Eu me engasgava, enquanto escuto os barulhos estranhos que saem da minha boca, cheia de uma rola. Ela não me deixava nem respirar, a batida daquela cabeçona na minha língua, céu da boca, amígdalas, me dava ânsia de vômito, mas nem isso eu conseguia, ela obstruía a passagem dos fluidos e de volta pro meu esôfago. Me puxam o cabelo com força, abro os olhos, tô sentada na privada, com a calcinha no chão e os peitos já estão pra fora do meu vestido, balançando no ritmo dos puxões. Alguém bate na porta, mas não sei quem é. Aí o gozo enche minha boca, eu aspiro, o ar entra junto com tudo aquilo, incluindo o gozo dentro de mim, eu engulo. Levanto o olhar pra ver quem é, que surpresa, é o Paco, meu irmão mais velho. Ele cambaleia, mas a cara de zumbi dele diz tudo, continua mexendo o quadril como se ainda tivesse a rola dentro da minha boca. Dá uns passinhos, mas nem dá pra se segurar em pé, cai de joelhos que não aguentaram o peso dele e se dobram, ficando do meu lado. Os olhos dele estão fechados, aí uns roncos saem da boca dele, como é que alguém dorme tão rápido? Na verdade, o bêbado que ele tá. Enquanto me olho no espelho pra limpar minha boca e cara, arrumo minha roupa, tenho essa sensação de me sentir suja, impura, mas quando pego na maçaneta da porta, solto e respiro. Preciso saber o que aconteceu comigo, não lembro muito, ainda tô tonta. Saio do banheiro, quase todo mundo no chão. Vou pro quintal, vejo minhas primas caídas ou vomitando. Minha mãe conversa com as irmãs e cunhados, as risadas escandalosas dela, ela não faz ideia que eu comi a rola do Paco, ou melhor, não sei quantas passaram pela minha boca. Nisso, um pensamento perturbador me atravessa. Entro em casa assustada, no canto, enfio a mão na minha buceta, me dedo, não saiu nada grosso dentro de mim, só o molhado que ela tá de tão quente que me sinto. Poucos passos antes de chegar na porta, me pegam pela cintura, grudam o corpo no meu, aquele pedaço duro na altura da minha bunda, posso jurar. O que é uma rola, ela bate repetidamente nas minhas nádegas, me abraça com força, tento me virar mas ela não deixa, enquanto esfrega o pedaço de carne por toda a minha bunda, aí uma mão avança na minha buceta, entre a excitação e o forcejo passa o dedo por cima da calcinha, desliza por toda a minha racha que já tá molhada pra enfiar de repente, enquanto tento resistir mexendo meu corpo, quando espero a mão dela avançar por baixo do tecido, entra Maurício.
Maurício: — Quem apagou tudo? Não se vê porra nenhuma.
Me sinto aliviada, ouço passos subindo a escada correndo.
Rosa gritando (mãe): — Filha, você tá melhor?
Essas palavras me fizeram recuperar o fôlego e arrumar o vestido de novo, entre as luzes da bola de discoteca que Maurício ligou, não soube quem me abraçou, chego até onde tá a mãe.
Rosa: — Filha, é melhor você ir deitar, já te vi andando sem rumo.
Emma: — É, sobrinha, já todo mundo tá feliz, pra dizer a verdade.
Dou uma última olhada, só tão os adultos, entro em casa, me seguram de novo.
Bráulio: — Que foi, priminha? A última... mas ele arrasta as palavras de tão bêbado que tá.
Estica um copo, eu bebo, aí me serve outro, eu bebo.
Bráulio: — Como é que vai no trabalho, Delfina? enquanto me abraça.
Ele nem sabe quem eu sou, me serve de novo, eu bebo de um gole.
Bráulio: — Cê tá muito gostosa, se eu fosse o Ramiro não te deixava sozinha nem um minuto.
Marta: — O que você faria comigo?
Bráulio: — O que eu não faria?
Ele me solta, mal consegue largar a garrafa no chão e o copo, se levanta mas vai de lado, eu seguro ele, me beija, a língua dele já tá dentro da minha, as mãos dele já me apalpam toda, não falo uma palavra, nisso ele se separa, tropeça, cai no chão, mas cai em cima da caminha dos cachorros, ajudo ele a levantar, mas é muito pesado, deixo ele se ajeitar, vou subir as escadas, mas o volume que sobra na calça dele me faz agachar, tiro a rola dele, é grande, maior que a... do Paco, se ele é mais novo que eu, como é possível que mal consigo segurar ela com as duas mãos, nisso ouço barulhos, é a mamãe e as tias, estão entrando, subo as escadas.
Entro no meu quarto, tranco a porta, me jogo na cama, o som do alarme ecoa na minha cabeça, vejo a hora são 8h, um banho, tenho que estar pronta às 10h, saio do quarto já arrumada, entra Delfina posso usar seu banheiro, entro direto pra tomar banho, já tá todo mundo acordado, limpo, arrumado e cheirando a limpeza, nisso chega o aniversariante, é o tio Brandon, faz 65 anos, chega toda a família, a casa é antiga é um terreno enorme mas cada um tem sua própria casa dentro desse terreno (só 3 famílias na verdade) depois os mariachis, caminhamos até a igreja pra receber as bênçãos, ao chegar tem mais família, entre abraços e conversas rápidas entramos pra ouvir a missa, já na volta os mariachis cantando, enquanto terminam de preparar a barbacoa e as carnitas, vejo que as mulheres vão pro quintal, me escondo atrás dos arbustos
Daniela .- os detalhes
Rosa .- só beberam até morrer
Efigênia .- é, só dançaram e beberam
Emília .- nada estranho, embora a Oliva e a Irene tenham sumido
Antônia .- é, vi a Delfina vomitando a noite toda
Silvia .- eu vi todas vomitando, só a Martha sumiu um pouco
Daniela .- mas e o Braulio, todas ficaram de olho arregalado
Rosa .- com uma coisa daquelas
Silvia .- pinto, chama pinto
Emília .- é, ele é bem dotado
Efigênia .- é, vai fazer as mulheres felizes
Daniela .- não vamos cuidar deles de novo, não podemos nem beber
Silvia .- não, além disso já vimos que eles só bebem que nem esponjas e ficam rodando o tempo todo
Entro em casa e encontro o Paco
Paco .- como você tá, me perdi pra caralho, acordei no banheiro, todo dolorido, acho que mijaram em mim, tava fedendo a mijo pra caralho
Eu soltei a gargalhada
Martha .- só lembro que mamãe gritou comigo e mandou eu ir dormir
Paco .- quer ver uma coisa Martha .- sim
Ela pega o celular, é da câmera do quintal, eu virei uma garrafa sem tirar a boca do bocal
Paco .- você aguenta pra caralho, olha
Depois eu começo a correr de um lado pro outro, e volto pra pegar outra garrafa, nessa no final eu já cuspo o resto, caí várias vezes.
Paco .- depois eu não te vi mais
Queria falar que ele enfiou o pau na minha boca quando eu tava no banheiro, mas é óbvio que ele não faz ideia do que eu fiz.
Mais tarde tô com o Braulio
Martha .- você gosta da Delfina, primo?
Braulio .- não, não, não, que isso
Martha .- então como explica o beijo de ontem?
Braulio .- sim, gosto pra caralho, beijei ela
Martha .- pois é, pelo menos foi o que eu vi, na real não sei
Braulio .- como assim?
Martha .- já sei seu segredo
Saí correndo, cheguei na mesa, aqueles braços me seguram de novo, lembro deles porque são cheios de pelo, é o tio Ramón, foi ele que me abraçou de noite e encostou o pau dele na minha bunda, quem diria que um velho tão tarado.
Tio Ramón (TR) .- o que foi, riquinha?
Sempre abraço ele, se não fizer isso, vão desconfiar, pulo como sempre ele me abraça, abraço ele, passo meus braços no pescoço dele, sussurro
Martha .- bem, tio, mas ontem te senti bem duro quando me abraçou
TR .- caramba, se tava tudo escuro
Martha .- nem tanto, onde me abraçou você sabia onde eu tava
TR .- vi quando você voltou pra casa meio sem pensar, te segui, mas ao passar pelas escadas consegui ver que era você, por isso o abraço
Martha .- mas que abraço, você encostou seu pau na minha bunda, e depois sua mãozinha procurando minha bucetinha
TR .- sim, passei dos limites, mas não consegui segurar a vontade de sentir seu corpo gostoso, provar como é sua bucetinha, não quis ficar na vontade
Martha .- mas se eu contar pra Teresa que você me tocou?
TR .- mereço, mas não faz isso, seu tio preferido tá pedindo
Ele faz olhar de ternura, como ele consegue, velho tarado e safado, também gostei mas não vou falar.
Ele me abaixa e a gente caminha um pouco enquanto ele me conta quando era jovem e não segurava nenhuma gostosa escapava, sou peão e caipira, sua conversa me deixa com tesão, não escondeu nenhum detalhe de como enfiava o pau no cu delas e elas choravam, pra depois gemir como cachorras no cio,
TR .- sabe que só de conversar eu fiquei duro.
Eu paro, olho o volume dele, mas ele já tá velho, sem mais pulo de novo, mas dessa vez abrindo minhas pernas pra envolver a cintura dele, já sinto o pau dele roçando na minha bucetinha, mexendo minha bunda contra o pau dele, sussurro toda excitada mas só se prometer que eu vou ser sempre a rica e mimada.
TR .- sim, você vai ser sempre minha bucetinha gostosa
Martha .- você é um velho tarado, sabia
TR .- você amansa qualquer pau, ainda mais o meu
Martha .- que coisas você fala
Ele me abaixa, a gente continua andando até chegar onde estão as lonas e as mesas, já tô molhada, sento no colo dele, quero sentir aquele pau de novo mesmo que pela roupa, TR conta como mijava no peito dele quando era Sweetie, o jeito dele contar hipnotiza todo mundo, enquanto eu rebolo minha bunda no colo dele, ele tá duro de novo, já sinto ele se enterrando nas minhas nádegas, depois
Silvia .- larga o TR, menina, não deixa ele em paz nem um minuto
TR .- não, se minha menina quer me usar de banco, deixa
Martha .- ele me quer mesmo, fala desde quando você me deixou sentar no seu colo
Uns minutos depois, ele toca meu braço, já não sinto o pau duro dele, levanto e sento no colo da Silvia
Silvia .- já chega, você é muito mimada, menina
Depois chega o pulque em barris de madeira, todo mundo bebe, depois come, dança, grita, mais pulque, depois tequila, perto das 6 da tarde
TR .- você me deixa provar sua bucetinha de novo?
Martha .- não sei, não sinto muito bem com a calcinha
TR .- tira ela
Martha .- você quer me comer?
TR .- você quer, minha menina?
Martha .- sou sua nena, e se não couber?
TR .- cabe toda, isso é certeza
Viro e a Silvia se aproxima, o olhar dela não era nada amigável
Ela não se engana com as intenções do TR, mas ela não precisa ficar toda insinuante o tempo todo, só de me ver com o
Martha .- lá vem a Silvia, me pergunta sobre a escola
TR .- como vai na escola, filha
Martha .- bem, eu gosto de dança, mas a mamãe não deixa, acha que é perda de tempo
Silvia ficou a alguns passos, escondida atrás de uma árvore
Saio de onde estava, chego perto da Silvia, o que você faz aqui sozinha, vamos Tia beber e dançar, faço ela tomar três tequilas seguidas, deixo ela com o TR, pra ele terminar de embebedar ela, não demoro muito, depois dançamos umas sete músicas, já vejo ela vermelha, já tão bebendo como se não houvesse amanhã, Braulio está com a Delfina, vou procurar a Nancy, mas uma conversa acalorada me chama atenção, TR e a esposa dele Teresa
Teresa .- já te vi seu velho safado que tá em cima da Silvia
TR .- já te falei que ela tá enchendo o saco da Richa, não deixa ela em paz
Teresa .- não acredito em você
Entro na casa dela, me espiro pela janela e pergunto pela Nancy
Teresa .- é verdade que a Silvia tá te enchendo o saco?
Martha .- não, mas ela me segue pra onde vou
Teresa .- como assim, isso não te incomoda?
Martha .- não posso falar nada, é irmã da mamãe, o que mais eu faço Tia?
Teresa .- puta velha, como se não soubesse das putarias dela, você se salvou velho de eu fazer um escândalo
TR .- te falei que ela tava sendo insuportável com a Richa
Teresa .- se ela te incomoda, fala pro seu Tio, pra ele cortar ela na hora, vou deixar vocês, Nancy saiu com o Polo, foram buscar gelo e refrigerante.
TR .- richa valeu, sua Tia já tava puta
Martha .- mas se você dá mole pra Silvia
TR .- parece homem, filha, essas conversas contigo são muito diretas
Martha .- se você quer me detonar, por que não ser direto?
TR .- já pensou onde?
Martha .- vou te dar minha bunda, minha buceta, isso fica por sua conta
TR .- eu cuido disso, bucetinha
Martha .- você decide, vou dançar
Comecei a beber, servia pra todo mundo que passava perto de mim, sem mais, depois ria de tudo, já tô mais que bêbada, vou ao banheiro, mas tá ocupado, caminho até a Casa do TR, é a casa mais longe de onde todo mundo tá, mas acho que não tá ocupada. Se tiver, é a Delfina e o Polo, tão se pegando, os gemidos dela nem esconde. Peguei na maçaneta e girei, não trancaram. Abri a porta, tão na pira que nem percebem que eu tô vendo. Fiquei um tempinho, me deixou com tesão. Saí pra achar um lugar pra mijar, não vi ninguém. Abaixei a calcinha, taparam minha boca, me puxaram pra trás das caixas d'água. É o TR e o Martín.
Arrancaram minha calcinha, não tô nem aí, comecei a mijar. Vi o Martín colocar a mão debaixo do meu jato, abaixou a calça, o pau dele já duro. Continuei mijando, mas ele me levantou, meteu assim. Não sou virgem, mas essa putaria me esquentou. O TR me beijou, beliscou meus peitos, depois baixou a parte de cima do meu vestido, enquanto o Martín me comia. Não aguentei nem dois minutos, senti o gozo dele dentro da minha buceta.
TR: — Richa, eu vou limpar você.
Vi o Martín ir embora, aí o pau do TR entrou em mim, batendo na porra do Martín.
TR: — Filha, entrei sem resistência.
Martha: — Acabaram de me comer, tô aberta, pra isso que serve minha bucetinha, pra encher de porra.
Depois de meter o pau, senti ele crescer e alargar dentro de mim.
TR: — Filha, o que tem sua buceta? Tá apertando gostoso e forte.
Martha: — É você, sinto ele grosso dentro de mim.
TR: — Que sensação você tá me dando.
Martha: — Sim. Faço uns exercícios, não, tenho 16 anos, meu corpo é muito jovem e você tá detonando minha xereca, ironizando minha expressão.
Cada estocada me faz gritar, me abre, me rasga, se adapta ao pau dele, abrindo meu útero e roçando com muito prazer minhas paredes. Aí ele cuspiu a porra, aquele calor ao entrar em contato com os fluidos. Quando tirou o pau, a porra não esperou a gravidade, escorreu pelas minhas pernas, descendo devagar.
TR: — Durei pouco, desculpa filha, você aperta muito gostoso. Vou deixar, não quero que a louca da Teresa comece a procurar e nos pegue.
Ajeitei o vestido, nem sequer... Cheguei no orgasmo, talvez tenha mais sorte na próxima, embora me deixaram toda molhada e sem terminar. Lembro que o Miguel, na primeira vez que meteu, gozou em poucos segundos. Talvez os homens sejam assim e não aguentem tanto prazer feminino. Queria saber mais, mas não sei se é uma boa ideia perguntar pra mãe. Com certeza a slut e a foxy não vão me largar, ainda mais se eu contar que os tios me deram pica. Volto pra festa, ainda me sinto muito tesuda. Vejo uma garrafa, pego ela e um refri, e volto pros tanques.
