Lodesamarro, tenta me beijar, mas eu falei que ele comeu meu cu, ainda não tô pronta pra esse beijo.
Batê na porta, já temos que entregar o quarto.
Saímos, ele não percebeu nada, falei que minha mãe sabia que eu tava com uma amiga naquele lugar, que ia passar pra me buscar, ele foi embora, fiquei andando até a fonte, onde tão me esperando.
Canelo. - pintinho novinho, quero aquele cuzinho do meu menino, o pau dele não me fez sentir nada, é pequenininho.
Série, qual é o próximo passo?
Paula. - Hoje vai rolar com a Giovanna de noite, isso não pode acontecer.
Giovanna. - Vou enfiar um saquinho de catchup na calcinha quando chegar, pra manchar, aí tenho motivo pra recusar.
Martha. - Se ele insistir.
Giovanna. - Já falei com meu primo sobre o sinal de socorro, ligo pra ele, ele chega na hora e não vai embora.
Fomos embora, Paula vai editar os vídeos, pra esconder o rosto do Canelo e as tatuagens dele.
De noite, Giovanna liga, dizendo que o primo chegou, ele queria comer ela à força, acabou indo embora.
Na segunda, o salão inteiro sabia que eu estourei o ânus, Carlos me perguntou se queria transar com ele, queria fazer pelo cuzinho.
Martha. - Meu cu e minha buceta são do Sebastián, como você ousa me pedir isso? Só ele pode me detonar do jeito que quiser.
Carlos. - Ele me deu permissão.
Martha. - ok, se você tem certeza, sim, se meu Sebastián te deu permissão pra usar meu cu, sim, vou fazer o que ele mandar.
Sebastián. - Oi, bundinha minha, mexendo nas minhas nádegas na frente de todo mundo.
Martha. - Ai, meu amor, adoro seus dedos, me deixa toda molhada.
Mas não deixei ele me beijar.
Giovanna. - Fez a mesma coisa, deixava tocar mas não beijar.
Canelo trabalha como acompanhante de homens, que nojo beijar o Sebastián.
Na sexta, levei Carlos pro hotel, um amigo do Canelo é quem monta, chupa ele, enquanto a gente grava, termina lambendo o cu cheio de porra dele.
Depois chega o Sebastián.
Entramos. - Ele vai me despir, mas dou tequila de novo, sirvo três doses.
Martha. - Ainda não quero que você me veja nua, vou deixar você meter na minha buceta, mas não. Você pode me ver, ainda não tô pronta, meu amor
quero fazer uma parada que vi num outro vídeo, deixa eu experimentar
Sebastián.- safada e Promíscua, pode fazer o que quiser
Canelo passa um óleo que fez ela acender igual fósforo, depois enfia um dedo no cu dela, ela faz sinal pra eu falar
Martha.- é, eu gosto quando você me dá dedo, assim que eu me sinto, me excita saber que você vai me detonar, esse dedo é o prelúdio, me dá mais dedo, meu cu resfolega quando sinto seu toque, aí você rodeia devagar, empurra seu dedo pra dentro de mim, sente como meu cu respira, como pedindo pra você enfiar logo a pica e se sentir vivo, aí você me estica ao máximo pra passar da dor ao prazer, você não sabe que gostoso é quando você enfia a cabeça, me abre devagar, o prazer que você me dá, já quero pica de novo, será que seu cu não tá pedindo pica, meu amor, sente e imagina como seu cu se mexe, se contrai uma e outra vez querendo ser aberto, por uma cabeça de carne cheia de sangue e prazer
Sebastián.- sim, já sinto como meu cu se mexe, se contrai, tá me deixando todo excitado, tira minhas amarras, meu amor, tira
O corpo dela se contorce, solta os pés dele, leva até as mãos dele, faz mais sinais pra eu falar
Martha.- sim, meu amor, deixa eu chupar seu cu e suas bolas, quero esse leitinho pra mim, quero ele nas minhas costas, deixa eu enfiar uns dedos, quero que você prove o que eu sinto, o prazer que você me causa, quando você faz, você abre minha bunda pra você
Canelo enfiou três dedos, os gemidos do Sebastián, enquanto brinca com os dedos dentro do cu dele, tira eles
Sebastián.- Martha, enfia os dedos, é muito gostoso, brinca comigo
Nisso Canelo já aponta com a pica pro cu do Sebastián
Martha.- te trouxe um presente, meu amor, isso é entre nós dois, fica aqui, é um dildo, com isso vou te encher de prazer
Sebastián.- Sim, enfia no meu cu, me abre, isso que você sente quando arrombou meu cu, que prazer incrível, Canelo penetrou ele, geme igual cadela o tempo todo, a gente gravando, ele se agarra com força Os tornozelos com as mãos dele, bem exposto e aberto, goza sozinho esguichando o próprio leite no peito e na cara, o filho da puta saboreia a própria porra.
Depois solta as pernas dele, Canelo continua metendo forte e duro, eles gemem alto pedindo mais. Aí ele tira, Canelo termina batendo uma punheta pra gozar na cara dele. Curto tanto que me despiro, molho o corpo pra fingir que fui eu, passo no dildo os ranhos do Canelo, passo na boca dele e abro, chupando o dildo com porra de outro filho da puta.
Aumento a música, saem do quarto, tiro a venda dos olhos dele pra me ver vestindo, dou uma migalha pra ele não chorar, viro e mostro um pouco da minha buceta, solto ele.
Martha.- Meu amor, não quero que você tome banho, fica assim, todo sujo de mim.
O otário não tomou banho, saímos do hotel, deixei ele lá, falando que a mãe ia me buscar.
Chego onde elas estão na fonte.
Canelo.- Valeu, minas, mas o cu dele já era desflorado, não tive trabalho pra meter. Aperta um pouco, esse aí come carne há um bom tempo, o cu dele tá largo, significa que já sabia chupar vara de macho.
Na segunda, ele quis me beijar, não deixei, falei que não quero mais transar com ele, o que passou, passou, até aí chega, que tava com medo de engravidar.
Sebastián.- Não, vai ser até eu mandar, ou conto pra todo mundo que você é a puta da sala.
Nisso chega Giovanna, Não acredito, Sebastián, para de encher o saco da Martha e de mim, também não vou dormir com você, se encher o saco, não vai gostar do que vamos fazer.
Sebastián.- Típico galo crente e metido, com as duas: ou dormem comigo ou conto pra todo mundo que putas que são.
Paula.- Sebastián, já cresce, você vai se arrepender.
Carlos.- Suas putas, se você gostou que eu meti a pica no seu cu, Martha, até gemeu que nem uma vagabunda.
Sebastián.- Putas, putas, do mesmo jeito me deu esse cu nojento, vagabunda.
Saímos do lugar, de noite a Paula já tem os vídeos, manda pra gente, olha mãe, os vídeos.
Mãe.- (ri), esses dois são viados, será que não sentiram a vara batendo contra? Eles, depois que isso aconteceu, a gente mandou os caras pastar, eles pararam de falar e de encher o saco. Aí a Paula e a Giovanna foram embora no fim do semestre, os pais delas emigraram pro norte, atrás de empregos melhores.
Rosa: — Você falou com elas?
Martha: — Não, mas tenho os números delas.
Rosa: — É isso aí.
Martha: — Depois disso, fiquei toda excitada, porque me imaginei sendo eu quem levava no cu, sendo cheia de porra.
Numa apresentação de um trabalho escolar na aula, tive uns errinhos na minha pesquisa. O professor me corrigiu na hora, mas no fim da aula pediu pra eu ficar.
Professor: — Gostei da sua apresentação, só que sua fonte não foi tão confiável.
Martha: — Tirei de um livro na biblioteca.
Professor: — Da biblioteca (ele disse, surpreso).
Martha: — Sim.
Professor: — Vamos ver que autor é.
Saímos pra procurar o livro. Quando chegamos, a biblioteca tava vazia como sempre, só um ou outro aluno e a bibliotecária, uma senhora de idade. Subimos pro segundo andar, mostrei de que livro tirei a referência histórica, apontei onde tava.
Professor Arteaga: — Pede um cubículo privado.
Obedeci sem dizer nada, peguei as chaves, entramos e fechamos a porta. Enquanto ele tira o paletó, me manda sentar e procurar a referência. Aí ele fica atrás de mim, sinto o olhar dele nos meus peitos, enquanto folheio o livro mais devagar, me fazendo de sonsa pra ele ter tempo de olhar meus peitos. Quando chego na referência, mostro pra ele. Ele senta na ponta da mesa: — Já vi.
Professor: — Você tem razão, a referência tá correta na sua fonte, mas historicamente… Ele me dá uma explicação cheia de rodeios sobre os fatos. Termina dizendo: — Vou corrigir sua apresentação com um 10.
Martha: — Obrigada, professor.
Professor: — Um favor, me dá um papel. Procura isso pra mim, por favor, me traz. Os livros são por numeração, um livro de História do Papabourbon.
Voltei, coloquei na mesa. Ele tava corrigindo provas de outras salas.
Professor: — Obrigado, pode se retirar. Eu entrego as chaves.
Procuro minha mochila, mas ela já não tá mais lá. recarregadeira da cadeira, tá no canto, enquanto ele caminha em volta da mesa, acho que atrapalhei ele e deixei ali. Quando me abaixo sem querer, ele esbarra em mim, melhor dizendo, na minha bunda. Juro que senti a vara dele dura, ele esfregou em mim. Fiquei uns segundos assim, enquanto ele mexe a cintura como se tivesse me penetrando, depois finjo que não vi nada.
