Comi a neta do vizinho

Fala, galera! Vou contar como peguei a neta do meu vizinho, um senhor aposentado, gente boa pra caramba. Isso foi não faz muito tempo, uns dois meses atrás. A mina tem uns 22 anos, é uma gostosa, não tem peitão, mas os que tem são lindos, e uma bunda maravilhosa. Como vocês já sabem, tenho 47 anos, sou casado, mas vou contar a história.

A vizinha se chama Julia, veio morar com o avô no ano passado. Como eu disse, ele é um cara maneiro, tem uma Fiat Toro. Desde que vi a menina, ela me chamou a atenção. Quando a encontrei pela primeira vez, cumprimentei ela e ela também, como se já me conhecesse. Como sempre tô batendo papo com o vizinho, perguntei sobre a neta e ele disse que ela tava com eles porque os pais não estavam bem, então mandaram ela pra lá.

Isso começou um dia que fiquei sabendo que o vizinho tava internado, ia ser operado. Aí cruzei com a Julia e perguntei, ela confirmou, mas disse que tava tudo bem no geral. Como sabia que ela tava sozinha, falei que era só precisar que eu tava ali pra ajudar. Um dia, a avó dela me pediu pra levar ela no hospital na caminhonete do vizinho. Eu topei, era umas 19h, ela ia ficar lá cuidando dele à noite. Quando chegamos na clínica, a Julia já tava lá. Depois, ela saiu da clínica e começamos a conversar sobre tudo. Aí a avó saiu, deu dinheiro e a chave de casa pra Julia, e falou pra gente ir pra casa. Subimos na caminhonete e começamos a andar, e ela me perguntou se eu podia levar ela pra comer alguma coisa, que tava com fome. Eu disse que sim, e foi aí que reparei como ela tava vestida: uma camiseta branca colada no corpo e uma legging azul clara comprida que marcava a bunda linda dela com uma fio dental. Na hora, comecei a ficar duro. Perguntei o que ela queria comer, ela disse que um sanduíche, e levei ela num lugar tranquilo. Quando a gente desceu, ela me agarrou pelo braço e caminhou do meu lado. Entramos e sentamos num canto sem ninguém. Nós dois pedimos um refri e um sanduíche. Enquanto preparavam nosso pedido, a gente conversou e ela me disse que tava cansada, que queria tomar um banho e começou a perguntar sobre mim, como eu tava, sobre minha esposa e que eu parecia um cara legal. Aí ela perguntou minha idade e se surpreendeu quando eu falei quantos anos tinha, disse que eu era bem conservado, que parecia mais novo. Eu perguntei se ela tava namorando, porque já tinha visto ela umas vezes com um cara, e ela respondeu que não, que ele era meio otário, muito ciumento, que até comigo ele tinha ciúme porque eu sempre cumprimentava ela, e que ela cansou e mandou ele tomar no cu, que por isso talvez preferisse caras mais velhos que ela. Isso ficou martelando na minha cabeça. A gente comeu, ela foi no banheiro, então pedi a conta e paguei. Quando ela voltou, fui no banheiro. Quando voltei, ela me olhou e riu. Perguntei por que ela tava rindo, e ela disse que o garçom falou que o marido dela já tinha pago a conta. Ela levantou, pegou minha mão e disse: "Vamos, meu amor, olha que agora você é meu namorado". A gente saiu, o garçom olhou pra gente e disse: "Que casal bonito". Eu ri, ela também. Subimos na caminhonete, perguntei se ela queria ir pra algum lugar ou já queria ir pra casa dela. Ela disse que queria continuar passeando, mas precisava tomar um banho, e que se a gente fosse na casa dela, minha esposa já ia ouvir quando a gente chegasse e aí não daria mais pra sair de novo. Comentei que ela mora do lado da minha casa, que é um bairro e as casas são coladas, então ela tinha razão, minha esposa ia saber quando a gente chegasse. Ela ficou meio pensativa, e eu falei que ia ligar pra um amigo que mora naquela cidade. Liguei pra ele e perguntei se podia emprestar o banheiro pra minha sobrinha tomar banho. Ele disse que sim, o único problema é que não tinha ninguém na casa dele, que eu teria que passar no trabalho dele pra pegar a chave. Peguei a chave e fomos. Já na casa do meu amigo, ela desceu com a mochila que tinha, entramos, mostrei onde era o banheiro, ela entrou e começou a tomar banho. Quando terminou, saiu enrolada na toalha. Eu a Olho pra ela e