideia fugaz e perversa passou pela minha cabeça. E aí, e o teu irmão? – soltei pra ela E a sua irmã? – ela soltou pra mim Ah, você não tem filtro mesmo – falei pra ela entre risadas. Você vai me dizer que nunca olhou pra sua irmã com outros olhos… Alguma vez… Viu só!
Fomos tomar banho e no próprio chuveiro começamos a transar. Fizemos quase em silêncio, sem mencionar ninguém mais, já teria tempo pra isso.
Continua…
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