Martha: — Desculpa, professor, não percebi.
Professor: — Não se preocupa, não te vi aí abaixada.
No dia que eu tinha aula com ele, duas vezes por semana. Ele deixava um papel na minha carteira, ou escrevia nas folhas de alguns trabalhos: "te vejo na biblioteca". Sempre me dava referências da aula, depois pedia pra pegar um livro. A mochila já tava no canto, ele caminhava em volta.
Minha mente entendeu na hora, me molhei instantaneamente, tava toda excitada. Queria tirar a calcinha, mas já era tarde pra isso. Me abaixei, mas abri as pernas pra minha bunda ficar mais firme e aguentar a investida dele. Me apoiei na parede, senti o empurrão, ele encostou o pau na minha bunda, largou o livro, a mão dele percorreu minha nádega, a outra mão ficou nas minhas costas. Ele esfregou o pau em mim, senti gostoso, tava toda molhada, ansiosa. Depois pegou o livro de novo e me deu mais referências da aula. Caminhou de novo como se nada tivesse acontecido. Saí do cubículo toda molhada.
Mãe: — Que gostoso, segurar o pau do seu professor.
Martha: — Que isso, mãe.
Mãe: — Já até me molhei, e nem tava lá.
Martha: — Continuando, como eu tava dizendo, na aula seguinte foi outro trabalho ainda mais complicado. Cada equipe que passava se dava mal, ele passava o tempo todo corrigindo os dados. Eu já ia passar, mas tocou o sinal.
Professor: — Quem ainda não apresentou, por favor, tem a oportunidade de revisar os dados. Não me deu papel, nem nada.
Fui pro banheiro, insegura se tirava a calcinha? Mas tirei. Cheguei no cubículo, sentei, peguei meu trabalho, fui pegar os livros pra checar meus dados, já que a internet dá dados errados. Minha calcinha tava na bolsa do meu casaco. Professor.- Seu tema é o mais complicado
Martha.- Pois é, já que não tem muita informação
Professor.- Napoleão precisava de inspiração e Josefina deu a ele, com um simples ato de fé, deixando sua ideologia de lado, pulou sobre ele com um detalhe: se despiu de toda imundície humana, deixando livres seus dois grandes encantos para Napoleão, que aceitou com gosto e prazer. Lembro que Napoleão considerava a roupa da mulher como imundície, vejo minhas anotações, Josefina pulou sem sutiã sobre Napoleão depois da primeira batalha dele, queria dar um prêmio pra ele na frente de todo mundo
Mamãe, esse filho da puta me pediu pra tirar o sutiã, eu satisfiz ele com um sorriso, tirei o suéter, depois a blusa, depois meu sutiã, meus peitos ainda não estavam como agora, mas já se destacavam das outras, caminhei devagar até a porta, coloquei o trinco, ninguém vai entrar, fico na frente do professor, ele larga o livro, sorri
Professor.- você é bem inteligente mesmo, me pega, me senta na mesa, enquanto a boca dele chupa meus peitos, depois morde, a mão dele percorre minha perna, ao sentir que não tem pano atrapalhando o avanço, toca minha buceta, me arrepio, fecho os olhos, aí ele para
Vista-se, ao fechar a porta com o trinco ativa um alarme, faço na hora, tiro o trinco, enquanto ele continua me dando as referências do meu trabalho, me fala o autor Debauchery, fala sobre seu tema específico, nisso entram dois responsáveis, ele pode ajudar com seu trabalho, você deve manter a expectativa, é tão importante sua boa fundamentação.
Em mais alguma coisa posso te orientar, colega aluna?
Martha.- obrigada, nunca teria procurado esse autor
Os responsáveis, ao ver que estamos trabalhando, pedem desculpas, dizem que o alarme tocou quando fecharam o trinco, é pra evitar que esses espaços sejam usados para atividades diferentes do estudo
Martha.- sim, obrigada por se preocuparem com nossa segurança.
Saíram.- continuo anotando ou riscando o que não serve, eles entram de novo, nos veem tão concentrados, fecham a porta, 30 segundos depois abrem de novo.
Martha.- obrigada por A assessoria... é foda pra mim esses assuntos.
Professor: — É só meu trabalho.
Pego minha mochila, os seguranças saem do cubículo, tiro minha calcinha do suéter e jogo pra ele. Ele guarda tão rápido.
Na aula, só me interrompeu uma vez, foi só pra calar um colega de classe.
Na saída, me chamou pra me dar minha nota, fez questão de esperar o último aluno sair.
Professor: — Não podemos mais usar os cubículos, já levantamos suspeitas. Agora tão a dois minutos de passar, não podem te ver aqui. Valeu pelo presente, mas se você quiser, a gente pode achar outro lugar pra ficar a sós.
Martha: — Não, do jeito que cê falou, já tão desconfiando. O que posso fazer é, toda vez que cair alguma coisa no chão, abrir minhas pernas pra você ver minha gratidão.
Saio da sala, fico com um colega conversando perto. É verdade, os dois seguranças vêm num passo rápido, mas quando me veem com meu colega, relaxam e voltam.
Mãe: — E aí, o que aconteceu?
Martha: — Nada, nunca caiu nada da mesa dele. O semestre acabou, não vi ele.
Mãe: — Devia ter dado pra ele.
Martha: — Sei lá, é que até aquele momento eu ainda era virgem. Só queria saciar aquela necessidade de ser safada.
Depois chegou o Miguel, eu já tava queimando, o calor que saía do meu corpo escapava por cada poro, só pensava em montar numa rola, não dava mais, tinha que baixar aquele fogo a qualquer preço e com quem fosse, só que o Miguel não foi o que eu esperava. Tomei a iniciativa, no segundo encontro montei nele, mas na manhã seguinte ele contou pra todo mundo que me comeu, mas ninguém acreditou, nem rompeu direito o hímen da minha buceta. Parei de falar com ele na hora que confirmou que tinha dito pra vários que eu montei nele, como se fosse um troféu. Eu sei que sexo hoje em dia é super normal, mas não vou dar gosto pra uns moleques tarados que depois saem gritando por aí. Eu não sou a puta de ninguém, nem quero esse apelido de marucha, a tábua, o zócalo, nada disso. Parei de falar com os colegas, me dediquei à escola.
Isso aí. Quantas das minhas travessuras, depois eu não chegava perto de você, pensei que era careta, seu jeito de se vestir, toda coberta, se eu te contasse tinha medo que você me xingasse e me chamasse de puta. Por isso me escondia no meu quarto, o resto você já sabe.
Mamãe.— Ai filha, não sabia que no amor você se deu mal, mas no sexo é outra história, hein, você se vingou bem, posso te garantir que virgem você já não é mais, não depois de ficar com o Léo e a anaconda dele.
Olhamos a hora, quase amanhece, mais uma taça de vinho, mamãe pega na minha mão, tira a minha para eu deitar do lado dela.
Mamãe.— Seja você mesma, só usa camisinha, por causa das doenças. Você é nova, merece ser satisfeita sexualmente.
Marta.— E você? Como é que tá nessa área?
Mamãe.— O Léo me deixou bem satisfeita, mas os homens geralmente me temem, mal tiro a roupa ficam pasmos, se encolhem, se sentem menos.
Marta.— Você é muito gostosa, mãe, no dia que te vi, até queria ser homem pra te dar a noite toda, pena que sou mulher.
Mamãe.— Pois é, percebi que você não se intimidou nem um pouco.
Amanheceu entre risadas e vulgaridades.
Mamãe.— Vamos tomar um banho e dar uma volta na cidade.
Passamos para visitar o comandante, ele nos ofereceu café, conversamos por um bom tempo, mas os olhos dele desviavam toda vez que mamãe cruzava as pernas, então ela sabe jogar o jogo.
Quanto ao ajudante dele, nisso recebe um alerta.
Comandante.— Obrigado e agradeço a visita.
Vi como mamãe abre as pernas a ponto de esticar a saia até o limite, fazendo um exibicionismo, por um minuto enquanto mamãe respondia.
Rosa.— Este é um pequeno presente, obrigada por cuidar de todos.
Ela se levanta e saímos.
Marta.— Eu vi.
Mamãe.— Tem que ser grata, ele sempre me olha desse jeito, entre o safado e o conservador, com certeza se masturba pensando em mim.
Marta.— Acho que sou muito verde e boba.
Mamãe.— Não, eu só fui promíscua e exibicionista, só queria alegrar a vista deles.
Voltamos pela trilha, chegamos no balanço, lá passamos o resto da tarde, vamos devagar, mamãe levanta a saia, não está usando nada por baixo. começa a mijar, logo um punhado de gases escapa, ela para mas nem levanta a saia, vira e sorri, as bundas dela balançam de um lado pro outro, batendo uma na outra a cada passo.
Jantamos um café e pão…
Véspera de ano novo, só janta em família em movimento, todo mundo faz algo pra ajudar na janta, depois preparar a lenha pra fogueira, barulho pra todo lado, risadas, piadas, palmadas, gritos, missa no povoado, ainda não entendo se a gente tem muito dinheiro, porque não temos uma caminhonete, voltamos andando pra casa, o frio tá foda.
Abraço de ano novo pra comer, uvas, álcool, depois a fogueira, enquanto vemos terminar um ano e começar outro, dança, etc.
