Trio acaba com casamento

Era um casamento de 13 anos, ela com 38, ele com 41. Ela era magrinha, peitão e rabão, morena de cabelo comprido e olhos verdes. Ele também era bem definido, malhava pra caralho. Tavam passando por uma fase bem monótona. Pra ela, ele foi o terceiro homem. Pra ele, ela foi a mulher que o deixou louco, aquela gatinha que não queria se entregar de qualquer jeito. Ele suou pra levar ela pra cama, mas desde aquele dia, ele queria comer ela toda hora, e ela foi cedendo aos poucos. Casaram e nos primeiros anos passavam o tempo todo fodendo pela casa toda, no carro, em praias de nudismo, mas sempre só os dois.

Com o tempo, essa vontade foi diminuindo, a monotonia foi tomando conta. Passava até semana sem transar. O Juan começou a ler relatos e viu que muitos casais passavam por isso. Alguns contavam que tentaram ir em clubes de swing e descobriram um mundo novo, reacendendo a paixão perdida. Outros tentaram fazer um menage e isso esquentava tudo de novo. Teve quem desse permissão pra parceira transar com outro e depois contavam como foi, o que deixava ambos excitados e voltavam ao normal. Alguns diziam que depois de experimentar essas paradas, tudo desandava. Ele hesitava em falar com a Kari, mas não aguentava mais viver assim.

Um dia, ele encontrou uma amiga e foram parar num motel. Viu que a reação com ela foi impecável, a pica dura pra caralho, a mesma vontade de sempre. Queria se sentir assim de novo com a Kari. Naquela noite, ele procurou ela na cama e tava com a pica dura igual um cacete. Ele tem uma pica normal, uns 17 cm e bem grossinha. Ela foi normal, transaram, fizeram oral e só. De manhã, ele procurou ela de novo, e ela disse: "Calma aí, pô, o que teve ontem não foi suficiente?" "Foi, mas antes a gente nunca se falava 'para' nem nada do tipo. Olha só, a gente tá parecendo dois velhos. Queria voltar a ser como antigamente, quando a gente comia por toda a casa. Casa, bom, isso foi antes, já estamos mais calmos, mas eu não quero ficar mais calmo, quero te comer a toda hora e vejo que não estamos excitados, vem, vamos ao banheiro tomar um banho juntos. Nãoooo amor, deixa eu tomar uns mates.
Naquele domingo depois do almoço, Juan ficou carinhoso e ela escapou algumas vezes, mas acabaram indo pra cama, sexo tranquilo e Juan diz: posso te perguntar uma coisa? Sim, love, pergunta. Você tem algum amigo que tá te dando? Mas o que você tá dizendo? De onde você tirou isso? Você não me conhece? Siiiiiiim, te conheço e você não era assim antes. Bom, mas isso foi há 10 anos. E??? O que, perdeu a vontade de ficar comigo na cama? Faz quase um ano que você não me dá a bunda, não toma meu gozo, nunca mais enfiou um dedo no meu cu, mudamos muito, Sweetie. Sim, nisso você tem razão, mas isso é algo que na hora você sente vontade de fazer e a verdade é que hoje não, mas não tem ninguém me dando, nunca te trairia, antes eu diria que acabou, não conseguiria te trair.
Eu estive lendo e pesquisando na internet e vi que muitos casais passam por isso como a gente, que a monotonia venceu e qual a solução que eles dão pra isso?
Alguns tentaram clubes de swing, outros ménage, outros se dão uma liberada e depois contam tudo e isso os deixou de novo a todo vapor no sexo.
Mas você tá louco? Olha se vou deixar outro me comer e você do lado, nem fodendo, ou a gente com outro casal transando, te vejo e te encho de porrada, tá louco, o que houve com você? Quer se separar?
Não, Sweetie. Quero te comer como antes, só isso e ela enfia a mão debaixo do lençol e toca no pau dele, que filho da puta, só de falar disso e você tá com o pau duro, te excitaria me ver transando com outro?
Sei lá, Sweetie, quero tentar voltar a ser como antes. Eles se beijaram e ela se enfiou debaixo dos lençóis e começou a chupar o pau dele e deu um boquete da porra, Juan encheu a boca dela de gozo e ela engoliu como se nada, depois disso Ela deu uns beijos nele e foi pro banheiro, ele ficou esperando ela, mas ela saiu do banheiro e foi pra cozinha. Ele se levantou e seguiu ela, viu ela só de tanguinha e tentou apoiar ela e beijar ela, calma, calma, dá uma segurada aí.

