Quarta-feira, 18h45
Quando a Paulita abriu a porta, fiquei gelado.
—O que você fez no cabelo? —ela perguntou, antes mesmo de me cumprimentar.
Toquei meu cabelo instintivamente.
—Nada, tá feio?
—Tá horrível, campeão. —Balangou a cabeça—. Você parece um moleque do ensino médio que deixou o cabelo crescer porque gosta de ser rebelde, por essas coisas que você nunca tem namorada.
Ela entrou e fez um sinal para eu passar.
—Vai entrar ou tenho que te convidar?
Entrei e a Paulita se aproximou, me olhou e sem dizer nada arrumou minha camiseta, puxando a gola, me olhando de cima a baixo como se eu fosse uma peça de roupa.
—Corta esse cabelo até quarta que vem —disse, ainda me arrumando—. Sério, tá uma merda.
—Ok.
—Sabe de uma coisa? Vou cortar agora mesmo. Não vou jantar com você assim porque você parece mesmo um otário haha.
Fiquei calado. Tem algo no jeito que ela fala comigo que me deixa meio nervoso, meio excitado.
—Achei que você ainda tinha dignidade e ia reclamar um pouco, mas parece que não. Ótimo!
—É —terminei de falar e me senti um otário.
—Perfeito. —Passou a mão pelo meu cabelo.
Não demorou muito para cortar meu cabelo e ela não fez mal. Tinha feito um curso e de vez em quando ganhava um extra com cabeleireiro. Não pude deixar de notar o jeito marcadamente brusco de me segurar e arrumar minha cabeça.
Quando terminou, me mandou tomar banho para tirar os fios de cabelo que tivessem grudado e quando fui em direção ao banheiro ela me parou de repente e disse "não esquece sua cueca nova".
Ela me deu um pacote de cuecas, não usava desde criança e ainda por cima eram pequenas, não precisava experimentar para saber que iam ficar muito apertadas, mas quando tentei reclamar ela me calou.
"Shh. Vai tomar banho, bebê, enquanto eu faço o jantar".
00:00
O apartamento cheirava à mesma mistura de sempre: café e canela. Mas hoje tinha algo diferente no ar, uma tensão que não era só sexual.
A Paulita tinha cortado meu cabelo, me mandado tomar banho e Alimentado. Estávamos sentados no sofá. Ela estava com uma blusa justa, jeans que marcavam perfeitamente, e aquele sorriso que conheço desde sempre, mas que agora tinha um significado totalmente diferente.
— Como foi sua semana? — ela perguntou enquanto eu me sentava na poltrona.
— Boa. Sem me tocar, como você pediu.
— Nada mesmo?
— Nada. Nem pensei em fazer.
— Mentira. — Ela se aproximou um pouco mais. — Pajeros sempre pensam nisso.
— Eu não sou tão masturbador.
— Não é? — Ela se aproximou mais. — Então por que estava olhando minha blusa há cinco minutos?
— Eu não estava...
— Estava imaginando como eu fico sem a blusa?
— Pau...
— Quer que eu faça uma masturbação em você ou não?
— Quero.
— Viu, você é um masturbador.
Fiquei calado.
— Sabe qual foi a coisa mais bonita da semana passada? — ela perguntou, se acomodando na poltrona.
— O quê?
— Você ter dito que era meu. — Sua mão tocou meu joelho. — Que me prometeu me obedecer.
— Foi verdade.
— E gostou de ser meu?
— Gostei.
— Gostou que eu dissesse o que fazer?
— Sim.
— E gostou que eu tocasse em você do jeito que eu gosto?
— Gostei de tudo, Pau.
Paulita se inclinou para mim, tão perto que pude sentir seu perfume.
— Sabe o que vai acontecer hoje?
— Não.
— Hoje vai ser melhor que a semana passada. — Sua voz ficou mais baixa. — Muito melhor.
Minha respiração ficou mais curta.
— Por que vai ser melhor?
Paulita sorriu e se levantou.
— Quer ver uma coisa bonita enquanto tomo uma cerveja?