Minha mente não me deixa em paz, esse remorso me invade. Será que fiz errado em ser tão piranha? Acabei de dar minha bucetinha pra dois dos meus tios. Que porra, enquanto me sirvo no copo, tomo o gole de uma vez.
Entre as sombras das luzes e a escuridão da noite, aparece o Braulio. Essa sensação de querer montar numa pica, porque me sinto assim tão tesuda, tão oferecida. Não consigo resistir a esses impulsos.
Braulio: — O que cê tá fazendo, priminha?
Pensei numa resposta cheia de ironia e sarcasmo, mas resolvi dar uma resposta banal.
Martha: — Aqui, e você?
Ele me interrompe.
Braulio: — Te vi, com o tio Ramón e o Martin.
Martha: — É, e daí?
Braulio: — Quero a mesma coisa, ou vou falar pra minha tia que você é uma puta.
Martha: — Fechou, mas se você não me fizer gozar, começo a gritar que me estuprou. Anda logo ou vou vazar.
Tirando ele do pensamento de macho dominador e abusivo, ele responde com uma voz baixinha.
Braulio: — Já vou.
Ele tira a pica enorme, tive que tirar minha roupa sozinha. Ele coloca na minha boceta, me abre toda, mas que gostoso que eu sinto. Faz minhas pernas tremerem. Como é possível que ele me faça sentir tudo isso? Tô nas nuvens, com todo esse prazer, e o imbecil goza. Ele tira assim, sem mais nem menos. Dou um tapa na cara dele, faltou meu orgasmo.
Martha: — Você é um merda, nem me deixa gozar. Com uma pica desse tamanho e não consegue fazer direito.
Braulio: — Não aguentei.
Só 7 minutos ele durou, mas só de entrar já me deixa louca. .- vamos ter que praticar mais vezes
Braulio.- sim, prima
Martha.- disso nem uma palavra, lembra que eu sou a princesa
Braulio.- não vou falar nada, você vai me ensinar a foder
Martha.- sim, vai ser meu aluno, vamos pra festa, não queremos que perguntem onde estávamos, nisso sai Delfina e Polo, os caras se beijam na frente do Braulio
Já vou na correria fazer merda, mas me seguro, você briga e acabam as aulas, além disso quem tem melhor corpo e cara
Braulio.- você
Martha.- vamos, deixa eles se divertirem
Danço um pouco com Braulio, enquanto continuo bebendo. As melecas do TR, Martín e Braulio já estão nos meus tornozelos, logo vão chegar nos tênis, mas não ligo, já tá escuro.
Paco se aproxima, Braulio me deixa com ele
Paco.- olha esse vídeo, acabei de ver agora pouco
Martha.- já tava bêbada e você vai atrás de mim
Paco.- sim, nós dois entramos no banheiro, mas você me chupou
Martha.- não tenho certeza, mas agora tô consciente, se quiser
Paco.- eu... não
Puxo ele pra casa, ele me abraça, entramos no meu quarto, me desnudo na frente dele, ele tira a roupa sem jeito, beijo ele, deixo ele fazer o trabalho dele, me beija os peitos, depois desce pro poço, limpando o esperma dos outros, depois me penetra, tô inchada, sinto o pau dele me abrindo toda, de uma coisa tenho certeza, ele sabe o que faz, tive três orgasmos seguidos, aí ele tira da minha buceta pra meter no meu cu que é virgem, mas não consegue e troca de bunda, é tão gostoso quando sabem te levar, depois um orgasmo múltiplo, me deixou louca, só beijei ele com muito frenesi, ele tira o pau da minha buceta pra esvaziar o leite entre minhas nádegas e ânus, enquanto com o dedo espalha, cai em cima de mim, aperta meus peitos com o corpo, esse calor é tão gostoso e relaxante
Paco.- você vai me dar seu cu virgem, irmãzinha
Ele enfatiza dramaticamente com uma voz bem suave, quer romper meu cu, mas eu tento, doeu muito sem nem ter entrado.
Martha.- não tenho certeza por enquanto, mas Vou pensar.
Paco — nem uma palavra sobre isso ou me matam.
Martha — só se você repetir isso de novo.
Paco — gostosa, vou te comer gostoso da próxima vez, até deixar seus buracos todos doloridos.
Martha — vou pensar naquilo de você arrebentar meu cu, mas minha bucetinha já tá desejando que você me foda bem forte.
Ela se veste e sai do quarto, não é possível que em menos de três horas eu dei pra quatro paus, sou uma puta e gostosa mesmo.
É disso que tô falando, de novo minha mente me vence, que não é saudável transar com a família, é o que me dizem na escola, na aula de Biologia, Ética, se mamãe descobre o que vou fazer.
De novo faço coisas que não devo, minha mente me ataca de novo, com a ideia de sair só de vestido, é óbvio que vão ver meus peitos e minha bunda, quando me dou conta já tô voltando pra festa, não importa mais, vejo muitos bem alegres e bem bêbados, me aproximo da roda, tão jogando baralho, mas nem sabem o que tão fazendo, nem percebem que cartas tão descartando, nisso vejo a Silvia que caminha pra trás da casa, depois desaparece, sigo ela e ela anda até a calçada, atrás do muro,
aí a luz de um lampião ilumina, Silvia vai na direção dele, fico a uma distância segura, deixam o lampião no chão, me aproximo até ficar escondida atrás do tronco de uma árvore, consigo ouvir até a respiração.
Silvério — pensei que você não vinha.
Silvia — maldito, essa é a última vez que venho.
Silvério — sim, sim, como você diz, mas deixa eu chupar seus peitinhos. Eles me deixam louco.
Silvia — por que você gosta tanto deles?
Silvério — são os melhores que já provei.
Silvia — você viu a Martha? Ela tá meio perdida.
Silvério — não, mas ela tá nessa idade.
Silvia — eu lembro que eu tava no cio, o tempo todo.
Silvério — lembro muito bem.
Ele levanta a saia dela, puxa a calcinha pra baixo, desabotoa a calça, cuspi na mão, passa na buceta da Silvia, e depois enfia.
Só os gemidos que ela solta quebram o silêncio do lugar, aí ele tira.
Silvia — nem tenta, pelo cu não, pelo cu. Não
Eu te falei que não, começa a gemer alto feito uma puta
Silverio .- Seu velho vive se gabando que comeu uma das meninas que tava na festa, não vou falar o nome
Silvia .- filho da puta, me dá mais forte, arromba esse cu sem vergonha, maldito não consegue se contentar só com minha buceta e meu cu
Os gemidos dela parecendo uma gata ronronando, a Teresa tem razão, ela é uma puta mesmo e se faz de santinha, o Silverio tava doido por ela, mete com força brutal, os peitos balançam e depois o ar sai do cu dela, parece que tá peidando
Silverio .- quem é minha puta?
Silvia .- sou sua puta, toda sua puta
Então esses dois tão tendo a festinha particular deles, fiquei olhando, quando tão se vestindo eu aplaudi, tavam mesmo afim, deixei eles na deles
Silverio .- você me assusta, filha
Silvia .- não é o que você tá pensando
Silverio .- é sim, você gosta da pica do seu irmão
Silvia .- que vulgar você é
Martha .- quem não gosta de pica, vi a Lupita com o Pica e o Luis metendo sem parar, talvez o Martín esteja na fila
Saí de fininho feito a cobra que sou quando me atacam, não me enganei, fui pro pasto me acalmar, desse jeito vou acabar fodendo mais uns quantos, tão enfiando os feijões na Lupita mesmo, é o Martín que tá metendo na própria filha, quem sou eu pra julgar, tamos tudo doente nessa família.
Voltei pra casa meia hora depois, fui pro quarto dormir
A zoeira já chega nos meus ouvidos, tão fazendo um escândalo, já tão naquela de se pegar com as tais forcinhas, mas é divertido, posso apostar e ganhar uma grana.
Silvia .- posso falar com você, sobrinha?
Martha .- pode
Silvia .- sobre ontem
Martha .- todas nós temos necessidades, fica tranquila, minha mãe fala que se você faz com amor não é pecado, o que é puro é saudável
Silvia .- você não tá me julgando
Como eu poderia julgar se fiz a mesma coisa, pensei na minha cabeça
Martha .- não, tia, a gente vai morrer, o que a gente leva são esses momentos, aproveita, não briga com o Martín, ele faz a mesma coisa que você, deixa ele ser
Silvia .- é, você tem razão Pensei...
A gente se aproxima da roda de gritos e palmas, enquanto já vão chegando os tequilas e outros preferem o pulque. Tiram o violão pra cantar, todo mundo se junta na mesa pra comer. Nisso, bate na garrafa com uma colher: é o Brandon, o tio. Não é qualquer tio, é o que tem a última palavra.
Depois do discurso de sempre, ele termina dizendo: "Damas e senhoritas, deixem esse velho, esse ancião decrépito, comer um taco de olho". Todas as mulheres começamos a gritar. Ele quer nos ver de biquíni ou lingerie. Antes que todo mundo comece a ir embora, só três famílias ficam; o resto volta pros seus destinos.
Roupa e tabus pra fora. Os olhos de todos os homens presentes grudaram naquelas mulheres que tiraram a roupa. Uma hora depois, começam os abraços, sinal de que a festa acabou. Entro em casa, o Paco tá arrumando a mala. Esqueço que ele trabalha na cidade e vai com o Antonio, que vai deixar ele no apartamento.
Paco: — Você é demais, Martha. Valeu por ser tão carinhosa.
Martha: — Te amo, irmão. Se cuida muito.
Paco: — Também te amo, irmãzinha. Cuida dessa buceta pra não encher de bebê.
Martha: — É, não quero ficar barriguda.
Ele sai de casa. Só ficamos eu e a mamãe. Mamãe largou o Luis Crescencio há anos — ele é meu pai, mas nem vi ele em mais de 10 anos. Ele foi embora quando eu tinha só 6 anos.
Uma semana depois, encontrei o Martín na cidade. Cumprimentei ele, fiquei um tempinho batendo papo, mas enquanto pensava em jogar minha calcinha pra ele, chegou o Andrés, um amigo do Martín. Ele me apresentou, depois disse que a gente se via em casa, que ia resolver uns trampos.
Chegou o Miguel pra perguntar se a gente volta. Só respondi que não. Não é a primeira vez que ele me pede pra voltar. Não é que ele me traiu, é com quem: minha melhor amiga de infância, que eu tinha e tive até uns meses atrás, mas agora não falo mais com ela.
Mandei uma mensagem pro Braulio, mas ele nem respondeu. Quero pensar. Pego o caminho da trilha. Botar minhas ideias no lugar, ou melhor, minha tesão. Tento falar com a mamãe sobre sexo, mas ela foge do assunto. Talvez eu esteja doente, as ideias de transar me atacam toda hora. Chego em casa, tiro a calcinha, minha buceta tá cheia de pelo, abro minha fenda e me dedilho até irritar os lábios vaginais.
O tempo passa tão rápido que num piscar de olhos se foram três meses. Só o mais interessante é que eu me masturbo quase todo dia. Outra coisa que comecei a fazer é puxar a calcinha pra ela roçar e se enfiar na minha buceta e no meio das minhas nádegas. Virou hábito fazer isso antes de sair de casa pra escola. Já tô com uma puta vontade de montar numa boa rola.
Mas como eu disse, tem mais três famílias. Mamãe quase sempre fica com a Silvia e o Silverio, os irmãos dela. Tudo volta pra aquela vida chata e monótona. Aos sábados, a gente toma café junto: Silverio e a esposa dele, Esther, os filhos deles, Nayeli e Erik; Silvia, o marido Martín, e as filhas deles, Lupe, Ana e Jessica; Rosa e os filhos dela, Paco, Leo e eu, a servidora de vocês, Martha.
Uns dias atrás, o Paco me deu o maior cortão e humilhação da minha vida. Falei pra ele se a gente não transava, que eu tava muito excitada. Ele só me humilhou e me destruiu moralmente, me chamando de puta da família e que eu parecia uma cadela no cio.
O Paco não comentou nada nesses dois meses. A gente conversa e tudo, mas mais pra mamãe não descobrir do que por qualquer outra coisa. O Martín também não falou nada. A Silvia não larga ele nem um segundo, deve querer pegar ele com alguém pra armar a maior confusão. Ela adora ser contra tudo, por isso apelidamos ela de "A Contreras".
Depois de fazer a lição de casa, vou pro balanço que a gente tem na árvore. Normalmente, adoro esse lugar. Fica longe das casas, lá no topo do morro. A vista é excepcional, te dá aquela paz que eu gosto. Quase ninguém vem por ser tão afastado, nada que uma caminhada de 20 minutos não resolva. Essa é a grande vantagem da nossa propriedade. Mas a cidade fica a 20 minutos de carro, isso sim é um problema, mas pela trilha 15 minutos a passo de tartaruga.
Voltando ao assunto, naquele dia fui até a árvore, a putaria interna me consome, tô sempre molhada na minha bucetinha, sempre no fogo, pronta pra levar pica, me sentir preenchida, mas como o Paco disse, sou uma puta no cio, ser mãe nessa idade não quero, mesmo que algumas amigas tenham dito que querem um bebê, cada uma com sua buceta e seu corpo.
Vou chegando com meus pensamentos, vejo o Paco e a Mamãe, paro atrás de uma árvore mas não escuto o que eles dizem, ando devagar até chegar a uns metros deles, mesmo assim, não dá pra ouvir, tem outra árvore perto deles, nisso eles viram e eu corro até a árvore.
Escuto
Mamãe – já te falei que não
Paco – é minha decisão, não a sua
Mamãe – não, é não
Paco – é meu pai
Mamãe – mas ele foi embora
Paco – querendo ou não, vou passar uns dias com ele
Mamãe – se já tá planejado, pra que me contar?
Depois o Paco abraça a mamãe, que já tá chorando, aí eles seguem pela trilha mais calmos, e ele dá um tapão enorme na bunda da mamãe, mas ela continua andando como se nada. Espero uns dez minutos, decido voltar, mas na primeira curva vejo eles de novo, andando devagar, nem percebem que tô perto, mas fico pensativa ao ver a mão do Paco dentro da calça da mamãe, ele tá tocando a boceta dela ou o cu, quando chego mais perto ele tá amassando a bunda dela, me deixa toda molhada, o filho da puta me chamou de puta no cio e ele o que é?
Me virei e fui pro balanço, passei a tarde lá. Já é hora de voltar enquanto pego a trilha pro caminho e desvio pela vereda, não espero ver eles de novo. No caminho, chego em casa, o Paco tá fazendo as malas, mas é sábado, a mamãe tá triste, mas quando me vê sorri sem graça, mas os olhos não mentem, ela sabe que tá perdendo ele pro cara que largou ela por outra.
Nos despedimos, a mamãe não aguenta e sobe pro quarto, de noite eu toco. A porta dela levou o jantar pra ela, um café com cum e usa a palavra: buceta de chocolate, abre a porta, me deito do lado dela enquanto ela janta.
Não teve palavras, mas também não aquele silêncio desconfortável, abracei ela. De noite, ouvimos barulhos, quem pode ser? Descemos correndo pra descobrir que é o Leo, sim, o outro filho da mãe, que praticamente mora com a minha avó. A escola que ele escolheu fica meio longe pra usar transporte público, mas tem várias malas do lado dele.
Mãe: – Tudo bem?
Leo: – Sim, a avó vai se mudar pra outra cidade. O mais perto da escola é aqui, mas a avó me comprou uma moto e com ela fica fácil me locomover.
Marta: – Você tem uma moto?
Mãe: – Bem-vindo de volta pra casa.
Leo: – Valeu, e o Paco?
Mãe: – De qualquer jeito você vai ficar sabendo. Ele foi pra casa do seu pai, morar com ele. Pelo que ele diz, quer conhecer o pai.
Leo: – Paco sempre foi assim, não esquenta. Você tem a Marta e eu já voltei.
A gente caiu na risada.
Mãe: – Por que você não foi na festa?
Leo: – Sim, olha só.
Ele tira uns papéis: Reconhecimento de melhor aluno de eletrônica da escola. Consegui um emprego na fábrica da Samsung, então tive que aproveitar os dias livres com a avó. Já sabia da mudança dela, termina dizendo.