Passaram-se os dias e teve uma confraternização do trabalho num churrasco, todo mundo foi com seus parceiros. Eles foram, e eram umas 20 pessoas, alguns solteiros, a minoria, e o resto com seus parceiros. Na frente deles estavam dois solteiros, um bem gay e outro de uns 38 anos, muito gato, muito brincalhão, bem perfumado, conversava muito com a Kari. Ela sorria pra ele o tempo todo e ria de cada piada dele. O Juan percebeu isso rapidinho e sentiu que ver ela assim com ele o excitava pra caralho. Ele fala: "Kari, vou bater um papo com o Rober rapidinho, te incomoda?" Ela, com um brilho nos olhos que ele não via há muito tempo, fala: "Não, vai tranquilo, daqui a gente não sai, hahaha." Ele se levantou e foi conversar com uns colegas a alguns metros. De lá, ele olhava pra ela e via que os dois riam muito e conversavam bastante. Juan voltou pro lugar, deu um beijinho nela, e ela desceu a mão e apoiou no pau dele, que tava duro que nem uma tranca. Ela olhou pra ele e sorriu. Passou mais um tempo, e ela pegou no pau dele de novo, que continuava duro que nem uma estaca. Ela olhou pra ele e sorriu. Alberto era o novo amigo dela. Ele fala: "Bom, pessoal, vou indo embora." Ela fala: "Já vai?" Juan fala: "Kari, ele é solteiro, deve ter algum encontro mais divertido do que ficar aqui." Ele sorriu e falou: "Olha, Juan, pensei que ia encher o saco, mas me diverti pra caralho e ri muito com a sua mulher tirando sarro dos chefes e das mulheres deles. Sério, fazia tempo que não ria tanto. Mas é, tenho um compromisso e já tô atrasado." Ele se levantou e veio se despedir da gente. Deu um abraço na Kari, ela tava me segurando pela mão, e quando ele abraçou ela e deu um beijo na bochecha, ela, automaticamente, apertou minha mão bem forte e soltou pra retribuir o abraço. Abraço, dei um salve e fui embora. "Que tipo gente boa", ela comentou, "viu? Ele é muito gente fina." Passou meia hora e eu falei: "Bom, Kari, já tão indo embora, vamos?" "Sim, sim, love, vamos." Saímos abraçados rumo ao carro. Quando chegamos no carro, ela me abraçou e me deu um beijo muito quente. Durante o caminho, estávamos ouvindo música. Num sinal, a gente se beijou de novo e, quando arranquei, senti a mão dela no meu pau. Ufffff, love. Você continua com o pau duro, e ela foi abaixando meu zíper, tirou meu pau e começou a chupar enquanto eu dirigia. Lindo, fazia tempo que isso não acontecia. Chegamos em casa e, quando entramos, nos beijamos ao fechar a porta. Ela foi tirando minha roupa e eu a dela. Sentei ela na beirada da mesa e foi uma transa linda. Ela estava muito gostosa. Levantei ela sem tirar o pau da buceta dela e levei pro sofá. Ela sozinha saiu do pau e ficou como uma gatinha no cio, com a raba empinada. Me agarrei naquele rabo, chupando e dedando, e fui enfiando. Ufffffffff, ela estava delirando, gemia e gemia. Engoliu tudo e me dizia: "Love, enche minha bunda de porra." Uffff, ela gozou várias vezes, e minha primeira gozada foi de louco. Soltei porra como há muito tempo não acontecia. Ela gemia muito gostoso e alto. Do sofá pra cama, ela me jogou na cama e subiu em cima de mim. Me beijava muito quente, as línguas se enroscavam nas nossas bocas. Depois de vários beijos, ela foi se virando e a gente fez um 69 de louco. Eu chupava aquela buceta com gosto de porra e do cu dela ainda escorria porra. Ela acariciava meu cu com a língua e, de repente, senti o dedo dela cutucando dentro do meu cu. Eu estava no céu, e ela percebeu que eu ia gozar. Engoliu meu pau e enfiou um segundo dedo, e a gente explodiu junto. Ela gozou como nunca, gemia e abria as pernas como jamais tinha feito, deixando aquela buceta inteira na minha boca, soltando todos os sucos dela, que eu saboreei enquanto ela saboreava minha porra. Meu pau O pau continuava duro e ela se virou de novo, pegou no pau e encaixou de novo na bunda dela, entrou a ponta e foi descendo devagar até enfiar tudo, abrindo os olhos bem grandes e gemendo baixinho. A gente transou como há anos não rolava. Depois disso, ela tirou da bunda e ficamos nos beijando até dormir.