— Ver o quê?
— Um vídeo.
Ela foi para a cozinha e eu fiquei sentado, pensando em que tipo de vídeo seria. Qualquer coisa que Paulita considera "bonita" pode ser qualquer coisa.
Quando voltou, trouxe duas cervejas e o laptop.
— Que tipo de vídeo é? — perguntei.
— Um vídeo pornô, bebê. — Ela se sentou atrás de mim no sofá. — Mas primeiro tenho que te preparar.
— Preparar para quê?
Paulita se sentou atrás de mim e abriu as pernas, colocando-as entre as minhas para abri-las. Fiquei imóvel.
—Assim —ela disse—. Melhor.
Seus braços me envolveram, e uma de suas mãos começou a acariciar meu peito por cima da camiseta.
—Você gosta? —ela perguntou no meu ouvido.
—Sim.
—Você gosta que eu toque assim?
—Eu adoro.
Suas carícias eram suaves, mas constantes. Como se estivesse testando minha pele.
—Você tem alguma preferência? —ela me perguntou.
—De quê?
—Do que você gosta. —Sua mão desceu até meu estômago—. Você gosta que acariciem seu peito?
—Sim.
—Você gosta que falem no seu ouvido?
—Sim.
—Você gosta que digam coisas?
—Eu gosto.
Paulita aproximou mais seu rosto do meu.
—Qual é seu gênero preferido de pornô?
A pergunta me pegou desprevenido.
—Sexo oral —consegui dizer.
—Quer ver o vídeo do melhor boquete da história?
Eu fiquei corado.
—Sim. —Sua mão se aproximou mais da minha virilha—. Vou te mostrar a melhor mamada que já vi.
—A melhor? —eu sabia que isso ia terminar com a Pauli chupando meu pau.
—A melhor. —Sua voz tinha um sorriso—. Mas você tem que relaxar e curtir.
Meu coração começou a bater mais forte.
—Você vai me fazer sexo oral?
—Tudo é possível.
Ela abriu o laptop e deu play em um vídeo. Na tela apareceu um homem em um quarto, conversando com uma mulher. Parecia um encontro normal.
A mão da Paulita estava dentro da minha cueca e me masturbava devagarzinho. Eu estava muito duro. Seus dedos roçavam minhas bolas.
No vídeo, o homem se levantou e se aproximou da mulher. Acariciou seu cabelo, baixou o zíper do vestido lentamente.
—Ah, olha —disse Paulita, apontando para a tela—. Ela vai se despir.
Quando o vestido caiu, o homem ficou paralisado.
Na tela havia uma mulher, mas quando ela se virou, tinha algo entre as pernas que não combinava com uma mulher.
—Que porra é essa? —eu perguntei.
—Olha direito —Paulita me disse—. Não é o que parece.
O homem do vídeo recuou.
—Não, espera —ele disse—. Isso não é o que...
—Qual é o problema? —perguntou a travesti—. Não gostou?
—Não É o que eu pensei que era.
— Pensou que era o quê? Uma mulher?
— Pensei que você era...
— Uma mulher normal. — O travesti se aproximou —. Sim, eu sei. Mas você veio até aqui por algum motivo, não foi? Se não fosse, outro já teria percebido.
Paulita prendeu minhas pernas com as dela e sua mão apertava meu pau com força e acelerava o movimento. A outra mão brincava com um dos meus mamilos.
— Te dá impressão? — me perguntou no ouvido.
— Um pouco.
— Mas olha o que ele diz. "Você veio até aqui por algum motivo". Não te parece lógico?
— Pau, podemos trocar o vídeo? — Ela me ignorou.
O homem do vídeo continuou recuando, mas o travesti se aproximou mais.
— Vai, não seja covarde — disse —. É bom. Eu gosto e você também vai gostar.
Paulita apertou minhas pernas com as dela.
— Lembra que me prometeu me obedecer?
— Lembro.
— Lembra que me disse que é meu?
— Lembro.
— E que me disse que ia me deixar fazer tudo o que eu quisesse?
