Era 2014 e eu tinha acabado de me separar. Depois de longos meses de luto fazendo introspecção, o pau já estava pedindo pra voltar ao mercado. Depois de 10 anos em um relacionamento, o mundo tinha mudado muito. Sites de encontros eram uma opção pra buscar conexões. Me cadastrei no Badoo e montei um perfil. Fui protocolar, mas também eloqüente na descrição. Na hora de puxar conversa, eu passava meu álbum do pau e deixava claro que minhas intenções eram só sexuais. Tive vários encontros numa faixa etária que foi dos 18 aos 55. Nada extraordinário pra ficar detalhando.
Só quero contar a experiência mais interessante.
Dei like num perfil de uma baixinha com 160 de peito e uma bunda pra um batalhão. As fotos dela eram sugestivas. Essa aí também tava procurando guerra. No outro dia, veio o match com o álbum privado. A gordinha gostosa mostrando os peitões, o cuzão e a boca cheia de pau em várias. Ela curtiu meu pau e a gente começou a conversar.
Ela tava de férias em Jujuy com a família. Me contou que morava na 31 sozinha. Se virava como uma deusa. Trabalhava numa padaria perto. Prometeu que assim que comemorasse o ano novo com a família, voltava pra São Paulo e eu ia ser o primeiro pau dela. A gente ficou trocando mensagem nos dias seguintes enquanto ela me contava sobre a quantidade de pau que ela experimentava por lá.
Chegou o dia da volta. Ela me pediu, de boa, se eu podia esperar ela na rodoviária do Tietê porque voltava com muita bagagem. Chegava às 4 da manhã. Aquela região é uma sequência pesada (explico pros que não são de São Paulo), mas a vontade de experimentar os talentos da bombada podia comigo. Aceitei ir buscá-la. Assim que subiu no ônibus, ela me mandou 3 fotos (as últimas que são em preto e branco). Às 4 eu tava na Praça da Árvore. Nem fodendo que eu sabia onde o ônibus ia chegar. Em um momento, um parou e a galera começou a descer. Me aproximei e vi ela com uma legging coladíssima na buceta e metade dos peitões pra fora. Tirou toda a bagagem do porta-malas e deu um beijo no motorista (haha, essa aí tinha feito Lá).
Me aproximei e cumprimentei ela.
Ela me abraçou com efusividade. Afinal, éramos "amigos" há 20 dias, hahaha. "Que que tá fazendo, papu?", ela gritou. Ela estava com uma mala, uma caixa e uma TV de tubo pesadíssima. Enquanto nos abraçávamos, ela apoiou a bolsa em cima da mala e, num instante, um oportunista agarrou. Peguei no ar, a bolsa ficou no meu poder e ele saiu correndo. Pronto, o filme começava com todos os temperos que eu esperava. A young lady deu risada e disse: já peço o táxi. Ela estava me paquerando um pouco e falava com o taxista. Eu olhava em volta enquanto todo tipo de noia e trabalhador comiam ela com os olhos.
Chegou o carro e a gente carregou. Na viagem, ela falava com o motorista (que eu conhecia) enquanto já tinha metido a mão no meu jeans e estava começando a me masturbar. Chegamos na porta da 31, o cara conversou com um poronga de lá e liberou pra deixar o carro. Cada um pegou algo e caminhamos uns 150m, até chegar num corredor. Aí ela pagou o taxista e ele foi embora.
Ela subiu com a mala por uma escada caracol e eu fiquei com a caixa e a TV. Ela voltou em 5 minutos e subimos o resto. Passamos por uma espécie de sala e entramos num quarto. Já tava morto de cansado. Aquela TV de merda pesava uma tonelada, hahaha.
Me joguei na cama e ela voltou do banheiro. "Papi, que bom que você é, obrigada pela ajuda. Você merece que eu chupe seu pau." Ela se ajoelhou, puxou meu pau, cheirou um pouco, bateu na cara dela e começou a engolir.
