Beleza, tô aqui de novo com mais uma da minha sequência de histórias.
É verdade, uma fase tava terminando e outra começando automaticamente, mas não literalmente, porque lá pro final
da história do meu tio e do meu outro primo, começou a exploração dos meus amigos com esse negócio de punheta e essas coisinhas, e é, todo mundo tem a mesma idade.
Quem são os protagonistas? Dario, Flavio, Gastón e Alex. É, coloquei em ordem os nomes de quem rolou algo bem leve até o último, que foi o mais intenso.
A introdução é a mesma: todo mundo começou com a curiosidade das punhetas, sozinho, e o assunto de conversa era sempre "Você já bateu uma?" "Não sabe o que é bater uma?" E essas coisas, até que um dia na minha casa ficamos só nós cinco e foi a punheta em grupo que começou a rolar, e é, quando dava, a gente fazia.
Como era muito complicado arrumar lugar, decidimos ir pra um sítio e no meio dos parreirais a gente fez a punheta de novo, mas o Dario se afastou um pouco e eu fui com ele. A gente tinha paus normais, ninguém tinha um pauzão nem nada, e foi ali, no calor da punheta, que eu fiz um boquete nele. Ele sentia cócegas, mas mesmo assim gostou. Ele terminou a punheta dele, soltando uma porra considerável.
Tudo acabou de repente porque ouviu-se um barulho, como se alguém tivesse por perto, ou era só impressão, e aí saímos todo mundo correndo.
- Dario e Flavio -
As duas situações rolaram, e só se repetiram uma vez. Mas é algo bem rápido de contar. Só foi um boquete em cada um e depois um boquete nos dois ao mesmo tempo, com chupada nos ovos e só.
Nunca mais se tocou no assunto, pelo menos com eles. Mas eu tinha que contar mesmo assim, porque como disseram, foram experiências pessoais e eu guardo com carinho.
- Gastón
Com ele, a primeira vez foi sozinho na casa dele, ajudando com um trabalho da escola. Embora a gente não estudasse na mesma escola, Éramos todos do grupo, praticamente no mesmo nível. Conversando ali, fizemos umas merdas e ele falou: "vamos bater uma juntos". E sobre o perigo, era que a gente tinha que tomar cuidado porque naquele momento estávamos sozinhos na casa dele, mas podiam entrar a qualquer hora.
A punheta foi uma delícia, mas ele me pediu pra chupar ele porque o Dario tinha contado pra ele. Eu aceitei e comecei a chupar a pica dele. Normal, mas eu tava adorando e ele mais ainda. Ele metia na minha boca devagar e ficava doido quando eu lambia o tronco inteiro até as bolas. Quando ele falava "vou gozar", já tinha soltado o leite 2 segundos antes, era igual o relâmpago e o trovão, haja.
Nessa hora, ele ficou obcecado por boquete. Tinha uma pica bonita, adorava, não nego. A pergunta é: pra onde a gente ia? A que custo? A putaria adolescente não mede consequência, então o boquete era em terrenos baldios, na minha casa, na dele. Qualquer momento já bastava.
Ele quis provar meu cu, e sim, ele fez. Não chupava meu cu nem nada, babava a pica o suficiente e eu babava meu cu, junto com a safadeza, e ele meteu pra dentro. Se a primeira foi obsessão, a segunda é a perdição, porque era boquete e me foder e engravidar!
Com a prática, faz o mestre, e bem justificado ele tava. Começou a ter experiência e segurava melhor o leite, mas metia como um martelo pneumático.
Uma experiência foi num terreno baldio, que era tipo um corredor e a gente tava no fundo. Eu tava de joelhos chupando a pica dele, e do nada ele fala: "Tem alguém mijando, não se mexe". E eu, de susto, fiquei parado, mas comecei a mexer a língua com a pica na boca e senti logo depois os dedos dele apertando meus ombros com força e ele jogou o leite na minha garganta. Engoli sem reclamar, não culpo ele, a adrenalina ativou todos meus sensores.
Por causa que ele foi pra Buenos Aires e voltou 3 anos depois, as coisas mudaram. Só isso. A amizade continuou perfeita e esse episódio de exploração ficou pra trás. guardada. NUNCA MAIS se tocou no assunto, nem olhares cúmplices nem nada disso.
- Alex
Com o Alex, a história mudou um pouco, ele era baixinho, e embora eu chupasse o pau dele, ele me fazia uns boquetes lindos, sempre fazíamos 69, sempre... e eu me masturbava com a bunda dele porque ele realmente tinha medo, sempre fazíamos 69, era clássico e sempre nos divertíamos pra caralho, mas nada além disso. Aí eu sentia que precisava tirar aquela culpa da minha boca super foda, mas assim como o Gastón, as coisas da vida nos separaram por uns anos, por motivos totalmente alheios.
E não, não voltamos a isso.
Minhas experiências terminam por aqui, no que diz respeito a amigos de infância e meu incesto também. Vou continuar postando o que for acontecendo comigo ou se for realmente relevante pra colocar aqui.
P.S.: Dados precisos, evitei colocar nomes originais e alguns detalhes que poderia ter dado eram MUITO ESPECÍFICOS, então evitei isso.
