Meu amigo me comeu no camping.

Olá, sou a Pequi de novo. Pra quem quiser saber como eu sou, pode ler meus relatos anteriores. Resumindo: sou baixinha, garota, com uns peitinhos que cabem certinho na mão do meu namorado, bem empinadinhos. Igual minha bunda pequena, redondinha e empinada. Tem fotos nos relatos anteriores. Meu cabelo é castanho e tenho lábios carnudos. Isso aconteceu pouco depois que fiz 18 anos. Eu tava namorando há uns 8 meses um cara chamado Matías, o típico bonitão, loiro de cabelo comprido, olhos claros. Ele tinha um amigo quase inseparável, o Santiago, que tinha ido pros EUA por um ano e voltou de férias pra passar o verão. Santiago era grandalhão, de bom físico, cabelo escuro. E segundo comentários do meu próprio namorado, quando eles se masturbavam quando mais novos, ele tinha visto uma ferramenta enorme no amigo, pelo menos 5 cm a mais que os 17 cm que o meu namorado tem. Na cama, a gente sempre brincava com nossas fantasias; a minha era chupar a rola de outro enquanto ele me comia de quatro (de cachorrinho). A gente ficava muito excitado com essa brincadeira, mas ele sempre deixava claro que era só um jogo, porque ele é muito ciumento. Por essa época, a gente planejou um acampamento em Buenos Aires, onde iríamos em casal: eu e meu namorado, com Santiago e uma amiga minha com quem eu já tinha ficado algumas vezes. O problema é que na noite anterior, enquanto a gente preparava nossa barraca com algumas mochilas, roupas e comida, Matías saiu pra fazer umas compras de última hora e eu aproveitei pra entrar no MSN. Foi aí que, quando fui abrir os e-mails, percebi que Matías tinha deixado a sessão aberta, e entrei na caixa dele pra ver se tinha algum e-mail de alguma garota. Não encontrei nada escandaloso, só alguns e-mails com o grande amigo dele, e comecei a ler. Foi quando levei um susto ao ver que Matías contava sobre nossas relações sexuais, e até tinha mandado fotos minhas chupando ele, com comentários junto. Diziam que eu era uma especialista em chupar pica, que era a melhor boqueteira de paus que eles já tinham conhecido, gostava de me exibir como um prêmio. Isso me deixou um pouco excitada, sabendo que o Santiago provavelmente ia bater uma pensando em mim. Nisso, meu celular toca, era minha amiga Melina, ela tinha discutido com o pai e ele não deixou ela vir. Falei pra ela não se preocupar, que eu resolveria... Mas não falei nada pro Matías e fomos dormir. No outro dia, partimos. Eu me vesti bem gostosa, com uma saia soltinha e uma camiseta curta e larga que, por causa do tamanho dos meus peitinhos, levantava e deixava parte da minha barriga de fora. Fomos buscar o Santiago e depois a Meli, e foi aí que eu falei que ela tinha acabado de me mandar mensagem dizendo que não ia poder vir. O Santiago fez uma careta de desgosto e disse que então ele também não ia, pra não atrapalhar, mas na hora o Matías falou pra ele vir mesmo assim, que queria passar tempo com ele, já que ia ficar pouco tempo no país, que não incomodava. Perguntando com a cabeça, eu concordei, e o Santiago aceitou meio puto, mas sem muita escolha, porque já estávamos a caminho de Buenos Aires. Chegamos no camping e na hora montaram a barraca, que era pra quatro pessoas, então íamos caber de boa. Durante o dia, a gente entrou numa piscina do camping, onde eu não parei de reparar no tremendo volume que marcava no nosso amigo debaixo da sunga toda vez que ele saía da água. À noite, comemos um pouco do que tínhamos trazido e começamos a beber umas cervejas enquanto ouvíamos música. Não incomodávamos ninguém, porque a barraca estava bem afastada das outras. Depois, fomos pra barraca, meu namorado deitou no meio e, depois