A partir desse momento começou a melhor chupada da minha vida. À medida que meu pau ficava mais duro e comprido, mais esófago aparecia. Nunca chegava no final. Uma coisa de louco a baba que ela soltava, ela estacionava todo o tronco na garganta, enquanto com a língua dava uma repassada terrível nas bolas. Não deixava um lugar sem cobrir, todo meu falo e testíbooties estavam sob seu domínio. Eu estava louco com aquele trabalho, mas queria ver aqueles peitões enormes que me levaram até aquela favela. Emergiram dois melões. anormais e ficaram penduradas como sinos. Comecei a amassá-las um pouco, apertava, dei uns tapas, mas ela me empurrou de novo na cama e não aguentei mais. Ela estava decidida a pegar porra forte. Peguei ela pela nuca e queria pegar a garganta. Mentira, não tinha mais pau pra empurrar. Ela o manteve no esôfago o tempo todo, tirava pra respirar mais confortável e fazia ele desaparecer de novo. A porra era iminente, então peguei a nuca dela de novo e explodi. Tudo lá no fundo. "Maloooo"! Ela disse, não me deixou saborear o creme. Ri e me entreguei na cama.
Ela arrumava umas coisas enquanto falávamos besteiras. Saiu um pouco e quando voltou me contou: "Já ficou sabendo meu companheiro de casa que cheguei". Barraco terrível. Hahaha. Ela não tava nem aí.
Vem, papucho. Aqui estão os peitões que você tanto gostou. Tirou a regata e o sutiã e dessa vez apareceram livres aquelas montanhas que tanto me deixaram com tesão. Outra vez comecei a abusar delas de todas as maneiras, ela deixava eu morder sem limite nenhum. Mal conseguia cobrir com meus dois braços... nesse momento lembrei de um amigo sábio que soltou uma grande frase: teta que a mão não cobre, mais que teta é uma ubre. Comecei a rir e aproveitei essas "ubres" um pouco mais. Ela já estava com vontade, então com autoridade pegou meu falo e colocou entre as tetorras. Cuspiu um pouco e a esfregada começou a ter ritmo sustentado. Ia e vinha, combinava pra meter movimentos diferentes. Todo esse passeio por um mar de tetas estava me deixando duro pra caralho. Então ela pegou mais um pouco assim e me disse, põe na buceta. Enfiei e ela montou. Arrancou uma batedeira de vulva com tudo. Umas boas agachadas rítmicas ela me deu. O barulho de xoxoto era forte, então sabia que a colega de quarto estava descobrindo até o último detalhe de novo. Tirava meu pau, batia num bom clitóris inchado e mijado. Era pesado o fluxo que soltava, e ainda com um bom perfume de buceta. Entre a excitação Daquele momento, e as 24 horas de viagem que eu tinha no corpo, ela era uma fragrância de sexo bem sujo. Eu estava decidida a arrebentar o pau e não deixar ele sair de dentro de mim sem gozo. Ela acelerou até meu derrame. Que vontade de cavalgar essa novinha tinha. Ela saiu de cima e observou o balão inflado. Tirou ele e, me olhando, começou a engolir até a última gota da borracha. Espremeu e disse: agora sim! Precisava de porra e de um bom orgasmo.
Eu já estava exausto. Olhei as horas e eram 6 e pouco. Pensei que era hora de ir embora, ela leu minha mente... Me aguenta um pouco que eu te acompanho até a entrada, ela disse. Deitou de conchinha na cama, apoiando esse rabão na minha barriga morta. Houve uns minutos de silêncio terno (daqueles que acontecem com gente que você tem intimidade) e nós cochilamos.
Abri os olhos, soltei um peito e olhei o relógio. Eram 7:30. Ela empinou a bunda pra trás e me disse: "Não te abro se não me arrebentar o cu". Uiii... que caro era o preço da minha liberdade. Mas ela, com seu talento oral, em poucos minutos já tinha ele bem "enfiavel". Enquanto eu colocava a camisinha, ela adotou a posição de quatro e abriu com as duas mãos o desafio.