— Lembro.
— E que me disse que ia aguentar tudo o que eu quisesse?
— Lembro.
Paulita roçou meus lábios com os dela.
— Então olha e aprende, campeão. Olha como se faz.
No vídeo, o homem cedeu. Ajoelhou-se diante do travesti e, timidamente, aproximou a boca.
— Olha como ele faz — sussurrou Paulita —. Primeiro tímido, depois se anima.
O homem do vídeo começava com movimentos lentos, hesitantes.
— Assim é você — me disse Paulita —. Tímido no começo, depois se anima. A mão que beliscava meu mamilo subiu e um dedo roçou meus lábios.
A outra mão continuava me masturbando com uma força que outras vezes não tinha tido. Eu estava começando a me sentir mais quente, mais excitado.
— Gosta do que vê? — me perguntou.
— Não sei.
— Não sabe ou não quer me dizer?
— Não sei.
— Acha que ele chupa bem?
— Não.
— Olha, olha o que ele diz agora.
No vídeo, o travesti falou com o homem:
— Eu também fazia assim quando comecei e olha agora.
E de repente, foi a vez dele de dar. uma chupada no homem, que em poucos minutos gozou forte na sua boca.
Paulita parou de repente.
— Quero saber como você gosta que te chupem.
Tentei começar a responder e ela me cortou na hora. Paulita levantou do sofá e foi buscar algo no quarto. Voltou com um pau de borracha rosa.
— Me mostra com isso. — Sentou de novo do meu lado e me entregou.
— Não quero, Pau.
— Não quer? — A voz dela ficou doce, quase de menininha —. Eu não sei como faz, vai, me ensina.
— Te ensinar o quê?
— Como você gosta que façam sexo oral em você. Senão não posso te ajudar.
Ela tocou minha virilha, onde já estava meio duro.
— Você esperou a semana toda... não vai ficar assim sem gozo, todo durinho. Não quer que eu te ajude?
— Quero, mas...
— Não é pau de verdade, campeão. — A voz dela ficou mais baixa —. Vai, me dá esse prazer e eu vou te dar também.
Fiquei calado, sentindo ela continuar me tocando.
— Vai? — insistiu —. É tipo treinar.
— Treinar pra quê?
Paulita me ignorou completamente, desceu do sofá e ficou de pé na minha frente.
— Agora — disse —. Me mostra o que você aprendeu.
Pegou o pau de borracha das minhas mãos e apoiou na virilha dela, como se fosse O PAU dela.
— Eu não sei como...
— Vou te guiar. — A mão dela pegou a minha e colocou sobre o objeto —. Segura, você sabe o que fazer, sabe como você gosta. Me mostra.
Comecei timidamente, lambendo a ponta.
— Assim tá bom — ela disse —. Mas com certeza você gosta que façam de outro jeito.
— Que outro jeito?
— Enfia mais. — Pegou minha cabeça —. Me agarra pelo cabelo e me faz experimentar.
Fiz o que ela mandou.
— Assim tá melhor. — A voz dela estava mais excitada —. Mas você gosta mais quando cospem, né?
— Cospem?
— É. Cospe em cima.
Cuspi no pau. Olhei pra ela. Ela sorriu. Baixei o olhar envergonhado.
— Agora continua. — As mãos dela me guiaram —. Mais fundo.
Fui enfiando a cabeça mais.
— Com engasgada fica melhor. — A voz dela ficou mais grossa —. Ou vai me dizer que não gosta que te comam Tudo bem?.
Chupei o máximo que pude até que me deu ânsia.
—Assim está perfeito. —Paulita me parabenizou e acariciou meu cabelo—. Olha como você está gostando.
Enquanto eu fazia tudo isso, ela continuava me tocando suavemente, movendo a mão no meu pau com um ritmo constante.
—Continua —ela disse—. Continua assim.
Eu seguia as instruções: língua, cuspir, mais fundo, com ânsia. Tudo que ela pedia.
—Você chupa muito bem —ela disse—. Aprende rápido.