De manhã, acordei porque senti que ela tava me dando um boquete maravilhoso, chupava meu pau, passava a linguinha na cabeça e engolia até as bolas bem devagar, ufffffffffffff. Abracei ela, beijei e a gente transou de novo, dessa vez mais de boa.

Que noite linda, amor. Você voltou a ser como a gente era antes, que bom. Sim, amor, a verdade é que tava com muita vontade de te comer na churrasqueira, quase te chamei pra ir no banheiro, como a gente já fez uma vez hehehe. É, a gente tava pegando fogo ontem à noite. Siiiiim, você ficou quase a noite toda de pau duro, o que que tava rolando, amor?

Eu tava excitado com o jeito que você olhava pro Alberto, como você ria. A verdade é que ele é muito simpático. Simpático, é? A verdade é que ele é muito gostoso, maaaaaaaaaas nem pense em me perguntar se eu comeria ele, não faz isso, porque ia acabar com tudo de bom que a gente passou ontem e hoje. Beijo profundo.

Isso durou umas semanas e a gente voltou pra rotina, pouco sexo, uffffff. Uma noite eu voltei a encher o saco com o assunto da rotina, ela me mandou pastar. Durante vários meses, fui tocando no assunto e sempre era "nem louca", "não me enche mais com isso", mas o cara continuava enchendo o saco com a história do ménage, swing, etc. Notei uma mudança, ela já não reagia de forma tão cortante, até que algumas vezes a gente conversava sobre como seria ficar com ela e outro cara. Uma noite eu falei de ficar com outro cara ou com uma gatinha, e ela disse: "Você comigo e outra gatinha, nem fodendo. Ver você comendo ela e a gatinha querer chupar meus peitos e usar a palavra: buceta, nem louca." Bom, um ménage com um cara, "mmmmmm, não sei, não sei". Isso foi uma vitória pra mim, pelo menos ela já tava pensando nisso. Chegou a reunião de fim de Ano, Kari no sábado tem a confraternização de fim de ano, vamos, né?
Siiiiiiii, claro, quem parece que não vai poder ir é o Alberto, nãoooooooooo, por quê? Não, mentira, ah, que idiota que você é, sim, e você já ficou com os olhinhos brilhando, filho da puta, não seja otário, eu me diverti pra caralho, curti muito.

Chegou o sábado, Kari se vestiu uma gostosa, um vestido com uma Kitty que chegava quase na cintura, costas nuas, marcava bem os peitos lindos dela, e fomos. Chegamos, nos colocaram numa mesa redonda, mas o Alberto tava em outra mesa, ah, a cara da Kari, que merda, Juan. Eram três casais mais velhos que a gente e uma mulher sozinha que trabalha no faturamento. O Alberto veio nos cumprimentar, viu a Kari e falou: "Que gostosa que você tá, pena que hoje vamos ficar em mesas diferentes." Kari: "Valeu, é, uma pena", e faz sinal com os olhinhos pra ela, olhando pra mulher que tava sozinha.