Marta: – Você tem emprego?
Leo: – Sim.
Mãe: – Que bom, filho.
Depois da longa e interessante conversa, fomos dormir.
Depilando a buceta, porque a escola quer que eu participe com as líderes de torcida. Mas não tenho outra escolha, preciso de uma matéria extracurricular. Me deram o uniforme, o short é muito justo. Quando coloquei, toda a moita de pelos apareceu, mesmo com a lycra.
Professora: – Marta, isso é desconfortável, mas dá pra ver os pelos pubianos. Ou você usa uma calcinha mais grossa ou depila.
Cheguei em casa, uma calcinha resolve, mas quando coloco o short apertado, as costuras e os elásticos aparecem.
Pus mãos à obra, fui pro banheiro, a máquina de barbear do Paco. Tirei cada pelo da minha xereca. Adoro como ficou. Sinto, a pele macia, lisinha, dá pra ver onde começa minha buceta e onde fica minha bunda, depois meu cu, foi um desafio deixar tudo bonito e raspado.
Depois creme, óleo de Sweetie e talco, coloquei o shorts e meus lábios vaginais marcam, mas é o que a professora quer.
Já no treino, percebo que todas estão com o pé de camelo aparecendo, umas duas semanas depois desfilamos pelas ruas da cidade, mostrando minha xereca pra todo mundo que foi no desfile.
Já faz quase três meses, tudo é chato, não tem nada interessante ou uma travessura, até esqueci que tenho uma buceta e peitos de tão normal que é viver o dia a dia.
Miguel quer que eu volte com ele, mas me dá preguiça. Sexta-feira saio da escola enquanto converso com minhas amigas, o Leo passa na moto, faço sinal pra ele, ele para uns metros na frente.
Leo .- vai pra casa?
Martha .- sim
Subo, ele dirige em alta velocidade, a saia levanta deixando minhas pernas à mostra, quem passa dá aquela olhada.
Chegamos, ele desce rápido, pega a mochila
Leo .- até mais, maninha, tô atrasado pro trampo, sai correndo
Cheguei antes, o transporte me deixa no pé da estrada e daí caminho uns dois quilômetros até entrar em casa, não tem ninguém.
Tomo banho, saio pelada até o quarto, me olho no espelho, meus peitos cresceram mais, quando coloco o sutiã fica muito apertado, igual minha calcinha, percebo que meu corpo mudou drasticamente de forma, meu pelo tá crescendo de novo, minha pele branca já não aparece tão fácil mas ainda é curta, meu rosto mudou, não tenho mais traços de menina, pego o celular, olho as fotos da festa de 9 meses atrás, meu rosto mudou, meu corpo também, me vejo mais alta, nunca vi minha cintura tão fina, quando tudo isso aconteceu e eu não percebi.
Preciso trocar de roupa, mas não me incomoda usar a que tenho, vai estar apertada, mas adoro que a calcinha enfia entre minhas nádegas e a racha da minha ppk, me visto, depois vou ver sites de compras, vejo roupas que Gostosa, um vestido preto colado igual ao da Mortícia da série, ficaria fantástico em mim, e depois umas tangas bem safadas, que usaria sem problema nenhum.
Será que foi ter transado com 4 caras diferentes que causou essa mudança radical? Os outros não perceberam, as dúvidas me atacam. Me visto, desço pra cozinha e preparo o almoço.
Mãe: – Já tá em casa?
Marta: – Sim.
Mãe: – Sabe do Paco? Falou com ele?
Marta: – Não, nem uma mensagem pelo menos.
Mãe: – Nada?
Marta: – O que você sente falta no Paco?
Mãe: – É meu filho, eu o tinha todo fim de semana.
Marta: – As mãos dele também.
Responde sem perceber a pergunta que acabei de soltar.
Mãe: – Sim, os dedos.
Marta: – Os dedos dele são gostosos na sua buceta ou no seu cu?
Mãe: – Os dois.
Cinco minutos depois, ela percebe o que acabou de confessar.
Tenta a todo custo justificar a resposta, mas já é tarde demais.
Sentamos pra comer, conversamos sobre tudo e nada.
Antes de levantar da mesa:
Mãe: – Outra coisa, amanhã vamos fazer compras. Você precisa de roupa, a que tem já deve estar pequena ou muito apertada, igual a esse short que você tá usando, que estica até o limite.
Marta: – Mas não fica bem sexy?
Ela ri.
Mãe: – Filha, já tive sua idade. Com certeza você adora sentir a calcinha enfiada na buceta e na racha das nádegas. Não vou tirar sua roupa até você decidir.
Marta: – Você sente falta de sexo?
Mãe: – Você já tá nessa idade.
Marta: – Não quero a tal conversa. Tô falando porque vou fazer 17 anos e não te vi sair com nenhum homem desde então.
Murmura: – Paco não conta.
Marta: – O quê? Ouvi bem.
Mãe: – Essa conversa não é pra você. Com quem eu durmo ou não é problema meu.
Marta: – Não fica brava. Só que eu nunca vou te julgar se você quiser ter um namorado ou um amigo, ou um filho pro sexo. Além de ser linda, gostosa e ter um corpaço.
Mãe: – Então minha filha vai me dar permissão? Como assim? O quê?
Marta: – Você não precisa, mas quero te ver feliz e animada pra acordar de manhã.
Mãe: – Eu sei que tô com... minha tristeza, mas é porque o Paco se esqueceu dessa família
Martha .- você quer dizer de você
Mãe .- do que você tá falando, menina
Martha .- quando quiser conversar, sabe onde estou, e pode contar comigo pra te ouvir
Mãe .- você me assusta, mas com certeza sabe de alguma coisa pra insinuar, amanhã te acordo pra me acompanhar fazer exercício, mas por agora vamos deixar esse assunto de lado
Mãe tem razão, a calcinha fica enfiada na minha buceta e nas nádegas, sinto uma pressão muito gostosa contra minha vulva e meu cu
Os sons da porta são da mãe batendo com tudo, levanto meu short, camiseta, tênis, vamos correr.
Começamos caminhando, depois fazemos exercícios de aquecimento antes de trotar e correr, mas a calcinha já tá apertando a cada passo que dou, chegamos na planície, a parte alta que o avô nivelou do morro pra acampar.
Mãe .- que calor que faz
Ela tira o moletom e a calça, fica de top e uma legging, a mãe é mais que gostosa, caralho, que corpaço ela tem, como se ouvisse meu pensamento, ela gira no eixo levantando as mãos pro céu mostrando os peitos
Mãe .- sim, tô precisando de sexo e muito, cê acha que esse corpo não é capaz de atrair os homens? Mas o problema é que cidade pequena é inferno grande, na hora que eu der a bunda pra um deles, vou virar a puta da cidade, todo mundo por mágica vai falar que me comeram. Pra você que vai pra cidade pra escola, não vai gostar que falem de mim, vai dar muita treta. Quando sua avó me explicou isso, eu não entendi, não conseguia captar até agora. Não é o melhor exemplo, se eu quero sexo e muito, mas com certeza você tá assim, toda excitada, ainda mais quando o Miguel te comeu uma vez e depois foi embora com a outra, mas dentro disso, seu maior acerto foi não ter feito com outro por despeito, essa decisão acaba com sua reputação, dessa vez você ficou limpa, na próxima não vão te chamar de puta e vagabunda, isso aconteceu com sua avó, quando seu avô foi embora com outra, ela se vingou dando pra uns caras da cidade, dois dias depois todo mundo sabia que Dois caras da cidade pegaram ela, por isso sua avó foi embora, a gente mora aqui longe deles, eles são uns atrasados e medrosos.
Ela me abraça.
Marta .- mas é que eu vi
Ela me interrompe.
Mãe .- acredito em você, mas você ainda não tá pronta pra encarar os segredos e as perversões da família.
Marta .- eu vi
Mãe .- que o Silverio e a Silvia, que o Martín e a Lupe, o indiscreto Polo com a Delfina, que a gente se pega entre a família, me fala uma coisa que eu não saiba.
Marta .- você sabe de tudo isso
Mãe .- não seja ingênua, mas sei algumas coisas
Marta .- não entendo, se você sabe
Mãe .- não sei se é certo ou errado, o que eu sei é que o Martín nunca vai abrir a boca, o Silverio e os outros também não, uma regra não escrita é não falar nada sobre sexo.
Ela sorri, boba, vamos fazer exercício, voltamos pra casa trotando e suando pra caralho, um banho e prontas pra fazer compras, viajamos pra cidade, onde ela me deixou escolher a roupa que eu quis.
Chegou meu aniversário, bolo, festa com os mesmos de sempre, apesar de tudo me diverti pra caramba, ainda mais pelo presente da mãe, uma máquina de depilar, com um bilhete: para de usar a máquina do Paco, já limpei ela, e uma calcinha muito pervertida e sexy com outro bilhete: válido pra fazer uma pergunta ou uma ação.
Antes de ir dormir, entrei no quarto da mãe, que tava se trocando, dei um tapa enorme na bunda dela, com força.
Mãe .- que isso
Mostro o bilhete, ela ri.
Marta .- quero te ver pelada
Mãe .- tira por último a camisola dela
Fiquei olhando aquele corpo gostoso, abraço ela.
Mãe .- vai, tira a roupa também
Assim eu faço, minha mãe me abraça, os peitos dela encostam nos meus, ela envolve minha cintura com os braços, apoio minha cabeça no ombro dela.
Começamos a dar passinhos como se estivéssemos dançando, levanto o olhar e os olhos da mãe se fixam nos meus, aí acontece o que nunca pensei que fosse rolar, os lábios dela se juntam aos meus, fecho os olhos e me deixo levar, depois de uns beijos apaixonados, minha mãe me solta.
Mãe .- vai dormir, neném
Decepcionada, pensei que assim era, vou sair do quarto dela
Mãe .- aonde você vai
Marta .- dormir
Mãe .- sim, mas na minha cama
Eu me deito, mas não pensei que mãe fosse abrir minhas pernas e se deitar em cima de mim, pra continuar com os beijos, logo seu dedo já está na minha buceta entrando e saindo, uma mordida no mamilo me arranca um grito, ela chupa meus peitos com tanta força que me faz torcer de prazer, avança devagar até chegar no meu poço, lambe, chupa, depois um dedo no meu cu
Mãe .- então o pequenino é virgem, enquanto a boca e a língua dela lambem
Ela me deixa cheia de prazer, mãe tá tentando enfiar a língua no meu cu, só de estar molhada já me faz bufar de tesão, aí a língua dela entra, acabou de passar a linha abrindo meu esfíncter, depois enfia dois dedos, deixa eles lá, enquanto come minha buceta de novo, vai pros meus peitos, depois pras minhas orelhas, pra terminar na minha boca, aquele gosto de cu tá na língua dela, é nojento mas muito gostoso e safado, ela para, se ajeita pra esfregar a buceta dela na minha, esfrega com força uma vez e outra, outra vez. Até gozar junto com ela.
Mãe .- gostou do que eu fiz com você? Na próxima quero que você faça o mesmo comigo, me fazer sentir amada
Ela me abraça por trás, os peitos dela batem nas minhas costas enquanto estica e belisca meus mamilos e continua cutucando minha buceta
Marta .- você é a melhor
Mãe .- você me lisonjeia
Eu dormi profundamente, acordei com um beijo
Chegou dezembro com o frio terrível que faz, ainda não devolvi o favor pra mãe, mas nossa comunicação aumentou consideravelmente, as palmadas e os agarramentos na buceta também.
Mãe queria organizar o jantar, mas os irmãos dela já têm planos, assim como o Leo que ia visitar a avó, ficamos só nós duas.
A cara dela, mas eu disse que depois do jantar a gente podia dormir juntas.
No dia 24 fomos à missa no povoado, os olhares de várias pessoas não demoram a aparecer, últimos detalhes chegamos em casa, mas andando, pela trilha, tá muito escuro mas sabemos de cor o caminho, o frio penetra nos ossos, a gente conversa sobre aqueles dias em que a família se reúne e agora deu pra gente ficar sozinha
Martha – imagina se eu tivesse um namorado, eu ia com ele nesse dia
Mãe – pois é, ou imagina que você não tem namorado e eu tenho, ele me convida pra sair
Martha – que cruel ter muita família e ficar sozinhas
Vamos acender a lareira, esquentar a janta, música de Natal, bebida, a gente dança um pouco antes de sentar na mesa pra comer, enquanto a mãe decide ligar a TV, o calor da lareira já esquentou a casa, depois de comer a gente vai pra sala, enquanto as rodadas de tequila não param de rolar.
Mãe – é tudo pra mim, vou dormir
Martha – fico com você
Mãe – sim, não quero ficar sozinha essa noite
Trancamos as três entradas da casa, acendemos as luzes do terreno todo, ao entrar no quarto a mãe ativa o trinco da porta, nunca faz isso, mas vejo ela meio tensa, me despiro e pulo na cama
Mãe – anos atrás invadiram a casa, se entrarem você me segue sem falar, sem dizer uma palavra, temos um quarto de pânico, tô com um mau pressentimento, não te falei nada mas uma câmera me alertou nos tanques, não tem mais ninguém além da gente
Ela me mostra o vídeo, uns 6 caras vestidos de preto, espero que meus irmãos tenham trancado as casas deles, e como ela esperava, eles chegam na casa, estão na entrada principal, quebram o vidro da porta
Invasor – tá cheirando a comida e tá quente, com certeza tão aqui
Enquanto a gente levanta e vai pro quarto de pânico, tem comida, cama, câmeras e armas, fechamos
Mãe – quer ver uma coisa?
Martha – sim
Quando apertar esse botão, tudo vai apagar, vai tocar o alarme, o barulho é tão forte que vai estourar os tímpanos deles, assim a gente descobre quem veio nos visitar essa noite.
Ela aperta, pela câmera a gente vê eles tentando em vão tampar os ouvidos, saem correndo, é tão escandaloso que a gente vê eles caírem no chão
Mãe – vamos dormir, já tamos seguras
Beijei a mãe Tirei a roupa dela, ela não me parou, só se deixou seduzir, enquanto chupo os mamilos dela e mordisco, minha mão já enfia na gruta dela, a buceta dela tá raspada, lambi o clitóris dela e depois fui pro poço dela.
Mãe .- minha filha, quero sentir sua bucetinha roçando na minha.
Me ajeito e começo a me esfregar na mãe, a respiração dela acelera, os gemidos dela me deixam louca, aí sinto os jatos dela molhando minha xereca, deito do lado dela.
Mãe .- obrigada, love, depois te ensino mais truques pra quando você estiver com as mulheres, mas gostei da sua iniciativa.
Martha .- você não tá 100%?
Mãe .- não, Sweetie, é que roubaram a noite em que eu ia te comer toda, amanhã a casa vai estar cheia com certeza, não vou poder aproveitar você.
Martha .- você vai me comer toda?
Mãe .- sim, toda, meu love, até aquele bumbum virgem e empinado.
Martha .- se me comer de uma vez, já tô muito tesuda.
Mãe .- não, olha a câmera, já tão destruindo os megafones.
Martha .- malditos, vamos sair pra atirar.
Mãe .- claro que podemos, mas sabe, não quero matar ninguém em 24 horas.
Martha .- vamos ver no que dá.
Durante uma hora, vemos eles destruírem tudo na frente, as chamadas pra polícia foram em vão, é compreensível, eles também querem ficar com as famílias, depois foram embora, ficamos até o sol nascer, foram alguns estragos menores, fomos na cidade registrar uma queixa por tentativa de homicídio, depois de algumas horas saímos do local, entregamos os vídeos, um deles solta: "essa tatuagem é do Raban, acabei de ver ele no parque, falei com ele mas ele nem me ouviu".
Mãe .- é ele, esqueci de comentar que ligamos a sirene pra ensurdecer.
Vários se levantaram na correria atrás deles.
O comandante fica e solta: "é meu sobrinho, o Raban".
Mãe .- não vai fazer nada?
Comandante .- ele é inocente até provarem o contrário, deixa eu te dizer que uma acusação falsa dá cadeia.
