Aprendendo com a Vida 2

Me ajeito, ele pega meu cabelo com uma mão, com a outra coloca o pau dele, mete a cabecinha e me faz gritar, outro empurrão e entra tudo, cada vez que ele embiste, puxa meu cabelo com força, deixa minha cabeça pra trás como se eu fosse uma gostosa montada e sim, estou sendo montada e eu gosto, ele me fode com força, depois de mais de uma hora ele avisa que tá pra explodir e deixa toda a porra dentro da minha buceta, caímos os dois.
Não acredito que ele me levou ao céu por tanto tempo, maldito cachorro, me deixou toda extasiada.

Meia hora depois do silêncio do lugar

Leo: Quero repetir, mas que seja outro dia, quero comer a Rosa.
Martha: A mamãe.
Leo: Acha que ela aguenta?
Martha: Saimos da sua vagina, com certeza você vai fazer ela arranhar o céu como fez comigo.
Leo: Te incomoda se eu contar pros outros onde você tá? Não gostaria que perdessem a chance de te dar pau.
Martha: Pode fazer, total já estou destruída, que tragam cobertas.

Fiquei dormindo, busco com as mãos minha roupa, só acho o vestido e as botas, pego os cobertores e uso pra me cobrir, desço devagar, de longe vejo a fogueira e sinto a porra ainda escorrendo pelas pernas, mal chego na entrada e a Mamãe me vê.

Mamãe: Onde você estava, filha? Fiquei um tempo esperando no campo pelos rapazes.
Mamãe: Como foi com o Leo?
Martha: Ele tem um pauzão que desde que mete te deixa no céu.
Mamãe: Ele chegou por trás e sussurrou que quer estourar minha bunda, todos meus pelos ficaram arrepiados.
Martha: Seu filho tem um pauzão que desfunda tudo, te desmonta.
Mamãe: Os caras estão na fogueira, foram te procurar, os velhos aproveitaram pra usar as garotas que ficaram esperando. Que bobos, se quiser se juntar ou o que decidir, se fosse homem eu te estourava, filha, você tá bem putinha, gostosa e gostosa.
Martha: Obrigada, mamãe, eu também te comeria sem pensar, agora minha buceta ainda dói.
Mamãe: Vamos pra casa pegar uma pomada, faz milagres na hora, você vai ficar pronta pra próxima.

Depois que me a... Então, me dá essa sensação de estar a 100%, vejo minha buceta se fechando rapidamente.

Martha: - Isso o que é?

Mamãe: - Já fechou sua vagina.

Martha: - Já, num instante.

Mamãe: - Algum dia te direi como se elabora, mas por enquanto aproveita as putarias e o incesto, vai lá se encher de porra, aproveita, minha filha.

Martha: - Quero fazer com você.

Mamãe: - Sim, você terá sua chance, mas agora satisfaça os trouxas.

Me aproximei de onde eles estão.

Martha: - Vamos ver, imbecis, eu estava esperando vocês, por que não chegaram? Levantem a bola, seus oito babacas, dos seus lugares.

Maurício: - Você se esconde.

Martha: - Lanternas e cobertas, vocês têm 5 minutos. Vão comigo os que chegarem com o que pedi.

Fui com os tios, uma cerveja, tequila, uma dança, chega o Erik, já estamos prontos.

Brandon: - Tem certeza que vai dar conta de todos?

Martha: - Todos querem gozar, aponto minha xota.

Isidoro: - Meninos veem carne e ficam doidos.

Martha: - Vou deixar que aproveitem de mim.

TR: - Que inveja dos moleques.

Martha: - Você foi o segundo, sussurro no ouvido dele, além disso o Leo já passou, me deixou toda arrombada.

Começo a caminhar, na mesa vejo sentadas e entediadas a Delfina, Nayeli, Emma, Silvia, Esther, Lupe, Jessica, Anna, Olivia, Nancy. Menciono que me sigam, que vamos caminhar e fazer uma orgia. Elas se levantam na hora. Me aproximo do Brandon: "Em uma hora, se quiserem, cheguem no campo do vovô".

Brandon: - É um convite?

Martha: - Sim, já sabemos que todos transam com todos, vamos fazer uma orgia no mato.

Isidoro: - Por que tão longe?

Martha: - Quando todos forem embora, isso aqui fica vazio, não vou aguentar as lembranças de só estar aqui, saber que terei uma seca de um ano inteiro sem comer pica, menos da família. Mas os convidados estão aí, é mais, levam todos, lanternas, álcool e cobertas, tocar no chão e na grama.

Julián: - A ideia era que fosse você contra todos.

Martha: - Claro, todos vão passar por mim e pelas outras.

Julián: - Mas Olivia e Nancy são minhas irmãs.

Martha: - Sou sua prima, o que isso tem a ver?

Julián: - Sim, mas eu gostaria que a Lídia viesse, aquela puta... tô com vontade
Martha. – talvez seu desejo se realize, trouxeram álcool
Julián. – oito mochilas com álcool, refrigerante e copos, mais o que tem na caixa. Foram colocando lanternas nas árvores para marcar o caminho.