Pra cama curtir o último pedaço antes de voltar pro norte no rancho, passei na cama quase o tempo todo, até mamãe pensou que eu tava doente, mas só respondi que os dias de acordar às 4 da manhã tão chegando e só tô aproveitando esse presente.
Enquanto me viro pra me acomodar
Levanto, um banho, o pelo tá bem selvagem, mas vou deixar assim, não tô a fim de raspar os pentelhos, desço pra cozinha, mamãe me vê
Mamãe: – Cê tá cheirando a limpeza, outro dia que entrei no teu quarto tava fedendo a peido, xereca e gordura.
Marta: – É, acredito.
Mamãe: – Cê pode descer no povoado, avisar os meninos que amanhã às 3 da tarde a gente sai, ponto de partida na delegacia do povoado.
Volto rápido pra casa depois de avisar, preparo as malas, deixo tudo pronto, uma última vez quero andar pelada pelo caminho, falo com mamãe, ela diz que vai junto, saímos peladas de casa, brincando e balançando as tetas pra todo lado, voltamos quando o frio começou a pegar.
Sentamos pra jantar, dormir, acordei perto das 11 pra tomar café, banho, desci as duas mochilas que vou levar, nisso chega Álvaro num caminhão de carga, o comandante mandou pra gente não ter que andar.
Já tão todos, isso incluía todo mundo
Rosa: – Já vi que vocês vão, bem-vindas
Chegamos no povoado, os meninos já tão prontos, as famílias deles tão Aí se despedem pra temporada longa que vão passar, mas com cara de orgulho pelos filhos que agora são gente trabalhadora. Esperamos o caminhão pra capital do país, daí mamãe tem uma surpresa pra gente, mas só percebemos quando chegamos no aeroporto. Umas 6 horas depois chegamos no rancho, enquanto meus primos se acomodam nas barracas, Esther e Silverio na cabana deles, Silvia e Martín na deles. Saudações com o velho, risadas.
Velho: — Vai ser interessante esse ano.
Rosa: — Nunca pensei em ver toda a família aqui. A festa já tá pronta, é hoje ou quando?
Velho: — É hoje, patroa. Amanhã tem que acordar cedo.
Velho: — Meninas, jovens, às 4 da manhã, quero vocês aqui, nesse lugar, prontos pro trabalho.
Rosa: — Esse ano vai ter muito serviço. As mãos de vocês são boas pra isso. Eu sou a dona de tudo isso, vocês não são nada meu. O velho é o chefe direto de vocês, vão obedecer ele. Se ele disser pra pular, vocês respondem quão alto, sem questionar a palavra dele, ou vão levar chibatada. Cada um de vocês tem que ganhar seu lugar aqui. A lei do rancho: não tem álcool durante as peagens. Algo que queira adicionar, Velho?
Velho: — Já ouviram, vão trabalhar em duplas. De acordo com a cama que escolherem, tem um papel aí com a dupla de vocês. Agora comam, bebam e dancem.
Só comi e fui deitar. Antes de entrar na cabana da mamãe, o velho me disse: "Você vai ensinar a Nayeli". Ele me deixou um caderno onde diz o que tenho que fazer. Li, é a mesma coisa que eu fiz ao chegar, como um favor pra Silvia e Martín antes de me virar.
O despertador tocou às 3:30. Me vesti, tomei café e fui pra barraca buscar a Nayeli. Tavam roncando. Acendi a luz, liguei a sirena, todo mundo levantou. Vi ela vestir a roupa adequada, mencionei que a bunda dela vai sofrer.
Começou a peagem do ano: juntar o gado, marcar, desparasitar, medicar. Mas pra fazer isso, tem que juntar o gado. Não deu nem uma hora quando:
Nayeli: — Quero ir no banheiro.
Martha: — Aqui mesmo, faz.
Nayeli: — Mas vão me ver.
Martha: — Não tem. Hora de voltar e ainda vou levar umas chicotadas, é aqui ou aqui.
Desmontei o cavalo, levo ela comigo porque não sabe montar, coisa que vou ter que ensinar.
Nayeli vira, mas grito que vou embora e vou deixar ela, ela abaixa a calça deixando a bunda linda dela no ar, vários viram pra ver o espetáculo, ela acaba cagando, coitadinha nem lembrou de se limpar, me lembro que passei pelo mesmo, acabei jogando a calcinha fora, deixei ela cheia de merda.
Sobe de novo, não falei mais, só escutava minhas instruções, no fim da tarde já temos um bom número de gado reunido.
Velho. - Desmontem.
Café e pão, carne seca pra comer, essa noite vamos passar nesse lugar, amanhã seguimos mais pro norte.
Nayeli. - Valeu por não ser tão dura, a Jessica tão tratando como escrava.
Martha. - É puxado, mas eu também me virei, não canta vitória, faltam uns dois dias mais ou menos.
Ela dormiu profundamente, mexo nela, já é hora, ela acorda, pra mijar e cagar, já não ligou mais se passavam do lado dela, dessa vez estendi um pedaço de papel e uma toalha úmida, pra não esfregar a bunda na merda seca de ontem que deixou grudada na pele.
Café, pão, carne.
Nayeli. - Tô doendo tudo.
Martha. - Com isso você vai ficar melhor, dando um comprimido pra ela, foi um dia longo, anoiteceu quando a gente mal desmontou dos cavalos, dar comida e água pra eles, café e carne, é o que sobrou, ela mal abre o colchonete e fica imóvel. Vejo Jessica, Anna, Lupe, Erik, chorando, não aguentam, os tutores deles tão preocupados, vão levar chicotada se algum deles cair. Leo, ao contrário, tá curtindo, já tô dando uns comandos pra ele.
O Velho me acorda.
Velho. - Vou quebrar as regras, amanhã vai ser o dia mais complicado, tenho que levar os mais habilidosos, vamos subir a ponta escondida, não quero acidentes. Vou deixar os novatos, mas preciso de 3, você vai, Nayeli e Leo, os outros a gente deixa aqui. A Nayeli dá conta do cavalo?
Martha. - Vou deixar o meu pra ela, fui deixando a rédea com ela, ela sabe o que fazer. Acordamos, já saímos, são 3 da manhã, ela acorda toda mole, mas eu falo que vai sozinha dessa vez, que fique do meu lado. O velho não errou, risco, buracos horríveis, galhos, árvores caídas, depois o rio.
Nayeli: — Que lugar lindo, que sensação é essa, prima? Tô feliz do nada, essa paz me banha toda.
Martha: — Sim, entendo o que cê diz, senti o mesmo que você.
Seguimos, de tarde voltamos com o resto do gado, onde os novatos ficaram. Pelo menos chegamos, café e carne já tão prontos.
Nayeli: — Por que não foram? É o lugar mais lindo do planeta.
Jessica: — Desisto.
Nayeli: — Disso? Cê é louca, aproveita e vive, curte a dor, te faz sentir viva, humana, que tem algo pra viver.
Jessica: — Como?
Nayeli: — Me diz, não se sente viva? Com a dor no corpo em cada canto, até pra cagar eu curti.
Jessica: — Não vi por esse lado.
Erik: — Se você consegue, eu também.
Na volta com todo o gado, eles pareciam diferentes, mais eles mesmos, mais seguros. Nayeli voltou no próprio cavalo, toda suada, cheia de terra, a risada dela entregava.
Velho: — Nayeli, tampa esse buraco.
Nayeli: — Sim, chefe.
Velho: — O que cê ensinou pra ela?
Martha: — Ela se sentiu viva e curtiu.
Velho: — Aconteceu o mesmo que com você?
Martha: — Sim.
Velho: — Te dei um manual, não usa, leva ela no teu ritmo, mas não esquece, em três meses é a prova da luta, cê vai ter que brigar contra ela.
Martha: — Eu sei, preparei ela bem.
Chegamos no rancho, os currais já tão abertos.
Já tão prontos os contadores pra saber quantas cabeças têm.
Entro na barraca, tiro a roupa, os outros vão pro chuveiro se lavar, mas meus primos ficam pensando ao ver os homens nus, eu no meio deles. Nayeli tira a roupa, entra no chuveiro, depois os outros.
Comer, descansar na cama, 4 da manhã pra marcar e medicar. Enquanto os peões fazem isso, a gente observa, mas Leo e Erik já tão lá, aprendendo a laçar e derrubar a rés.
Velho: — Martha, vai catar a merda dos estábulos. Me levou as Mulheres, da arquibancada ela vê o trabalho que a gente faz, sorri, tira o chapéu em sinal de aprovação.
Na barraca mais tarde
Rosa - Trabalho excelente de todos, 12 mil cabeças, é mais do que esperávamos. Na conta, só 5 mil era o que calculávamos. Com isso, cobrimos os gastos do ano inteiro e um pouco mais. Vocês vão receber um bônus extra, ainda não sei quanto, até os contadores nos darem os números.
Temos muito o que fazer, comam e durmam.
Na semana seguinte, ensinei a Nayeli a usar o laço e depois a montar e usar em movimento. Ela não era uma expert, mas aprendeu bem, e já pegou o sotaque nortenho.
Depois comecei a correr com ela. Já é hora de prepará-la pra briga. Pensei que nesse ponto ela ia quebrar, mas cada golpe que dou nela, ela curte. Não desiste. Andamos roxas de tanto porrada que a gente dá. As tarefas: já monta rápido, já joga o laço, já puxa a rede. Dos outros, não vi o progresso.
Silvia - A Nayeli parece muito feliz, apesar de estar toda moída.
Martha - Ela gosta dessa vida que nem eu, dura, rude.