Apoiei a cabeça no anel pra apresentar e começar a espetar. Ela, assim que sentiu, jogou pra trás com força e engoliu tudo. Caralho! Que pouca resistência. Dava pra sentir todo aquele tubo relaxado indo e vindo sem a mínima resistência. Só me saiu dizer: "Que puta safada". Ela me respondeu: "Tava com o cu pegando fogo há horas. O assistente do motorista ficou me dedando por 30 minutos. Não pude chupar ele porque não tínhamos tanta intimidade e os passageiros indo ao banheiro podiam nos ver". Hahaha. Eu sabia que essa Promíscua tinha aprontado com aquele que cumprimentou. Tinha ganhado de mim aquele olhar de corno que o cara me deu. Eu não parava de empurrar naquele cuzão fácil enquanto sorria. Que puta linda essa jovenzinha. "Arrebenta meu cu, gatinho", ela gritou! O pau estava queimando, e um cheiro de merda começou a vir forte. Acelerei e soltei o último resto de fúria que eu Ficou. Tirei ela pra fora e abri as dobras pra admirar aquele anel. Um círculo perfeito bocejando. Dei uma lambida e tirei a camisinha bem banhada de chocolate.
Te acompanho até a saída, papi. Você é muito fofinho pra andar sozinho por aqui. Saímos pro corredor principal e tinha uma porrada de gente. Crianças indo pra escola. Trabalhadores indo ganhar a vida e uma trava divina parada num canto. Aos berros, Lola cumprimentou! Se abraçaram e se beijaram muito. Fazia dias que não se viam. A trava devia vir do trabalho, por isso, a maquiagem já tava mais pra Halloween. Me olha e diz pra Lola "que gato"... hahaha. Me senti o galã da noite. Me acompanhou os metros que faltavam e nos despedimos.
Trocamos umas mensagens nos dias seguintes. Ela agradeceu muito a banca de ir buscá-la. Num desses, ela manda: "Tô devendo. Me fala alguma fantasia que você tem e eu realizo". Penso uns minutos pra ver o que podia fazer com ela. Me vem uma clássica, mas que nunca tinha feito. "Sabe, Lolita? Nunca me chuparam num cinema". Pode deixar, Pa! Quando quiser.
Alguns dias depois, conseguimos combinar. Nos encontramos na quarta às 23:30 no shopping Abasto. Compramos ingresso pra um de terror. Fomos pra um canto quase no final. Mas tava bem vazio mesmo. Ela começou a me paquetear desde os créditos. Não tinha passado da primeira cena que ela já tava agachada de lado com a boca cheia. Um talento fabuloso pra fazer todo tipo de malabarismo e quase não emitir ruído. Podia ser discreta se quisesse, hahaha. Deve ter ficado uns dez minutos engolindo... e eu já tava quase gozando. Parei ela e disse pra descansar uns minutos pra gerar mais porra ainda. O filme era um tédio de gritos e sangue. Ela em nenhum momento soltou meu pau da mãozinha. Era hora de voltar a curtir minha fantasia por completo. Estiquei as costas vendo a quase nenhuma gente em volta e acariciei a nuca dela. Ela voltou ao que fazia, insisto: fazia com todo o talento do mundo mas sem o mínimo barulho. Comecei a... ter as cócegas que avisam a crema. Ela percebeu e me olhou com olhinhos risonhos. Puxou um pouco o pau da garganta e fez que eu gozasse na boca. Tomando o cuidado para que não derramasse nem uma gota da minha descendência. Quando se levantou, apoiou a cabeça no meu ombro e depois me mostrou tudo que tinha no bucho. Dobrava a língua para fazer uma piscininha de porra... hahaha. Que gênia essa novinha. Saboreou uns minutos e engoliu. Obrigada, papi! Preciso de cálcio. Estou em idade de crescimento.