Chegamos no lugar, juntaram lenha pra uma fogueira grande, combinamos 5 drinks direto, pra esquentar e tirar qualquer ideia de imoralidade. Nisso chegaram todos, nem esperaram um pouco, música, tira a roupa Brandon, depois Isidoro, depois Jaime, ficam olhando pra eles, eu me despio e todos sem roupa, tá toda a família reunida e pelada, meninas gritem o nome de um homem, vocês escolhem e usem eles à vontade terminou por dizer no megafone que o Raúl leva, algumas surpreendem com o nome, mas quando é a vez da mamãe grita o nome de Leo, pensei que não estava mas ele sai de trás da bola, é irônico mas o Julián e o Maurício ninguém escolheu, eu fui a última a escolher, faltavam 6 meninos, ninguém vai ficar sem sua buceta, sem menina
Silvia. – quero o Fabrício
Rosa. – quero o Braulio
Delfina. – quero o Facundo
Martha. – mais alguém
Ninguém levantou a voz
Martha. – vocês três comigo, é melhor que me destruam cabrões

Antes de começar os três de regra, mais um drink, depois outro e aí o Julián me come a boca e amassa meus peitos, enquanto o Maurício me come o cu e as nádegas, enquanto o Arturo me come a buceta, com certeza essa noite vão detonar meu cu, isso me deixa com tesão.
Me ajoelham, colocam seus paus eretos pra que eu chupe, até que gozam na minha cara, depois me deitam sobre o cobertor, me sento sobre o Julián, o Maurício procura desesperadamente meu cu, enquanto eu chupo o pau do Arturo, entra seu dedo, depois dois, os gemidos e gritos não demoram, depois dói, me faz chorar, ele está enfiando seu pau no meu cu, que é virgem e oferece toda a resistência do mundo, enquanto cospe no meu cu pra tentar lubrificar, tira, agora o Arturo tenta, que deixa o pau cheio de baba, o Maurício chupa ele agora, o Arturo empurra, entra a cabeça, o Julián não para esvaziar minha buceta, ele me pega com tudo, me abre no ritmo das suas investidas, aí ele entra no meu cu, acaba de tirar minha virgindade, já está todo dentro de mim, que gostoso é estar enfiada por dois paus, Maurício goza ao ouvir meus gritos de prazer, termina Arturo sai, Maurício corre para enfiar o pau dele na minha bunda recém-aberta, ele soca e goza
Julian – já terminaram?
Maurício – mete no cu dela, vai te fazer gozar em segundos,
Tira da minha xota, para encaixar no meu cu, ele crava, me abre, a sensação de que ele abre cada centímetro das minhas entranhas, depois ele goza, eu aperto com força, ele não demora a soltar a porra no meu cu.
Arturo – ela é boa, me espremeu em segundos, sabemos quanto tempo nós três estamos com ela, apenas 15 minutos, já tirou a porra da gente
Martha – é isso aí, meninos
Julian – me dá uns minutos e você vai ver
Levanto, vou buscar uma garrafa de água, tô com uma sede incrível, sirvo mais um gole, fico de cócoras, Silvia me vê
Silvia – os três não aguentaram você
Martha – não, já espremi eles
Olho para todos os lados, isso é uma orgia incestuosa, eu gosto
Me aproximo da mamãe, vejo que ele está detonando ela como uma besta, beijo ela, a língua dela percorre a minha
Martha – obrigada por tudo isso
Fui pegar uma garrafa para beber direto, desliguei a música, os gemidos e o choque dos corpos me deixam eufórica, quero todos os paus, quero senti-los, assim que vejo que ficam livres eu me jogo neles, quando o sol nasce, não consigo nem andar, muito menos ficar em pé, estou cheia de porra de todos, meus dois buracos estão bem abertos, Emma me diz ao me ver, senta ao meu lado, isso é uma loucura linda, sobrinha. Quem me deda a xota toda desflorada e cheia.
Mamãe chega com sua pomada mágica, passa no meu cu e na xota, depois passa para a próxima, igual nos paus, pomada para todos, a fogueira ainda está acesa, Nayeli me traz uma tequila
Nayeli – nunca tinha enfiado tantos paus em uma noite
Martha – que gostoso estar sendo montada sem parar
Nayeli – sim, que gostoso
Deita ao meu lado, enquanto continuamos conversando, ao lado se deita Lupe, Jessica, Ana, colocam seus cobertores, se posicionam ao lado, depois pouco a pouco as outras, como se algo faltasse os homens descem para a casa para buscar comida e a trazem de volta para onde está a fogueira, estamos peladas comendo, em muitas de nós escorre a porra daquelas cocks lindas, que balançam para todos os lados, eles não se vestiram, nós também não

Delfina: - está chateado, Ramiro?

Ramiro: - não, estou muito feliz, comi a mais gostosa das suas primas

Todas respondemos obrigada, perdemos na risada

Não quero que este momento acabe, com Miguel ele ficava bravo se eu falava com um colega, aqui me sinto na cock que eu quiser.

Começa a escurecer, a descer com as coisas, nem mesmo me visto, um banho direto para a cama, naquela noite dormi como nunca.

Entra Delfina: - prima, levanta, vamos tomar café da manhã.

Risadas, dança, comida, álcool, ideias malucas.

Para a tarde de domingo já estamos nos despedindo, desta vez com caras compridas, ninguém quer ir embora, mas o trabalho espera.

Entro na casa

Leo: - sabe, sempre tive medo disso, por isso fui embora, mas não há nada que se compare a esta experiência, não vou mais me afastar disso, gosto e aproveito em sua totalidade, adorei sentir a mamãe dessa maneira, mais íntima, mais ela.

Me beija, te deixo descansar, irmãzinha

Entro no quarto da mamãe, ela está deitada totalmente pelada, suas belas e perfeitas bundas estão à mostra, saio.

A descansar, enquanto tiro a roupa do corpo, vejo minha buceta já está mais cheia de pelos, vou me depilar de novo, gosto de como fica, foi meu último pensamento antes de cair no sono.

Toca o despertador, são 9 da manhã, entra mamãe com o café da manhã, me traz um coquetel de remédios, toma, faço sem contestar, tomo café, ela abre minhas pernas, examina minha vulva, depois minha bunda.