Suas carícias ficaram mais rápidas enquanto beijava meu pescoço.
—Você gosta quando eu digo que você é bom?
—Sim.
—Você gosta quando eu te parabenizo?
—Sim.
Paulita levantou meu rosto para que eu olhasse para ela.
—Agora —sua voz ficou mais doce— chupa ele mais um pouquinho, bebê, e depois eu retribuo o favor.
—Sério?
—Sim, vou te fazer uma punheta, óbvio. Não pensou que eu ia chupar, né?
—É, pensei nisso.
—Sou sua amiga, punheteiro, como você me pede uma coisa dessas. Vai, chupa!
E enquanto eu fazia o que ela tinha ensinado, ela me tocava, me beijava, me parabenizava, mas também enfiava o pau de borracha mais fundo.
Em um momento, ela disse "Bebê, olha pra mim" e quando eu olhei, ela tirou da minha boca e cuspiu na minha cara.
—Que lindo você ficou com a carinha toda gozada, bebê.
Ela riu, eu fiquei sem reação, mas logo ela estava me punhetando com toda a força do mundo. Com o cuspe ainda na cara, eu relaxei para sentir o que tinha desejado a semana toda.
Comecei a gemer e ela se lambeu. Ela começou a chupar meus mamilos. Comecei a gemer com muita força. Me ouvi e fiquei ainda mais excitado.
De repente, seu dedo roçou meu cu; estranhamente não houve resistência e logo ela tinha meio dedo dentro da bunda.
Ela começou a mexer. Senti algo na minha bunda, um prazer super intenso.
Gozei na hora. Quatro jatos de porra, os três primeiros mais abundantes que muitas punhetas que eu fazia antes... antes da Paulita...
Uma grande quantidade de porra ficou na mão dela e rapidamente ela limpou na minha cara.
—Agora sim bebê, toda a carinha melada, haha. Você tá linda, mas vai se limpar.
Enquanto me lavava no banheiro, não pude deixar de pensar que tinha ultrapassado alguns limites, mas já tava de pau duro de novo...
CONTINUARÁ
Quando a Paulita abriu a porta, fiquei gelado.
—O que você fez no cabelo? —ela perguntou, antes mesmo de me cumprimentar.
Toquei meu cabelo instintivamente.
—Nada, tá feio?
—Tá horrível, campeão. —Balangou a cabeça—. Você parece um moleque do ensino médio que deixou o cabelo crescer porque gosta de ser rebelde, por essas coisas que você nunca tem namorada.
Ela entrou e fez um sinal para eu passar.
—Vai entrar ou tenho que te convidar?
Entrei e a Paulita se aproximou, me olhou e sem dizer nada arrumou minha camiseta, puxando a gola, me olhando de cima a baixo como se eu fosse uma peça de roupa.
—Corta esse cabelo até quarta que vem —disse, ainda me arrumando—. Sério, tá uma merda.
—Ok.
—Sabe de uma coisa? Vou cortar agora mesmo. Não vou jantar com você assim porque você parece mesmo um otário haha.
Fiquei calado. Tem algo no jeito que ela fala comigo que me deixa meio nervoso, meio excitado.
—Achei que você ainda tinha dignidade e ia reclamar um pouco, mas parece que não. Ótimo!
—É —terminei de falar e me senti um otário.
—Perfeito. —Passou a mão pelo meu cabelo.
Não demorou muito para cortar meu cabelo e ela não fez mal. Tinha feito um curso e de vez em quando ganhava um extra com cabeleireiro. Não pude deixar de notar o jeito marcadamente brusco de me segurar e arrumar minha cabeça.
Quando terminou, me mandou tomar banho para tirar os fios de cabelo que tivessem grudado e quando fui em direção ao banheiro ela me parou de repente e disse "não esquece sua cueca nova".
Ela me deu um pacote de cuecas, não usava desde criança e ainda por cima eram pequenas, não precisava experimentar para saber que iam ficar muito apertadas, mas quando tentei reclamar ela me calou.
"Shh. Vai tomar banho, bebê, enquanto eu faço o jantar".