Yani nem liga de ser vista pelada. Os peões já tão acostumados a ver mulher pelada no chuveiro coletivo.
Chegou o dia da briga.
Velho - Hoje é o dia em que vocês se tornam peões. Todo peão tem que saber brigar.
Nayeli, você vai comigo brigar.
Silvia - Que sacanagem, velho, escolher minha filha.
Rosa - Você por ela.
Silvia - Não.
Foi a briga do ano. Nenhum dos dois desistiu, mas os dois caíram no chão depois de baterem testa com testa, sangrando pra caralho.
Rosa - Leo vs Fulgencio
Foi uma surra brutal dos dois lados. Fulgencio levanta o dedo em sinal de aprovação, enquanto cai de novo.
Rosa - Erik vs Lucas
Cachorros de briga. Fizeram de tudo, até chicotadas. Ninguém caiu, ficaram banhados em sangue. Levanta o polegar em sinal de que aprovou.
Rosa - Lupe vs Martha
No primeiro golpe, Lupe ficou no chão.
Anselmo - Desculpa, chefa, mas deixa eu brigar no lugar da Lupe.
Rosa - 15. Chicotadas na Lupe, briga com o Anselmo
Não teve dúvida que era um combate por vingança, machuquei a buceta que se come, ela me deu com tudo, devolvi com tudo, um banho de sangue, onde fiquei de pé no final. Levantou o polegar, aprovou a Lupe
Rosa.- Anna vs Claudencio
Deixou a cara toda arranhada, a melhor arma dela eram as unhas, parecia uma gata, se mexia tão rápido, não dava socos mas sim arranhões rápidos, aprovou depois de deixar ele sem visão
Rosa.- Jessica vs Leandro
A Jessica vai tirando a roupa, o idiota fica besta, ela pega ele pelo pescoço aplicando um golpe, desmaia ele
Rosa.- esperava uma luta de socos, mas é válido, todas passaram, Sílvia, é sua vez de açoitar a Lupe.
Amarraram ela no poste, a despem, a Sílvia açoita, não foi forte, mas a mãe pediu o último açoite
Abriu as costas dela,
Rosa.- se os outros ficam com marcas, ela também, não é mesmo, Sílvia?
Ouço risadas e música, tô dolorida toda, entra a mãe
Mãe.- que trabalho foda com a Nayeli, o velho me contou
Um mês depois de me recuperar da surra, é hora de ensinar a atirar, não foi tão difícil, ela se dedicou de verdade.
Uma tarde depois dos serviços, nos juntam no barracão
Rosa.- já temos os números, foi muito bem pra gente, o próximo pagamento de vocês vem com um extra, mereceram, rapaziada, cada um de vocês é parte importante dessa família, sei que é quarta, mas quero que vocês tenham esses dias de folga.
Rosa.- Martha, te vejo na cabana
Ela vem por trás, me abraça, me beija
Mãe.- tô muito orgulhosa, estamos cobertos por três anos, na semana seguinte vamos passar as crias pra seção norte, na seção leste o resto, são duas semanas de toque, daí voltamos pra cidade, já falei pros meus irmãos
Três semanas depois voltamos pra cidade, pra casa, perdemos o aniversário do tio Brandon, mas a mãe conversou com ele, decidiram fazer a festa no nosso retorno.
Entreguei as cartas dos caras pras famílias deles, junto com o cheque gordo.
Encontrei o Miguel, ele quis falar comigo mas ignorei. Mas aí eu encontrei a Paula, voltei pra cidade, abracei ela.
Passei a tarde com ela, contamos tudo nos mínimos detalhes, óbvio que não falei que transei loucamente com minha família.
Vou pra casa pelo atalho que ninguém usa mais, o mato já cresceu demais.
Entro em casa, a mamãe e o Leo não perdem tempo, ela tá detonando ele na sala, ligo a televisão, de vez em quando dou uma olhada, não tô com tesão, embora quando falei com a Paula vi aquelas tetas gostosas dela, muitas vezes chupando e mordendo.
Rosa: — Quarta-feira chega a família, posso te dar uma tarefa.
Martha: — Qual?
Rosa: — No final ficamos pelados, quero que você tire a roupa de todo mundo, sem exceção, se não quiserem não entram, quero todo mundo pelado o tempo todo.
Martha: — Ok.
Acordei cedo, tomei café, saí pelada de casa.
Martín: — Que gostosa você tá, sobrinha.
Martha: — Já me provou literalmente, enquanto dou risada com ele.
Martín: — Essa é a ideia, andar pelado.
Tira a roupa e grita pra Silvia: — Não se vistam mais, vamos andar pelados.
Na entrada, espero na sombra da árvore, aí chega a família, ao me ver pelada tentam me repreender.
Tios e primos, se quiserem entrar só com convite, o convite é ficarem pelados, sem roupa e sem tabus.
Os homens foram os primeiros, entraram, minutos depois chega a Silvia pelada, fala que não vão entrar, tira essa roupa agora, elas se olham, tiram a roupa, aí chega mais família e ao verem fazem o mesmo, deixando a roupa num container. No fim da tarde chegaram os últimos, o Tio Brandon e o Isidoro, ao me verem, sorriem.
Brandon: — Que recepção boa, minha filha.
Espero mais um pouco e chega minha amiga Paula, ao me ver pelada:
Paula: — O que você tá fazendo assim?
Martha: — Quer entrar? Mas vai ter que jurar que nunca, jamais, mesmo que a gente se separe e termine brigada, vai falar uma palavra.
Paula: — É ruim?
Martha: — Pra você, sim.
Paula: — Posso ir embora.
Martha: — Pode.
Ela dá meia-volta, ando até onde todo mundo está, abraço, beijos, risadas, alguns paus. Já estão duras, mamilos duros pra todo lado, vejo bucetas depiladas, peludas, ou com desenhos bem provocantes. Sentei do lado da Jéssica, a gente conversa, ri, depois vamos beber. Chega a mamãe Rosa: "Marta, sua amiga tá na casa, vai lá com ela". Entro em casa, é a Paula. Ela me vê ainda pelada. Paula: "Desculpa, é que eu não sabia, desculpa, não devia ter entrado". Ela vai saindo, eu seguro ela. "Você não pode ir", falo, abraço ela. Os olhos pretos dela olham direto nos meus, ela fecha e aproxima os lábios dos meus. Corresponde, enquanto vou abaixando o zíper da jaqueta dela. Ela se afasta. Paula: "Você vai me despir?" Marta: "Sim". Paula: "Sim, mas se me deixar um minuto sozinha, nunca mais falo com você". Marta: "À noite vai ter uma orgia, vou ter que me separar de você". Paula: "Por que tá me dizendo isso?" Marta: "Não quero que você pare de falar comigo". Paula: "Quero que você fique do meu lado o tempo todo até sua orgia começar". Marta: "Isso eu posso fazer". Beijo ela de novo, a língua dela entra com fúria na minha boca, brigando com a minha língua. A mão dela procura minha buceta, os dedos entram sem resistência. Mal consigo me segurar, ela tá me levando a um orgasmo. Sorri, dá um passo pra trás, tira a roupa. Os peitos dela são lindos, chupo eles. Nisso, a mamãe entra. Rosa: "Meninas, já é hora de cantar os parabéns". Ao sair, a gente não acredita no que vê. Os mariachis estão pelados, só com os chapéus e instrumentos. Rosa: "Que nada, eles que fiquem vestidos?" A gente cai na risada. Chego com a Paula, apresento ela pra quem pergunta quem é, mas ao verem ela pelada, já assumem que é da família. Não solto a mão dela. Os presentes, abraços. Mesmo duro, ele bate em bucetas e paus, ninguém se incomoda. Paula: "Seu tio tá bem duro, o pau dele passou entre minhas pernas, me deixou bem molhada". Marta: "Falta pouco, você vai entrar na orgia". Paula: "Todo mundo vai me detonar". Marta: "Sim". Paula: "Acha que eu aguento?" Marta: "Sim, e todas". Paula: "Quero entrar na orgia sim". A gente dança, bebe que nem esponjas. Foram embora. Los mariachis, felizes de ver bucetas de todos os tamanhos e cores, dava pra ver como estavam contentes com suas picas duras.
Anna pega o microfone
Anna: já é hora da hora, peguem suas coisas, vamos subir pro planalto, porque a noite não espera
Ela arrasta a voz, já tá bem bebada.
Paula: pra onde a gente vai
A loucura se solta, entramos em casa, já tenho a mala pronta, lamparina e pego a mão da Paula, caminhamos rumo à trilha, solto ela, me pego numa teta que é gostosa de sentir, chegamos, logo acende a luz, a fogueira ilumina o lugar
Paula: nunca me trouxe aqui
Martha: esse lugar é muito privado, só nós temos acesso a isso
Beijo ela assim que termino de explicar
Paula: você vai me comer
Martha: melhor, a gente se come
Paula: sim
Ela me beija com paixão, os peitos dela colados nos meus sem nenhum pano no meio, minha mão na bunda dela procurando o cu, acho, enfio um dedo, ela dá um pulo mas mexe a raba pra facilitar a entrada, quando consigo, ela aperta com força, a respiração dela acelera, a mamãe aparece com uma garrafa de lubrificante, derrama no meio da bunda dela, tiro o dedo, passo no buraquinho dela e enfio de novo, entra tudo, desliza sem problema, a mão dela já tá na minha buceta, três dedos já tão dentro, bato meu mamilo no dela, minha cara de tesão aparece, a gente se enrosca noutro beijo...