pergunto o que foi, ela diz que a roupa estava na mochila, que deixou no sofá. Olha e lá estava. Falo: "Beleza, vou pra outro lado pra você se vestir tranquila". Ela diz que não tinha problema, que eu era o marido dela, segundo o garçom, e riu. Senta no sofá, tira uma calcinha fio-dental preta e levanta pra olhar. Eu tava olhando, e ela fala: "Love, gostou?" Eu rio e digo: "Julia, cê tá brincando com fogo. E claro que gostei." Ela veste o fio-dental sem tirar a toalha, depois deixa a toalha cair e se levanta pra colocar o sutiã. Vi aqueles peitinhos lindos. Ela vira de costas, o fio-dental sumia naquela bundinha pequena. Levantei e fui pro banheiro, e lá vi a roupa que ela tinha tirado. A calcinha branca tava no meio da legging. Peguei e vi que tava meio molhada na parte da buceta. Cheirei, tinha um aroma muito gostoso. Juntei toda a roupa e levei pra ela. Quando vi, uuufff, como ela tava vestida: uma minissaia jeans bem curta e uma regata que chegava no meio da barriga. "Parece uma bonequinha", falei. Saímos, deixei a chave onde meu amigo falou, e fomos dar uma volta. Fomos pra um lugar que é um morro, subimos por uma estrada até o topo, onde tem uma cruz e lugares bonitos pra tirar foto, e dá pra ver a cidade toda. E como sempre, quando descemos, ela pega na minha mão. Não tinha muita gente, então caminhamos de boa. Nisso, ela queria subir num parapeito de pedra que tem, mas não conseguia. Então segurei ela pela cintura e levantei, e vi o fio-dental preto. Tava segurando ela pelas pernas pra não cair, aí ela se vira e pede pra eu descer. Levantei ela pelas pernas e comecei a descer contra o meu peito, e minhas mãos foram acariciando as pernas até chegar na bunda. Ela me abraça, ficamos nos olhando, e ela me dá um beijo e fala: "Obrigada por tudo que cê tá fazendo, faz tempo que não me sentia feliz com um homem." Eu falo que a nossa história não podia rolar por causa da minha situação, mas ela me beija de novo. E aí, foi isso. Retribuo o beijo e meto a língua, e a gente começa a se beijar. Minhas mãos estavam na bunda dela, acariciando, e ouvi um gemidinho baixinho, a respiração dela acelerou. Começo a puxar a calcinha fio dental dela, meto a mão e a buceta dela já estava molhada, bem depiladinha. Falo que é gostoso, e ela geme mais alto. Diz: "Não para, continua, que eu tô gostando." Eu tava meio desconfortável porque ela é baixinha, 1,50m, e eu tenho 1,75m. A gente achou um banco e sentou. Ela encosta as costas no meu peito, eu beijava o pescoço dela e minhas mãos acariciavam as pernas dela, subindo até chegar na buceta, que já tava molhada na calcinha. Meto a mão pelo lado e chego no clitóris dela. Ela geme forte e fala: "Sim, love, continua, me faz sua, vizinho." Fiquei assim um tempo, meto um dedo e ela geme de novo, se revirando no meu peito. Aí tiro a calcinha fio dental, viro ela, tiro meu pau que já tava duro e meto devagar. Ela começa a gemer e falar: "Sim, love, sim, me come, quero ser sua, vizinho, me come." Eu metia forte e ela gemia. Sorte que a gente tava num lugar afastado, meio escuro, sem ninguém por perto. Continuei metendo e ela gemia. Nisso, a putinha gozou, molhou um pouco minha calça, e eu continuei metendo o pau até falar que ia gozar também. Ela diz: "Dentro, tudo dentro, quero seu gozo dentro, quero sentir dentro, pai." E eu gozei dentro. "Sim, pai, sim, love, que gostoso, seu gozo dentro de mim." Ela me abraçou forte e me deu um beijo de língua bem longo. A gente se ajeitou um pouco e foi pra caminhonete. Já dentro, ela me beija e fala: "Quero passar a noite com você, love." Julia querida, eu também quero, e a gente vai ter que ir pra um hotel. Ela diz: "Sim, vamos, eu pago." Continua...

5 comentários - Comi a neta do vizinho

muy bueno... 10 p!
@NicoBebote gracias por la corrección, pero si me di cuenta y lo voy a tener en cuenta
gracias querido, porque el relato empieza bien pero los que tenemos problemas de visión nos cuesta mucho leer todo un bloque tan grande. saludos
@NicoBebote si la verdad que pido disculpa es que empecé a escribir y cuando me di cuenta ya era tarde y lo envié a la publicación