O Alberto na hora cumprimenta essa mulher, chama Mari. "Oi, Mari, como cê tá?" "Oi, bem, bem, e você?" "Eu também, pena que fiquei na mesa mais longe. Você se importaria se a gente trocar de lugar? Já que ela" — apontando pra Kari — "a gente foi colega de estudo e não se vê há séculos." "Nãooooo, Alber, sem problema, até porque onde você tá tem duas minas do faturamento, então show."

A Mari foi embora e o Alberto ficou sentado do lado da Kari, tudo tranquilo.

Começou o jantar, os chefes falaram, cumprimentaram todo mundo, eles riam e a gente batia papo os três. Kari de vez em quando apoiava a mão no meu pau, umas vezes normal, e numa outra carícia meu pau já tava duro, ela me olha e sorri, me deu um beijinho: "A qualquer hora te falo pra ir no banheiro, filho da puta."

Jantamos, deram prêmios, depois colocaram música com carnaval carioca, todo mundo zoando, dançando. Alberto num momento some e Kari me fala: "Olha onde ele tá." Tava com uma gata infernal, a filha de um dos chefes. Kari, notei que mudou, ficou mais agarrada comigo. Eu vejo que o Alberto vai pro Banheiro e digo pra Kari: "já volto".
Alberto, no banheiro mijando, chego perto e falo: "sabe quem é a gostosa que cê tá de olho?"
"Pior que não, mas é uma delícia."
"É a filha do Jorge, mas cuidado que aquele é um filho da puta, não tira os olhos de você."
"Nãooooooo, tá me zoando?"
"Não, boludo. Achei que cê não sabia quem era, por isso te avisei. Faz o que quiser, mas não aqui dentro."
"Ufa, ainda bem. Agora vou ver como saio dessa."

Saímos os dois. Ele foi pra onde a mina tava, mas depois voltou pro nosso grupo.
"Que que houve, Alberto?"
"Passei meu telefone e ela passou o dela. Falei que a gente se fala durante a semana, que não quero treta com o pai dela. Ela entendeu na hora."

Ficou zoando com a gente. Num momento, ele me pergunta:
"Te incomoda se eu dançar com sua mulher? Não quero que a mina me veja com alguma gostosa que esteja sozinha."
"Sim, tudo bem."

Fiquei conversando com uns colegas enquanto observava eles. Ela dançava e ria muito, tava felizona. Eu também, porque já imaginava como a noite ia terminar. Mudaram o ritmo e colocaram umas lentas dos anos 80.
"Ahhhhhhh, beleza."

Esses dois continuaram dançando e dava pra ver como tavam, bem agarradinhos. Kari parecia um vulcão prestes a explodir. Ele acariciava as costas dela e dava umas encostadas do caralho, e ela nem aí. Várias músicas lentas, depois salsa. Kari dança salsa bem pra caralho, eu sou um tronco. Dava pra ver que ele tava falando alguma coisa e ela meio que insistindo. Filho da puta, foram dançar salsa. Maminha, as encostadas que eles davam! Ela esfregava a bunda no pau dele, filho da puta. Eu tava com o pau duro.

Ele me faz sinal, chego perto e ele fala:
"Vai lá, Juan, continua você."
"Nãooooo, pra isso eu sou um tronco."

Kari ri e fala:
"Não, Alberto, ele pra isso não serve pra nada. Tá cansado? Te deixei de cama, Alber?"
"Não, de jeito nenhum."

Ele virou e foi embora, deixando eles dançando.