Assistimos mais um pouco ao filme e ela me sussurra. Cara, eu realizei sua fantasia, mas estou com a buceta encharcada. Faz uma semana que não transo. Mete uns dedos, por favor... mandei três de uma vez, e fiquei impressionado com a quantidade de lubrificação que saía. Divino!!!! Nadei um pouco naquele mar e a gordinha começou a amassar os peitos. Estava prestes a começar um escândalo... "Vamos para um hotel, gata, você não pode ficar assim."
A poucas quadras daquele shopping havia opções. Por sorte, ela estava de legging preta, então não dava para notar o quanto estava molhada. Cruzamos a Avenida Corrientes quase correndo. Alugamos um quarto com pernoite, mal entramos e ela diz. Segura aí que tô cagando muito. Hahaha. Eu adorava a transparência dessa novinha. Zero filtro. Coloquei um pornô na TV e comecei a dar uns tapas nela. Ela saiu de peitos e calcinha fio-dental. Direto para chupar e trabalhar o pau com os peitões como só ela sabe. Olhei no espelho de cima e ela estava enfiando a mão inteira de lado no cu. Eu já estava pronto para enfiar. Agarrei-a pelos cabelos e a coloquei de frente, perninhas no ombro. Queria ver aquele mar de peitos indo e vindo enquanto a bombava. Paf paf paf... que espetáculo aquelas tetas. Batiam no rosto dela e voltavam. Levei-a para uma daquelas poltronas "do amor" e a coloquei de bruços com os peitos balançando. Olhava no espelho de lado e estava fascinado com aqueles sinos. Não durou muito mais e estourei a piñata.
Ela entrava na padaria às 5. Então dormimos 3 horas de conchinha e o alarme tocou. Saímos e a Acompanhei ela esperando o ônibus. Caminamos pela rua de abraçados. Pedi que ela me contasse a vez que tinha chupado mais picas juntas. Resposta inesperada: "chupei 9 picas no velório de um bandido doidão do bairro". O ônibus dela chegou, o sol começava a aparecer e ela tinha o dia inteiro de trabalho pela frente (assim como eu, mas não tão cedo). Nos despedimos com um abraço apertado (ambos suspeitando que seria definitivo).
Falei com ela alguns dias seguidos pra saber como tava e ela sempre mandava a melhor, a gata. Que pedaço de mulher. Uma grande história de superação e garra. A conversa foi esfriando e eu também fui sumindo daquele app.











Só quero contar a experiência mais interessante.
Dei like num perfil de uma baixinha com 160 de peito e uma bunda pra um batalhão. As fotos dela eram sugestivas. Essa aí também tava procurando guerra. No outro dia, veio o match com o álbum privado. A gordinha gostosa mostrando os peitões, o cuzão e a boca cheia de pau em várias. Ela curtiu meu pau e a gente começou a conversar.
Ela tava de férias em Jujuy com a família. Me contou que morava na 31 sozinha. Se virava como uma deusa. Trabalhava numa padaria perto. Prometeu que assim que comemorasse o ano novo com a família, voltava pra São Paulo e eu ia ser o primeiro pau dela. A gente ficou trocando mensagem nos dias seguintes enquanto ela me contava sobre a quantidade de pau que ela experimentava por lá.
Chegou o dia da volta. Ela me pediu, de boa, se eu podia esperar ela na rodoviária do Tietê porque voltava com muita bagagem. Chegava às 4 da manhã. Aquela região é uma sequência pesada (explico pros que não são de São Paulo), mas a vontade de experimentar os talentos da bombada podia comigo. Aceitei ir buscá-la. Assim que subiu no ônibus, ela me mandou 3 fotos (as últimas que são em preto e branco). Às 4 eu tava na Praça da Árvore. Nem fodendo que eu sabia onde o ônibus ia chegar. Em um momento, um parou e a galera começou a descer. Me aproximei e vi ela com uma legging coladíssima na buceta e metade dos peitões pra fora. Tirou toda a bagagem do porta-malas e deu um beijo no motorista (haha, essa aí tinha feito Lá).
Me aproximei e cumprimentei ela.