Mamãe: - tenho que ir para o sítio

Martha: - quanto tempo você vai ficar?

Mamãe: - esse é o problema, vou ficar um tempo, pensei se você quer, só se você quiser, gostaria que você fosse comigo

Martha: - a escola

Mamãe: - eu sei mas não quero ir sozinha. Sento, enquanto fico pensando no que fazer. Pego as malas, empacou roupas quentes, sei do frio que faz, vejo umas calcinhas sexy que não usei, coloco tudo, 4 malas depois tenho o necessário, nem desci pra comer, sobe mamãe bate na porta Mamãe: - Sei que está chateada por ter sido de repente pra você Abro a porta, estou pronta mamãe, mostro as malas, sua expressão de felicidade. Mamãe: - Já falei com o Leo, ele decidiu ficar, mas nas férias ele não dá conta Para o sábado nos despedimos dos tios e primos, chegamos na cidade, o comandante dá cartas das mães para os filhos. Muitas horas depois de viajar chegamos na rodoviária Martha: - Por que não vêm nos buscar? Mamãe: - Não queremos avisar os trabalhadores, é hora de vários pegarem o trem Não entendi a referência, mas chegamos, o lugar é enorme, cavalos, gado por todos os lados, mais de 30 empregados, o capataz nos vê chegar, nos leva para os alojamentos, estão todos os homens. Mamãe: - Boa tarde, cavalheiros. Se nota que estão putos com o salário, mas cada um ganha 25 mil por mês, se acham que podem conseguir algo melhor, agora é a hora, aqui ninguém tá na força. Levanta a mão um: - Quero 40 mil e fico Mamãe: - Por acaso não fui clara? Se não estão satisfeitos, podem ir embora, essa é a hora 10, 9, 8, 7... 3, 2, 1. Devido ao trabalho ruim durante este mês, estão demitidos, não tem salário, nem nada. Vão embora agora mesmo. Pedro: - Não, chefa, eu não comecei isso, foi ele, apontando para o Facundo Facundo: - Ouvi dizer que com a venda desta temporada seriam cerca de 300 milhões, nós 25 mil por mês. Mamãe: - Primeira e última vez que dou explicações, Facundo, essa é a segunda chamada, não tem terceira. Tira da mala a folha contábil Impostos: 90 milhões Seguro médico alta especialidade: 900 mil por ano Salário: 36 milhões por ano Comida: 500 mil Veterinários e medicamentos: 23 milhões Compra de azevém e pastagem: 52 milhões Manter a cerca: 12 milhões O ano passado eu tive Perdidas de 123 milhões, o gado foi vendido abaixo do preço, e você desfruta do seu salário integral.
Lembra que eu quase fali?
Facundo - Esqueci, patroa.
Mamãe - Você está colocando o povo contra mim.
Facundo - Desculpa, patroa, é que tô entediado, minha boca solta.
Foi falar com o capataz, volta.
Mamãe - Você tem que ir, Facundo, não posso te manter. Você vai esquecer e voltar a ser falador. Você vai com o Brandon, talvez aprenda algo lá. Acredite, vou te recomendar muito bem.
Facundo - Não, pego minhas coisas e vou embora.
Mamãe - Mais alguém?
Todos calados. A descansar, que há muito o que fazer.
Saímos para a lida por volta das 4h, todo o gado está espalhado pelos pastos da seção leste do rancho.
Tudo é novo para mim, mas lembro como montar cavalos. Dois dias depois, voltamos ao curral principal com 3 mil cabeças, exausta, com a bunda dolorida de tanto trote.
Os caminhões esperam para carregar o gado.
A comer e banhar, tô fedendo horrores, a dormir.
Mamãe - Iremos para a seção norte contar as cabeças, saímos às 4h.