Mãe .- fala isso pro Ramón e pro Brandon.
Comandante .- não, melhor resolvermos isso de uma vez.
Entraram com 6 caras. Comandante — Onde vocês estiveram ontem?
Raban — O quê? Não te escuto, tô com um zumbido no ouvido.
Comandante — Mostra os vídeos pra ele e a tatuagem.
Raban — A gente só queria diversão.
Mamãe — Entrar na minha casa e fazer uma destruição dessa.
Raban — Foi o Topo, ele me disse que só tinha três pessoas, e um cofre cheio de grana numa das casas.
Comandante — Tem uma denúncia por tentativa de homicídio. Não posso te salvar dessa se você não der mais informações.
Chico — O Topo é amigo do Erik. Num boteco ele soltou que tem um cofre com dinheiro, a gente se empolgou. Ele disse que metade da grana era nossa, dinheiro fácil, três pessoas, duas mulheres e um homem, entrada sem segurança.
Mamãe — Você me deve a vida. A gente ia atirar em vocês quando viu vocês entrando.
Raban — Isso é assassinato.
Comandante — Não, imbecil, é legítima defesa. Ela tem todo direito de proteger a vida dela se tiver em perigo. E claramente tava em perigo.
Meia hora depois, chegam com o Topo. Ele começou a chorar que nem criança.
Mamãe — Se a gente soltar vocês, que garantia a gente tem que vocês não vão voltar pra terminar o serviço? Acabar com a nossa vida?
Comandante — Vou processar vocês por tentativa de homicídio. Arranjem um advogado, mas com as provas e os depoimentos de vocês, são culpados.
Topo — Tô desesperado, não tenho emprego, ninguém me dá chance. Não consigo nem pagar a luz de casa, minha patroa tá muito doente.
Mamãe — Emprego? Eu dou um, sim. Mais que isso: todos vocês vão trabalhar no rancho. Sempre tem muito serviço. Mas vou marcar vocês como gado, que são meus a partir de hoje. Vocês vão ter salário, mas vão obedecer tudo que eu mandar. Tudo.
Comandante — Já tem a saída. É isso ou no mínimo 20 anos na cadeia.
Assim, levamos os 7 pro rancho, que não fica na cidade. Deixei eles longe, amarrados e vigiados, numa área no meio dos morros e montanhas.
Mamãe se levanta, dá 5 mil pra cada um. Eles vão curtir o fim de ano, e em janeiro ela leva eles pra nova casa.
Mamãe — Galera. Aproveitem essa oportunidade. Se até 3 de janeiro vocês não estiverem aqui na delegacia, vou seguir com a denúncia.
Topo .- Serei seu mais fiel e leal servidor, patroa.
Voltamos pra casa. É, eles fizeram uma bagunça danada, mas na hora certa os caras chegaram, começaram a recolher e consertar o que dava. Fiquei surpresa.
Mãe .- Vamos preparar comida e uma cerveja pra eles.
Martha .- Melhor ter eles como aliados do que como inimigos.
Mãe .- É.
Me aproximei e falei que a comida já tava pronta. Eles ficaram surpresos, mas aceitaram. Depois de comer e varrer.
Caras .- Patroa, já terminamos. Vamos pra casa. Quer que a gente volte amanhã pra fazer mais alguma coisa?
Mãe .- Espero vocês no dia 31. Tragam suas famílias pra ceia. Vamos dançar, beber e confraternizar.
Topo .- Posso trazer minha mãe?
Mãe .- Pode, irmã, tia, sobrinha. Mas me confirmem pra saber quanto preparar de comida.
Os outros mudaram de cara. Sim, patroa, a gente vem ajudar também.
Martha .- Por que as famílias?
Mãe .- Assim a gente sabe quem são. Se fizerem alguma merda, a gente sabe onde cobrar.
Chegaram os irmãos da mãe. Ela colocou todo mundo a par. Quem mais levou bronca foi o Erik, por falar do cofre. Chegou o dia 30. A mãe tava na cozinha quando diz: "Tem visita". Saímos.
Topo .- Minha mãe disse que a gente tem que ajudar. Ela também quis vir.
Outro cara .- Minha família também quer ajudar.
Mãe .- Vamos nos organizar.
Uma hora depois, todo mundo já tinha suas tarefas. No fim da tarde, já tava tudo preparado, só faltava cozinhar cedo no dia seguinte. Mesas, lonas, cadeiras, refrigerante, bebida, música. À noite, já tava todo mundo arrumado. A mãe do Topo pediu pra falar.
Mãe do Topo .- Obrigada, dona Rosa, pela oportunidade com nossos filhos. A gente já sabe o que eles fizeram. Tamos envergonhados e arrependidos pelos atos deles. Obrigada.
Assim, uma por uma, foram pedindo desculpas, e os caras também.
Mãe .- Vamos aproveitar a comida sagrada e nos divertir.
Não comi ninguém naquela noite, mas dancei até não poder mais. Amanhecemos rindo e bebendo. Já era tarde do dia seguinte. Antes de ir embora, passaram pra lavar, limpar tudo, faziam tudo com um sorriso e felicidade. Eu ouvi eles dizerem: "Já temos trabalho, vou ter dinheiro pra dar o sustento pra mamãe, no final das contas não foi tão ruim pra gente". Outro falou: "Sabe que o rancho fica no meio do nada, Raban? Já viu quanto vão nos oferecer? Meu tio me mostrou o contrato, com esse dinheiro a mamãe não vai faltar nada". Outro perguntou: "Quanto é?". Raban respondeu: "20 mil por mês". Eles gritaram, mas disseram: "Temos que ganhar esse dinheiro trabalhando muito duro".
No dia 3, chegamos no escritório, as malas de roupa deles estavam lá, junto com as famílias. Uma caminhonete veio buscá-los.
Mamãe: "Quando chegarem, vão dar a roupa adequada pra vocês, pro trabalho. Esse é o primeiro pagamento de vocês, pra ficarem motivados." Quando viram os envelopes, 25 mil pesos, o mais emocionante foi que cada um deu os envelopes pras suas mães.
Comandante: "Obrigado, Rosa, por dar essa oportunidade a eles, por torná-los homens direitos."
Voltamos pra casa.
Mamãe: "Vi que você dançou com os meninos, tava rindo."
Marta: "As circunstâncias..."
Mamãe: "Já tá na hora de você saber um pouco mais sobre essa família."
Marta: "Sim, tô ouvindo."
Mamãe me contou coisas que são óbvias, tipo sobre ter sexo entre família, que é assim de onde eles vêm, que a gente se instalou aqui, mas o norte sempre é nosso lar.
Depois que meu pai largou minha mãe, ela começou dizendo: "Rosa, combinamos de fazer a mamãe feliz." No fim, a gente acabou transando com ela, mostrando o quanto ela é importante. Não só meus irmãos, cunhados, tios, primos, sobrinhos... Mamãe, naquele momento mais vulnerável, aceitou manter e transar com qualquer um que pedisse.
Mas foi difícil no começo por causa desse tabu que existe, por causa da ideologia de que incesto é errado. Mas no final, todo mundo aceitou que a gente gosta dessa realidade. Se você gosta de um primo ou tio, pode chegar junto, ou vice-versa. Pode soar degenerado, mas eu, pessoalmente, gosto de realizar fantasias que você nunca realizaria.
Marta: "Todo mundo sabe?"
Mamãe: "Sim, todo mundo sabe. Só que eles gostam de fingir e ser exagerados, até... As brigas que você vê, terminam em sexo louco
Passaram-se os dias, entre a rotina e as sessões de sexo com a mamãe, um dia pedi pra ela arrombar meu cu, mas ela disse que é melhor um pedaço de carne quente do que um pedaço de metal frio. Mas ela não parava de enfiar até dois dedos no meu cu.
Chegou a festa do Tio Brandon, a família chegou na quarta-feira, mais do que da outra vez, alguns primos e primas casaram, a casa cheia de convidados, Braulio mais forte e alto, mas quando me viu sorriu, me abraçou forte, sussurrou que gostosa você tá, priminha, shortinho baixinho, cheinho mas com aquele carisma, Delfina casada com Ramiro, entre outros tantos, Leo acabou ficando no meu quarto, naquela noite, porque o quarto dele estava ocupado pelas visitas.
Leo .- Sinto que tô invadindo sua privacidade, vou pra um hotel esses dias
Martha .- Se fizer isso, vou parar de falar com você
Leo .- Só tava falando
Tirei a roupa, fiquei de sutiã e calcinha, nisso
Leo .- Quer que eu saia?
Martha .- Você é mais velho que eu, por um ano, calma
Ele ficou parado
Martha .- Vem, Leo, deita
Abri um espaço na cama pra ele, tira a roupa, ele se despe, o corpo dele não é atlético mas é bem gostoso, virei de costas pra ele, um arrepio me acorda, é a mão de Leo passando pela minha perna até minha bunda, que tímido, ele tenta me tocar sem me acordar, será que eu tô pensando em comer meu outro irmão? Que puta e tarada eu tô só de pensar nisso.
A mão dele continua mas não passa daquele lugar, preciso ajudar mas sem assustá-lo, virei pra ele e abracei, com isso o cobertor ficou de lado, me deixando descoberta, ele meio que roncou, a mão dele pousou nas minhas costas, passou devagar, gosto do que ele faz, mas falta mais malícia e experiência, acabei dormindo, ele não fez mais que acariciar minhas costas, de manhã ele levantou, voltou do banheiro, enrolado na toalha, acendeu a luz, quando tirou a toalha, maldito cachorro, tem um pau que quase chega no joelho, mas como eu não vi ontem? Depois ele vestiu uma espécie de calção, que faz o pau dele não aparecer, esconde em vez de exibir, depois a cueca dele, sumiu, que idiota.
Na escola, voltei pelo caminho da calçada, tava com pressa de chegar, é que dá pra fazer uma bagunça à vontade.
Bebendo, dançando e fazendo as tarefas de preparar a comida pra sábado, mãe fofocando com as mulheres, risada e mais risada, me junto ao grupo, dessa vez as putarias são o assunto do dia, acabamos falando de paus e rolas, terminei dizendo que o pau do Leo quase chega no joelho dele.
Rosa .- você viu o pau do seu irmão?
Emma .- que sorte, agora já quero ver
Silvia .- assim, ou era só um sonho, vagabunda tarada?
Emilia .- eu acredito em você, não viram o pau do Braulio
Esther .- é de família, então por que o Silverio tem o pinto normal?
Delfina .- não me fala isso, o Ramiro tem só uns 8 centímetros, tô ferrada
Martha .- pois é
Efigênia .- vocês acham que alguma mulher aguenta isso? Imagino que deve ficar toda arrombada, não aberta
Teresa .- eu preciso de um assim, que me faça sentir e estique minha buceta
Silvia .- imaginam uma assim, que entre em vocês, ficam loucas
Antonia .- mas o pica-pica também se vira, sabe usar
Delfina .- o que você tá dizendo, mãe? Você dá pro pica-pica?
Antonia .- quem você acha que deu esse apelido?
Todas riem
Lucia .- então vocês exibem o pau dos seus filhos, gosto de saber, talvez eu dê pro Leo ou pro Braulio
Teresa .- vai ser atrás de mim, eu peço primeiro
Terminamos fazendo uma lista do caralho de risadas
Levamos o que já tá preparado pro chef Isidoro, que sempre faz as carnitas, barbacoa e mixiotes, enquanto os outros preparam o pulque, a lenha, todas essas coisas de homem, pra noite pensei que iam beber, mas não querem ficar zuados, só até sexta, isso o Toño comentou
Entrei no quarto pra descansar, coloquei a pijama que é um top e um short bem confortável e folgado, mas sem o calção, se o Leo for avançar não quero que ele tenha trabalho, além disso tô com tesão, faz Muito tempo sem uma pica que me coma e me arrebente.
Uma hora depois, ele chega, ouço a voz dele cumprimentando todo mundo e as risadas.
Daniel .- Que sorte você tem de ficar com a Martha.
Leo .- Por quê?
Polo .- Que rabão do caralho ela tem.
Braulio .- Me deixa seu lugar, só hoje.
Mauricio .- Ela é bem gostosa.
Julián .- Porra, você vai ficar com a mais gostosa da família.
Arturo .- Cala a boca, essa buceta é minha.
Alfonso .- Mais parece uma aranha, deve ter tudo peludo ou raspa a racha.
Leo .- Fazer o quê, sou eu que tenho a sorte.
Braulio .- Amanhã a gente vê quem tem a sorte.
O idiota teve meses pra vir e me dar pica à vontade, me detonar, arrebentar minha buceta na martelada e talvez meu cu virgem, mas o filho da puta não teve coragem.
Leo entra no quarto.
Leo .- Pô, todo mundo na sala quer arrebentar teu cu de porrada.
Martha .- E você?
Ele não respondeu, fechou o livro e deixou no banquinho, me ajeito na cama, viro de costas, mal deita e põe a mão na minha coxa, me viro, ele tira a mão.
Martha .- E então?
Leo .- O quê?
Martha .- Por que você não ligou deles falarem mal de mim, de arrebentarem minha buceta, a racha e tudo mais?
Leo .- Ok, olha, anos atrás quando fiz 15 anos, o Isidoro e o Brandon me sentaram na mesa. A única regra do dia da festa é que você pode transar com as mulheres que estiverem presentes, se elas toparem. A gente não pode ficar puto com os comentários dos outros.
Martha .- Bom saber. Já dorme, tira a anaconda, você tá todo apertado, vai se machucar se continuar fazendo isso.
É a regra mesmo, mas os homens são burros. Podendo detonar o ano inteiro, se limitam à festa. Nisso ele deita do meu lado, me abraça, e de repente sinto nas minhas costas aquele pedaço de carne. Só de sentir, me molho em segundos. Sorrio, finalmente o cachorro soltou o mastro dele.
Leo .- Acha que aguenta tudo?
Viro na hora. Não vou saber se a gente não tentar.
Leo .- Amanhã é sexta e ainda tenho que trabalhar. Tu, na escola, beleza? Amanhã a gente vê, mas vou arrebentar essa sua buceta, vou detonar ela.
Não sei se é um aviso, mas quero tudo pra mim.
A luz me acorda, o Léo já tá de pé, indo pro banheiro. Levanto, escuto um monte de barulho estranho. Esses filhos da puta tão na caça, esperando eu sair pro chuveiro pra fazer as maldades deles. Mas vou dar o gosto: saí pelada pro banho. Silêncio total. Assim que entro no banheiro, os putos gritam. Pena que vai ser só isso.
Voltei da escola pelo atalho. Isidoro e Brandon percebem, tão vindo me encontrar. Já tão bebendo, parecem bem animados.
Isidoro: — Ô, filha, cê tá crescendo bem hein.
Brandon: — Só um ano e você já ficou essa gostosa.
Martha: — Valeu.
Isidoro: — Filha, vou ser direto. Nós dois já tamo velhos pra ficar de brincadeira. Cê deixaria a gente ver seus peitos? Tão tão apetitosos, tão chamativos.
Martha: — É bem direto mesmo.
Brandon: — Se não der, sem problema, filha. Falei que ele era direto demais.
Isidoro: — Desculpa incomodar, filha.
Eles viram e começam a andar pra casa.
Martha: — Só os peitos?
Os putos viram com cara de felicidade.
Brandon: — O que você quiser, filha.
Martha: — Mas vamos mais pra dentro do mato. Tamo perto de casa, não quero causar alvoroço.
10 minutos depois, chegamos no balanço. Deixo a mochila, tiro a blusa e o sutiã. Meus peitos são grandes, brancos, com bico rosa. Sento e começo a balançar, os tios vidrados neles. Depois estico os pés e paro o balanço.
Martha: — Mais vale que me façam sentir bem.