Ela me abraçou com efusividade. Afinal, éramos "amigos" há 20 dias, hahaha. "Que que tá fazendo, papu?", ela gritou. Ela estava com uma mala, uma caixa e uma TV de tubo pesadíssima. Enquanto nos abraçávamos, ela apoiou a bolsa em cima da mala e, num instante, um oportunista agarrou. Peguei no ar, a bolsa ficou no meu poder e ele saiu correndo. Pronto, o filme começava com todos os temperos que eu esperava. A young lady deu risada e disse: já peço o táxi. Ela estava me paquerando um pouco e falava com o taxista. Eu olhava em volta enquanto todo tipo de noia e trabalhador comiam ela com os olhos.
Chegou o carro e a gente carregou. Na viagem, ela falava com o motorista (que eu conhecia) enquanto já tinha metido a mão no meu jeans e estava começando a me masturbar. Chegamos na porta da 31, o cara conversou com um poronga de lá e liberou pra deixar o carro. Cada um pegou algo e caminhamos uns 150m, até chegar num corredor. Aí ela pagou o taxista e ele foi embora.
Ela subiu com a mala por uma escada caracol e eu fiquei com a caixa e a TV. Ela voltou em 5 minutos e subimos o resto. Passamos por uma espécie de sala e entramos num quarto. Já tava morto de cansado. Aquela TV de merda pesava uma tonelada, hahaha.
Me joguei na cama e ela voltou do banheiro. "Papi, que bom que você é, obrigada pela ajuda. Você merece que eu chupe seu pau." Ela se ajoelhou, puxou meu pau, cheirou um pouco, bateu na cara dela e começou a engolir.
A partir desse momento começou a melhor chupada da minha vida. À medida que meu pau ficava mais duro e comprido, mais esófago aparecia. Nunca chegava no final. Uma coisa de louco a baba que ela soltava, ela estacionava todo o tronco na garganta, enquanto com a língua dava uma repassada terrível nas bolas. Não deixava um lugar sem cobrir, todo meu falo e testíbooties estavam sob seu domínio. Eu estava louco com aquele trabalho, mas queria ver aqueles peitões enormes que me levaram até aquela favela. Emergiram dois melões. anormais e ficaram penduradas como sinos. Comecei a amassá-las um pouco, apertava, dei uns tapas, mas ela me empurrou de novo na cama e não aguentei mais. Ela estava decidida a pegar porra forte. Peguei ela pela nuca e queria pegar a garganta. Mentira, não tinha mais pau pra empurrar. Ela o manteve no esôfago o tempo todo, tirava pra respirar mais confortável e fazia ele desaparecer de novo. A porra era iminente, então peguei a nuca dela de novo e explodi. Tudo lá no fundo. "Maloooo"! Ela disse, não me deixou saborear o creme. Ri e me entreguei na cama.
Ela arrumava umas coisas enquanto falávamos besteiras. Saiu um pouco e quando voltou me contou: "Já ficou sabendo meu companheiro de casa que cheguei". Barraco terrível. Hahaha. Ela não tava nem aí.
Vem, papucho. Aqui estão os peitões que você tanto gostou. Tirou a regata e o sutiã e dessa vez apareceram livres aquelas montanhas que tanto me deixaram com tesão. Outra vez comecei a abusar delas de todas as maneiras, ela deixava eu morder sem limite nenhum. Mal conseguia cobrir com meus dois braços... nesse momento lembrei de um amigo sábio que soltou uma grande frase: teta que a mão não cobre, mais que teta é uma ubre. Comecei a rir e aproveitei essas "ubres" um pouco mais. Ela já estava com vontade, então com autoridade pegou meu falo e colocou entre as tetorras. Cuspiu um pouco e a esfregada começou a ter ritmo sustentado. Ia e vinha, combinava pra meter movimentos diferentes. Todo esse passeio por um mar de tetas estava me deixando duro pra caralho. Então ela pegou mais um pouco assim e me disse, põe na buceta. Enfiei e ela montou. Arrancou uma batedeira de vulva com tudo. Umas boas agachadas rítmicas ela me deu. O barulho de xoxoto era forte, então sabia que a colega de quarto estava descobrindo até o último detalhe de novo. Tirava meu pau, batia num bom clitóris inchado e mijado. Era pesado o fluxo que soltava, e ainda com um bom perfume de buceta. Entre a excitação Daquele momento, e as 24 horas de viagem que eu tinha no corpo, ela era uma fragrância de sexo bem sujo. Eu estava decidida a arrebentar o pau e não deixar ele sair de dentro de mim sem gozo. Ela acelerou até meu derrame. Que vontade de cavalgar essa novinha tinha. Ela saiu de cima e observou o balão inflado. Tirou ele e, me olhando, começou a engolir até a última gota da borracha. Espremeu e disse: agora sim! Precisava de porra e de um bom orgasmo.