de conversar um pouco, a gente dormiu. No meio da noite, sinto alguém me chamar, era meu namorado sussurrando e pedindo pra eu chupar um pouco ele, que tava muito excitado e não conseguia dormir. Eu não tava com vontade, mas sabia que o amigo dele com certeza estava... fingindo que estava dormindo, por isso aceitei. Só com a luz da lua nos iluminando, falei pra ele não fazer barulho pra não acordar o Santiago, e ajoelhada, puxei a cueca dele pra baixo e comecei a lamber. Caprichei mesmo naquela chupada, primeiro lambi da base até a cabeça, passando a língua por todo lado, e depois fui comendo devagar, primeiro só a cabeça, e depois enfiando tudo dentro da boca, que ia até a garganta, chegava a roçar os ovos dele com a boca, primeiro devagar e depois acelerando o boquete, com o olho fixo no Santiago, que não dava pra ver se tava olhando por causa da pouca luz, mas eu sabia que sim, até que o Mati começou a se agitar, eu me afastei e ele gozou num lencinho descartável que eu tinha preparado. Depois disso, me deitei e dormi de novo. Na manhã seguinte, fui a primeira a acordar, enquanto os dois ainda roncavam, pude admirar o brinquedo do Santiago, que tava duro igual acontece com os homens quando acordam, tava por baixo da sunga e ela prestes a explodir, porque fazia uma barraca enorme, isso me excitou um pouco, ainda mais pelo que tinha rolado na noite anterior, onde o único satisfeito foi meu namorado. Por sorte, eu já sabia dos planos do meu namorado, ele queria me exibir como um troféu pro amigo dele. Pra ele ver a gostosa que ele tava comendo e todas as coisas que ele fazia comigo, como ele me pervertia e podia curtir meu corpo como se eu fosse uma puta de graça. Depois de tomar banho e comer alguma coisa, foi a vez do Santiago tomar banho, então ficamos só eu e o Mati na barraca. Na hora ele se jogou em cima de mim e começou a me despir, beijava meus peitos igual um louco, e depois se perdeu entre minhas pernas, me masturbava com a língua até eu estar quase gozando, e aí parava de repente por uns segundos e repetia a operação, várias vezes até eu não aguentar mais e pedir desesperadamente pra ele meter. Nesse exato momento, ouvimos alguém se aproximando da barraca. então paramos de fazer barulho e nos trocamos disfarçadamente pra sair como se nada tivesse acontecido, eu tava a mil por causa da tesão que tava sentindo. De noite, o Mati deitou no meio de novo, e depois de um tempo, começou a me acariciar, verdade seja dita, eu tava esperando por isso, então na hora minha excitação voltou. Dessa vez, sem ele falar nada, eu desci e comecei a chupar a pica dele, mas logo tirei a boca do pau dele e me deitei de bruços, ele subiu em cima de mim e me penetrou toda a buceta por trás. Soltei um suspiro: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiii E ele começou a bombar com mais força. Nisso tudo, eu imaginava que era mais um número montado pra agradar o amigo dele. E que, sem dúvida, ele tava acordado vendo a putaria toda. Então eu não me importava muito em esconder meus gemidos, mas também não eram tão altos. Uhhh uhhh Unnnmmmm ahhhh sim aaai aaaaai sim sim aaaaaaaaaah Nisso ele acelera as estocadas, esmagando meus peitos no chão, e de repente tira a pica do fundo do meu corpo e goza todo o leite dele nas minhas nádegas. Rapidamente me limpei com um lenço que tinha escondido por ali, e ele deitou, me deixando com tesão de novo, mas dessa vez eu fiquei no meio. Coloquei meu pijama, que era um tecido bem fininho, e tentei dormir, não demorou muito até eu sentir um roçar, mas do outro lado da barraca, era o Santiago, que, se fazendo de dormindo, aproximava a mão pra roçar minhas nádegas, que dava