As mãos ásperas deles massageiam meus peitos, beliscam meus bicos, me fazem torcer de prazer. As bocas sugam cada peito, parecem dois bebês tomando leite. As mãos já tão nos meus coxas, chegando na minha buceta. Levanto, mas eles não param de chupar os peitos. Desabotoo a saia, eles puxam minha calcinha pra baixo. Depois, afrouxo o cinto e a calça deles. Eles puxam os paus, lingüiças grossas com a cabeça descoberta. Prepúcio, empurro eles de leve, me ajoelho pra chupar essas picas, já tô molhada, levanto a bunda enquanto me agarro igual bezerra na teta do Brandon, deixando minha bunda pro Isidoro, que foi quem falou, merece ser o primeiro a detonar minha pussy.
Isidoro: — Filha, tá bem peludinha, depois enfia a cabeça na minha bunda, me ataca entrando tudo de uma vez só, a batida constante dos quadris dele contra os meus, senti o pau dele meio duro, ronrono enquanto continuo engolindo pica, depois de uns minutos ele goza, agora limpa a pica do Isidoro enquanto Brandon mete em mim, tá mais duro, tá maior, me fode num ritmo lento, entra, tira, espera, mete, repete, mas não adiantou nada, ele gozou.
Levanto, minha buceta escorre só uns restinhos de porra, já tão secos, mas gostei que eles se animaram a transar nessa idade.
Falo pra eles, pra não deixar sem graça, sabem que os dois falharam.
Martha: — Aliás, faltam três dias, então se precisarem da minha ajuda é só falar que com gosto.
Isidoro: — Valeu, filha, por ser tão boa com a gente.
Brandon: — Valeu, sab
Maurício: — Quem apagou tudo? Não se vê porra nenhuma.
Me sinto aliviada, ouço passos subindo a escada correndo.
Rosa gritando (mãe): — Filha, você tá melhor?
Essas palavras me fizeram recuperar o fôlego e arrumar o vestido de novo, entre as luzes da bola de discoteca que Maurício ligou, não soube quem me abraçou, chego até onde tá a mãe.
Rosa: — Filha, é melhor você ir deitar, já te vi andando sem rumo.
Emma: — É, sobrinha, já todo mundo tá feliz, pra dizer a verdade.
Dou uma última olhada, só tão os adultos, entro em casa, me seguram de novo.
Bráulio: — Que foi, priminha? A última... mas ele arrasta as palavras de tão bêbado que tá.
Estica um copo, eu bebo, aí me serve outro, eu bebo.
Bráulio: — Como é que vai no trabalho, Delfina? enquanto me abraça.
Ele nem sabe quem eu sou, me serve de novo, eu bebo de um gole.
Bráulio: — Cê tá muito gostosa, se eu fosse o Ramiro não te deixava sozinha nem um minuto.
Marta: — O que você faria comigo?
Bráulio: — O que eu não faria?
Ele me solta, mal consegue largar a garrafa no chão e o copo, se levanta mas vai de lado, eu seguro ele, me beija, a língua dele já tá dentro da minha, as mãos dele já me apalpam toda, não falo uma palavra, nisso ele se separa, tropeça, cai no chão, mas cai em cima da caminha dos cachorros, ajudo ele a levantar, mas é muito pesado, deixo ele se ajeitar, vou subir as escadas, mas o volume que sobra na calça dele me faz agachar, tiro a rola dele, é grande, maior que a... do Paco, se ele é mais novo que eu, como é possível que mal consigo segurar ela com as duas mãos, nisso ouço barulhos, é a mamãe e as tias, estão entrando, subo as escadas.
Entro no meu quarto, tranco a porta, me jogo na cama, o som do alarme ecoa na minha cabeça, vejo a hora são 8h, um banho, tenho que estar pronta às 10h, saio do quarto já arrumada, entra Delfina posso usar seu banheiro, entro direto pra tomar banho, já tá todo mundo acordado, limpo, arrumado e cheirando a limpeza, nisso chega o aniversariante, é o tio Brandon, faz 65 anos, chega toda a família, a casa é antiga é um terreno enorme mas cada um tem sua própria casa dentro desse terreno (só 3 famílias na verdade) depois os mariachis, caminhamos até a igreja pra receber as bênçãos, ao chegar tem mais família, entre abraços e conversas rápidas entramos pra ouvir a missa, já na volta os mariachis cantando, enquanto terminam de preparar a barbacoa e as carnitas, vejo que as mulheres vão pro quintal, me escondo atrás dos arbustos
Daniela .- os detalhes
Rosa .- só beberam até morrer
Efigênia .- é, só dançaram e beberam
Emília .- nada estranho, embora a Oliva e a Irene tenham sumido
Antônia .- é, vi a Delfina vomitando a noite toda
Silvia .- eu vi todas vomitando, só a Martha sumiu um pouco
Daniela .- mas e o Braulio, todas ficaram de olho arregalado
Rosa .- com uma coisa daquelas
Silvia .- pinto, chama pinto
Emília .- é, ele é bem dotado
Efigênia .- é, vai fazer as mulheres felizes
Daniela .- não vamos cuidar deles de novo, não podemos nem beber
Silvia .- não, além disso já vimos que eles só bebem que nem esponjas e ficam rodando o tempo todo
Entro em casa e encontro o Paco
Paco .- como você tá, me perdi pra caralho, acordei no banheiro, todo dolorido, acho que mijaram em mim, tava fedendo a mijo pra caralho
Eu soltei a gargalhada
Martha .- só lembro que mamãe gritou comigo e mandou eu ir dormir
Paco .- quer ver uma coisa Martha .- sim
Ela pega o celular, é da câmera do quintal, eu virei uma garrafa sem tirar a boca do bocal
Paco .- você aguenta pra caralho, olha
Depois eu começo a correr de um lado pro outro, e volto pra pegar outra garrafa, nessa no final eu já cuspo o resto, caí várias vezes.
Paco .- depois eu não te vi mais
Queria falar que ele enfiou o pau na minha boca quando eu tava no banheiro, mas é óbvio que ele não faz ideia do que eu fiz.
Mais tarde tô com o Braulio
Martha .- você gosta da Delfina, primo?
Braulio .- não, não, não, que isso
Martha .- então como explica o beijo de ontem?
Braulio .- sim, gosto pra caralho, beijei ela
Martha .- pois é, pelo menos foi o que eu vi, na real não sei
Braulio .- como assim?
Martha .- já sei seu segredo
Saí correndo, cheguei na mesa, aqueles braços me seguram de novo, lembro deles porque são cheios de pelo, é o tio Ramón, foi ele que me abraçou de noite e encostou o pau dele na minha bunda, quem diria que um velho tão tarado.
Tio Ramón (TR) .- o que foi, riquinha?
Sempre abraço ele, se não fizer isso, vão desconfiar, pulo como sempre ele me abraça, abraço ele, passo meus braços no pescoço dele, sussurro
Martha .- bem, tio, mas ontem te senti bem duro quando me abraçou
TR .- caramba, se tava tudo escuro
Martha .- nem tanto, onde me abraçou você sabia onde eu tava
TR .- vi quando você voltou pra casa meio sem pensar, te segui, mas ao passar pelas escadas consegui ver que era você, por isso o abraço
Martha .- mas que abraço, você encostou seu pau na minha bunda, e depois sua mãozinha procurando minha bucetinha
TR .- sim, passei dos limites, mas não consegui segurar a vontade de sentir seu corpo gostoso, provar como é sua bucetinha, não quis ficar na vontade
Martha .- mas se eu contar pra Teresa que você me tocou?
TR .- mereço, mas não faz isso, seu tio preferido tá pedindo
Ele faz olhar de ternura, como ele consegue, velho tarado e safado, também gostei mas não vou falar.
Ele me abaixa e a gente caminha um pouco enquanto ele me conta quando era jovem e não segurava nenhuma gostosa escapava, sou peão e caipira, sua conversa me deixa com tesão, não escondeu nenhum detalhe de como enfiava o pau no cu delas e elas choravam, pra depois gemir como cachorras no cio,
TR .- sabe que só de conversar eu fiquei duro.
Eu paro, olho o volume dele, mas ele já tá velho, sem mais pulo de novo, mas dessa vez abrindo minhas pernas pra envolver a cintura dele, já sinto o pau dele roçando na minha bucetinha, mexendo minha bunda contra o pau dele, sussurro toda excitada mas só se prometer que eu vou ser sempre a rica e mimada.
TR .- sim, você vai ser sempre minha bucetinha gostosa
Martha .- você é um velho tarado, sabia
TR .- você amansa qualquer pau, ainda mais o meu
Martha .- que coisas você fala
Ele me abaixa, a gente continua andando até chegar onde estão as lonas e as mesas, já tô molhada, sento no colo dele, quero sentir aquele pau de novo mesmo que pela roupa, TR conta como mijava no peito dele quando era Sweetie, o jeito dele contar hipnotiza todo mundo, enquanto eu rebolo minha bunda no colo dele, ele tá duro de novo, já sinto ele se enterrando nas minhas nádegas, depois
Silvia .- larga o TR, menina, não deixa ele em paz nem um minuto
TR .- não, se minha menina quer me usar de banco, deixa
Martha .- ele me quer mesmo, fala desde quando você me deixou sentar no seu colo
Uns minutos depois, ele toca meu braço, já não sinto o pau duro dele, levanto e sento no colo da Silvia
Silvia .- já chega, você é muito mimada, menina
Depois chega o pulque em barris de madeira, todo mundo bebe, depois come, dança, grita, mais pulque, depois tequila, perto das 6 da tarde
TR .- você me deixa provar sua bucetinha de novo?
Martha .- não sei, não sinto muito bem com a calcinha
TR .- tira ela
Martha .- você quer me comer?
TR .- você quer, minha menina?
Martha .- sou sua nena, e se não couber?
TR .- cabe toda, isso é certeza
Viro e a Silvia se aproxima, o olhar dela não era nada amigável
Ela não se engana com as intenções do TR, mas ela não precisa ficar toda insinuante o tempo todo, só de me ver com o
Martha .- lá vem a Silvia, me pergunta sobre a escola
TR .- como vai na escola, filha
Martha .- bem, eu gosto de dança, mas a mamãe não deixa, acha que é perda de tempo
Silvia ficou a alguns passos, escondida atrás de uma árvore
Saio de onde estava, chego perto da Silvia, o que você faz aqui sozinha, vamos Tia beber e dançar, faço ela tomar três tequilas seguidas, deixo ela com o TR, pra ele terminar de embebedar ela, não demoro muito, depois dançamos umas sete músicas, já vejo ela vermelha, já tão bebendo como se não houvesse amanhã, Braulio está com a Delfina, vou procurar a Nancy, mas uma conversa acalorada me chama atenção, TR e a esposa dele Teresa
Teresa .- já te vi seu velho safado que tá em cima da Silvia
TR .- já te falei que ela tá enchendo o saco da Richa, não deixa ela em paz
Teresa .- não acredito em você
Entro na casa dela, me espiro pela janela e pergunto pela Nancy
Teresa .- é verdade que a Silvia tá te enchendo o saco?
Martha .- não, mas ela me segue pra onde vou
Teresa .- como assim, isso não te incomoda?
Martha .- não posso falar nada, é irmã da mamãe, o que mais eu faço Tia?
Teresa .- puta velha, como se não soubesse das putarias dela, você se salvou velho de eu fazer um escândalo
TR .- te falei que ela tava sendo insuportável com a Richa
Teresa .- se ela te incomoda, fala pro seu Tio, pra ele cortar ela na hora, vou deixar vocês, Nancy saiu com o Polo, foram buscar gelo e refrigerante.
TR .- richa valeu, sua Tia já tava puta
Martha .- mas se você dá mole pra Silvia
TR .- parece homem, filha, essas conversas contigo são muito diretas
Martha .- se você quer me detonar, por que não ser direto?
TR .- já pensou onde?
Martha .- vou te dar minha bunda, minha buceta, isso fica por sua conta
TR .- eu cuido disso, bucetinha
Martha .- você decide, vou dançar
Comecei a beber, servia pra todo mundo que passava perto de mim, sem mais, depois ria de tudo, já tô mais que bêbada, vou ao banheiro, mas tá ocupado, caminho até a Casa do TR, é a casa mais longe de onde todo mundo tá, mas acho que não tá ocupada. Se tiver, é a Delfina e o Polo, tão se pegando, os gemidos dela nem esconde. Peguei na maçaneta e girei, não trancaram. Abri a porta, tão na pira que nem percebem que eu tô vendo. Fiquei um tempinho, me deixou com tesão. Saí pra achar um lugar pra mijar, não vi ninguém. Abaixei a calcinha, taparam minha boca, me puxaram pra trás das caixas d'água. É o TR e o Martín.
Arrancaram minha calcinha, não tô nem aí, comecei a mijar. Vi o Martín colocar a mão debaixo do meu jato, abaixou a calça, o pau dele já duro. Continuei mijando, mas ele me levantou, meteu assim. Não sou virgem, mas essa putaria me esquentou. O TR me beijou, beliscou meus peitos, depois baixou a parte de cima do meu vestido, enquanto o Martín me comia. Não aguentei nem dois minutos, senti o gozo dele dentro da minha buceta.
TR: — Richa, eu vou limpar você.
Vi o Martín ir embora, aí o pau do TR entrou em mim, batendo na porra do Martín.
TR: — Filha, entrei sem resistência.
Martha: — Acabaram de me comer, tô aberta, pra isso que serve minha bucetinha, pra encher de porra.
Depois de meter o pau, senti ele crescer e alargar dentro de mim.
TR: — Filha, o que tem sua buceta? Tá apertando gostoso e forte.
Martha: — É você, sinto ele grosso dentro de mim.
TR: — Que sensação você tá me dando.
Martha: — Sim. Faço uns exercícios, não, tenho 16 anos, meu corpo é muito jovem e você tá detonando minha xereca, ironizando minha expressão.
Cada estocada me faz gritar, me abre, me rasga, se adapta ao pau dele, abrindo meu útero e roçando com muito prazer minhas paredes. Aí ele cuspiu a porra, aquele calor ao entrar em contato com os fluidos. Quando tirou o pau, a porra não esperou a gravidade, escorreu pelas minhas pernas, descendo devagar.
TR: — Durei pouco, desculpa filha, você aperta muito gostoso. Vou deixar, não quero que a louca da Teresa comece a procurar e nos pegue.
Ajeitei o vestido, nem sequer... Cheguei no orgasmo, talvez tenha mais sorte na próxima, embora me deixaram toda molhada e sem terminar. Lembro que o Miguel, na primeira vez que meteu, gozou em poucos segundos. Talvez os homens sejam assim e não aguentem tanto prazer feminino. Queria saber mais, mas não sei se é uma boa ideia perguntar pra mãe. Com certeza a slut e a foxy não vão me largar, ainda mais se eu contar que os tios me deram pica. Volto pra festa, ainda me sinto muito tesuda. Vejo uma garrafa, pego ela e um refri, e volto pros tanques.
Minha mente não me deixa em paz, esse remorso me invade. Será que fiz errado em ser tão piranha? Acabei de dar minha bucetinha pra dois dos meus tios. Que porra, enquanto me sirvo no copo, tomo o gole de uma vez.
Entre as sombras das luzes e a escuridão da noite, aparece o Braulio. Essa sensação de querer montar numa pica, porque me sinto assim tão tesuda, tão oferecida. Não consigo resistir a esses impulsos.
Braulio: — O que cê tá fazendo, priminha?
Pensei numa resposta cheia de ironia e sarcasmo, mas resolvi dar uma resposta banal.
Martha: — Aqui, e você?
Ele me interrompe.
Braulio: — Te vi, com o tio Ramón e o Martin.
Martha: — É, e daí?
Braulio: — Quero a mesma coisa, ou vou falar pra minha tia que você é uma puta.
Martha: — Fechou, mas se você não me fizer gozar, começo a gritar que me estuprou. Anda logo ou vou vazar.
Tirando ele do pensamento de macho dominador e abusivo, ele responde com uma voz baixinha.
Braulio: — Já vou.
Ele tira a pica enorme, tive que tirar minha roupa sozinha. Ele coloca na minha boceta, me abre toda, mas que gostoso que eu sinto. Faz minhas pernas tremerem. Como é possível que ele me faça sentir tudo isso? Tô nas nuvens, com todo esse prazer, e o imbecil goza. Ele tira assim, sem mais nem menos. Dou um tapa na cara dele, faltou meu orgasmo.