Voltaram pra mesa rindo. Kari dizia:
"Ele é muito molenga, não aguenta mais, hahaha."
"Nãoooo," ele dizia, "se quiser a gente continua dançando. não tava com muita sede, tava um calorão, ela sentou e eu servi uma bebida fresca pra ela, e ela já baixou a mão procurando meu pau, uffffffff como é que cê tá, love, parece que isso te deixa a mil!!! A verdade é que sim, se quiser a gente convida ele pra casa hehehe, ela me olhou séria e falou vou no banheiro. A gente ficou batendo papo com o Alberto e mais dois amigos, dava pra ver o volume do Alberto, ele tentava disfarçar, mas tava na cara.
A Kari voltou do banheiro, a gente conversou um pouco e num momento ela fala, vamos, love, já quer ir embora, Sweetie? Sim e me dá um beijo, vamos pra casa, beleza.
A gente se despediu e foi embora, subimos no carro e em duas quadras ela já tava me apalpando o pau, eu acariciava ela e ela continuava me tocando, chegamos em casa e foi uma loucura, beijos, língua, a Kari tava super quente, me deixou pelado e quando tirei o vestido dela vi que tava sem calcinha, cê não tava de fio dental? tava sim, mor, mas tirei antes de vir, tava encharcada, era um nojo, enfiei na bolsa e falei pra gente vir embora, porque se eu ficasse achava que ia te chifrar com o Alberto, dançando gozei umas três vezes, o cara tem um pauzão, mas se comportou como um cavalheiro, nunca insinuou nada, ela me beijava desesperada, sozinha se deitou na mesa e pedia pra eu meter por trás, ufffff quis chupar a bunda dela, nonono, mete tudo, não posso ficar pensando no Alberto, me come toda, encostei o pau no cu dela e ela sozinha foi enfiando o pau naquele cu guloso, tava super dilatado, ela gemia e gemia, mmmmmm sisisisisisisasiasiiiiimassssssssssss uffffffff love enfia bem fundo e assim de uma vez enchi ela de porra, ela gozava uma atrás da outra, vem, vamos pra cama, vejo ela pegar o vibrador que a gente não usava há muito tempo, ela subiu em cima de mim e me deu o vibrador, enfiou na buceta e me fala, mete no meu cu, eu não entendia nada, ela nunca deixava meter aquilo no cu, agora tava desesperada, fui enfiando e ela gozava igual louca, ufffffffffffff sisiasiasi que lindo, sentir duas rolas juntas uffffffff enfia tudo vai sim ahhhhhhhhhhh transamos até as 7 da manhã e no dia seguinte tipo três horas a gente levantou e ela continuava com tesão a desgraçada, ainda com o brinquedo no cu, fodemos pela casa toda, num momento ela me fala, Desculpa amor, mas ontem enquanto você tava me comendo, te traí, pensava que era o Alberto, como esse cara me deixou com tesão, uffffffff, enquanto a gente dançava eu gozei igual uma louca, não me pede desculpa, viu o que a gente conversou várias vezes e você ficava doida, vê parece que é real, olha como você fica e me deixa, ela me olha e fala vamos pro chuveiro, no chuveiro fodemos, fiz uma chuva dourada nela, enfiou o dedo no meu cu, chupou minha buceta como nunca, falo você continua pensando siiiiiiiiiiiiiii, ela não me deixou terminar, bom vamos pensar e se você topar a gente faz um ménage, mas não com o Alberto, nãooooo o que eu tô falando, não não amor, não vou topar, é uma loucura o que você quer que eu faça, nãooooo.
Isso durou uns dois meses de foda bem transada, depois veio outra bad, uma noite volto com o assunto, ela me olha e fala, você quer me transformar numa puta? Não quero que a gente se divirta os dois docinho. Bom, deixa eu pensar e a gente vê, sim docinho beijos carícias rola dura e de novo dentro ufffffffff a gente tava mó tesão.
Passaram os dias e uma noite, a gente foi deitar, ela deitou primeiro e quando eu deito, ela me abraça, me beija, pega minha mão e leva até a bunda dela, upppp, tava com o consolador enfiado, me olha, sorri e fala, ménage amor, beijo ela com força e enfio a rola de uma vez na buceta dela e fodemos igual dois moleques de 15 anos, quando paramos de foder, pergunto, sério vai rolar ménage, um beijo bem doce e ela fala, você me convenceu amor, e esse aqui me ajudou a querer um ménage, quem esse? O brinquedinho, vamos procurar onde, com quem? Quer que eu fale com o Albe, ela me corta com um beijo, um dia vou te pedir permissão como uma noite Você disse: pra eu comer ele e depois te contar. Caralho, como ele agarrava forte, pensei. Ok, como quiser, Sweetie.

Ficamos vários dias olhando sites procurando um terceiro, conversamos com alguns, mas não fechava, sempre por algum motivo. Encontramos com dois ou três, mas não nos convenciam de vez, talvez a gente tivesse medo, sei lá.