pra sentir quase no natural. Aos poucos ele foi se aproximando e até se animou a encostar, bem devagar, só com a pica dele, eu fingia que tava dormindo mas sentia tudo, e percebia que era a pica dele, pela grossura que parecia querer abrir minha bunda. Eu não aguentava mais e queria que ele me comesse ali mesmo, na frente do egoísta do meu namorado, que tinha caído no sono. Mas era arriscado demais, e eu tinha medo do Santiago se assustar e também não querer. Ele mesmo se afastou e depois de um tempo eu acabei dormindo, no outro Um dia acordei sozinha, os dois já tinham acordado e não estavam na barraca. Me troquei e fui procurá-los, fui até os banheiros e encontrei eles lá, estavam tomando banho e não me viram chegar. Como não dava pra ficar parada na porta, saí rapidinho e fui pra parte de trás, onde tinha uma escada de madeira velha. Sem muita dificuldade, subi no terraço e de uma claraboia fiquei espiando eles enquanto ouvia a conversa. Matías: então você gostou do show de ontem à noite? Santiago: sim, puta gostosa que você come, hein Matías: quer outra sessão hoje à noite? Santiago: não, chega, já tô com as bolas doendo de tanto tesão, vou ter que bater uma pra aliviar isso. (Apontando pro pau dele, que eu via ao vivo pela primeira vez, era realmente grande) Mais do que meu namorado tinha me contado, devia ter uns 25 cm, parecia um daqueles consolos de borracha. Terminaram de se lavar e voltaram pra barraca, então eu falei que era minha vez e fui pros banheiros, não sem antes mandar meu namorado vigiar a porta dos vestiários, já que era um lugar meio abandonado. Entrei e fechei a porta, fui até os chuveiros e abri a água quando ouvi umas vozes lá fora. Cheguei perto da porta e pude ouvir o Matías falando com o Santiago: essa é sua chance de ver ela peladinha, você não tem ideia do corpo que ela tem, os peitinhos empinados com os mamilos rosadinhos, a bundinha pequena e redonda com as costas arqueadas que faz ela apontar pro teto, e a buceta com os pelinhos bem curtinhos. Voltei na hora pro chuveiro e deduzi que o Santiago ia encontrar o mesmo lugar que eu encontrei pra espiar eles, então disfarçadamente fui tirando a roupa bem devagar, e me exibi inteira pro meu admirador, enquanto aproveitei pra tirar uma foto minha no espelho. Me sentir observada me excita pra caralho, e por isso acho que foi a primeira vez que me ensaboei tanto os peitos. Deixei o shampoo e o condicionador no Pisei do lado do chuveiro e toda vez que ia pegar elas, eu abria um pouco as pernas e dobrava a cintura sem flexionar os joelhos. Tenho certeza que ele bateu uma punheta umas duas vezes em minha homenagem. Naquela noite, depois de comer, eu propus jogar pôquer, sabendo que meu namorado não joga muito bem, já que ele sempre aposta numa carta vencedora que nunca sai. Quem perdesse a mão teria que tomar um copinho de tequila com sal e limão. Jogamos por uma hora e Matías deve ter perdido umas 8 mãos, eu 5 e Santi 4. Tava meio tonta e um pouco fingi também, então dei tchau pra eles e fui dormir. Tirei a roupa que tava usando e vesti uma camiseta comprida, um pouco acima do joelho, sem sutiã e sem calcinha. Eles ficaram mais um tempinho e continuaram bebendo, Matías já tava alterado, então acabou bem bêbado, falava gritando e tropeçava em algumas letras. Santiago parecia mais no controle e não exagerou na bebida. Foi Santiago quem disse pra ir dormir e Matías queria continuar bebendo, mas a bebedeira já tava derrubando ele de sono, então xingando ele acabou aceitando. Entraram na barraca e eu tava no meio, de bruços, parecendo profundamente dormida. Santiago hesitou e Matías deitou de um lado quase sem se importar, mas quando