Martha: — Você é um merda, nem me deixa gozar. Com uma pica desse tamanho e não consegue fazer direito.
Braulio: — Não aguentei.
Só 7 minutos ele durou, mas só de entrar já me deixa louca. .- vamos ter que praticar mais vezes
Braulio.- sim, prima
Martha.- disso nem uma palavra, lembra que eu sou a princesa
Braulio.- não vou falar nada, você vai me ensinar a foder
Martha.- sim, vai ser meu aluno, vamos pra festa, não queremos que perguntem onde estávamos, nisso sai Delfina e Polo, os caras se beijam na frente do Braulio
Já vou na correria fazer merda, mas me seguro, você briga e acabam as aulas, além disso quem tem melhor corpo e cara
Braulio.- você
Martha.- vamos, deixa eles se divertirem
Danço um pouco com Braulio, enquanto continuo bebendo. As melecas do TR, Martín e Braulio já estão nos meus tornozelos, logo vão chegar nos tênis, mas não ligo, já tá escuro.
Paco se aproxima, Braulio me deixa com ele
Paco.- olha esse vídeo, acabei de ver agora pouco
Martha.- já tava bêbada e você vai atrás de mim
Paco.- sim, nós dois entramos no banheiro, mas você me chupou
Martha.- não tenho certeza, mas agora tô consciente, se quiser
Paco.- eu... não
Puxo ele pra casa, ele me abraça, entramos no meu quarto, me desnudo na frente dele, ele tira a roupa sem jeito, beijo ele, deixo ele fazer o trabalho dele, me beija os peitos, depois desce pro poço, limpando o esperma dos outros, depois me penetra, tô inchada, sinto o pau dele me abrindo toda, de uma coisa tenho certeza, ele sabe o que faz, tive três orgasmos seguidos, aí ele tira da minha buceta pra meter no meu cu que é virgem, mas não consegue e troca de bunda, é tão gostoso quando sabem te levar, depois um orgasmo múltiplo, me deixou louca, só beijei ele com muito frenesi, ele tira o pau da minha buceta pra esvaziar o leite entre minhas nádegas e ânus, enquanto com o dedo espalha, cai em cima de mim, aperta meus peitos com o corpo, esse calor é tão gostoso e relaxante
Paco.- você vai me dar seu cu virgem, irmãzinha
Ele enfatiza dramaticamente com uma voz bem suave, quer romper meu cu, mas eu tento, doeu muito sem nem ter entrado.
Martha.- não tenho certeza por enquanto, mas Vou pensar.
Paco — nem uma palavra sobre isso ou me matam.
Martha — só se você repetir isso de novo.
Paco — gostosa, vou te comer gostoso da próxima vez, até deixar seus buracos todos doloridos.
Martha — vou pensar naquilo de você arrebentar meu cu, mas minha bucetinha já tá desejando que você me foda bem forte.
Ela se veste e sai do quarto, não é possível que em menos de três horas eu dei pra quatro paus, sou uma puta e gostosa mesmo.
É disso que tô falando, de novo minha mente me vence, que não é saudável transar com a família, é o que me dizem na escola, na aula de Biologia, Ética, se mamãe descobre o que vou fazer.
De novo faço coisas que não devo, minha mente me ataca de novo, com a ideia de sair só de vestido, é óbvio que vão ver meus peitos e minha bunda, quando me dou conta já tô voltando pra festa, não importa mais, vejo muitos bem alegres e bem bêbados, me aproximo da roda, tão jogando baralho, mas nem sabem o que tão fazendo, nem percebem que cartas tão descartando, nisso vejo a Silvia que caminha pra trás da casa, depois desaparece, sigo ela e ela anda até a calçada, atrás do muro,
aí a luz de um lampião ilumina, Silvia vai na direção dele, fico a uma distância segura, deixam o lampião no chão, me aproximo até ficar escondida atrás do tronco de uma árvore, consigo ouvir até a respiração.
Silvério — pensei que você não vinha.
Silvia — maldito, essa é a última vez que venho.
Silvério — sim, sim, como você diz, mas deixa eu chupar seus peitinhos. Eles me deixam louco.
Silvia — por que você gosta tanto deles?
Silvério — são os melhores que já provei.
Silvia — você viu a Martha? Ela tá meio perdida.
Silvério — não, mas ela tá nessa idade.
Silvia — eu lembro que eu tava no cio, o tempo todo.
Silvério — lembro muito bem.
Ele levanta a saia dela, puxa a calcinha pra baixo, desabotoa a calça, cuspi na mão, passa na buceta da Silvia, e depois enfia.
Só os gemidos que ela solta quebram o silêncio do lugar, aí ele tira.
Silvia — nem tenta, pelo cu não, pelo cu. Não
Eu te falei que não, começa a gemer alto feito uma puta
Silverio .- Seu velho vive se gabando que comeu uma das meninas que tava na festa, não vou falar o nome
Silvia .- filho da puta, me dá mais forte, arromba esse cu sem vergonha, maldito não consegue se contentar só com minha buceta e meu cu
Os gemidos dela parecendo uma gata ronronando, a Teresa tem razão, ela é uma puta mesmo e se faz de santinha, o Silverio tava doido por ela, mete com força brutal, os peitos balançam e depois o ar sai do cu dela, parece que tá peidando
Silverio .- quem é minha puta?
Silvia .- sou sua puta, toda sua puta
Então esses dois tão tendo a festinha particular deles, fiquei olhando, quando tão se vestindo eu aplaudi, tavam mesmo afim, deixei eles na deles
Silverio .- você me assusta, filha
Silvia .- não é o que você tá pensando
Silverio .- é sim, você gosta da pica do seu irmão
Silvia .- que vulgar você é
Martha .- quem não gosta de pica, vi a Lupita com o Pica e o Luis metendo sem parar, talvez o Martín esteja na fila
Saí de fininho feito a cobra que sou quando me atacam, não me enganei, fui pro pasto me acalmar, desse jeito vou acabar fodendo mais uns quantos, tão enfiando os feijões na Lupita mesmo, é o Martín que tá metendo na própria filha, quem sou eu pra julgar, tamos tudo doente nessa família.
Voltei pra casa meia hora depois, fui pro quarto dormir
A zoeira já chega nos meus ouvidos, tão fazendo um escândalo, já tão naquela de se pegar com as tais forcinhas, mas é divertido, posso apostar e ganhar uma grana.
Silvia .- posso falar com você, sobrinha?
Martha .- pode
Silvia .- sobre ontem
Martha .- todas nós temos necessidades, fica tranquila, minha mãe fala que se você faz com amor não é pecado, o que é puro é saudável
Silvia .- você não tá me julgando
Como eu poderia julgar se fiz a mesma coisa, pensei na minha cabeça
Martha .- não, tia, a gente vai morrer, o que a gente leva são esses momentos, aproveita, não briga com o Martín, ele faz a mesma coisa que você, deixa ele ser
Silvia .- é, você tem razão Pensei...
A gente se aproxima da roda de gritos e palmas, enquanto já vão chegando os tequilas e outros preferem o pulque. Tiram o violão pra cantar, todo mundo se junta na mesa pra comer. Nisso, bate na garrafa com uma colher: é o Brandon, o tio. Não é qualquer tio, é o que tem a última palavra.
Depois do discurso de sempre, ele termina dizendo: "Damas e senhoritas, deixem esse velho, esse ancião decrépito, comer um taco de olho". Todas as mulheres começamos a gritar. Ele quer nos ver de biquíni ou lingerie. Antes que todo mundo comece a ir embora, só três famílias ficam; o resto volta pros seus destinos.
Roupa e tabus pra fora. Os olhos de todos os homens presentes grudaram naquelas mulheres que tiraram a roupa. Uma hora depois, começam os abraços, sinal de que a festa acabou. Entro em casa, o Paco tá arrumando a mala. Esqueço que ele trabalha na cidade e vai com o Antonio, que vai deixar ele no apartamento.
Paco: — Você é demais, Martha. Valeu por ser tão carinhosa.
Martha: — Te amo, irmão. Se cuida muito.
Paco: — Também te amo, irmãzinha. Cuida dessa buceta pra não encher de bebê.
Martha: — É, não quero ficar barriguda.
Ele sai de casa. Só ficamos eu e a mamãe. Mamãe largou o Luis Crescencio há anos — ele é meu pai, mas nem vi ele em mais de 10 anos. Ele foi embora quando eu tinha só 6 anos.
Uma semana depois, encontrei o Martín na cidade. Cumprimentei ele, fiquei um tempinho batendo papo, mas enquanto pensava em jogar minha calcinha pra ele, chegou o Andrés, um amigo do Martín. Ele me apresentou, depois disse que a gente se via em casa, que ia resolver uns trampos.
Chegou o Miguel pra perguntar se a gente volta. Só respondi que não. Não é a primeira vez que ele me pede pra voltar. Não é que ele me traiu, é com quem: minha melhor amiga de infância, que eu tinha e tive até uns meses atrás, mas agora não falo mais com ela.
Mandei uma mensagem pro Braulio, mas ele nem respondeu. Quero pensar. Pego o caminho da trilha. Botar minhas ideias no lugar, ou melhor, minha tesão. Tento falar com a mamãe sobre sexo, mas ela foge do assunto. Talvez eu esteja doente, as ideias de transar me atacam toda hora. Chego em casa, tiro a calcinha, minha buceta tá cheia de pelo, abro minha fenda e me dedilho até irritar os lábios vaginais.
O tempo passa tão rápido que num piscar de olhos se foram três meses. Só o mais interessante é que eu me masturbo quase todo dia. Outra coisa que comecei a fazer é puxar a calcinha pra ela roçar e se enfiar na minha buceta e no meio das minhas nádegas. Virou hábito fazer isso antes de sair de casa pra escola. Já tô com uma puta vontade de montar numa boa rola.
Mas como eu disse, tem mais três famílias. Mamãe quase sempre fica com a Silvia e o Silverio, os irmãos dela. Tudo volta pra aquela vida chata e monótona. Aos sábados, a gente toma café junto: Silverio e a esposa dele, Esther, os filhos deles, Nayeli e Erik; Silvia, o marido Martín, e as filhas deles, Lupe, Ana e Jessica; Rosa e os filhos dela, Paco, Leo e eu, a servidora de vocês, Martha.
Uns dias atrás, o Paco me deu o maior cortão e humilhação da minha vida. Falei pra ele se a gente não transava, que eu tava muito excitada. Ele só me humilhou e me destruiu moralmente, me chamando de puta da família e que eu parecia uma cadela no cio.
O Paco não comentou nada nesses dois meses. A gente conversa e tudo, mas mais pra mamãe não descobrir do que por qualquer outra coisa. O Martín também não falou nada. A Silvia não larga ele nem um segundo, deve querer pegar ele com alguém pra armar a maior confusão. Ela adora ser contra tudo, por isso apelidamos ela de "A Contreras".
Depois de fazer a lição de casa, vou pro balanço que a gente tem na árvore. Normalmente, adoro esse lugar. Fica longe das casas, lá no topo do morro. A vista é excepcional, te dá aquela paz que eu gosto. Quase ninguém vem por ser tão afastado, nada que uma caminhada de 20 minutos não resolva. Essa é a grande vantagem da nossa propriedade. Mas a cidade fica a 20 minutos de carro, isso sim é um problema, mas pela trilha 15 minutos a passo de tartaruga.
Voltando ao assunto, naquele dia fui até a árvore, a putaria interna me consome, tô sempre molhada na minha bucetinha, sempre no fogo, pronta pra levar pica, me sentir preenchida, mas como o Paco disse, sou uma puta no cio, ser mãe nessa idade não quero, mesmo que algumas amigas tenham dito que querem um bebê, cada uma com sua buceta e seu corpo.
Vou chegando com meus pensamentos, vejo o Paco e a Mamãe, paro atrás de uma árvore mas não escuto o que eles dizem, ando devagar até chegar a uns metros deles, mesmo assim, não dá pra ouvir, tem outra árvore perto deles, nisso eles viram e eu corro até a árvore.
Escuto
Mamãe – já te falei que não
Paco – é minha decisão, não a sua
Mamãe – não, é não
Paco – é meu pai
Mamãe – mas ele foi embora
Paco – querendo ou não, vou passar uns dias com ele
Mamãe – se já tá planejado, pra que me contar?
Depois o Paco abraça a mamãe, que já tá chorando, aí eles seguem pela trilha mais calmos, e ele dá um tapão enorme na bunda da mamãe, mas ela continua andando como se nada. Espero uns dez minutos, decido voltar, mas na primeira curva vejo eles de novo, andando devagar, nem percebem que tô perto, mas fico pensativa ao ver a mão do Paco dentro da calça da mamãe, ele tá tocando a boceta dela ou o cu, quando chego mais perto ele tá amassando a bunda dela, me deixa toda molhada, o filho da puta me chamou de puta no cio e ele o que é?
Me virei e fui pro balanço, passei a tarde lá. Já é hora de voltar enquanto pego a trilha pro caminho e desvio pela vereda, não espero ver eles de novo. No caminho, chego em casa, o Paco tá fazendo as malas, mas é sábado, a mamãe tá triste, mas quando me vê sorri sem graça, mas os olhos não mentem, ela sabe que tá perdendo ele pro cara que largou ela por outra.
Nos despedimos, a mamãe não aguenta e sobe pro quarto, de noite eu toco. A porta dela levou o jantar pra ela, um café com cum e usa a palavra: buceta de chocolate, abre a porta, me deito do lado dela enquanto ela janta.
Não teve palavras, mas também não aquele silêncio desconfortável, abracei ela. De noite, ouvimos barulhos, quem pode ser? Descemos correndo pra descobrir que é o Leo, sim, o outro filho da mãe, que praticamente mora com a minha avó. A escola que ele escolheu fica meio longe pra usar transporte público, mas tem várias malas do lado dele.
Mãe: – Tudo bem?
Leo: – Sim, a avó vai se mudar pra outra cidade. O mais perto da escola é aqui, mas a avó me comprou uma moto e com ela fica fácil me locomover.
Marta: – Você tem uma moto?
Mãe: – Bem-vindo de volta pra casa.
Leo: – Valeu, e o Paco?
Mãe: – De qualquer jeito você vai ficar sabendo. Ele foi pra casa do seu pai, morar com ele. Pelo que ele diz, quer conhecer o pai.
Leo: – Paco sempre foi assim, não esquenta. Você tem a Marta e eu já voltei.
A gente caiu na risada.
Mãe: – Por que você não foi na festa?
Leo: – Sim, olha só.
Ele tira uns papéis: Reconhecimento de melhor aluno de eletrônica da escola. Consegui um emprego na fábrica da Samsung, então tive que aproveitar os dias livres com a avó. Já sabia da mudança dela, termina dizendo.
Marta: – Você tem emprego?
Leo: – Sim.
Mãe: – Que bom, filho.
Depois da longa e interessante conversa, fomos dormir.
Depilando a buceta, porque a escola quer que eu participe com as líderes de torcida. Mas não tenho outra escolha, preciso de uma matéria extracurricular. Me deram o uniforme, o short é muito justo. Quando coloquei, toda a moita de pelos apareceu, mesmo com a lycra.
Professora: – Marta, isso é desconfortável, mas dá pra ver os pelos pubianos. Ou você usa uma calcinha mais grossa ou depila.
Cheguei em casa, uma calcinha resolve, mas quando coloco o short apertado, as costuras e os elásticos aparecem.
Pus mãos à obra, fui pro banheiro, a máquina de barbear do Paco. Tirei cada pelo da minha xereca. Adoro como ficou. Sinto, a pele macia, lisinha, dá pra ver onde começa minha buceta e onde fica minha bunda, depois meu cu, foi um desafio deixar tudo bonito e raspado.
Depois creme, óleo de Sweetie e talco, coloquei o shorts e meus lábios vaginais marcam, mas é o que a professora quer.
Já no treino, percebo que todas estão com o pé de camelo aparecendo, umas duas semanas depois desfilamos pelas ruas da cidade, mostrando minha xereca pra todo mundo que foi no desfile.