Batê na porta, já temos que entregar o quarto.
Saímos, ele não percebeu nada, falei que minha mãe sabia que eu tava com uma amiga naquele lugar, que ia passar pra me buscar, ele foi embora, fiquei andando até a fonte, onde tão me esperando.
Canelo. - pintinho novinho, quero aquele cuzinho do meu menino, o pau dele não me fez sentir nada, é pequenininho.
Série, qual é o próximo passo?
Paula. - Hoje vai rolar com a Giovanna de noite, isso não pode acontecer.
Giovanna. - Vou enfiar um saquinho de catchup na calcinha quando chegar, pra manchar, aí tenho motivo pra recusar.
Martha. - Se ele insistir.
Giovanna. - Já falei com meu primo sobre o sinal de socorro, ligo pra ele, ele chega na hora e não vai embora.
Fomos embora, Paula vai editar os vídeos, pra esconder o rosto do Canelo e as tatuagens dele.
De noite, Giovanna liga, dizendo que o primo chegou, ele queria comer ela à força, acabou indo embora.
Na segunda, o salão inteiro sabia que eu estourei o ânus, Carlos me perguntou se queria transar com ele, queria fazer pelo cuzinho.
Martha. - Meu cu e minha buceta são do Sebastián, como você ousa me pedir isso? Só ele pode me detonar do jeito que quiser.
Carlos. - Ele me deu permissão.
Martha. - ok, se você tem certeza, sim, se meu Sebastián te deu permissão pra usar meu cu, sim, vou fazer o que ele mandar.
Sebastián. - Oi, bundinha minha, mexendo nas minhas nádegas na frente de todo mundo.
Martha. - Ai, meu amor, adoro seus dedos, me deixa toda molhada.
Mas não deixei ele me beijar.
Giovanna. - Fez a mesma coisa, deixava tocar mas não beijar.
Canelo trabalha como acompanhante de homens, que nojo beijar o Sebastián.
Na sexta, levei Carlos pro hotel, um amigo do Canelo é quem monta, chupa ele, enquanto a gente grava, termina lambendo o cu cheio de porra dele.
Depois chega o Sebastián.
Entramos. - Ele vai me despir, mas dou tequila de novo, sirvo três doses.
Martha. - Ainda não quero que você me veja nua, vou deixar você meter na minha buceta, mas não. Você pode me ver, ainda não tô pronta, meu amor
quero fazer uma parada que vi num outro vídeo, deixa eu experimentar
Sebastián.- safada e Promíscua, pode fazer o que quiser
Canelo passa um óleo que fez ela acender igual fósforo, depois enfia um dedo no cu dela, ela faz sinal pra eu falar
Martha.- é, eu gosto quando você me dá dedo, assim que eu me sinto, me excita saber que você vai me detonar, esse dedo é o prelúdio, me dá mais dedo, meu cu resfolega quando sinto seu toque, aí você rodeia devagar, empurra seu dedo pra dentro de mim, sente como meu cu respira, como pedindo pra você enfiar logo a pica e se sentir vivo, aí você me estica ao máximo pra passar da dor ao prazer, você não sabe que gostoso é quando você enfia a cabeça, me abre devagar, o prazer que você me dá, já quero pica de novo, será que seu cu não tá pedindo pica, meu amor, sente e imagina como seu cu se mexe, se contrai uma e outra vez querendo ser aberto, por uma cabeça de carne cheia de sangue e prazer
Sebastián.- sim, já sinto como meu cu se mexe, se contrai, tá me deixando todo excitado, tira minhas amarras, meu amor, tira
O corpo dela se contorce, solta os pés dele, leva até as mãos dele, faz mais sinais pra eu falar
Martha.- sim, meu amor, deixa eu chupar seu cu e suas bolas, quero esse leitinho pra mim, quero ele nas minhas costas, deixa eu enfiar uns dedos, quero que você prove o que eu sinto, o prazer que você me causa, quando você faz, você abre minha bunda pra você
Canelo enfiou três dedos, os gemidos do Sebastián, enquanto brinca com os dedos dentro do cu dele, tira eles
Sebastián.- Martha, enfia os dedos, é muito gostoso, brinca comigo
Nisso Canelo já aponta com a pica pro cu do Sebastián
Martha.- te trouxe um presente, meu amor, isso é entre nós dois, fica aqui, é um dildo, com isso vou te encher de prazer
Sebastián.- Sim, enfia no meu cu, me abre, isso que você sente quando arrombou meu cu, que prazer incrível, Canelo penetrou ele, geme igual cadela o tempo todo, a gente gravando, ele se agarra com força Os tornozelos com as mãos dele, bem exposto e aberto, goza sozinho esguichando o próprio leite no peito e na cara, o filho da puta saboreia a própria porra.
Depois solta as pernas dele, Canelo continua metendo forte e duro, eles gemem alto pedindo mais. Aí ele tira, Canelo termina batendo uma punheta pra gozar na cara dele. Curto tanto que me despiro, molho o corpo pra fingir que fui eu, passo no dildo os ranhos do Canelo, passo na boca dele e abro, chupando o dildo com porra de outro filho da puta.
Aumento a música, saem do quarto, tiro a venda dos olhos dele pra me ver vestindo, dou uma migalha pra ele não chorar, viro e mostro um pouco da minha buceta, solto ele.
Martha.- Meu amor, não quero que você tome banho, fica assim, todo sujo de mim.
O otário não tomou banho, saímos do hotel, deixei ele lá, falando que a mãe ia me buscar.
Chego onde elas estão na fonte.
Canelo.- Valeu, minas, mas o cu dele já era desflorado, não tive trabalho pra meter. Aperta um pouco, esse aí come carne há um bom tempo, o cu dele tá largo, significa que já sabia chupar vara de macho.
Na segunda, ele quis me beijar, não deixei, falei que não quero mais transar com ele, o que passou, passou, até aí chega, que tava com medo de engravidar.
Sebastián.- Não, vai ser até eu mandar, ou conto pra todo mundo que você é a puta da sala.
Nisso chega Giovanna, Não acredito, Sebastián, para de encher o saco da Martha e de mim, também não vou dormir com você, se encher o saco, não vai gostar do que vamos fazer.
Sebastián.- Típico galo crente e metido, com as duas: ou dormem comigo ou conto pra todo mundo que putas que são.
Paula.- Sebastián, já cresce, você vai se arrepender.
Carlos.- Suas putas, se você gostou que eu meti a pica no seu cu, Martha, até gemeu que nem uma vagabunda.
Sebastián.- Putas, putas, do mesmo jeito me deu esse cu nojento, vagabunda.
Saímos do lugar, de noite a Paula já tem os vídeos, manda pra gente, olha mãe, os vídeos.
Mãe.- (ri), esses dois são viados, será que não sentiram a vara batendo contra? Eles, depois que isso aconteceu, a gente mandou os caras pastar, eles pararam de falar e de encher o saco. Aí a Paula e a Giovanna foram embora no fim do semestre, os pais delas emigraram pro norte, atrás de empregos melhores.
Rosa: — Você falou com elas?
Martha: — Não, mas tenho os números delas.
Rosa: — É isso aí.
Martha: — Depois disso, fiquei toda excitada, porque me imaginei sendo eu quem levava no cu, sendo cheia de porra.
Numa apresentação de um trabalho escolar na aula, tive uns errinhos na minha pesquisa. O professor me corrigiu na hora, mas no fim da aula pediu pra eu ficar.
Professor: — Gostei da sua apresentação, só que sua fonte não foi tão confiável.
Martha: — Tirei de um livro na biblioteca.
Professor: — Da biblioteca (ele disse, surpreso).
Martha: — Sim.
Professor: — Vamos ver que autor é.
Saímos pra procurar o livro. Quando chegamos, a biblioteca tava vazia como sempre, só um ou outro aluno e a bibliotecária, uma senhora de idade. Subimos pro segundo andar, mostrei de que livro tirei a referência histórica, apontei onde tava.
Professor Arteaga: — Pede um cubículo privado.
Obedeci sem dizer nada, peguei as chaves, entramos e fechamos a porta. Enquanto ele tira o paletó, me manda sentar e procurar a referência. Aí ele fica atrás de mim, sinto o olhar dele nos meus peitos, enquanto folheio o livro mais devagar, me fazendo de sonsa pra ele ter tempo de olhar meus peitos. Quando chego na referência, mostro pra ele. Ele senta na ponta da mesa: — Já vi.
Professor: — Você tem razão, a referência tá correta na sua fonte, mas historicamente… Ele me dá uma explicação cheia de rodeios sobre os fatos. Termina dizendo: — Vou corrigir sua apresentação com um 10.
Martha: — Obrigada, professor.
Professor: — Um favor, me dá um papel. Procura isso pra mim, por favor, me traz. Os livros são por numeração, um livro de História do Papabourbon.
Voltei, coloquei na mesa. Ele tava corrigindo provas de outras salas.
Professor: — Obrigado, pode se retirar. Eu entrego as chaves.
Procuro minha mochila, mas ela já não tá mais lá. recarregadeira da cadeira, tá no canto, enquanto ele caminha em volta da mesa, acho que atrapalhei ele e deixei ali. Quando me abaixo sem querer, ele esbarra em mim, melhor dizendo, na minha bunda. Juro que senti a vara dele dura, ele esfregou em mim. Fiquei uns segundos assim, enquanto ele mexe a cintura como se tivesse me penetrando, depois finjo que não vi nada.