Durante dois meses foi trabalho, puro trabalho. As vistas da região são lindas e únicas, nunca pensei que mamãe tivesse os ovários bem postos para liderar só homens.
Vi os rapazes desde o início, mas acontece que são leais, como prometeram a mamãe, trabalham sem falar nada.
Depois foi pura administração.
Levamos 6 meses, me envolvi de tal forma no rancho, gosto disso, gosto dessa vida.
Mamãe - Como você vê essa vida, filha?
Martha - É uma vida dura, mas eu gosto.
Mamãe - Pensei que choraria no primeiro dia, me enganei. Você não é só boa no sexo, também no trabalho.
Martha - Obrigada, agradeço.
Mamãe - Jacinto.
Jacinto - Diga, patroa.
Mamãe - Quero que você ensine a lutar e atirar para minha filha.
Jacinto - Mas é sua filha.
Mamãe - Trate-a como considerar.
Martha - Como assim?
Mamãe - Você tem que aprender a lutar e atirar, vai ser doloroso, mas você precisa.
Martha - Sim, aceito. reto Mãe. - Você vai andar com o rosto roxo e os olhos fechados A primeira semana foi correr, levantar peso, um mês depois vieram as porradas, literalmente me deixaram como um saco de pus, costelas quebradas, etc. Jacinto. - Já tá na hora de você soltar a fera, você já sabe lutar, só precisa aprender quando e como soltar os golpes, hoje à noite você vai lutar de novo. Meu primeiro oponente abriu a guarda, dei um soco no nariz dele e quebrei, minhas mãos já estavam calejadas de tanto treino e maltrato O segundo, quando ele lançou o golpe, descobriu as costelas, eu dei com tudo Terceiro. - Foi o Jacinto, não teve piedade de mim, mas eu também não tive, deixei ele pra cachorrada Depois a mãe deu a ordem de atacar juntos, posso jurar que vi tudo em câmera lenta, soube como esquivar, golpear, defender e neutralizar o ataque, levei três golpes mas dei uma surra em todos. Quando acabou, me senti incrível, depois ela me ensinou a atirar, primeiro em lugares estáticos, depois em movimento Mãe. - Já tá na hora de voltar pra casa Martha. - Eu gosto daqui Mãe. - Isso foi seu treinamento pra você assumir a responsa, todo ano você vem ou a gente vem fazer isso, a gente demorou mais porque precisava que você aprendesse a se defender e atirar. Martha. - Posso levar uns dois funcionários Mãe. - São suas nadegas, mas a gente vai embora em duas horas Martha. - Que malvada você é, vou fazer as malas Mãe. - Não, a gente vai leve, você trabalhou esses 10 meses, merece um salário como todo mundo aqui, na verdade você tá na folha de pagamento desde o começo, merece essa grana, você suou pra ganhar, vai com os moleques da cidade e diz pra eles te darem as cartas pra família, que eles têm férias de 15 de dezembro a 15 de janeiro pra ver a família. Duas horas depois o Jacinto nos levou pro aeroporto, chegamos na capital do país e de lá pegamos ônibus pro povoado. Martha. - Se a gente tem dinheiro, por que não usa carro? Mãe. - Sabe as invejas que a gente vai causar se nos virem com carro, mas é melhor ir a pé Caminhamos pela vereda por causa do mato alto ninguém usa, chegamos em casa, Silvia e Silverio correm para nos receber.
Silvia: Vão ficar?
Mamãe: Não, voltamos para o rancho dia 15 de janeiro, são só férias.
Nayeli: E a escola da Martha?
Martha: Não vou continuar estudando, gosto de ser vaqueira.
Silverio: Você parece diferente, filha, mais tonificada, mais segura, mais você.
Martha: Sim, eu precisava trabalhar e saber como custa ganhar dinheiro.
Mamãe: Ela teve que aprender com Jacinto.
Silverio: Caiu no cara mais durão e rígido que conheço, nunca consegui vencer aquele velho.
Martha: Eu venci ele.
Silverio: Excelente, mas ele deixou você vencer.
Mamãe: Não, eu disse que se ele não batesse nela com tudo, eu o mandaria embora. Ele deu tudo.
Silverio: Parabéns, filha. E as finanças, como estão?
Mamãe: Estão muito bem, já temos pronto o setor leste para introduzir os novos bezerros, das gestantes do setor norte. Não precisa comprar nada, só mais alguns machos.
Silvia: E como foram os chorões da cidade?
Mamãe: Agora são leais, trabalham muito duro, até parecem mais maduros. Deposito a parte deles, 1,3 milhões para cada. Gostaria que Nayeli e Erik ficassem um ano.
Silvia: E as minhas filhas?
Mamãe: Se você acha que já estão prontas, levo elas em janeiro também, mas você precisa concordar que vão passar pelo mesmo que a Martha, o mesmo que o Silverio. Essa parte você nunca viveu. Vão andar com costelas quebradas, machucadas. Você tem até janeiro.
Silverio: Que pena, irmã, mas o Erik não quer essa vida.
Nayeli: Eu quero, tia. Quero ser útil e não só uma buceta.
Mamãe: Você já está pronta, filha.

Leo chegou só de noite, ao nos ver ficou todo feliz e eufórico.
Leo: Gosto do meu trabalho, mas não quero ficar sozinho. Vocês foram embora muitos meses. Mamãe, me daria trabalho no rancho? Não quero ficar sozinho de novo.
Mamãe: O trabalho é pesado e bruto.
Leo: Já sei das histórias, sei que você vai me botar para brigar com todo mundo, me levantar às 4h, mas já faço isso aqui, numa empresa onde gritam comigo todo dia. Prefiro que você ou o Jacinto gritem comigo.
Mamãe: Então pede demissão e toma suas Férias, a gente vai dia 15 de janeiro.
Leo – Sim, amanhã eu vou só pra pedir demissão e, Martha, posso passar a noite com você?
Mãe – Não se permite essa atitude em casa, você sabe bem, se não me convidar… Sério.
Mãe – Vão fazer suas sacanagens, mas me guardem um pouco de porra.
É óbvio que não transamos em 10 meses.
Sussurro pro Leo: Vai pela mãe, estamos em jejum faz 10 meses. Entramos beijando no quarto, tiramos a roupa do Leo, a gente se ajoelha pra lamber o pau dele até ele gozar nas nossas caras. Depois beijo a mãe, quero lamber a cara dela e engolir a porra fresca. Deitamos o Leo, a mãe sobe nele, enquanto eu encosto minha xota na cara dele pra que ele me coma a buceta. Beijo a mãe, chupo os peitos dela, mordo os mamilos. Mudamos de lugar, agora eu mesma sento, sinto até no estômago. Continuamos nos beijando, depois ele põe a mãe e eu, uma sobre a outra, pra deixar nossas xotas à disposição dele. Ele mete no cu da mãe, depois no meu, assim ele continua por mais de duas horas.
Leo – Se eu fizer mais rápido vou gozar, não quero parar de ver esse par de bundas sendo desfloradas pelo meu pau.
Depois ele volta pro que tava fazendo, mete em mim, depois na mãe. Estamos tão molhadas entre a espera e o prazer que aquele pedaço de pau nos faz sentir. Depois ele goza sem avisar nas bundas das duas.
Mãe – Ficou me devendo.
Leo – Quem disse que já acabou?
Viro, ele tá duro igual um burro, parece um taco. Abre as pernas, mãe, ele enfia, se dedicou só a ela até fazê-la gozar e as pernas dela tremeram. Ele deixa ela na cama.
Me vê, abro as pernas, ele me embiste tão forte que arranca meus gemidos de uma vez. Tento falar, mas ele nem isso me deixa. Ele foi tão rápido e duro que tive três orgasmos ao mesmo tempo. Ele me vira como uma boneca velha, me dobra, me levanta, me senta, me põe de lado, me faz segurar os tornozelos enquanto me dá uma surra. Não parou até deixar os dois buracos abertos. Termina gozando nos meus peitos, me deixa ao lado da mãe.
Uff, que foda gostosa que ele me deu. Depois ele pega as pernas da mãe, ela só abre os olhos, ele tá metendo… enfiando de novo, dessa vez o cu dela está recebendo a pica grossa, mamãe rosna e geme de prazer, fecha os olhos, aproveita o pedaço de carne do filho, arrebentando a barrigona, ela se vira, me beija de novo, belisca meus mamilos, eu faço o mesmo, fico de pé e coloco minha buceta e cu cheios de porra na cara dela enquanto beijo o Leo, a língua da mamãe entra no meu cu, limpando, pra depois lamber minha vagina, as mãos dela se agarram nas minhas pernas, depois um orgasmo a deixa banhada nos meus fluidos e na porra do Leo, termina com um grito, mamãe goza no abdômen do Leo, e os três caem na cama.
Acordamos de manhã, pelados, cheios de fluidos
Mamãe.- É, tava mesmo precisando de uma rola desse nível, obrigada amor
Leo.- De nada, gata
Sério, você acabou de me chamar de gata, se eu quiser ser sua gata, é pra você me dar leitinho de novo
Tomar banho, café da manhã, Leo pega a moto pra ir entregar o aviso prévio
Leo.- Vejo vocês mais tarde
Mamãe.- Vamos dar uma volta na piscina, um lugar que costumava ser movimentado mas agora parece abandonado
Corta-grama, pá, ligar a bomba e esvaziar a água que tá verde e com plantas, enquanto vamos tirando o lixo com a rede, passamos a manhã toda limpando, pra tarde ficou pronta, de novo as bombas pra encher a piscina, pó de prata pra evitar que as bactérias proliferem.
Jantar, aí chega a Jessica
Jessica.- Oi, mamãe me disse que tenho que fazer um teste no sítio, sinceramente não quero, essa coisa de trabalho não é pra mim.
Rosa.- Eu só tô comprometida com sua mãe, caso algo aconteça com ela, será assim, não vou te bancar, pensa bem antes de levar isso na brincadeira. Conversa com a Silvia e tire suas dúvidas.