00:00
O apartamento cheirava à mesma mistura de sempre: café e canela. Mas hoje tinha algo diferente no ar, uma tensão que não era só sexual.
A Paulita tinha cortado meu cabelo, me mandado tomar banho e Alimentado. Estávamos sentados no sofá. Ela estava com uma blusa justa, jeans que marcavam perfeitamente, e aquele sorriso que conheço desde sempre, mas que agora tinha um significado totalmente diferente.
— Como foi sua semana? — ela perguntou enquanto eu me sentava na poltrona.
— Boa. Sem me tocar, como você pediu.
— Nada mesmo?
— Nada. Nem pensei em fazer.
— Mentira. — Ela se aproximou um pouco mais. — Pajeros sempre pensam nisso.
— Eu não sou tão masturbador.
— Não é? — Ela se aproximou mais. — Então por que estava olhando minha blusa há cinco minutos?
— Eu não estava...
— Estava imaginando como eu fico sem a blusa?
— Pau...
— Quer que eu faça uma masturbação em você ou não?
— Quero.
— Viu, você é um masturbador.
Fiquei calado.
— Sabe qual foi a coisa mais bonita da semana passada? — ela perguntou, se acomodando na poltrona.
— O quê?
— Você ter dito que era meu. — Sua mão tocou meu joelho. — Que me prometeu me obedecer.
— Foi verdade.
— E gostou de ser meu?
— Gostei.
— Gostou que eu dissesse o que fazer?
— Sim.
— E gostou que eu tocasse em você do jeito que eu gosto?
— Gostei de tudo, Pau.
Paulita se inclinou para mim, tão perto que pude sentir seu perfume.
— Sabe o que vai acontecer hoje?
— Não.
— Hoje vai ser melhor que a semana passada. — Sua voz ficou mais baixa. — Muito melhor.
Minha respiração ficou mais curta.
— Por que vai ser melhor?
Paulita sorriu e se levantou.
— Quer ver uma coisa bonita enquanto tomo uma cerveja?
— Ver o quê?
— Um vídeo.
Ela foi para a cozinha e eu fiquei sentado, pensando em que tipo de vídeo seria. Qualquer coisa que Paulita considera "bonita" pode ser qualquer coisa.
Quando voltou, trouxe duas cervejas e o laptop.
— Que tipo de vídeo é? — perguntei.
— Um vídeo pornô, bebê. — Ela se sentou atrás de mim no sofá. — Mas primeiro tenho que te preparar.
— Preparar para quê?
Paulita se sentou atrás de mim e abriu as pernas, colocando-as entre as minhas para abri-las. Fiquei imóvel.
—Assim —ela disse—. Melhor.
Seus braços me envolveram, e uma de suas mãos começou a acariciar meu peito por cima da camiseta.
—Você gosta? —ela perguntou no meu ouvido.
—Sim.
—Você gosta que eu toque assim?
—Eu adoro.
Suas carícias eram suaves, mas constantes. Como se estivesse testando minha pele.
—Você tem alguma preferência? —ela me perguntou.
—De quê?
—Do que você gosta. —Sua mão desceu até meu estômago—. Você gosta que acariciem seu peito?
—Sim.
—Você gosta que falem no seu ouvido?
—Sim.
—Você gosta que digam coisas?
—Eu gosto.
Paulita aproximou mais seu rosto do meu.
—Qual é seu gênero preferido de pornô?
A pergunta me pegou desprevenido.
—Sexo oral —consegui dizer.
—Quer ver o vídeo do melhor boquete da história?
Eu fiquei corado.
—Sim. —Sua mão se aproximou mais da minha virilha—. Vou te mostrar a melhor mamada que já vi.
—A melhor? —eu sabia que isso ia terminar com a Pauli chupando meu pau.
—A melhor. —Sua voz tinha um sorriso—. Mas você tem que relaxar e curtir.
Meu coração começou a bater mais forte.
—Você vai me fazer sexo oral?
—Tudo é possível.