Martha: — Desculpa, professor, não percebi.
Professor: — Não se preocupa, não te vi aí abaixada.
No dia que eu tinha aula com ele, duas vezes por semana. Ele deixava um papel na minha carteira, ou escrevia nas folhas de alguns trabalhos: "te vejo na biblioteca". Sempre me dava referências da aula, depois pedia pra pegar um livro. A mochila já tava no canto, ele caminhava em volta.
Minha mente entendeu na hora, me molhei instantaneamente, tava toda excitada. Queria tirar a calcinha, mas já era tarde pra isso. Me abaixei, mas abri as pernas pra minha bunda ficar mais firme e aguentar a investida dele. Me apoiei na parede, senti o empurrão, ele encostou o pau na minha bunda, largou o livro, a mão dele percorreu minha nádega, a outra mão ficou nas minhas costas. Ele esfregou o pau em mim, senti gostoso, tava toda molhada, ansiosa. Depois pegou o livro de novo e me deu mais referências da aula. Caminhou de novo como se nada tivesse acontecido. Saí do cubículo toda molhada.
Mãe: — Que gostoso, segurar o pau do seu professor.
Martha: — Que isso, mãe.
Mãe: — Já até me molhei, e nem tava lá.
Martha: — Continuando, como eu tava dizendo, na aula seguinte foi outro trabalho ainda mais complicado. Cada equipe que passava se dava mal, ele passava o tempo todo corrigindo os dados. Eu já ia passar, mas tocou o sinal.
Professor: — Quem ainda não apresentou, por favor, tem a oportunidade de revisar os dados. Não me deu papel, nem nada.
Fui pro banheiro, insegura se tirava a calcinha? Mas tirei. Cheguei no cubículo, sentei, peguei meu trabalho, fui pegar os livros pra checar meus dados, já que a internet dá dados errados. Minha calcinha tava na bolsa do meu casaco. Professor.- Seu tema é o mais complicado
Martha.- Pois é, já que não tem muita informação
Professor.- Napoleão precisava de inspiração e Josefina deu a ele, com um simples ato de fé, deixando sua ideologia de lado, pulou sobre ele com um detalhe: se despiu de toda imundície humana, deixando livres seus dois grandes encantos para Napoleão, que aceitou com gosto e prazer. Lembro que Napoleão considerava a roupa da mulher como imundície, vejo minhas anotações, Josefina pulou sem sutiã sobre Napoleão depois da primeira batalha dele, queria dar um prêmio pra ele na frente de todo mundo
Mamãe, esse filho da puta me pediu pra tirar o sutiã, eu satisfiz ele com um sorriso, tirei o suéter, depois a blusa, depois meu sutiã, meus peitos ainda não estavam como agora, mas já se destacavam das outras, caminhei devagar até a porta, coloquei o trinco, ninguém vai entrar, fico na frente do professor, ele larga o livro, sorri
Professor.- você é bem inteligente mesmo, me pega, me senta na mesa, enquanto a boca dele chupa meus peitos, depois morde, a mão dele percorre minha perna, ao sentir que não tem pano atrapalhando o avanço, toca minha buceta, me arrepio, fecho os olhos, aí ele para
Vista-se, ao fechar a porta com o trinco ativa um alarme, faço na hora, tiro o trinco, enquanto ele continua me dando as referências do meu trabalho, me fala o autor Debauchery, fala sobre seu tema específico, nisso entram dois responsáveis, ele pode ajudar com seu trabalho, você deve manter a expectativa, é tão importante sua boa fundamentação.
Em mais alguma coisa posso te orientar, colega aluna?
Martha.- obrigada, nunca teria procurado esse autor
Os responsáveis, ao ver que estamos trabalhando, pedem desculpas, dizem que o alarme tocou quando fecharam o trinco, é pra evitar que esses espaços sejam usados para atividades diferentes do estudo
Martha.- sim, obrigada por se preocuparem com nossa segurança.
Saíram.- continuo anotando ou riscando o que não serve, eles entram de novo, nos veem tão concentrados, fecham a porta, 30 segundos depois abrem de novo.
Martha.- obrigada por A assessoria... é foda pra mim esses assuntos.
Professor: — É só meu trabalho.
Pego minha mochila, os seguranças saem do cubículo, tiro minha calcinha do suéter e jogo pra ele. Ele guarda tão rápido.
Na aula, só me interrompeu uma vez, foi só pra calar um colega de classe.
Na saída, me chamou pra me dar minha nota, fez questão de esperar o último aluno sair.
Professor: — Não podemos mais usar os cubículos, já levantamos suspeitas. Agora tão a dois minutos de passar, não podem te ver aqui. Valeu pelo presente, mas se você quiser, a gente pode achar outro lugar pra ficar a sós.
Martha: — Não, do jeito que cê falou, já tão desconfiando. O que posso fazer é, toda vez que cair alguma coisa no chão, abrir minhas pernas pra você ver minha gratidão.
Saio da sala, fico com um colega conversando perto. É verdade, os dois seguranças vêm num passo rápido, mas quando me veem com meu colega, relaxam e voltam.
Mãe: — E aí, o que aconteceu?
Martha: — Nada, nunca caiu nada da mesa dele. O semestre acabou, não vi ele.
Mãe: — Devia ter dado pra ele.
Martha: — Sei lá, é que até aquele momento eu ainda era virgem. Só queria saciar aquela necessidade de ser safada.
Depois chegou o Miguel, eu já tava queimando, o calor que saía do meu corpo escapava por cada poro, só pensava em montar numa rola, não dava mais, tinha que baixar aquele fogo a qualquer preço e com quem fosse, só que o Miguel não foi o que eu esperava. Tomei a iniciativa, no segundo encontro montei nele, mas na manhã seguinte ele contou pra todo mundo que me comeu, mas ninguém acreditou, nem rompeu direito o hímen da minha buceta. Parei de falar com ele na hora que confirmou que tinha dito pra vários que eu montei nele, como se fosse um troféu. Eu sei que sexo hoje em dia é super normal, mas não vou dar gosto pra uns moleques tarados que depois saem gritando por aí. Eu não sou a puta de ninguém, nem quero esse apelido de marucha, a tábua, o zócalo, nada disso. Parei de falar com os colegas, me dediquei à escola.
Isso aí. Quantas das minhas travessuras, depois eu não chegava perto de você, pensei que era careta, seu jeito de se vestir, toda coberta, se eu te contasse tinha medo que você me xingasse e me chamasse de puta. Por isso me escondia no meu quarto, o resto você já sabe.
Mamãe.— Ai filha, não sabia que no amor você se deu mal, mas no sexo é outra história, hein, você se vingou bem, posso te garantir que virgem você já não é mais, não depois de ficar com o Léo e a anaconda dele.
Olhamos a hora, quase amanhece, mais uma taça de vinho, mamãe pega na minha mão, tira a minha para eu deitar do lado dela.
Mamãe.— Seja você mesma, só usa camisinha, por causa das doenças. Você é nova, merece ser satisfeita sexualmente.
Marta.— E você? Como é que tá nessa área?
Mamãe.— O Léo me deixou bem satisfeita, mas os homens geralmente me temem, mal tiro a roupa ficam pasmos, se encolhem, se sentem menos.
Marta.— Você é muito gostosa, mãe, no dia que te vi, até queria ser homem pra te dar a noite toda, pena que sou mulher.
Mamãe.— Pois é, percebi que você não se intimidou nem um pouco.
Amanheceu entre risadas e vulgaridades.
Mamãe.— Vamos tomar um banho e dar uma volta na cidade.
Passamos para visitar o comandante, ele nos ofereceu café, conversamos por um bom tempo, mas os olhos dele desviavam toda vez que mamãe cruzava as pernas, então ela sabe jogar o jogo.
Quanto ao ajudante dele, nisso recebe um alerta.
Comandante.— Obrigado e agradeço a visita.
Vi como mamãe abre as pernas a ponto de esticar a saia até o limite, fazendo um exibicionismo, por um minuto enquanto mamãe respondia.
Rosa.— Este é um pequeno presente, obrigada por cuidar de todos.
Ela se levanta e saímos.
Marta.— Eu vi.
Mamãe.— Tem que ser grata, ele sempre me olha desse jeito, entre o safado e o conservador, com certeza se masturba pensando em mim.
Marta.— Acho que sou muito verde e boba.
Mamãe.— Não, eu só fui promíscua e exibicionista, só queria alegrar a vista deles.
Voltamos pela trilha, chegamos no balanço, lá passamos o resto da tarde, vamos devagar, mamãe levanta a saia, não está usando nada por baixo. começa a mijar, logo um punhado de gases escapa, ela para mas nem levanta a saia, vira e sorri, as bundas dela balançam de um lado pro outro, batendo uma na outra a cada passo.
Jantamos um café e pão…
Véspera de ano novo, só janta em família em movimento, todo mundo faz algo pra ajudar na janta, depois preparar a lenha pra fogueira, barulho pra todo lado, risadas, piadas, palmadas, gritos, missa no povoado, ainda não entendo se a gente tem muito dinheiro, porque não temos uma caminhonete, voltamos andando pra casa, o frio tá foda.
Abraço de ano novo pra comer, uvas, álcool, depois a fogueira, enquanto vemos terminar um ano e começar outro, dança, etc.
Pra cama curtir o último pedaço antes de voltar pro norte no rancho, passei na cama quase o tempo todo, até mamãe pensou que eu tava doente, mas só respondi que os dias de acordar às 4 da manhã tão chegando e só tô aproveitando esse presente.