Pra noite já estavam na porta de casa, não só a Silvia, entramos nos sentamos enquanto preparo um tequila, mamãe fica sentada.
Rosa.- Quais são os argumentos
Silverio.- Aqui estão os documentos originais do papai e da mamãe, do avô do qual se desprende o anterior.
Rosa.- Jessica por favor leia o documento
Jessica.- Alínea d) só podem acessar a parte que lhes corresponde dos lucros do rancho:

1. Se trabalharem nele.
2. Se fizerem o teste, o mesmo que o pai do meu pai realizou, caso não queiram trabalhar no rancho. Prazo: 10 meses. Se não cumprirem, não será válido.
3. Se não realizarem nenhum dos dois, não terão direito aos lucros.

Este é o documento do avô.

Rosa: Leia o do meu pai e mãe.
Jessica: Entrada principal.
Rosa tem o direito de se comprometer com seus irmãos, mas não com seus filhos, já que eles não dependem diretamente dela. Porém, se quiserem acessar os lucros, terão as mesmas regras que as do meu pai, conforme indica a alínea d).

Isso vale para os descendentes diretos dos meus filhos, reconhecidos ou não.

Rosa: Por isso levei Martha para fazer o teste. Tenho como testemunha isso.
Ela manda uns vídeos onde Martha é vista trabalhando de sol a sol, depois sendo espancada de novo e de novo até ganhar a luta final. O sangue, os olhos fechados, a surra brutal. Agora Martha vai trabalhar no rancho, já cumpriu as duas condições. Mas não sou um monstro: só com que cumpram uma, já me dou por comprometida com você, Jessica.

Jessica: Pai, você...
Silvia: Não fale com seu pai. Ele só me apoiou. Fui eu quem, junto com meus irmãos, redigimos o testamento do papai e da mamãe.
Eu não queria que um filho vagabundo de algum dos meus irmãos aproveitasse o trabalho dos outros, e vice-versa.

Lupe: Eu faço o teste.
Erik: Eu também.
Leo: Eu também.
Anna: Eu também.
Rosa: Ana, você não. Ainda falta um ano para você poder decidir.
Ana: Mas já transei com todos.
Silvia: Quero a cláusula 3. Uso meu poder para que Ana seja votada e seja incluída no teste, apesar da pouca idade.
Silverio: Aceito.
Rosa: Nesse caso, pode participar.
Nayeli, já disse que sim, pedi a vocês antecipadamente.

Rosa: Alguma dúvida, Jessica?
Jessica: Não. Se não passar no teste, posso trabalhar no rancho?
Rosa: Claro que sim. Você sempre será... bem-vinda.
Jessica. – Martha, a prova é muito difícil.
Martha. – Não vou mentir, é muito difícil. Cavalgar, minha bunda doía o tempo todo, urinar às vezes eu fazia na frente dos trabalhadores, mas a razão é que as cobras... eu tinha que ver onde abaixava a calça. O frio tritura seus ossos, levantar às 4 da manhã, depois vão te ensinar a lutar e atirar. Mas valeu a pena tudo isso, eu curti. Não ter celular me prendendo, as paisagens, a montanha em janeiro é incrível, o café forte que deixa o corpo aquecido, o álcool constante... é a experiência mais maravilhosa da vida, mais do que a sexual. Acredite, eu adoro que montem em mim e cavalguem com um pau dentro.