os dois se deitaram, ele se levantou e, numa voz baixa mal disfarçada, falou se achando o tal: "ó, esse docinho tem dono, haja haja". Dito isso, virou as costas e dormiu. Fiquei imóvel por meia hora até que me virei apontando minha bunda pra Santiago, mas sempre fingindo que tava dormindo. Não demorou pra voltarem os roços e eu sentir a proximidade do corpo dele sem chegar a me tocar. Várias vezes ele esbarrou a mão nas minhas costas fingindo que tava dormindo pra ver se eu acordava, mas eu murmurava baixinho como se não tivesse percebendo nada. Aí ele criou coragem e levantou um pouco minha camiseta até o começo das minhas nádegas, e por baixo comecei a sentir entre minhas pernas algo subindo na direção da minha... buceta que já tava mais que lubrificada. Era incrível como sem tocar nossos corpos, o pau dele chegava por baixo e começava a acariciar devagar minha buceta, com movimentos espaçados pra não me acordar, aos poucos ele ia se ajeitando e começava a me penetrar milímetro por milímetro. Quase tinha entrado a cabeça inteira quando minha buceta, que tava aberta ao máximo, grudou na pele e quando terminou de entrar a cabeça fez tipo um estalo que assustou ele e ele ficou imóvel. Eu tentava imitar um sonho molhado e balbuciava o nome do meu namorado. Mas ele se afastou e foi tirando devagar, virou de costas e acho que gozou em algum lenço. Eu quase não consegui dormir e acho que ele também não. O sol nos acordou no meio da manhã e saímos pra tomar café e demos um mergulho na piscina. Eu fiquei de biquíni porque tava calor e depois do meio-dia decidi tirar um cochilo, já que não tinha descansado bem na noite anterior. Assim mesmo coloquei uma venda nos olhos, tipo uma máscara mas sem ver nada pra claridade do dia não incomodar. Eles iam ficar fazendo fogo pra churrasco, então eu teria umas horinhas pra descansar. Mas em poucos minutos ouvi Matías falando com Santiago como ele tava, e ele respondeu mal, porque tinha passado o fim de semana todo de pau duro sem poder gozar (mentira). Aí Matías ficou meio com pena e disse: vamos fazer assim, manda ele dormir e deixo você se masturbar olhando o cenário a poucos centímetros, isso sim, só olha e não toca. Além disso, se ele te pegar pode dar um escândalo, então faz com cuidado. Dito isso, Santi entrou na barraca e me encontrou de barriga pra cima, com o sutiã desabotoado mas cobrindo meus peitinhos. Quando ele entrou e fechou a porta, eu sussurrei: Mati? E ele respondeu bem baixinho sim… não faz barulho que o Santi tá lá fora. Tão devagar que não dava pra distinguir a voz, embora eu já soubesse quem era, queria continuar o jogo. Eu continuei cega" e, num movimento só, puxei a parte de cima do biquíni pra baixo, deixando meus peitos em primeiro plano. Ele se aproximou e não resistiu à tentação de saboreá-los, e eu respondi com um suspiro: "vamos aproveitar que temos um tempinho até a comida ficar pronta". Ele hesitou, mas acho que percebeu que eu tava fingindo estar confusa, então começou a chupar meus bicos com força, dando mordidinhas que eu tinha que segurar pra não fazer barulho. Sem mais, ele puxou minha tanga da maiô pra baixo e começou a comer minha buceta sem piedade. Como a gente não cabia na barraca, ele ficou com os pés do lado onde minha cabeça tava, então num giro me posicionei por cima dele, fazendo um 69, enquanto eu tateava no escuro e começava a puxar o shorts dele pra baixo. Ele aproveitou a posição pra passar a língua da minha buceta até meu cuzinho, isso me deixava louca e eu senti que ia gozar. Acelerei o processo e, antes de explodir num orgasmo, consegui pegar a pica dele e enfiar na boca pra abafar meus gemidos. Comecei a chupar que