Enquanto me viro pra me acomodar
Levanto, um banho, o pelo tá bem selvagem, mas vou deixar assim, não tô a fim de raspar os pentelhos, desço pra cozinha, mamãe me vê
Mamãe: – Cê tá cheirando a limpeza, outro dia que entrei no teu quarto tava fedendo a peido, xereca e gordura.
Marta: – É, acredito.
Mamãe: – Cê pode descer no povoado, avisar os meninos que amanhã às 3 da tarde a gente sai, ponto de partida na delegacia do povoado.
Volto rápido pra casa depois de avisar, preparo as malas, deixo tudo pronto, uma última vez quero andar pelada pelo caminho, falo com mamãe, ela diz que vai junto, saímos peladas de casa, brincando e balançando as tetas pra todo lado, voltamos quando o frio começou a pegar.
Sentamos pra jantar, dormir, acordei perto das 11 pra tomar café, banho, desci as duas mochilas que vou levar, nisso chega Álvaro num caminhão de carga, o comandante mandou pra gente não ter que andar.
Já tão todos, isso incluía todo mundo
Rosa: – Já vi que vocês vão, bem-vindas
Chegamos no povoado, os meninos já tão prontos, as famílias deles tão Aí se despedem pra temporada longa que vão passar, mas com cara de orgulho pelos filhos que agora são gente trabalhadora. Esperamos o caminhão pra capital do país, daí mamãe tem uma surpresa pra gente, mas só percebemos quando chegamos no aeroporto. Umas 6 horas depois chegamos no rancho, enquanto meus primos se acomodam nas barracas, Esther e Silverio na cabana deles, Silvia e Martín na deles. Saudações com o velho, risadas.
Velho: — Vai ser interessante esse ano.
Rosa: — Nunca pensei em ver toda a família aqui. A festa já tá pronta, é hoje ou quando?
Velho: — É hoje, patroa. Amanhã tem que acordar cedo.
Velho: — Meninas, jovens, às 4 da manhã, quero vocês aqui, nesse lugar, prontos pro trabalho.
Rosa: — Esse ano vai ter muito serviço. As mãos de vocês são boas pra isso. Eu sou a dona de tudo isso, vocês não são nada meu. O velho é o chefe direto de vocês, vão obedecer ele. Se ele disser pra pular, vocês respondem quão alto, sem questionar a palavra dele, ou vão levar chibatada. Cada um de vocês tem que ganhar seu lugar aqui. A lei do rancho: não tem álcool durante as peagens. Algo que queira adicionar, Velho?
Velho: — Já ouviram, vão trabalhar em duplas. De acordo com a cama que escolherem, tem um papel aí com a dupla de vocês. Agora comam, bebam e dancem.
Só comi e fui deitar. Antes de entrar na cabana da mamãe, o velho me disse: "Você vai ensinar a Nayeli". Ele me deixou um caderno onde diz o que tenho que fazer. Li, é a mesma coisa que eu fiz ao chegar, como um favor pra Silvia e Martín antes de me virar.
O despertador tocou às 3:30. Me vesti, tomei café e fui pra barraca buscar a Nayeli. Tavam roncando. Acendi a luz, liguei a sirena, todo mundo levantou. Vi ela vestir a roupa adequada, mencionei que a bunda dela vai sofrer.
Começou a peagem do ano: juntar o gado, marcar, desparasitar, medicar. Mas pra fazer isso, tem que juntar o gado. Não deu nem uma hora quando:
Nayeli: — Quero ir no banheiro.
Martha: — Aqui mesmo, faz.
Nayeli: — Mas vão me ver.
Martha: — Não tem. Hora de voltar e ainda vou levar umas chicotadas, é aqui ou aqui.
Desmontei o cavalo, levo ela comigo porque não sabe montar, coisa que vou ter que ensinar.
Nayeli vira, mas grito que vou embora e vou deixar ela, ela abaixa a calça deixando a bunda linda dela no ar, vários viram pra ver o espetáculo, ela acaba cagando, coitadinha nem lembrou de se limpar, me lembro que passei pelo mesmo, acabei jogando a calcinha fora, deixei ela cheia de merda.
Sobe de novo, não falei mais, só escutava minhas instruções, no fim da tarde já temos um bom número de gado reunido.
Velho. - Desmontem.
Café e pão, carne seca pra comer, essa noite vamos passar nesse lugar, amanhã seguimos mais pro norte.
Nayeli. - Valeu por não ser tão dura, a Jessica tão tratando como escrava.
Martha. - É puxado, mas eu também me virei, não canta vitória, faltam uns dois dias mais ou menos.
Ela dormiu profundamente, mexo nela, já é hora, ela acorda, pra mijar e cagar, já não ligou mais se passavam do lado dela, dessa vez estendi um pedaço de papel e uma toalha úmida, pra não esfregar a bunda na merda seca de ontem que deixou grudada na pele.
Café, pão, carne.
Nayeli. - Tô doendo tudo.
Martha. - Com isso você vai ficar melhor, dando um comprimido pra ela, foi um dia longo, anoiteceu quando a gente mal desmontou dos cavalos, dar comida e água pra eles, café e carne, é o que sobrou, ela mal abre o colchonete e fica imóvel. Vejo Jessica, Anna, Lupe, Erik, chorando, não aguentam, os tutores deles tão preocupados, vão levar chicotada se algum deles cair. Leo, ao contrário, tá curtindo, já tô dando uns comandos pra ele.
O Velho me acorda.
Velho. - Vou quebrar as regras, amanhã vai ser o dia mais complicado, tenho que levar os mais habilidosos, vamos subir a ponta escondida, não quero acidentes. Vou deixar os novatos, mas preciso de 3, você vai, Nayeli e Leo, os outros a gente deixa aqui. A Nayeli dá conta do cavalo?
Martha. - Vou deixar o meu pra ela, fui deixando a rédea com ela, ela sabe o que fazer. Acordamos, já saímos, são 3 da manhã, ela acorda toda mole, mas eu falo que vai sozinha dessa vez, que fique do meu lado. O velho não errou, risco, buracos horríveis, galhos, árvores caídas, depois o rio.
Nayeli: — Que lugar lindo, que sensação é essa, prima? Tô feliz do nada, essa paz me banha toda.
Martha: — Sim, entendo o que cê diz, senti o mesmo que você.
Seguimos, de tarde voltamos com o resto do gado, onde os novatos ficaram. Pelo menos chegamos, café e carne já tão prontos.
Nayeli: — Por que não foram? É o lugar mais lindo do planeta.
Jessica: — Desisto.
Nayeli: — Disso? Cê é louca, aproveita e vive, curte a dor, te faz sentir viva, humana, que tem algo pra viver.
Jessica: — Como?
Nayeli: — Me diz, não se sente viva? Com a dor no corpo em cada canto, até pra cagar eu curti.
Jessica: — Não vi por esse lado.
Erik: — Se você consegue, eu também.
Na volta com todo o gado, eles pareciam diferentes, mais eles mesmos, mais seguros. Nayeli voltou no próprio cavalo, toda suada, cheia de terra, a risada dela entregava.
Velho: — Nayeli, tampa esse buraco.
Nayeli: — Sim, chefe.
Velho: — O que cê ensinou pra ela?
Martha: — Ela se sentiu viva e curtiu.
Velho: — Aconteceu o mesmo que com você?
Martha: — Sim.
Velho: — Te dei um manual, não usa, leva ela no teu ritmo, mas não esquece, em três meses é a prova da luta, cê vai ter que brigar contra ela.
Martha: — Eu sei, preparei ela bem.
Chegamos no rancho, os currais já tão abertos.
Já tão prontos os contadores pra saber quantas cabeças têm.
Entro na barraca, tiro a roupa, os outros vão pro chuveiro se lavar, mas meus primos ficam pensando ao ver os homens nus, eu no meio deles. Nayeli tira a roupa, entra no chuveiro, depois os outros.
Comer, descansar na cama, 4 da manhã pra marcar e medicar. Enquanto os peões fazem isso, a gente observa, mas Leo e Erik já tão lá, aprendendo a laçar e derrubar a rés.
Velho: — Martha, vai catar a merda dos estábulos. Me levou as Mulheres, da arquibancada ela vê o trabalho que a gente faz, sorri, tira o chapéu em sinal de aprovação.
Na barraca mais tarde
Rosa - Trabalho excelente de todos, 12 mil cabeças, é mais do que esperávamos. Na conta, só 5 mil era o que calculávamos. Com isso, cobrimos os gastos do ano inteiro e um pouco mais. Vocês vão receber um bônus extra, ainda não sei quanto, até os contadores nos darem os números.
Temos muito o que fazer, comam e durmam.
Na semana seguinte, ensinei a Nayeli a usar o laço e depois a montar e usar em movimento. Ela não era uma expert, mas aprendeu bem, e já pegou o sotaque nortenho.
Depois comecei a correr com ela. Já é hora de prepará-la pra briga. Pensei que nesse ponto ela ia quebrar, mas cada golpe que dou nela, ela curte. Não desiste. Andamos roxas de tanto porrada que a gente dá. As tarefas: já monta rápido, já joga o laço, já puxa a rede. Dos outros, não vi o progresso.
Silvia - A Nayeli parece muito feliz, apesar de estar toda moída.
Martha - Ela gosta dessa vida que nem eu, dura, rude.