Jessica. – Já quero fazer a prova, vou poder bater em todo mundo.
Rosa. – Basicamente, sim.
Silvia. – Pensei que você ficaria mais louca e rebelde.
Jessica. – Você fez a prova?
Silvia. – Sim, três tentativas. Passei no final, venci um garoto que acaba sendo seu pai. Ele deixou eu ganhar, mas meu pai o colocou para lutar com Jacinto, o cara mais durão deste planeta. Quando viu que ele deu luta, entendeu que fez por mim, nos perdoou ambos. Cada um para sua casa.

Mãe. – Ligo para o Jacinto.
Jacinto. – Patrona, diga.
Ela conta tudo em detalhes sobre os novos integrantes da prova, que precisam de um conselheiro pessoal, já que são muitos para ele cuidar sozinho.
Jacinto. – Claro, patrona. Então vai ter muitas potrancas, hiuuugaaaaaa! Já tenho em mente quem vou colocar. Os rapazes desses eu cuido. Mesma receita que a Martha.
Rosa. – Mesma receita.
Jacinto. – Aceito o trabalho, patrona.

Os povoadores falam que ela fez uma festa, nós queremos uma.
Rosa. – Tenha certeza que farei uma festa depois da lida.
Rosa. – Você ficará no alojamento com os outros, assim poderá pegar uns funcionários.
Martha. – Excelente.
Rosa. – Antes de entrar no quarto, não pode ajudar os outros em suas tarefas. Se fizer, será pendurada pelos pés e nua durante 24 horas. Se não acredita, pergunte à Silvia. que acabou se cagando e mijando.
Martha. - não me deixe no barracão, com certeza vou fazer isso
Rosa. - tudo bem, você fica na cabana principal comigo
Todas as manhãs comecei com longas caminhadas e corridas, nos primeiros dias comecei sozinha, depois, todas as mulheres já saíam para correr ao meu lado, pude ver o corpo das minhas primas que estão no ponto, muitas vezes eu atrasava para ver suas bundas balançando, ter chupado a buceta da mãe, não me desagradou, como será o sabor da xota da Jessica que é a mais gostosa de todas, ela já esqueceu que a foderam de todas as formas possíveis.
Uma semana antes do Natal, a mãe fez os preparativos, os bandidos viriam com suas famílias de novo, desta vez seria com convite, ninguém saiu, todos ficaram.
Chegaram com suas famílias, seus rostos curtidos pelo trabalho, sua conversa diferente, seu tom de voz, entraram e a primeira coisa foi cumprimentar Rosa, depois até pediram permissão para ir com suas famílias, eram bandidos, mas mudaram, já não são os bandidos daquela noite, antes do jantar. Chegou um padre para dar a missa do galo, todos muito atentos.
O padre terminou dizendo, hoje o trabalho duro e a razão venceram, filhos hoje vocês venceram, além de sua família natural, a família cresce com as pessoas que te rodeiam, hoje se rodearam de gente trabalhadora, parabéns rapazes por mudarem seu futuro, com sua permissão vamos jantar que já está dando fome.
Até o padre bebeu, dançou, mais tarde foi com os outros para a cidade, ficando só a família.
Continuei bebendo, vi como um a um vai indo, estava com vontade de mijar, então me levantei e ao lado abaixei minhas calças e tirei tudo isso de mim, sinto de novo a fogueira me aquecendo enquanto volto a empinar a garrafa
Silvia. - você não tem que ir descansar
Martha. - podem foder livremente, não direi nada, até talvez me junte
Silvia. - vou dar para o Raban
Martha. - deixo vocês, levantando do lugar e para minha cama.
Entro em casa, a mãe está na sala, tomando uma taça de vinho, está pensativa.
Rosa. - você tem um minuto.
Me sento ao lado dela, sirvo uma taça igual

Rosa. - Você é muito madura, sabe, eu fiz o teste aos 21 anos, meu pai foi muito claro, que se eu não fizesse, ele me deixaria sem nada. Ele tinha essa ideia maluca de que a terra se conquista, não se herda. Tendo os três, não havia mais opção: era uma vida inteira de trabalho, ou começar com recursos. Mas essa foi a minha. Quero que me conte tudo sobre você, parece que perdi muitas coisas.

Martha. - Mãe, não tem muito o que contar.

Rosa. - Eu cometi esse erro quando minha mãe me perguntou a mesma coisa, disse o mesmo que você. A verdade é que eu tinha muitas perguntas. Minha mãe nunca mais voltou a perguntar, até que me viu com a barriga. Você não sabe o quanto me arrependi, eu a afastei de mim. Ela me disse naquele dia que minha resposta soou como 'não importa, é a minha vida'.

Rosa. - Se você tiver perguntas ou quiser me contar o que quiser, eu vou ouvir. Mas quero saber quando foi sua primeira vez, quais foram seus primeiros passos, sem disfarçar nomes.

Martha. - Mãe, você me ama como filha ou como mulher?

Rosa. - Das duas formas. Como minha filha, como mulher. Neste último caso, me sinto muito atraída. Quando te vejo, minha mente só pensa no sexo gostoso e delicioso que você é.

Martha. - O que você sentiu ao me ver sendo detonada pelos homens da casa?

Rosa. - Que você já é uma mulher completa, que melhor em casa sem tabus ou segredos. Aquele rosto de felicidade que você fazia cada vez que chegava ao orgasmo ou quando enchiam sua bucetinha de porra. O brilho nos seus olhos refletia a felicidade que você é.

Martha. - Você tem ciúmes?

Rosa. - Não. Aprendi que ninguém é de ninguém. Quando seu pai foi embora com outra, eu aprendi. Ninguém é de ninguém. Só aproveito esses momentos, que considero presentes e bênçãos.