Já faz quase três meses, tudo é chato, não tem nada interessante ou uma travessura, até esqueci que tenho uma buceta e peitos de tão normal que é viver o dia a dia.
Miguel quer que eu volte com ele, mas me dá preguiça. Sexta-feira saio da escola enquanto converso com minhas amigas, o Leo passa na moto, faço sinal pra ele, ele para uns metros na frente.
Leo .- vai pra casa?
Martha .- sim
Subo, ele dirige em alta velocidade, a saia levanta deixando minhas pernas à mostra, quem passa dá aquela olhada.
Chegamos, ele desce rápido, pega a mochila
Leo .- até mais, maninha, tô atrasado pro trampo, sai correndo
Cheguei antes, o transporte me deixa no pé da estrada e daí caminho uns dois quilômetros até entrar em casa, não tem ninguém.
Tomo banho, saio pelada até o quarto, me olho no espelho, meus peitos cresceram mais, quando coloco o sutiã fica muito apertado, igual minha calcinha, percebo que meu corpo mudou drasticamente de forma, meu pelo tá crescendo de novo, minha pele branca já não aparece tão fácil mas ainda é curta, meu rosto mudou, não tenho mais traços de menina, pego o celular, olho as fotos da festa de 9 meses atrás, meu rosto mudou, meu corpo também, me vejo mais alta, nunca vi minha cintura tão fina, quando tudo isso aconteceu e eu não percebi.
Preciso trocar de roupa, mas não me incomoda usar a que tenho, vai estar apertada, mas adoro que a calcinha enfia entre minhas nádegas e a racha da minha ppk, me visto, depois vou ver sites de compras, vejo roupas que Gostosa, um vestido preto colado igual ao da Mortícia da série, ficaria fantástico em mim, e depois umas tangas bem safadas, que usaria sem problema nenhum.
Será que foi ter transado com 4 caras diferentes que causou essa mudança radical? Os outros não perceberam, as dúvidas me atacam. Me visto, desço pra cozinha e preparo o almoço.
Mãe: – Já tá em casa?
Marta: – Sim.
Mãe: – Sabe do Paco? Falou com ele?
Marta: – Não, nem uma mensagem pelo menos.
Mãe: – Nada?
Marta: – O que você sente falta no Paco?
Mãe: – É meu filho, eu o tinha todo fim de semana.
Marta: – As mãos dele também.
Responde sem perceber a pergunta que acabei de soltar.
Mãe: – Sim, os dedos.
Marta: – Os dedos dele são gostosos na sua buceta ou no seu cu?
Mãe: – Os dois.
Cinco minutos depois, ela percebe o que acabou de confessar.
Tenta a todo custo justificar a resposta, mas já é tarde demais.
Sentamos pra comer, conversamos sobre tudo e nada.
Antes de levantar da mesa:
Mãe: – Outra coisa, amanhã vamos fazer compras. Você precisa de roupa, a que tem já deve estar pequena ou muito apertada, igual a esse short que você tá usando, que estica até o limite.
Marta: – Mas não fica bem sexy?
Ela ri.
Mãe: – Filha, já tive sua idade. Com certeza você adora sentir a calcinha enfiada na buceta e na racha das nádegas. Não vou tirar sua roupa até você decidir.
Marta: – Você sente falta de sexo?
Mãe: – Você já tá nessa idade.
Marta: – Não quero a tal conversa. Tô falando porque vou fazer 17 anos e não te vi sair com nenhum homem desde então.
Murmura: – Paco não conta.
Marta: – O quê? Ouvi bem.
Mãe: – Essa conversa não é pra você. Com quem eu durmo ou não é problema meu.
Marta: – Não fica brava. Só que eu nunca vou te julgar se você quiser ter um namorado ou um amigo, ou um filho pro sexo. Além de ser linda, gostosa e ter um corpaço.
Mãe: – Então minha filha vai me dar permissão? Como assim? O quê?
Marta: – Você não precisa, mas quero te ver feliz e animada pra acordar de manhã.
Mãe: – Eu sei que tô com... minha tristeza, mas é porque o Paco se esqueceu dessa família
Martha .- você quer dizer de você
Mãe .- do que você tá falando, menina
Martha .- quando quiser conversar, sabe onde estou, e pode contar comigo pra te ouvir
Mãe .- você me assusta, mas com certeza sabe de alguma coisa pra insinuar, amanhã te acordo pra me acompanhar fazer exercício, mas por agora vamos deixar esse assunto de lado
Mãe tem razão, a calcinha fica enfiada na minha buceta e nas nádegas, sinto uma pressão muito gostosa contra minha vulva e meu cu
Os sons da porta são da mãe batendo com tudo, levanto meu short, camiseta, tênis, vamos correr.
Começamos caminhando, depois fazemos exercícios de aquecimento antes de trotar e correr, mas a calcinha já tá apertando a cada passo que dou, chegamos na planície, a parte alta que o avô nivelou do morro pra acampar.
Mãe .- que calor que faz
Ela tira o moletom e a calça, fica de top e uma legging, a mãe é mais que gostosa, caralho, que corpaço ela tem, como se ouvisse meu pensamento, ela gira no eixo levantando as mãos pro céu mostrando os peitos
Mãe .- sim, tô precisando de sexo e muito, cê acha que esse corpo não é capaz de atrair os homens? Mas o problema é que cidade pequena é inferno grande, na hora que eu der a bunda pra um deles, vou virar a puta da cidade, todo mundo por mágica vai falar que me comeram. Pra você que vai pra cidade pra escola, não vai gostar que falem de mim, vai dar muita treta. Quando sua avó me explicou isso, eu não entendi, não conseguia captar até agora. Não é o melhor exemplo, se eu quero sexo e muito, mas com certeza você tá assim, toda excitada, ainda mais quando o Miguel te comeu uma vez e depois foi embora com a outra, mas dentro disso, seu maior acerto foi não ter feito com outro por despeito, essa decisão acaba com sua reputação, dessa vez você ficou limpa, na próxima não vão te chamar de puta e vagabunda, isso aconteceu com sua avó, quando seu avô foi embora com outra, ela se vingou dando pra uns caras da cidade, dois dias depois todo mundo sabia que Dois caras da cidade pegaram ela, por isso sua avó foi embora, a gente mora aqui longe deles, eles são uns atrasados e medrosos.
Ela me abraça.
Marta .- mas é que eu vi
Ela me interrompe.
Mãe .- acredito em você, mas você ainda não tá pronta pra encarar os segredos e as perversões da família.
Marta .- eu vi
Mãe .- que o Silverio e a Silvia, que o Martín e a Lupe, o indiscreto Polo com a Delfina, que a gente se pega entre a família, me fala uma coisa que eu não saiba.
Marta .- você sabe de tudo isso
Mãe .- não seja ingênua, mas sei algumas coisas
Marta .- não entendo, se você sabe
Mãe .- não sei se é certo ou errado, o que eu sei é que o Martín nunca vai abrir a boca, o Silverio e os outros também não, uma regra não escrita é não falar nada sobre sexo.
Ela sorri, boba, vamos fazer exercício, voltamos pra casa trotando e suando pra caralho, um banho e prontas pra fazer compras, viajamos pra cidade, onde ela me deixou escolher a roupa que eu quis.
Chegou meu aniversário, bolo, festa com os mesmos de sempre, apesar de tudo me diverti pra caramba, ainda mais pelo presente da mãe, uma máquina de depilar, com um bilhete: para de usar a máquina do Paco, já limpei ela, e uma calcinha muito pervertida e sexy com outro bilhete: válido pra fazer uma pergunta ou uma ação.
Antes de ir dormir, entrei no quarto da mãe, que tava se trocando, dei um tapa enorme na bunda dela, com força.
Mãe .- que isso
Mostro o bilhete, ela ri.
Marta .- quero te ver pelada
Mãe .- tira por último a camisola dela
Fiquei olhando aquele corpo gostoso, abraço ela.
Mãe .- vai, tira a roupa também
Assim eu faço, minha mãe me abraça, os peitos dela encostam nos meus, ela envolve minha cintura com os braços, apoio minha cabeça no ombro dela.
Começamos a dar passinhos como se estivéssemos dançando, levanto o olhar e os olhos da mãe se fixam nos meus, aí acontece o que nunca pensei que fosse rolar, os lábios dela se juntam aos meus, fecho os olhos e me deixo levar, depois de uns beijos apaixonados, minha mãe me solta.
Mãe .- vai dormir, neném
Decepcionada, pensei que assim era, vou sair do quarto dela
Mãe .- aonde você vai
Marta .- dormir
Mãe .- sim, mas na minha cama
Eu me deito, mas não pensei que mãe fosse abrir minhas pernas e se deitar em cima de mim, pra continuar com os beijos, logo seu dedo já está na minha buceta entrando e saindo, uma mordida no mamilo me arranca um grito, ela chupa meus peitos com tanta força que me faz torcer de prazer, avança devagar até chegar no meu poço, lambe, chupa, depois um dedo no meu cu
Mãe .- então o pequenino é virgem, enquanto a boca e a língua dela lambem
Ela me deixa cheia de prazer, mãe tá tentando enfiar a língua no meu cu, só de estar molhada já me faz bufar de tesão, aí a língua dela entra, acabou de passar a linha abrindo meu esfíncter, depois enfia dois dedos, deixa eles lá, enquanto come minha buceta de novo, vai pros meus peitos, depois pras minhas orelhas, pra terminar na minha boca, aquele gosto de cu tá na língua dela, é nojento mas muito gostoso e safado, ela para, se ajeita pra esfregar a buceta dela na minha, esfrega com força uma vez e outra, outra vez. Até gozar junto com ela.
Mãe .- gostou do que eu fiz com você? Na próxima quero que você faça o mesmo comigo, me fazer sentir amada
Ela me abraça por trás, os peitos dela batem nas minhas costas enquanto estica e belisca meus mamilos e continua cutucando minha buceta
Marta .- você é a melhor
Mãe .- você me lisonjeia
Eu dormi profundamente, acordei com um beijo
Chegou dezembro com o frio terrível que faz, ainda não devolvi o favor pra mãe, mas nossa comunicação aumentou consideravelmente, as palmadas e os agarramentos na buceta também.
Mãe queria organizar o jantar, mas os irmãos dela já têm planos, assim como o Leo que ia visitar a avó, ficamos só nós duas.
A cara dela, mas eu disse que depois do jantar a gente podia dormir juntas.
No dia 24 fomos à missa no povoado, os olhares de várias pessoas não demoram a aparecer, últimos detalhes chegamos em casa, mas andando, pela trilha, tá muito escuro mas sabemos de cor o caminho, o frio penetra nos ossos, a gente conversa sobre aqueles dias em que a família se reúne e agora deu pra gente ficar sozinha
Martha – imagina se eu tivesse um namorado, eu ia com ele nesse dia
Mãe – pois é, ou imagina que você não tem namorado e eu tenho, ele me convida pra sair
Martha – que cruel ter muita família e ficar sozinhas
Vamos acender a lareira, esquentar a janta, música de Natal, bebida, a gente dança um pouco antes de sentar na mesa pra comer, enquanto a mãe decide ligar a TV, o calor da lareira já esquentou a casa, depois de comer a gente vai pra sala, enquanto as rodadas de tequila não param de rolar.
Mãe – é tudo pra mim, vou dormir
Martha – fico com você
Mãe – sim, não quero ficar sozinha essa noite
Trancamos as três entradas da casa, acendemos as luzes do terreno todo, ao entrar no quarto a mãe ativa o trinco da porta, nunca faz isso, mas vejo ela meio tensa, me despiro e pulo na cama
Mãe – anos atrás invadiram a casa, se entrarem você me segue sem falar, sem dizer uma palavra, temos um quarto de pânico, tô com um mau pressentimento, não te falei nada mas uma câmera me alertou nos tanques, não tem mais ninguém além da gente
Ela me mostra o vídeo, uns 6 caras vestidos de preto, espero que meus irmãos tenham trancado as casas deles, e como ela esperava, eles chegam na casa, estão na entrada principal, quebram o vidro da porta
Invasor – tá cheirando a comida e tá quente, com certeza tão aqui
Enquanto a gente levanta e vai pro quarto de pânico, tem comida, cama, câmeras e armas, fechamos
Mãe – quer ver uma coisa?
Martha – sim
Quando apertar esse botão, tudo vai apagar, vai tocar o alarme, o barulho é tão forte que vai estourar os tímpanos deles, assim a gente descobre quem veio nos visitar essa noite.
Ela aperta, pela câmera a gente vê eles tentando em vão tampar os ouvidos, saem correndo, é tão escandaloso que a gente vê eles caírem no chão
Mãe – vamos dormir, já tamos seguras
Beijei a mãe Tirei a roupa dela, ela não me parou, só se deixou seduzir, enquanto chupo os mamilos dela e mordisco, minha mão já enfia na gruta dela, a buceta dela tá raspada, lambi o clitóris dela e depois fui pro poço dela.
Mãe .- minha filha, quero sentir sua bucetinha roçando na minha.
Me ajeito e começo a me esfregar na mãe, a respiração dela acelera, os gemidos dela me deixam louca, aí sinto os jatos dela molhando minha xereca, deito do lado dela.
Mãe .- obrigada, love, depois te ensino mais truques pra quando você estiver com as mulheres, mas gostei da sua iniciativa.
Martha .- você não tá 100%?
Mãe .- não, Sweetie, é que roubaram a noite em que eu ia te comer toda, amanhã a casa vai estar cheia com certeza, não vou poder aproveitar você.
Martha .- você vai me comer toda?
Mãe .- sim, toda, meu love, até aquele bumbum virgem e empinado.
Martha .- se me comer de uma vez, já tô muito tesuda.
Mãe .- não, olha a câmera, já tão destruindo os megafones.
Martha .- malditos, vamos sair pra atirar.
Mãe .- claro que podemos, mas sabe, não quero matar ninguém em 24 horas.
Martha .- vamos ver no que dá.
Durante uma hora, vemos eles destruírem tudo na frente, as chamadas pra polícia foram em vão, é compreensível, eles também querem ficar com as famílias, depois foram embora, ficamos até o sol nascer, foram alguns estragos menores, fomos na cidade registrar uma queixa por tentativa de homicídio, depois de algumas horas saímos do local, entregamos os vídeos, um deles solta: "essa tatuagem é do Raban, acabei de ver ele no parque, falei com ele mas ele nem me ouviu".
Mãe .- é ele, esqueci de comentar que ligamos a sirene pra ensurdecer.
Vários se levantaram na correria atrás deles.
O comandante fica e solta: "é meu sobrinho, o Raban".
Mãe .- não vai fazer nada?
Comandante .- ele é inocente até provarem o contrário, deixa eu te dizer que uma acusação falsa dá cadeia.
Mãe .- fala isso pro Ramón e pro Brandon.
Comandante .- não, melhor resolvermos isso de uma vez.
Entraram com 6 caras. Comandante — Onde vocês estiveram ontem?
Raban — O quê? Não te escuto, tô com um zumbido no ouvido.
Comandante — Mostra os vídeos pra ele e a tatuagem.
Raban — A gente só queria diversão.
Mamãe — Entrar na minha casa e fazer uma destruição dessa.
Raban — Foi o Topo, ele me disse que só tinha três pessoas, e um cofre cheio de grana numa das casas.
Comandante — Tem uma denúncia por tentativa de homicídio. Não posso te salvar dessa se você não der mais informações.
Chico — O Topo é amigo do Erik. Num boteco ele soltou que tem um cofre com dinheiro, a gente se empolgou. Ele disse que metade da grana era nossa, dinheiro fácil, três pessoas, duas mulheres e um homem, entrada sem segurança.
Mamãe — Você me deve a vida. A gente ia atirar em vocês quando viu vocês entrando.
Raban — Isso é assassinato.
Comandante — Não, imbecil, é legítima defesa. Ela tem todo direito de proteger a vida dela se tiver em perigo. E claramente tava em perigo.
Meia hora depois, chegam com o Topo. Ele começou a chorar que nem criança.