Eu já estava exausto. Olhei as horas e eram 6 e pouco. Pensei que era hora de ir embora, ela leu minha mente... Me aguenta um pouco que eu te acompanho até a entrada, ela disse. Deitou de conchinha na cama, apoiando esse rabão na minha barriga morta. Houve uns minutos de silêncio terno (daqueles que acontecem com gente que você tem intimidade) e nós cochilamos.
Abri os olhos, soltei um peito e olhei o relógio. Eram 7:30. Ela empinou a bunda pra trás e me disse: "Não te abro se não me arrebentar o cu". Uiii... que caro era o preço da minha liberdade. Mas ela, com seu talento oral, em poucos minutos já tinha ele bem "enfiavel". Enquanto eu colocava a camisinha, ela adotou a posição de quatro e abriu com as duas mãos o desafio.
Apoiei a cabeça no anel pra apresentar e começar a espetar. Ela, assim que sentiu, jogou pra trás com força e engoliu tudo. Caralho! Que pouca resistência. Dava pra sentir todo aquele tubo relaxado indo e vindo sem a mínima resistência. Só me saiu dizer: "Que puta safada". Ela me respondeu: "Tava com o cu pegando fogo há horas. O assistente do motorista ficou me dedando por 30 minutos. Não pude chupar ele porque não tínhamos tanta intimidade e os passageiros indo ao banheiro podiam nos ver". Hahaha. Eu sabia que essa Promíscua tinha aprontado com aquele que cumprimentou. Tinha ganhado de mim aquele olhar de corno que o cara me deu. Eu não parava de empurrar naquele cuzão fácil enquanto sorria. Que puta linda essa jovenzinha. "Arrebenta meu cu, gatinho", ela gritou! O pau estava queimando, e um cheiro de merda começou a vir forte. Acelerei e soltei o último resto de fúria que eu Ficou. Tirei ela pra fora e abri as dobras pra admirar aquele anel. Um círculo perfeito bocejando. Dei uma lambida e tirei a camisinha bem banhada de chocolate.
Te acompanho até a saída, papi. Você é muito fofinho pra andar sozinho por aqui. Saímos pro corredor principal e tinha uma porrada de gente. Crianças indo pra escola. Trabalhadores indo ganhar a vida e uma trava divina parada num canto. Aos berros, Lola cumprimentou! Se abraçaram e se beijaram muito. Fazia dias que não se viam. A trava devia vir do trabalho, por isso, a maquiagem já tava mais pra Halloween. Me olha e diz pra Lola "que gato"... hahaha. Me senti o galã da noite. Me acompanhou os metros que faltavam e nos despedimos.
Trocamos umas mensagens nos dias seguintes. Ela agradeceu muito a banca de ir buscá-la. Num desses, ela manda: "Tô devendo. Me fala alguma fantasia que você tem e eu realizo". Penso uns minutos pra ver o que podia fazer com ela. Me vem uma clássica, mas que nunca tinha feito. "Sabe, Lolita? Nunca me chuparam num cinema". Pode deixar, Pa! Quando quiser.