Martha. - Quando completei 14 anos, notei que meu corpo era mais gostoso que o das minhas amigas. Meus peitos já estavam crescendo, minha bunda era mais chamativa, mais alta que todas. Já estavam nascendo pelos pubianos na minha vagina. Você teve que me dar a conversa sobre o absorvente e meu sangramento.

Houve uma aula de sexo e biologia, entendi muitas coisas. Sou muito inteligente, entendi na hora. que os homens vão ficar atrás de mim, o tempo todo, até conseguirem meter o pau dentro do meu cuzinho
Rosa. – depois
Martha. – Teve vários que ficaram doidinhos com essa aula
Eu atraía os olhares de vários, vi várias vezes como eles tocavam o pau por cima da calça enquanto me viam passar, depois tudo ficou mais safado, quando teve mudança de uniforme, passamos da saia longa para a curta, camiseta para blusa, segundo eles estão nos preparando para sair pro mundo, não sei se você lembra, mas o dia que você me comprou a saia seu olhar ficou surpreso.
Rosa. – verdade, é que suas pernas e essa bunda se destacam sozinhas
Martha. – os olhares de todos se soltam, sobre todas mas mais em mim, em muitas vezes quando eu sentava muitos jogavam seus materiais, segundo para se abaixar e ver minhas pernas ou algo mais.
É até bobo, mas eu gostava literalmente desse tipo de atenção, algo acontecia comigo, sentia calor dentro de mim, ficava nervosa, sorridente, ria de qualquer besteira dos colegas, um dia vi o Sebastián, o cara que me prendeu com o olhar dele, comecei a conversar com ele, saíamos pra todos os lugares juntos, até pra fazer tarefa, um dia ele me beijou e tocou minha buceta, claro por cima da roupa, é tarde cheguei vi minha calcinha toda molhada onde fica o cuzinho da buceta, depois aquela meladinha que escorria de lá, pensei isso é a lubrificação que minha buceta solta, já tá pronta pra ser penetrada, desflorada, sentir uma rola, fiquei muito excitada, porque fiquei brincando com minha meladinha e minha xotinha depois soltei um jato como se fosse xixi, depois fiquei toda relaxada.
Essa semana entre beijos e ele me tocando minha mente me dizia pra falar pra ele me dar pau, mas eu tinha medo, mas uma sexta, saí com a Paula minha amiga, ela comentou que ouviu o Sebastián falar com os amigos dele, que ele só ia me comer, depois ia contar pra todos que sou uma putinha fácil, não acreditei no começo, mas na segunda seguinte, entrei no banheiro com a Paula, sim no dos homens, subimos na privada, colocamos o aviso de descomposto e fechamos a porta.
Não demorou nem dois minutos quando entro com seus amigos
Juan. – Já conta, você já meteu a mão na rachada dela?
Cecilio. – Já tem pelos?
Sebastião. – Não, ainda não.
Carlos. – O que aconteceu com a Giovanna?
Sebastião. – Já é minha namorada.
Carlos. – E a Martha?
Sebastião. – Só vou comer ela, depois vou queimá-la como puta.
Marco. – Você odeia ela.
Sebastião. – Tá bem, cara, não odeio, só vou foder ela e mandar pra puta que pariu, assim ela aprende a não se achar mais que os outros.
Carlos. – Quando comer ela, avisa a gente, queremos ver aquele cu branco e como você mete tudo.
Sebastião. – Sim, já pensei onde: atrás do laboratório. Vocês sobem na árvore, de lá vão poder ver e fazer seus vídeos do cu dela.
Nem imaginou que eu ouvi tudo. Queria sair, mãe, dar uns socos, mas a Paula não deixou, tapou minha boca. Ficamos quase uma hora ali, em silêncio.
Saímos.
Paula. – Sinto muito, amiga.
Essa noite pensei em vingança. Cheguei, beijei ele, fui ver a Giovanna, disse que o namorado dela estava dando em cima de mim.
Para segunda-feira, as três dentro do banheiro, já que a turminha sempre vai no mesmo horário ao banheiro falar das mulheres. Em um momento, eu e a Paula pensamos que não seria suficiente para a Giovanna, mas surpresa.
Sebastião. – Sexta-feira é o dia que vou detonar a Martha, vou desflorar aquele cu como a puta que ela é. Isso de tarde. Giovanna de noite, quando for na casa dela. Duas bucetas no mesmo dia, vou me acabar.
Carlos. – Vai usar camisinha?
Sebastião. – Não, mano, assim no pelo, vou gozar dentro.
Juan. – E se engravidarem?
Sebastião. – Problema delas, pra que ficam de tesão e apaixonadas.
Sério, todos os outros seguem, depois uma degradação de cada um deles sobre a Giovanna e a minha, como seria nossa bucetinha, se era peluda ou depilada, se pelos negros ou loiros brotavam, se meu cu era preto por causa da merda que sai de lá, ou era branquinho, se meu cu ficava igual cu de jegue, se eu chupava bem, uma quantidade de vulgaridades.
Eles foram embora, ficamos um bom tempo. Fomos pra aula, levaram bronca por chegar atrasado, na saída o Sebastião se aproxima

Sebastião - E aí, minhas perninhas, como estão hoje? Sabe, pensei que nesta sexta a gente podia ficar a sós atrás do laboratório. Não consigo parar de pensar em você, só quero estar com você o tempo todo. Me abraça, a mão dele já tá na minha bunda, depois de apalpar bem, tenta enfiar a mão por baixo da saia. Não impedi, deixei. Quero que ele se sinta seguro. Os dedos dele fuçam no meu cu e na minha buceta. Depois de um tempo me beija, me solta: "Adoraria fazer amor com você, pra concretizar tudo isso que sinto por você". Paula e Giovanna escondidas, assistindo.