nem uma louca, saboreando centímetro por centímetro, embora nunca conseguisse engolir inteira — era gigante, e isso me deixava ainda mais excitada. Enquanto tava com ela na boca, dava pra ouvir os passos do Matías andando do lado de fora da barraca, a poucos metros, limpando a churrasqueira ou pegando uma bebida da geladeirinha que a gente tinha. Fiquei uns 15 minutos chupando sem parar, enquanto ele tinha voltado a me dar prazer com a língua na minha xereca, alternando com meu cuzinho. Quando cansei, ele me deitou de barriga pra cima, levantou minhas pernas apoiando nos ombros dele — já que não alcançavam o peito — e aproximou a pica da minha buceta, deixando cair devagar, bem devagar pra entrar sem me machucar, mas enfiando até o fundo. Quando entrou toda, eu me senti completamente preenchida por dentro — lembrem que eu sou pequena de corpo, e a pica desse animal era mais larga que meu corpinho. Ele baixou meus pés e, apoiando o corpo no meu, começou... bombando com força, sempre tentando fazer a barraca se mexer o mínimo possível. Eu tava gozando igual uma louca, quando de repente sinto os lábios dele na minha boca, era estranho mas ele tava me fodendo e eu já tinha chupado o pau dele mas a gente ainda não tinha se beijado….isso me deixou com muito mais tesão e enquanto ele me devorava com a boca e me bombava eu tive o segundo orgasmo. Dava pra ver que ele já não aguentava mais e tava perto de gozar, então eu tirei ele de dentro de mim e sem dar tempo de ele fazer nada, tirei a máscara. Ele ficou pálido, pensando que ia acabar tudo, mas o pau dele continuava duro apontando pro teto. Aí eu falei, não faz essa cara de preocupado que seu pau não tá nem aí, aí ele conseguiu respirar depois de uns segundos segurando o ar e falou, agora é minha vez, e vou te encher de porra, pra você ter uma lembrança minha dentro de você. Ele me deitou de bruços e começou a lamber meu cu, deixando bem molhadinho, eu tava com medo de não entrar mas não queria gritar pra não chamar a atenção do meu namorado. Mas meu cu tava tão lubrificado que o pauzão deslizava pra dentro de mim. Ele me deu uma foda impressionante, como nunca tinham me comido, só entrava metade daquele pauzão, mas me fazia gozar igual uma puta, me fazendo gozar de novo mas dessa vez sem parar de me comer ele me colocou de quatro e enfiou na minha buceta, tirou e assim, toda molhada, enfiou de novo no meu cu, entrando inteiro dessa vez. Quando parecia que eu não ia aguentar mais umas estocadas, eu parei, deixando o pau dele dentro de mim e falei não se mexe nem um centímetro. Abri um pouco o zíper da barraca e coloquei a cabeça pra fora, vi meu namorado a uns 10 metros virando a carne na churrasqueira. Falei, amor, falta muito pra comer? Ele respondeu não, a carne já tá quase pronta. Que delícia, quanto tempo que não como carne…embora eu esteja cheia….por causa da porra que tomei hoje no café da manhã.Meu amigo me comeu no camping.Enquanto eu dizia isso com a cabeça pra fora da barraca, de quatro e com o pau enfiado no meu cu, o Santiago tava parado atrás de mim e eu, com leves movimentos de quadril, tirava e colocava sozinha o pau do Santi, uma bombada, duas bombadas, três bombadas e na quarta vez que eu tirava e colocava o pau do Santi no meu cu, não aguentei mais e, segurando meus quadris com força e sem parar de cuspir porra, enchi meu cu de leite, era incrível como ele cuspia porra, dava pra encher um copo. Se vocês gostaram, valorizem e deixem algum comentário.

4 comentários - Meu amigo me comeu no camping.

Hermoso muy bien redactado, m dejaste la pija dura y babosa m voy a pajear para vos
ll3210
10x millines trmendo relato me pusiste dura la verga