Olá, querida comunidade.
Muito obrigada pelos pontos, comentários e chats privados contando histórias parecidas, sabendo que foi e ainda é muito comum isso acontecer. Agora que encerrei todos esses capítulos, vou seguir com outras que foram rolando comigo.
Nesse caso, conheci um cara mais ou menos da minha idade (34 anos), programador, e casado, inclusive. Ele tava atrás de uma mamada e, claro, ofereci minha casa. Na conversa, vai e vem, ele me manda foto do pau. Pra ser sincera, não era um requisito, mas beleza, o pau era bonito de se ver!
- **Primeira rodada:** É inacreditável a porra que esse cara carregava. Falei pra ele que consigo tirar duas gozadas só no boquete, mas ele, meio incrédulo, disse: "Vamos ver". A gente se ajeitou, ele de pernas abertas e eu entre elas, deitada, chupando, babando e batendo uma. Era uma fábrica de saliva... Eu pegava a boca dele, ele suspirava e tava feliz. Enfiava o pau na minha boca e eu passava a língua sem tirar. Acho que passou uns 30 minutos quando ele falou que tava perto, no ponto do caramelo, e sim, a quantidade foi bem generosa e quentinha.
- **Segunda rodada:** O negócio é que ele gozou, e eu continuei bem mais devagar e suave, batendo uma sem encostar na cabecinha e foquei total em chupar bem as bolas dele. Elas ficaram murchinhas pós-gozada, mas o pau não murchou. Depois de um tempo de estímulo, já tava duro de novo, e eu sabia que dava pra mais, então continuei chupando. Usei minhas mãos, minha língua na barriga, cuspia no pau dele, e o cara já tava em transe. Pedia pra eu mexer a cintura e enfiar na minha boca devagar, e foi o que ele fez! Ele metia e eu não parava de mexer a língua. Ele queria intensidade, mas eu era mais safada, fazia tudo bem devagarinho. A questão é que ele sente a porra subindo de novo e me avisa: "Tá vindo de novo". Começo a bater uma enquanto enfio as duas bolas na boca, e num suspiro forte ele diz "VAI VIR" e enfia o pau na minha boca, e eu engulo tudo de novo. Não era muita, mas era uma boa quantidade...
- **Final:** Não tirei o pau da boca, mas fiquei mais devagar, bem, bem devagar... E desafiei ele. pra um terceiro, mas a condição era que ele tinha que me dar... E assim foi, eu não larguei dos ovos dele e ele começou uma punheta lenta do jeito dele... O pau dele foi amolecendo de vez, mas depois de um tempo começou a ativar de novo até ficar duro outra vez! E ele começa a se masturbar, e eu sou meio ruim de conversa, haha, então sempre fico calado, prefiro boquete do que ficar falando, e pedia em sussurros pra ele gozar na minha boca, até que finalmente ele deu, um pouco, mas o suficiente.
Depois daquela mamada maratona, ele pediu Uber e foi embora. Não conseguia nem levantar da cama de tão relaxado que tava, e ficou surpreso com a gozada que eu tirei dele, e aí aqueles elogios que a gente ouve, hahaha.
Não conseguimos marcar uma segunda vez por motivos diferentes, horários, tomara que eu encontre ele de novo...
Muito obrigada pelos pontos, comentários e chats privados contando histórias parecidas, sabendo que foi e ainda é muito comum isso acontecer. Agora que encerrei todos esses capítulos, vou seguir com outras que foram rolando comigo.
Nesse caso, conheci um cara mais ou menos da minha idade (34 anos), programador, e casado, inclusive. Ele tava atrás de uma mamada e, claro, ofereci minha casa. Na conversa, vai e vem, ele me manda foto do pau. Pra ser sincera, não era um requisito, mas beleza, o pau era bonito de se ver!
- **Primeira rodada:** É inacreditável a porra que esse cara carregava. Falei pra ele que consigo tirar duas gozadas só no boquete, mas ele, meio incrédulo, disse: "Vamos ver". A gente se ajeitou, ele de pernas abertas e eu entre elas, deitada, chupando, babando e batendo uma. Era uma fábrica de saliva... Eu pegava a boca dele, ele suspirava e tava feliz. Enfiava o pau na minha boca e eu passava a língua sem tirar. Acho que passou uns 30 minutos quando ele falou que tava perto, no ponto do caramelo, e sim, a quantidade foi bem generosa e quentinha.
- **Segunda rodada:** O negócio é que ele gozou, e eu continuei bem mais devagar e suave, batendo uma sem encostar na cabecinha e foquei total em chupar bem as bolas dele. Elas ficaram murchinhas pós-gozada, mas o pau não murchou. Depois de um tempo de estímulo, já tava duro de novo, e eu sabia que dava pra mais, então continuei chupando. Usei minhas mãos, minha língua na barriga, cuspia no pau dele, e o cara já tava em transe. Pedia pra eu mexer a cintura e enfiar na minha boca devagar, e foi o que ele fez! Ele metia e eu não parava de mexer a língua. Ele queria intensidade, mas eu era mais safada, fazia tudo bem devagarinho. A questão é que ele sente a porra subindo de novo e me avisa: "Tá vindo de novo". Começo a bater uma enquanto enfio as duas bolas na boca, e num suspiro forte ele diz "VAI VIR" e enfia o pau na minha boca, e eu engulo tudo de novo. Não era muita, mas era uma boa quantidade...
- **Final:** Não tirei o pau da boca, mas fiquei mais devagar, bem, bem devagar... E desafiei ele. pra um terceiro, mas a condição era que ele tinha que me dar... E assim foi, eu não larguei dos ovos dele e ele começou uma punheta lenta do jeito dele... O pau dele foi amolecendo de vez, mas depois de um tempo começou a ativar de novo até ficar duro outra vez! E ele começa a se masturbar, e eu sou meio ruim de conversa, haha, então sempre fico calado, prefiro boquete do que ficar falando, e pedia em sussurros pra ele gozar na minha boca, até que finalmente ele deu, um pouco, mas o suficiente.
Depois daquela mamada maratona, ele pediu Uber e foi embora. Não conseguia nem levantar da cama de tão relaxado que tava, e ficou surpreso com a gozada que eu tirei dele, e aí aqueles elogios que a gente ouve, hahaha.
Não conseguimos marcar uma segunda vez por motivos diferentes, horários, tomara que eu encontre ele de novo...
0 comentários - El programador casado, desprogramado