Me larga depois de 10 minutos, só me deu 10 minutos e foi embora.

Giovanna - Agora é a minha vez, com certeza ele vai me procurar na lanchonete. Sejam discretas.

Sim, exatamente como ela previu, ele cumprimenta com beijinho, pega na mão dela, depois de comprar algo, puxa ela pra um lugar mais privado, aquele mesmo lugar onde antes me apalpou. Vimos de longe a mesma coisa: mete a mão, beijos e vai embora. Ainda faz um coração com as mãos. Passou tão perto da gente que nem percebeu.

Giovanna - Vou me vingar. Vou chamar meu primo Canelo, ele gosta de homens.

Paula - Vi num filme que vendam os olhos de um cara que trai as mulheres.

Giovanna - Tá sugerindo que a gente vende os olhos dele e coloca meu primo?

Marta - Não é má ideia.

Paula - Vou pedir pro meu amigo nos arrumar um quarto no hotel dele, disso eu cuido.

Giovanna - Calma, vamos deixar ele continuar fuçando nos nossos corpos. Na sexta você leva ele pro hotel, Marta, diz que quer se entregar toda.

Marta - Sim, eu cuido de levar ele pro hotel.

Paula - Vamos seguir normal, agir normal.

Durante a semana, Sebastião enfiou os dedos no meu cu e na xota. Mesmo gostando, tudo tá decidido. Na sexta saímos da aula, ele ia me levar lá atrás, mas eu sussurrei que tinha uma surpresa. Aluguei um quarto de hotel pra ele detonar meu ano com o pau dele. Os olhos dele brilharam, o cínico respondeu: "Já tava na Planejei arrebentar seu cu sem cantos, mas vamos lá.
Entramos no hotel, Paula faz sinais para o amigo dela.
Boa tarde, senhorita Alondra, seu quarto já está pronto.
Sebastião: Como te chamo?
Marta: Cala a boca, obrigada, é para me proteger.
Chegamos no quarto, entramos, deixo a porta aberta, semi-fechada, uns beijos que foram nojentos, ele queria me comer até a mandíbula, deixei ele me apalpar, toca meu telefone, é o sinal.
Marta: Meu amor, é que eu quero fazer uma coisa muito pervertida, você deixa?
Sebastião: Sim, faz comigo o que quiser.
Marta: Comprei umas tangas bem perversas, vão explodir sua cabeça, você me deixa fazer, meu amor?
Sebastião: Você não consegue viver sem mim, gostosa.
Vendo os olhos dele, sirvo umas doses de tequila, dou pra ele, toma isso, quero você bem quente, imagina o que você vai me fazer, vai tonificar minha bunda, quero te entregar, fica duro, papai, para mim, quero que me abra toda, me deixe cheia da sua porra, por toda minha bucetinha, pela minha bunda, pelo meu rosto, pelos meus peitões, você quer me encher toda, me deixar cheia de você, depois tiro a roupa dele, está ereto, o pau dele é pequeno, mas tudo bem, já sabemos por que ele se gaba.
Amarro as mãos e pés dele na cabeceira e no pé da cama, beijo ele.
Marta: Meu amor, vou pegar óleo no banheiro, vou te fazer uma massagem erótica que parece vídeo pornô, você vai adorar, abro a porta, entra Giovanna, Paula, Canelo, coloco música, fechamos a porta, a sacar os telefones, a gravar de diferentes ângulos, enquanto nos acomodamos para ver a massagem.
Marta: Meu amor, você me ama?
Sebastião: Sim, claro.
Marta: Eu vi como você olha para a Paula, eu adoraria fazer um trio com ela e você.
Sebastião: Que puta promíscua você é, mas sim, mas e se, em vez da Paula, você convidasse a Giovanna?
Marta: Você sabe que da próxima vez, a gente faz.
Enquanto o Canelo chupa o pau dele.
Marta: Você gosta assim?
Sebastião: Que gostoso você faz.
Marta: Eu gosto do seu pau, já quero sentir, vou sentar.
Canelo está metendo com seu pedacinho de carne, depois senta.
Marta: Assim, meu amor. mmm que gostoso, mmm me dá mais
Enquanto gemo ao seu lado
Depois Canelo se levanta, chupa seu pau, para e agora o beija nos lábios, devora ele com beijos, ainda não percebe que não sou eu

Martha: - Papi, me deixa fazer uma coisa que vi no vídeo, fiquei toda quente, quero que você goze na minha bunda e depois me coma

Sebastián: - É, você é uma putinha, mas sim, como sua bunda depois de encher ela. Canelo montou, balançou o pau dele até o cachorro gozar. Ele se levanta, coloca seu cu cheio de porra na cara do Sebastián, comeu tudo

Sebastián: - Você depilou a bunda, estava cheia de pelos

Martha: - Me preparei para você, só por você, meu amor. Me sinto tão cheia, tão feliz com você

Vestem Canelo, e todos saem

Martha: - Meu amor, meu cu está doendo, você me destruiu. Podemos deixar para outra vez minha bocetinha, assim temos uma desculpa para ficarmos juntos de novo. Estou toda dolorida, você me deixou muito aberta

Sebastián: - Não te vi, se despe

Martha: - Tenho vergonha, mas adorei. Juro que na próxima vez deixo você me despir. Tenho vergonha, ninguém nunca me viu nua, você seria meu primeiro amor

Sebastián: - Sim, na próxima será você na cama.

Coloco um pouco de água no rosto, para lavar o rímel que tenho nos olhos, escorre pelo meu rosto.

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