Yani nem liga de ser vista pelada. Os peões já tão acostumados a ver mulher pelada no chuveiro coletivo.
Chegou o dia da briga.
Velho - Hoje é o dia em que vocês se tornam peões. Todo peão tem que saber brigar.
Nayeli, você vai comigo brigar.
Silvia - Que sacanagem, velho, escolher minha filha.
Rosa - Você por ela.
Silvia - Não.
Foi a briga do ano. Nenhum dos dois desistiu, mas os dois caíram no chão depois de baterem testa com testa, sangrando pra caralho.
Rosa - Leo vs Fulgencio
Foi uma surra brutal dos dois lados. Fulgencio levanta o dedo em sinal de aprovação, enquanto cai de novo.
Rosa - Erik vs Lucas
Cachorros de briga. Fizeram de tudo, até chicotadas. Ninguém caiu, ficaram banhados em sangue. Levanta o polegar em sinal de que aprovou.
Rosa - Lupe vs Martha
No primeiro golpe, Lupe ficou no chão.
Anselmo - Desculpa, chefa, mas deixa eu brigar no lugar da Lupe.
Rosa - 15. Chicotadas na Lupe, briga com o Anselmo
Não teve dúvida que era um combate por vingança, machuquei a buceta que se come, ela me deu com tudo, devolvi com tudo, um banho de sangue, onde fiquei de pé no final. Levantou o polegar, aprovou a Lupe
Rosa.- Anna vs Claudencio
Deixou a cara toda arranhada, a melhor arma dela eram as unhas, parecia uma gata, se mexia tão rápido, não dava socos mas sim arranhões rápidos, aprovou depois de deixar ele sem visão
Rosa.- Jessica vs Leandro
A Jessica vai tirando a roupa, o idiota fica besta, ela pega ele pelo pescoço aplicando um golpe, desmaia ele
Rosa.- esperava uma luta de socos, mas é válido, todas passaram, Sílvia, é sua vez de açoitar a Lupe.
Amarraram ela no poste, a despem, a Sílvia açoita, não foi forte, mas a mãe pediu o último açoite
Abriu as costas dela,
Rosa.- se os outros ficam com marcas, ela também, não é mesmo, Sílvia?
Ouço risadas e música, tô dolorida toda, entra a mãe
Mãe.- que trabalho foda com a Nayeli, o velho me contou
Um mês depois de me recuperar da surra, é hora de ensinar a atirar, não foi tão difícil, ela se dedicou de verdade.
Uma tarde depois dos serviços, nos juntam no barracão
Rosa.- já temos os números, foi muito bem pra gente, o próximo pagamento de vocês vem com um extra, mereceram, rapaziada, cada um de vocês é parte importante dessa família, sei que é quarta, mas quero que vocês tenham esses dias de folga.
Rosa.- Martha, te vejo na cabana
Ela vem por trás, me abraça, me beija
Mãe.- tô muito orgulhosa, estamos cobertos por três anos, na semana seguinte vamos passar as crias pra seção norte, na seção leste o resto, são duas semanas de toque, daí voltamos pra cidade, já falei pros meus irmãos
Três semanas depois voltamos pra cidade, pra casa, perdemos o aniversário do tio Brandon, mas a mãe conversou com ele, decidiram fazer a festa no nosso retorno.
Entreguei as cartas dos caras pras famílias deles, junto com o cheque gordo.
Encontrei o Miguel, ele quis falar comigo mas ignorei. Mas aí eu encontrei a Paula, voltei pra cidade, abracei ela.
Passei a tarde com ela, contamos tudo nos mínimos detalhes, óbvio que não falei que transei loucamente com minha família.
Vou pra casa pelo atalho que ninguém usa mais, o mato já cresceu demais.
Entro em casa, a mamãe e o Leo não perdem tempo, ela tá detonando ele na sala, ligo a televisão, de vez em quando dou uma olhada, não tô com tesão, embora quando falei com a Paula vi aquelas tetas gostosas dela, muitas vezes chupando e mordendo.
Rosa: — Quarta-feira chega a família, posso te dar uma tarefa.
Martha: — Qual?
Rosa: — No final ficamos pelados, quero que você tire a roupa de todo mundo, sem exceção, se não quiserem não entram, quero todo mundo pelado o tempo todo.
Martha: — Ok.
Acordei cedo, tomei café, saí pelada de casa.
Martín: — Que gostosa você tá, sobrinha.
Martha: — Já me provou literalmente, enquanto dou risada com ele.
Martín: — Essa é a ideia, andar pelado.
Tira a roupa e grita pra Silvia: — Não se vistam mais, vamos andar pelados.
Na entrada, espero na sombra da árvore, aí chega a família, ao me ver pelada tentam me repreender.
Tios e primos, se quiserem entrar só com convite, o convite é ficarem pelados, sem roupa e sem tabus.
Os homens foram os primeiros, entraram, minutos depois chega a Silvia pelada, fala que não vão entrar, tira essa roupa agora, elas se olham, tiram a roupa, aí chega mais família e ao verem fazem o mesmo, deixando a roupa num container. No fim da tarde chegaram os últimos, o Tio Brandon e o Isidoro, ao me verem, sorriem.
Brandon: — Que recepção boa, minha filha.
Espero mais um pouco e chega minha amiga Paula, ao me ver pelada:
Paula: — O que você tá fazendo assim?
Martha: — Quer entrar? Mas vai ter que jurar que nunca, jamais, mesmo que a gente se separe e termine brigada, vai falar uma palavra.
Paula: — É ruim?
Martha: — Pra você, sim.
Paula: — Posso ir embora.
Martha: — Pode.
Ela dá meia-volta, ando até onde todo mundo está, abraço, beijos, risadas, alguns paus. Já estão duras, mamilos duros pra todo lado, vejo bucetas depiladas, peludas, ou com desenhos bem provocantes. Sentei do lado da Jéssica, a gente conversa, ri, depois vamos beber. Chega a mamãe Rosa: "Marta, sua amiga tá na casa, vai lá com ela". Entro em casa, é a Paula. Ela me vê ainda pelada. Paula: "Desculpa, é que eu não sabia, desculpa, não devia ter entrado". Ela vai saindo, eu seguro ela. "Você não pode ir", falo, abraço ela. Os olhos pretos dela olham direto nos meus, ela fecha e aproxima os lábios dos meus. Corresponde, enquanto vou abaixando o zíper da jaqueta dela. Ela se afasta. Paula: "Você vai me despir?" Marta: "Sim". Paula: "Sim, mas se me deixar um minuto sozinha, nunca mais falo com você". Marta: "À noite vai ter uma orgia, vou ter que me separar de você". Paula: "Por que tá me dizendo isso?" Marta: "Não quero que você pare de falar comigo". Paula: "Quero que você fique do meu lado o tempo todo até sua orgia começar". Marta: "Isso eu posso fazer". Beijo ela de novo, a língua dela entra com fúria na minha boca, brigando com a minha língua. A mão dela procura minha buceta, os dedos entram sem resistência. Mal consigo me segurar, ela tá me levando a um orgasmo. Sorri, dá um passo pra trás, tira a roupa. Os peitos dela são lindos, chupo eles. Nisso, a mamãe entra. Rosa: "Meninas, já é hora de cantar os parabéns". Ao sair, a gente não acredita no que vê. Os mariachis estão pelados, só com os chapéus e instrumentos. Rosa: "Que nada, eles que fiquem vestidos?" A gente cai na risada. Chego com a Paula, apresento ela pra quem pergunta quem é, mas ao verem ela pelada, já assumem que é da família. Não solto a mão dela. Os presentes, abraços. Mesmo duro, ele bate em bucetas e paus, ninguém se incomoda. Paula: "Seu tio tá bem duro, o pau dele passou entre minhas pernas, me deixou bem molhada". Marta: "Falta pouco, você vai entrar na orgia". Paula: "Todo mundo vai me detonar". Marta: "Sim". Paula: "Acha que eu aguento?" Marta: "Sim, e todas". Paula: "Quero entrar na orgia sim". A gente dança, bebe que nem esponjas. Foram embora. Los mariachis, felizes de ver bucetas de todos os tamanhos e cores, dava pra ver como estavam contentes com suas picas duras.
Anna pega o microfone
Anna: já é hora da hora, peguem suas coisas, vamos subir pro planalto, porque a noite não espera
Ela arrasta a voz, já tá bem bebada.
Paula: pra onde a gente vai
A loucura se solta, entramos em casa, já tenho a mala pronta, lamparina e pego a mão da Paula, caminhamos rumo à trilha, solto ela, me pego numa teta que é gostosa de sentir, chegamos, logo acende a luz, a fogueira ilumina o lugar
Paula: nunca me trouxe aqui
Martha: esse lugar é muito privado, só nós temos acesso a isso
Beijo ela assim que termino de explicar
Paula: você vai me comer
Martha: melhor, a gente se come
Paula: sim
Ela me beija com paixão, os peitos dela colados nos meus sem nenhum pano no meio, minha mão na bunda dela procurando o cu, acho, enfio um dedo, ela dá um pulo mas mexe a raba pra facilitar a entrada, quando consigo, ela aperta com força, a respiração dela acelera, a mamãe aparece com uma garrafa de lubrificante, derrama no meio da bunda dela, tiro o dedo, passo no buraquinho dela e enfio de novo, entra tudo, desliza sem problema, a mão dela já tá na minha buceta, três dedos já tão dentro, bato meu mamilo no dela, minha cara de tesão aparece, a gente se enrosca noutro beijo...
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