Alguns dias depois, conseguimos combinar. Nos encontramos na quarta às 23:30 no shopping Abasto. Compramos ingresso pra um de terror. Fomos pra um canto quase no final. Mas tava bem vazio mesmo. Ela começou a me paquetear desde os créditos. Não tinha passado da primeira cena que ela já tava agachada de lado com a boca cheia. Um talento fabuloso pra fazer todo tipo de malabarismo e quase não emitir ruído. Podia ser discreta se quisesse, hahaha. Deve ter ficado uns dez minutos engolindo... e eu já tava quase gozando. Parei ela e disse pra descansar uns minutos pra gerar mais porra ainda. O filme era um tédio de gritos e sangue. Ela em nenhum momento soltou meu pau da mãozinha. Era hora de voltar a curtir minha fantasia por completo. Estiquei as costas vendo a quase nenhuma gente em volta e acariciei a nuca dela. Ela voltou ao que fazia, insisto: fazia com todo o talento do mundo mas sem o mínimo barulho. Comecei a... ter as cócegas que avisam a crema. Ela percebeu e me olhou com olhinhos risonhos. Puxou um pouco o pau da garganta e fez que eu gozasse na boca. Tomando o cuidado para que não derramasse nem uma gota da minha descendência. Quando se levantou, apoiou a cabeça no meu ombro e depois me mostrou tudo que tinha no bucho. Dobrava a língua para fazer uma piscininha de porra... hahaha. Que gênia essa novinha. Saboreou uns minutos e engoliu. Obrigada, papi! Preciso de cálcio. Estou em idade de crescimento.
Assistimos mais um pouco ao filme e ela me sussurra. Cara, eu realizei sua fantasia, mas estou com a buceta encharcada. Faz uma semana que não transo. Mete uns dedos, por favor... mandei três de uma vez, e fiquei impressionado com a quantidade de lubrificação que saía. Divino!!!! Nadei um pouco naquele mar e a gordinha começou a amassar os peitos. Estava prestes a começar um escândalo... "Vamos para um hotel, gata, você não pode ficar assim."
A poucas quadras daquele shopping havia opções. Por sorte, ela estava de legging preta, então não dava para notar o quanto estava molhada. Cruzamos a Avenida Corrientes quase correndo. Alugamos um quarto com pernoite, mal entramos e ela diz. Segura aí que tô cagando muito. Hahaha. Eu adorava a transparência dessa novinha. Zero filtro. Coloquei um pornô na TV e comecei a dar uns tapas nela. Ela saiu de peitos e calcinha fio-dental. Direto para chupar e trabalhar o pau com os peitões como só ela sabe. Olhei no espelho de cima e ela estava enfiando a mão inteira de lado no cu. Eu já estava pronto para enfiar. Agarrei-a pelos cabelos e a coloquei de frente, perninhas no ombro. Queria ver aquele mar de peitos indo e vindo enquanto a bombava. Paf paf paf... que espetáculo aquelas tetas. Batiam no rosto dela e voltavam. Levei-a para uma daquelas poltronas "do amor" e a coloquei de bruços com os peitos balançando. Olhava no espelho de lado e estava fascinado com aqueles sinos. Não durou muito mais e estourei a piñata.
Ela entrava na padaria às 5. Então dormimos 3 horas de conchinha e o alarme tocou. Saímos e a Acompanhei ela esperando o ônibus. Caminamos pela rua de abraçados. Pedi que ela me contasse a vez que tinha chupado mais picas juntas. Resposta inesperada: "chupei 9 picas no velório de um bandido doidão do bairro". O ônibus dela chegou, o sol começava a aparecer e ela tinha o dia inteiro de trabalho pela frente (assim como eu, mas não tão cedo). Nos despedimos com um abraço apertado (ambos suspeitando que seria definitivo).
Falei com ela alguns dias seguidos pra saber como tava e ela sempre mandava a melhor, a gata. Que pedaço de mulher. Uma grande história de superação e garra. A conversa foi esfriando e eu também fui sumindo daquele app.











17 comentários - Badoo: Fui na Vila 31 pra comer buceta.