Una confesión bastante personal

O que vou contar aconteceu quando eu tinha 18 anos. Piscadela, piscadela. Bom, tenho uma prima chamada Viviana e éramos muito unidas em tudo, contávamos todos os nossos segredos. Quando isso aconteceu, ela tinha uns 23 anos. Viviana morava e estudava em outra cidade, porque ela fazia faculdade e quase sempre vinha nos visitar em casa, já que os pais dela também moravam aqui em Guayaquil. Quando ela terminou o semestre, pela primeira vez fui visitá-la onde ela morava. Como eu tinha contado, Viviana tinha 23 anos, mas nessa ocasião conheci o namorado dela, Luis, que tinha 37 anos. Mas Viviana era feliz com ele, me dizia que ele era um excelente namorado, que ia vê-la e buscá-la, que era atencioso, cavalheiro, como ela gostava. Luis era alto, 1,85m, corpo musculoso e o melhor: tinha uma barba bonita. E, bom, não sei se já falei antes, mas eu gosto de homens com barba, bem másculos como ele. Gostei do Luis desde que o vi, achei ele muito gato, além de ser muito educado, tanto que cheguei a pensar que o queria para mim, mas ele era o namorado da minha prima e isso impedia. Um dia estávamos fazendo compras com Luis e Viviana, ela estava comprando, e estávamos num shopping enquanto ela olhava o que levar. Luis começou a me interrogar. Ele perguntou: "Você tem namorado?" Aí respondi que não, não tinha. Ele voltou a perguntar: "E aquele policial chamado Frank, então?" Daí eu disse que era só um amigo, e Luis falou: "Um amigo com benefícios" e deu uma risada. Fiquei um pouco nervosa e sem graça, e ele perguntou de novo: "Quantos anos você tem?" E eu respondi: "Quantos você acha que eu tenho?" Ele disse: "20", e eu respondi: "Não, tenho 18 anos, piscadela, piscadela". E Luis disse: "Mas você parece ter 20 por causa desses peitos e desse bumbum tão gostoso que você tem". Na hora, fiquei corada e nervosa, me levantei e fui até onde a Viviana estava comprando. Terminamos as compras e voltamos pra casa, e todo o constrangimento passou. Fizemos coisas de primas nesses dias, karaokê, e ele sempre vinha à casa dela e ficava com a gente. no entanto, eu sentia que o Luis continuava me olhando de um jeito que não era normal. Em uma dessas, ele cheirou meu cabelo e disse: "Você tem um cheiro delicioso", ao que eu respondi: "Não me fala isso", me levantei e fui embora. Eu sentia um arrepio percorrendo cada centímetro do meu corpo. Quando voltamos a ficar todos juntos, o Luis sentou do meu lado e não tirava o olho dos meus peitos. Era uma sensação muito desconfortável com minha prima ali junto. Na última semana que eu ia ficar lá, a Viviana me convenceu a sair de casa com o Luis, já que eu tinha evitado todo contato com ele. O dia de ir embora chegou e, bom, eu tinha que ir ao terminal para voltar, e o Luis se ofereceu para me levar. A Viviana dizia que sim, que era mais seguro, já que os táxis naquela época estavam perigosos. Eu não queria, mas aceitei para que a Viviana não suspeitasse de nada sobre o que estava acontecendo com o namorado dela. O caminho parecia eterno, e mais ainda com as insinuações do Luis. Ele passou dos limites o tempo todo, mas eu gostei e, sendo sincera, estava muito excitada, e meus fluidos começaram a aparecer. Não demorou muito para ele me levar a um motel. Entramos e, ao chegar, ele começou a me beijar e acariciar. Ele me agarrava com força, até que me jogou na cama e me beijou no pescoço, descendo pelo meu ventre até chegar na minha buceta. Ele beijou meu corpo inteiro como nunca, beijou meus seios, mordeu e chupou meus mamilos, que estavam bem duros. Desceu até minha buceta e começou a chupar meu clitóris, que estava inchado de excitação. O que eu fiz foi abrir bem as pernas, agarrei seu cabelo e o mantive firme contra minha buceta. O Luis beijava meus lábios vaginais, enfiou a língua. Eu me sentia extasiada, sentia cada arranhão da barba dele em cada lábio da minha vagina, e puxava ele mais para que me chupasse mais e mais e mais, até que ele me fez gozar na cara dele, deixando sua barba e rosto cobertos dos meus fluidos vaginais. Então, o Luis se levantou, tirou a roupa e colocou o pau dele na minha boca. Eu comecei a beijá-lo desde os testículos até a cabeça, beijando como uma louca, sentindo na minha... Cara, o calor daquele pau era tão intenso que eu sentia o sangue correndo. Comecei a chupar ele, e ele soltava uns gemidos de homem que me deixavam ainda mais excitada. Ficava mais quente ainda quando via a expressão de satisfação no rosto dele, porque eu sabia que estava dando um prazer daqueles – afinal, eu sei chupar muito bem. De repente, o Luis, de tanto que eu chupei gostoso, gozou. Mesmo assim, ele sentou na beirada da cama e me disse: "Senta no meu pau". Eu obedeci, abri bem as pernas e comecei a sentar bem devagar. O Luis, com uma mão, me ajudou a enfiar o pau dele na minha buceta. Eu agarrei o pescoço dele com os dois braços, ele me pegou pelas nádegas e comecei a rebolar com a cintura, me mexendo como uma louca de prazer. Quando senti que o Luis gozou dentro de mim, senti aquele sêmen saindo disparado, senti o calor e senti meus fluidos vaginais misturados com porra escorrendo da minha buceta. Minhas pernas tremiam, eu estava tendo um orgasmo intenso, me sentia completa, me sentia mulher, me senti tão puta… Queria que aquele momento nunca acabasse.

Depois, ele me colocou de quatro e me deu. Eu apertava os lençóis e sentia os testículos dele batendo nas minhas nádegas. O Luis perdeu a ereção sem gozar de novo. Terminamos, nos beijamos e demos risada porque a cama ficou toda molhada. Ele riu ainda mais quando me levantei e o sêmen que saía da minha buceta escorria pelas minhas pernas. Ele me perguntou: "Você se cuida?", e eu respondi: "Isso você devia ter pensado antes, e não depois de já ter me comido".

Fui tomar banho e fiquei preocupada porque me vi no espelho e estava muito vermelha, com uma nádega marcada e mordidas como chupões no púbis. Tomei banho rápido porque tinha que sair cedo do terminal. O Luis me levou até lá e eu viajei de volta para Guayaquil. Quando cheguei em casa, fui direto tomar banho de novo, porque mesmo depois de me lavar, ainda tinha restos de sêmen entre os lábios. História de loucura que minha prima nunca soube – e, depois de um tempo, ela voltou para Guayaquil, mas sem ele. Eles terminaram, e hoje ela já é casada e tem filhos. Uma coisinha… história de loucuras que acontecem na vida. Tchau

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