Num feriado prolongado, fomos passar esses três dias em Punta del Este. Chegamos no hotel, tudo tranquilo, deixamos as coisas no quarto e descemos pra tomar um café no bar do hotel. Perguntamos o horário da piscina, era até as 22h. Ah, que bom, cê topa a gente ir um pouco? Claro. Subimos, trocamos de roupa e descemos de roupão pra piscina. Tinha umas cinco ou seis pessoas. Entramos na água, nadamos um pouco, saímos, entrou mais gente. Eu tava deitado na espreguiçadeira e a Kari voltou pra água. Acabei cochilando um pouco e, quando acordei, ela tava conversando com um cara na piscina, muita risada, eles falavam. Ela saiu da água, veio pro meu lado. Quem era aquele? Um venezuelano, muito simpático. Quando entrou, escorregou e quase se esborrachou. Depois ele me disse que foi por ter descido descalço, hahaha. Daí a pouco passou do nosso lado, cumprimentou e falou: "Espero conseguir sair sem fazer papelão". A Kari respondeu: "Anda perto da parede que tá seca". "Sim, senhora, vou seguir seu conselho." A Kari depois me olhou e perguntou: "O que você achou?". "Do quê?" "Ismael, o nome dele. Achei ele gente boa. A gente podia chamar ele." "Ahhhhhhh, agora entendi. É, a gente vê depois."

Ismael, um cara de 1,80m, com os músculos bem definidos, um abdômen como as mulheres gostam. Bom, a gente vê depois. Daí a pouco fomos pro quarto, ela voltou a tocar no assunto: "Hmmm, como a gente aborda o Ismael?". "Sei lá, a gente vê." Eu tava muito nervoso, ela também. Enquanto tomávamos banho juntos, ela falava: "Uff, não sabe como eu tô nervosa. Temos certeza, love?". "Se a gente não tentar, nunca vamos saber."