Ela abriu o laptop e deu play em um vídeo. Na tela apareceu um homem em um quarto, conversando com uma mulher. Parecia um encontro normal.
A mão da Paulita estava dentro da minha cueca e me masturbava devagarzinho. Eu estava muito duro. Seus dedos roçavam minhas bolas.
No vídeo, o homem se levantou e se aproximou da mulher. Acariciou seu cabelo, baixou o zíper do vestido lentamente.
—Ah, olha —disse Paulita, apontando para a tela—. Ela vai se despir.
Quando o vestido caiu, o homem ficou paralisado.
Na tela havia uma mulher, mas quando ela se virou, tinha algo entre as pernas que não combinava com uma mulher.
—Que porra é essa? —eu perguntei.
—Olha direito —Paulita me disse—. Não é o que parece.
O homem do vídeo recuou.
—Não, espera —ele disse—. Isso não é o que...
—Qual é o problema? —perguntou a travesti—. Não gostou?
—Não É o que eu pensei que era.
— Pensou que era o quê? Uma mulher?
— Pensei que você era...
— Uma mulher normal. — O travesti se aproximou —. Sim, eu sei. Mas você veio até aqui por algum motivo, não foi? Se não fosse, outro já teria percebido.
Paulita prendeu minhas pernas com as dela e sua mão apertava meu pau com força e acelerava o movimento. A outra mão brincava com um dos meus mamilos.
— Te dá impressão? — me perguntou no ouvido.
— Um pouco.
— Mas olha o que ele diz. "Você veio até aqui por algum motivo". Não te parece lógico?
— Pau, podemos trocar o vídeo? — Ela me ignorou.
O homem do vídeo continuou recuando, mas o travesti se aproximou mais.
— Vai, não seja covarde — disse —. É bom. Eu gosto e você também vai gostar.
Paulita apertou minhas pernas com as dela.
— Lembra que me prometeu me obedecer?
— Lembro.
— Lembra que me disse que é meu?
— Lembro.
— E que me disse que ia me deixar fazer tudo o que eu quisesse?
— Lembro.
— E que me disse que ia aguentar tudo o que eu quisesse?
— Lembro.
Paulita roçou meus lábios com os dela.
— Então olha e aprende, campeão. Olha como se faz.
No vídeo, o homem cedeu. Ajoelhou-se diante do travesti e, timidamente, aproximou a boca.
— Olha como ele faz — sussurrou Paulita —. Primeiro tímido, depois se anima.
O homem do vídeo começava com movimentos lentos, hesitantes.
— Assim é você — me disse Paulita —. Tímido no começo, depois se anima. A mão que beliscava meu mamilo subiu e um dedo roçou meus lábios.
A outra mão continuava me masturbando com uma força que outras vezes não tinha tido. Eu estava começando a me sentir mais quente, mais excitado.
— Gosta do que vê? — me perguntou.
— Não sei.
— Não sabe ou não quer me dizer?
— Não sei.
— Acha que ele chupa bem?
— Não.
— Olha, olha o que ele diz agora.
No vídeo, o travesti falou com o homem:
— Eu também fazia assim quando comecei e olha agora.
E de repente, foi a vez dele de dar. uma chupada no homem, que em poucos minutos gozou forte na sua boca.
Paulita parou de repente.
— Quero saber como você gosta que te chupem.
Tentei começar a responder e ela me cortou na hora. Paulita levantou do sofá e foi buscar algo no quarto. Voltou com um pau de borracha rosa.
— Me mostra com isso. — Sentou de novo do meu lado e me entregou.
— Não quero, Pau.
— Não quer? — A voz dela ficou doce, quase de menininha —. Eu não sei como faz, vai, me ensina.
— Te ensinar o quê?
— Como você gosta que façam sexo oral em você. Senão não posso te ajudar.
Ela tocou minha virilha, onde já estava meio duro.
— Você esperou a semana toda... não vai ficar assim sem gozo, todo durinho. Não quer que eu te ajude?
— Quero, mas...
— Não é pau de verdade, campeão. — A voz dela ficou mais baixa —. Vai, me dá esse prazer e eu vou te dar também.