É verdade, uma fase tava terminando e outra começando automaticamente, mas não literalmente, porque lá pro final
da história do meu tio e do meu outro primo, começou a exploração dos meus amigos com esse negócio de punheta e essas coisinhas, e é, todo mundo tem a mesma idade.
Quem são os protagonistas? Dario, Flavio, Gastón e Alex. É, coloquei em ordem os nomes de quem rolou algo bem leve até o último, que foi o mais intenso.
A introdução é a mesma: todo mundo começou com a curiosidade das punhetas, sozinho, e o assunto de conversa era sempre "Você já bateu uma?" "Não sabe o que é bater uma?" E essas coisas, até que um dia na minha casa ficamos só nós cinco e foi a punheta em grupo que começou a rolar, e é, quando dava, a gente fazia.
Como era muito complicado arrumar lugar, decidimos ir pra um sítio e no meio dos parreirais a gente fez a punheta de novo, mas o Dario se afastou um pouco e eu fui com ele. A gente tinha paus normais, ninguém tinha um pauzão nem nada, e foi ali, no calor da punheta, que eu fiz um boquete nele. Ele sentia cócegas, mas mesmo assim gostou. Ele terminou a punheta dele, soltando uma porra considerável.
Tudo acabou de repente porque ouviu-se um barulho, como se alguém tivesse por perto, ou era só impressão, e aí saímos todo mundo correndo.
- Dario e Flavio -
As duas situações rolaram, e só se repetiram uma vez. Mas é algo bem rápido de contar. Só foi um boquete em cada um e depois um boquete nos dois ao mesmo tempo, com chupada nos ovos e só.
Nunca mais se tocou no assunto, pelo menos com eles. Mas eu tinha que contar mesmo assim, porque como disseram, foram experiências pessoais e eu guardo com carinho.
- Gastón
Com ele, a primeira vez foi sozinho na casa dele, ajudando com um trabalho da escola. Embora a gente não estudasse na mesma escola, Éramos todos do grupo, praticamente no mesmo nível. Conversando ali, fizemos umas merdas e ele falou: "vamos bater uma juntos". E sobre o perigo, era que a gente tinha que tomar cuidado porque naquele momento estávamos sozinhos na casa dele, mas podiam entrar a qualquer hora.
A punheta foi uma delícia, mas ele me pediu pra chupar ele porque o Dario tinha contado pra ele. Eu aceitei e comecei a chupar a pica dele. Normal, mas eu tava adorando e ele mais ainda. Ele metia na minha boca devagar e ficava doido quando eu lambia o tronco inteiro até as bolas. Quando ele falava "vou gozar", já tinha soltado o leite 2 segundos antes, era igual o relâmpago e o trovão, haja.
Nessa hora, ele ficou obcecado por boquete. Tinha uma pica bonita, adorava, não nego. A pergunta é: pra onde a gente ia? A que custo? A putaria adolescente não mede consequência, então o boquete era em terrenos baldios, na minha casa, na dele. Qualquer momento já bastava.
Ele quis provar meu cu, e sim, ele fez. Não chupava meu cu nem nada, babava a pica o suficiente e eu babava meu cu, junto com a safadeza, e ele meteu pra dentro. Se a primeira foi obsessão, a segunda é a perdição, porque era boquete e me foder e engravidar!
Com a prática, faz o mestre, e bem justificado ele tava. Começou a ter experiência e segurava melhor o leite, mas metia como um martelo pneumático.
Uma experiência foi num terreno baldio, que era tipo um corredor e a gente tava no fundo. Eu tava de joelhos chupando a pica dele, e do nada ele fala: "Tem alguém mijando, não se mexe". E eu, de susto, fiquei parado, mas comecei a mexer a língua com a pica na boca e senti logo depois os dedos dele apertando meus ombros com força e ele jogou o leite na minha garganta. Engoli sem reclamar, não culpo ele, a adrenalina ativou todos meus sensores.
Por causa que ele foi pra Buenos Aires e voltou 3 anos depois, as coisas mudaram. Só isso. A amizade continuou perfeita e esse episódio de exploração ficou pra trás. guardada. NUNCA MAIS se tocou no assunto, nem olhares cúmplices nem nada disso.
- Alex
Com o Alex, a história mudou um pouco, ele era baixinho, e embora eu chupasse o pau dele, ele me fazia uns boquetes lindos, sempre fazíamos 69, sempre... e eu me masturbava com a bunda dele porque ele realmente tinha medo, sempre fazíamos 69, era clássico e sempre nos divertíamos pra caralho, mas nada além disso. Aí eu sentia que precisava tirar aquela culpa da minha boca super foda, mas assim como o Gastón, as coisas da vida nos separaram por uns anos, por motivos totalmente alheios.
E não, não voltamos a isso.
Minhas experiências terminam por aqui, no que diz respeito a amigos de infância e meu incesto também. Vou continuar postando o que for acontecendo comigo ou se for realmente relevante pra colocar aqui.
P.S.: Dados precisos, evitei colocar nomes originais e alguns detalhes que poderia ter dado eram MUITO ESPECÍFICOS, então evitei isso.
0 comentários - Mis amigos, la mejor infancia compartida.