Descemos pra jantar e, enquanto procurávamos onde sentar, vimos ele. Entrar nele, ele se aproximou e perguntou: "Tá sozinho?" "Sim, senhor." "Quer sentar com a gente pra não jantar sozinho?" "Só se não for incômodo pra vocês." "Imagina, nada disso." A Kari tava com uma regatinha que marcava bem os peitos e um short que enfiava na bunda. Eu notei como ele olhou pra ela. Uff, falei: "Aqui vai rolar."
Sentamos nós três, jantamos, tomamos duas garrafas de vinho, tava todo mundo feliz. A Kari já tinha me dado o sim com muita vontade. Ela pede licença pra ir ao banheiro e me faz sinal pra eu falar.
Quando ficamos sozinhos, eu falo: "Olha, Ismael, quero te fazer uma proposta, só peço que seja sincero." "E aí, Juan, o que foi?" "Com a minha mulher, a gente queria fazer um menage, e a gente gostou de você. Toparia?"
"Como assim me propõe uma coisa dessas? O que cê pensa que eu sou?" "Não, não queria te ofender, de jeito nenhum. Faz de conta que não falei nada, me desculpa."
"Mas você falou, eu não entendi errado." "Hmm, sim, falei, mas não queria te incomodar." "HAHAHAHA não, tá tudo bem. Cê acha que eu diria não pra uma mulher gostosa como a sua, senhor?" "Ahhh, me assustei por um momento." "Não, certeza que vamos passar uma noite espetacular. Bom, sua mulher mais do que a gente." "Como cê quer fazer? Em que andar vocês tão?" "No sétimo, apê 707." "Ah, eu tô no 809. Se quiserem, vão vocês e eu desço daqui a pouco."
A Kari chegou, eu falo: "Já tá tudo resolvido." Ela ficou vermelha. "Ah, bom, bom." Levantamos e fomos com a Kari, fui contando tudo. Chegamos no quarto, ela ficou pelada, vestiu o roupão e eu também. Demos uns abraços fortes e uns beijos bem molhados. Eu tava passando a mão na buceta dela, ela falava: "Cê não sabe o cagaço que eu tô. Quero comer ele, mas morro de medo de ficar na sua frente com um cara. Não sei se vou aguentar. E você, Sweetie?" "Eu também. É fácil falar, mas não sei o que vou sentir te vendo enfiar outra pica. Se a gente disser que..." TOC TOC TOC. "Já era, amor, pronto." Ela abriu o frigobar e pegou um uísque, eu abri a Porta e tava o Ismael, boa noite, ainda tá de pé o convite? Olhei pra ela e ela balançou a cabeça que sim, ele entrou, pegamos mais duas cervejinhas, brindamos os três e ela abraçou ele e beijou ele, eu olhava pra ela e sentia tudo no corpo, tirei a camisa dela e ele sentou no sofá pra tirar a calça e o calçado, ficou só de cueca e a Kari beijava o peito dele descendo e ficou de quatro tirando a cueca dele, pulou uma rola parecida com a minha, um pouco mais grossa e muito muito venosa, ela pegou pra chupar, eu atrás chupando a bunda dela e a buceta, pra deixar ela bem lubrificada, ela num momento para, abre as pernas e foi sentando naquela rola grossa e venosa, sem camisinha nem nada, isso que a gente tinha combinado, mas o tesão e o nervosismo não deixaram ver as coisas claras, ela foi enfiando tudo tudo, gemeu forte, UFFFFFFFFFFF AHHHHHHHHMMMMMM, comeu a boca dele, esticou a mão, pegou na minha mão e me puxou pro rosto dela, me beijou ofegante, mmm essa rola me preenche toda amor, cê gosta de me ver assim? A verdade é que não sei, esticou a mão e pegou na minha rola que tava dura como nunca, até acho que tava maior, parece que cê adora ver sua mulher bem empalada, olha como cê tá? Te bato uma duas vezes e cê goza, me beijou de novo e ela se arqueava e gemia e me fala, não me toca, olha como ele vai me comer agora e eu ele, me olhou e falou vai embora e olha de lá.
Ela montava bem devagar, saía da rola e sentava de novo nela, beijava ele beijava ele e levantou quase até sair e ficou assim, ela fala, agora dá você e o Ismael começou a meter fundo, bem forte, metia como um louco, ela gemia e gozava ufffffffffff siiiiiiii me rompe toda acaboacaboacabouffffffffffffffffff levantou da rola e mijou a jatos uffffffffffff sisisisisasiasiasimasmas sentou de uma vez na rola e gozaram os dois aos gritos, ficou beijando ele, eu não queria nem tocar na minha rola porque tava explodindo, ela me faz sinal pra que me aproximei, ela me olha, me beija, Ismael chupava as tetas dela, ela me olha e diz, você gosta de me ver assim bem enfiada, cheia de porra de outro? Viu que puta é sua mulher, amor, beijo profundo, adorei, Sweetie, você não sabe, continua dura essa pica, Ismael concorda com a cabeça, você gostou, gostosa? Adorei sentir aquela quantidade de porra que você derramou dentro de mim e que não escapa, me sinto cheia, continuamos, Ismael? Claro, gostosa, e dou um beijo nela e quero me ajeitar atrás, pra meter no cu dela, nonono, o cu é do convidado agora, depois é sua vez, vem, chupa minha buceta, amor, que esse senhor me sujou toda, uf, o que foi aquilo, tirei ela e escorria porra pra caralho e Kari segurava minha cabeça pra eu lamber tudo, ufffffff uma porra ácida, mas limpei, ela virou de costas pra ele e diz, guia ele pra entrar nesse cuzinho, filho da puta, inclinei e peguei aquela pica e apoiei na porta do cu e ela foi sentando, reclamando de dor, uffffffffff me rasga toda, amor, ahhhhhhhh merdaaaaaaaaaaa, até ficar bem sentada, ela abria as nádegas pra entrar o máximo possível, uffffffff como ela urrava, me mata, amor, me rasga toda, ahhhhh já passa, já passa, agora entra você, amor, pela buceta, uffffffffff tava lubrificada de porra, podia sentir aquela porra de outro dentro da pussy, eu beijava ela, ela gemia igual louca, tão me rasgando toda, filho da puta, ela começou a gozar, eu e ele também, e os olhos dela estavam virados, boca aberta gemendo, e soltei jatos de porra, os três gozando juntos.