Fiquei calado, sentindo ela continuar me tocando.
— Vai? — insistiu —. É tipo treinar.
— Treinar pra quê?
Paulita me ignorou completamente, desceu do sofá e ficou de pé na minha frente.
— Agora — disse —. Me mostra o que você aprendeu.
Pegou o pau de borracha das minhas mãos e apoiou na virilha dela, como se fosse O PAU dela.
— Eu não sei como...
— Vou te guiar. — A mão dela pegou a minha e colocou sobre o objeto —. Segura, você sabe o que fazer, sabe como você gosta. Me mostra.
Comecei timidamente, lambendo a ponta.
— Assim tá bom — ela disse —. Mas com certeza você gosta que façam de outro jeito.
— Que outro jeito?
— Enfia mais. — Pegou minha cabeça —. Me agarra pelo cabelo e me faz experimentar.
Fiz o que ela mandou.
— Assim tá melhor. — A voz dela estava mais excitada —. Mas você gosta mais quando cospem, né?
— Cospem?
— É. Cospe em cima.
Cuspi no pau. Olhei pra ela. Ela sorriu. Baixei o olhar envergonhado.
— Agora continua. — As mãos dela me guiaram —. Mais fundo.
Fui enfiando a cabeça mais.
— Com engasgada fica melhor. — A voz dela ficou mais grossa —. Ou vai me dizer que não gosta que te comam Tudo bem?.
Chupei o máximo que pude até que me deu ânsia.
—Assim está perfeito. —Paulita me parabenizou e acariciou meu cabelo—. Olha como você está gostando.
Enquanto eu fazia tudo isso, ela continuava me tocando suavemente, movendo a mão no meu pau com um ritmo constante.
—Continua —ela disse—. Continua assim.
Eu seguia as instruções: língua, cuspir, mais fundo, com ânsia. Tudo que ela pedia.
—Você chupa muito bem —ela disse—. Aprende rápido.
Suas carícias ficaram mais rápidas enquanto beijava meu pescoço.
—Você gosta quando eu digo que você é bom?
—Sim.
—Você gosta quando eu te parabenizo?
—Sim.
Paulita levantou meu rosto para que eu olhasse para ela.
—Agora —sua voz ficou mais doce— chupa ele mais um pouquinho, bebê, e depois eu retribuo o favor.
—Sério?
—Sim, vou te fazer uma punheta, óbvio. Não pensou que eu ia chupar, né?
—É, pensei nisso.
—Sou sua amiga, punheteiro, como você me pede uma coisa dessas. Vai, chupa!
E enquanto eu fazia o que ela tinha ensinado, ela me tocava, me beijava, me parabenizava, mas também enfiava o pau de borracha mais fundo.
Em um momento, ela disse "Bebê, olha pra mim" e quando eu olhei, ela tirou da minha boca e cuspiu na minha cara.
—Que lindo você ficou com a carinha toda gozada, bebê.
Ela riu, eu fiquei sem reação, mas logo ela estava me punhetando com toda a força do mundo. Com o cuspe ainda na cara, eu relaxei para sentir o que tinha desejado a semana toda.
Comecei a gemer e ela se lambeu. Ela começou a chupar meus mamilos. Comecei a gemer com muita força. Me ouvi e fiquei ainda mais excitado.
De repente, seu dedo roçou meu cu; estranhamente não houve resistência e logo ela tinha meio dedo dentro da bunda.
Ela começou a mexer. Senti algo na minha bunda, um prazer super intenso.
Gozei na hora. Quatro jatos de porra, os três primeiros mais abundantes que muitas punhetas que eu fazia antes... antes da Paulita...
Uma grande quantidade de porra ficou na mão dela e rapidamente ela limpou na minha cara.
—Agora sim bebê, toda a carinha melada, haha. Você tá linda, mas vai se limpar.
Enquanto me lavava no banheiro, não pude deixar de pensar que tinha ultrapassado alguns limites, mas já tava de pau duro de novo...
CONTINUARÁ
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