Mamãe — Se a gente soltar vocês, que garantia a gente tem que vocês não vão voltar pra terminar o serviço? Acabar com a nossa vida?
Comandante — Vou processar vocês por tentativa de homicídio. Arranjem um advogado, mas com as provas e os depoimentos de vocês, são culpados.
Topo — Tô desesperado, não tenho emprego, ninguém me dá chance. Não consigo nem pagar a luz de casa, minha patroa tá muito doente.
Mamãe — Emprego? Eu dou um, sim. Mais que isso: todos vocês vão trabalhar no rancho. Sempre tem muito serviço. Mas vou marcar vocês como gado, que são meus a partir de hoje. Vocês vão ter salário, mas vão obedecer tudo que eu mandar. Tudo.
Comandante — Já tem a saída. É isso ou no mínimo 20 anos na cadeia.
Assim, levamos os 7 pro rancho, que não fica na cidade. Deixei eles longe, amarrados e vigiados, numa área no meio dos morros e montanhas.
Mamãe se levanta, dá 5 mil pra cada um. Eles vão curtir o fim de ano, e em janeiro ela leva eles pra nova casa.
Mamãe — Galera. Aproveitem essa oportunidade. Se até 3 de janeiro vocês não estiverem aqui na delegacia, vou seguir com a denúncia.
Topo .- Serei seu mais fiel e leal servidor, patroa.
Voltamos pra casa. É, eles fizeram uma bagunça danada, mas na hora certa os caras chegaram, começaram a recolher e consertar o que dava. Fiquei surpresa.
Mãe .- Vamos preparar comida e uma cerveja pra eles.
Martha .- Melhor ter eles como aliados do que como inimigos.
Mãe .- É.
Me aproximei e falei que a comida já tava pronta. Eles ficaram surpresos, mas aceitaram. Depois de comer e varrer.
Caras .- Patroa, já terminamos. Vamos pra casa. Quer que a gente volte amanhã pra fazer mais alguma coisa?
Mãe .- Espero vocês no dia 31. Tragam suas famílias pra ceia. Vamos dançar, beber e confraternizar.
Topo .- Posso trazer minha mãe?
Mãe .- Pode, irmã, tia, sobrinha. Mas me confirmem pra saber quanto preparar de comida.
Os outros mudaram de cara. Sim, patroa, a gente vem ajudar também.
Martha .- Por que as famílias?
Mãe .- Assim a gente sabe quem são. Se fizerem alguma merda, a gente sabe onde cobrar.
Chegaram os irmãos da mãe. Ela colocou todo mundo a par. Quem mais levou bronca foi o Erik, por falar do cofre. Chegou o dia 30. A mãe tava na cozinha quando diz: "Tem visita". Saímos.
Topo .- Minha mãe disse que a gente tem que ajudar. Ela também quis vir.
Outro cara .- Minha família também quer ajudar.
Mãe .- Vamos nos organizar.
Uma hora depois, todo mundo já tinha suas tarefas. No fim da tarde, já tava tudo preparado, só faltava cozinhar cedo no dia seguinte. Mesas, lonas, cadeiras, refrigerante, bebida, música. À noite, já tava todo mundo arrumado. A mãe do Topo pediu pra falar.
Mãe do Topo .- Obrigada, dona Rosa, pela oportunidade com nossos filhos. A gente já sabe o que eles fizeram. Tamos envergonhados e arrependidos pelos atos deles. Obrigada.
Assim, uma por uma, foram pedindo desculpas, e os caras também.
Mãe .- Vamos aproveitar a comida sagrada e nos divertir.
Não comi ninguém naquela noite, mas dancei até não poder mais. Amanhecemos rindo e bebendo. Já era tarde do dia seguinte. Antes de ir embora, passaram pra lavar, limpar tudo, faziam tudo com um sorriso e felicidade. Eu ouvi eles dizerem: "Já temos trabalho, vou ter dinheiro pra dar o sustento pra mamãe, no final das contas não foi tão ruim pra gente". Outro falou: "Sabe que o rancho fica no meio do nada, Raban? Já viu quanto vão nos oferecer? Meu tio me mostrou o contrato, com esse dinheiro a mamãe não vai faltar nada". Outro perguntou: "Quanto é?". Raban respondeu: "20 mil por mês". Eles gritaram, mas disseram: "Temos que ganhar esse dinheiro trabalhando muito duro".
No dia 3, chegamos no escritório, as malas de roupa deles estavam lá, junto com as famílias. Uma caminhonete veio buscá-los.
Mamãe: "Quando chegarem, vão dar a roupa adequada pra vocês, pro trabalho. Esse é o primeiro pagamento de vocês, pra ficarem motivados." Quando viram os envelopes, 25 mil pesos, o mais emocionante foi que cada um deu os envelopes pras suas mães.
Comandante: "Obrigado, Rosa, por dar essa oportunidade a eles, por torná-los homens direitos."
Voltamos pra casa.
Mamãe: "Vi que você dançou com os meninos, tava rindo."
Marta: "As circunstâncias..."
Mamãe: "Já tá na hora de você saber um pouco mais sobre essa família."
Marta: "Sim, tô ouvindo."
Mamãe me contou coisas que são óbvias, tipo sobre ter sexo entre família, que é assim de onde eles vêm, que a gente se instalou aqui, mas o norte sempre é nosso lar.
Depois que meu pai largou minha mãe, ela começou dizendo: "Rosa, combinamos de fazer a mamãe feliz." No fim, a gente acabou transando com ela, mostrando o quanto ela é importante. Não só meus irmãos, cunhados, tios, primos, sobrinhos... Mamãe, naquele momento mais vulnerável, aceitou manter e transar com qualquer um que pedisse.
Mas foi difícil no começo por causa desse tabu que existe, por causa da ideologia de que incesto é errado. Mas no final, todo mundo aceitou que a gente gosta dessa realidade. Se você gosta de um primo ou tio, pode chegar junto, ou vice-versa. Pode soar degenerado, mas eu, pessoalmente, gosto de realizar fantasias que você nunca realizaria.
Marta: "Todo mundo sabe?"
Mamãe: "Sim, todo mundo sabe. Só que eles gostam de fingir e ser exagerados, até... As brigas que você vê, terminam em sexo louco
Passaram-se os dias, entre a rotina e as sessões de sexo com a mamãe, um dia pedi pra ela arrombar meu cu, mas ela disse que é melhor um pedaço de carne quente do que um pedaço de metal frio. Mas ela não parava de enfiar até dois dedos no meu cu.
Chegou a festa do Tio Brandon, a família chegou na quarta-feira, mais do que da outra vez, alguns primos e primas casaram, a casa cheia de convidados, Braulio mais forte e alto, mas quando me viu sorriu, me abraçou forte, sussurrou que gostosa você tá, priminha, shortinho baixinho, cheinho mas com aquele carisma, Delfina casada com Ramiro, entre outros tantos, Leo acabou ficando no meu quarto, naquela noite, porque o quarto dele estava ocupado pelas visitas.
Leo .- Sinto que tô invadindo sua privacidade, vou pra um hotel esses dias
Martha .- Se fizer isso, vou parar de falar com você
Leo .- Só tava falando
Tirei a roupa, fiquei de sutiã e calcinha, nisso
Leo .- Quer que eu saia?
Martha .- Você é mais velho que eu, por um ano, calma
Ele ficou parado
Martha .- Vem, Leo, deita
Abri um espaço na cama pra ele, tira a roupa, ele se despe, o corpo dele não é atlético mas é bem gostoso, virei de costas pra ele, um arrepio me acorda, é a mão de Leo passando pela minha perna até minha bunda, que tímido, ele tenta me tocar sem me acordar, será que eu tô pensando em comer meu outro irmão? Que puta e tarada eu tô só de pensar nisso.
A mão dele continua mas não passa daquele lugar, preciso ajudar mas sem assustá-lo, virei pra ele e abracei, com isso o cobertor ficou de lado, me deixando descoberta, ele meio que roncou, a mão dele pousou nas minhas costas, passou devagar, gosto do que ele faz, mas falta mais malícia e experiência, acabei dormindo, ele não fez mais que acariciar minhas costas, de manhã ele levantou, voltou do banheiro, enrolado na toalha, acendeu a luz, quando tirou a toalha, maldito cachorro, tem um pau que quase chega no joelho, mas como eu não vi ontem? Depois ele vestiu uma espécie de calção, que faz o pau dele não aparecer, esconde em vez de exibir, depois a cueca dele, sumiu, que idiota.
Na escola, voltei pelo caminho da calçada, tava com pressa de chegar, é que dá pra fazer uma bagunça à vontade.
Bebendo, dançando e fazendo as tarefas de preparar a comida pra sábado, mãe fofocando com as mulheres, risada e mais risada, me junto ao grupo, dessa vez as putarias são o assunto do dia, acabamos falando de paus e rolas, terminei dizendo que o pau do Leo quase chega no joelho dele.
Rosa .- você viu o pau do seu irmão?
Emma .- que sorte, agora já quero ver
Silvia .- assim, ou era só um sonho, vagabunda tarada?
Emilia .- eu acredito em você, não viram o pau do Braulio
Esther .- é de família, então por que o Silverio tem o pinto normal?
Delfina .- não me fala isso, o Ramiro tem só uns 8 centímetros, tô ferrada
Martha .- pois é
Efigênia .- vocês acham que alguma mulher aguenta isso? Imagino que deve ficar toda arrombada, não aberta
Teresa .- eu preciso de um assim, que me faça sentir e estique minha buceta
Silvia .- imaginam uma assim, que entre em vocês, ficam loucas
Antonia .- mas o pica-pica também se vira, sabe usar
Delfina .- o que você tá dizendo, mãe? Você dá pro pica-pica?
Antonia .- quem você acha que deu esse apelido?
Todas riem
Lucia .- então vocês exibem o pau dos seus filhos, gosto de saber, talvez eu dê pro Leo ou pro Braulio
Teresa .- vai ser atrás de mim, eu peço primeiro
Terminamos fazendo uma lista do caralho de risadas
Levamos o que já tá preparado pro chef Isidoro, que sempre faz as carnitas, barbacoa e mixiotes, enquanto os outros preparam o pulque, a lenha, todas essas coisas de homem, pra noite pensei que iam beber, mas não querem ficar zuados, só até sexta, isso o Toño comentou
Entrei no quarto pra descansar, coloquei a pijama que é um top e um short bem confortável e folgado, mas sem o calção, se o Leo for avançar não quero que ele tenha trabalho, além disso tô com tesão, faz Muito tempo sem uma pica que me coma e me arrebente.
Uma hora depois, ele chega, ouço a voz dele cumprimentando todo mundo e as risadas.
Daniel .- Que sorte você tem de ficar com a Martha.
Leo .- Por quê?
Polo .- Que rabão do caralho ela tem.
Braulio .- Me deixa seu lugar, só hoje.
Mauricio .- Ela é bem gostosa.
Julián .- Porra, você vai ficar com a mais gostosa da família.
Arturo .- Cala a boca, essa buceta é minha.
Alfonso .- Mais parece uma aranha, deve ter tudo peludo ou raspa a racha.
Leo .- Fazer o quê, sou eu que tenho a sorte.
Braulio .- Amanhã a gente vê quem tem a sorte.
O idiota teve meses pra vir e me dar pica à vontade, me detonar, arrebentar minha buceta na martelada e talvez meu cu virgem, mas o filho da puta não teve coragem.
Leo entra no quarto.
Leo .- Pô, todo mundo na sala quer arrebentar teu cu de porrada.
Martha .- E você?
Ele não respondeu, fechou o livro e deixou no banquinho, me ajeito na cama, viro de costas, mal deita e põe a mão na minha coxa, me viro, ele tira a mão.
Martha .- E então?
Leo .- O quê?
Martha .- Por que você não ligou deles falarem mal de mim, de arrebentarem minha buceta, a racha e tudo mais?
Leo .- Ok, olha, anos atrás quando fiz 15 anos, o Isidoro e o Brandon me sentaram na mesa. A única regra do dia da festa é que você pode transar com as mulheres que estiverem presentes, se elas toparem. A gente não pode ficar puto com os comentários dos outros.
Martha .- Bom saber. Já dorme, tira a anaconda, você tá todo apertado, vai se machucar se continuar fazendo isso.
É a regra mesmo, mas os homens são burros. Podendo detonar o ano inteiro, se limitam à festa. Nisso ele deita do meu lado, me abraça, e de repente sinto nas minhas costas aquele pedaço de carne. Só de sentir, me molho em segundos. Sorrio, finalmente o cachorro soltou o mastro dele.
Leo .- Acha que aguenta tudo?
Viro na hora. Não vou saber se a gente não tentar.
Leo .- Amanhã é sexta e ainda tenho que trabalhar. Tu, na escola, beleza? Amanhã a gente vê, mas vou arrebentar essa sua buceta, vou detonar ela.
Não sei se é um aviso, mas quero tudo pra mim.
A luz me acorda, o Léo já tá de pé, indo pro banheiro. Levanto, escuto um monte de barulho estranho. Esses filhos da puta tão na caça, esperando eu sair pro chuveiro pra fazer as maldades deles. Mas vou dar o gosto: saí pelada pro banho. Silêncio total. Assim que entro no banheiro, os putos gritam. Pena que vai ser só isso.
Voltei da escola pelo atalho. Isidoro e Brandon percebem, tão vindo me encontrar. Já tão bebendo, parecem bem animados.
Isidoro: — Ô, filha, cê tá crescendo bem hein.
Brandon: — Só um ano e você já ficou essa gostosa.
Martha: — Valeu.
Isidoro: — Filha, vou ser direto. Nós dois já tamo velhos pra ficar de brincadeira. Cê deixaria a gente ver seus peitos? Tão tão apetitosos, tão chamativos.
Martha: — É bem direto mesmo.
Brandon: — Se não der, sem problema, filha. Falei que ele era direto demais.
Isidoro: — Desculpa incomodar, filha.
Eles viram e começam a andar pra casa.
Martha: — Só os peitos?
Os putos viram com cara de felicidade.
Brandon: — O que você quiser, filha.
Martha: — Mas vamos mais pra dentro do mato. Tamo perto de casa, não quero causar alvoroço.
10 minutos depois, chegamos no balanço. Deixo a mochila, tiro a blusa e o sutiã. Meus peitos são grandes, brancos, com bico rosa. Sento e começo a balançar, os tios vidrados neles. Depois estico os pés e paro o balanço.
Martha: — Mais vale que me façam sentir bem.
As mãos ásperas deles massageiam meus peitos, beliscam meus bicos, me fazem torcer de prazer. As bocas sugam cada peito, parecem dois bebês tomando leite. As mãos já tão nos meus coxas, chegando na minha buceta. Levanto, mas eles não param de chupar os peitos. Desabotoo a saia, eles puxam minha calcinha pra baixo. Depois, afrouxo o cinto e a calça deles. Eles puxam os paus, lingüiças grossas com a cabeça descoberta. Prepúcio, empurro eles de leve, me ajoelho pra chupar essas picas, já tô molhada, levanto a bunda enquanto me agarro igual bezerra na teta do Brandon, deixando minha bunda pro Isidoro, que foi quem falou, merece ser o primeiro a detonar minha pussy.
Isidoro: — Filha, tá bem peludinha, depois enfia a cabeça na minha bunda, me ataca entrando tudo de uma vez só, a batida constante dos quadris dele contra os meus, senti o pau dele meio duro, ronrono enquanto continuo engolindo pica, depois de uns minutos ele goza, agora limpa a pica do Isidoro enquanto Brandon mete em mim, tá mais duro, tá maior, me fode num ritmo lento, entra, tira, espera, mete, repete, mas não adiantou nada, ele gozou.
Levanto, minha buceta escorre só uns restinhos de porra, já tão secos, mas gostei que eles se animaram a transar nessa idade.
Falo pra eles, pra não deixar sem graça, sabem que os dois falharam.
Martha: — Aliás, faltam três dias, então se precisarem da minha ajuda é só falar que com gosto.
Isidoro: — Valeu, filha, por ser tão boa com a gente.
Brandon: — Valeu, sab
0 comentários - Aprendendo com a vida