Isso continuou com ela de quatro e queria que a gente desse um pouquinho cada um, foi assim, ficamos uns 10 minutos dando umas bombadas cada um, ela gozou várias vezes, o cu já tava bem esticado, o primeiro gozou, tirou, eu meti e sentia aquela porra que, dando bomba, escorria e fazia barulho de líquido, ela engoliu a porra dos dois e umas 6 da manhã o Ismael foi embora e ficamos nós dois abraçados.

Perto do Meio-dia acordamos, dei uns beijos nela e encostei a pica na bunda dela, love, se quiser usa a palavra: buceta, tá dolorida e ardendo, ela virou, colocou uma perna em cima de mim e enfiou a pica bem fundo, ufffff love, foi foda tudo isso, adorei a pica do Ismael, é igual a sua, a porra dele não curti muito, é muito ácida, mas solta porra igual um louco o filho da puta e você gostou de me ver assim tão puta, sim e não, como?? Me excita ver você gozar e gritar, mas me dá um aperto ver enfiarem fundo em você e ver você beijar ele e curtir. O que você quer, que enfiem uma pica daquelas e eu não curta? Adorei sentir vocês dois bem dentro de mim, verdade, amei isso, quero mais e agora sim, quero comer o Alberto, mas sozinha, acordou uma puta adormecida love, adoro isso e ver que você curte também.
Naquele dia a gente transou de novo os três e depois tomamos banho, nos vestimos e voltamos pra Bs As.
Passamos um mês fodendo igual animais, relembrando tudo antes.
Um dia recebo uma mensagem da Kari. Love, posso? Oi Sweetie, o que foi? Transar. Como?
Posso?? Sim ou não?
Com quem? Tá me zoando? O que cê acha? Que é brincadeira? Fala sim ou não? Onde cê tá? A duas quadras de um apê, sim ou não? Fala logo, depois te conto. Faz o que quiser, o que tiver vontade.
Ok. Depois de 40 minutos chega outra mensagem, uma foto de uma pica segura por uma mão de cutie e percebo que é a mão da Kari, e uma mensagem, QUE TAL O QUE SUA MULHERZINHA VAI COMER!! e um smile feliz.
Que filho da puta, chega outra foto, Kari de quatro e empalada no cu com aquela pica bruta.
Cheguei em casa e a Kari me recebe de beijos, onde cê tava, ehhhhhhh que isso, fala assim comigo? Fui transar com o Alberto, viu a pica que ele tem? É uma fera fodendo, me comeu de todo lado.
Não acreditei, acordou uma puta total.
A gente transava várias vezes por dia, em qualquer lugar da casa, outro dia enquanto Tava trabalhando, me chega uma foto: Kari de novo empalada no cu. Mensagem: "Love, hoje não me espera pra dormir, tô em Entre Rios, amanhã a gente se vê e te conto." E uma foto com a cara dela escorrendo porra.

Cheguei em casa, não tinha ninguém. Não conseguia parar de olhar aquela foto e pensar no que tinha que fazer. Já tava matutando: não dava pra continuar assim. Naquela noite, quando ela chegou, eu tava arrumando umas malas e ela me disse que ia embora, que o Alberto comia ela como ninguém nunca tinha fodido, que tinha uma pica bruta, e me agradecia por eu ter despertado a puta que tinha dentro dela, que era feliz comendo as picas que queria e gostava. Pegou as malas e foi embora, sem mais.

Só ficou a lembrança daquela mulher gostosa. E eu continuo vendo as fotos dela empalada e bato uma punheta da braba. Então, amigos, não incentivem suas mulheres a um ménage, permitido, porque é um perigo danado se vocês ligam pra sua mulher. Depois não tem volta.

7 comentários - Trio acaba com casamento

De verdad te paso esto amigo muy buena historia final de mierda pero buena perra como cogia 🤣
Relajate y disfruta de jugar que es lo que tanto querías
Mi esposa coje con mi amigo y somos muy felices
arturo escribime, me interesa tu historia